dezembro 2013 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

dezembro 2013

Rua do Tempo, número 2014

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

31 de dezembro de 2013

2014Tem um novo edifício sendo preparado para nele habitar o homem. Um projeto que vai levar pouco tempo para ser concretizado. O alicerce já foi plantado. Um número incontável de pessoas vontadosas trabalha para elevar essa construção. Esse prédio terá 12 andares, que se distribuem ao longo de 29, 30 e 31 pavimentos. Esse novo edifício fica na rua do tempo, número 2014 da era em que vivemos. Nele, estão cimentadas as bases das novas ideias a serem constituídas por cada um de nós na rota da existência. Que de paz e harmonia sejam os pilares.

Essa edifício do qual falamos de forma alegórica é o novo ano que está chegando. Nele, a exemplo de toda construção, todos se nivelam. Todos se igualam. Sejam arquitetos, engenheiros, mestres de obras e operários, todos somos construtores. Porque, afinal, cada um participa da elevação desse prédio, unidos num esforços para que, nele, se habilite a cortesia de todas as virtudes e a segurança de nenhum vício.

Que 2014 seja a morada de todos os que tenham algum propósito bom de melhorar a Vida no Planeta. Sem os vícios do passado,.mas com a importância que tem o futuro. Afinal, todos queremos morar onde haja harmonia; onde os frutos do bem sejam cultivados pelo gesto amoroso de cada morador. Onde não sejamos os destruidores, mas os construtores desse destino que, a cada fim de ano, o Tempo nos permite renovar.

Esses são os votos de todos nós que, ao longo do ano velho, passamos o tempo mostrando o lado cruel dos que desconstroem a si mesmos, muito embora fazendo um esforço para apontar sinais de reconstrução, desde que se deseje realmente mudar o foco para o Bem.

Feliz ano novo, sem os velhos vícios do edifício velho, que a gente abandona. Que seja de mais amor a nossa nova morada do tempo.

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Feliz ano novo, só se mudarmos

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

30 de dezembro de 2013

Fim de ano é tempo de balanço. De repassar o que se fez e o que se deixou de fazer. A maioria das pessoas costuma sempre fazer planos – afinal, o futuro é o que interessa – mas a maioria esquece tão logo muda a folhinha.Quando se aproxima um ano novo, haja nova lista de promessas.

Seria conveniente que, todos, fizéssemos uma avaliação do que foi cumprido em relação ao prometido para o ano que vai terminando. Qualquer que seja o resultado, rapidamente se chega a conclusão de que foi um ano positivo. Ainda que tenhamos enfrentado dificuldades, eu, você e todo mundo pode se dar por satisfeito por termos chegado até aqui.

Ah! Nonato, mas foi um ano tão cheio de provações em termos de segurança, dirão alguns. Sim, mas tudo serviu para testar a nossa competência. Para avaliar até que ponto conseguimos superar as adversidades. Agora é torcer por dias melhores. Mas eles não vão acontecer, por causa do branco que a gente vestir no reveillon, do dourado por conta de nossa ganância. Tudo só vai melhorar, se melhorarmos. Se agirmos em função do bem. Porque se não for assim, não vai adiantar você saltar sete ondas, comer todos os caroços de romã ou atender a essas simpatias tradicionais para alcançar sucesso.

Melhor é dizer que o ano vai ser bom, se eu for melhor do que fui. Se eu procurar ver no próximo alguém comprometido comigo a mudar o mundo, fazendo da Vida algo melhor para todos. E assim teremos um feliz ano novo, que é o que desejamos a todos.

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FERIADO TRANQUILO NAS ESTRADAS

Por Nonato Albuquerque em Trânsito

26 de dezembro de 2013

A volta do feriado foi tranquila. Pelo menos é o que se depreende dos registros das Polícias Rodoviárias. Aliás, o balanço do Natal este ano marcou uma redução de pelo menos 25 por cento no número de acidentes, comparados aos do ano passado.

Foram 15 ocorrências com apenas uma vítima fatal nas rodovias federais, enquanto nas estaduais, a Polícia contabilizou também uma morte e seis acidentes.

Se a gente fizer um comparativo com 2012, vamos verificar que, até no número de pessoas feridas, houve redução em torno de 55 por cento, o que demonstra a objetividade e a importância do pessoal que prestou serviço ao longo das estradas com a Operação Rodovida – que continua no feriado de ano novo e tem uma segunda fase que vai até o carnaval.

Pelo que se viu são números mais ou menos esperados, ao contrário dos prognósticos anteriores que as autoridades faziam, revelando a prevalência do bom senso da parte da maioria dos guiadores. Eles passaram a obedecer as normas de segurança e, principalmente, evitando a mistura bombástica do consumo de bebida alcoólica com a ideia de dirigir um veículos.

