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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras, Caetano Neto e Iury Costa

le chef coxinha

Com uma alimentação saudável também é possível afastar o diabetes

Por Iury Costa em Sem categoria

14 de novembro de 2017

No dia 14 de novembro é lembrado o “Dia Mundial de Combate ao Diabetes”. E para além dos fatores genéticos, que podem influir no aparecimento da doença, a maneira como você se alimenta também influi consideravelmente para o diabetes aparecer.

Foto: arquivo

Em entrevista ao blog Le Chef Coxinha, a nutricionista Aliny Morais afirma que, para manter a doença bem longe, é necessário, desde já, uma alimentação balanceada. Além disso, deve-se começar a tirar o açúcar da sua vida. O ideal é treinar o paladar para não utilizar açúcar no dia-a-dia. “Os alimentos devem ser integrais e mais ricos em fibra. Destaque para a ingestão de frutas e verduras. Além disso, se deve evitar alimentos processados e industrializados, preferindo sempre aqueles in natura”.

Um dos principais vilões, é o suco de caixinha, que contém, além de uma grande quantidade de açúcar, diversos componentes químicos para manter “a longa vida” nas prateleiras. É claro que, a correria do nosso mundo vai nos obrigar, em algum momento, a consumir o prático suco de caixinha, mas a especialista afirma que a ingestão desse produto não deve se tornar frequente.

E para quem já tem diabetes? O que fazer? A nutricionista Aliny Morais afirma que se “precisa ter um controle bem rigoroso em relação aos alimentos consumidos”, para uma convivência harmônica com a doença. O ideal é evitar alimentos com grande quantidade de açúcar e carboidratos, que acabam, também, se transformando em glicose. O diabético “precisa evitar carboidratos em excesso, açúcar refinado, e, se possível, substituir por adoçante. E para quem tem o paladar mais trabalhado, não utilizar mais adoçante ou açúcar”.

 

Curiosidades

Diabetes é uma doença crônica (de longo prazo) que faz com que o corpo não produza insulina, ou não produza uma quantidade adequada para metabolizar os açúcares que entram no organismo. Com isso, o nível de glicose no corpo fica alto, podendo afetar o funcionamento de órgãos, por exemplo.

São dois tipos da doença: o primeiro (tipo 1) é auto-imune. O corpo ataca, por engano, as células do pâncreas, causando a produção irregular (ou nula) de insulina; o segundo (tipo 2) é causado por fatores genéticos, ou hábitos de vida.

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, 13 milhões de pessoas aqui no país vivem com a doença, quase 7% da população brasileira.

foto: reprodução internet

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Chope de graça no Outback

Por Ariane Cajazeiras em Promoções

06 de novembro de 2017

Neste mês de novembro, o Outback Steakhouse completa 20 anos no Brasil e a celebração chega para quem gosta do chope do local. Entre 6 e 9 de novembro, todos os restaurantes da rede vão oferecer chopes de graça aos que entrarem em uma brincadeira. Para fazer parte da ação é preciso acessar o hotsite e deixar uma mensagem de aniversário divertida para o Outback, gerando um voucher.

Fotos: Ricardo Lima/Photografie

O cliente deverá ir a um dos restaurantes em qualquer horário, apresentar o cupom e, na compra de um aperitivo ou prato principal, ganhará o famoso chope da marca, servido na caneca congelada, para brindar mais um #MomentoOutback em grande estilo. É válido um cupom por pessoa e por prato principal ou aperitivo, e cada cupom dá direito a um chope Brahma 340ml, que pode ser apresentado impresso ou na tela do celular.

Achei a ação massa! Mas para mim, que não bebo álcool, ficou faltando uma comidinha grátis também. Solta uma Bloomin’ Onion aí pa nóis, Outback! Para quem curte chopes, fica a dica 🙂

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Sobre o Outback Steakhouse

A rede Outback Steakhouse possui 87 restaurantes no Brasil, está presente em 37 cidades, 14 Estados brasileiros e Distrito Federal. No mundo está em 22 países entre Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no país foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997.

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Novos hambúrgueres invadindo o Outback

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas, Hamburguer

05 de setembro de 2017

Uma nova e deliciosa campanha do Outback promete encher a rede de restaurantes! É o Festival de Burguers, que nos presenteou com três novas receitas. Todas com o sabor exclusivo dos excelentes produtos do Outback. Ah, e os sanduíches vêm acompanhados com as já conhecidas batatas fritas.

O Bloomin’ Picanha Burger (R$ 43) traz 240 gramas de hambúrguer de picanha, servido em um pão brioche com queijo emmenthal, um molho a base de maionese Heinz, um outro a base de ketchup Heiz, e fatias generosas de bacon. Além disso, algumas pétalas crocantes de cebola, da famosa Bloomin’Onion.

