junho 2017 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

junho 2017

CURSO DE FERIAS NA UNIVERSIDADE SEM FRONTEIRAS

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

24 de junho de 2017

 

 Ian Gomes, que atua como assessora da Universidade Sem fronteira, informa a  programaçao do mês de julho, destinada  aos alunos e o público externo. Durante todo o período das férias a UNISF oferecera cursos em várias áreas que podem ser feitos por pessoas de todas as idades

As aulas começam a partir desta segunda-feira, 26,  com a aula inaugural gratuita do curso de Fotografia Digital, ministrado pelo Professor Ricardo Baptista. Formado em design gráfico, fotógrafo profissional e com trabalhos publicados em revistas e jornais de circulação nacional . A aula inaugural será às 9 horas.

Outro curso que estará disponível vai atender aos apaixonados pela sétima arte. “História e linguagem do cinema – Uma Introdução”,  ministrado pela Professora Larissa Bello, formada em Rádio e Tv. O curso  será  realizado   de  11  a 20 de julho,  com aulas as terças e quintas das 19 horas às 21 horas.

Os  admiradores da pintora mexicana Frida Kahlo, poderão  aprofundar seus conhecimentos sobre a artista por meio do curso “Leituras sobre Frida Kahlo – O sumo da flor”,  a partir do dia 19 de julho, ministrado pela jornalista Izabel Gurgel.  As aulas acontecerão as quartas e sábado,  com carga horária de 9 horas.

“Quem pode meditar”, no dia 18 de julho, a professora Fátima Uchôa vai tirar todas as dúvidas e fará um aulão gratuito com yoga e meditação a partir das 17h30.

 

SERVIÇO

 

CURSOS DA UNISF  –

Rua Nunes Valente, 919 – Aldeota.

Informações e inscrições: 32240909

Investimento – O preço dos cursos será de 250 a 360 reais.

Parcelado no cartão de crédito.

 

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Dos invisíveis seres

Por Nonato Albuquerque em POESIA

24 de junho de 2017

O verso da manhã que eu não compus
está escrito no olhar de quem se ousou ser.

O som da canção que não ouvi,
ecoa na imensidão do mar que existe em mim 
e que ouvido nenhum ouvirá.

Eu vi a luz de que falam os místicos
e bebi do néctar no qual se embriagam aqueles que são invisíveis.

Hoje, sou um deles, amargando a saudade que dizia ser azul.
‘Carne por fora; espinho por dentro’.

Caio do Afetuoso Afeto
Junho, 2017

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Campanha quer barrar o envio de correntes

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de junho de 2017

Não mande correntes. Esse apelo está sendo difundido nas redes sociais por internautas cansados de receber mensagens de teor pseudo-religioso – ou coisa que o valha – e que fogem até mesmo a uma simples constatação da realidade. A última delas diz respeito à coincidência de datas dos meses com os domingos e, com isso, seria um ano em que pedidos feitos nesses dias trariam sorte a quem seguisse a corrente. Uma rápida olhadela numa folhinha do calendário, calaria a ânsia dessa gente sem um pingo de senso e que devia ir procurar o que fazer.

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O destino do homem, o destino das águas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

14 de junho de 2017

Nem toda água corre pro rio, nem todo rio alcança o mar. Há as que auxiliam as plantações; assim como as que fucam à margem do caminho e viram pântano. Nada produzem, nas têm lá sua serventia.

As que se perdem pelo caminho, pelo fenômeno da evaporação e somem de vista – tal qual as criaturas que morrem cedo – essas águas se elevam. Ganham as alturas e voltam em nuvens ao entorno da fonte, para incorporar-se de novo à sagrada tarefa de ajudar nas sementeiras da terra.

Há, também, as que enfrentam os dissabores das barreiras e acabam sendo impedidas pela construção dos açudes. Nesses monentos, as águas de outras águas lhes auxiliam e, nessas horas elas se elevam, superam as barragens e sangram. Que bela imagem dizer-se que as águas sangram. Assim como nós sabgramos qyando sofremos quedas. Mas são as providenciais quedas, onde as águas formam cascatas, de onde formam energia para iluminar cidades inteiras atraves das usinas de força.

Toda água que sai da fonte em um simples filete, com a ajuda de muitas águas, busca sempre alcançar seu destino: o mar. Assim como essas águas, nós os humanos encaminhamo-nos para um oceano de Luz e, por mais que alguns demorem nessa jornada, todos – sem nenhuma exceção – alcançaremos a cada nova existência, a outra nargem do nosso destino.

