MOUSE OU MENOS - por Nonato Albuquerque 
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MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

Violência contra mulher: Freud explica?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

11 de dezembro de 2017

Nunca vi tanta violência contra a mulher. Nos últimos dias aqui no Ceará, os feminicídios cumularam uma enorme sobrecarga, numa clara demonstração de desamor. Porque quando há violência contra as mulheres, quase sempre essa violência é patrocinada por companheiros, pessoas com as quais elas se relacionam e com quem dividiam espaço e vida.

Como entender que um homem que vivia falando e prometendo amor a sua companheira, de repente se volte contra ela – e pior – esqueça todas as promessas, os sonhos e os ideais que pode se viver a dois, para transformar a relação em algo trágico?

O machismo é um recorte da alma humana que já devia ter sido banido há muito tempo; mas ele persiste devido a cultura predominante, que insiste em querer mostrar superioridade do macho sobre as fêmeas.

Num tempo em que as mulheres disputam mercado de trabalho, fazem o mesmo serviço do homem, embora ganhem menos, e mostrem competência, esse traço da personalidade doentia só revela insegurança de quem não pode ver a mulher crescendo, fazendo valer a sua inteligência e o seu poder num mundo onde não devia haver essas divergências. Contudo, os machões irrecuperáveis se tremem na base quando, depois de se mostrarem violentos contra suas companheiras, ouvem elas ameaçarem abandoná-los. Diante dessa ameaça, eles se mostram inseguros, intranquilos e completamente abandonados.

No Ceará, a violência contra a mulher só revela uma coisa: há macho que não gosta de mulher. E isso, Freud explica.

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Reflexão para atravessar dezembro com as energias do advento

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

08 de dezembro de 2017

Algumas reflexões para que a gente consiga atravessar dezembro sintonizado com as energias da época do advento.

O Natal é ocasião propícia para despertar os sentimentos mais sensíveis do coração e aplacar um pouco a pressa que não nos permite tranquilidade. É época de generosidades, muito embora devessemos ser generosos o ano inteiro. É tempo de trocas de gentilezas, quando essa postura devia ser encampada todos os dias do ano.

Há quem critique a atitude dos ‘benfeitores de plantão’, que surgem apenas em datas específicas, quando a solidariedade devia ser constantemente colocada à serviço dos necessitados. Mas, ainda assim, é bom certificar-se de que, pelo menos neste tempo, existam pessoas vocacionadas ao bem. É preferível tê-las, ainda que um pouco período determinado, do que nunca registrar a sua beneficência.

Toda festa de aniversário que alguém vai, o costume mais evidente é que se leve o quê para o aniversariante? Pre-sen-te! E o que temos dado de presente ao menino Jesus, na data que o mundo cristão celebra o seu nascimento? Trocamos gentilezas entre os nossos pares; mas o aniversariante é quase sempre esquecido.

Pois que, neste ano, possamos oferecer de presente ao Cristo, o nosso esforço pela melhoria do relacionamento com os outros; selecionar um tempo para prestar serviços em favor do bem; evitar as maledicências e os pensamentos negativos que intereferem no fluxo da nossa energia interior e, principalmente, prometermos a Ele que seremos melhores em favor da experiência de paz que o mundo necessita. Quem se arrisca a isso? Pode adotar essas ideias pelo bem do bem que se tem a ele.

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O escândalo dos policiais civis

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

07 de dezembro de 2017

O escândalo envolvendo policiais civis da DENARC é o assunto das rodas na praça do Ferreira e em outros locais. Eles são acusados de práticas criminosas, com a susposta anuência de três delegados da divisão de tráfico, em um esquema de extorsão a traficantes. Isso só revela o quanto a natureza humana é frágil, capaz de sair da prática do bem e se alimentar do mal. É uma questão de caráter. Ou a falta dele.

Quem imaginaria, uma autoridade policial, que combate o tráfico de drogas, ao invés de aplicar a lei, simplesmente tirar partido da função que exerce para se beneficiar particularmente? Acontece. Não é de causar surpresa, quando se tem em conta que somos ainda criaturas imperfeitas em termos de moral. Que alguns indivíduos são capazes de trocar o lado da luz pelo terreno sombrio do erro.

Todo ser humano convive com essa dubiedade. Uma hora é bom; noutra tergiversa para o mal. Por ganância – e essa é a melhor expressão para explicar esse tipo de ação – alguns são capazes de ingressarem no crime, principalmente quando abrigados na certeza de que a impunidade impera e, para alguns indivíduos, ser tachado de criminoso, ladrão, viciado – parece não surpreender muito a um certo tipo de gente, que não herdou da família o bem mais precioso: a vergonha.

