setembro 2017 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

setembro 2017

Sinais de luz em meio às sombras que envolvem o mundo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

28 de setembro de 2017

Está tudo muito caótico lá fora. O mundo invadido por sentimentos estranhos, negativos. As manchetes pingando sangue. As pessoas estressadas com tanta maldade. Políticos e bandidos se equiparando, mas… E ainda bem que tem essa conjunção adversativa MAS. Há muita coisa boa acontecendo. Gestos de amizade fortalecendo a essência da vida. Voluntários do bem associando a teoria à prática dos grandes ensinos. Fiéis que acreditam mais em religiosidade do que em religião. Grupos de pessoas interessadas em prestar serviço a outros. Homens e mulheres sensíveis à compreensão de que não se pode alimentar ódios, nem ressentimentos.

É preciso abrir os olhos e aguçar os ouvidos para ver e ouvir a música da Vida, executada por mãos de gente simples – seja no trato de doentes em hospitais; seja no simples cuidar de um jardim. Há beleza e encanto na sabedoria dos que, embora não tenham ido a uma escola, se aperfeiçoam nos fundamentos da universidade da Vida.

Há esperança rondando o caminho dos que sofrem e gratidão, principalmente, gratidão entre aqueles que passaram por dores angustiantes e conseguem superar esse momento, crentes de amor à Vida. São esses os bem aventurados do senhor.

Todos esses são sinais de luz em meio às sombras que envolvem o mundo.

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As cidades precisam respirar alegria e paz

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

25 de setembro de 2017

As cidades precisam de motivação para se tornarem menos agressivas. Elas precisam respirar atmosfera de paz e de alegria. Esse fim de semana tivemos vários exemplos disso. O acesso do time Fortaleza à série B mostrou uma boa parcela da população focada na alegria e na celebração festiva. É o futebol sim, capaz de incentivar pessoas à boa convivência.

Outro exemplo: a avenida da Universidade foi fechada ao tráfego de veículos e muitas famílias celebraram o domingo com o mais sadio lazer: o da cultura. Adultos e crianças nas ruas do Bemfica harmonizados; tirando partido de lúdicas brincadeiras. Assistindo teatro, visitando museus. Com-vi-ven-do bem, que é algo visceralmente necessário para nos distanciarmos dos conflitos, das agressões – da violência.

É preciso estimular outros encontros desse tipo em outras áreas da cidade, principalmente em locais onde há carência total de movimentos assim. E essa ausência leva jovens a se limitarem a ociosa indiferença da Vida e a se entregarem ao vício.

Até o Rio de Janeiro, palco de uma guerra não declarada – mas visível – mostrou quanto o encontro de arte legitima a alegria saudável, a boa convivência e a fuga a essa estressante maneira de conviver com dor, sofrimento e tensão.

As cidades precisam de gente nas ruas para que esses espaços não sejam tomados pelo crime. Pelos marginais.

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Fortaleza, série B

Por Nonato Albuquerque em HUMOR

24 de setembro de 2017

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A torcida para que Fortaleza reverta essa crise

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de setembro de 2017

Fortaleza é uma cidade que, graças a Deus, não tem terremotos como o que destruiu cidades do México esta semana. Mas como a gente se abala e treme diariamente ao ver esse índice de violência das manchetes.

Fortaleza é uma cidade que não consta no mapa dos furacões, mas vive sob a tormenta diária que varre da vida pessoas ainda tão jovens. Não estamos na linha de fogo da Coreia do Norte, mas o que tem de gente armada faz inveja ao Kim Jong-un, o doidim que governa os norte-coreanos e ameaça a paz do mundo.

Fortaleza também não vive a tensão de metrópoles da Europa, com medo de ataques terroristas, mas vivemos quase semanalmente com a explosão de caixas eletrônicos destruindo equipamentos bancários nas cidades do interior. Não se tem ações de homens-bomba prontos a mandar pelos ares seus inimigos, mas a capital cearense convive com um bando de marginais desacatando todo mundo; assaltando carros no meio da rua, invadindo lojas e mercadinhos, deixando no vídeo das câmeras de segurança, a imagem de que estamos à mercê de um bando de renegados.

