outubro 2017 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

outubro 2017

Porque sexta feira é tão ansiosamente aguardada

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

27 de outubro de 2017

As sextas feiras têm um atrativo diferente. Elas refletem lazer quando rebocam o fim de semana, com o descanso do trabalho. É, por assim dizer, a porta de entrada do fim-de-semana, celebrado por muitos como oportunidade de se dar um breque na canseira; terminar o expediente num barzinho; reunir-se com amigos; ter mais tempo para a família, etc e tal. Por isso, desde o início deste dia, se vê e ouve gente saudando a chegada da sexta feira – “demorou, mas chegou”, como uma espécie de lenitivo para a canseira da semana.

Alguns indivíduos de bílis mais corroída, acham que comemorar a sexta feira é coisa de quem torce pela gandaia, buscando fuga da responsabilidade que é o trabalho. Na verdade, o indivíduo precisa do refazimento das forças que as horas no batente nos tiram. Se elas são mau utilizadas, é outra história.

Pois bem; com a violência predominante, as sextas feiras estão deixando de ser aquela pausa que se busca na vida corrida de todos nós, porque os fins de semana vêm se transformando em tempos de preocupação. Basta ver as manchetes de cada segunda-feira.

Mas é preciso inverter essa ordem. Buscar, acima de tudo, o bom lazer. As companhias agradáveis. Os lugares seguros. O modo como nos comportamos tem muito a ver com isso. Nossa mente e nossas ações atraem ações similares. Isso quer dizer: se estivermos em paz conosco, estaremos em paz com o mundo.

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Fama e importância

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de outubro de 2017

Nesse comentário tento reproduzir uma lição que aprendi ontem com um amigo sábio, o Walfrido Carvalho, que numa palestra discorreu sobre a importância que se dá às coisas e às pessoas.

Qual é a importância, por exemplo, que você dá à sua família? E às pessoas com as quais você convive? Há indivíduos que costumam privilegiar mais a fama do que o aspecto da importância. E existe uma diferença entre fama e importância. E como exemplo, ele contava: a Byoncé, a cantora americana, é conhecida no mundo todo, é famosa. Já a pessoa que cuida da faxina da nossa casa, não é famosa, mas é importante. Importância, portanto, tem a ver com a proximidade da nossa relação.

A Byoncé tem lá sua fama, mas não é importante pra mim, tanto quanto a pessoa que ajuda na nossa casa. Vá ela deixar de cuidar da limpeza ou deixar de fazer a comida e a gente vai sentir realmente como ela faz falta. Fama e importância são duas coisas bastante diferentes. Fulano pode ser famoso, mas não me é tão importante quanto cicrano com quem divido aqui o trabalho.

Há pessoas, todavia, que dão o maior valor à fama. Precisam estar ouvindo elogios. Se sentem inseguras quando não têm reconhecimento. Mas, muitas vezes, não são tão importantes quando parecem. Por isso, entre a fama e a qualidade de um relacionamento interpessoal, eleja a importância como algo necessário.

Afinal, todas as pessoas são importantes. A fama é transitória; passageira. Já as pessoas que nos são importantes, estas serão importantes para sempre. Seja importante na vida de alguém, é a mensagem.

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Do ato de doar e de ser um doador

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de outubro de 2017

Nada é mais meritório do que o ato de doar. Se o verbo do princípio de que fala o Velho Testamento fosse doar, quão não seria fantástica a consciência nossa em torno dessa virtude. O ato de doação vem de longe, quando o primeiro homem da lenda adâmica doou uma costela para se consubstanciar a existência do eu feminino.

A força criadora nos doou a possibilidade do nascer em meio à uma natureza que é pródiga em doar-se. Tudo vive um ato de doação. As árvores nos doam frutos. Os animais nos doam da pele à carne como alimento. A generosa farmacopeia natural nos auxilia com medicamentos para a cura de nossas enfermidades.

Tudo é generoso no ato de doar. Por que essa resistência nossa, humana, em não querer doar os órgãos dos parentes que partem, depois de uma existência terrena, e que servirão a tantos outros que permanecem na escolaridade do planeta? Córneas para que outros enxerguem. Rins para sobrevivam aqueles que têm problemas relacionados. Até o dínamo da vida que é o coração, tem auxiliado muitos  na continuidade da existência.

Viver, por conseguinte, é um ato de doação. E o maior doador que conhecemos é o Mestre Jesus, que doou seu sangue pela salvação de todos nós na redenção do calvário.

Sejamos doadores. Em vida, das virtudes do bem e do amor. Depois, quando for tempo de descanso para o nosso corpo e que o nosso eu vá residir nas dimensões da luz maior, que sirvam os nossos órgãos para habilitar os que precisam viver ainda.

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A alma humana é capaz de cometer crimes inimagináveis

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de outubro de 2017

Há coisas que acontecem próximo a datas significativas que parecem ter um objetivo único: servir de alerta a todos nós. Esse caso da menina que foi vítima de abuso sexual por parte do pai e do irmão, por exemplo, é algo que vem a público próximo ao dia da criança, uma data celebrada em meio a mimos e festas, mas que está a reclamar de atenção maior para o drama que vivem menores no próprio ambiente familiar.

Segundo estatísticas oficiais, é no lar de família desajustada e sem valores morais edificantes que se produzem as intenções mais sórdidas; os crimes mais odientos. É que, nessas ocasiões, pessoas da família se aproveitam da incapacidade de defesa dos menores e da própria inocência deles, para obrigá-los ao atendimento de seus impulsos sexuais. E isso é possível de acontecer até mesmo em famílias que se dizem organizadas, mas que em momentos de tentação se deixam levar pelas manobras da mente doentia, chegando a explorar os menores e impor sobre eles o medo caso eles revelem a torpeza dessa violência.

O caso da menina de Guaiúba é algo para se lamentar; mas antes disso é algo para se parar e pensar: até que ponto nos colocamos no mundo como exceção à regra? Toda alma humana é capaz de cometer crimes inimagináveis. Que atire a primeira pedra aquele que se achar imune a isso.

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A alma humana é capaz de cometer crimes inimagináveis

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de outubro de 2017

Há coisas que acontecem próximo a datas significativas que parecem ter um objetivo único: servir de alerta a todos nós. Esse caso da menina que foi vítima de abuso sexual por parte do pai e do irmão, por exemplo, é algo que vem a público próximo ao dia da criança, uma data celebrada em meio a mimos e festas, mas que está a reclamar de atenção maior para o drama que vivem menores no próprio ambiente familiar.

Segundo estatísticas oficiais, é no lar de família desajustada e sem valores morais edificantes que se produzem as intenções mais sórdidas; os crimes mais odientos. É que, nessas ocasiões, pessoas da família se aproveitam da incapacidade de defesa dos menores e da própria inocência deles, para obrigá-los ao atendimento de seus impulsos sexuais. E isso é possível de acontecer até mesmo em famílias que se dizem organizadas, mas que em momentos de tentação se deixam levar pelas manobras da mente doentia, chegando a explorar os menores e impor sobre eles o medo caso eles revelem a torpeza dessa violência.

O caso da menina de Guaiúba é algo para se lamentar; mas antes disso é algo para se parar e pensar: até que ponto nos colocamos no mundo como exceção à regra? Toda alma humana é capaz de cometer crimes inimagináveis. Que atire a primeira pedra aquele que se achar imune a isso.