Janeiro 2016 - News Maranguape 
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News Maranguape

por Dadynha Saturnino

Janeiro 2016

Solteirões do Forró puxa trio elétrico neste sábado (30), no Pré-Carnaval de Maranguape. Confira programação completa

Por Dadynha Saturnino em Pré-Carnaval

30 de Janeiro de 2016

A banda Solteirões do Forró anima os foliões do Bloco Arroxo de cima do trio elétrico na noite deste sábado (30), no corredor da folia do tradicional Pré-Carnaval de Maranguape- Ceará. Mas, a folia não pára por aí: o Grupo Adoleta sobe ao trio do Bloco Kids Folia, Matheus Fernandes do Bloco Fantástico, Seu Minino do Bloco Uz Polêmicos e Italo & Renno e o Grupo Nossa Relação fazem o encerramento do evento no trio do Bloco Pega Eu.
 
Obs: depois da descida do trio do Bloco Arroxo, a folia continua no palco do Maranguape Clube com show dos irmãos Luis Marcelo & Gabriel e das bandas Forró Real e Forró dos Amigos. O acesso é gratuito para o folião do Arroxo.
 
 
Solteirões do Forro no Bloco Arroxo em Maranguape-Ce. Divulgação

Solteirões do Forro no Bloco Arroxo em Maranguape-Ce. Divulgação

 
 
Ordem de saída dos Blocos
 
Corredor da Folia
 
19h: Bloco Kids Folia: Grupo Adoleta
 
21h: Bloco Arroxo: Solteirões do Forró
 
22h: Bloco Fantástico: Matheus Fernandes
 
23h: Bloco Uz Polêmicos: Forró Seu Minino
 
00h: Bloco Pega Eu: Ítalo & Renno e Grupo Nossa Relação
 
Maranguape Clube: Luis Marcelo e Gabriel, Forró Real e Forró dos Amigos
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Harmonia do Samba e Chiclete com Banana puxam trio hoje (29), em Maranguape

Por Dadynha Saturnino em Pré-Carnaval

29 de Janeiro de 2016

No final de semana que antecede a folia momina em todo o Brasil Xanddy e Harmonia do Samba, Rafa Chaves e Chiclete com Banana e Mara Pavanelly e Banda Forró 3 Sentimentos puxam o trio dos Blocos Arroxo, Fantástico e Pega Eu, respectivamente, na primeira noite do tradicional Pré-Carnaval da serrana Maranguape, localizada na região metropolitana de Fortaleza. Baqueta, bloco formado por ritmistas da capital e que neste ano homenageia em seu samba-enredo o maranguapense Chico anysio (in memoriam), também se apresenta no famoso corredor da folia da cidade (abertura). O cantor Ávineh Vinny e as bandas Xé Pop e Pé de Ouro continuam a festa no palco do Maraguape Clube.

Harmonia do Samba no Bloco Arroxo. Divulgação

Harmonia do Samba no Bloco Arroxo. Divulgação

Confira abaixo a ordem dos Blocos e atrações para os dois dias de Pré-Carnaval

Sexta (29)

21h Bloco Baqueta

21h30min Bloco Fantástico: Rafa Chaves e Chiclete com Banana

22h30min Bloco Arroxo: Xanddy e Harmonia do Samba

23h30min Bloco Pega Eu: Forró 3 Sentimentos e Mara Pavanelly

Maranguape Clube: cantor Ávineh Vinny e as bandas Xé Pop e Pé de Ouro

Sábado (30)

19h: Bloco Kids Folia: Grupo Adoleta

21h: Bloco Arroxo: Solteirões do Forró

22h: Bloco Fantástico: Matheus Fernandes

23h: Bloco Uz Polêmicos: Forró Seu Minino

00h: Bloco Pega Eu: Ítalo & Renno e Grupo Nossa Relação

Maranguape Clube: Luis Marcelo e Gabriel, Forró Real e Forró dos Amigos

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Guto Ribeiro puxa trio no 4º Pré-Carnaval de Itapebussu, em Maranguape