Apesar disso tudo, Fortaleza é uma cidade tão boa de se viver; de gente ordeira – população bem maior do que essa que se entrega ao crime – e que vive a enorme esperança de mudar, um dia, essa terrível situação. Mudar, quem sabe, para um patamar melhor. Essa é a torcida de quem mora na capital cearense. A outra torcida é que Fortaleza, aí já o time de futebol, possa dar amanhã um exemplo de que é possível mudar a situação que há oito anos ele persegue. Isso depende do time. A melhoria da capital, depende de nós.

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Sobre erros do mundo e as lições desse aprendizado

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de setembro de 2017

Dias tempestuosos, de dor e sofrimento, vão existir sempre na Terra. Agora precisam ser convividos com trabalho. Trabalho e paciência.

A violência do mundo pode surpreender, mas ninguém deve se abater por isso. Não espere dos protagonistas de ações do mal, exemplo de bondade. Eles não têm a noção que eu e você dispomos da vida. Por isso, devemos aprender com o erro de cada um deles a não ser partícipe desse modo errado de viver.

As loucuras do mundo nos servem de alerta para que não possamos vir a repetir os maus exemplos. Se as ações deles nos deixam indignados, provocam até repulsa, é que eles cumprem, de alguma maneira, alguma função a nos provocar reflexões. Eles servem de exemplo de como não devemos nos comportar.

A alma humana é como aluno que precisa se alfabetizar no ABC das grandes virtudes. Precisam aprender as regras de boa convivência. Se entre nós, que já temos essa compreensão, ainda há resíduos do mal – via ciúme, inveja, maledicência, preconceito  – o que dizer dos que não têm a menor noção de Justiça.

Não esqueça nunca de que, aqueles que não seguem a cartilha do progresso e da boa convivência, esses atrairão para si sempre colheitas de dor e sofrimento, por conta de sua semeadura equivocada. Com eles, também, se aprende lições importantes.

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O Brasil que precisa ser passado a limpo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, POLÍTICA, SEGURANÇA

19 de setembro de 2017

Foi o jornalista Boris Casoy que cunhou nos anos 90 a frase “o Brasil precisa ser passado a limpo”. E como precisa. De lá para cá, muito se tem feito na tentativa de melhorar o perfil do País em relação a tudo, mas quanto mais o tempo passa, mas a coisa parece ganhar proporções de tragédia. Seja na política, na área da Economia ou socialmente falando, tudo anda feito cantiga da perua – de pior a pior. A sujeira em todos esses setores é grande e os mecanismos de limpeza utilizados até aqui, parecem não surtir o efeito desejado. Em relação a questão da segurança, é a que elenca maior preocupação junto com a bandidagem dos políticos corruptos.

Nunca o Brasil esteve tão próximo da imagem daqueles países em guerra como agora. Cenas divulgadas nas redes sociais revelam a sandice e a ousadia de um grupo de indivíduos armados até de metralhadora atirando a esmo, em plena rua para chamar atenção e amedrontar integrantes de uma facção rival. Essas imagens só têm comparação com outra divulgada ontem no Rio, quando um bando de marginais, armados até os dentes, foge do morro da Rocinha diante da repressão policial.

A estratégia da Polícia montando as UPPs – Unidades de Polícia Pacificadora nas áreas críticas, parece não ter dado resultado, semelhante aos planos de combate que a PM tem feio no resto do País. O crime cresceu. Ganhou corpo. E anda mostrando os dentes diante de uma segurança que só se enfraquece quando a Justiça demora em cumprir com o seu dever – de agir rapidamente na condenação dos responsáveis – fazendo com isso crescer a chaga maior que estimula o crime: a impunidade.

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P de poesia

Por Nonato Albuquerque em POESIA

17 de setembro de 2017

Ó iluminado Senhor, de todos os astros,
a quem ouso falar com tal intimidade,
não esqueçais de prover nossa humanidade
com o sinal de vossos luminosos rastros

acesa está em nós, essa santa verdade;
vossa flama içada em nossos tantos mastros
merece ser lembrada em cada um dos claustros
onde em orações tecemos a espiritualidade.

