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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras

Fevereiro 2017

Folia garantida com comida levinha!

Por Iury Costa em Vejo comida em todo lugar

24 de Fevereiro de 2017

A gente sabe que você já deve estar se preparando para brincar o carnaval, e as fantasias já estão na mochila. Mas uma alimentação saudável e balanceada durante o feriadão também é pré-requisito para uma festança completa. O Blog Le Chef Coxinha conversou com a nutricionista Danielle Lodetti, colunista da rádio Tribuna BandNews FM, para saber o que comer para curtir o carnaval com energia e sem problemas.

Nutricionista Danielle Lodetti / Foto: acervo pessoal

De acordo com a profissional, antes de você ir para a folia, é importante que você coma alimentos que dêem energia para pular na festas. Além disso, uma refeição que não tenha digestão lenta e que te deixe pesado.

“É muito importante comer sempre um tipo de carboidrato, por que os carboidratos dão energia. Aí você pode consumir uma massa, com um molho vermelho; pode consumir uma batata, batata-doce ou macaxeira; arroz integral; um tipo de carne magra, porque as carnes pesadas podem deixar você se sentindo mal, com dor de estômago, ou mesmo com náuseas durante a festa. O peixe é sempre a melhor escolha, ou o camarão, ou o frango, além dos legumes, que possuem bastante fibras”.

Então é assim: um carboidrato, que dá energia para pular no carnaval, combinado com uma proteína leve, que tem fácil digestão, para você não ficar pesadão durante a festa. A nutricionista completa que não se deve comer “nada frito ou empanado, ou com creme de leite”.

Durante a festa, é importante, de acordo com Danielle Lodetti, manter, também, a hidratação. E se a folia durar muito tempo, é sempre bom ter algum repositor de energia no bolso. “Frutas secas, castanhas, barrinhas de proteína, barrinhas de granola, bastante suco e água de coco são lanchinhos interessantes para comer durante o período da festa, e para não terminar sem energia e disposição”.

Tá combinado então, né? Nada de comida “grosseira” para não passar o carnaval no bloco dos doentes! Agora, pode seguir o passeio.

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Hamburgão da zona oeste

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas, Hamburguer

16 de Fevereiro de 2017

Eu adoro achar lugares novos pertinho de casa. Morando na parte oeste da cidade, muito desprovida de bons restaurantes, fico ressentida de ter que me deslocar para lugares muito distantes de casa, muitas vezes lotados ou com estacionamento ruim, para apreciar uma comida boa. Mas a parte legal é que isso vem mudando, felizmente! os empresários já começam a investir em novas áreas, longe da “zona nobre”. Soube por meio de um amigo que o Jardim Guanabara, na zona oeste da cidade (pertinho da Vila Velha, Álvaro Weyne e adjacências) contava com uma nova hamburgueria com produtos muito bons, segundo ele, e hoje resolvemos provar: o Pacheco’s Burguer.

TIRIRICA burger: carne, cheddar, nachos, geleia de pimenta, molho e salada fresca (Foto: Ariane Cajazeiras)

A hamburgueria é pequena, são poucas mesas espalhadas pela calçada mesmo. O espaço lembra um food truck, é bem descolado e tocou Beatles a noite inteira: curti. Chegando lá, batemos um papo rápido com o Pacheco, que abriu o espaço há três meses com a esposa. A “sra. Pacheco” (Tanna) é especializada em gastronomia, eles tinham a ideia de abrir um negócio juntos e resolveram investir no bairro de infância dele.

Pacheco’s Burguer (Foto: Divulgação)

O cardápio é simples, mas suficiente: são 10 petiscos, entre eles: bolinhas (que tem recheio de queijo a arraia e custam de 12 a 14 reais), onion rings, nachos, batata da casa (com cheddar e bacon) e até espetinhos (só 4,00, com molho e farofinha). Os sanduíches são 7 variedades e cada um leva o nome de um humorista cearense. Segundo o proprietário, tudo é feito na casa, os ingredientes são frescos. Éramos 5 e provamos os espetinhos (porção pequena e carne macia: uma boa entrada) e 4 burgers.