Por Dadynha Saturnino em Pré-Carnaval

13 de Janeiro de 2016

Nesse sábado (16), o cantor cearense Guto Ribeiro – o Rei da balada – faz show no trio elétrico no 4º Pré-Carnaval do clube Barraquim Só O Mie, no Distrito de Itapebussu, zona rural de Maranguape. A concentração será na Praça Central, às 20h e de lá Guto segue animando os foliões dos blocos de cima do trio até o clube. “No apagar da luz” é a música de trabalho desta temporada carnavalesca, mas, energia não vai faltar nessa festa: “Estou preparando um repertório pra lá de irreverente e muito percussivo”, garante Guto. O cantor Hélio Araújo e a Banda Forró D’Nome farão o comando no palco e na compra do abadá do barraquim, a entrada no clube é liberada.

 

Tradicional festa carnavalesca acontece nesse sábado (16), em Itapebussu. Divulgação

Tradicional festa carnavalesca acontece nesse sábado (16), em Itapebussu. Divulgação

 

Serviço

 

4º Pré-Carnaval do Clube Barraquim Só O Mie, em Itapebussu, Maranguape-CE

Guto Ribeiro elétrico, Hélio Araújo, D’Nome

16/01/16 às 20h

Preço do abadá (Bloco Barraquim): R$25,00

Vendas: Sede do clube

Informações: (85) 98748-6482 Manú Cavalcante

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Esquentas do Pré-Carnaval de Maranguape acontecem nesse final de semana

Por Dadynha Saturnino em Pré-Carnaval

12 de Janeiro de 2016

A serrana Maranguape está em contagem regressiva para a realização do seu tradicional Pré-Carnaval, que neste ano acontece dias 29 e 30 de janeiro. Para animar ainda mais os foliões, o Bloco Fantástico promove um esquenta nesse sábado (16) e o Bloco Arroxo realiza a famosa feijoada do Arroxo no domingo (17), ambos no Maranguape Clube. Na compra dos abadás dos blocos, grátis o ingresso dos respectivos eventos. Confiram as atrações:

 

Esquenta do Bloco Fantastico em Maranguape. Divulgação

Esquenta do Bloco Fantastico em Maranguape. Divulgação

 

 

Esquenta do Bloco Arroxo. Divulgação

Esquenta do Bloco Arroxo. Divulgação

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Tradicional festa de São Sebastião acontece de 11 a 20 de janeiro, em Maranguape

Por Dadynha Saturnino em Religião

11 de Janeiro de 2016

A tradicional festa católica de São Sebastião, Santo co-Padroeiro de Maranguape, acontece de hoje (11) até o próximo dia 20 de janeiro, na terra de Chico Anysio. Diariamente serão realizadas novenas e missas na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha, localizada no Centro da Cidade.

 

Missa de São Sebastião 2015. Foto Dadynha Saturnino

Missa de São Sebastião 2015. Foto Dadynha Saturnino

 

Confira programação completa abaixo:

 

11 (segunda) – Noite dos Casais com Cristo

18h20min: Procissão. Saída da Capela São João Batista, no bairro da Outra Banda

19h: Santa Missa. Arildo e Pe. Ricardo

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Filhos da Luz

Social: atração artística/barraca: ECC

 

12 (terça) – Noite dos pequeninos de Deus

18h15min: Novenário. Catequese. 1ª Eucaristia

19h: Santa Missa. Pe. Francisco (Pedras)

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Terços dos Homens

Social: atração artística/barraca: setor Catequese, Coleta, Dízimo

 

13 (quarta) – Noite da Misericórdia

18h15min: Novenário. Pastoral da Sobriedade

19h: Santa Missa. Pe. Vicente (Vice-Reitor do Seminário)

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: RCC

Social: atração artística/barraca: setor Pastorais Sociais

 

14 (quinta) – Noite da Renovação

18h15min: Novenário. RCC

19h: Santa Missa. Pe. João Batista (Pacatuba)

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Semeadores da Fé

Social: atração artística/barraca: ECC

 

15 (sexta) – Noite da Juventude I

18h50min: Novenário. Setor Juventude.

