MOUSE OU MENOS - por Nonato Albuquerque
Publicidade

MOUSE OU MENOS

por Nonato Albuquerque

O exercício da cidadania passa pelo respeito às normas e leis que regem o mundo das coisas e dos homens.

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de abril de 2017

Depois de dois dias de intranquilidade, Fortaleza começa a superar o medo que essa onda criminosa causou em todos. E, aos poucos, retoma as suas atividades rotineiras. O feriado de Tiradentes até contribui para isso, porque diminui o número dos que circulam pelas ruas -, muito embora a frota de ônibus trafegue dentro da normalidade, reduzida por conta do feriado.
Infelizmente, ainda persistem aqui e ali alguns indesejáveis casos de mau uso das redes sociais. É incrível como existem pessoas com capacidade para o mal. Utilizam-se da divulgação de notícias falsas, tentando perturbar ainda mais uma situação que já é preocupante. Pessoas assim, em nada contribuem para a cidade; são indivíduos sem escrúpulos que, se não agem como os criminosos das facções, incendeiam a calma e a tranquilidade que tanto precisamos.
Por isso, um alerta: não divuilgue boatos; não crie situações de temor; não compartilham postagens que fogem à verdade, permitindo entrar no jogo de loucura dos responsáveis pelos atentados.
Ainda bem que o governador Camilo Santana foi preciso ao dizer que o governo não acatará esse tipo de ousadia, quando criminosos tentam submeter uma cidade e sua gente ao domínio do terror. O Estado tem que ser implacável com todos eles. Os que incendeiam veículos; os que promovem atentados a bancos e delegacias, tanto quanto os que repassam boatos pelas redes sociais. É preciso ser duro duro com esse tipo de gente que se satisfaz com o caos, com a destruição. Não tem perdão para quem sai por aí disseminando violência, agindo em nome de uma causa que não tem sustentação.
Parta de onde partir, esse é um tipo de crime que precisa ser condenado por todos. Especialmente, quando se tem a suspeição de agentes da criminalidade, através de facções em litígio, querendo impor a sua marca de domínio além das paredes dos presídios onde eles estão.
Quem deseja viver bem, que o faça por onde merecer. Todo mundo tem direitos a serem atendidos; mas é preciso se portar dentro dos limites a que todos nos submetemos.
A cidade e sua população não fecham com esse tipo de protesto criminoso, sob alegação de serem retaliações por transferência de presos de uma unidade para outra.
O exercício da cidadania passa pelo respeito às normas e leis que regem o mundo das coisas e dos homens.

leia tudo sobre

Publicidade

Milagres existem. Explicá-los, quem há de?

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

17 de abril de 2017

Milagres acontecem. Negá-los, pode ser pura conveniência pessoal. Mas eles estão aí. A nos revelar a grandeza da força divina. A nos querer transmitir alguma mensagem, além do que os olhos conseguem perceber e o nosso raciocínio cartesiano consiga explicar.

Uma criança encontrada num camburão de lixo chega a ser inquietante. Mas, a sua sobrevivência depois de permanecer um bom tempo soterrada entre entulhos de construção e outros componentes descartadps como lixo, parece ser a mais recente confirmação de que os céus não deixam de nos enviar sinais e, que por ignorância ou mero preconceito, ao invés de fazermos essa leitura, a primeira preocupação que nos vem à mente é condenar a mãe da criança.

O ser humano é volúvel. Em ocasiões assim, costuma emitir apressadamente juízo de valor sobre certos casos, sem levar em conta a grandeza de uma vida que se salva de forma milagrosa num mundo onde a grande maioria comunga o verbo matar de forma mais irracional.

Nessas horas, é preciso avaliar o que leva uma pessoa a agir dessa forma. Principalmente, alguém que tem a graça de gerar em si o corpo de uma alma destina a uma jornada vivencial e, por algum motivo – motivo sério, provavelmente -, se permite a esse tipo de ação.

Que tipo de pressão a levou a esse ato? Que situação extrema fez ela cometer esse descarte? Não é novidade que, muitas jovens, são impelidas a largar fora o fruto do seu ventre tão logo ele nasça, obrigadas por companheiros e pais insensíveis, diante do milagre da maternidade. Outro detalhe: que anjo é esse que chega à Terra de forma tão desconcertante? Abandonado tão logo vem à luz?

Milagres existem. E, como não há maneira mais simples de explicá-los, a Vida se encarrega de aplicá-los.

leia tudo sobre

Publicidade

Retrato falado de um homem chamado Jesus

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

14 de abril de 2017

Texto de Nonato Albuquerque

 

Um excluído, cidadão de uns 33 anos, é preso, torturado e executado de forma arbitrária. Seu julgamento durou menos de 24 horas, entre a prisão e a morte, assistida por dezenas de pessoas. O crime pelo qual foi condenado não ficou bem definido. Há suspeitas de que ele vivia à margem da lei. Que pregou uma nova ordem social, na qual as pessoas deveriam viver no Bem, na Esperança e na Caridade.”

