agosto 2013 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

agosto 2013

Próximo filme de Halder será comédia de artes marciais

Por Nonato Albuquerque em CINEMA

31 de agosto de 2013

Entrevistei hoje na Tribuna Band News, FM 101,7 o diretor Halder Gome, do ‘Cine Hulliúdy’. O filme fez estreia ontem em várias cidades do Nordeste e do Norte (Rondônia) e já começou com salas cheias. Halder falou também de seu novo projeto, uma comédia ligada às artes marciais, como o Edmilson Filho e que tem título provisório de “O kickboxer do sertão”, que ele pretende concluir até o segundo de 2014.

“Ano de Copa do Mundo e de eleições, muitos artistas estarão ocupados em atender a trabalhos de campanha, então vou fazer tudo para começar no fim do segundo semestre”, contou Halder, que não para de colecionar elogios acerca do sucesso de ‘Cine Hulliúdy’. Teve citações de Cacá Diegues, Fernando Meireles – na Câmara dos Deputados, na quinta feira, houve homenagem ao sucesso da comédia cearense que já é disparadamente a melhor do ano.

O site AdoroCinema faz enquete para saber dos internautas qual a melhor comédia do Cinema Brasileiro de 2013. Adivinhem quem anda disparado no topo?

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Idoso está preso há mais de 50 anos

Por Nonato Albuquerque em DENÚNCIA

30 de agosto de 2013

Está no site do Consultor Jurídico:

Apesar de ter recebido alvará de soltura em 1989, um homem de quase 80 anos permanece preso desde a década de 1960 no Instituto Psiquiátrico Governador Stenio Gomes, no Ceará. A situação dele foi descoberta durante o mutirão carcerário que o Conselho Nacional de Justiça promove no estado desde 7 de agosto.

O juiz Paulo Augusto Irion, um dos coordenadores do mutirão, revelou que foram descobertos cinco casos semelhantes. Entre as causas para a permanência no local, segundo ele, a mais frequente é o abandono dos parentes. Além disso, não há uma instituição hospitalar própria para tais pessoas que, sem opções, permanecem em meio a presos internados por decisão judicial.

Membro do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, Paulo Augusto Irion afirma que o prédio do IPGSG, localizado em Itaitinga, região metropolitana de Fortaleza, necessita de urgente reforma estrutural. Esse cenário, continua o juiz, também foi percebido em outras unidades visitadas pelos integrantes do mutirão carcerário do CNJ.

Entre os problemas encontrados, ele cita esgoto a céu aberto, superlotação, má qualidade da alimentação e racionamento de água. Além disso, de acordo com o juiz, os presos se queixam da lentidão na tramitação dos processos na Justiça e da falta de atendimento jurídico. O mutirão, que será concluído no começo de setembro, deve reexaminar a situação de 18,6 mil processos, garantindo o atendimento aos direitos dos presos e analisando as condições das unidades carcerárias do Ceará.

Entre 17 de setembro e 18 de outubro, o CNJU promoverá outro mutirão carcerário, agora no Amazonas. O objetivo é desafogar o sistema estadual, especialmente a a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, que fica no Centro de Manaus e abriga cerca de mil presos, bem acima da capacidade máxima de 300 pessoas. Com informações da Assessoria de Imprensa do CNJ.

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Prefeituras do CE vão dispensar médicos em favor dos cubanos

Por Nonato Albuquerque em SAÚDE

30 de agosto de 2013

Por conta do programa ”Mais Médicos’ do Governo Federal, já tem prefeitura no interior anunciando a dispensa de profissionais sob a justificativa de aliviar as contas do município. Pelo menos é o que anunciam prefeitos de cidades brasileiras entre as quais Barbalha, Cascavel e Canindé.

A informação, publicada hoje pela Folha de SP, diz que os médicos contratados serão trocados por integrantes do programa do governo Dilma Rousseff.   Na prática, a substituição significa economia e pode ameaçar a principal bandeira do plano: a redução da carência de médicos nesses lugares.

Outro atrativo alegado por prefeituras para a troca de equipes é a fixação desse novo médico no município por um período mínimo de três anos. Prefeitos reclamam da alta rotatividade dos médicos, que não se adaptam à falta de estrutura nessas localidades.