Mas se, porventura, de vós nos ausentarmos
não morra nunca em nós, essa bendita crença,
Preciso é pois se ater a tão sagrada obra

Para no amor com todos reencontrarmos,
a ciência da paz, paciência, na presença
de Pai, que amor nos dá e só amor nos cobra

Ò ILUMINADO SENHOR DE TODOS OS ASTROS
de Nonato Albuquerque
dedicado a Santa Teresa D´Avila

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A quadrilha que roubou nossa confiança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de setembro de 2017

O mundo do crime sempre rendeu panos pras mangas. Dá manchete. Tem público. Do pequeno furto que se pratica em qualquer lugar, como o velho corte de bolsas das mulheres, passando pelo furto de celulares, aos assaltos em lojas onde o olhar eletrônico das câmeras capta tudo. Notícias do mundo do crime rendem ibope. Dão manchete na mídia impressa; inflacionam o noticiário dos telejornais – e o que era pequeno crime, como a batida policial apreendendo uma trouxinha de drogas ou a prisão do ladrão de galinhas -, tudo isso, vem sendo trocado pelo noticiário barra pesada dos políticos corruptos.

Nos últimos tempos, as notícias de crimes maiores dessa gente desnudam uma outra realidade, mas que já é velha companheira da humana raça: a dos crimes dos marginais de colarinho branco, que são eleitos políticos, que dizem representar o povo e que, até há pouco, eram elogiados como gente de bem, autoridades, vossas excelências etc e tal.

Esses carregadores de malas de dinheiro, flagrados corrompendo e sendo corrompidos, passaram a ocupar todas as manchetes. O noticiário de suas vergonhosas negociatas toma o tempo dos noticiosos, dando a nítida impressão – e não é só impressão – de que uma enorme quadrilha especializada em roubar o dinheiro que é nosso, continua agindo apesar dos jatos de lavagem que Curitiba vem efetuando e de todas as operações contrárias.

O mundo do pequeno furto, do bandido menor, do ladrão de galinha, esse, vem perdendo espaço pro noticiário de gente, que a gente elege e que, um dia, ganhou beija-mão do eleitor, aplauso em dias de campanha e que, hoje, além da roubalheira geral, acabou roubando  até nossa confiança.

Mas uma coisa é preciso que se diga: Tudo isso é necessário. Afinal, é impossível evitar escândalos, mas ai daquele que o executarem, já dizia o grande Mestre.

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A quadrilha que roubou nossa confiança

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de setembro de 2017

O mundo do crime sempre rendeu panos pras mangas. Dá manchete. Tem público. Do pequeno furto que se pratica em qualquer lugar, como o velho corte de bolsas das mulheres, passando pelo furto de celulares, aos assaltos em lojas onde o olhar eletrônico das câmeras capta tudo. Notícias do mundo do crime rendem ibope. Dão manchete na mídia impressa; inflacionam o noticiário dos telejornais – e o que era pequeno crime, como a batida policial apreendendo uma trouxinha de drogas ou a prisão do ladrão de galinhas -, tudo isso, vem sendo trocado pelo noticiário barra pesada dos políticos corruptos.

Nos últimos tempos, as notícias de crimes maiores dessa gente desnudam uma outra realidade, mas que já é velha companheira da humana raça: a dos crimes dos marginais de colarinho branco, que são eleitos políticos, que dizem representar o povo e que, até há pouco, eram elogiados como gente de bem, autoridades, vossas excelências etc e tal.

Esses carregadores de malas de dinheiro, flagrados corrompendo e sendo corrompidos, passaram a ocupar todas as manchetes. O noticiário de suas vergonhosas negociatas toma o tempo dos noticiosos, dando a nítida impressão – e não é só impressão – de que uma enorme quadrilha especializada em roubar o dinheiro que é nosso, continua agindo apesar dos jatos de lavagem que Curitiba vem efetuando e de todas as operações contrárias.

O mundo do pequeno furto, do bandido menor, do ladrão de galinha, esse, vem perdendo espaço pro noticiário de gente, que a gente elege e que, um dia, ganhou beija-mão do eleitor, aplauso em dias de campanha e que, hoje, além da roubalheira geral, acabou roubando  até nossa confiança.

Mas uma coisa é preciso que se diga: Tudo isso é necessário. Afinal, é impossível evitar escândalos, mas ai daquele que o executarem, já dizia o grande Mestre.