Maio 2013 - MOUSE OU MENOS 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Maio 2013

EDUCAR FAMÍLIA PARA NOS EDUCARMOS

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

30 de Maio de 2013

É preciso educar as famílias. Isso equivale a dizer, precisamos nos educar. Sermos mais generosos, porque na ansiedade do lucro e da riqueza, fomos perdendo a capacidade de sermos gentis.  Diante da situação aflitiva da sociedade, que mergulhou num abismo de violência, esquecemos de ser tolerantes com os ouros, mesmo aqueles infelizes que, por ignorância, não se conhecem. Como entender uma cidade violenta, se no ambiente familiar ou no trabalho, estamos quase sempre de cara amarrada, sem tirar um  nabo de conversa com aqueles com que dividimos experiência. É preciso educar a família, com os pais sendo modelos, exemplos de dignidade, para que os filhos herdem essa característica e não saiam por aí, dinamitando com ódio e raiva, os sentimentos puros que ainda existem. É preciso educar o homem, para que esse mundo violento que a gente traça todos os dias aqui, se desfaça. Não adianta o dedo acusador, nem a pecha de que fulano e cicrano são os responsáfeis pela desordem da casa, da rua, da cidade ou do País, se não oferecermos também a nossa resposta a um mundo melhor. Precisamos educar as famílias. Com isso, queremos dizer que precisamos nos educar.

(Editorial do Barra, 29 de Maio de 2013)

 

 

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VIBRAÇÕES DE AMOR À SUPREMA VERDADE

Por Nonato Albuquerque em RELIGIÃO

28 de Maio de 2013

Força nossa do amor, que estás em todos os caminhos do Universo,
sagrado teu nome seja na boca de todos os que te busquem auxílio;
que o desiderato do Bem, comungado pela Verdade, reine entre nós todos
e prevaleça a vontade sábia da Luz em nossos ambientes de provas.
O alimento do espírito seja constante, na atmosfera da Verdade que nos cerca,
administrando-nos o saber de entender nossos erros assim como os dos outros.
Que a tentação do pecado e o conúbio da desordem não se multipliquem
Livrando-nos de todo Mal, até que o Universo reclame nosso retorno.
Amem-se…

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A JUSTIÇA DORMIU DE TOGA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

26 de Maio de 2013

A violência é insuportável. Ela está escancarada em todo lugar. Nas ruas. Nas praças de esportes. Nos templos religiosos. Em todo canto há sempre registro de uma ação criminosa clamando providências. E já não é assunto apenas de um programa como o Barra Pesada. Está exposto nos telejornais nacionais, evidenciando que existe um problema grave a reclamar soluções do governo.

Mas, enquanto o crime se alastra, os políticos perdem tempo com discussões efêmeras e revelam, também, o lado violento de suas índoles -, a Justiça revela mais um dado estarrecedor. Um suspeito de cometer 20 homicídios – eu falei, 20 homicídios cometidos n a área do Eusébio, região metropolitana – e que fora preso no mês de abril, foi solto por não ter sido julgado a tempo hábil.

Com 20 crimes nas costas, ele tem apenas 17 anos de idade. É citado em mais de 20 inquéritos pela prática de homicídio. Pois ele foi solto, após passar 108 dias internado. Um jovem com um histórico de crimes que vem desde os 14 anos de idade.

Os crimes cometidos por ele têm sempre motivos torpes. E, como se previa, estão ligados a drogas. A delegada Ana Lúcia mostrou-se surpresa com a notícia da soltura do infrator. Mesmo porque, depois de liberto, ele já voltou a circular na companhia de outros indivíduos de mau comportamento.

É incrível como a lerdeza da Justiça em julgar casos como esse, acaba favorecendo o lado criminoso. Enquanto o País inteiro grita por ações mais ágeis e efetivas, os homens de toga caminham na contramão do que mais se deseja. E acabam favorecendo o crime. Porque essa impunidade gera estímulos a outros criminosos. No caso desse delinquente solto no último dia 17,  a delegada do Eusébio já tem informações de que ele passou a circular com as más companhias do passado, numa atitude que pode revelar a zombaria que esses menores fazem da inabilidade e da ineficiência do poder judiciário. A Justiça, pelo menos nesse caso, dormiu de toga.

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A CARTA QUE FICOU DE CHEGAR

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

19 de Maio de 2013

Nonato Albuquerque 

Um homem escreveu uma carta, colocou-a numa caixa dos correios junto a um envelope devidamente selado, mas esqueceu de um detalhe importante: endereçá-la. Tampouco lembrou-se de colocar seu nome no verso para uma futura localização. Ao recolher a correspondência para levá-la à sede da empresa, o carteiro deu de cara com aquele envelope sem destinatário e sem remetente.. Ao tomar ciência do fato, a chefia da repartição resolveu colocá-la no boxe destinado a cartas extraviadas

Passados dez anos sem que ninguém reclamasse, a direção dos Correios resolveu  abrir o envelope a fim de verificar se havia algum meio de identificar o missivista. Tudo em vão. Também a carta não distinguia em seu teor nenhuma pessoa específica, mas a sua mensagem tocou profundamente as pessoas que a leram. Dizia o seguinte: 

carta

“A quem vier ler esta carta, seja nesta ou em qualquer outra época, certIfique-se bem se ao longo de sua vida alguém não ficou lhe devendo o envio de uma correspondência. Procure lembrar de quem viajou e ficou de escrever; de um amigo ou parente que lhe prometeu dar notícias por onde passasse; de uma pessoa  muito querida que roubou seu coração e ficou de devolvê-lo, pelo menos, em fatias de luz através das palavras.