19h: Santa Missa. Pe. Marcílio (São Gonçalo)

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Louvai ao Senhor

Social: atração artística/barraca: setor Juventude

 

16 (sábado) – Noite dos Servos de Deus

18h15min: Novenário: MESC

19h: Santa Missa. Pe. Rafhael (Reitor do Seminário)

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Unidos pela fé

Social: atração artística/barraca/leilão: MEPAS, MESC, Arautos do Senhor, Liturgia

 

17 (domingo) – Noite da Juventude II 

18h15min: Novenário. MEPAS

19h: Santa Missa. Pe. Ricardo

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Naylsone Nayara

Social: atração artística/barraca: setor Juventude

 

18 (segunda) – Noite da Aliança

18h15min: Novenário. Mãe Rainha

19h: Santa Missa. Pe. Ailton (Campos Belos)

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Raiz de Davi

Social: atração artística/barraca: Legionárias, Apostolado da Oração, Sagrada Face

 

19 (terça) – Noite Mariana

18h15min: Novenário. Legionárias, Apostolado da Oração, Sagrada Face

19h: Santa Missa. Pe. Flávio (São Miguel)

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Sol Maior

Social: atração artística/barraca/Leilão: Mãe Rainha, Terço dos Homens

 

20 (quarta) – Noite da Família

9h: Santa Missa. Pe. Rafhael

Liturgia de Canto: Ágape

19h: Santa Missa. Pe. Arildo e Pe. Ricardo

Liturgia da Palavra: convidados

Liturgia de Canto: Mensageiros de Deus

Social: Pastoral Familiar, Batismo, Catequese de Adultos

 

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A Lenda do Gato Preto conquista troféu de ouro em prêmio internacional de Direitos Humanos

Por Dadynha Saturnino em cinema

06 de Janeiro de 2016

A Lenda do Gato Preto. Núcleo cigano. Foto reprodução do site

A Lenda do Gato Preto. Núcleo cigano. Foto reprodução do site

 

A Lenda do Gato Preto, longa-metragem cearense do diretor quixadaense Clébio Viriato Ribeiro, conquistou o Troféu de Ouro “World Human Rights Awards (WHRA) ” – Prêmio Mundial dos Direitos Humanos na Indonésia. Com roteiro assinado pela dupla Caio Quinderé e Kennedy Saldanha e apoio do Governo do Estado do Ceará, o filme é baseado em uma lenda urbana da cidade de Quixadá e aborda positivamente a temática cigana, povos que fazem parte de uma etnia muito discriminada no mundo inteiro, fator que também garantiu prêmio nas categorias platina e prata. Rodado nas cidades de Quixadá e Maranguape, tem em seu elenco principal os atores Emiliano Queiroz, Elke Maravilha, Eduardo Dascar, Jane Azeredo, Katiana Monteiro, Alexandre Mandarino, Aurora Duarte e a estreante Cassia Roberta. Os atores Antonieta Noronha e Sidney Souto (ambos in memoriam) fazem parte do núcleo cigano. 
Entrega
A Lenda do Gato Preto é premiado em Jakarta, Indonésia. Divulgação.

A Lenda do Gato Preto é premiado em Jakarta, Indonésia. Divulgação.

A entrega do prêmio acontecerá próximo dia 18 de janeiro em Jakarta, na Indonésia. “Na ocasião, teremos a oportunidade de participar do debate e de uma coletiva internacional engrandecendo o nome do Ceará para a imprensa mundial, além de ser momento de negócios com distribuidoras nacionais e internacionais”, pontua Viriato.

