Fevereiro 2014 - MOUSE OU MENOS 
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Fevereiro 2014

Como explicar o sucesso do Telegram. Ele vai pegar?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, INFORMÁTICA

26 de Fevereiro de 2014

Da noite para o dia surge um novo concorrente para o Whatsapp. O aplicativo, até pouco tempo desconhecido, conquista cada vez mais brasileiros
_
Este é um artigo escrito por Emilio Moreno
_
Não Mark, não será desta vez que você vai ficar sabendo tudo que eu faço e com quem converso. Pelo menos ainda não.
O sucesso aparente e repentino, nos últimos dias, do Telegram, serviço de mensagem instantânea (= ao Whastapp), mostra que não se pode ter tudo. Após a compra do serviço pelo Facebook, muita gente ficou com o pé atrás com a possibilidade ampliar a concentração de informações em mais uma gigante da internet. Já basta o Google, não é mesmo?
Depois de migrar para o Telegram alguns amigos perguntaram o que havia de bom nele. Não é igual ao Whastapp?! Ai é que está! Ele é uma cópia fiel do serviço de mensagens comprado por Mark Zukerberg. Principalmente na interface. Mas existem diferenças entre os dois aplicativos.
A primeira é que no Telegram o Facebook não vai poder descobrir o que você está conversando, compartilhando e fazendo. Na aparência ele é um pouco mais elegante que o Whatsapp. Os fundos de tela, as fontes e os estilos de alertas são bonitos e agradam à primeira vista. Pode parecer que esses detalhes são menos importantes, mas se você é um usuário frequente desse tipo de aplicativo, isso conta.
Em segundo lugar, os criadores do Telegram afirmam que se trata de um projeto não comercial. Não se sabe se conseguirá seguir com esse plano, mas até segunda ordem, ele não visa ao lucro.
“O Telegram não quer fazer lucro, nunca vai vender anúncios ou aceitar investimento externo. Não pode ser vendido. Não estamos construindo nenhuma base de usuários, estamos construindo um mensageiro para as pessoas”.
A terceira razão para considerá-lo um aplicativo interessante é que além de rodar nas versões Android e iOS (Windows Phone ainda não ☹), também pode ser acionado por um webapp (não oficial), levando ao seu computador as conversas que tiveram início no celular.
A opção de autodestruição das mensagens faz você se sentir em uma missão secreta no melhor estilo Missão Impossível. É uma funcionalidade para determinadas conversas em que você não quer deixar rastro. Aquele arquivo íntimo, a senha do e-mail da firma, entre outros.
Gosta de grupos? Então vai gostar ainda mais do Telegram. Ele permite a criação de salas de bate-papo com até 200 pessoas. Já pensou? No concorrente Whatsapp as salas são limitadas em “apenas” 50 pessoas. Além disso ele é grátis, enquanto o Whasapp custa US$ 0,99 (ao ano).
O Telegram é mais seguro que os demais concorrentes e tem como missão garantir a privacidade na Internet, principalmente nesse período em que os Estados Unidos investigam até chefes de Estado. É bom lembrar que privacidade e Internet não caminham juntos. A todo momento fornecemos informações e deixamos rastros do que fazemos. O que é feito com boa parte dessas informações é um enorme mistério. A gente já sabe que o Facebook e Google criam estratégias publicitárias a partir do que a gente faz. Mas, e os demais serviços?
Vale apostar no Telegram?
Diferente dos seus concorrentes Line e Viber o Telegram acerta exatamente ao oferecer apenas mensagens de textos e compartilhamento de arquivos. Em se tratando de qualidade de banda de Internet no Brasil, os serviços de voz por IP não são garantia de que a conversa chegará ao fim.
Além do mais, o que esses usuários esperam é exatamente isso. Continuar no trabalho, na aula, na academia, na reunião de condomínio e ao mesmo tempo teclar e compartilhar o que circula na rede (links, fotos vídeos e texto). Esse comportamento pode explicar um pouco a fama que o app conquistou no Brasil em tão pouco tempo.
Se apresentar como resistência aos modelos comerciais existentes pode ser um ponto positivo. É simpático em se tratando de Internet. Mas, esse modelo suporta um crescimento tão rápido?
Por outro lado o mensageiro ainda não é tão popular (há poucos contatos), mesmo com chegada de 5 milhões de pessoas de uma só vez (o Whastapp tem 300 milhões de usuários). Para os brasileiros um obstáculo pode ser a falta de uma versão disponível em português. Nada que dificulte em excesso a utilização. Ainda não existe uma versão para Windows Phone, segundo sistema operacional mais utilizado no País. Aproveite que o Telegram permite o envio de mensagens grátis para os seus contatos.
Até a próxima!
Emílio Moreno