É uma questão de caráter. E isso, só se aprimora, através do exercício contínuo da prática de boas atitudes. Todo dia, cada um é tentado pelas forças do Mal a comprometer o seu respeito, a sua vergonha e o seu caráter, assumindo o seu lado sombrio. Resistir à tentação é preciso. Mesmo porque há uma lei, a do retorno, que inapelavelmente virá cobrar os resultados da nossa semeadura. Seja hoje, amanhã ou em qualquer

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A epidemia da violência começa em cada um de nós

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

05 de dezembro de 2017

Vocês já notaram como é complicado o relacionamento entre as pessoas? Por nada, a gente vive criando atritos, batendo boca e brigando por questões tão tolas, que acabam por ampliar essa epidemia de violência que se assiste na cidade. Como entender alguém que, no trânsito, fecha cruzamento, não é solidário dando oportunidade a um pedestre fazer a travessia ou aquele tipo que, num congestionamento, utiliza a buzina insistentemente, como se fosse possível furar o bloqueio de veículos.

Nós somos os responsáveis pela quebra de harmonia da vida da cidade. Somos nós que nos infelicitamos com o nosso nervosismo, querendo passar na frente dos outros numa fila de banco ou da lotérica. Jogando lixo na via pública. Falando mal das pessoas, por conta da aparência, como se nós fossemos um padrão de beleza de outro mundo.

E os fanáticos que se partidarizam em discussões futebolísticas, políticas ou religiosas, que chegam as vias de fato e acabam se transformando em tragédias. Se, ao contrário, tivéssemos a humildade de sermos conciliadores, em qualquer situação; se respeitássemos as opiniões alheias, para que os outros respeitam as nossas, certamente, evitar-se-iam as querelas, os bate-bocas, os arranca-rabos que acabam por nos levar a perder nosso precioso tempo e, quem sabe, a nossa vida e a vida de outros.

Viver é algo tão fascinante que a gente devia agradecer por estarmos aqui. Hoje. Vivendo e aprendendo mais. Sobre tudo e todos.

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O milagre da vida em plena corrida de táxi

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

04 de dezembro de 2017

Não foi a primeira e, provavelmente, não será a última vez que se tem uma ocorrência de uma criança nascer em locais inesperados. Aconteceu com o filho de um flanelinha. Ele trabalha ali pela avenida Beira Mar, quando sentiu que a esposa estava em trabalho de parto. Socorreu-se a um taxista, com pedido para que a transportasse à maternidade. Erivaldo Maciel, o taxista, acabaria vivendo uma experiência nova na sua vida: a de servir de parteiro a uma nova vida que acabou chegando no meio do caminho, ainda ali na praia de Iracema.

Ele nunca tinha passado por isso, mesmo sendo pai de dois filhos que nasceram via cesariana. Mas, na hora da precisão, não fugiu à responsabilidade.

O menino nasceu e o pai da criança, por gratidão, resolveu convidá-lo para que fosse ele o padrinho do bebê, que está no hospital César Cals com previsão de alta nas próximas horas.

Muitas vezes, há situações que, por mais surpreendentes que sejam, na verdade acabam nos dando chances de sermos participantes ativos do chamado milagre da vida. Parabéns ao motorista parteiro. Vida longa ao menino que chegou ao Planeta num táxi e sua família

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A luz e a sombra de todos nós

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

01 de dezembro de 2017

Você deve sentir chocado diante de tantos crimes que temos assistido neste País. Não passa despercebido a ninguém, essa onda perniciosa que toma conta de pessoas, de todas as classes sociais, ambientadas no vício, na corrupção, no roubo e em outras práticas criminosas. Quando é que se viu empresários e políticos tão enfronhados em esquemas criminosos como os desse tempo? E o número de jovens que, por causa das drogas, matam e morrem, no que já é considerado caso de saúde pública em Fortaleza.

Alguém deve questionar: o que diacho anda acontecendo para tantos desacertos. Para muitos são efeitos da crise. Mas não da crise política e econômica que, na verdade, são reflexos de outra crise: crise moral. E dela não está isenta nem mesmo a parcela de servidores públicos paga para combater o mal.

Ontem, a Justiça de São Paulo ordenou a prisão de, nada mais nada menos, que 30 policiais civis acusados de tráfico de drogas e outros crimes por meio de ligação com o PCC. Identificou-se que, nos últimos dois anos, foram feitos pagamentos de 273 milhões e 300 mil para os policiais, que atuam em delegacias da cidade de São José dos Campos. Todos eles foram presos, evidenciando que o crime se instalou até mesmo as forças que são pagas para combatê-lo.

