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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras, Caetano Neto e Iury Costa

Janeiro 2017

[SÉRIE ALEMANHA] Qual o doce mais doce?

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

31 de Janeiro de 2017

Hallo Leute! Oi pessoal! Qual o doce mais doce que o doce de batata doce? Não sei, mas o doce menos doce é o que mais me agrada. E é por isso que fui muito feliz com os doces alemães. Pra começo de conversa é bom lembrar que na Europa não e fácil nem comum achar leite condensado, doce de leite.

Aqui no Brasil o brigadeiro é algo tão absurdamente comum (e cá pra nós, ô coisa maravilhosa) que fica difícil imaginar bolos, tortas, doces, sem o leite condensado, né? Quero deixar claro que amo os doces brasileiros. Nossos docinhos têm lugar cativo no meu cardápio e coração, mas se a culinária alemã pode não agradar alguns, os doces são um caso à parte. Como tenho muitos doces pra comentar, vou dividir esse post em dois, espero que gostem 🙂

Melhor torta de mirtilo que já comi na vida no dia mais frio da viagem (Foto: Alana Cajazeiras)

Usa-se muito maçãs, frutas do bosque (morango, framboesa, groselha, mirtilo), oleaginosas como a amêndoa, marzipã, açúcar de confeiteiro, chantilly e creme. Também tem muitos pães e biscoitos com açúcar, chocolate, castanhas e/ou frutas. E, claro, os maravilhosos, finos, diversos, baratos, chocolates.

Os cheesecakes (Käsekuchen) também são muito comuns por lá e são vendidos de diversas formas, geralmente no formato retangular. Tem praticamente em toda padaria alemã. Apesar de ter o queijo como base, a torta alemã é bastante diferente da versão americana, mais leve e aerada. A base da torta não é o cream cheese (base da torta americana), mas o quark, um queijo fresco de vaca que tem consistência um pouco mais densa que a do iogurte, é mais azedo e menos denso e gorduroso que o cream cheese. Peço perdão por postar algumas fotos pescadas da internet, mas os alemães não gostam que a gente tire foto das feirinhas e vitrines, eu vivia levando carão :(.

Torta de queijo alemã! (Foto: internet)

Nas feirinhas, ou mercados de Natal, é comum ter uma barraquinha com doces típicos alemães. No Natal tem biscoitos típicos, como esses de coração com nomes no meio. Também tem sacos de magenbrot, que são como um pãozinho macio, esponjoso, leve e com uma camada fina e crocante glaçada por fora. Eles são da família dos deliciosos lebkuchen, que são biscoitinhos também macios de mel e especiarias. É comum chegar nos locais e ter biscoitinhos te esperando na recepção :).

Biscoitos caseiros grátis na pousada Schreinerei (Foto: Ariane Cajazeiras)

Também tem usualmente uma barraquinha como essa da foto, com muitas espécies de mini-chocolatinhos recheados das mais deliciosas coisas.

Chocolatinhos em Frankfurt (Foto: Ariane Cajazeiras)

Caramelo salgado! (Foto: Ariane Cajazeiras)

(Stern Praliné: chocolatinho com um estrela de chocolate branco e praliné)

Os doces abaixo são como os que aqui no Brasil a gente conhece como Nhá Benta: são bases de biscoito com marshmallow por cima e cobertas com chocolate branco, preto… Em alemão, chama-se Schokoküss, ou beijo de chocolate. O recheio é mais levinho, menos açucarado, mais aerado e o a camada de chocolate muito fina e mais gordurosa que o chocolate alemão costuma ser, porque precisa ser fininho e não derreter tão fácil. Eles também tem versões com recheio de marshmallow com morango, vinho (Glühwein, que é um vinho típico bem doce), etc etc etc.

O sorvetinho parece uma moreninha, né? hahaha (Foto: Ariane Cajazeiras)

A minha maior paixão eram esses pãezinhos que lembram bolinhos de chuva ou pequenos sonhos, que em Frankfurt se chamam Berliner. É uma massa frita, coberta de açúcar e recheada com geleia de fruta vermelha. Além de ter em quase toda esquina (cafés, padarias, mercadinhos, estações, etc) são deliciosos e muito baratos.

Comendo Berliner não sei se de manhã ou de noite – kkk – bem pertinho da estação de trem em Frankfurt (Foto: Alana Cajazeiras)

Para não dizer que só falei de flores, recomendo não gastar dinheiro com as Schneeballen. Traduzindo: bolas de neve. São doces tradicionais do sul da Alemanha que são largamente divulgados como um você-tem-que-provar quando viaja para alguns lugares. A Schneeball existe há pelo menos 300 anos, mas antigamente era servido apenas em ocasiões especiais e casamentos. Hoje é a assinatura da cidade de Rothenburg ob der Tauber, onde estivemos. Mas não tem nada demais… É uma bola de uns 10 cm feita de farinha de trigo, ovos, manteiga, e cachaça de ameixa. A massa não leva fermento para não estufar. A bolinha é frita e coberta com açúcar de confeiteiro, por isso o nome Bola de Neve. Mas hoje em dia você as acha cobertas como tudo que possa imaginar: chocolate, pistache, marzipã, amêndoas. A massa salgada, simples e quebradiça não ganhou meu coração.

