Maio 2016 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Maio 2016

Eclesiastes 2016

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, COMPORTAMENTO

26 de Maio de 2016

Você, a exemplo de tantas outras pessoas, deve se inquietar com o barulho provocado pelos que se distanciam da calma e da tranquilidade. Os que promovem desordem. Os que corrompem e são corrompidos. Os que roubam e matam, fazendo prevalecer a ideia de que vivemos um tempo de retrocesso, apesar de tantos avanços no mundo dos homens. É que nada é perfeito. Tudo está para se definir, no mundo das coisas. Existe tempo para tudo, como está escrito no Eclesiastes.

“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito. Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir; tempo de chorar e tempo de rir, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz”.

Em meio a isso, a vida vai selecionando aqueles que são destinados ao joio e os que são abençoados como o trigo. Preciso é que se diga que, mesmo em meio a tudo isso que imaginamos seja o caos, processa-se a engenharia sideral concedendo a cada indivíduo, o livre-arbítrio de serem o que são e de fazerem o que bem desejarem. Mas todos, de uma ou de outra forma, terão que arcar com as consequências dos seus feitos.

Os que se matricularam nos cursos da elevação moral da vida, nas leis de ordem e progresso, esses certamente colherão os frutos do Bem. Aos que se retardam na caminhada, através dos atos negativos, cada vez mais se anularão, porque o Mal por si só se destrói – e leva com ele, aqueles que se filiaram à dor e ao sofrimento.

Portanto, se você sofre diante dos atos reprováveis de uma parcela da população do mundo, creia que as forças superiores do Bem, continuam atuando e elegendo os que detém a mansuetude no coração e a pacificidade de seus gestos. Acalme a sua inquietação, pois afinal “Deus fez tudo apropriado ao seu tempo. Ele pôs no coração do homem o anseio pela eternidade. E não há nada melhor para o homem do que ser feliz e praticar o bem enquanto vive”, como versa o Eclesiastes. Faça a sua parte. E, certamente, você estará inserido nesse tempo novo que todos nós ansiamos; mas que ele já existe na vida dos que são abençoados pelas divinas virtudes.

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Nada está sob controle. Nem a vida

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, SEGURANÇA

25 de Maio de 2016

Nada está sob controle. Nem a vida. Por isso, qualquer afirmação de que a situação dos presídios tenha se estabilizado, normalizado, não passa de mera força de expressão. Também não se pode apagar de um momento para o outro essa carnificina que o Brasil assiste estarrecido. O governo responsabiliza o comando da greve dos agentes penitenciários.

O governador Camilo Santana disse com todas as palavras: “Houve responsabilidade do comando de greve para impedir as visitas, tem áudio, está gravado. É tanto que nos presídios que não houve problema de visita ocorreu tudo normal. Quando os presos ficaram sabendo que estavam proibindo as visitas de entrar, isso causou um pânico e aí começou a rebelião. Isso vai ser apurado, é obrigação do Estado”.

O governador, certamente, tem motivos a ponto de reivindicar a presença da Força Nacional de Segurança. Aliás, a formação de piquetes nos presídios já era sinal previsível de que se podia esperar o pior. Ao negar o acesso dos familiares para a visita, o movimento simplesmente assinou o atestado de que buscava era o confronto com o governo. É dever do Estado apurar. E mais do que isso: exigir punição diante dos crimes que se cometeram, sob o incentivo de funcionários públicos, pagos exatamente para o trabalho de garantir a segurança dos presídios e a integridade dos que estão custodiados pelo governo.

É hora de se fazer apurações e de restabelecer a ordem nos presídios. Essa é uma área sensível, que não pode servir a interesses excusos de quem quer que seja, a ponto de causar os danos que ainda estão sendo contabilizados. Dentro da legalidade, é preciso ser enérgico com os responsáveis e fomentadores dessas rebeliões, a fim de se apurar todos os fatos e oferecer respostas eficazes para que não fiquemos apenas no batido chavão de que tudo está sob controle, quando na verdade tudo não passa de força de expressão.

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PRESÍDIOS: DO QUE SE ALIMENTAM AS TRAGÉDIAS

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

24 de Maio de 2016

As tragédias, costumamos dizer aqui, são sinais de alerta para chamar atenção a algo que precisa ser corrigido. Quando deixamos de atender a essa verdade, logo advém as consequências. Em relação ao caso dos presídios, há muito se denuncia a situação dramática do sistema penitenciário.

O aumento da criminalidade no mundo obrigou a que esses locais acabassem superlotados. A rotina deles, no entanto, acompanha a mesma sistemática de 40 e 50 anos atrás. Servem apenas para segregar o homem do meio social. Porque convém à sociedade, deter os criminosos por um tempo; retirá-los de circulação, como se isso pudesse nos dar a tranquilidade de que estaríamos livres de seus atos criminosos.