 

O filme

 

Com direção de Clébio Viriato, A Lenda do Gato Preto é um filme de longa duração e que se destina à exibição no circuito comercial de salas de cinema e salas digitais no Brasil e exterior. O filme exalta a força da cultura cigana e sua contribuição para formação da identidade cultural brasileira. Vai respeitar as diferenças das minorias étnicas, reconhecendo o legado que os povos ciganos (notadamente os que passaram pelo sertão nordestino em meados do século passado) deixaram às futuras gerações.

O filme tem ainda como mote inspirador uma lenda urbana propagada em Quixadá, município do sertão central do Ceará, que diz sobre uma menina tomada pelo desejo súbito e irresistível de subir pela parte mais íngreme da Pedra do Cruzeiro, vencendo seus 90 metros de altura sem a ajuda de qualquer equipamento, afirmando ser atraída por um gato preto que a conduzia até o topo da pedra.

Como resultado, espera-se atingir um público estimado em dois milhões de pessoas entre cinéfilos, remanescentes de comunidades ciganas, jovens e adultos, homens e mulheres das classes sociais A, B e C no Brasil e Exterior.

Por que um filme sobre ciganos? Ao contrário dos índios, hoje também uma minoria, os ciganos nem sequer são citados na Constituição Federal. A defesa dos direitos e interesses ciganos, no entanto, é bem mais difícil e complexa, porque a bibliografia sobre esse grupo no Brasil é muito reduzida e mal chega a uma dúzia de ensaios científicos, dada a quase inexistência de antropólogos e outros cientistas que realizaram ou realizam pesquisas de campo em torno do tema.

Assim, os ciganos constituem uma minoria das menos conhecidas e talvez por isso são vítimas de muitos preconceitos e discriminação no Brasil. Por isso, a pesquisa deste filme foi fundamentada na oralidade de grupos ciganos residentes nas proximidades de Sobral e Juazeiro do Norte, interior do Ceará.

A cultura cigana representa um conjunto de tradições e crenças que desafiam os modelos sociais por defender o direito à diferença. Os ciganos ao longo da história são testemunhas do preconceito social e religioso, exatamente por não reconhecerem um Deus próprio, nem sacerdotes, nem cultos originais. Para os citadinos, cigano muitas vezes é sinônimo de esperto, vagabundo ou ladrão. Esse ranço histórico é cultivado, inclusive, pela literatura em torno de estórias e histórias vividas ou imaginadas. Assim como os judeus, os índios, os negros, ou os pobres, os ciganos são discriminados na sociedade. É sobre discriminação, amor proibido, honra e dignidade que este filme trata.

A Lenda do Gato Preto enfoca os aspectos da cultura cigana e os contrates com a moral social dos anos 70 até os dias atuais, para que a sociedade compreenda o seu valor e mantenha a determinação de preservar a cultura nômade.

Bastidores

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Arquivo pessoal
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Arquivo pessoal

Emiliano Queiroz com as atrizes Jane Azeredo e Fernanda Quinderé, a produtora Dadynha Saturnino e o amigo Tony Valotão em sua chegada ao Sítio Bela Vista, em Maranguape, set de filmagens do filme A Lenda do Gato Preto. Foto Arquivo pessoal

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino

Elke Maravilha com equipe técnica no set de filmagens do filme A Lenda do Gato Preto em Maranguape. Foto Dadynha Saturnino

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino

Sidney Souto (IM) nos bastidores de gravações do filme A Lenda do Gato Preto em Maranguape. Foto Dadynha Saturnino

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino

Elke Maravilha com figurantes nos bastidores de gravações do filme A Lenda do Gato Preto em Maranguape. Foto Dadynha Saturnino

A Lenda do Gato Preto. Divulgação
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A Lenda do Gato Preto. Divulgação

A Lenda do Gato Preto. Divulgação

A Lenda do Gato Preto. Divulgação
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A Lenda do Gato Preto. Divulgação

A Lenda do Gato Preto. Divulgação

Sinopse

Sertão do Nordeste brasileiro 1970. Um grupo de ciganos acampa nos arredores de Quixadá, seguindo a previsão de que um novo tempo se anuncia. Ali passam semanas mudando a paisagem, interferindo no cotidiano do pequeno lugarejo. Aos poucos se integram à vida da cidade e usando da habilidade para o comércio fazem da feira seu ponto de negócios.

