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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras

Experiências Gastronômicas

Zé Restô Bar: comida feita por quem gosta de comer

Por Ariane Cajazeiras em Almoço, Experiências Gastronômicas, Restaurantes

20 de Abril de 2018

Para quem aprecia comer, não é qualquer almoço executivo que faz nossa cabeça, não. O Le Chef Coxinha foi até o lado Sul de Fortaleza conhecer o menu do restaurante Zé Restô Bar, na Rua República da Armênia. E a sensação foi essa: um cardápio feito por quem gosta de comer para quem gosta de comer.

Zé Restô Bar (Foto: Ariane Cajazeiras)

Inaugurada em dezembro de 2017, a empresa é familiar. O Zé do nome do José Victor Gurgel Filho: engenheiro, mas hoje bem mais chef de cozinha que qualquer outra coisa. Junto com a sócia e irmã, Jeanine Gurgel (e com pitaco de toda a família, que se envolve no projeto) eles elaboraram cardápio, idealizaram espaço e decoração. A ideia é ter uma casa que abriga bem grupos de família e amigos que apreciam conversar, comer e beber bem. Dá pra perceber que o grupo familiar gosta disso: receber amigos e se encontrarem, o que se reflete na receptividade e atmosfera do local.

O cardápio é bem extenso e variado. Muitas carnes nobres, tendo opções de suínos e bovinos, incluindo um joelho de porco (1,5Kg por R$95 – dá pra família toda :O) que ainda vou voltar para provar no jantar porque sou dessas que jantam bem, hahaha. Entre as entradinhas, destacam-se o trio de linguiças artesanais (de queijo, picante e suave) feitas pelo chef, acompanhadas de pão tostado na parrilla, salsa chilena (uma espécie de vinagrete sem cebola e pimentão) e farofinha (R$30). Também tem brochete de picanha angus (R$29) e Dip Marguerita (Mussarela, tomates cerejas e manjericão gratinados e acompanhados de torradinhas – R$22), entre outras opções.

Dip Marguerita: preciso provar isso URGENTE (Foto: Divulgação)

Mas o nosso foco foi mesmo o almoço do Menu “ZéCutivo”. As opções são muito bem servidas e achei o preço bem justo para a qualidade. Você escolhe uma das 6 opções de proteína: salmão grelhado, picanha, bife ancho, picanha suína, picanha de carneiro ou filé de sobrecoxa de frango. Os valores variam de R$29 a R$44. O cliente escolhe também 2 acompanhamentos entre as 7 opções. Cada prato vem também com farofinha e a salsa chilena, que fica deliciosa misturada com a farofa. Escolhemos o ancho, a picanha suína e a picanha de carneiro.

(Foto: Ariane Cajazeiras)

As carnes estavam no ponto, suculentas, bem temperadas e macias. O meu carneiro veio acompanhado de um das melhores geleias de pimenta que já comi na vida, com toque de abacaxi. Excelente! Como acompanhamentos, pedimos o arroz do Zé (com manteiga da terra, carne do sol, queijo coalho e manteiga), a maionese à Diúla (receita italiana de família), farofinha de banana (levemente apimentada) e batata canoa. Tudo muito bom, fresco, bem feito, temperos na medida, a pimentinha impera em muitos pratos, mas não vem em excesso. Fizemos uma refeição de ótimo custo-benefício.

Picanha de Carneiro com cebola e geleia de pimenta e abacaxi (Foto: Ariane Cajazeiras)

O estilo da casa preza pela simplicidade, mas tem detalhes que saltam aos olhos, como a maçaneta em forma de cutelo. Um local prático, bonito, organizado e sem excessos. O cardápio segue essa linha: muitas opções de almoço, acompanhamentos, jantar, cervejas artesanais, choppes e drinks, mas tudo pensado mais em quem gosta de comer e beber do que no requinte em excesso. Vale visitar e dizer para gente o que achou 🙂

Zé Restô Bar
Rua República da Armênia, 1311 – Parque Manibura
Horário: 11:30 às 15:00, 17:30 às 23:00
Conta com espaço infantil e um pequeno espaço externo
(85) 3393-0700

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Cozinha grega para os cearenses: ZOI Restaurante

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas

23 de Março de 2018

Com os afazeres que temos durante o dia, um terreno cheio de verde, mesmo em plena avenida Washington Soares, pode passar despercebido. Mas lá dentro, a pouco mais de um quilômetro pela avenida Hermenegildo Sá Cavalcante, um espécie de oásis, onde parece que a loucura da capital não chega. Além de calma, boa comida.

O Blog Le Chef Coxinha foi o Colosso Lake Lounge para conhecer o ZOI Restaurante, que trabalha com a gastronomia grega, mas, é claro, sem esquecer a ligação com o Nordeste. É uma mistura de sabores que dá certo.

