Publicidade

Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras, Caetano Neto e Iury Costa

Vejo comida em todo lugar

Alimentando a Besta

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

04 de Maio de 2017

Feed the Beast

Pode parecer estranho gastar meu tempo (e o seu) pra comentar de uma série natimorta. Com apenas dez episódios de uma temporada mal sucedida, a série conta a história do sommelier, viúvo, alcóolatra, derrotado Tommy Moran (David Schwimmer, o eterno Ross Geller) e seu amigo chef, dependente químico, ex-presidiário Dion Patras (Jim Sturgess, o Jude de Across the Universe) tentando abrir um restaurante no Bronx chamado Thirio (Besta ou Fera em grego). Sonho da dupla com a falecida esposa de Tommy.

Com esse breve resumo já dá pra notar que a série entulhou os personagens com características de mais. E o pior isso não necessariamente significa profundidade. Os personagens principais normalmente agem como crianças de 12 anos. Inconsequentes, brigões. A gastronomia também não tem profundidade e as vezes parece até perder a relevãncia na série. Falta naturalidade dos atores com os temas.

Produzida pela AMC (a mesma de Walking Dead, Mad Men, Breaking Bad, entre vários outros) o argumento da série parece ter saído de estudos estatísticos do gosto dos usuários e batido no liquidificador. Breaking Bad fez sucesso, tempera essa série com máfia e drogas. Reality Show de gastronomia tá na modinha, bota uma dose. Tem gente com saudades de Friends, vamos trazer algum dos atores. Dexter foi bem sucedido? Vamos trazer Clyde Phillips, um dos produtores de lá. E no final o que ficou parecendo foi que não tiveram consultores suficiente em todas essas direções para realmente dar a profundidade necessária.

Jim Sturgess e David Schwimmer

Jim Sturgess e David Schwimmer

Provavelmente, essa falta de profundidade foi um dos principais ingredientes para o cancelamento já na primeira temporada. Mas o que eu gostaria de comentar é o total descaso com consequências na série. E para isso terei que comentar alguns fatos que podem estragar a série. Então se você não está com seus antiácidos em dia para spoilers, melhor não prosseguir.

O personagem do Jim Sturgess, Dion Patras, consegue consumir cocaína sem nenhum abalo nas suas percepções do mundo, sem que ninguém note que ele está drogado. Existe um dilema no final da série onde TJ, filho de Tommy (David Schwimmer) implanta evidência para incriminar um colega do colégio. Tommy gasta muito tempo da série filosofando sobre esse assunto, mas no final decide não entregar o filho. E um dos principais para os leitores interessados em comida. Um crítico gastronômico e chef vai ao restaurante experimentar a comida e usam de ingrediente uma torta que estava no lixo para montar uma sobremesa. oO. E o crítico não nota nada.

Ok. Como diria um amigo meu, tirando os defeitos a série tem só qualidades. 😀 Brincadeira. As qualidades são poucas, mas relevantes. O aspecto visual da série é primoroso. Fotografia, design de produção bem cuidados. E a parte que mais gostei foi aparecer o processo de se criar um restaurante. Da procura de investidor até a preocupação com licenças municipais. Para mim, foram as únicas coisas que me sustentaram nessa peleja de quase 10h de episódios. Não sei se você leitor teria a mesma paciência… 😀

Guardei só mais um item pra comentar no final. O apelido do vilão é Fada dos Dentes. Um mafioso conhecido como Fada dos Dentes….

leia tudo sobre

Publicidade

Já começou com cara de final

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

22 de Março de 2017

Masterchef 2017 começa diferente. Duelos entre 42 competidores disputando os 21 aventais

A triagem televisionada do Masterchef foi concluída nessa última terça (21/03) com uma novidade. Após apresentação de uma prato ao trio de jurados, os candidatos tiveram mais uma fase a passar. Nas edições anteriores, essa parte eram provas em massa mais voltados a critérios técnicos. Cortar cebola, separar clara de gema, entre outras necessidades da profissão. Já aconteceu também de haver provas em grupo em que o candidato tinha que cozinhar em cima de um tema apresentado pelos jurados.