Optamos pelo TOMCAVALCANTE burguer (pão, carne de 180g, queijo mussarela e alface americana), TIRIRICA burguer (pão, carne de 160g, cheddar, nachos, geleia de pimenta, molho e alface americana), ROCICLEIA burguer (pão, carne de 160g, cheddar, tomate, bacon, cebola caramelizada, molho e alface americana) e o SEULUNGA burguer (que é basicamente o mesmo Rocicleia burguer, mas com ingredientes dobrados). O produto é muito bom: a carne é grossa, saborosa e bem temperada. Só esqueci de pedir pra vir mal passada (eles sugerem que você peça assim, tá escrito no cardápio, mas acabei esquecendo). Os ingredientes são frescos e de boa qualidade e os preços variam entre R$12 e R$22. Tem luvinhas de plástico para quem não quer sujar as mãos. Dá pra pedir adicionais de ingredientes, mas, acredite, o tamanho é suficiente.

Fazendo cara de Seu Lunga para fazer jus ao sandubão (Foto: Jefferson Sant’ana)

TIRIRICA e seus nachos. Todos os sandubas acompanham uma boa maionese temperada (Foto: Ariane Cajazeiras)

Uma crítica: a geleia de pimenta do meu TIRIRICA burguer, pareceu-me um pouco mascarada frente aos outros ingredientes, senti pouco o sabor dela.

Todos os sanduíches vêm acompanhados de uma pequena porção de batatas e uma boa maionese temperada. A apresentação também é legal: vem em uma tábua de carne de madeira. Entre as bebidas, existem 10 variedades de sucos e vitaminas, 13 cervejas (incluindo sem álcool) e refrigerantes. Não tem sobremesas!

Fiquei feliz em poder contar com mais um point bacana pertinho de casa! Vale a visita ao bom hamburgão da zona oeste. E fica a dica para os empresários: a zona oeste quer comer bem!

Com amor e com fome,

Ariane.

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Bistrô parisiense no meio do hospital

Por Ariane Cajazeiras em Restaurantes

13 de Fevereiro de 2017

Le Pain Le Café abriu as portas há quase um mês no Hospital Regional da Unimed

Imagine estar em um hospital e poder se teletransportar para um ambiente aconchegante… quem sabe um bistrô francês, que tal? Parece um sonho: fugir um pouco, nem que seja por alguns minutos, da realidade a que geralmente um hospital está ligado, não é? Essa é a proposta da nova Le Pain Le Café que abriu as portas em janeiro no Hospital Regional da Unimed (HRU) em Fortaleza.

Le Pain Le Café Bistrô (Foto: Ariane Cajazeiras)

O local onde funcionava um outro restaurante estava desativado e foi todo reformado para dar lugar à nova proposta da cafeteria, que já funciona no bairro Meireles e também contava com um pequeno café no pátio da recepção do HRU.

O local foi inaugurado em janeiro deste ano (Foto: Ariane Cajazeiras)

A ideia dos sócios Gustavo e Eveline Espalter e Isabel e Alexandre Studart foi expandir também o cardápio da Le Pain Le Café, abrindo a versão Bistrô. Segundo Isabel, o novo projeto segue a filosofia da cafeteria: levar bem estar, conforto e boa gastronomia, mas agora também com pratos quentes e um menu desenvolvido especialmente para o espaço do hospital.

Caetano, Iury e eu no dia da inauguração (Foto: Elon Nepomuceno)

O cardápio é a la carte e tem tanto os sanduíches, bolos, cafés, chás e sucos, como também saladas, crepes, pratos quentes e sobremesas. Entre os sanduíches, muitas opções bem convidativas, como o tradicional croque monsieur (com presunto de parma, ricota e um toque de melão) e o Nordestão (com carne de sol crocante, queijo do reino, chutney de cebola e pasta no pão de caju). Já quero provar o Le Pain Le Café, que leva carne de cordeiro, chutney de morango, folhas e pasta de hortelã no croissant.