Ousado, ele chegou a incitar as multidões a abandonarem os vícios e as maldades do ódio e da violência. Seus algozes o acusaram de andar em bando, com uma espécie de gangue que chegara a danificar um templo religioso, expulsando os comerciantes que, segundo ele, assaltavam o consumidor no peso e no no preço.

Preso pelas milícias oficiais, depois de várias tentativas frustradas, esse homem quase foi linchado pela multidão, a qual ele assistiu durante três sucessivos anos, ensinando regras de comportamento ético e de uma vida saudável para o corpo e para o espírito.

Foi a ajuda de um integrante de seu grupo, por meio do expediente da delação, que deu à polícia a chance de localizá-lo. Sua prisão não obedeceu a nenhum critério da lei ou respeito aos direitos humanos.

Sua identidade é bastante conhecida, mas há em torno dele um grande mistério. Partidários e até inimigos são unânimes em garantir que ele sempre se portou em favor dos pobres, doentes, assassinos, prostitutas e miseráveis, tendo anunciado a Justiça em defesa dos oprimidos.

Esse homem, sem residência fixa e cujo destino todos ignoravam, costumava atrair multidões às praças e aos logradouros onde pregava lições que jamais foram ouvidas da boca de alguém: o dever de amar os inimigos; esquecer pai e mãe para segui-lo; a promessa de um lugar no paraíso para os pobres de espírito; a igualdade dos povos e a sua filiação divina; a crença de que todos somos deuses, além de buscar fazer pelo outro aquilo que desejaríamos que nos fizessem.

Preso, torturado e executado em via pública, num local denominado Morro da Caveira, esse homem mereceu o registro maior de todas as violências.

Seu nome: Jesus.
Seu crime: ter amado a humanidade.

leia tudo sobre

Publicidade

O caso da pequena Débora

Por Nonato Albuquerque em Sem categoria

10 de abril de 2017

O caso da pequena Débora Lohany não sai da cabeça de ninguém. A sua morte incomoda a todos. E não apenas por envolver uma inocente; mas pela forma como esse caso aconteceu.

Uma criança de 4 anos, brincando na calçada, ser levada por alguém – cujo perfil descrito inicialmente era de alguém sem um braço e que a conduzira pela região do mangue – descartadas em seguida.

Buscas incessantes envolvendo todo um aparato policial e da população não conseguiram evitar o pior: a pequena Débora acabou sendo sacrificada em nome de algo que foge ao nosso conhecimento. É essa questão que anda remoendo a cabeça de todos.

Qual foi a causa, o que motivou o sacrifício de uma inocente? Deve haver algo que foge a nossa compreensão – foi apenas um ato desumano de alguém que se aproveitou para raptar a criança ou seria alguma pendência familiar que levou a consequência tanto malsã?

Questionou-se a possibilidade de dívida de drogas. Nada ficou esclarecido.

O caso da pequena Débora não sai da nossa cabeça, das nossas conversas, da nossa dificuldade em explicá-lo.

O silêncio a que a criança foi submetida é a grande questão que a Polícia deve investigar. Nada deve ficar sem resposta. Essa é uma obrigação não só para atender à família, mas à população.

O caso da pequena Débora reabre uma outra discussão relacionada à insegurança a que estão expostas nossas crianças. E mais do que isso: tenta entender esse instinto perverso de alguém que é capaz de sacrificar uma inocente, num gesto que foge a qualquer senso de racionalidade.

O caso da pequena Débora não sai das nossas cabeças.

leia tudo sobre

Publicidade

Crimes bárbaros no Ceará identificam ação de celerados

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

24 de março de 2017

Violentos todos somos. Tudo vai depender é do momento da raiva e da situação em que estejamos envolvidos. Mas violentos com esses traços de barbárie, como o que temos vistos nos últimos crimes, esse parece definir o perfil de alguns celerados. Não satisfeitos em tirar a vida de suas vítimas, eles ampliam essa forma de matar utilizando-se de métodos e requintes de pura crueldade.

O homem é violento por natureza. A sua porção animal ainda se sobrepõe ao seu lado humano. É preciso um trabalho de educação para que nele se revele a sua condição espiritual. Até que isso aconteça, o indivíduo circula entre a espécie selvagem – que tempos atrás era comum entre as tribos de índios que praticavam o canibalismo – e o modelo do homem plural, aquele que se atém aos aspectos de cidadania, do respeito e da defesa da Vida.