As duas maiores diferenças dessa edição foi que os duelos foram travados em duplas ou quartetos, dando uma carga emotiva ainda maior, e as provas eram realizadas na Cozinha do Programa. Um gostinho a mais aos 21 candidatos não selecionados. Era massivo o número de reprovados dizendo que iriam retornar ao programa. Com certeza.

As provas pareciam ter escolhido a dedo os competidores. Itália vs França. Norte vs Nordeste. Comida caseira realizada pelas duas senhoras com mais idade. Confeitaria. Embora haviam muitas mãos tremendo na cozinha, as provas pareciam ir de encontro com as zonas de conforto dos competidores. Enquanto isso, os outros competidores que não estavão nos duelos podiam assistir o embate do lado de fora do estúdio por um telão.

Vale citar alguns desastres como o duelo do hambúrguer e do filé mignon, onde os participantes se perderam em coisas básicas. Hambúrguer se esfacelando, cru. Spaghetti de vegetais sem graça. Ovos “trufi-trufi” que deveriam ter ficado macio. Apresentações mal elaboradas. Afastaram candidatos do avental. Já outras falhas de candidatos selecionados não foram o suficiente para afastá-los do programa. Mas com certeza já devem estar na lista negra de alguns jurados. Como foi o caso do Abel Chang que foi parado pela Paola. Ela não aguentou ver tanto desperdício de comida. Ou o uso do mandolim pelo competidor Vitor Vieira, eu já estava esperando um dedo cair, imagino a coitada de uma mãe assistindo esse programa.

A triagem ainda teve direito a repescagem. Um mezanino lotado com vinte competidores já selecionados assistiam a três competidores que tiveram uma prova de risoto como segunda chance. Deixou ainda mais emocionante o fechamento dessa primeira parte da seleção do Masterchef.

Clique na imagem e conheça os 21 concorrentes ao trofeu Masterchef 2017.

Acredito que essa temporada promete. Caso você queira nossa visão durante a temporada, deixem comentários. 🙂

leia tudo sobre

Publicidade

Detox do carnaval! Ainda dá tempo?

Por Iury Costa em Vejo comida em todo lugar

02 de Março de 2017

Nutricionista Danielle Lodetti / Foto: acervo pessoal

Tudo bem que hoje já é quinta-feira, e muita gente já voltou ao batente ainda na quarta de cinzas. Mas para quem esticou um pouco mais a folia do carnaval, ou que continua doente das loucuras que fez durante os quatro dias de festa, não custa nada seguir algumas dicas para uma desintoxicação.Depois dos exageros, é comum que venha, como recompensa, uma forte ressaca, com direito a dor de cabeça, queimação no estômago, vômito, fraqueza… E como todos precisam voltar à realidade algum dia, a nutricionista Danielle Lodetti dá algumas dicas para um detox que deixe a pessoa pronta para outra!

A recuperação gira, principalmente, em torno do consumo de muitas fibras, folhas, além de beber muita água.

“Na volta para a vida de verdade, a gente tem que ajustar as coisas para o organismo voltar a funcionar com equilíbrio. Então, a primeira coisa é diminuir o consumo de calorias. A gente tem que consumir menos calorias durante o período de desintoxicação.”

“E aí, vale abusar de água, água de coco, e de ervas que são desintoxicantes, como coentro e a salsa, que são excelentes para eliminar as toxinas. E também, abusar de alimentos que são ricos em fibras: frutas, as cascas, quando é possível comer com casca, vegetais crus, bastante folha… além de evitar açúcar, farinha branca, e preferir carnes brancas, como frango e peixe.”

Seguindo essas dicas, a nutricionista Danielle Lodetti garante que o metabolismo do nosso corpo começa a se readequar, e se acostumar com a nova realidade. “Muito líquido, para ajudar o organismo a eliminar as toxinas, muita fibra, para o intestino funcionar bem, e retirar o açúcar e a farinha vão ajudar o metabolismo a ficar um pouco mais fácil. Faz com que o organismo se adpte melhor e se recupere mais rápido depois de tanta bebedeira e de tanta comilança”.

Para evitar a ressaca, a dica é bem simples: não beba. Mas como isso é praticamente impossível, manter a hidratação e ingerir comidas saudáveis durante a festa também ajuda a diminuir os efeitos do álcool.