Degustação do Gratin de Camarões (Foto: Ariane Cajazeiras)

Já entre os pratos, destaque para o Gratin de camarões (que leva camarão, arroz com presunto, ervilha e molho branco, tudo gratinado e finalizado com batata palha) e as massas como os Romanitos (nhoques caseiros de abóbora, recheados com carne de sol e queijo coalho). Também tem pratos com frango, peixe grelhado, estrogonofe de filé e carne de sol.  As Saladas vêm em 3 opções: carne de sol, atum ou camarão. O melhor de tudo: os preços são bem acessíveis, com pratos variando entre R$18 e R$29,90. O cardápio conta ainda com crepes, tapiocas e sopas.

Degustação dos Romanitos (Foto: Ariane Cajazeiras)

Para adoçar o dia, são oferecidas 9 sobremesas, entre elas as fatias de bolo (adoro o de lavanda com laranja e o de limão com frutas cristalizadas, são sempre muito fresquinhos, fofos e saborosos), mil folhas de morango e cheesecake de manjericão com limão siciliano.

Chá Vermelho Intenso e bolo de Limão Siciliano com frutas cristalizadas (Foto: Divulgação)

O Bistrô é aberto ao público e funciona diariamente, entre oito horas da manhã e dez da noite, com serviço de café da manhã, almoço e jantar. O espaço acomoda até 65 pessoas e guarda o colorido e frescor da cafeteria original, que fica na Rua Professor Dias da Rocha.

Claro que ninguém quer precisar usar hospital, mas o espaço já era mais que esperado por quem precisa e pelos próprios profissionais do HRU. Eu precisei do espaço e como um local com comida boa fez falta! Veio em boa hora!

Ouça um trecho do bate papo que tive com a sócia do Le Pain Le Café, Isabel Studart:

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Quintal da Varjota: um espaço para se sentir em casa

Por Iury Costa em Eventos, Experiências Gastronômicas

10 de Fevereiro de 2017

Restaurante une boa comida e boa música, o que garante um espaço aconchegante

O Blog Le Chef Coxinha foi convidado para saborear os pratos do cardápio do Quintal da Varjota, que é assinado pelo Chef Rafael Iori. O restaurante abriu há poucos meses, mas já se consolidou como um dos destaques da noite (e da tarde) de Fortaleza, principalmente para quem procura boa comida, bom atendimento, e bom espaço.

 

O local

Escolher o bairro Varjota, em Fortaleza, para instalar a casa, já é, de quebra, escolher elegância e boa localização. O bairro é reduto de extensos corredores gastronômicos, que se expandem a cada dia. E o Quintal da Varjota abre mais um desses corredores. O espaço se localiza na avenida Antônio Justa, quase esquina com a rua Frei Mansueto. Ao chegar no local, ficamos logo encantados com a beleza. Carro entregue ao manobrista, partimos para conhecer o Quintal.

Pensado para ser bem aconchegante, para casais e amigos se reunirem, como se estivessem em casa (daí o nome), o restaurante possui dois ambientes: o salão climatizado e o salão do Quintal.

O salão climatizado, com capacidade para até 80 pessoas, é mais reservado. Pensado, principalmente, para casais, que querem um espaço mais tranquilo. Ou também para amigos que querem uma conversa mais íntima. Já o salão do Quintal é o espaço aberto, e tem capacidade para até 200 pessoas. É o lugar do bate-papo descontraído, e também de acompanhar as apresentações musicais (cada dia da semana é um ritmo diferente).

Foto: acervo Quintal da Varjota

A Comida

A apresentação do Le Chef Coxinha ao mundo do Quintal da Varjota foi durante lançamento do novo menu, assinado pelo chef Iori. Menu esse recheado de criações de Iori, que sabe misturar ingredientes da terra com itens de alta gastronomia. E ainda com um toque único, o tal segredo do chef. Provamos alguns petiscos. Deliciosos. Destaque para alguns:

O bolinho do Agreste, com flocos de tapioca e recheado com carne do sol desfiada ao catupiry e nata, acompanhado de melaço de cana e sake. Crocância no ponto, mas os flocos de tapioca impulsionam isso. A carne do sol, com sabor intenso. O sal, típico, é reduzido por conta do catupiry e da nata.