Lutando pelo direito de serem aceitos, um pequeno grupo de ciganos envolve-se numa grande confusão, após um rico comerciante local atropelar um Gato Preto, animal de estimação de uma Cigana. Conflito que finda por expulsar a todos os ciganos da cidade. Dezoito anos depois, Mariana, filha mais nova da família Amorim, no dia de seu aniversário, sente-se tomada por uma força indômita que a faz correr pelas ruas de Quixadá e subir pela parte mais íngreme da Pedra do Cruzeiro.

A Cigana do gato morto retorna a Quixadá, agora dona do famoso Circo Estrela do Oriente. Seu filho e Mariana têm um romance proibido que mudará o rumo da historia.

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A Lenda do Gato Preto conquista troféu de ouro em prêmio internacional de Direitos Humanos

Por Dadynha Saturnino em cinema

06 de Janeiro de 2016

A Lenda do Gato Preto. Núcleo cigano. Foto reprodução do site

A Lenda do Gato Preto. Núcleo cigano. Foto reprodução do site

 

A Lenda do Gato Preto, longa-metragem cearense do diretor quixadaense Clébio Viriato Ribeiro, conquistou o Troféu de Ouro “World Human Rights Awards (WHRA) ” – Prêmio Mundial dos Direitos Humanos na Indonésia. Com roteiro assinado pela dupla Caio Quinderé e Kennedy Saldanha e apoio do Governo do Estado do Ceará, o filme é baseado em uma lenda urbana da cidade de Quixadá e aborda positivamente a temática cigana, povos que fazem parte de uma etnia muito discriminada no mundo inteiro, fator que também garantiu prêmio nas categorias platina e prata. Rodado nas cidades de Quixadá e Maranguape, tem em seu elenco principal os atores Emiliano Queiroz, Elke Maravilha, Eduardo Dascar, Jane Azeredo, Katiana Monteiro, Alexandre Mandarino, Aurora Duarte e a estreante Cassia Roberta. Os atores Antonieta Noronha e Sidney Souto (ambos in memoriam) fazem parte do núcleo cigano. 
Entrega
A Lenda do Gato Preto é premiado em Jakarta, Indonésia. Divulgação.

A Lenda do Gato Preto é premiado em Jakarta, Indonésia. Divulgação.

A entrega do prêmio acontecerá próximo dia 18 de janeiro em Jakarta, na Indonésia. “Na ocasião, teremos a oportunidade de participar do debate e de uma coletiva internacional engrandecendo o nome do Ceará para a imprensa mundial, além de ser momento de negócios com distribuidoras nacionais e internacionais”, pontua Viriato.

 

O filme

 

Com direção de Clébio Viriato, A Lenda do Gato Preto é um filme de longa duração e que se destina à exibição no circuito comercial de salas de cinema e salas digitais no Brasil e exterior. O filme exalta a força da cultura cigana e sua contribuição para formação da identidade cultural brasileira. Vai respeitar as diferenças das minorias étnicas, reconhecendo o legado que os povos ciganos (notadamente os que passaram pelo sertão nordestino em meados do século passado) deixaram às futuras gerações.

O filme tem ainda como mote inspirador uma lenda urbana propagada em Quixadá, município do sertão central do Ceará, que diz sobre uma menina tomada pelo desejo súbito e irresistível de subir pela parte mais íngreme da Pedra do Cruzeiro, vencendo seus 90 metros de altura sem a ajuda de qualquer equipamento, afirmando ser atraída por um gato preto que a conduzia até o topo da pedra.

Como resultado, espera-se atingir um público estimado em dois milhões de pessoas entre cinéfilos, remanescentes de comunidades ciganas, jovens e adultos, homens e mulheres das classes sociais A, B e C no Brasil e Exterior.