Os hábitos alimentares gregos, assim como na maioria dos países banhados pelo Mar Mediterrâneo, são ricos em frutas, verduras, cereais e frutos do mar, valorizando o orgânico e o natural. O azeite extra virgem produzido na Grécia é um dos mais puros e saudáveis.

Na chegada ao restaurante, um portal cheios de olhos turcos nos dá as boas-vindas, e nos protege do “mau-olhado”. Um caminho de pedras rodeado por verde, que nos lembra as típicas vilas da Grécia, nos leva até o salão principal. O local é climatizado, e os grandes janelões de vidro em frente ao lago permitem apreciar a vista enquanto se come. Mas quem não se dá bem com o ar condicionado, pode optar em ficar no mini lounge, bem na margem do lago, ou nas mesas de um aconchegante jardim, sob os auspícios de uma estátua de Buda, entalhada em madeira.

O menu, lançado há quase um mês, foi desenvolvido pela chef Lilian Braz, que comanda a cozinha do ZOI. Promove o “intercâmbio” Grécia-Ceará, e preza pela utilização de ingredientes frescos. De entrada, provamos as piabas fritas na crosta de ervas (R$24). Crocantes por fora e macias por dentro, com o sabor marcante, porém na medida, dos temperos utilizados. Antes da entrada, a casa serve um pão artesanal, que pode ser apreciado com azeite e pimenta.

De pratos principais, chegaram à mesa o picadinho na ponta da faca (R$39), acompanhado de farofa, banana da terra, e ovo frito; e o salmão com arroz de alho poró (R$39) e molho de iogurte cítrico, tomilho e limão siciliano. No picadinho, um prato tradicional sob um olhar mais apurado, dando atenção ao arranjo da carne com a banana frita, com o fecho do ovo, que não foi perguntado o ponto da gema (veio dura), mas combinou com o todo.

Já o salmão, assim como deve ser, com casca mais crocante, e interior macio. A carne molhada, suculenta e que desmanchava na boca. O arroz de alho poró possuía aroma marcante, por conta dos temperos. Já o molho de iogurte cítrico estava com uma acidez bastante acentuada, que chegava a causar um pouco de desconforto ao ser provado individualmente. No conjunto de todo o prato, houve harmonização, reduzindo um pouco a acidez.

De sobremesa, vale a pena pedir a “Zuppa del Duca” (R$26), com creme mascarpone cremoso, calda de café e chocolate amargo; e o dueto de chocolate amargo e doce de leite (R$21), acompanhado de sorvete de canela e crocante de pão de mel.

 

Serviço – ZOI Restaurante

Endereço: rua Hermenegildo Sá Cavalcante – Edson Queiroz

Funcionamento: às quartas-feiras, das 12h às 17h; de quinta a sábado, das 12h à meia noite; aos domingos, das 12h às 17h.

Reservas: (85) 981.600.088 / 982.032.322

 

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Comida da vovó repaginada: Varanda do Frei

Por Iury Costa em Eventos, Experiências Gastronômicas

29 de dezembro de 2017

Fortaleza vem dando um up excepcional na área gastronômica. E com isso, novos empreendimentos surgem diariamente. E pela quantidade de ofertas e constante competição por clientes, qualidade do serviço e da comida são essenciais. E o Varanda do Frei chega com os mesmos (bons) atributos que o seu irmão, o Quintal da Varjota. O restaurante inaugurou no dia 28/12, e conta com serviço de self-service na hora do almoço, e menu à la carte.

Situado no quadrilátero Aldeota/Varjota, o Varanda do Frei traz a ideia do Comfort Food, com valorização de insumos tradicionais, do artesanal, e pratos que incentivam a formação de laços afetivos. A comida da vovó repaginada! Tem frango, churrasco, peixes e até comida vegana. Além disso, o espaço conta com 600 lugares, distribuídos em diversos ambientes, entre eles, uma enorme e ventilada varanda.

O Blog Le Chef Coxinha foi convidado para provar alguns pratos antes da inauguração oficial. Os pratos são assinados pela chef Camila Moura, que já faz um bom trabalho a frente do Quintal da Varjota. Percebemos alguns problemas pontuais de atendimento, mas nada que um período de adaptação não resolva.

Provamos o bolinho de arroz com compota de cebola roxa (R$ 22), que estavam um pouco massudos, mas bem fritos e, de qualquer forma, saborosos. Sem falar do sabor da compota, excepcional; o bolinho de jerimum recheado com lombo suíno defumado (R$ 32), pão com ragu de rabada (R$ 21), caldinho brazuca, com feijoada, couve e bacon (R$ 12) e o arroz de porco (R$ 72). Todos bem servidos e gostosos.