Foto: reprodução internet

leia tudo sobre

Publicidade

Folia garantida com comida levinha!

Por Iury Costa em Vejo comida em todo lugar

24 de Fevereiro de 2017

A gente sabe que você já deve estar se preparando para brincar o carnaval, e as fantasias já estão na mochila. Mas uma alimentação saudável e balanceada durante o feriadão também é pré-requisito para uma festança completa. O Blog Le Chef Coxinha conversou com a nutricionista Danielle Lodetti, colunista da rádio Tribuna BandNews FM, para saber o que comer para curtir o carnaval com energia e sem problemas.

Nutricionista Danielle Lodetti / Foto: acervo pessoal

De acordo com a profissional, antes de você ir para a folia, é importante que você coma alimentos que dêem energia para pular na festas. Além disso, uma refeição que não tenha digestão lenta e que te deixe pesado.

“É muito importante comer sempre um tipo de carboidrato, por que os carboidratos dão energia. Aí você pode consumir uma massa, com um molho vermelho; pode consumir uma batata, batata-doce ou macaxeira; arroz integral; um tipo de carne magra, porque as carnes pesadas podem deixar você se sentindo mal, com dor de estômago, ou mesmo com náuseas durante a festa. O peixe é sempre a melhor escolha, ou o camarão, ou o frango, além dos legumes, que possuem bastante fibras”.

Então é assim: um carboidrato, que dá energia para pular no carnaval, combinado com uma proteína leve, que tem fácil digestão, para você não ficar pesadão durante a festa. A nutricionista completa que não se deve comer “nada frito ou empanado, ou com creme de leite”.

Durante a festa, é importante, de acordo com Danielle Lodetti, manter, também, a hidratação. E se a folia durar muito tempo, é sempre bom ter algum repositor de energia no bolso. “Frutas secas, castanhas, barrinhas de proteína, barrinhas de granola, bastante suco e água de coco são lanchinhos interessantes para comer durante o período da festa, e para não terminar sem energia e disposição”.

Tá combinado então, né? Nada de comida “grosseira” para não passar o carnaval no bloco dos doentes! Agora, pode seguir o passeio.

Publicidade

Novidades no Le Chef!

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas, Vejo comida em todo lugar

16 de Janeiro de 2017

Bonjour! É tempo de se reinventar!

Quando surgiu a ideia de montar o Le Chef Coxinha, não tivemos tempo de organizar as ideias. Quando nos ofereceram a possibilidade de hospedar o blog no portal “Tribuna do Ceará”, decidimos, meio que no impulso, criar essa página. Unimos nossas paixões por gastronomia, e decidimos enfrentar o mundo.

Como tudo que dá certo surge por impulso, estamos agora, já com a carruagem em movimento, concatenando as ideias, e definindo nossas bases editoriais e de conteúdo. Com essas novas definições, em constante transformação, trouxemos novidades para você, querido leitor!

 

Nova identidade visual

Como parte do nosso direcionamento daqui para frente, pensamos em criar uma identidade, principalmente para ajudar o leitor a nos identificar mais facilmente. Surge a nossa logo! Com cara de menu de bistrô parisiense, a nossa identidade tem a nossa cara, já que percorremos desde a alta gastronomia, até às comidinhas de rua. Todas com sabor.

 

Novo colaborador

Para manter a qualidade do blog, além de uma periodicidade das postagens, decidimos abrir espaço para mais um colaborador, que vai somar conosco as experiências gastronômicas: Caetano Neto.

Nosso novo parceiro é designer por formação, mas apaixonado por gastronomia. Tentando apurar o paladar a cada dia, arrisca algumas receitas na cozinha de vez em quando. Tocou com alguns amigos o projeto “Covardia Gastronômica”, que reúne parceiros para um papo, com comidas preparadas por eles próprios. Bem-vindo, Caetano.

 

Prometemos melhorar a cada dia. Mas, acima de tudo, prometemos manter você com água na boca, e com vontade de provar as delícias que postamos! Au revoir!