O segundo hambúguer é o Dark Mushrooms (R$ 43),com uma carne de 200 gramas, temperada com sal e pimenta preta, servida em um pão australiano. Também fazem parte do recheio: cebola caramelizada reduzida em balsâmico, queijo gruyère, bacon e o destaque: cogumelos shiitake salteados. Tudo isso com maionese Heinz.

O terceiro, e não menos importante: o Firecracker Shrimp Burger (R$ 44). Também um hambúrguer de 200 gramas temperado com sal e pimenta preta, e combinado com camarões empanados envoltos no molho Firecraker (picante e agridoce), servido em um pão brioche com alface maionese Heinz e cebolinha.

Nós provamos o Bloomin’ Picanha, no restaurante do shopping Iguatemi. Não restam dúvidas de que o hambúrguer é extremamente suculento, com todos os ingredientes em harmonia.Vale a pena, mesmo com o preço salgado. Mas quem vai para lá já sabe disso.

Não sabemos se foi pelo fato da preparação da carne de picanha, mas nosso pedido demorou um pouco mais que o convencional, mesmo com a casa praticamente vazia por ser cedo. Outro ponto que merece destaque é que o garçom não nos perguntou o ponto da carne (sim, hambúrguer também tem ponto).  A sorte é que iríamos escolher ao ponto, mas para quem gosta mal passada, fica a dica para tomar a iniciativa.

A nova campanha do Outback segue até o dia 04 de novembro. Corre!

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Foto de Iury Costa

Foto: Elon Nepomuceno

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Foto: reprodução internet

 

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O (nosso) circuito do café

Por Iury Costa em Café, Restaurantes

25 de agosto de 2017

O blog Le Chef Coxinha decidiu conhecer alguns espaços para tomar um bom café em Fortaleza. A bebida especial, de qualidade, vem ganhando mais adeptos, o que possibilita a abertura de diversos negócios especializados no setor. Apresentamos aqui 10 opções para você apreciar o café. É claro que isso não te impede de deixar outras sugestões. É bom que já podemos planejar um circuito 02!

Resolvemos fazer uma classificação. As estrelas (*) significam a melhor relação de atendimento, ambiente, localização, qualidade do café e custo-benefício. Já os cifrões ($) representam o preço praticado nos locais.

 

01. Aimé Café *** / $$$

Endereço: Avenida Barão de Studart, 2821, Dionísio Torres

Telefone: (85) 3055.6960

Funcionamento: das 09hs às 20:30hs

 

No local, nos sentimos como se estivéssemos na casa da avó, com móveis e objetos espalhados pelo ambiente, que remetem a  um momento familiar.  O atendimento inicial foi confuso, pois não sabíamos se o pedido era feito no balcão, ou se deveríamos aguardar alguém. Dava para perceber o nervosismo dos funcionários com a movimentação. Após a espera, um café de qualidade servido, e acompanhamentos gostosos. Tomamos um mocha.

 

02. Amika Coffeehouse ***** / $$$$

Endereço: Rua Ana Bilhar, 1136, Meireles

Telefone: (85) 3031.0351

Funcionamento: das 13hs às 21hs. Não abre às segundas

 

Excelente localização, profissionais qualificados e simpáticos, além de cafés especiais de alta qualidade. Bom atendimento, diversas opções com café, além de muitos acompanhamentos, como salgados e bolos, mas nada que fuja muito do universo proposto. Também funciona como local para capacitação de baristas e de realização de oficinas para entusiastas. Provamos um mocha com os deliciosos waffles.

 

03. Benévolo Café e Gelato **** / $$$

Endereço: Rua Ana Bilhar, 1083, Meireles

Telefone: (85) 3242.4464

Funcionamento: das 08hs às 23hs

 

Também uma excelente localização, espaço muito bonito e com bom atendimento. Ao ver o cardápio, e o próprio espaço, nos dá a impressão de que o café é apenas uma das várias opções (entre sorvetes, sucos, etc), e não um dos protagonistas.  Mesmo assim, o café servido é de qualidade e saboroso. O destaque positivo é que o grão é de uma produção própria. Tomamos um espresso e um mocha, com biscoitinhos de polvilho.

 

04. Café Havanna *** / $$$$

Endereço: Avenida Washington Soares, 85 (Shopping Iguatemi)

Funcionamento: Segunda a sábado, das 10hs às 22hs, e aos domingos das 14hs às 20hs.

 

Conhecida pelos excelentes alfajores, é uma franquia argentina com um quiosque quase na entrada do shopping (a da livraria). E talvez por ser praticamente na entrada, nos sentimos um pouco desconfortáveis com o fluxo de pessoas, mesmo que, no local, existam umas divisórias. O café utilizado é uma marca própria – bom. O destaque, realmente, é o doce de leite, utilizado tanto nas combinações de café, como nos acompanhamentos. Pedimos um crepe que estava com massa borrachuda, talvez pelo tempo de exposição. Bom atendimento. Ah, o café foi o capuccino com doce de leite!

