7 de julho de 2017 - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

7 de julho de 2017

Para ser a cidade do futuro como aponta o Financial Times, Fortaleza precisa vencer uma mancha do passado

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

07 de julho de 2017

Fortaleza foi incluída numa pesquisa de um jornal inglês no ranking das cidades americanas do futuro 2017/18. Levou-se em conta o potencial econômico, negócios, simpatia e capital humano. Na verdade, somos detentores desses termos.

Convivemos com um bom desenvolvimento econômico. A capital é simpática aos olhos de todos. Não é atoa que somos o destino mais procurado pelos brasileiros nessa temporada. O capital humano é de uma força incalculável. Somos reconhecidamente hospitaleiros. Mas como toda cidade moderna, Fortaleza tem pecados de capital.

O crescimento desordenado. O inchaço populacional provocando crises de emprego. O abismo sócio-econômico quando se compara aldeia-Aldeota e o que é mais grave: a violência.

Se a pesquisa levasse em conta esse dado, provavelmente, estaríamos distante de qualquer perspectiva de futuro, de vez que os números do cotidiano da cidade, são indesejáveis para qualquer núcleo populacional. Precisamos urgentemente de iniciativas que nos levem a mudar esse perfil, caso contrário, não apenas o nosso futuro estará ameaçado, mas o presente em que vivemos.

leia tudo sobre

Publicidade

Para ser a cidade do futuro como aponta o Financial Times, Fortaleza precisa vencer uma mancha do passado

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

07 de julho de 2017

Fortaleza foi incluída numa pesquisa de um jornal inglês no ranking das cidades americanas do futuro 2017/18. Levou-se em conta o potencial econômico, negócios, simpatia e capital humano. Na verdade, somos detentores desses termos.

Convivemos com um bom desenvolvimento econômico. A capital é simpática aos olhos de todos. Não é atoa que somos o destino mais procurado pelos brasileiros nessa temporada. O capital humano é de uma força incalculável. Somos reconhecidamente hospitaleiros. Mas como toda cidade moderna, Fortaleza tem pecados de capital.

O crescimento desordenado. O inchaço populacional provocando crises de emprego. O abismo sócio-econômico quando se compara aldeia-Aldeota e o que é mais grave: a violência.

Se a pesquisa levasse em conta esse dado, provavelmente, estaríamos distante de qualquer perspectiva de futuro, de vez que os números do cotidiano da cidade, são indesejáveis para qualquer núcleo populacional. Precisamos urgentemente de iniciativas que nos levem a mudar esse perfil, caso contrário, não apenas o nosso futuro estará ameaçado, mas o presente em que vivemos.