leia tudo sobre

Publicidade

A praia das 4.400 cruzes

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

24 de Fevereiro de 2014

ato-público-5

Cruzes estendidas na areia da praia. Não era apenas sinal de fé, de grupos religiosos que, habitualmente, alugam o espaço para seus encontros. Era a Polícia dando um recado.

4.400 cruzes representavam os mortos da violência dessa cidade no ano passado. Números que chocam. Envergonham. Mais ainda quando se sabe que apenas cinco por cento deles são apurados e chega-se aos autores.

O ato de protesto dos policiais civis e federais, ontem no aterro da Praia de Iracema, parece um grito silencioso ricocheteando nos ouvidos das autoridades maiores que não dão aos casos a atenção que merecem. 

Depois dos ‘outdoors’ questionando os números de janeiro que o Sindipol diz que a Secretaria maquiou, a Polícia que desejamos mostra que veio para ficar com a campanha ‘Polícia Legal’. Um movimento que precisa ser levado adiante e aplaudido por todos aqueles fortalezenses de respeito, que desejam uma cidade mais tranquila. Mais ordeira. Menos violenta. Mais humana.

leia tudo sobre

Publicidade

Já somos metade-humana, metade máquina

Por Nonato Albuquerque em CIBERNÉTICA, COMPORTAMENTO, curiosidade

23 de Fevereiro de 2014

jason

Um artigo assinado por Gabriela Gonzales, no blog ALT 1040, revela como num tempo relativamente curto nos tornamos a geração mais dependente das máquinas e muito menos de nossos  próprios sentidos e instintos. Na avaliação geral de nossa dependência tecnológica, podemos afirmar que somos uma sociedade metade-humana, metade máquina.

Há pouco tempo era possível se guardar de memória os números dos telefones dos nossos amigos e familiares; hoje, deletamos toda essa memória, porque transferimos para os celulares essa função.

Quando uma pessoa se mudava para uma nova cidade, rapidamente sabia trafegar por ela porque induzíamos a nossa memória a esse aprendizado. Hoje, o Google Maps nos facilita e, pouco a pouco, vamos estreitando os espaços de nossa memorização.

“Nós nos adaptamos tanto as comodidades e serviços que nos fornecem a tecnologia que, basicamente, aprendemos apenas a nos defender”, narra Gabriela em seu artigo “Mitad humano, mitad máquina: ¿qué tan inútiles somos sin nuestros gadgets?”.

E ela relaciona alguns sinais claros do quanto dependemos da tecnologia.

Pessoas estão sendo jogadas no mar com seu veículo, pois o GPS disse-lhe para continuar por 500 metros.

Ninguém se lembra de um número de telefone.

Se você esquecer seu smartphone dá-lhe um ataque de ansiedade que pode levar ao pânico.

Se o sinal de Internet cai, o trabalho está acabado.

Quando você se move ppor uma nova cidade, leva seis meses de  moradia mas não se lembra da direção, porque só utiliza o Google Maps.

“Os computadores se tornaram uma espécie de expansão da memória de nosso cérebro […]; mente alternativa, que só não estará disponível se não houver uma tomada e uma conexão WiFi”.

leia tudo sobre

Publicidade

O patrimônio transportado pelos ônibus

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

20 de Fevereiro de 2014

Qual é o preço de uma vida? Se você também acha que não tem preço, então reflita comigo. Refiro-me a essa loucura dos ônibus incendiados.