Outro destaque do espaço é a atenção à confeitaria, com pratos desenvolvidos cuidadosamente para complementar a experiência “comfort food”. Provamos o mil folhas da vovó (R$ 20), com massa folhada, creme de doce de abóbora e sorvete de creme; e o blondie (R$22), que é um brownie branco com sorvete de frutas vermelhas.

Serviço
Rua Frei Mansueto, 1560, Aldeota – (85) 3017.8300

Funcionamento? das 11h às 23h

Instagram: @varandadorei_ 

Facebook: @varandadofreice

 

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Foto: Nero Pimentel

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Foto: Nero Pimentel

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Foto: Nero Pimentel

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

 

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Ben & Jerry’s já está entre nós e com sorvete grátis

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas, Sem categoria

09 de outubro de 2017

JÁ ABRIU. A Ben & Jerry’s, marca americana de sorvetes, abriu as portas no último sábado no shopping Iguatemi, em Fortaleza. E nesta segunda-feira realiza o tradicional dia do sorvete grátis. É que sempre que a marca -que está presente em 38 países, tem mais de 576 lojas ao redor do mundo, sendo 16 no Brasil – inaugura uma loja nova, ela dá as boas vindas oferecendo um dia de sorvete de graça. A expectativa é de muita fila, mas segundo o diretor da marca aqui no Brasil, André Lopes, vai ter sorvete pra todo mundo e ainda vai ser possível provar todos os 22 sabores antes de escolher o seu preferido (Veja abaixo o papo rápido que bati com ele).

A marca chegou ao Brasil em 2014 e essa é a segunda loja do Nordeste, a primeira fica em Recife. Meu irmão chama a sorveteria de Benício e Jeremias HAHAHA. Minha irmã quase chora quando viu o tapume há cerca de um mês, ali na parte nova, pertinho do Outback, você pode até conferir uma foto no nosso instagram (@lechefcoxinha). A gente conheceu a marca em São Paulo há uns 2 anos (eu acho) e gostamos muito dos sabores de lá.

Em Fortaleza, são 22 sabores (Foto: Ariane Cajazeiras)

Segundo o site da empresa, “com um curso por correspondência de apenas 5 dólares em fabricação de sorvete e um investimento de US$ 12.000 (sendo US$ 4.000 emprestados), Ben e Jerry abriram sua primeira sorveteria em um posto de gasolina reformado em Burlington, no estado americano de Vermont”. Isso em 1978. No ano seguinte eles celebraram o primeiro ano com o Dia da Casquinha Gratuita: casquinhas gratuitas, o dia todo. E aí essa distribuição anual de sorvete continua hoje como tradição em sorveterias da marca pelo mundo. Hoje a sorveteria da dupla pertence à Unilever (que adquiriu a empresa por US$ 2,5 bilhões no ano 2000).

Mas o que tem de demais nesses sorvetes? Bem, eles dizem que são os sorvetes “mais pedaçudos do pedaço”. O seguinte é esse: os sorvetes têm pedações de brownies, cookies, frutas e amêndoas. Apesar de ter sabores sem leite, como o Berry&Berry (de frutas vermelhas) e o Mango (manga), o ponto alto é mesmo são os que tem muito chocolate, calda e pedaços. Os sabores são bem marcantes, e entre os meus preferidos estão o Tubby Hubby (sorvete de pasta de amendoim com pedaços de pretzel doce e salgado e calda de chocolate), o sabor mais vendido que é o chocolate chip cookie dough (baunilha com cookie e gotas de chocolate), o Phish Food (com chocolate, marschmallow e peixinhos de chocolate) e o Coffee Coffee BuzzBuzzBuzz, com o sabor marcante do café espresso.

Outro negócio bom é o cheirinho da loja. As casquinhas são feitas em uma máquina de waffle com uma pitadinha de canela, que deixa a loja e os arredores com aquele perfume de waffle, sabe? Pobres lojistas dos arredores, sinto muito por vocês hehehe.

Berry Berry e Tubby Hubby (Foto: Ariane Cajazeiras)

Outra coisa que a empresa diz é que seus sabores (que também são comercializados em potinhos, nos supermercados) são feitos com matéria-prima de pequenos produtores de países em desenvolvimento, com o objetivo de reduzir desequilíbrios que contribuem para situações de pobreza.

Os sorvetes custam entre 12 e 14 reais (de uma bola a 3 bolas) e o adicional do waffle cone custa R$4,50. Também é possível acrescentar caldas e coberturas extras por uma taxa de R$4,50 cada. Nesta segunda, a distribuição de sorvetes gratuita será até as 20h. Cada pessoa terá direito a uma bola de sorvete por vez. Isso quer dizer que a pessoa pode entrar na fila quantas vezes quiser nesse dia.

Equipe que nos atendeu super bem (Foto: Ariane Cajazeiras)

Gostei muito do atendimento também, o pessoal estava bem informado da marca e dos sabores e foi bem atencioso. Fomos lá na pré-inauguração, a convite. Mas iria pagando de boa.

