julho 2013 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

julho 2013

Um homem-menino chamado Dominguinhos

Por Nonato Albuquerque em ATUALIDADE

24 de julho de 2013

Um homem, um menino

que do sertão de Pernambuco amanheceu

correndo no meio do mato, pegando passarinho em gaiola, andando com os pés descalços na chuva – quando chovia no sertão – e a família corria para o alpendre da casa para debulhar o milho, cantar cantigas de Gonzaga e Teixeira – e lá estava o pequeno Domingos se entretendo com uma sanfoninha.

Era os primeiros acordes de quem acordaria para a música, cuja alma já tinha traçado em suas linhas as pautas da música que, naturalmente, trouxera.

Dominguinhos cresceu, virou homem, cantou o Nordeste de onde nunca tirou os pés

andou em meio a poesia de sua gente nordestina, como a bater na porta do coração nordestino e pedir um copo dágua pra beber.

Dominguinhos fez-se homem e mostrou o encanto do talento inspirado nas coisas de sua gente.

E ao lado de tantos talentos contou e cantou emoções que só Gonzaga poeria mesmo ser rei.

Dominguinhos se foi. Mudou de dimensão do som, pra dimensão da luz.

Pegou a sanfona e deve estar batendo agora na porta do céu, tocando pra São Pedro acordar e abrir a entrada dos grandes músicos talentosos que se reunem num conservatório celestial, de onde os sons saem engrandecidos pela grandeza de almas assim.

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O PAPO É O PAPA. A segurança de Francisco

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

18 de julho de 2013

Divulgado hoje o esquema de segurança para a visita do papa Francisco ao Rio. Pessoas mascaradas serão impedidas de se aproximarem do local onde vai acontecer o evento. Enquanto isso, nas redes sociais a imagem do chefe da Igreja Católica é alvo de ‘marketing’ para a campanha de mobilização dos grupos que pretendem fazer manifestações de rua durante a Jornada Mundial da Juventude. Uso da imagem de Francisco de forma desnecessária. No Facebook, as opiniões divergem. 

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As ficções que viraram realidade

Por Nonato Albuquerque em CIÊNCIA

14 de julho de 2013

Estive hoje em Aquiraz participando de um seminário sobre ‘Família e Drogas’. Lá no meio da palestra lembrei como o mundo tecnológico avançou, ao contrário do desenvolvimento moral do homem. E saber que todo esse progresso foi ambientado inicialmente nas histórias de ficção científica.

Como bem ressalta o site TecnNews Daily ao relacionar as invenções mais recentes da humanidade. O uso do celular, a navegação pela internet, o uso dos dispositivos robóticos, o envio de homens ao espaço e muitos dos avanços da Ciência, passaram a ser coisas naturais em nossos dias.

Pois tudo isso foi sonho futurista de muitos escritores que fizeram previsões que acabaram virando realidade.Eis aqui cinco exemplos citados pelo TND:

ficçãocientifica

1. A bomba atômica – No livro ‘The World Set Free’, de 1914, H.G.Wells descreve tipos de bombas atômicas.  30 anos antes das ocorrências de Hiroxima e Nagasaki.

2. Cartões de crédito – Hoje é fácil admitir mas em 1888, deparar-se com ele. É o que fez o escritor Edward Bellamy escreveu ‘Looking Backwards’.

3. Internet – Mark Twain descreveu a Internet, praticamente como a conhecemos hoje, em ‘From the ‘London Times’ of 1904″.

4. Radares e vídeos Hugo Gernsback foi escritor nascido em Luxemburgo, em 1884, No livro “Ralph 124C 41+” aborda a questão dos radares e até vídeos

5. Viagens interplanetárias e no fundo do mar Júlio Verne descreveu em seu “Vinte mil léguas submarinas” .  O autor fala de trajes que hoje são comuns para viajar debaixo dágua. Mas foi em “Da Terra à Lua’ , escrito em 1865 que ele aborda a viagem do homem ao satélite da Terra.

CONHEÇA OUTRAS PREDIÇÕES QUE VINGARAM: AQUI.

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A passarela por onde ninguém passa

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de julho de 2013

passareça

Há coisas nessa Fortaleza cidade que só vendo para crer. Enquanto reclama-se tanto da falta de passarelas para atender ao pedestre que precisa atravessar grandes rodovias – vide BR-116 e BR-222, só para ficar nesses casos -, existem locais com essa mesma destinação que não são usados.  O acesso à Praça Manuel Dias Branco, na rotatória da Aguanambi, nunca se vê sendo usado. Parece ligar o nada a lugar nenhum.

Claro, a pracinha mantida pelo grupo empresarial Dias Branco é primorosa, com seu jardim bem cuidado, bancos de madeira de lei, gradeado para evitar o avanço sobre a grama.  Um equipamento de luminárias bem instalado, iluminação quase perfeita, etc e tal, mas a passarela feita com material para durar até a minha próxima encarnação, não vejo alma nenhuma atravessando-a.

Alguém poderá me corrigir dizendo que já viu pessoas fazendo a travessia da ponte. Tudo bem, mande foto para eu colocar no Instagram. Porque eu mesmo, nunca vi ninguém passear na praça de circular desenho. Nem usar os bancos. Tampouco fazer caminhada no lugar.

Está bem, eu não estou eternamente no local, mas é fácil ver na praça vazia a solidão derramada sobre o lugar, com a imagem em bronze do homenageado de costas para a passarela, sob a qual passam milhares de pessoas em veículos, mas não vejo ninguém pondo os pés nela.

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Mensagem do Papa não entendida

Por Nonato Albuquerque em POLÍTICA

09 de julho de 2013

 

A vinda do papa Francisco ao Rio, para a Jornada Mundial da Juventude, vai ter uma recepção no Palácio Guanabara, a sede do governo estadual que vai custar por aí, em torno de 1 milhão de reais aos cofres do governo.