Foto: Iury Costa

Fish and Chip’s, cubos de sirigado envoltos em uma crocante massa de tempurá, acompanhados com batatas chips e molho tártaro. O molho dá um toque especial ao sabor do sirigado.

Foto: Iury Costa

Ceviche de jacaré, com molho cítrico de limão e lima da pérsia. Experiência única de provar carne de jacaré. Passado o momento do susto, percebemos que é uma carne bem mais fibrosa que as de costume.  Além disso, bem esbranquiçada.

Foto: Iury Costa

Filé do Quintal ao Crispy de Parma, medalhões de filé banhados em um molho secreto do chef, com presunto tipo parma e shimeji, acompanhado de spaghetti na manteiga. A massa é neutra. Talvez intencional, para que o sabor do filé tome todo o prato. A carne, por outro lado, delicada, ao ponto, e, com o molho incorporado, extremamente saborosa.

 

Bebidas

As bebidas de qualidade também fazem parte do charme do Quintal da Varjota. Escolhidas por especialista, harmonizaram perfeitamente com os pratos. Destaque para:

Suco de pitaya, que possui uma cor linda, já convidativa para ser tomado. Doce da fruta.

Foto: Iury Costa

Espumante Vértice Rosé, português da região do Douro. Sabor delicado, que harmonizou maravilhosamente bem com a carne marcante do ceviche de jacaré.

Cervejas Baden Baden, de Campos do Jordão. Opções com toque de caramelo, ou mais cítrica. Pelo sabor, você sente como a cerveja é feita com cuidado, em com ingredientes selecionados.

Foto: Iury Costa

 

Opinião

Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, o Quintal da Varjota conseguiu ganhar destaque na cena da gastronomia (e noite) cearense. Boas misturas, bons ingredientes garantem grandes experiências gustativas. O espaço: a ideia de deixar como um quintal de casa realmente foi alcançada. Embora em um ambiente refinado, conseguimos sentir uma intimidade com o local, justamente como em um quintal, onde os amigos se reúnem para uma roda de conversa, regada a cerveja e bons pratos.

 

Serviço

Quintal da Varjota – Av. Antônio Justa, 3525

Funcionamento: segunda e quarta, das 11h às 15h; terça e quinta, das 11h à meia-noite; sexta e sábado, das 11h às 02h; domingos, de 12h à meia-noite.

Reservas: (85) 3109.3333

@quintaldavarjota

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Coxinha sem ovo, lactose e glúten pode ser boa?

Por Ariane Cajazeiras em Coxinha

02 de Fevereiro de 2017

Pois num é que pode? A paixão nacional, o quitute mais amado do Brasil, a melhor iguaria dos bares, botecos e padarias da cidade, aquela que dá nome a esse blog e é politicamente usada de forma errônea como sinônimo de coisa pejorativa, a nossa amada COXINHA é sem dúvida um dos alimentos mais procurados e por isso mesmo um dos que têm mais versões. Afinal, sabemos que ela é cheia de carboidratos, gorduras, lactose, glúten e tudo mais.

Amadas coxinhas (foto: internet)

Além das versões “fit”, que levam massa de batata doce, dentre outras versões, também já é possível achar no mercado as versões para pessoas que têm alergia ou intolerância aos elementos da receita da coxinha.

Essa semana fui convidada para conhecer uma loja que se propõe a ser a primeira especializada em produtos para pessoas que tem restrições alimentares. A Levíssima oferece uma gama de produtos. Além da coxinha, tem pães, croquetes, bolinhos de bacalhau, picolés, bolos, biscoitos, brownies, manteiga ghee, muitas coisas com baixo índice de sódio, gordura, açúcar. Enfim. Ao todo são 1800 produtos! Tem muita coisa para quem tem alergias, intolerâncias, diabetes, para vegetarianos, veganos e pessoas com restrições alimentares em geral.