 

05. Café Viriato ****/$$$$$

Endereço: Rua Osvaldo Cruz, 2828, Aldeota (tem também uma unidade no Shopping Del Paseo)

Telefone: (85) 3035.5503

Funcionamento: das 07:15hs às 23hs

 

Paga-se, também, pelo ambiente, que é bem requintado. Além disso, o café é um de muitos itens, e também não tem protagonismo. Às vezes, o atendimento, talvez pelo movimento, é um pouco disperso, mas, tanto o café, como os acompanhamento são excelentes e saborosos. Se você gosta de coisas muito doces, os affogatos são recomendados. Café de qualidade. Provamos o capuccino.

 

06. Le Pain Le Café **** / $$$$$

Endereço: Rua Professor Dias da Rocha, 670, Meireles

Telefone: (85) 3104.1805

Funcionamento: Segunda à quinta, das 08hs às 21hs, e de sexta a domingo, das 08hs às 22hs

 

Aqui, também, paga-se pela localização. Os acompanhamentos, embora deliciosos, são um pouco caros. Os cafés, no entanto, possuem preços razoáveis. O local é, realmente, muito bonito, e remonta um bistrô francês. Aliás, é um bistrô, e se pode encontrar diversas refeições. O atendimento é bom, e dava para perceber que os baristas são bem treinados e capacitados. O café servido é de qualidade. Provamos um capuccino, um mocha e uns pães artesanais deliciosos.

 

07. Mercado do Café *** / $$$$

Endereço: Rua Padre Francisco Pinto, 174. Benfica

Telefone: (85) 998.640.442

Funcionamento: Segunda à quarta, das 07hs às 20hs, e de quinta a domingo, das 07hs às 22hs

 

Fomos uma segunda vez ao local, já que não vale muito tirar as conclusões na primeira semana de funcionamento, quando tudo ainda está em ajuste. Mesmo assim, encontramos um atendimento hesitante, com os funcionários ainda em adptação, apesar de poucos clientes na casa. O cardápio é extenso, e, mais uma vez, encontramos o café apenas entre muitos itens, como hambúrgueres e pizzas. O ambiente é muito agradável, e leva à região do Benfica uma opção mais requintada. por lá, o café também é de qualidade. Provamos um capuccino, um mocha e bolo de cenoura.

 

08. Tiamate Coffee ***/$$$

Endereço: Rua Floriano Peixoto, 484, Centro

Telefone: (85) 3209.2000

Funcionamento: das 07:30 às 19hs. Não abre aos domingos

 

Também é um modelo de franquia. Realmente um achado no Centro de Fortaleza. E um dos bons. O ambiente, entre grandes prédios, é muito bonito, e com ótimo atendimento. As opções de acompanhamento são poucas, mas também gostosas. Talvez por levar a ideia de uma cafeteria expressa, tudo é servido em copos de papel térmico. Sentimos falta de apreciar um bom café em uma xícara. O café utilizado é de qualidade. Tomamos um capuccino.

 

09. Úrbici Café **** / $$$

Endereço: Avenida Antônio Sales, 1357, Joaquim Távora

Telefone: (85) 988.245.462

Funcionamento: das 07hs às 22hs. Não abre aos sábados e domingos

Mais um excelente achado em Fortaleza. O Úrbici funciona em uma banca, mas que não fica atrás de nenhuma grande cafeteria da região. A proposta é de tomar um café ao ar livre. O ambiente é aconchegante, o atendimento é ótimo e os acompanhamentos são uma delícia. O café utilizado é de uma marca própria, e com excelente qualidade. Provamos o latte, o mocha, o capuccino e o fofíssimo bolo de cenoura. Uma delícia!

 

10. Zuila Café ***/$$$

Endereço: Rua Silva Paulet, 1460, Aldeota

Telefone: (85) 3224.1202

Funcionamento: das 12hs às 20:30hs. Não abre aos domingos

O local foi feito para nos sentirmos em casa, mas na casa de uma tia já idosa, com muitas histórias para contar. O ambiente é agradável, mas os portões aberto nos deixaram um pouco inseguros. O atendimento é muito bom, e com diversas opções para acompanhar o café. Nos confundimos um pouco com o cardápio, já que alguns nomes não eram dos cafés que costumamos tomar, mas nada que não fosse resolvido de imediato. O preço também não é muito alto. O café utilizado é de qualidade. Provamos o mocha, que lá chamam de macchiatto (?), e os waffles com creme de avelã.