 

Aliás as coisas andam tão viradas, mas tão viradas que se estranha a vinda do Papa ao Rio de Janeiro.

 

É que vão fazer uma reforma no salão nobre que, ano passado, passou por uma ampla restauração.

O pessoal não entendeu a mensagem de Francisco, que tem dado exemplo de simplicidade e humildade.

Aliás, perguntar não é pecado: se o encontro do Rio é da juventude, o que fazem convidados especiais como Collor e Sarney?

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Governo institui o serviço civil obrigatório

Por Nonato Albuquerque em GERAL

09 de julho de 2013

 

Gente, o governo da Dilma acaba de implantar o serviço civil obrigatório.

 

Alunos de Medicina vão ter que dar dois anos de trabalho para o SUS. Ou então não recebem o diploma.

 

Até parece pirraça do governo, porque os médicos não aceitaram o projeto de importar 6 mil profissionais de Cuba que estão desempregados.

 

Como escreveu o Tutty Vasques, “com as novas medidas tomadas pelo governo na área de Saúde para atrair profissionais estrangeiros e tornar a residência no SUS obrigatória na conclusão dos cursos de Medicina no Brasil, não demora muito a rede pública hospitalar do País terá mais médico que rolo de esparadrapo à disposição da população”.

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HISTÓRIAS REAIS: A Bayer já comercializou heroína

Por Nonato Albuquerque em BIZARRICE

06 de julho de 2013


Vivendo e aprendendo: “Em 1898, onze dias depois de lançar no mercado a conhecida Aspirina, os laboratorios Bayer começaram a comercializar um novo e revolucionário produto: Heroína. O nome, inspirado nas sensações dos primeiros paciente que o haviam provado, não pode ser mais comprometedor. Em poucos meses, ambas marcas, Aspirina® e Heroína®, eram anunciadas juntas como insuperáveis analgésicos e como remédio para várias enfermidades pulmonares.
O êxito é tão rápido que, de pronto, a casa Bayer anuncia a Heroína como efetivo remédio contra a tosse das crianças. A publicidade aparece enm todos os grandes jornais. Na Espanha, a Bayer aproveita o inverno de 1912 para lançar uma intensa campanha de publicidade de seu “xarope de heroína”.

Nos jornais aparecem anúncios com cenas cotidianas – uma mãe que dá o remédio a seu filho ou crianças que tomam sua merenda – e se repete acentuadamente a mesma mensagem: “Na estação chuvosa: Xarope Bayer de Heroína”. “Na Tosse Forte: Xarope Bayer de Heroína”, “A tosse desaparecer com Xarope Bayer de Heroína”.

Durante anos, a Bayer segue vendendo a heroína como eficaz e inócuo substituto da morfina. Os anúncios a nivel mundial asseguram que, “ao contrário da morfina”, a nova substância produz um aumento da atividade e faz desaparecer todo tipo de tosse. Em princípios de 1900, algumas sociedades filantrópicas dos EUA chegam a distribuir amostras gratúitas de heroína viía correio para os viciados em morfina que desejavam reabilitar-se.

Pouco tempo depois, descobre-se que a heroína embora não fosse inócua mas resulta que ela se processa com muito mais força no organismo, já que o processo de transformação da substância no fígado dá a chave do assunto: a heroína volta a converter-se em morfina dentro do corpo. Em 1913, a Bayer deteve a produção de heroína e apagou todo esse assunto embaraçoso de seus arquivos.

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HISTÓRIAS REAIS: A Bayer já comercializou heroína

Por Nonato Albuquerque em BIZARRICE

06 de julho de 2013


Vivendo e aprendendo: “Em 1898, onze dias depois de lançar no mercado a conhecida Aspirina, os laboratorios Bayer começaram a comercializar um novo e revolucionário produto: Heroína. O nome, inspirado nas sensações dos primeiros paciente que o haviam provado, não pode ser mais comprometedor. Em poucos meses, ambas marcas, Aspirina® e Heroína®, eram anunciadas juntas como insuperáveis analgésicos e como remédio para várias enfermidades pulmonares.
O êxito é tão rápido que, de pronto, a casa Bayer anuncia a Heroína como efetivo remédio contra a tosse das crianças. A publicidade aparece enm todos os grandes jornais. Na Espanha, a Bayer aproveita o inverno de 1912 para lançar uma intensa campanha de publicidade de seu “xarope de heroína”.

Nos jornais aparecem anúncios com cenas cotidianas – uma mãe que dá o remédio a seu filho ou crianças que tomam sua merenda – e se repete acentuadamente a mesma mensagem: “Na estação chuvosa: Xarope Bayer de Heroína”. “Na Tosse Forte: Xarope Bayer de Heroína”, “A tosse desaparecer com Xarope Bayer de Heroína”.

Durante anos, a Bayer segue vendendo a heroína como eficaz e inócuo substituto da morfina. Os anúncios a nivel mundial asseguram que, “ao contrário da morfina”, a nova substância produz um aumento da atividade e faz desaparecer todo tipo de tosse. Em princípios de 1900, algumas sociedades filantrópicas dos EUA chegam a distribuir amostras gratúitas de heroína viía correio para os viciados em morfina que desejavam reabilitar-se.

Pouco tempo depois, descobre-se que a heroína embora não fosse inócua mas resulta que ela se processa com muito mais força no organismo, já que o processo de transformação da substância no fígado dá a chave do assunto: a heroína volta a converter-se em morfina dentro do corpo. Em 1913, a Bayer deteve a produção de heroína e apagou todo esse assunto embaraçoso de seus arquivos.