A gente sabe que essa tendência para o erro seja fruto de uma transição do Planeta, que registra uma fase de higienização, de limpeza moral, quando até os bons serão tentados a conviver mais com o lado sombrio de todos nós. do que o da luz, que somos. Embora isso seja lamentável, mas é algo que nos move ao sentimento de esperança de que, com essa higienização, se busca eliminar a banda podre da sociedade humana, tentando separar o joio do trigo, a fim de destacar aqueles que podem se qualificar para a nova era de regeneração que a sociedade espera atingir.

‘Bem aventurados os pacíficos” porque eles serão os herdeiros dessa nova Terra que está para surgir de toda essa faxina moral que estamos a assistir. Compete a cada um confirmar que esteja fazendo um esforço para estar do lado da luz, apagando a sombra que ainda carregamos em nós mesmos.

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Na Fortaleza insegura até os delegados são vítimas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

29 de novembro de 2017

Se você é uma daquelas pessoas que nunca sofreram um furto ou foi assaltada, certamente pode se considerar um sujeito de sorte. Porque a maioria da população, mesmo que não tenha sido vítima, tem algo a contar sobre o problema da violência em Fortaleza. São casos impressionantes que, em última análise, revelam o aumento insuportável da criminalidade e a discreta reação dos programas de combate a esse mal. Mas quando se lê notícias como essa de que três delegados foram vítimas de bandidos, meu irmão, a situação revela a quantas anda essa questão de insegurança.

Para quem não tomou conhecimento, a gente lembra: tudo aconteceu ontem, quando um grupo de três delegados foi assaltado na saída de um restaurante no Bairro de Fátima. Os bandidos chegaram a levar até a bolsa de uma delegada. O que se pode tirar desse episódio é que a coisa saiu do controle; que até  a Polícia é vítima dos bandidos e numa área da capital que detém unidades policiais e militares ali na região.

O bairro de Fátima dispõe de duas delegacias – uma na Aguanambi e outra na Eduardo Girão, além de situar o comando geral da Polícia Militar. Na mesma área existe, também, a sede central da Polícia Federal, o que já dá pra se presumir que os bandidos andam tão ousados que não demonstram o menor temor em circular por áreas tão bem vigiadas.

O assalto aos três delegados é mais um capítulo nessa onda de insegurança que lança o nome de Fortaleza, ao ranking de capital mais violenta do Nordeste, onde só os casos de homicídios levam as autoridades a considerarem que, nossa violência, se tornou caso de saúde pública.
O governo, reconhecemos, muito tem feito para evitar chegar a esse estágio; mas é que as políticas de repressão, por si só, não funcionam a contento. Falta ações preventivas. E fora delas não há salvação.

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Ave que não semeia, nem colhe, mas furta em um supermercado

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

23 de novembro de 2017

Durante muito tempo, aprendemos que Deus provém todas as nossas necessidades. Por mais difícil que a vida nos pareça, há sempre saídas, alternativas. O próprio Cristo nos admoestou para não sermos inquietos diante do futuro. E lembrou o exemplo das aves do céu, “que não semeiam, não colhem, nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as sustenta”. Essa lição de confiança nos deixava certos de que cada ser na Terra, encontraria uma forma de se sustentar. De sobreviver. Hoje, contudo, um vídeo revelou a maneira como algumas aves estão se comportando, no que parece ser uma imitação de ações do homem e que são consideradas delituosas, como o furto.

Um pequeno bem-te-vi adentra um supermercado e, sem temer a rotina barulhenta desse comércio e o vai-e-vem das pessoas, pousa tranquilamente junto ao caixa despachante. Num átimo de segundo, pega uma cédula que estava sendo paga por uma cliente e foge rapidamente. Numa palavra: ele furta e foge, como acostumamos ver nos vídeos de assaltantes desse tipo de comércio.

A conclusão mais rápida que se faz é a de que a crise deva estar muito feia até para os passarinhos. Ou numa outra leitura, que as atitudes malsãs dos humanos acabam por ser incorporadas ao dia-a-dia das aves, já que cientificamente qualquer animal pode repetir certos atos quando devidamente treinados.

Embora inusitada, a cena deixa no ar um questionamento melancólico: será que o comportamento humano em meio a tanta prática de falta de moral e ética,  não estaria sendo copiado até pelos animais? Olhai os vícios do homem: há os que não semeiam, nem colhem, e que armazenam os frutos de seus crimes, enquanto o céu deve estar assistindo a tudo isso e anotando para a devida cobrança no dia do Juízo.