Instagram: @lechefcoxinha

leia tudo sobre

Publicidade

O Masterchef Profissional chega a sua final

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

15 de dezembro de 2016

Foram 14 cozinheiros profissionais, 11 episódios até chegarmos no grande embate entre Dayse e Marcelo da final do Primeiro Masterchef Profissional

Machismo, egocentrismo, falta de respeito por quem segue outro estilo de cozinha, … Essa parte “novelinha Big Brother” recheou o programa. A primeira notícia que eu tive do Masterchef Profissionais foi que o programa estrearia com a Paola Carrossela brigando com um dos competidores. Ouvimos impropérios do tipo: “Se você não sabe o que fazer, pegue uma vassoura e vá varrer o chão.” Ou ainda uma das competidoras (eliminada no primeiro programa, diga-se de passagem) revoltada com o estilo ágil e tenso da cozinha profissional, “eu gostaria de ter permanecido mais tempo para mostrar que a cozinha profissional não precisa ser assim”… Pfffff… sei. Infelizmente, reconheço que esse lado é o que traz audiência e por conseguinte traz patrocinadores que garantem a continuidade do programa. Assim como ouso dizer que algumas das eliminações parecem nitidamente ser baseadas em escolha de “personalidades” que trazem mais audiência. Sim, mulheres, eu homem heterossexual entendo agora o sofrimento de ter de aguentar uma mídia direcionada a uma curva de audiência completamente diferente da sua.

Mas…. esqueçamos essa parte e falemos de comida. O programa foi recheado de provas belíssimas. Como exemplo a primeira prova do terceiro episódio, também conhecida como a prova da xepa.

Cabeça e espinha de peixe; pé e pescoço de galinha; pele de frango; osso com tutano, casca de laranja, cebola e alho; folha de beterraba, cenoura, repolho e brócolis; couro de bacon e “cabelinho” do alho poró. Essa “xepa” eram os ingredientes os quais os participantes tinham que escolher no mínimo três. Sim, eles eram obrigados a escolherem pelo menos três desses ingredientes. E de ingredientes complementares eles ainda tinham: creme de leite, ovo limão, alho, farinha, leite, óleo, açúcar, vinagre, ervas, parmesão, shoyo, e pimenta dedo de moça. E só!

Você, caro leitor, o que faria com esses ingredientes? Lixo? Não se sinta só. A maioria dos participantes também não fazia ideia do que fazer.

Outra prova interessante foi ambientada em um museu e os competidores deveriam apresentar seus “pratos” diretamente em uma tela de pintura, tornando a comida uma obra de arte.

Claro que pra ser Masterchef profissional tinha que ter provas de grandes desafios técnicos como o bolo Ópera…

…e o peixe Coulibiac

A grande Final

O programa inicia mostrando a jornada dos dois competidores. Com uma produção cinematográfica, com direito a tomadas com campo de profundidade definido, slow motions de dar inveja ao Zach Snyder, tudo isso para lembrar ao espectador porque aqueles dois competidores merecem estar ali.

A prova final era a execução de um menu degustação com oito pratos. O primeiro duelo começou com uma prova de cinco minutos de mercado e duas horas de cozinha. Os cozinheiros tinham que entregar dois amuse bouche (literalmente do francês, divertir a boca, amuse bouche é um aperitivo criativo com intuito de preparar o paladar) e duas entradas. Após isso, deveriam entregar dois pratos principais e duas sobremesas.

Ao final do programa, a Ana Paula sai ditando prato a prato a nota de cada jurado. Afim de conciliar crítica e nota, coloquei uma ao lado da outra. Espero que gostem.

Leia mais

leia tudo sobre

Publicidade

A comida no futuro utópico de 3%

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

05 de dezembro de 2016

Estreou dia 25 de novembro 3%, a primeira série brasileira exibida e produzida pela Netflix. Nela é narrada a história de jovens de 20 anos do Continente se submetendo ao Processo tentando ingressar ao Maralto. O Continente é exibido com todas as características de um futuro distópico, já o Maralto, embora não apareça, é descrito como uma utopia. A estatística é que somente 3% passam no Processo e podem viver em Maralto, deixando 97% das pessoas de fora dessa sociedade mais evoluída.