Pontos para o brasileiro que, finalmente, começa a dar demonstração de maturidade. Vamos torcer para que, no ano novo, isso melhore ainda mais.

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Papai Noel de saco cheio

Por Nonato Albuquerque em NATAL

21 de dezembro de 2013

papai-noel-768Cansei
De distribuir sonhos e fantasias,
Quimeras de Natal,
Para crianças sem natais.

Papai
Noel de tantos dezembros, fui
E de janeiro a janeiro
Me inquietava não sê-lo.

Como
Encarar esse bocado de gente
Sem pai, sem mãe.
Arrimos de tudo que são?

Melhor
É parar por aqui, aposentar
A veste vermelha
Pois já estou de saco… cheio”

 

Nonato Albuquerqueregistered

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A Segurança acende uma luz

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, Sem categoria

18 de dezembro de 2013

Uma luz no fim do túnel. É o que se pode depreender das novas medidas anunciadas pelo Secretário de Segurança do Ceará, Servilho Paiva, em meio as estatísticas sombrias da Segurança Pública. Se tudo der certo, talvez cheguemos a reduzir os índices de violência.

O que muda: serão criadas áreas integradas de segurança. Serão 18, seis delas em Fortaleza. Cada uma vai contar com equipe responsável para cumprir metas estipuladas de combate aos crimes violentos, como homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e latrocínio.

Só a percepção de responsabilidade dessas áreas, já revela uma maior transparência, para que saibamos quem responde o quê, por quem, que pontos estão fragilizados e quais aqueles que, realmente, merecem reconhecimento. Evidente que as Polícias Civil e Militar vão ser mais cobradas; mas as que alcançarem as metas implementadas serão incentivadas com premiação.

No papel, o projeto abre uma boa perspectiva; é preciso, porém, que ele se estabeleça na prática.

Uma polícia que busque cada vez mais a qualidade do agir e que o faça dentro das prerrogativas da Lei. Certamente, advirão os frutos que tanto se desejas: de uma cidade menos violenta, onde se possa dizer que há esperança nessa luz acesa pela Segurança Estadual. Afinal, já estávamos com a vela na mão.

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A lição de mr. Bratton em sua passagem pelo Ceará

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

16 de dezembro de 2013

Ouvi no Manhattan Connection, jornalistas discutirem que se algum político quiseOB-WB154_winter_D_20130118182405r ganhar eleição, deve se preocupar com a questão da segurança. E citaram o caso de Nova York, cujo prefeito atual foi chamar o xerife William Bratton de volta para que ele aplique sua política de “tolerância zero” na cidade. O Brasil anda precisando de uma política que ponha freio na violência.

Em 1994, eu estava em Nova York, quando mr.  Bratton assumiu o comando da Polícia. Prometeu vencer a guerra contra a bandidagem – matava-se mais de 2 mil pessoas por ano – e conseguiu.  Oito anos depois repetiria o fato em Los Angeles e encolheria as estatísticas criminais.

Aposentado no serviço público deu consultoria no Brasil, inclusive aqui no Ceará, ao tempo em que Tasso Jereissati era o governador. Entretanto, os aconselhamentos do ‘xerife tolerância zero’, ao que parece, não foram levados a sério com a mudança de governantes.

O especialista chegou a relacionar a falta de coordenação e colaboração entre os vários componentes policiais cearenses, “devido a estrutura organizacional” e ao fato de termos duas policias.

“[…] Se pegarmos apenas a Polícia Militar, por exemplo, os praças formam um grupo separado dos oficiais, são classes bastante separadas. É potencialmente problemático porque você tem diferentes classes no serviço. E a Polícia Civil, os seus delegados, são outra classe, são advogados, que não trabalharam no patrulhamento ostensivo antes de virar policiais civis. E há os promotores, que são completamente separados disso”, explicou o xerife referindo-se ao caso do Ceará.

A impressão que se tem no Ceará é de que não há projetos a sererem implementados, restringindo-se a cúpula a mudar os indicados, sempre entre aqueles que estão aí há mais de 20 anos. As questões de segurança mudaram de lá para cá e afora a implementação de recursos humanos e de equipamentos, a resolução dos problemas não acertou ainda o seu alvo.

O mais importante especialista em segurança do mundo, considera que nós brasileiros temos hoje uma oportunidade crucial para investir na infra-estrutura de segurança pública. “Há uma grande oportunidade, com grande potencial de sucesso. Se vocês tiverem líderes dispostos a investir em segurança e a experimentar, vocês podem ter sucesso. Esta é a hora de o Brasil investir em segurança. Essa é a oportunidade, com a Olimpíada e a Copa do Mundo se aproximando, de mostrar o Brasil para o mundo”, disse ele.