Costumamos atacar os efeitos e não as causas. O instinto do mal continua impregnado na mente daqueles que são excluídos temporariamente do meio social. E lá dentro dos presídios, a convivência com outros de comportamento ainda mais degradante, amplia o conhecimento à prática do mal e eles passam a agir criminosamente dentro da própria prisão.

Esquecem-se os responsáveis pelo problema de elencar medidas compatíveis com a melhoria do padrão comportamental deles. O próprio Estado, que tanto investe no aumento do efetivo policial e do aperfeiçoamento dos equipamentos, esquece de atender a essa área da custódia, foco maior de toda a problemática da violência que, hoje, percorre o País. Enquanto não se pensar em mudar a mente do homem que incorreu em algum crime, no sentido de ressocializá-lo para que ele volte ao convívio aqui fora, os que operam no sistema estarão sempre nessa cansativa batalha de enxugar gelo. É dessa anomalia e dessa incúria que as tragédias se alimentam.

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O inferno dos que se aplicam à violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Maio de 2016

Violência é sinônimo de atraso. Atraso mental. De quem não conseguiu ainda perceber a importância que tem na Vida toda criatura em busca de aprimoramento. Violência é recurso do espírito que se move por instintos e não pelos sentimentos enaltecedores da alma. Quem pensa em ódio e vomita violência, vive nas sombras do próprio eu. Não conhece as vantagens de sair-se do abismo de si e divisar no céu de cada um, a infinitude de saberes que a Vida oferece.

Quem se alimenta de raiva, ira, inveja, orgulho, ciúme e egoísmo são aqueles que sequer obedecem a ordem da Natureza, que orienta crescer e multiplicar as benesses do conhecimento. E, com ele, alcançar os limites infindáveis do progresso. Sair da miséria individual e superar todas as limitações que levam a situações difíceis.

Quem se acostuma no Mal não se pertence. E, por isso, não consegue edificar relações amistosas com outro. Não se apaixona por nada e por ninguém, porque só pensa em fomentar maldades. Por isso, às vezes, se torna difícil entender a escalada dessa violência que leva alguém a vingar-se de outro, cometendo atrocidades a quem ousou contrariá-lo. Isso é atraso. Isso é animalidade. Não é humano quem não atende aos preceitos do Bem.

A humanidade avançou tanto nas últimas décadas, mas infelizmente ainda divisamos no mundo as bestas-feras que se dizem humanas, porque nem elas próprias se conhecem como tal. São criaturas absurdamente miseráveis; vivendo ainda na infância da própria consciência. E, por isso, odeiam. Maquinam planos diabólicos. Infernizam. Matam. Mesmo sabendo que morrerão pelo crivo da mesma justiça que impõem às suas vítimas.

Miseráveis criaturas, as que ainda se aplicam à violência. Elas já constroem o seu próprio inferno interior, mesmo sabendo que o céu é destinado a todos os que vivem a convivência pacífica dos homens. Os que anseiam um mundo melhor. Onde os mansos e os pacíficos herdarão o Planeta.

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O inferno dos que se aplicam à violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de Maio de 2016

Violência é sinônimo de atraso. Atraso mental. De quem não conseguiu ainda perceber a importância que tem na Vida toda criatura em busca de aprimoramento. Violência é recurso do espírito que se move por instintos e não pelos sentimentos enaltecedores da alma. Quem pensa em ódio e vomita violência, vive nas sombras do próprio eu. Não conhece as vantagens de sair-se do abismo de si e divisar no céu de cada um, a infinitude de saberes que a Vida oferece.

Quem se alimenta de raiva, ira, inveja, orgulho, ciúme e egoísmo são aqueles que sequer obedecem a ordem da Natureza, que orienta crescer e multiplicar as benesses do conhecimento. E, com ele, alcançar os limites infindáveis do progresso. Sair da miséria individual e superar todas as limitações que levam a situações difíceis.

Quem se acostuma no Mal não se pertence. E, por isso, não consegue edificar relações amistosas com outro. Não se apaixona por nada e por ninguém, porque só pensa em fomentar maldades. Por isso, às vezes, se torna difícil entender a escalada dessa violência que leva alguém a vingar-se de outro, cometendo atrocidades a quem ousou contrariá-lo. Isso é atraso. Isso é animalidade. Não é humano quem não atende aos preceitos do Bem.

A humanidade avançou tanto nas últimas décadas, mas infelizmente ainda divisamos no mundo as bestas-feras que se dizem humanas, porque nem elas próprias se conhecem como tal. São criaturas absurdamente miseráveis; vivendo ainda na infância da própria consciência. E, por isso, odeiam. Maquinam planos diabólicos. Infernizam. Matam. Mesmo sabendo que morrerão pelo crivo da mesma justiça que impõem às suas vítimas.

Miseráveis criaturas, as que ainda se aplicam à violência. Elas já constroem o seu próprio inferno interior, mesmo sabendo que o céu é destinado a todos os que vivem a convivência pacífica dos homens. Os que anseiam um mundo melhor. Onde os mansos e os pacíficos herdarão o Planeta.