(Foto: Ariane Cajazeiras)

Fingindo costume (Foto: Alana Cajazeiras)

No mais: tem muitas cores? Não. É saudável? É sorvete, né, gente? Não dá pra comer todo dia. Outro fator importante importante pra mim é: NÃO TEM SABOR NINHO. NÃO TEM SABOR NUTELLA. NÃO TEM SABOR OREO. Hahahaha. Adoro os três, mas tá na hora de “desninhozar” e “desnutellizar” tudo. Por sabores mais originais nas sorveterias <3 Provem e me digam o que acharam 🙂

 

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Novos hambúrgueres invadindo o Outback

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas, Hamburguer

05 de setembro de 2017

Uma nova e deliciosa campanha do Outback promete encher a rede de restaurantes! É o Festival de Burguers, que nos presenteou com três novas receitas. Todas com o sabor exclusivo dos excelentes produtos do Outback. Ah, e os sanduíches vêm acompanhados com as já conhecidas batatas fritas.

O Bloomin’ Picanha Burger (R$ 43) traz 240 gramas de hambúrguer de picanha, servido em um pão brioche com queijo emmenthal, um molho a base de maionese Heinz, um outro a base de ketchup Heiz, e fatias generosas de bacon. Além disso, algumas pétalas crocantes de cebola, da famosa Bloomin’Onion.

O segundo hambúguer é o Dark Mushrooms (R$ 43),com uma carne de 200 gramas, temperada com sal e pimenta preta, servida em um pão australiano. Também fazem parte do recheio: cebola caramelizada reduzida em balsâmico, queijo gruyère, bacon e o destaque: cogumelos shiitake salteados. Tudo isso com maionese Heinz.

O terceiro, e não menos importante: o Firecracker Shrimp Burger (R$ 44). Também um hambúrguer de 200 gramas temperado com sal e pimenta preta, e combinado com camarões empanados envoltos no molho Firecraker (picante e agridoce), servido em um pão brioche com alface maionese Heinz e cebolinha.

Nós provamos o Bloomin’ Picanha, no restaurante do shopping Iguatemi. Não restam dúvidas de que o hambúrguer é extremamente suculento, com todos os ingredientes em harmonia.Vale a pena, mesmo com o preço salgado. Mas quem vai para lá já sabe disso.

Não sabemos se foi pelo fato da preparação da carne de picanha, mas nosso pedido demorou um pouco mais que o convencional, mesmo com a casa praticamente vazia por ser cedo. Outro ponto que merece destaque é que o garçom não nos perguntou o ponto da carne (sim, hambúrguer também tem ponto).  A sorte é que iríamos escolher ao ponto, mas para quem gosta mal passada, fica a dica para tomar a iniciativa.

A nova campanha do Outback segue até o dia 04 de novembro. Corre!

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Foto de Iury Costa

Foto: Elon Nepomuceno

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Foto: reprodução internet

 

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Pizza de prato fundo: provamos a nova Chicago!

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

07 de agosto de 2017

Meia mussarela, meia aliche ou calabresa… todo mundo tem seu sabor preferido de pizza. Agora já pensou uma redonda com um quilo de queijo e com molho de tomate por cima de toda essa abundância? É a pizza Chicago, que chegou a Fortaleza e já rendeu vários “ooohs” e vários likes dos entusiastas de massas.

Pizza Chicago (Foto: Divulgação)

A receita é inspirada na “deep dish pizza”, em tradução livre do inglês, “pizza de prato fundo”, original de Chicago, nos Estados Unidos. Isso porque a receita consiste em uma farta crosta de massa e bastante recheio. Conhecida no mundo inteiro, a pizza foi reproduzida por um restaurante em Fortaleza, após uma reunião em família, foi o que me disse a empresária Bárbara Saunders. Segundo ela, a família costuma nas reuniões me família cozinhar bastante e a receita foi proposta por um primo.

Por ter sido inspirada na original americana, criada em 1943, pela Pizzeria Uno, em Chigago, a pizza foi batizada com o mesmo nome da cidade. As bordas altas servem para segurar a abundância do recheio, que faz com que a iguaria lembre uma torta, um pouco diferente do que estamos acostumados a ver nas pizzarias brasileiras. Ela é oferecida em quatro sabores: O original (espinafre com alho frito), John Paul (calabresa), bolonhesa e brasilian (frango). A Bárbara me disse também que todos os ingredientes, como a massa e o molho, são produzidos no próprio restaurante.

De pertinho, no detalhe (Foto: Ariane Cajazeiras)

E quem tem maturidade para uma pizza cheia de recheio assim, não é mesmo? Fica dificil manter a dieta. O ponto positivo é que com o peso da cada pedaço, fica mais difícil exagerar. A Chicago é vendida em tamanho único e pode servir até 4 pessoas, com o custo de R$ 39,90. O Dom Speto tem três sedes em Fortaleza, na Aldeota, Monte Castelo e na avenida Jovita Feitosa.