Ano que vem teremos eleições. O item segurança, provavelmente, será a tônica das campanhas. Desde o primeiro mandato de Cid Gomes, tem sido assim. No entanto, a prática tem mostrado que estamos longe de aprender a lição de Mr. Bratton.

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Papai Noel tem o meu DNA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

16 de dezembro de 2013


Na noite de Natal, quando ainda éramos pequenos era costume, inventarmos dormir mais cedo só para aguardar a visita do bom velhinho ao nosso quarto. Eu e minhas irmãs, tecíamos sonhos enovelados nos fios de esperança de que nossos pedidos daquele ano seriam evidentemente aceitos.

Na noite natalina, parecíamos vislumbrar etéreos brilhos circunavegando no ambiente de nossos quartos; um suave frescor de primavera harmonizava o ambiente. Um doce perfume com essências silvestres inundava todo o espaço. E a gente sonhava com brinquedos que satisfizessem
nossos desejos, em atenção às cartas mal redigidas que fazíamos sem nos preocupar com a portuguêsa-máter.

Eu, particularmente, tinha a impressão de ouvir vozes sussurando conversas por trás da cortina de escuridão que deixávamos inundar todo o território do quarto. Como seria a chegada de Papai Noel, pois segundo a crença, ele teria que apertar toda aquela banha pela chaminé – e nós não tínhamos esses requisitos em nossa casa…

Adormecemos. Lá pelas tantas – que poderia já ser madrugada, eis que alguém adentra na penumbra do nosso dormitório e, acordado, resolvo quebrar o ritual do desejado invasor para desfrutar de uma vez por toda de sua identidade. Tiro o lençol que me encobria. Salto da rede num rápido pulo e. antes que eu alcance a tomada para iluminar o ambiente, Papai Noel foge, batendo a porta atrás de si.

Pouca sorte. Se aos 10 anos eu quase consegui desmascarar essa figura pachola, fiquei então com uma certa desconfiança. O presente que ele deixou no meu sapatinho era uma camisa, desejo nenhum esperado por mim que pedira uma bicicleta. Meio decepcionado, comecei a vislumbrar uma realidade atroz.

A de que papai era o Noel de minha vida. O tempo todo eu pedia bicicleta e ouvia ele dizer que melhor, uma camisa. Eu receberia de bom grado, desde que viesse casado com o presente que eu tanto pedira. Meu pai, no entanto, insistia em que eu devia pedir na cartinha uma camisa ao invés de sonhar com bicicleta.

Naquela noite mágica de Natal, eu pude perceber, finalmente, que tudo tinha a ver com alguém que eu amo tanto e que calei todos esses anos para que não se tire dos pequenos, a doce ventura de sermos iludidos por papai noéis que, agora percebo, têm o nosso mesmo DNA.

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A Polícia acordou em relação a assaltos a bancos?

Por Nonato Albuquerque em SEGURANÇA

13 de dezembro de 2013

A Polícia acordou. Esse foi o comentário que se ouviu, hoje de manhã, de um cidadão na Praça do Ferreira. Fazia referência à prisão e à morte de assaltantes de banco no interior cearense.

Em conversa que tive com o major Marcos Nascimento, do comando Militar de Crateús, ele deixou bem evidente a certeza de que o aparelho policial nunca esteve alheio a esse empenho de fazer frente a esse tipo de crime. Tanto que agiu de forma enérgica, matando cinco suspeitos, segundo ele, porque o bando reagira à voz de prisão.

Antes de ontem, eu comentava no Barra Pesada, que a criminalidade no Ceará passará dos limites – se é que tem limites para isso. E era preciso uma reação que pudesse frear de vez qualquer estímulo a ação por parte de indivíduos mal intencionados. A resposta veio imediatamente ao ataque a uma agência bancária em Ararendá.

É impossível não reconhecer o trabalho policial, mesmo considerando que a Polícia não trabalha interessada em matar, mas em prender marginais e levá-los à barra da Justiça. Se eles, porém, respondem com fogo à ordem dos PMs, seria ilógico que os soldados não usassem do mecanismo da força para conter o ímpeto criminoso.

Por isso, o comentário do cidadão de que “a Polícia acordou” depois de 83 ações contra bancos, nada mais é que uma simbólica maneira de dizer que, agora, a PM não vai mais tolerar que marginais daqui ou de outros Estados, continuem desrespeitando a lei e implantem o terror entre uma população que já vive sofrida pelos rigores da seca e que, de maneira alguma, deseja o agravamento de seus problemas.

A Polícia acordou, sim.