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Café Aimé. Foto: Iury Costa

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Amika Coffeehouse. Foto: Iury Costa

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Café Benévolo. Foto: Iury Costa

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Café Havanna. Foto: Iury Costa

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Le Pain Le Café. Foto: Iury Costa

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Mercado do Café. Foto: Iury Costa

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Tiamate Coffee. Foto: Elon Nepomuceno

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Úrbici Café. Foto: Iury Costa

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Zuila Café. Foto: Iury Costa

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Pizza de coxinha: bizarrices que amamos

Por Ariane Cajazeiras em Coxinha

26 de junho de 2017

O brasileiro é criativo! E quando se trata de comida, aí é que os limites sempre são ultrapassados. Na última semana, rodou o Brasil uma imagem de uma pizza com borda de coxinha! A delícia nada leve foi criada por um pizzaiolo conhecido como Tilon, do restaurante Amalicia em Missão Velha, no Cariri. A história dele já foi bem contada aqui mesmo, no portal Tribuna do Ceará.

Tilon, com suas criações (Foto: Arquivo pessoal)

Mas aqui em Fortaleza, uma doceria no bairro Jóquei Clube, tradicional por oferecer comidas gigantes como a big coxa de um quilo, já adicionou a pizza de coxinha ao cardápio. Em menos de 2 dias, a procura gerou até fila de espera. Afinal, quem não gosta de uma exagero no fim de semana? A sócia do Empório das Comadres, Joelma Maia, diz que quando a imagem da pizza do Tilon estourou nas redes sociais, os clientes começaram a pedir uma versão fortalezense da delícia. Foi aí que os cozinheiros já criaram a versão pra cá.  A pizza tem oito pedaços e vem com oito coxinhas médias na borda. O cliente pode escolher até dois sabores de pizza e as coxinhas são tradicionais de frango. O valor é R$ 49,90.

Pizza com Borda de coxinha do Empório das Comadres (Foto: Divulgação)

A outra sócia da loja, Genny Cunha, diz que a maioria dos pratos exagerados é sugerida mesmo pelos próprios clientes. Além da coxinha de um quilo, elas tem naked cake de coxinha (!!!), taças avalanches doces (aquelas com doce na parte de fora da taça, sabe?) e taças avalanche salgadas, cobertas de bacon, purê, recheadas com camarão… enfim. Qualquer exagero é pouco para mensurar a criatividade para gordices.

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Naked cake de coxinha (Foto: Divulgação)

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Big Coxa (Foto: Divulgação)

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Buquê de coxinha (Foto: Divulgação)

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Taças avalanche (Foto: Divulgação)

E aí? Você encara uma pizza de coxinha, mesmo na segunda-feira, dia mundial dos inícios de dieta? O restaurante fica na Avenida Lineu Machado, 1117, no bairro Jóquei Clube.

(Eu entrevistei as meninas do Empório na Tribuna Band News FM no último sábado, dia 25.06.2017 e vocês podem ouvir o papo aqui.)

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Você consegue comer um pastel de 1 metro e meio?

Por Ariane Cajazeiras em Eventos

21 de junho de 2017

Na onda dos lanches gigantes, um shopping de Fortaleza lança um desafio: no dia 23 de junho (sexta-feira) os corajosos e famintos vão competir para saber quem consegue comer o maior pastel do Brasil. Mas, calma, não precisa ir sozinho, não. Até porque para detonar um pastelão de um metro e meio de comprimento em até 5 minutos, precisa de uma equipe organizada.

1,5m de pastel (Foto: Divulgação)

Para se inscrever, é preciso montar uma equipe FAMINTA de até 10 pessoas. O regulamento está disponível no site. O pastel ganhou repercussão nacional, ano passado, quando as fotos ganharam a internet e foram postadas por páginas de gastronomia famosas, como a do canal do Youtube Ana Maria Brogui. O “lanchinho” tem 1,50 x 0,35 cm e é recheado de frango, ovos, calabresa, requeijão, presunto, bacon, milho e azeitona sem caroço. Apenas.

Pouco recheio… (Foto: RankBrasil)

A participação é gratuita e a competição tem início às 20h no Piso 2, em frente à loja Le Biscuit. O grupo vencedor leva um troféu e R$ 500 em espécie, e o segundo lugar ganha R$ 300 em espécie.

Festival Sabores

A ação faz parte do Festival de Sabores, que oferece ao público oficinas gratuitas de culinária e ocupa o shopping até 25 de junho. A grande atração do festival é o chef santista Dario Costa, participante do MasterChef Profissionais. O chef  integrou a edição brasileira do MasterChef Brasil, reality show de culinária exibido pela Rede Bandeirantes em 2016. Cozinheiro profissional há nove anos, Dário foi o terceiro colocado nessa edição e em breve lançará o seu mais novo restaurante em Santos (SP), o Madê Cozinha Autoral. Dário faz aulas show no dia 21 no North Shopping Jóquei (Praça de Alimentação – Piso 3), e no dia 22 no Via Sul Shopping, sempre às 19h.