O prejuízo causado aos empresários chega a casa de um milhão, segundo dados do Sindônibus. Tudo bem. Claro que todos nós concordamos que a Polícia deva dar proteção para que a frota continue circulando com segurança a fim de preservá-los.

Mas será que você atentou para o detalhe de como rapidamente tomaram providências? Em menos de 72 horas tomou-se uma atitude para evitar que os prejuízos continuassem a ter prejuízos. Claro, que no bojo dessas iniciativas está a proteção à vida humana. Mas há quanto tempo essas vidas comuns andam sacrificadas, à mercê dos bandidos que invadem os coletivos e levam o patrimônio mais significativos dos passageiros?

Quantos  motoristas morreram e trocadores viveram o terror de trabalhar e ver uma arma apontada para suas cabeças, a fim de entregar a renda? Muitos.

Se o custo de um ônibus está aí por volta de 160 mil reais, achamos conveniente que esse patrimônio móvel seja protegido da insanidade dos bandidos. Mas como gostaríamos de ver a mesma pressa nas medidas que levem em conta o bem mais valioso que é o bem da vida. Esse sim, o patrimônio mais valioso e irrecuperável que os ônibus transportam e que, nem sempre, é relacionado na mesma escala de importância.

leia tudo sobre

Publicidade

Terrorismo nos ônibus: Polícia nas ruas, vigilância nos presídios

Por Nonato Albuquerque em ATUALIDADE

19 de Fevereiro de 2014

Foi uma noite mais ou menos tranquila. Falo em relação aos atos de terror provocados pelos incendiários de ônibus, que chegaram a queimar seis veículos e atacar outros dois. A prisão de alguns deles pela Polícia já é um bom sinal para que se ponha termo nessa onda desalmada que levou muitos passageiros a pernoitarem nos terminais, perderem uma noite de sono e chegar ao trabalho contando o horror que enfrentaram. A Secretaria de Segurança antecipou um plano de ação que vinha estudando para lançá-lo por ocasião da Copa, mas que em virtude da situação resolveu colocar uma parte dele em prática. O resultado foi imediato. Passageiros mais tranquilos e a sensação de insegurança afastada, pelo menos para quem se transporta pelos coletivos. Valeu a presença de policiais à paisana acompanhando os corujões. Essa pode ser uma forma de desestímulo à prática iniciada no sudeste e que marginais tentaram implantar em Fortaleza e na região metropolitana. Não se pode contemporizar com vândalos. Principalmente quando se sabe que a orientação desses incêndios partiram do interior dos presídios, onde uma política de controle também deve ser imposta urgentemente.

leia tudo sobre

Publicidade

Crônica para mães ainda que não seja seu dia

Por Nonato Albuquerque em Crônica

18 de Fevereiro de 2014

Com ajuda das frases relembradas por Lucas Pamplona

Com ajuda das frases relembradas por Lucas Pamplona

Mãe é um negócio interessante: quando filha, ela nem se tocava com o papel incrível que um dia vai exercer. Quando cresce e vira mãe, aí a coisa pega. Quando pequeno, todo filho faz até desfeita quando lá vem a mãe com os pitos que se tornariam antológicos.

– Engole esse choro agora! – quando a gente mostrava birra por não conseguir aquilo que se queria.

– Juízo, hein? – Quando se ganhava dela a chance de sair com a turma.

– Vou contar até dez… – quando mandava ajeitar a cama e a gente teimava em dizer: vou já. E nunca ia.

E quando a gente ficava com a luz acesa até mais tarde no quarto. Do outro cômodo, já deitada, ela gritava:

– Você acha que eu sou sócia da Light?

Mãe era uma antena. Se, por acaso, os filhos tentava dobrá-la, dizendo que todo mundo vestia-se assim, fazia assim. Ela, na dela:

– Mas você não é todo mundo…

E quando permitia a filha, ainda de menor, sair para uma festinha, lá vinha o aviso:

– Quando chegar me liga e não aceite bebida de ninguém.

Mãe era que nem uma meteorologista. Acertava mais que a Funceme:

– Leve o guarda-chuva porque vai chover.

E chovia!…

E quando a gente queria ganhar alguma coisa e que argumentava ter feito o dever de casa, etc e tal, ela sempre relembrava:

– Não fez mais do que a sua obrigação.