Provamos!

Eu ganhei a pizza e devo dizer que achei bem gostosa. Como recebi via delivery, a massa do meio ficou um pouco mole por causa da quantidade de molho. Deve fazer toda a diferença comê-la assim que sai do forno. Já o meu colega de blog, Caetano Neto, foi mais rápido que eu. Assim que foi lançada, ele foi comer no próprio restaurante e adorou. “Se eu fosse mudar alguma coisa dessa pizza, eu deixaria a massa assar primeiro por alguns segundos sem recheio pra deixar a massa de baixo mais crocante. De resto, pra mim foi perfeito. O queijo é realmente muito bom. Me surpreendi. Achei que ia ficar estufado com uma fatia, mas não, o queijo é tão suave que não te dá a sensação de que tem queijo demais“, disse ele.

Foto: Ariane Cajazeiras

DOM SPETO

Funciona de segunda a segunda, de 11h à meia noite.
Av. Bezerra de Menezes – (85) 3465-1937
Av. Jovita Feitosa – (85) 3025-4388
Av. Rui Barbosa – (85) 3044-7896
www.domspeto.com.br
https://www.facebook.com/dom.speto/

 

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Truck bar estaciona em Fortaleza

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

23 de junho de 2017

Nestas sexta-feira e sábado (23 e 24.06) o Colosso Lake Lounge vai ser ponto de parada de um caminhão estilizado que oferece drinks de whisky. É o “Johnnie Walker On The Road”, truck que está viajando pelo Brasil com misturas que têm por base as bebidas da marca Johnnie Walker.

(Foto: Divulgação)

Isso quer dizer que quem passar pelo local vai poder degustar os drinks JOHNNIE RYE. De acordo com o material de divulgação, são oferecidas as seguintes bebidas: uma combinação entre o novo blend Johnnie Walker Red Rye Finish e refrigerante de limão; JOHNNIE CRANBERRY – combinação entre Johnnie Walker Red Label e suco de Cranberry; e JOHNNIE TONIC – Johnnie Walker Black Label com um toque de água tônica.

O caminhão, ou truck, tem um design inspirado no processo de produção do whisky e tem uma estrutura diferente dos trucks que estamos acostumados aqui em Fortaleza, já que as mesas são distribuídas dentro do veículo. A capacidade interna é para até 30 pessoas, então se você quiser garantir lugar, pode fazer reserva pelo telefone (85) 98160-0088.

Na decoração, além da inspiração na madeira e no cobre, há também uma instalação com mais de 300 garrafas vintage, retratando a hereditariedade da marca, que foi criada em 1825, na Escócia.

Johnnie Walker On The Road

Data: 23 e 24/06

Local: Colosso Lake Lounge (Rua Hermenegildo Sá Cavalcante, s/n – Edson Queiroz)

Informações e reservas: (85) 98160-0088

PS: Não preciso nem lembrar, né, porque todo mundo já sabe: quem vai beber pega táxi, Uber, vai de carona, mas não dirige.

 

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Um boteco para chamar de seu!

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas

18 de Abril de 2017

Gente, está rolando em Fortaleza desde a sexta-feira, dia 14, a sétima edição do Comida di Buteco, que vai premiar as melhores comidas de raiz do Fortaleza, os petiscos mais originais, e, é claro, o melhor boteco da cidade, que também pode ser eleito o melhor do Brasil. São avaliados quesitos como tira-gosto, atendimento, temperatura das bebidas, e higiene do espaço. Por aqui, 16 estabelecimentos participam:

Alma Gêmea – Rua Dragão do Mar, 30 – Praia de Iracema

Concorre com o Camarão Sertanejo, camarão empanado em carne de sol desfiada e farinha de mandioca servido com couve, paçoca e molho tártaro.

Alpendre – Rua Torres Câmara, 181 lj 1. – Aldeota

Concorre com o Kibeer, um kibe feito com cevada, acompanhado com molho de iogurte caseiro, lúpulo e hortelã. Uma cerveja para mastigar!

Bar Chá da Égua – Avenida Gomes de Matos, 302 – Montese

Concorre com o Velas do Mucuripe, um filé de tilápia na crosta de aveia com molhos especiais da casa.

Bar do Helano – Rua Carlos Vasconcelos, 2310 – Joaquim Távora

Concorre com o Bolinho do Cazuza, feito de arroz e recheado com queijo muçarela.

Bar do Nem – Rua General Clarindo de Queiroz, 1745 – Mercado São Sebastião

Concorre com o elaborado A Esperança da Jeriquita e suas Cumades, são bolinhos feitos de purê de jerimum, batata doce, batata inglesa, macaxeira, leite de coco, manteiga da terra e queijo gorgonzola, maionese de barbecue, barbecue de tamarindo e molho de pimenta caseira.