Dario Costa (Foto: Internet)

As oficinas de culinária são realizadas diariamente pelo Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) e ACADAA (Associação dos Cakes Designers e Artistas do Açúcar), com inscrições gratuitas. Para participar, basta chegar aos locais das oficinas no horário desejado. Além da competição de maior pastel do mundo, o evento ainda vai promover o concurso de maior boleira da região do Jóquei e de melhor prato típico. As competições têm inscrições gratuitas e são realizadas por meio do site.

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Bistrô parisiense no meio do hospital

Por Ariane Cajazeiras em Restaurantes

13 de Fevereiro de 2017

Le Pain Le Café abriu as portas há quase um mês no Hospital Regional da Unimed

Imagine estar em um hospital e poder se teletransportar para um ambiente aconchegante… quem sabe um bistrô francês, que tal? Parece um sonho: fugir um pouco, nem que seja por alguns minutos, da realidade a que geralmente um hospital está ligado, não é? Essa é a proposta da nova Le Pain Le Café que abriu as portas em janeiro no Hospital Regional da Unimed (HRU) em Fortaleza.

Le Pain Le Café Bistrô (Foto: Ariane Cajazeiras)

O local onde funcionava um outro restaurante estava desativado e foi todo reformado para dar lugar à nova proposta da cafeteria, que já funciona no bairro Meireles e também contava com um pequeno café no pátio da recepção do HRU.

O local foi inaugurado em janeiro deste ano (Foto: Ariane Cajazeiras)

A ideia dos sócios Gustavo e Eveline Espalter e Isabel e Alexandre Studart foi expandir também o cardápio da Le Pain Le Café, abrindo a versão Bistrô. Segundo Isabel, o novo projeto segue a filosofia da cafeteria: levar bem estar, conforto e boa gastronomia, mas agora também com pratos quentes e um menu desenvolvido especialmente para o espaço do hospital.

Caetano, Iury e eu no dia da inauguração (Foto: Elon Nepomuceno)

O cardápio é a la carte e tem tanto os sanduíches, bolos, cafés, chás e sucos, como também saladas, crepes, pratos quentes e sobremesas. Entre os sanduíches, muitas opções bem convidativas, como o tradicional croque monsieur (com presunto de parma, ricota e um toque de melão) e o Nordestão (com carne de sol crocante, queijo do reino, chutney de cebola e pasta no pão de caju). Já quero provar o Le Pain Le Café, que leva carne de cordeiro, chutney de morango, folhas e pasta de hortelã no croissant.

Degustação do Gratin de Camarões (Foto: Ariane Cajazeiras)

Já entre os pratos, destaque para o Gratin de camarões (que leva camarão, arroz com presunto, ervilha e molho branco, tudo gratinado e finalizado com batata palha) e as massas como os Romanitos (nhoques caseiros de abóbora, recheados com carne de sol e queijo coalho). Também tem pratos com frango, peixe grelhado, estrogonofe de filé e carne de sol.  As Saladas vêm em 3 opções: carne de sol, atum ou camarão. O melhor de tudo: os preços são bem acessíveis, com pratos variando entre R$18 e R$29,90. O cardápio conta ainda com crepes, tapiocas e sopas.

Degustação dos Romanitos (Foto: Ariane Cajazeiras)

Para adoçar o dia, são oferecidas 9 sobremesas, entre elas as fatias de bolo (adoro o de lavanda com laranja e o de limão com frutas cristalizadas, são sempre muito fresquinhos, fofos e saborosos), mil folhas de morango e cheesecake de manjericão com limão siciliano.

Chá Vermelho Intenso e bolo de Limão Siciliano com frutas cristalizadas (Foto: Divulgação)

O Bistrô é aberto ao público e funciona diariamente, entre oito horas da manhã e dez da noite, com serviço de café da manhã, almoço e jantar. O espaço acomoda até 65 pessoas e guarda o colorido e frescor da cafeteria original, que fica na Rua Professor Dias da Rocha.

Claro que ninguém quer precisar usar hospital, mas o espaço já era mais que esperado por quem precisa e pelos próprios profissionais do HRU. Eu precisei do espaço e como um local com comida boa fez falta! Veio em boa hora!

Ouça um trecho do bate papo que tive com a sócia do Le Pain Le Café, Isabel Studart:

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Coxinha sem ovo, lactose e glúten pode ser boa?