Ah, toda mãe é igual. A sua, a minha. Juro que todas devem ter feito esse curso para ter sempre essas respostas na ponta da língua.

– Tá pensando que está falando com quem? Eu não sou seus amiguinhos não, viu?

Verdade, mãe. A senhora é a senhora mesmo e a gente não pode lhe comparar com nenhum dos nossos amiguinhos. A senhora só se compara com outras mães.

leia tudo sobre

Publicidade

A engorda dos números da tragédia

Por Nonato Albuquerque em ATUALIDADE, JUSTIÇA, SEGURANÇA

14 de Fevereiro de 2014

numbers-shutterstock-300x300A segurança pública anda insegura. Até suas estatísticas andam sob suspeita. Dizem que os homicídios aumentaram e que os roubos diminuíram. Será verdade? Os policiais sindicalistas dizem que é armação. Que os números são maquiados.

Na verdade, os ladrões não deixaram de agir mais; isso é fato verificável. Acontece que as vítimas de furtos é que não confiam mais nos BOs que se tornaram obsoletos, a maioria deles é engavetada ou acaba mofando por falta até de pessoal para cumprir a necessária investigação.

A situação é tão grave, que a cidade amanheceu hoje com ‘outdoors’ do Sindpol, o sindicato dos policiais civis, mostrando que a situação está barra pesada. Diz: cuidado! Uma pessoa é morta a cada duas horas no Ceará.

Para completar, vem essa outra denúncia do Conselho Nacional de Justiça de que 1.109 presos sumiram dos presídios cearenses, no que se constitui algo surpreendente. Quem eram eles? Como fugiram? Houve falhas do sistema? Alguém facilitou a fuga?

Se a Polícia não tem controle dos números da violência, agora se sabe é que a Justiça não tem a menor ideia dos detentos que ela manda para trás das grades.

Como combater a violência se há tantas falhas no próprio sistema? Um professor de direito, Jorge Hélio, indagado por nós na ráio Tribuna Band News, sobre o que fazer para diminuir a violência, foi claro: basta o governo tratar a segurança pública com a mesma prioridade de obras como a Arena Castelão, o VLT, o Aquário. É que, a exemplo, do que acontece com a Saúde e Educação, a elite não precisa disso – rico não bota filho pra estudar em colégio público, nem vai a posto de saúde em busca de socorro. Por isso, o descaso serve para engordar ainda mais os números dessa tragédia.

leia tudo sobre

Publicidade

Cobrança do IPTU até para quem é isento

Por Nonato Albuquerque em LEIS

13 de Fevereiro de 2014

A polêmica do IPTU em Fortaleza não dá trégua. Do plenário da Câmara Municipal, casa que representa os direitos do cidadão comum, ao sofisticado ambiente que reúne a elite empresarial na FIEC, todo mundo anda chiando. Reclama-se do aumento considerado abusivo na alíquota do imposto de 2014, fazendo com que alguns imóveis tenham sido reajustados em até 200 por cento. Pois agora, toma-se conhecimento de um dado novo em toda essa discussão: a Prefeitura está cobrando o Imposto Predial até de quem tem uma casa com valor venal bem abaixo dos R$ 52 mil reais.

IPTU1A

Alguns proprietários de imóveis estão recebendo o boleto e, por desinformação, estão efetuando o pagamento quando, na verdade, eles poderiam reivindicar o direito a isenção.  Interpelado porquê não aproveitou a oportunidade, o proprietário diz temer que, futuramente, ocorra algum problema envolvendo o seu bem – no que não pode ser levado em conta, já que o valor do seu imóvel está aquém do que é exigido ao contribuinte.

leia tudo sobre

Publicidade

Alternativas para se conter a violência

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

10 de Fevereiro de 2014

A questão da segurança pública deve estar dando uma dor de cabeça danada ao pessoal encarregado na área governamental. Nesse fim de semana, Fortaleza registrou 20 mortes violentas. Como chegar a deter essa onda de homicídios? Uma entrevista do mentor de política nessa área no vizinho estado de Pernambuco, ao jornal O Povo, aponta alternativas que estão surtindo efeito naquele estado.