Bar O Camocim – Rua Padre Mororó, 1012 – Centro

Concorre com o Mestre Lucas, um filé de peixe branco ao molho agridoce de maracujá.

Boozer’s – Rua Carlos Vasconcelos, 834 – Meireles

Concorre com o Pastel Celestino, feito com massa de farinha de quinoa, recheado com carne do sol, feijão verde e queijo coalho.

Boteco do Arlindo – Rua Carlos Gomes, 83 – José Bonifácio

Concorre com o Três meninas, que são três panquecas recheadas, uma de carne de sol, outra de creme de arraia e uma de frango caipira.

Canto do Baião –  Rua Capitão Uruguai, 56 – Aerolândia

Concorre com uma coxa com sobrecoxa desossada e grelhada no molho de laranja.

Carneiro do Tércio – Rua Gonçalves Ledo, 1123 – Aldeota

Concorre com a Coxinha de Frango da Tia, que é uma coxinha apimentada de frango, acompanhada de um molho especial

Espaço Casa da Sogra – Rua Vasco da Gama, 1072, Fundos – Montese

Concorre com a Sogra Alada, meio da asa levemente picante empanada, acompanhada de molho barbecue, geleia de pimenta e farofa crocante.

Kina do Feijão Verde – Rua João Cordeiro, 1697 – Aldeota

Concorre com o Cordeiro da Filhota, que é um cordeiro trinchado com cerveja

Outras Palavras – Rua Ana Bilhar, 1470 b – Varjota

Concorre com as Coxinhas Sem Massa, três coxinhas sem massa, servidas com molhos especiais da casa.

Picanha Iracema – Rua Joaquim Alves, 104 – Meireles

Concorre com o Camarão com ervas a Doritos, são camarões empanados com Doritos, e servidos com geleia de pimenta.

Teresa & Jorge – Rua João Cordeiro, 540 – Praia de Iracema

Concorre com o Joaquim Manoel, que é um Pastel com recheio de bacalhau cremoso e temperos especiais.

Varandão da Vila (Mariaaaaaaaana!) – Avenida Osório de Paiva, 1612 – Parangaba

Concorre com o Munguzá de Buteco, uma receita de munguzá salgado, e temperado com ingredientes regionais.

Esta é a sétima edição do Comida di Buteco em Fortaleza, mas o concurso também acontece em outras 19 cidades brasileiras desde 2000. A seleção do melhor boteco acontece no dia sete de maio. Daí, o estabelecimento escolhido passa a concorrer para se tornar o melhor do Brasil. Vale o voto do público, e de um júri especializado. Como começou na Sexta-feira da Paixão, o embalo começa a partir desta semana. O Blog Le Chef Coxinha vai tentar ir em todos. Os resultados vão aparecer por aqui.

 

Foto: reprodução internet

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Para (começar a) aprender sobre cervejas

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas

25 de Março de 2017

A D’Vinos Wine Store, loja conhecida pelos excelentes rótulos de bebidas
premium que comercializa, promove, no próximo dia 27 de março, o
Curso de Iniciação às Cervejas Especiais, uma excelente opção para quem quer começar a expandir o horizonte sobre o tema, e entender mais sobre o (vasto) universo das cervejas, que não se reserva apenas às pilsen basiquinhas que encontramos nas gôndolas de supermercado. Na programação, uma degustação de cervejas, guiada pelo beer sommelier João Filho. Serão conhecidas as cervejas Paulaner Naturtus (alemã), Beer Maniacs IPA (brasileira), Young’s Double Chocolate (inglesa) e a Maredsous Triple 10 (belga).

  Os rótulos serão harmonizados com bruschetta de cogumelos, emincé mignon ao molho gorgonzola, lasanha quattro formaggi, e pétit gateau. Todos pratos produzidos e vendidos pela D’Vinos Wine Store.

Foto: divulgação

 

João Filho

João Filho é beer sommelier desde 2013, e atua na área de treinamento e
educação. É publicitário, especialista em maketing, professor da disciplina de
cultura cervejeira na pós-graduação da Fanor/Devry, e do curso de Beer Sommelier do Senac.

Foto: divulgação

Serviço

Curso de iniciação às cervejas especiais com o beer sommelier João Filho

Dia 27 de março, às 19:30h

Investimento: R$ 130,00 (as vagas são limitadas, mas não custa tentar)

Reservas: (85) 3055.7272/994.045.962 (WhatsApp)

D’Vinos Wine Store: Avenida Senador Virgílio Távora, 665, Meireles

 

 

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De food truck a restaurante: testamos o novo Hey Joe Food’N’Bar

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

12 de Março de 2017

Sanduíches artesanais, comida vegetariana, petiscos, sucos, bebidas, arte, música… tudo isso em um só lugar. Essa é a proposta que a gente captou no novo espaço do Hey Joe Food’N’Bar. O restaurante já era conhecido nas feirinhas de food trucks  da cidade e há um mês ampliou cardápio e se fixou em um local que aos poucos ganha novos ares, a conhecida Vila Pita, na Aldeota.  O local já teve vida noturna agitada e vem se destacando novamente com a abertura de bares e restaurantes.