Por Ariane Cajazeiras em Coxinha

02 de Fevereiro de 2017

Pois num é que pode? A paixão nacional, o quitute mais amado do Brasil, a melhor iguaria dos bares, botecos e padarias da cidade, aquela que dá nome a esse blog e é politicamente usada de forma errônea como sinônimo de coisa pejorativa, a nossa amada COXINHA é sem dúvida um dos alimentos mais procurados e por isso mesmo um dos que têm mais versões. Afinal, sabemos que ela é cheia de carboidratos, gorduras, lactose, glúten e tudo mais.

Amadas coxinhas (foto: internet)

Além das versões “fit”, que levam massa de batata doce, dentre outras versões, também já é possível achar no mercado as versões para pessoas que têm alergia ou intolerância aos elementos da receita da coxinha.

Essa semana fui convidada para conhecer uma loja que se propõe a ser a primeira especializada em produtos para pessoas que tem restrições alimentares. A Levíssima oferece uma gama de produtos. Além da coxinha, tem pães, croquetes, bolinhos de bacalhau, picolés, bolos, biscoitos, brownies, manteiga ghee, muitas coisas com baixo índice de sódio, gordura, açúcar. Enfim. Ao todo são 1800 produtos! Tem muita coisa para quem tem alergias, intolerâncias, diabetes, para vegetarianos, veganos e pessoas com restrições alimentares em geral.

Sarah Melo, o bebezinho dela no bucho, eu e mamãe (foto: Manuela Sales)

A criadora da loja e dona da marca, Sarah Melo, explica que a loja surgiu há 1 ano e 6 meses após uma demanda própria. Ela tem intolerância a lactose e glúten e buscava em todo o Brasil produtos para consumir. Quando percebeu que com um CNPJ seria mais fácil adquirir os alimentos, enxergou também uma possibilidade de negócio. A Sarah é advogada, mas dá para ver que ela gosta muito de pesquisar o assunto, sabe tudo de todos os produtos que a gente procura nas prateleiras. Afinal, quem tem restrição alimentar sabe que é necessário ter cuidado nos mínimos detalhes, até se as ferramentas que manipulam os produtos que serão consumidos não tiveram contato com resquício de algo que cause reação.

Produtos a granel (Foto: Ariane Cajazeiras)

Manteiga clarificada e várias ghee temperadas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Os produtos mais procurados são os brownies sem glúten e lactose e… a COXINHA, claro. E essa, obviamente, eu tive que provar. Ao invés de leite, manteiga, farinha de trigo e óleo, a coxinha que levei tem fécula de batata, farinha de arroz, margarina vegetal, cebola, alho, salsinha, caldo de frango e sal na massa. A recomendação é que a coxinha integral não seja frita, mas assada no forno, para torná-la mais leve (permitam-me o trocadilho). Na loja ela é ofertada apenas congelada. A marca não é própria, de um modo geral os produtos da Levíssima vêm de vários lugares do Brasil.

Tudo bem descrito na embalagem (Foto: Ariane Cajazeiras)

Coloquei as 12 coxinhas de tamanho médio em uma assadeira sem untar nem nada. Levei ao forno como indica a embalagem: por 20 minutos. O cheirinho que se espalhou pela casa foi muito bom. Quando abri o forno, achei que a coxinha tinha ficado meio mole, mas como as pontinhas estavam escuras, achei melhor retirar.

Coxinhas congeladas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Recém saídas do forno (Foto: Ariane Cajazeiras)

O salgado não deixa a desejar: o tempero é muito gostoso e dá pra matar a fome de coxinha. A massa é bem levinha e macia, como na versão do salgado cuja massa é feita de batata e não de farinha de trigo. Quando a massa é de farinha, fica bem mais elástica. A casquinha fica bem crocante, também. O ponto baixo é a estética: duas delas estouraram com o calor e a coxinha não fica muito redondinha, já que no forno, a parte que fica em contato com a assadeira fica mais plana e escura. Em resposta ao blog, a Levíssima diz que, embora a embalagem diga que a coxinha deve assar por 20 minutos, os clientes são orientados a colocar apenas por 15 minutos, para evitar que o salgado passe do ponto.

Também comprei outras coisinhas fits na loja. Em breve você vê a avaliação pelo instagram, já seguiu? Vai lá: @lechefcoxinha.

Com amor e com fome,

Ariane.

SERVIÇO:

Loja Levíssima: Rua Silva Paulet, 1390 – Aldeota, Fortaleza – CE

Telefone: 3051-1220

A loja funciona de segunda a sábado.
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[SÉRIE ALEMANHA] Qual o doce mais doce?

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

31 de Janeiro de 2017

Hallo Leute! Oi pessoal! Qual o doce mais doce que o doce de batata doce? Não sei, mas o doce menos doce é o que mais me agrada. E é por isso que fui muito feliz com os doces alemães. Pra começo de conversa é bom lembrar que na Europa não e fácil nem comum achar leite condensado, doce de leite.