José Luiz Ratton encontrou Pernambuco imerso no medo em 2007. Aplicou um projeto de revitalização do setor, o “Pacto pela vida” e conseguiu reduzir em 39 por cento as mortes violentas nos últimos sete anos. Um ponto fundamental para se atingir essa meta, citado por ele, “é que as polícias devem ser os agentes públicos de pacificação social”. Elas devem atuar tanto na coerção quanto na prevenção.

Ele considera que a área de segurança é a que menos avançou depois da Constituição, o que é verdade. Falta modernização da Polícia. Mas ele faz ressalvas: melhorar a estrutura por si só, como fez o Estado do Ceará, não garante redução da violência. Os gastos devem levar em conta inteligência policial, produção de informação de qualidade e capacidade de gestão. A Polícia deve atuar desde a mediação de conflitos nas comunidades ao oferecimento de opotunidades para os setores mais vulneráveis. Essa tese vem de encontro ao conceito de polícia-cidadã, que tanto se bate para alcançar esse objetivo.

leia tudo sobre

Publicidade

Crise de energia pode afetar Fortaleza na Copa

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

06 de Fevereiro de 2014

o

Na edição de amanhã do nosso programa “Primeira Edição”, na Tribuna Band News – FM 101,7 – mais uma reportagem exclusiva aponta para o risco de apagão durante a Copa do Mundo em Fortaleza, caso haja recorde de consumo de energia.
Um especialista assegura que pode até mesmo correr corte seletivo na demanda de energia de cidades da região metropolitana a fim de compensar o excesso de carga em nossa capital. 
 
JORNALISMO SÉRIO
A importância do jornalismo da Tribuna Band News, FM 101,7, se reflete mais uma vez nas manchetes dos jornais. Ontem, o senador Eunício Oliveira (PMDB CE) explicou em nosso programa “Primeira Edição” , porquê havia recusado “o honroso convite” da presidente Dilma Rousseff para assumir o Ministério da Integração Nacional. Os jornais da quarta feira, dia 5, não deixavam claro essa recusa, pelo contrário. Chegavam a dizer que o senador desconhecia o convite presidencial. 
 
A produção da Tribuna Band News entrou em campo. Convidou o senador a conversar no programa, que comamdamos em parceria com Ariane Cajazeiras, e tudo foi esclarecido. Rendeu manchetes em jornais como O Povo, citando a fonte da entrevista, fato nem sempre levado em conta por alguns órgãos quando compartilham informação de outros meios. 
Para sintonizar a emissora, clique AQUI.
Publicidade

Crise de energia pode afetar Fortaleza na Copa

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

06 de Fevereiro de 2014

o

Na edição de amanhã do nosso programa “Primeira Edição”, na Tribuna Band News – FM 101,7 – mais uma reportagem exclusiva aponta para o risco de apagão durante a Copa do Mundo em Fortaleza, caso haja recorde de consumo de energia.
Um especialista assegura que pode até mesmo correr corte seletivo na demanda de energia de cidades da região metropolitana a fim de compensar o excesso de carga em nossa capital. 
 
JORNALISMO SÉRIO
A importância do jornalismo da Tribuna Band News, FM 101,7, se reflete mais uma vez nas manchetes dos jornais. Ontem, o senador Eunício Oliveira (PMDB CE) explicou em nosso programa “Primeira Edição” , porquê havia recusado “o honroso convite” da presidente Dilma Rousseff para assumir o Ministério da Integração Nacional. Os jornais da quarta feira, dia 5, não deixavam claro essa recusa, pelo contrário. Chegavam a dizer que o senador desconhecia o convite presidencial. 
 
A produção da Tribuna Band News entrou em campo. Convidou o senador a conversar no programa, que comamdamos em parceria com Ariane Cajazeiras, e tudo foi esclarecido. Rendeu manchetes em jornais como O Povo, citando a fonte da entrevista, fato nem sempre levado em conta por alguns órgãos quando compartilham informação de outros meios. 
Para sintonizar a emissora, clique AQUI.