Fachada do Hey Joe, na rua Norvinda Pires (Foto: Ariane Cajazeiras)

A gente bateu um papo com o Fabiano Pedon, sócio-proprietário que assina os pratos da casa, e ele nos disse que a proposta continuava a mesma: apostar na “comida de verdade”, aquela feita com ingredientes frescos, feita a mão, com pouco ou nada de industrial.  O menu está bem amplo e criativo. Tem opções tradicionais e vegetarianas que vão de petiscos a entradas. Você pode levar uma turma variada que vai ter comida tanto para quem gosta de bacon e fritura, por exemplo, quanto para quem prefere comidas mais leves ou para vegetarianos e intolerantes a glúten ou lactose. É tudo muito plural!

Batata Rústica Nordestina, com queijo artesanal e bacon fritinho (Foto: Ariane Cajazeiras)

Falafel (bolinho de grão de bico) com vinagrete picante (Foto: Divulgação)

 

Petiscos variados

Os petiscos para dar aquela beliscada enquanto se espera o prato principal, incluem essas batatas rústicas com molho de queijo, iscas de frango, salsichas artesanais e filé, lasanha de berinjela, bruschettas, entre outros. O nosso destaque vai para o maravilhoso Ceviche Tropical com peixe branco e tempero especial (e olha que nem curto muito ceviche) com peixe branco, cebola roxa, manga, pimentão vermelho e limão… É uma delícia e a apresentação lindona, pena que não deu tempo fotografar.

Por falar em apresentação, os copinhos de tapioca vem numa apresentação diferente, pendurados em copinhos numa estrutura metálica. Eles podem vir recheados de palmito ou ragu de cordeiro. Provei os dois, mas prefiro sempre ragu :).  O recheio também inclui cream cheese e crispy de couve manteiga. Vale bem a pena, o tempero é leve e gostoso! Foge da mesmice dos famosos dadinhos de tapioca. As coxinhas podem ser de frango, palmito ou cordeiro. São crocantes, vem em duas unidades (tamanho médio) e tem um toque de gergelim na casquinha. As entradas variam entre 20 e 45 reais.

Copinhos de tapioca (foto: Divulgação)

Copinho de tapioca (foto: Ariane Cajazeiras)

Coxinha de Cordeiro (Foto: Ariane Cajazeiras)

Uma coisa interessante do cardápio é que cada prato vem com uma legenda que informa se aquele prato pode vir assado ao invés de frito, se é light, vegetariano, sem lactose ou sem glúten. Bacana, né?

Bebidas

Tem uma lista grande de drinks alcoólicos, cervejas, sucos e sodas italianas. Eu, que não bebeo nada com álcool, indico a soda italiana de maçã verde e a pink lemonade, como limão siciliano, limão tahiti e amora. Muito refrescante!

Pink lemonade (Foto: Ariane Cajazeiras)

Sanduíches

Além dos famosos hambúrgueres lights já conhecidos no food truck ( tem burger de frango, burger de salmão, burger vegetariano e ainda sanduba de camarão), o Hey Joe Food’N’Bar também apresenta os sanduíches tradicionais em sua versão artesanal, como o Cheeseburger clássico, filé mignon suíno e o Joe Burger, com cheddar, bacon e molho da casa. Os pães são artesanais e cada sanduíche tem sua versão, com australiano, baguete ou artesanal da casa, por exemplo.

Cheddar, bacon e carne pra quem quer aquele clássico (Foto: Divulgação)

Burger de quinoa, soja e temperos frescos, o veggie burger (Foto: Divulgação)

Espaço e arte

O espaço também está bem interessante. No térreo é fechado, com ar-condicionado e exposição de quadros. Subindo as escadas o local é bem aberto e informal, com sofás de pallets, mesas de carretel e intervenções artísticas lindas o artista plástico Narcélio Grud. Vale a visita!

(Foto: Ariane Cajazeiras)

Alana, eu e a intervenção do Narcélio Grud (Foto: selfie hahaha)

Térreo (Foto: Ariane Cajazeiras)

Hey Joe Food’N’Bar
Endereço: Rua Norvinda Pires, 32 – Aldeota
Horário de Funcionamento: terça a quinta e domingos: entre 18h e 23h/ sexta e sábado: entre 18h e meia noite.