Hoje, as prefeituras recebem da União cerca de R$ 10 mil por equipe no programa Saúde da Família. Complementos de salários e encargos, porém, são pagos com recursos de cada cidade.

(Com informação da Folha de SP)

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Um apagão e um ministro das minas sem energia

Por Nonato Albuquerque em Crônica

29 de agosto de 2013

Onde é que você estava quando faltou luz?

Gente, o trânsito ficar um caos, não era novidade; porque, todo dia, isso já acontece. Com ou sem energia. Incrível é saber que temos 653 semáforos e dos 120 agentes destacados para ajudar o tráfego, ninguém viu um só da AMC – que o povo chama de Autarquia de Multar Carros.

Na via Expressa, os assaltantes fizeram a festa. E, provavelmente, agradeceram ao São  Blecaute a mãozinha de ajuda naquilo que já fazem todo dia.

O apagão fez gente subir e descer escadas de prédio xingando Dilma e o diabo. Ou seria, o diabo e a Dilmaq?

Teve mulher correndo pro telefone para gritar com o marido que teria esquecido de pagar a conta da Coelce. Mas aí, o telefone sem fio não funcionava.

No comércio, as lojas tinham mais velas acesas do que nos altares da basílica de Canindé.

E quem usa computador, aproveitou o recheio dessa palavra para descompor o ministro Lo bão, que diz ser das Minas e Energia. Ontem, só era ministro das minas dele.

Nos cinemas que exibiam o “Cine Hulliúdy”, a mundiça descarregou o verbo.

Na Assembleia Legislativa, onde a falta de luz no cérebro de muitos é comum, um bocado de aspone, tão logo pintou o blecaute gritou: oba, vamos pra casa mais cedo.

No plenário, deputados governistas, que tentavam defender outro apagão – o do funcionamento dos hospitais públicos denunciados nacionalmente – já botava culpa no Heitor. “Isso é coisa do Heitor!”.

Os médicos cubanos, coitados, depois de assistirem na TV o caos do HGF, começaram a avaliar se foi lá bom negócio a troca feita para trabalho. “Se isso anda assim na capital, imagina nos cafundós do judas para onde a gente vai”.

Mas Edson Lobão, o ministro das Minas (sem energia), garantiu que o apagão é a coisa mais normal do mundo… Normal pra ele, que é um ministro apagado.

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O dia em que eu saí no Pânico

Por Nonato Albuquerque em VIDEO

25 de agosto de 2013

Eu já tinha visto, mas aí o nosso colaborador João Neto me enviou a URL do vídeo do Pânico onde eu apareço. A irreverência do pessoal do programa usando imagens do ‘Barra’ para cobrir cenas de rua (no caso, de praia). O nosso companheiro Wellington Muniz (Ceará) deve ter funcionado na escolha dessa passagem. 

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Erros e licença poética na MPB

Por Nonato Albuquerque em MUSICA

25 de agosto de 2013

“Espero a chuva cair de novo pra mim voltar pro meu sertão“.
(Asa Branca-Gonzaga e Teixeira)

Toda vida que eu ouço esses versos de Gonzaga e Teixeira, fico perturbado com o erro de português que a letra carrega. Claro, alguém vai dizer que os autores repetem a ‘língua do povo’, mas estou querendo dizer é que expressões inadequadas assim me tiram do sério. Outra música da minha juventude, que a Wanderléa cantava sempre me chama atenção também. “Vou na capela rezar…” Ela pode ir à capela, pois ir na capela significa que ela foi de capela. Fui pesquisar outros cochilos do cancioneiro envolvendo erros de português. Alguns, evidentemente, são propositais como os da música Inútil, do Ultraje a Rigor.

A gente somos inútil! Inútil!/ A gente somos inútil!

(Inútil-Roger Moreira)

 

E o que dizer de Lobão ao citar:

Aonde está você? Me telefona”

Segundo uma internauta, o pronome aonde só deve ser empregado com verbos que indiquem ação e não estado. “Assim, é correto dizer aonde você vai, aonde você está me levando, etc. já que os verbos ir e levar indicam ação. Pelo mesmo motivo, é errado dizer aonde você está, aonde é o lugar, etc., pois os verbos ser e estar são verbos de estado”.