Por que um filme sobre ciganos? Ao contrário dos índios, hoje também uma minoria, os ciganos nem sequer são citados na Constituição Federal. A defesa dos direitos e interesses ciganos, no entanto, é bem mais difícil e complexa, porque a bibliografia sobre esse grupo no Brasil é muito reduzida e mal chega a uma dúzia de ensaios científicos, dada a quase inexistência de antropólogos e outros cientistas que realizaram ou realizam pesquisas de campo em torno do tema.

Assim, os ciganos constituem uma minoria das menos conhecidas e talvez por isso são vítimas de muitos preconceitos e discriminação no Brasil. Por isso, a pesquisa deste filme foi fundamentada na oralidade de grupos ciganos residentes nas proximidades de Sobral e Juazeiro do Norte, interior do Ceará.

A cultura cigana representa um conjunto de tradições e crenças que desafiam os modelos sociais por defender o direito à diferença. Os ciganos ao longo da história são testemunhas do preconceito social e religioso, exatamente por não reconhecerem um Deus próprio, nem sacerdotes, nem cultos originais. Para os citadinos, cigano muitas vezes é sinônimo de esperto, vagabundo ou ladrão. Esse ranço histórico é cultivado, inclusive, pela literatura em torno de estórias e histórias vividas ou imaginadas. Assim como os judeus, os índios, os negros, ou os pobres, os ciganos são discriminados na sociedade. É sobre discriminação, amor proibido, honra e dignidade que este filme trata.

A Lenda do Gato Preto enfoca os aspectos da cultura cigana e os contrates com a moral social dos anos 70 até os dias atuais, para que a sociedade compreenda o seu valor e mantenha a determinação de preservar a cultura nômade.

Bastidores

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Arquivo pessoal
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Arquivo pessoal

Emiliano Queiroz com as atrizes Jane Azeredo e Fernanda Quinderé, a produtora Dadynha Saturnino e o amigo Tony Valotão em sua chegada ao Sítio Bela Vista, em Maranguape, set de filmagens do filme A Lenda do Gato Preto. Foto Arquivo pessoal

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino

Elke Maravilha com equipe técnica no set de filmagens do filme A Lenda do Gato Preto em Maranguape. Foto Dadynha Saturnino

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino

Sidney Souto (IM) nos bastidores de gravações do filme A Lenda do Gato Preto em Maranguape. Foto Dadynha Saturnino

Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino
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Bastidores A Lenda do Gato Preto. Foto Dadynha Saturnino

Elke Maravilha com figurantes nos bastidores de gravações do filme A Lenda do Gato Preto em Maranguape. Foto Dadynha Saturnino

A Lenda do Gato Preto. Divulgação
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A Lenda do Gato Preto. Divulgação

A Lenda do Gato Preto. Divulgação

A Lenda do Gato Preto. Divulgação
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A Lenda do Gato Preto. Divulgação

A Lenda do Gato Preto. Divulgação

Sinopse

Sertão do Nordeste brasileiro 1970. Um grupo de ciganos acampa nos arredores de Quixadá, seguindo a previsão de que um novo tempo se anuncia. Ali passam semanas mudando a paisagem, interferindo no cotidiano do pequeno lugarejo. Aos poucos se integram à vida da cidade e usando da habilidade para o comércio fazem da feira seu ponto de negócios.

Lutando pelo direito de serem aceitos, um pequeno grupo de ciganos envolve-se numa grande confusão, após um rico comerciante local atropelar um Gato Preto, animal de estimação de uma Cigana. Conflito que finda por expulsar a todos os ciganos da cidade. Dezoito anos depois, Mariana, filha mais nova da família Amorim, no dia de seu aniversário, sente-se tomada por uma força indômita que a faz correr pelas ruas de Quixadá e subir pela parte mais íngreme da Pedra do Cruzeiro.

A Cigana do gato morto retorna a Quixadá, agora dona do famoso Circo Estrela do Oriente. Seu filho e Mariana têm um romance proibido que mudará o rumo da historia.