A série traz diversas reflexões de como se encontra a humanidade e como nos relacionamos nessa linha concreta dividindo essas duas realidades. Lógico que um dos tópicos que realmente nos fez parar para pensar, foram as cenas aonde os concorrentes devoram a comida oferecida no Processo. As cenas abaixo aparecem já no primeiro episódio, mas se você tem problemas sérios com spoilers, veja por conta e risco.

A comida do futuro utópico de 3%

Todos os direitos reservados a Netflix

A comida do futuro utópico de 3%

Todos os direitos reservados a Netflix

Na história, não aparece como 97% da população que vive no Continente se alimenta, mas aparentemente no Processo existe uma grande variedade de frutas e várias comidas com um quê de gastronomia molecular.

A comida do futuro utópico de 3%

Todos os direitos reservados a Netflix

A comida do futuro utópico de 3%

Todos os direitos reservados a Netflix

Na série como um todo, não aparece nenhum alimento de origem animal. O que nos faz parar para pensar no futuro da nossa alimentação. Será que vamos todos nos tornar vegetarianos? Se isso acontecer, será escolha da humanidade ou a produção pecuária se tornará impraticável.

O que aconteceu com os cereais e os leguminosos? De onde virão as proteínas necessária para jovens que estão sendo constantemente submetidos a esforços mentais e físico? Será que os alimentos com cara de gastronomia molecular serão enriquecidos com as vitaminas e proteínas que não se encontram nas frutas em grande parte cítricas que vemos? A maior pergunta de todas: sério mesmo que não vai ter coxinha nesse futuro? 😀

leia tudo sobre

Publicidade

Harry Potter e a hora do rango

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

17 de novembro de 2016

Do universo de Harry Potter, estreia hoje o aguardado Animais Fantásticos e Onde Habitam. O filme conta a história de Newt Scamander. Um excêntrico magizoologista que carrega uma maleta cheia de animais mágicos coletados durante suas viagens pelo mundo. Em plena Nova York (não estamos mais em Londres, Edwirges), no ano de 1926, as criaturas acabam saindo de sua mala e agora ele precisa usar suas habilidades para capturá-las.

Os fãs do bruxinho devem estar sentindo um misto de ansiedade e nostalgia. E nessa nostalgia que lembramos de todas as guloseimas do mundo mágico de Harry Potter: Feijõezinhos de Todos os Sabores, Sapos de Creme de Menta, Varinhas de chocolate, Diabinhos de Pimenta, entre outros que infelizmente deve ser impossível de achar no nosso mundo. Mas, existem receitas do universo que conseguimos reproduzir aqui.

Coletamos uma série de vídeos para que você possa ir “cheio” de magia para os cinemas.

De tudo relacionado a comida no mundo dos bruxos, o que eu queria mesmo era participar de um desses banquetes do Salão Comunal. 😉

Harry Potter e os banquetes do Salão Comunal

Publicidade

Harry Potter e a hora do rango

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

17 de novembro de 2016

Do universo de Harry Potter, estreia hoje o aguardado Animais Fantásticos e Onde Habitam. O filme conta a história de Newt Scamander. Um excêntrico magizoologista que carrega uma maleta cheia de animais mágicos coletados durante suas viagens pelo mundo. Em plena Nova York (não estamos mais em Londres, Edwirges), no ano de 1926, as criaturas acabam saindo de sua mala e agora ele precisa usar suas habilidades para capturá-las.

Os fãs do bruxinho devem estar sentindo um misto de ansiedade e nostalgia. E nessa nostalgia que lembramos de todas as guloseimas do mundo mágico de Harry Potter: Feijõezinhos de Todos os Sabores, Sapos de Creme de Menta, Varinhas de chocolate, Diabinhos de Pimenta, entre outros que infelizmente deve ser impossível de achar no nosso mundo. Mas, existem receitas do universo que conseguimos reproduzir aqui.

Coletamos uma série de vídeos para que você possa ir “cheio” de magia para os cinemas.

De tudo relacionado a comida no mundo dos bruxos, o que eu queria mesmo era participar de um desses banquetes do Salão Comunal. 😉

Harry Potter e os banquetes do Salão Comunal