Janeiro 2016 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Janeiro 2016

O dia em que Obama chorou

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, ATUALIDADE, SEGURANÇA

06 de Janeiro de 2016

U.S. President Barack Obama wipes away tears while talking about Newtown and other mass killings during an event held to announce new gun control measures, at the White House in Washington January 5, 2016. The White House unveiled gun control measures on Monday that require more gun sellers to get licenses and more gun buyers to undergo background checks, moves President Barack Obama said were well within his authority to implement without congressional approval. REUTERS/Kevin Lamarque

Diante dos números da criminalidade, há quem defenda a liberação da venda de armas para todo cidadão, como se fosse essa a saída para o controle da violência. Ledo engano. O mundo precisa é desarmar-se dessa infelicitada ideia. Vide o exemplo dos EUA, país onde o comércio de armas é facilitado, mas cuja população carrega um estigma de massacres cometidos em colégios, shoppings e cinemas, exatamente por aqueles que advogam a liberação do porte de armas.

Ontem, o presidente Barack Obama chegou a chorar ao lembrar os atentados cometidos no ano passado e que ensanguentaram a vida dos americanos. Interessado em mudar a legislação, o presidente norte-americano desafiou o Congresso do seu País a tomar uma iniciativa corajosa. A de alterar a lei que permite uma pessoa se armar com facilidade. Principalmente, porque não se tem o controle do uso dessas armas. Isso, lá nos EUA com toda a estrutura de segurança que detém.

No Brasil, há uma corrente que transita exatamente na contramão dessa iniciativa. Tem gente defendo é se armar. Quanto mais, melhor. Diante dos nossos índices de violência, há quem reivindique colocar arma na mão de qualquer cidadão, achando que, se os bandidos têm acesso a elas, é direito então, das pessoas se defenderem. Quanta ingenuidade!

O progresso humano não é um caminho de volta ao passado, quando não se tinha lei, nem se obedecia a nada e a ninguém. A humanidade evoluiu mas, infelizmente, ainda não consegue adotar iniciativas capazes de reverter esse cenário sanguinolento. Medidas existem que podem capacitar a população a evitar tantos danos à Vida. E elas passam sim, pelo controle de armas, pela melhoria da estrutura de segurança do Estado; pela capacitação de seus jovens, via Educação e Trabalho, além da visão social que possa garantir às novas gerações, o devido respeito à cidadania e às normas legais de convivência.

Se um presidente como Obama têm consciência dessa falácia, de que andar armado auxilia na segurança, esse é um sinal dos tempos. De que é preciso mudar esse conceito errôneo e buscar no aprimoramento do homem, a solução ideal para conter a animalidade que ainda nos domina.

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ELEGIA AO NOVO ANO

Por Nonato Albuquerque em POESIA

01 de Janeiro de 2016

Nonato Albuquerque

Que o ano novo me traga
nada que me possa surpreender demais.
Saúde para o meu físico.
Energia para a minha alma.
Que os chackras de meu veículo carnal
possam estar interligados ao canto do universo.

Respirem meus sonhos, os ideais do Todo,
sublimando a fonte serena de meus atos
em ações que não destoem da grande Verdade.

Inspire-me a Luz do Eterno
a ser conciliador em todos os instantes
em que se fizer necessário o meu respiro.
E possa abraçar todos os que forem bemvindos
ao meu encontro. E a todos os que não sejam.

Que eu concilie o amor durante todo o tempo
em que meus pés firmarem-se sobre o Planeta.
E quando, um dia chegada for a hora de me ir
que as mãos de amparo dos nossos guias de ajuda,
anjos de guarda de nossa misteriosa passagem,
nos acolham em campos de Luz onde pacificaremos.
uma vez seguinte, esse outro Tempo.

Que a bondade do supremo Senhor do Universo
recolha-me ao seu ministério e, quando preciso for,
reponha-me de volta, uma vez mais,
nos caminhos da vestimenta carne.
onde a experiência Vida me faz eleger essa gratidão
no primeiro dia do novo ano gregoriano.

(Nonato Albuquerque – 1.1.2016)

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ELEGIA AO NOVO ANO

Por Nonato Albuquerque em POESIA

01 de Janeiro de 2016

Nonato Albuquerque

Que o ano novo me traga
nada que me possa surpreender demais.
Saúde para o meu físico.
Energia para a minha alma.
Que os chackras de meu veículo carnal
possam estar interligados ao canto do universo.

Respirem meus sonhos, os ideais do Todo,
sublimando a fonte serena de meus atos
em ações que não destoem da grande Verdade.

Inspire-me a Luz do Eterno
a ser conciliador em todos os instantes
em que se fizer necessário o meu respiro.
E possa abraçar todos os que forem bemvindos
ao meu encontro. E a todos os que não sejam.

Que eu concilie o amor durante todo o tempo
em que meus pés firmarem-se sobre o Planeta.
E quando, um dia chegada for a hora de me ir
que as mãos de amparo dos nossos guias de ajuda,
anjos de guarda de nossa misteriosa passagem,
nos acolham em campos de Luz onde pacificaremos.
uma vez seguinte, esse outro Tempo.

Que a bondade do supremo Senhor do Universo
recolha-me ao seu ministério e, quando preciso for,
reponha-me de volta, uma vez mais,
nos caminhos da vestimenta carne.
onde a experiência Vida me faz eleger essa gratidão
no primeiro dia do novo ano gregoriano.

(Nonato Albuquerque – 1.1.2016)