Aqui no Brasil o brigadeiro é algo tão absurdamente comum (e cá pra nós, ô coisa maravilhosa) que fica difícil imaginar bolos, tortas, doces, sem o leite condensado, né? Quero deixar claro que amo os doces brasileiros. Nossos docinhos têm lugar cativo no meu cardápio e coração, mas se a culinária alemã pode não agradar alguns, os doces são um caso à parte. Como tenho muitos doces pra comentar, vou dividir esse post em dois, espero que gostem 🙂

Melhor torta de mirtilo que já comi na vida no dia mais frio da viagem (Foto: Alana Cajazeiras)

Usa-se muito maçãs, frutas do bosque (morango, framboesa, groselha, mirtilo), oleaginosas como a amêndoa, marzipã, açúcar de confeiteiro, chantilly e creme. Também tem muitos pães e biscoitos com açúcar, chocolate, castanhas e/ou frutas. E, claro, os maravilhosos, finos, diversos, baratos, chocolates.

Os cheesecakes (Käsekuchen) também são muito comuns por lá e são vendidos de diversas formas, geralmente no formato retangular. Tem praticamente em toda padaria alemã. Apesar de ter o queijo como base, a torta alemã é bastante diferente da versão americana, mais leve e aerada. A base da torta não é o cream cheese (base da torta americana), mas o quark, um queijo fresco de vaca que tem consistência um pouco mais densa que a do iogurte, é mais azedo e menos denso e gorduroso que o cream cheese. Peço perdão por postar algumas fotos pescadas da internet, mas os alemães não gostam que a gente tire foto das feirinhas e vitrines, eu vivia levando carão :(.

Torta de queijo alemã! (Foto: internet)

Nas feirinhas, ou mercados de Natal, é comum ter uma barraquinha com doces típicos alemães. No Natal tem biscoitos típicos, como esses de coração com nomes no meio. Também tem sacos de magenbrot, que são como um pãozinho macio, esponjoso, leve e com uma camada fina e crocante glaçada por fora. Eles são da família dos deliciosos lebkuchen, que são biscoitinhos também macios de mel e especiarias. É comum chegar nos locais e ter biscoitinhos te esperando na recepção :).

Biscoitos caseiros grátis na pousada Schreinerei (Foto: Ariane Cajazeiras)

Também tem usualmente uma barraquinha como essa da foto, com muitas espécies de mini-chocolatinhos recheados das mais deliciosas coisas.

Chocolatinhos em Frankfurt (Foto: Ariane Cajazeiras)

Caramelo salgado! (Foto: Ariane Cajazeiras)

(Stern Praliné: chocolatinho com um estrela de chocolate branco e praliné)

Os doces abaixo são como os que aqui no Brasil a gente conhece como Nhá Benta: são bases de biscoito com marshmallow por cima e cobertas com chocolate branco, preto… Em alemão, chama-se Schokoküss, ou beijo de chocolate. O recheio é mais levinho, menos açucarado, mais aerado e o a camada de chocolate muito fina e mais gordurosa que o chocolate alemão costuma ser, porque precisa ser fininho e não derreter tão fácil. Eles também tem versões com recheio de marshmallow com morango, vinho (Glühwein, que é um vinho típico bem doce), etc etc etc.

O sorvetinho parece uma moreninha, né? hahaha (Foto: Ariane Cajazeiras)

A minha maior paixão eram esses pãezinhos que lembram bolinhos de chuva ou pequenos sonhos, que em Frankfurt se chamam Berliner. É uma massa frita, coberta de açúcar e recheada com geleia de fruta vermelha. Além de ter em quase toda esquina (cafés, padarias, mercadinhos, estações, etc) são deliciosos e muito baratos.

Comendo Berliner não sei se de manhã ou de noite – kkk – bem pertinho da estação de trem em Frankfurt (Foto: Alana Cajazeiras)

Para não dizer que só falei de flores, recomendo não gastar dinheiro com as Schneeballen. Traduzindo: bolas de neve. São doces tradicionais do sul da Alemanha que são largamente divulgados como um você-tem-que-provar quando viaja para alguns lugares. A Schneeball existe há pelo menos 300 anos, mas antigamente era servido apenas em ocasiões especiais e casamentos. Hoje é a assinatura da cidade de Rothenburg ob der Tauber, onde estivemos. Mas não tem nada demais… É uma bola de uns 10 cm feita de farinha de trigo, ovos, manteiga, e cachaça de ameixa. A massa não leva fermento para não estufar. A bolinha é frita e coberta com açúcar de confeiteiro, por isso o nome Bola de Neve. Mas hoje em dia você as acha cobertas como tudo que possa imaginar: chocolate, pistache, marzipã, amêndoas. A massa salgada, simples e quebradiça não ganhou meu coração.