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Reação à violência da cidade

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de novembro de 2017

Essa Fortaleza insegura que a gente assiste diariamente nas manchetes, é uma cidade atormentada pela violência. É uma cidade doente. E essa violência tem criado um clima de medo. Medo de se sair às ruas. De ficar numa calçada. De ser assaltado dentro de um coletivo. De ter o carro roubado. De ser importunado na igreja. De ser vítima de um assaltante no emprego. De ter a casa roubada e até ser alvo de uma bala perdida na troca de tiros entre policiais e bandidos. Todavia, uma reação a isso começa a acontecer. E é uma reação que pode significar uma resposta à barbárie que, de repente, passamos a assistir.

“Desconhecidos se cumprimentam nas ruas”.

Um colega nosso, o jornalista Paulo Verlaine tem identificado essa postura, no que ele considera uma expressão muito positiva, quando em meio à loucura da insegurança e da violência, o mais comum seria as pessoas se retraírem mais. Evitarem umas às outras. Mas está acontecendo o contrário. Elas reagem de forma positiva. Que bom, que as pessoas estão recuperando esse tipo de informalidade, a partir de um simples cumprimento nas ruas – ainda que alguém possa sugerir que isso se deva a uma auto-defesa – com medo, a pessoa ao passar por uma rua e se defrontar com alguém, faz um cumprimento como a querer dizer “oi, sou do bem”, estou passando, não tendo nada de mal.

A que ponto chegamos nesta cidade que tem nome de Fortaleza, mas que parece fragilizada nas suas forças de conter o mal impiedoso com que passamos a conviver. É preciso ampliar esse exercício de cidadania, de boa convivência, de reação a todo ato negativo. É como se diz sempre: o mal só prospera porque há a ausência do bem, provando a sua força. A sua importância. O ato simples de cumprimentar desconhecido, já é um passo para um tempo melhor.

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O esporte como fator de combate à violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

20 de novembro de 2017

A gente sempre tem falado aqui da violência das torcidas, no que se configura num mau exemplo de comportamento daqueles que vão a um estádio e se deixam levar por atos de vandalismos. Se isso depõe contra o que se espera de quem torce pela camisa de sua agremiação, há que se reconhecer atitudes que são verdadeiros exemplos de boa convivência. Falo da postura das torcidas de times como o Ceará e Fortaleza, cujas equipes acabam de ingressar em séries que tanto almejaram. Isso deu uma outra motivação às suas torcidas, que transformaram em eventos de comemoração a esses acessos.

O ser humano, por mais contraditório que isso pareça, vive de motivações que possam influenciar o seu comportamento. Para isso, é importante o bom desempenho de seus ícones e de seus valores de referência, para que se sintam motivados também. O clima de festa e de alegria que abriga hoje as duas maiores torcidas cearenses serve, também, como referencial aos projetos esportivos que devem ser ampliados nas comunidades.

A maior parte de nossa periferia prescinde de motivações que atraiam os jovens ao esporte, ao lazer e à boa convivência. Sem esses equipamentos motivadores, a mocidade recorre a desvios de rota e caem, facilmente, nas mãos criminosas de quem lhes oferece o risco e a miséria do mundo do crime. É hora de as autoridades analisarem isso. De converterem em prática, as promessas de levar às comunidades algo que motive para o bem, aqueles que vivem carentes de boa motivação. O esporte favorece isso.

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O esporte como fator de combate à violência

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

20 de novembro de 2017

A gente sempre tem falado aqui da violência das torcidas, no que se configura num mau exemplo de comportamento daqueles que vão a um estádio e se deixam levar por atos de vandalismos. Se isso depõe contra o que se espera de quem torce pela camisa de sua agremiação, há que se reconhecer atitudes que são verdadeiros exemplos de boa convivência. Falo da postura das torcidas de times como o Ceará e Fortaleza, cujas equipes acabam de ingressar em séries que tanto almejaram. Isso deu uma outra motivação às suas torcidas, que transformaram em eventos de comemoração a esses acessos.

O ser humano, por mais contraditório que isso pareça, vive de motivações que possam influenciar o seu comportamento. Para isso, é importante o bom desempenho de seus ícones e de seus valores de referência, para que se sintam motivados também. O clima de festa e de alegria que abriga hoje as duas maiores torcidas cearenses serve, também, como referencial aos projetos esportivos que devem ser ampliados nas comunidades.

A maior parte de nossa periferia prescinde de motivações que atraiam os jovens ao esporte, ao lazer e à boa convivência. Sem esses equipamentos motivadores, a mocidade recorre a desvios de rota e caem, facilmente, nas mãos criminosas de quem lhes oferece o risco e a miséria do mundo do crime. É hora de as autoridades analisarem isso. De converterem em prática, as promessas de levar às comunidades algo que motive para o bem, aqueles que vivem carentes de boa motivação. O esporte favorece isso.