Praga, junho de 2017

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Viagem de volta a mim mesmo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

12 de junho de 2017

De Berlim/Alemanha

A viagem que fiz a Koln foi de reencontro. De um passado que tenho comigo e só eu acredito tenha vivido, com a firmeza de quem não guarda nenhum medo de assim afirma-lo.

Antes de eu conhecer qualquer escola filosófica ou braço religioso que expresse algo relacionado a isso, eu tinha comigo essa certeza. Portanto não devo isso a nenhum conhecimento externo.

Vir até aqui e sentir – não na pele, mas nos escaninhos da alma toda essa vibração mágica – , é algo que me substancia a fé. Por isso, a viagem é uma especie de ‘caminho de Santiago’, que faz a minha essência mais íntima, tão acostumada a ver e ler impressões que essa atual existência me provém.

Para entender esse sentimento que me ronda a alma, só a mim me basta. Só eu consigo discernir e, incrível, não se tem palavras. So vindo, vendo e vivendo é que consigo entender o que se diz do “deja vu”.

Não preciso da crença de ninguém para confirmar o que foi e é. A minha certeza não demanda de provas para nenhuma outra pessoa. Eu me basto com a minha certeza. Eu fui. Eu sou. Eu estive aqui, onde hoje estou. Há sinais disso dentro de mim, que me levaram às lagrimas diante da beleza magnifica da catedral da cidade.

Outros pontos tão familiares aos meus olhos me fazem crer nisso. E a gente se vê pelos olhos da alma. O veiculo corporal é apenas a vestimenta que me acolhe.

Eu sei o que digo. Essa não é uma viagem lisergica, nem o efeito de nenhuma alteração mental minha. O conjunto de conhecimento desse sentimento que a humanidade consagra, dá para se deixar de lado o veneno do precobceito e intolerância religiosas e buscar informar-se.

Foram precisos 50 anos para chegar aqui e saber que o sonho era realidade.

Itzack Albrecht não foi miragem de uma noite. Nem espectro de um sonho. Ele ainda sobrevive. Em minha memória akashica.

Berlim, 10 de Junho de 2017.
8:10.

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Viagem de volta a mim mesmo

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

12 de junho de 2017

De Berlim/Alemanha

A viagem que fiz a Koln foi de reencontro. De um passado que tenho comigo e só eu acredito tenha vivido, com a firmeza de quem não guarda nenhum medo de assim afirma-lo.

Antes de eu conhecer qualquer escola filosófica ou braço religioso que expresse algo relacionado a isso, eu tinha comigo essa certeza. Portanto não devo isso a nenhum conhecimento externo.

Vir até aqui e sentir – não na pele, mas nos escaninhos da alma toda essa vibração mágica – , é algo que me substancia a fé. Por isso, a viagem é uma especie de ‘caminho de Santiago’, que faz a minha essência mais íntima, tão acostumada a ver e ler impressões que essa atual existência me provém.

Para entender esse sentimento que me ronda a alma, só a mim me basta. Só eu consigo discernir e, incrível, não se tem palavras. So vindo, vendo e vivendo é que consigo entender o que se diz do “deja vu”.

Não preciso da crença de ninguém para confirmar o que foi e é. A minha certeza não demanda de provas para nenhuma outra pessoa. Eu me basto com a minha certeza. Eu fui. Eu sou. Eu estive aqui, onde hoje estou. Há sinais disso dentro de mim, que me levaram às lagrimas diante da beleza magnifica da catedral da cidade.

Outros pontos tão familiares aos meus olhos me fazem crer nisso. E a gente se vê pelos olhos da alma. O veiculo corporal é apenas a vestimenta que me acolhe.

Eu sei o que digo. Essa não é uma viagem lisergica, nem o efeito de nenhuma alteração mental minha. O conjunto de conhecimento desse sentimento que a humanidade consagra, dá para se deixar de lado o veneno do precobceito e intolerância religiosas e buscar informar-se.

Foram precisos 50 anos para chegar aqui e saber que o sonho era realidade.

Itzack Albrecht não foi miragem de uma noite. Nem espectro de um sonho. Ele ainda sobrevive. Em minha memória akashica.

Berlim, 10 de Junho de 2017.
8:10.