“Pare de ler esta carta agora e coloque sua mente para funcionar. Procure sinceramente lembrar-se qual a carta quenunca chegou às suas mãos? Quem é a pessoa que está em falta com você?… Pare e pense!

“Pois bem, eu sou essa carta que, um dia, deixei de chegar ao seu destino. A ética dos funcionários dos correios nãopermitiu que me abrissem, mas como tudo tem um tempo, esse dia do reencontro chegou. Venho às suas mãos lhe pedir mil desculpas pelo atraso; perdão pelos transtornos e sofrimento que, provavelmente, eu deva ter provocado. Mas se você está me lendo agora é porque conseguiu resistir a tudo aquilo e, melhor do que isso, conseguiu sobreviver para ler esta que é uma carta de despedida.

“Sim, estou me despedindo porque agora que você sabe o quanto custa a espera, não demore a me colocar de novo no correio. Coloque no envelope o nome e o endereço da pessoa que você mais gosta no mundo e, que sem dúvida, ficará feliz de me receber a fim de contar-lhe que você conseguiu passar até aqui por todas as provas e dificuldades da vida, que está de pé acreditando na esperança como a grande força de ajuda, certo de que o “destino” tem sempre uma  lição boa para nos dar.

“Por favor, coloque-me num envelope ou mande-me num e-mail. Destine-me a quem você tem realmente afeto; deixe-me voar outra vez para a alegria de outras mãos e olhos que indicarão outros e mais outros destinatários a fim de que eu possa testemunhar a todos o quanto você é, foi e será feliz na vida que
atualmente carrega”. 

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As frases mais célebres sobre mães

Por Nonato Albuquerque em Pensamento

12 de Maio de 2013

“Diante de uma mulher, nunca esqueças a tua mãe”.
Constancio C. Vigil

“A criança reconhece a mãe pelo sorriso”.
Leon Tolstoi

“A mão que balança o b erço rege o mundo”.
Peter de Vries

“O coração da mãe é o único capital do sentimento que nunca quebra e com o qual se pode contar sempre e em todo tempo com toda segurança.”
Montegazza

“Não tem no mundo flor em terra alguma, nem no mar e em nenhuma baía pérola tal, como um bebê no regaço de sua mãe”.
Oscar Wilde

“O coração de uma mãe é um abismo profundo em cujo fundo sempre encontrarás perdão”.
Honoré de Balzac

“Mãe: a palavra mais bela pronunciada pelo ser humano”.
Kahil Gibran

“Minha mãe foi a mulher mais bela que jamais conheci. Tudo o que sou, devo a minha mãe. Atribuo todos os meus êxitos na vida ao seu ensinamento moral, intelecutal e físico que recebi dela.
George Washington

“O amor de mães é o combustível que permite ao ser humano fazer o impossível”.
Marion C. Garretty

“As mães dos soldados mortos são juizes da guerra”.
Bertolt Brecht

“Os filhos são as âncoras que atam à vida às mães”.
Sófocles

“No existe la madre perfecta, pero hay un millón de maneras de ser una buena madre”.
Jill Churchill

“Jamais na vida encontrareis ternura maior, mais profunda, mais desinteressada nem verdadeira que a da vossa mãe”.
Balzac

“Muitas maravilhas há no universo; mas a obra mestra da criação é o coração materno”.
Bersot

“O homem é estimável quando é homem. A mulher é estimada quando é mãe”.
R. Boleda

“A mãe é nossa providência sobre a Terra nos primeiros anos de vida; nosso apoio mais firme nos anos seguintes da infância; nossa amiga mais terna nos anos tempestuosos da juventude”.
Severo Catalina

“Só uma mãe sabe o que quer dizer amar e ser feliz”
Adalberto von Chamisso

“Uma mãe perdoa sempre: afinal, elas vieram ao mundo para isso”.
A. Dumas (pai)

“Se me exilarem na mais alta montanha; oh mãe! Que até ali me seguiria teu amor. Se no mais profundo mar me afogarem, oh! Minha mãe, que até lá me chegariam tuas lágrimas. Se me amaldiçoarem em corpo e alma, oh minha mãe, sei que tuas orações invalidarão a maldição”.
Rudyard Kipling

“Contemplando o mundo, pode-se duvidar da mulher; mas já não é possível duvidar mais, olhando a própria mãe”.
Lacordaire

“Tudo o que sou ou espero ser, devo à solicitude de minha mãe”
Lincoln

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Hoje devia ser mais um Dia das Mães

Por Nonato Albuquerque em GERAL

12 de Maio de 2013

Hoje é o dia das Mães.