Sarah Melo, o bebezinho dela no bucho, eu e mamãe (foto: Manuela Sales)

A criadora da loja e dona da marca, Sarah Melo, explica que a loja surgiu há 1 ano e 6 meses após uma demanda própria. Ela tem intolerância a lactose e glúten e buscava em todo o Brasil produtos para consumir. Quando percebeu que com um CNPJ seria mais fácil adquirir os alimentos, enxergou também uma possibilidade de negócio. A Sarah é advogada, mas dá para ver que ela gosta muito de pesquisar o assunto, sabe tudo de todos os produtos que a gente procura nas prateleiras. Afinal, quem tem restrição alimentar sabe que é necessário ter cuidado nos mínimos detalhes, até se as ferramentas que manipulam os produtos que serão consumidos não tiveram contato com resquício de algo que cause reação.

Produtos a granel (Foto: Ariane Cajazeiras)

Manteiga clarificada e várias ghee temperadas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Os produtos mais procurados são os brownies sem glúten e lactose e… a COXINHA, claro. E essa, obviamente, eu tive que provar. Ao invés de leite, manteiga, farinha de trigo e óleo, a coxinha que levei tem fécula de batata, farinha de arroz, margarina vegetal, cebola, alho, salsinha, caldo de frango e sal na massa. A recomendação é que a coxinha integral não seja frita, mas assada no forno, para torná-la mais leve (permitam-me o trocadilho). Na loja ela é ofertada apenas congelada. A marca não é própria, de um modo geral os produtos da Levíssima vêm de vários lugares do Brasil.

Tudo bem descrito na embalagem (Foto: Ariane Cajazeiras)

Coloquei as 12 coxinhas de tamanho médio em uma assadeira sem untar nem nada. Levei ao forno como indica a embalagem: por 20 minutos. O cheirinho que se espalhou pela casa foi muito bom. Quando abri o forno, achei que a coxinha tinha ficado meio mole, mas como as pontinhas estavam escuras, achei melhor retirar.

Coxinhas congeladas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Recém saídas do forno (Foto: Ariane Cajazeiras)

O salgado não deixa a desejar: o tempero é muito gostoso e dá pra matar a fome de coxinha. A massa é bem levinha e macia, como na versão do salgado cuja massa é feita de batata e não de farinha de trigo. Quando a massa é de farinha, fica bem mais elástica. A casquinha fica bem crocante, também. O ponto baixo é a estética: duas delas estouraram com o calor e a coxinha não fica muito redondinha, já que no forno, a parte que fica em contato com a assadeira fica mais plana e escura. Em resposta ao blog, a Levíssima diz que, embora a embalagem diga que a coxinha deve assar por 20 minutos, os clientes são orientados a colocar apenas por 15 minutos, para evitar que o salgado passe do ponto.

Também comprei outras coisinhas fits na loja. Em breve você vê a avaliação pelo instagram, já seguiu? Vai lá: @lechefcoxinha.

Com amor e com fome,

Ariane.

SERVIÇO:

Loja Levíssima: Rua Silva Paulet, 1390 – Aldeota, Fortaleza – CE

Telefone: 3051-1220

A loja funciona de segunda a sábado.
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Coxinha sem ovo, lactose e glúten pode ser boa?

Por Ariane Cajazeiras em Coxinha

02 de Fevereiro de 2017

Pois num é que pode? A paixão nacional, o quitute mais amado do Brasil, a melhor iguaria dos bares, botecos e padarias da cidade, aquela que dá nome a esse blog e é politicamente usada de forma errônea como sinônimo de coisa pejorativa, a nossa amada COXINHA é sem dúvida um dos alimentos mais procurados e por isso mesmo um dos que têm mais versões. Afinal, sabemos que ela é cheia de carboidratos, gorduras, lactose, glúten e tudo mais.