Feliz, antes de provar (Foto: Francisco Cajazeiras)

Uma vitrine tentadora de Schneeballen (Foto: Internet)

No próximo post vou falar da alcoólica torta floresta negra, das tortas de frutas vermelhas, dos chocolates de supermercado (amor verdadeiro, amor eterno), a pegadinha do brigadeiro alemão e ainda o desejado strudel de maçã (Apfelstrudel). Auf Wiedersehen!

Com amor e com fome,

Ariane.

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Oui, le chef está no Tribuna

Por Ariane Cajazeiras em Olá mundo

05 de outubro de 2016

Salut!
Espero que a introdução francesa tenha chamado a atenção, já que tivemos que recorrer ao google tradutor justamente pra chamar você pra cá, hehe! Somos uma dupla de jornalistas que adora comer. Depois de muito discutir restaurantes, ingredientes, receitas, sabores, pensamos: por que não colocar tudo isso em um blog?
Le Chef Coxinha tem essa proposta: falar de todo e qualquer tipo de comida. Da coxinha ao filé, do brigadeiro à Panna Cota. Sem preconceito, mas só se for com muito sabor <3. Aqui vamos contar nossa avaliação de restaurantes, padarias, nossas aventuras gastronômicas, dicas e avaliação de produtos achados em supermercados, mercearias e onde mais novidades aparecerem. Nossa vibe é comer bem! Se a sua também é, está convidado a se juntar à mesa conosco. Nosso e-mail é lechefcoxinha@gmail.com!
E pra você ficar sabendo um pouco mais quem nós somos, vamos nos apresentar:
Ariane Cajazeiras:
Eu e um hamburguinho modesto com pouco cheddar

Eu e um hamburguinho modesto com pouco cheddar

Jornalista com um pequeno estômago e uma grande fome. Gosto de comida artesanal, não curto molho pronto nem doce muito doce e percebo quando a comida foi feita sem amor. Gosto de tudo com café e sempre deixo espaço para a sobremesa. Adoro ler cardápio, invento de fazer receitas sem seguir as medidas e às vezes até que elas dão certo. Tastemade lover, vivo guardando receita pra fazer depois. Não tem como dizer qual meu  tipo de restaurante preferido, porque os únicos alimentos que não gosto são miúdos e alguns legumes. Adoro foto e posto foto de comida mesmo.
Iury Costa:
Iury fino em foto antiga - para uma mais atual vejam a do perfil do blog

Iury fino em foto antiga – para uma mais atual vejam a do perfil do blog, rs

 Jornalista (e amante de café, obviamente) desde um dia desses. Nem um pouco especializado em gastronomia, mas come especialmente bem. O que é a comida? Olha, além de manter a gente vivo e de pé, o ato de comer, ou melhor, estar ciente do que está a mastigar, ou melhor, aproveitar o que está levando à boca, é um processo mais que antropológico. É PRA-ZE-RO-SO! Não prometo um padrão. Pode ser dica, agendinha, curso, fit, comida baratinha, comida carinha. Só não vai deixar de ser um caderno de experiências, de um amador, no lindo (salgado e açucarado) mundo gastronômico.

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Espero que a introdução francesa tenha chamado a atenção, já que tivemos que recorrer ao google tradutor justamente pra chamar você pra cá, hehe! Somos uma dupla de jornalistas que adora comer. Depois de muito discutir restaurantes, ingredientes, receitas, sabores, pensamos: por que não colocar tudo isso em um blog?
Le Chef Coxinha tem essa proposta: falar de todo e qualquer tipo de comida. Da coxinha ao filé, do brigadeiro à Panna Cota. Sem preconceito, mas só se for com muito sabor <3. Aqui vamos contar nossa avaliação de restaurantes, padarias, nossas aventuras gastronômicas, dicas e avaliação de produtos achados em supermercados, mercearias e onde mais novidades aparecerem. Nossa vibe é comer bem! Se a sua também é, está convidado a se juntar à mesa conosco. Nosso e-mail é lechefcoxinha@gmail.com!
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 Jornalista (e amante de café, obviamente) desde um dia desses. Nem um pouco especializado em gastronomia, mas come especialmente bem. O que é a comida? Olha, além de manter a gente vivo e de pé, o ato de comer, ou melhor, estar ciente do que está a mastigar, ou melhor, aproveitar o que está levando à boca, é um processo mais que antropológico. É PRA-ZE-RO-SO! Não prometo um padrão. Pode ser dica, agendinha, curso, fit, comida baratinha, comida carinha. Só não vai deixar de ser um caderno de experiências, de um amador, no lindo (salgado e açucarado) mundo gastronômico.