Como eu não sou fiel da doutrina do consumismo, prefiro acreditar que todos os dias do ano são para mães, pais, filhos…

Anna Jarvis, a ativista norte-americana que criou essa data, só queria homenagear a mãe dela com uma rosa. E aí veio o comércio – juntou a ganância com a vontade de comer, e reinventou a data de uma forma que os bons filhos não deviam levar tão a sério assim.

Mesmo assim, feliz dia das mães, dona Toinha. Felizes as mães do mundo neste e noutros dias.

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Passeio por Londres em vídeo colorido de 1927

Por Nonato Albuquerque em VIDEO

11 de Maio de 2013

http://www.likecool.com/Fascinating_Early_Color_Footage_Shows_London_in–Video–Gear.html

Acabei de descobrir na Internet um vídeo incrível: são imagens coloridas (e não colorizadas) de um passeio por Londres na década de 1920. Um trabalho de Claude Frisse-Greene, que utilizou o processo de cor descoberto por seu pai – William, um notável cineasta da época – e como registrou o site Likecool.com,  “é como um cartão velho bem empoeirado que você encontraria em uma loja de sucata, mas em movimento”.

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O ‘SUDÁRIO’ DA TERRA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO, curiosidade

09 de Maio de 2013

Um programador norte-americano mapeou imagens captadas pelos astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional nos últimos 12 anos. O resultado é incrível.

Com as coordenadas de cada uma das 1.129.177 fotos da Terra, Nathan Bergey, de 28 anos, compôs um esboço do mapa-múndi, como um “sudário” da Terra. Veja o mapa final, os de cada expedição à ISS e alguns exemplos de fotos.

SUDÁRIODATERRA

Compilado do Público.pt

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DICA PARA SE LEMBRAR DE MÚSICA QUE VOCÊ ESQUECEU

Por Nonato Albuquerque em INTERNET

07 de Maio de 2013

E aí, aquela música que aquele cantor gravou naquele disco… como é mesmo o nome dela?
 
Convenhamos que esses ‘brancos’ da memória nos deixam no vazio total. 
 
Pois fique frio, porque quando você não se lembrar do nome da música que deseja, basta clicar AQUI e citar uma palavra, uma frase da letra. E, rapidez, você terá o nome da música. 
 
 
 

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NO FUTEBOL, SER HUMANO E NÃO BESTA-FERA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Maio de 2013

Vida louca. Para onde você se vira, é violência. Violência de todo tipo. Se nas ruas, o comportamento do cidadão é extravasado pela neurose de um trânsito caótico. Em qualquer outro lugar você não foge de se deparar com gente arrotando arrogância, destilando ódio, vociferando no verbo – até mesmo entre os ditos religiosos.

A violência é doença da alma humana. E ela é gerada principalmente no ambiente doméstico, onde pais e filhos se desencontram. Onde a família está desestruturada pela incapacidade uma melhor convivência.

É necessário recuperar a estabilidade emocional, dinamitada pela excessiva busca do ter, quando todos sabemos que a felicidade reside em ambientar-se no ser. Ser bom, ser honesto, ser tranquilo – saber-se sair de situações adversas com diálogo, com conversa. Com jeito de gente.

Ao contrário disso, o que mais ocorre é a troca de ofensas, o desrespeito ao outro e o pouco valor que se dá à vida. É preciso começar, a partir de cada um, uma mudança.  E  neste fim-de-semana, há uma boa chance para isso.

A realçização do clássico-rei, entre Fortaleza e Ceará, é uma boa chance de oportunidade de mudar o ímpeto de vandalismo que ainda reina no íntimo daqueles que, por causa das paixões futebolísticas, perdem a estribeira e passam do terreno humano para o de besta-fera.

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NO FUTEBOL, SER HUMANO E NÃO BESTA-FERA

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

03 de Maio de 2013

Vida louca. Para onde você se vira, é violência. Violência de todo tipo. Se nas ruas, o comportamento do cidadão é extravasado pela neurose de um trânsito caótico. Em qualquer outro lugar você não foge de se deparar com gente arrotando arrogância, destilando ódio, vociferando no verbo – até mesmo entre os ditos religiosos.

A violência é doença da alma humana. E ela é gerada principalmente no ambiente doméstico, onde pais e filhos se desencontram. Onde a família está desestruturada pela incapacidade uma melhor convivência.

É necessário recuperar a estabilidade emocional, dinamitada pela excessiva busca do ter, quando todos sabemos que a felicidade reside em ambientar-se no ser. Ser bom, ser honesto, ser tranquilo – saber-se sair de situações adversas com diálogo, com conversa. Com jeito de gente.

Ao contrário disso, o que mais ocorre é a troca de ofensas, o desrespeito ao outro e o pouco valor que se dá à vida. É preciso começar, a partir de cada um, uma mudança.  E  neste fim-de-semana, há uma boa chance para isso.

A realçização do clássico-rei, entre Fortaleza e Ceará, é uma boa chance de oportunidade de mudar o ímpeto de vandalismo que ainda reina no íntimo daqueles que, por causa das paixões futebolísticas, perdem a estribeira e passam do terreno humano para o de besta-fera.