2 de novembro de 2017 - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

2 de novembro de 2017

Morrer, esse inevitável fenômeno

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de novembro de 2017

Nada é mais inevitável na vida do que o fenômeno da morte. Ela está presente na sociedade animal, racional ou não. Por ela passam os da espécie vegetal e até mesmo do reino mineral. Mas é algo que ainda é tabu, falar de morte – mesmo numa sociedade onde ‘matar e morrer’, não é apenas o título de um filme de Hollywood, mas um ato que se banaliza diária e continuamente

É que a sociedade humana toma a morte como um fenômeno de finitude. “Morreu, acabou”, pronto. Isso não é verdade. O que acaba é a parte material do que somos: o corpo. Somos mais do que o pó em que se transforma o físico. Somos anima, essência, alma. Circulamos em uma voltagem energética que se expande em luz e que o sentido da visão não permite visualizar.

Como a energia que precisa de uma lâmpada para se materializar, a alma humana precisa do corpo para se estabelecer visível. Mas quando a lâmpada se quebra, a energia continua – embora não percebamos. Assim são as almas que se despediram da vida física, pelo fenômeno chamado morte. Elas passam a atuar numa dimensão que é a origem de onde procedemos. Por isso, costumo dizer que hoje, 2 de novembro, é dia de lembrar os que se foram, não nos túmulos onde ficou apenas o pó de suas vestes; mas no consagrado altar dos corações saudosos. Como uma vez falou o padre Marcelo Rossi: hoje devíamos chamar Dia da Saudade e não de Finados já que a morte não existe. Ela é passagem. Mudança. Quiçá, para uma vida melhor.

leia tudo sobre

Publicidade

Morrer, esse inevitável fenômeno

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

02 de novembro de 2017

Nada é mais inevitável na vida do que o fenômeno da morte. Ela está presente na sociedade animal, racional ou não. Por ela passam os da espécie vegetal e até mesmo do reino mineral. Mas é algo que ainda é tabu, falar de morte – mesmo numa sociedade onde ‘matar e morrer’, não é apenas o título de um filme de Hollywood, mas um ato que se banaliza diária e continuamente

É que a sociedade humana toma a morte como um fenômeno de finitude. “Morreu, acabou”, pronto. Isso não é verdade. O que acaba é a parte material do que somos: o corpo. Somos mais do que o pó em que se transforma o físico. Somos anima, essência, alma. Circulamos em uma voltagem energética que se expande em luz e que o sentido da visão não permite visualizar.

Como a energia que precisa de uma lâmpada para se materializar, a alma humana precisa do corpo para se estabelecer visível. Mas quando a lâmpada se quebra, a energia continua – embora não percebamos. Assim são as almas que se despediram da vida física, pelo fenômeno chamado morte. Elas passam a atuar numa dimensão que é a origem de onde procedemos. Por isso, costumo dizer que hoje, 2 de novembro, é dia de lembrar os que se foram, não nos túmulos onde ficou apenas o pó de suas vestes; mas no consagrado altar dos corações saudosos. Como uma vez falou o padre Marcelo Rossi: hoje devíamos chamar Dia da Saudade e não de Finados já que a morte não existe. Ela é passagem. Mudança. Quiçá, para uma vida melhor.