A caminhada da humanidade rumo a essa melhoria é lenta; ainda é capaz de registrar impactantes crimes como esses da pessoa esquartejada; de outra que teve a cabeça decepada e colocaram cadeados em sua boca, como a querer dizer que ela falara demais. Mas a civilização moderna já não compactua com isso. Indignar-se com isso é o comum; mas não se deve perder a esperança de que caminhamos para dias melhores. Os que ainda agem assim, convivem com seus infernos interiores. No futuro, certamente, eles não poderão conviver com a humanidade dos mansos e pacíficos como foi prometido nas bem-aventuranças. Pense nisso.

leia tudo sobre

Publicidade

Ninguém é perfeito

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

22 de março de 2017

Já notaram como há muita indiferença das pessoas em relação à desgraça alheia? A dor do outro é a dor alheia, pouco ou nada tem a ver conosco. É que somos uma população em sua maioria individualista, preocupada com o seu mundinho particular, sem dar muita trela ao sofrimento dos outros.

Diante de alguém que sofre de um vício, seja da bebida ou de outra droga qualquer, a maioria dificilmente utiliza os recursos da solidariedade para avaliar sobre o que leva alguém a sair do seu normal e utilizar-se de uma droga para sobreviver.

Diante de um desgraçado que age em desacordo da lei, somos levados a imitar o primeiro gesto de quem usa a violência para vingar-se dele. E elegemos o linchamento como forma de sanear o mundo.

Ninguém é perfeito; mas estamos sempre a exigir a correção dos outros, sem buscar colocar a cara no espelho e verificar que todos somos capazes de cometer os mesmos deslizes. Nessas horas, sempre lembramos da velha assertiva: quem não tiver erro, que atire a primeira pedra.

leia tudo sobre

Publicidade

Todo mundo gostaria de ser…

Por Nonato Albuquerque em LITERATURA, POESIA

13 de março de 2017

Tão harmonioso quanto Bach
Tão bondoso quanto Chico
Tão inteligente quanto Einstein
Tão perfeito quanto Jesus
Tão pacífico quanto Gandhi
Tão justo quanto Salomão
Tão santo quanto Francisco
Tão caridoso quanto Tereza de Calcutá
Tão belo como David de Michelângelo
Tão habilidoso quanto Dumont
Tão eficiente quanto Sabin
Tão paciente quanto Jó
Tão engraçado quanto Chaplin
Tão inspirado quanto Wagner
Tão poeta quanto Neruda
Tão sentimental quanto Romeu
Tão amorosa quanto Julieta
Tão forte quanto Sansão
Mas tão simples quanto Tolstoi
Tão musical quanto Jobim
Tão bom quanto Drummond
Tão virtuose quanto Mozart
Tão desbravador quanto Rondon
Tão famoso quanto Lennon
Tão bonito quanto Pitt
Tão sincero quanto Galileu
Tão grande quanto Alexandre
Tão sólido quanto Zé Alencar
Tão fiel quanto Abrão
Tão sábio quanto Hawkins
Tão ativa quanto Madame Curie
Tão gente como qualquer um.

Nem é preciso tanto esforço,
Basta Ser, antes de querer Ter.

(Texto de Nonato Albuquerque)

leia tudo sobre

Publicidade

Furto ao Banco Central: o crime não como pensas

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

13 de março de 2017

Decisão da Justiça não se questiona; tem que ser cumprida. Mas, por mais que alguém se atenha a essa regra não consegue ficar calado ao comentar algumas ações da Justiça que surpreendem. Surpreendem e muito.

Como entender o benefício concedido a quem comete um crime que surpreendeu o mundo e, mesmo que condenados a décadas de prisão, seus autores ganhem a extinção das penas? Estamos falando do furto ao Banco Central de Fortaleza em 2005. Acontece o seguinte: o Tribunal Regional Federal, da quinta região, sediado em Recife, extinguiu a pena por lavagem de dinheiro. Nada mais nada menos que 14 condenados estão de certa formam, juridicamente perdoados, o que já tinha sido feito em relação a Antonio Jussivan Alves dos Santos, o Alemão, considerado o cabeça do furto ocorrido em 2005. Esse Alemão foi sentenciado a 80 anos de prisão, mas já teve a pena comutada, isto é, mudada.

Sem querer entrar no mérito da discussão jurídica, diante de decisões como essa, o cidadão comum, desses que frequentam as rodas de conversa da praça do Ferreira, devem considerar que a Justiça tarda – e falha, quando age em favor de condenados -, além de quebrar uma outra regra que aprendemos desde criança. A de que o crime não compensa. Por decisões como essa, a impressão que se tem é de que a coisa compensa. Ou será melhor dizer: o crime não como pensas.

leia tudo sobre

Publicidade

Das palavras que viram moda

Quer saber por que eu fiz no meu Face essa postagem? É que as pessoas têm mania de usar algumas palavras até a exaustão. Dependendo da atividade profissional, você se depara com gente ‘gastando’ essa ou aquela expressão, como se palavra fosse como roupa: estivesse na moda.