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Natal do menino renascido

Por Nonato Albuquerque em Crônica

12 de dezembro de 2013

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Jesus, amigo:
 
“As cidades em rumorosa festa celebram o teu Natal. Em meio ao ruído das ruas e ao brilho manifesto das decorações natalinas, registradoras multiplicam os lucros de seus donos. Vendedores aflitos se desdobram para atender ao público. Crianças rezam pela conveniência de um brinquedo. Adultos alimentam a esperança de uma lembrança qualquer. Nem que parta de um desconhecido amigo.
 
Nas ruas e avenidas do mundo, um rio de gente navega outra vez o barco da esperança. Todos direcionam seu leme para o mar de ofertas que se alojam pelas vitrines. Tudo é brilho! Tudo é luz! Tudo é festa. E no coração dessa celebração, no entanto, abandonamos-te, de forma incompreensível e sem a menor elegância.
 
Em nenhuma das peças onde teu Natal se manifesta, se ouve teu nome. Nenhuma das vozes na tevê ou no rádio revela o menor sinal de tua presença. Mesmo onde tudo lembra teu aniversário, a figura de um outro homenageado tomou a frente das homenagens. E, em meio a ela, o sonho das crianças se generaliza.
 
Mesmo com o aniversariante deslocado desse tempo, o rio de pessoas circunavega as vitrines; dá voltas em quarteirões repletos; serpenteia avenidas decoradas, como se achasse tudo isso o oceano da mais completa tranquilidade. Só o saber ser teu coração tão generoso, para compreender esse inusitado esquecimento.
 
É que, tu Jesus, te contentas simplesmente em figurar na invisibilidade de um segundo plano, deixando que a generosa força do Amor magnifique e prevaleça em tudo o seu selo. E imponha, em todas as almas ensimesmadas de Luz, a marca de teus gestos mais virtuosos. Por isso, ser o Natal a época de pessoas tão amáveis, como se o espírito da festa incorporasse ao cotidiano de todas elas.
 
Permita amigo, que os corações devotados ao Bem se transformem em manjedouras de Luz para receber a tua irradiada presença. E que eles recolham com a prática do Amor, a tua ascensional virtude. Permita mestre, que esses corações renovados pela Fé acolham a divina Esperança que és, buscando na escola terrena materializar-se como exemplo… uma vez seguinte.”

Texto de Nonato Albuquerque®

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Por um Natal diferente

Por Nonato Albuquerque em NATAL

12 de dezembro de 2013

A humanidade vivencia a época do Natal.

Ruas e avenidas exibem os artifícios luminosos. Residências decoradas ambientam um clima de harmonia. Gente apressada em busca de consumo. Reuniões festivas elegem amigos secretos. Mensagens comerciais ampliam o lucro das lojas com o décimo terceiro.

Em meioa  tudo isso, pouca gente se dá conta de que o celebrado aniversariante só exige de cada um, o abandono a essa vida marcada pelo materialismo aviltante e pelo estímulo aos sentimentos mais negativos.

É tempo de festa, mas a face marcante da violência ainda assume o controle de nossas ações impensadas.

Como se mata, como se morre gratuitamente!@

Até quando o bicho-homem vai deixar de lado a mensagem do menino, nascido numa manjedoura, destoar-se de sua vida? Mensagem que é de transformação interior. De valorizar o bem. De esquecer as intrigas, os vexames, as discórdias, o ódio que alimenta mentes e corações doentios, a fim de que não só no Natal, mas em todos os dias do ano tenhamos uma vida tranquila?

Que possamos pensar nisso e, mais do que pensar, colocar em prática a lição de amor que ele nos deixou.

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Por um Natal diferente

Por Nonato Albuquerque em NATAL

12 de dezembro de 2013

A humanidade vivencia a época do Natal.

Ruas e avenidas exibem os artifícios luminosos. Residências decoradas ambientam um clima de harmonia. Gente apressada em busca de consumo. Reuniões festivas elegem amigos secretos. Mensagens comerciais ampliam o lucro das lojas com o décimo terceiro.

Em meioa  tudo isso, pouca gente se dá conta de que o celebrado aniversariante só exige de cada um, o abandono a essa vida marcada pelo materialismo aviltante e pelo estímulo aos sentimentos mais negativos.

É tempo de festa, mas a face marcante da violência ainda assume o controle de nossas ações impensadas.

Como se mata, como se morre gratuitamente!@

Até quando o bicho-homem vai deixar de lado a mensagem do menino, nascido numa manjedoura, destoar-se de sua vida? Mensagem que é de transformação interior. De valorizar o bem. De esquecer as intrigas, os vexames, as discórdias, o ódio que alimenta mentes e corações doentios, a fim de que não só no Natal, mas em todos os dias do ano tenhamos uma vida tranquila?

Que possamos pensar nisso e, mais do que pensar, colocar em prática a lição de amor que ele nos deixou.