 

 

E Chico Buarque cometeu certos “erros” gramaticais, que, no entanto, são conscientes, mantidos por opção estilística”. ”

… mas não se atreve / Num país distante como o meu

(Nina-Chico Buarque de Hollanda)

 

É, mas tem casos na MPB que só a ‘licença poética’ é capaz de explicar. Adoniran Barbosa, por exemplo, cometeu erro de propósito, ao retratar o modo de falar do paulistano.

Veio os “home” com as ferramenta

E o dono “mandô derrubá”

Peguemos todas nossas coisas

E fumos pro meio da rua

(Saudosa Maloca-Adoniran Barbosa)

 

O mesmo pode ser dito em relação a Arnaldo Antunes na música ‘Fora de Si”.

“Eu fico louco / eu fico louco /

eu fico fora de si / eu fica assim /

eu fica fora de mim

(Fora de si – Arnaldo Antunes)

 

A explicação de Marlucy Santos é de que, neste caso a transgressão gramatical é propositadamente feita para indicar uma desordem psíquica ou uma confusão entre o sujeito e o outro,ou ainda um jogo de palavras que traz a noção de presença e ausência”.

 

Na música “Malandragem”, Cazuza e Frejat usam o verbo ‘ser’ de forma inadequada. Em excelente artigo sobre “A licença poética e a perpetuação dos erros gramaticais”, o psicólogo Wilson Muniz Pereira lembra que a expressão ‘quem sabe’ aponta uma dúvida, uma hipótese, e ‘sou’ indica um fato, uma certeza, então essa indicação de dúvida feita pelo verbo ‘ser’ no tempo presente do modo subjuntivo seria conjugada como que eu seja. O correto então seria: “Quem sabe eu ainda seja uma garotinha.”.

Quem sabe ainda sou uma garotinha

(Malandragem – Cazuza e Frejat)

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Erros e licença poética na MPB

Por Nonato Albuquerque em MUSICA

25 de agosto de 2013

 Espero a chuva cair de novo 
pra mim voltar pro meu sertão“. 
(Asa Branca-Gonzaga e Teixeira)
Toda vida que eu ouço esses versos de Gonzaga e Teixeira, fico perturbado com o erro de português que a letra carrega. Claro, alguém vai dizer que os autores repetem a ‘língua do povo’, mas estou querendo dizer é que expressões inadequadas assim me tiram do sério. Outra música da minha juventude, que a Wanderléa cantava sempre me chama atenção também. “Vou na capela rezar…” Ela pode ir à capela, pois ir na capela significa que ela foi de capela.
 
Fui pesquisar outros cochilos do cancioneiro envolvendo erros de português. Alguns, evidentemente, são propositais como os da música Inútil, do Ultraje a Rigor.

A gente somos inútil!

Inútil!

A gente somos inútil!

(Inútil-Roger Moreira)
 
E o que dizer de Lobão ao citar:
Aonde está você? Me telefona”
Segundo uma internauta, o pronome aonde só deve ser empregado com verbos que indiquem ação e não estado. “Assim, é correto dizer aonde você vai, aonde você está me levando, etc. já que os verbos ir e levar indicam ação. Pelo mesmo motivo, é errado dizer aonde você está, aonde é o lugar, etc., pois os verbos ser e estar são verbos de estado”.
E Chico Buarque cometeu certos “erros” gramaticais, que, no entanto, são conscientes, mantidos por opção estilística”. 
… mas não se atreve / Num país distante como o meu

(Nina-Chico Buarque de Hollanda)