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De food truck a restaurante: testamos o novo Hey Joe Food’N’Bar

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

12 de Março de 2017

Sanduíches artesanais, comida vegetariana, petiscos, sucos, bebidas, arte, música… tudo isso em um só lugar. Essa é a proposta que a gente captou no novo espaço do Hey Joe Food’N’Bar. O restaurante já era conhecido nas feirinhas de food trucks  da cidade e há um mês ampliou cardápio e se fixou em um local que aos poucos ganha novos ares, a conhecida Vila Pita, na Aldeota.  O local já teve vida noturna agitada e vem se destacando novamente com a abertura de bares e restaurantes.

Fachada do Hey Joe, na rua Norvinda Pires (Foto: Ariane Cajazeiras)

A gente bateu um papo com o Fabiano Pedon, sócio-proprietário que assina os pratos da casa, e ele nos disse que a proposta continuava a mesma: apostar na “comida de verdade”, aquela feita com ingredientes frescos, feita a mão, com pouco ou nada de industrial.  O menu está bem amplo e criativo. Tem opções tradicionais e vegetarianas que vão de petiscos a entradas. Você pode levar uma turma variada que vai ter comida tanto para quem gosta de bacon e fritura, por exemplo, quanto para quem prefere comidas mais leves ou para vegetarianos e intolerantes a glúten ou lactose. É tudo muito plural!

Batata Rústica Nordestina, com queijo artesanal e bacon fritinho (Foto: Ariane Cajazeiras)

Falafel (bolinho de grão de bico) com vinagrete picante (Foto: Divulgação)

 

Petiscos variados

Os petiscos para dar aquela beliscada enquanto se espera o prato principal, incluem essas batatas rústicas com molho de queijo, iscas de frango, salsichas artesanais e filé, lasanha de berinjela, bruschettas, entre outros. O nosso destaque vai para o maravilhoso Ceviche Tropical com peixe branco e tempero especial (e olha que nem curto muito ceviche) com peixe branco, cebola roxa, manga, pimentão vermelho e limão… É uma delícia e a apresentação lindona, pena que não deu tempo fotografar.

Por falar em apresentação, os copinhos de tapioca vem numa apresentação diferente, pendurados em copinhos numa estrutura metálica. Eles podem vir recheados de palmito ou ragu de cordeiro. Provei os dois, mas prefiro sempre ragu :).  O recheio também inclui cream cheese e crispy de couve manteiga. Vale bem a pena, o tempero é leve e gostoso! Foge da mesmice dos famosos dadinhos de tapioca. As coxinhas podem ser de frango, palmito ou cordeiro. São crocantes, vem em duas unidades (tamanho médio) e tem um toque de gergelim na casquinha. As entradas variam entre 20 e 45 reais.

Copinhos de tapioca (foto: Divulgação)

Copinho de tapioca (foto: Ariane Cajazeiras)

Coxinha de Cordeiro (Foto: Ariane Cajazeiras)

Uma coisa interessante do cardápio é que cada prato vem com uma legenda que informa se aquele prato pode vir assado ao invés de frito, se é light, vegetariano, sem lactose ou sem glúten. Bacana, né?

Bebidas

Tem uma lista grande de drinks alcoólicos, cervejas, sucos e sodas italianas. Eu, que não bebeo nada com álcool, indico a soda italiana de maçã verde e a pink lemonade, como limão siciliano, limão tahiti e amora. Muito refrescante!

Pink lemonade (Foto: Ariane Cajazeiras)

Sanduíches

Além dos famosos hambúrgueres lights já conhecidos no food truck ( tem burger de frango, burger de salmão, burger vegetariano e ainda sanduba de camarão), o Hey Joe Food’N’Bar também apresenta os sanduíches tradicionais em sua versão artesanal, como o Cheeseburger clássico, filé mignon suíno e o Joe Burger, com cheddar, bacon e molho da casa. Os pães são artesanais e cada sanduíche tem sua versão, com australiano, baguete ou artesanal da casa, por exemplo.

Cheddar, bacon e carne pra quem quer aquele clássico (Foto: Divulgação)

Burger de quinoa, soja e temperos frescos, o veggie burger (Foto: Divulgação)

Espaço e arte

O espaço também está bem interessante. No térreo é fechado, com ar-condicionado e exposição de quadros. Subindo as escadas o local é bem aberto e informal, com sofás de pallets, mesas de carretel e intervenções artísticas lindas o artista plástico Narcélio Grud. Vale a visita!

(Foto: Ariane Cajazeiras)

Alana, eu e a intervenção do Narcélio Grud (Foto: selfie hahaha)

Térreo (Foto: Ariane Cajazeiras)

Hey Joe Food’N’Bar
Endereço: Rua Norvinda Pires, 32 – Aldeota
Horário de Funcionamento: terça a quinta e domingos: entre 18h e 23h/ sexta e sábado: entre 18h e meia noite.