Quem não se lembra do uso de ‘foco’, ‘estou focado’ – principalmente por técnicos e jogadores de futebol? Paradigma teve sua fase, usada em palestras de ‘coaching’.

Hoje em dia é “empoderamento” –  a ação social coletiva de participar de debates que visam potencializar a conscientização civil sobre os direitos sociais e civis. Esta consciência possibilita a aquisição da emancipação individual e também da consciência coletiva necessária para a superação da dependência social e dominação política. (conforme li no Google).

Tem apresentadora de tv que gastou quase uma dezena em um bloco de entrevistas. A impressão é que, por alguém bem situado econômico e socialmente fazer uso dela, vira sucesso. Muitas vezes, essas pessoas utilizam expressões que se inadequam ao discurso, mas o fazem por acharem bonitas.

leia tudo sobre

Publicidade

O escândalo do líder religioso

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

09 de março de 2017

A prisão de um líder religioso católico, suspeito de crime de estupro contra pelo menos cinco seguidoras da comunidade Família em Missão, pode ter surpreendido a muitos; principalmente por envolver uma figura responsável por orientação religiosa de jovens entre 18 e 20 anos. Na verdade, não é coisa de fim de mundo como possam imaginar alguns. É só a confirmação de que, como seres humanos, somos indivíduos bastante vulneráveis às tentações. E que é preciso sim, orientar nossos jovens sobre os riscos e os perigos da vida, que muitas vezes se ocultam em figuras que a gente nem imagina.

Não é a aparência que indica o comprometimento moral de uma pessoa. Até nos círculos religiosos, onde se devia primar pela moral e pela postura correta, também se convive com a possibilidade do erro. No próprio texto do Evangelho cristão está escrito essa passagem bíblica: “ai do mundo por causa dos escândalos; porque é necessário que venham escândalos. Mas ai de quem os cometa”. Com isso, Cristo discernia que o planeta ainda convive numa escala inferior dos mundos e que situações lamentáveis ainda teriam que ocorrer até para servir de alerta. Ai de quem cometer escândalo, significa que terá que responder pelas consequências. Mas, antes de se lançar pedras ao autor do escândalo, é preciso lembrar que é o erro que deve ser combatido e não o errado. O errado sim, terá que responder na Justiça pelo seu crime. A nós compete refletir sobre o fato e evitá-lo.

leia tudo sobre

Publicidade

O exercício da cidadania passa pelo respeito às normas e leis que regem o mundo das coisas e dos homens.

Por Nonato Albuquerque em ARTIGO

21 de abril de 2017

Depois de dois dias de intranquilidade, Fortaleza começa a superar o medo que essa onda criminosa causou em todos. E, aos poucos, retoma as suas atividades rotineiras. O feriado de Tiradentes até contribui para isso, porque diminui o número dos que circulam pelas ruas -, muito embora a frota de ônibus trafegue dentro da normalidade, reduzida por conta do feriado.
Infelizmente, ainda persistem aqui e ali alguns indesejáveis casos de mau uso das redes sociais. É incrível como existem pessoas com capacidade para o mal. Utilizam-se da divulgação de notícias falsas, tentando perturbar ainda mais uma situação que já é preocupante. Pessoas assim, em nada contribuem para a cidade; são indivíduos sem escrúpulos que, se não agem como os criminosos das facções, incendeiam a calma e a tranquilidade que tanto precisamos.
Por isso, um alerta: não divuilgue boatos; não crie situações de temor; não compartilham postagens que fogem à verdade, permitindo entrar no jogo de loucura dos responsáveis pelos atentados.
Ainda bem que o governador Camilo Santana foi preciso ao dizer que o governo não acatará esse tipo de ousadia, quando criminosos tentam submeter uma cidade e sua gente ao domínio do terror. O Estado tem que ser implacável com todos eles. Os que incendeiam veículos; os que promovem atentados a bancos e delegacias, tanto quanto os que repassam boatos pelas redes sociais. É preciso ser duro duro com esse tipo de gente que se satisfaz com o caos, com a destruição. Não tem perdão para quem sai por aí disseminando violência, agindo em nome de uma causa que não tem sustentação.
Parta de onde partir, esse é um tipo de crime que precisa ser condenado por todos. Especialmente, quando se tem a suspeição de agentes da criminalidade, através de facções em litígio, querendo impor a sua marca de domínio além das paredes dos presídios onde eles estão.
Quem deseja viver bem, que o faça por onde merecer. Todo mundo tem direitos a serem atendidos; mas é preciso se portar dentro dos limites a que todos nos submetemos.
A cidade e sua população não fecham com esse tipo de protesto criminoso, sob alegação de serem retaliações por transferência de presos de uma unidade para outra.
O exercício da cidadania passa pelo respeito às normas e leis que regem o mundo das coisas e dos homens.