É, mas tem casos na MPB que só a ‘licença poética’ é capaz de explicar. Adoniran Barbosa, por exemplo, cometeu erro de propósito, ao retratar o modo de falar do paulistano. 
Veio os “home” com as ferramenta 
E o dono “mandô derrubá” 
Peguemos todas nossas coisas 
E fumos pro meio da rua 
(Saudosa Maloca-Adoniran Barbosa) 
O mesmo pode ser dito em relação a Arnaldo Antunes na música FORA DE SI
Eu fico louco / eu fico louco / eu fico fora de si 
eu fica assim / eu fica fora de mim
             (Fora de si – Arnaldo Antunes) 
A explicação de Marlucy Santos é de que, neste caso a transgressão gramatical é propositadamente feita para
indicar uma desordem psíquica ou uma confusão entre o sujeito e o outro,ou ainda um jogo de palavras que traz a noção de presença e ausência”. 
Na música “Malandragem”, Cazuza e Frejat usam o verbo ‘ser’ de forma inadequada. Em  excelente artigo sobre “A licença poética e a perpetuação dos erros gramaticais”, o psicólogo Wilson Muniz Pereira lembra que a expressão ‘quem sabe’ aponta uma dúvida, uma hipótese, e ‘sou’ indica um fato, uma certeza, então essa indicação de dúvida feita pelo verbo ‘ser’ no tempo presente do modo subjuntivo seria conjugada como que eu seja. O correto então seria: “Quem sabe eu ainda seja uma garotinha.”.
Quem sabe ainda sou uma garotinha
(Malandragem – Cazuza e Frejat)

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Manifestantes pedem na rede a cassação do vereador Leonelzinho

Por Nonato Albuquerque em POLÍTICA

24 de agosto de 2013

foraleonelzinhofacebook

Os ventos de agosto, mês considerado de maus presságios, não estão sendo muito favoráveis a alguns políticos cearenses. Em Juazeiro, a compra excessiva de artigos de limpeza, suja ainda mais o nome da Câmara de Vereadores e o caso foi parar na Polícia. Por aqui, o vereador Leonelzinho é a bola da hora. Nas redes sociais, um perfil #foraleonelzinho arregimenta apoiadores à campanha para cassar o mandato do vereador, acusado de “corrupção e desrespeito”.

O texto da página no Facebook diz que o vereador “foi condenado por roubo de bicicletas de campanha política, é acusado de uso político do Instituto Jader de Alencar, sua mulher recebia Bolsa Família e ele mesmo vereador estava empregado na Prefeitura de São Gonçalo do Amarante”.

Uma manifestação popular está sendo convocada para a próxima terça-feira, às 9h30min no prédio da Câmara Municipal de Fortaleza. Até agora, a convocação já reúne quase 200 confirmações de presença.

 

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Orelhão é depredado na Aldeota

Por Nonato Albuquerque em DENÚNCIA

24 de agosto de 2013

Quem já precisou dos serviços dos antigos orelhões, sabe como eles foram (e ainda são) importantes. Com a chegada do celular e smartphones, ele foi sendo deixado num canto. Largado. Abandonado. 

Hoje, na rua Osvaldo Cruz, na Aldeota, um desses aparelhos amanheceu jogado numa calçada – por conta de algum acidente de trânsito ou simples vandalismo. 
Moradores da área me disseram ter avisado à companhia. Que não deu nenhum sinal de atenção. 

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Como evitar que alunos pesquem em sala de aula

Por Nonato Albuquerque em BIZARRICE

21 de agosto de 2013

Se fosse no ensino fundamental, ainda assim seria incrível, imagine em um curso superior. Os alunos de universidade se viram obrigados a usar viseiras para evitar a pesca entre si. A decisão partiu deles, segundo professores da Universidade Kasetsart, na Tailândia.

“Nenhum se viu obrigado a usar essa tapadeira. Eles se mostraram dispostos a fazer isso e, então, achamos que seria divertido”, falou o titular do Departamento de Ciência Textil, ele mesmo o autor da foto que acabou nas redes sociais. Ao tomar conhecimento, o reitor proibiu a repetição do fato.

orejeras

Fonte: Bangkok Post

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Como evitar que alunos pesquem em sala de aula

Por Nonato Albuquerque em BIZARRICE

21 de agosto de 2013

Se fosse no ensino fundamental, ainda assim seria incrível, imagine em um curso superior. Os alunos de universidade se viram obrigados a usar viseiras para evitar a pesca entre si. A decisão partiu deles, segundo professores da Universidade Kasetsart, na Tailândia.

“Nenhum se viu obrigado a usar essa tapadeira. Eles se mostraram dispostos a fazer isso e, então, achamos que seria divertido”, falou o titular do Departamento de Ciência Textil, ele mesmo o autor da foto que acabou nas redes sociais. Ao tomar conhecimento, o reitor proibiu a repetição do fato.

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Fonte: Bangkok Post