Amadas coxinhas (foto: internet)

Além das versões “fit”, que levam massa de batata doce, dentre outras versões, também já é possível achar no mercado as versões para pessoas que têm alergia ou intolerância aos elementos da receita da coxinha.

Essa semana fui convidada para conhecer uma loja que se propõe a ser a primeira especializada em produtos para pessoas que tem restrições alimentares. A Levíssima oferece uma gama de produtos. Além da coxinha, tem pães, croquetes, bolinhos de bacalhau, picolés, bolos, biscoitos, brownies, manteiga ghee, muitas coisas com baixo índice de sódio, gordura, açúcar. Enfim. Ao todo são 1800 produtos! Tem muita coisa para quem tem alergias, intolerâncias, diabetes, para vegetarianos, veganos e pessoas com restrições alimentares em geral.

Sarah Melo, o bebezinho dela no bucho, eu e mamãe (foto: Manuela Sales)

A criadora da loja e dona da marca, Sarah Melo, explica que a loja surgiu há 1 ano e 6 meses após uma demanda própria. Ela tem intolerância a lactose e glúten e buscava em todo o Brasil produtos para consumir. Quando percebeu que com um CNPJ seria mais fácil adquirir os alimentos, enxergou também uma possibilidade de negócio. A Sarah é advogada, mas dá para ver que ela gosta muito de pesquisar o assunto, sabe tudo de todos os produtos que a gente procura nas prateleiras. Afinal, quem tem restrição alimentar sabe que é necessário ter cuidado nos mínimos detalhes, até se as ferramentas que manipulam os produtos que serão consumidos não tiveram contato com resquício de algo que cause reação.

Produtos a granel (Foto: Ariane Cajazeiras)

Manteiga clarificada e várias ghee temperadas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Os produtos mais procurados são os brownies sem glúten e lactose e… a COXINHA, claro. E essa, obviamente, eu tive que provar. Ao invés de leite, manteiga, farinha de trigo e óleo, a coxinha que levei tem fécula de batata, farinha de arroz, margarina vegetal, cebola, alho, salsinha, caldo de frango e sal na massa. A recomendação é que a coxinha integral não seja frita, mas assada no forno, para torná-la mais leve (permitam-me o trocadilho). Na loja ela é ofertada apenas congelada. A marca não é própria, de um modo geral os produtos da Levíssima vêm de vários lugares do Brasil.

Tudo bem descrito na embalagem (Foto: Ariane Cajazeiras)

Coloquei as 12 coxinhas de tamanho médio em uma assadeira sem untar nem nada. Levei ao forno como indica a embalagem: por 20 minutos. O cheirinho que se espalhou pela casa foi muito bom. Quando abri o forno, achei que a coxinha tinha ficado meio mole, mas como as pontinhas estavam escuras, achei melhor retirar.

Coxinhas congeladas (Foto: Ariane Cajazeiras)

Recém saídas do forno (Foto: Ariane Cajazeiras)

O salgado não deixa a desejar: o tempero é muito gostoso e dá pra matar a fome de coxinha. A massa é bem levinha e macia, como na versão do salgado cuja massa é feita de batata e não de farinha de trigo. Quando a massa é de farinha, fica bem mais elástica. A casquinha fica bem crocante, também. O ponto baixo é a estética: duas delas estouraram com o calor e a coxinha não fica muito redondinha, já que no forno, a parte que fica em contato com a assadeira fica mais plana e escura. Em resposta ao blog, a Levíssima diz que, embora a embalagem diga que a coxinha deve assar por 20 minutos, os clientes são orientados a colocar apenas por 15 minutos, para evitar que o salgado passe do ponto.

Também comprei outras coisinhas fits na loja. Em breve você vê a avaliação pelo instagram, já seguiu? Vai lá: @lechefcoxinha.

Com amor e com fome,

Ariane.

SERVIÇO:

Loja Levíssima: Rua Silva Paulet, 1390 – Aldeota, Fortaleza – CE

Telefone: 3051-1220

A loja funciona de segunda a sábado.