Feliz, antes de provar (Foto: Francisco Cajazeiras)

Uma vitrine tentadora de Schneeballen (Foto: Internet)

No próximo post vou falar da alcoólica torta floresta negra, das tortas de frutas vermelhas, dos chocolates de supermercado (amor verdadeiro, amor eterno), a pegadinha do brigadeiro alemão e ainda o desejado strudel de maçã (Apfelstrudel). Auf Wiedersehen!

Com amor e com fome,

Ariane.

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São Luiz promoveu Workshop e Degustação da marca espanhola Josep Llorens

Por Caetano Neto em Experiências Gastronômicas

29 de Janeiro de 2017

Na terça-feira, 24 de janeiro, o Mercadinho São Luiz promoveu na unidade da Santos Dumont um Workshop e Degustação de frios da marca Josep Llorens. O proprietário da marca, Josep Rámon Llorens, foi o facilitador do Workshop.

Dentre todos os produtos da marca o workshop foi direcionado ao Jamón Serrano. Produto em que o animal vive durante 14 meses. A peça é coberta por sal para maturar pelo mesmo número de dias que o peso em quilos e matura por 24 meses. Sr. Josep comentou que a diferença em relação ao mercado é que a grande maioria da concorrência deixa maturando por apenas 12 meses.

No Workshop, também foram citados os benefícios do jamón, dentre eles:

O jamón é uma rica fonte de ácidos graxos, destacar o ácido oleico, o que ajuda a melhorar os níveis de reduzindo o LDL (mau colesterol) e aumentando o HDL (colesterol bom). É a gordura mais saudável de todas as gorduras animais conhecidas, sendo inclusive mais saudável que algumas das gorduras de origem vegetal.

Também é rico em vitaminas em proteínas, vitamina B1, B6, B12 e vitamina E. Essa última vitamina, um poderoso anti-oxidante. E também é rico em ferro, cálcio, zinco, magnésio, fósforo e selenio. 100g de jamón proporciona menos de 250 calorias, aproximadamente o mesmo valor de um pãozinho.

Workshop São Luiz Josep Llorens

Para o consumo do jamón, a dica foi de antes de iniciar a mastigação deixar o jamón na boca e salivar. Realmente, parece que se abrem novos sabores. Acho que para mim, a grande diferença da peça de jamón em relação a qualquer outra peça de carne é que, durante a mastigação, o sabor não diminui ou se perde na sua boca.

Para abrir sua peça de jamón serrano, o Sr. Josep deu a dica de só tirar a capa de gordura que reveste a carne que você vai degustar e retirar a gordura em lascas grandes. Não descartar essas lascas de gordura, como a peça pode passar de três a seis meses válida para o consumo, as lascas de gordura pode ser reutilizada para proteção da carne.

Sr. Josep Llorens também declarou que espera mesmo nosso país estando em crise, espera um crescimento no Brasil de 35% em 2017. Espera lançar em 2017 produtos da marca que ainda não chegaram aqui, Tapas e Pata Negra foram produtos citados.

Josep Llorens

Os produtos da Josep Llorens podem ser encontrados em Fortaleza nos Mercadinhos São Luiz

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[SÉRIE ALEMANHA] Frühstück: o café da manhã

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

21 de Janeiro de 2017

Como boa amante da comida que sou, gosto muito de apreciar todas as refeições do dia. Uma das minhas preferidas é o café da manhã. É muito bom comer uma frutinha, tomar um bom café e comer um queijo e um pãozinho, não é? O café da manhã alemão não é tão diferente do nosso, é basicamente isso: pão, café, suco, fruta, ovo, frios. Mas tem algumas diferenças, no preparo e variação desses itens.

A variedade de pães e frios, por exemplo. Os pães são mais crocantes e firmes, tem poucos dos que a gente chama aqui no Ceará de “massa fina” ou “sovado”. Também é possível encontrar muitos pães “de fôrma”, aquelas fatias, em geral cheios de grãos, como o tradicional pão de centeio (que na versão de snack é um horror, não recomendo). É uma massa escura e bem densa, às vezes é feito bem fino com grãos moídos e pouco aparentes, às vezes como as fatias da foto abaixo, com os grãos inteiros. Pelas minhas pesquisas, ele é cozido em banho maria na umidade da própria massa por mais de 20 horas. Ele não leva fermento! O pão era feito com farinha de centeio que era a mais barata, lá pelo início da sua fabricação, nos anos 1450. Por isso era o mais consumido pelas classes mais pobres e rurais do país.

Pão de centeio: feito com cereais, é um pão bem denso

Pão de centeio (foto: internet)

Os pães alemães são muito diversos e tem em todo lugar uma boa variedade. Nas padarias, claro, mas também em supermercados, mercadinhos e até nos restaurantes das estações de trem. O meu preferido era esse pão da foto, cheio de sementes de papoula. Mas também tem muitos pães com outras sementes, com gergelim e amanteigados.

Pão com sementes de papoula (foto: Ariane Cajazeiras)

Os Brezel também são muito consumidos: são pãezinhos trançados crocantes em formato do que aqui no Brasil nós chamamos de Pretzel, mas com sabor bem diferente dos nossos Pretzels. Eles podem ser vendidos recheados com frios, maionese e folhas e acompanham os salsichões e cervejas tão queridos pelos alemães (sim, as cervejas são consumidas até pela manhã, nas estações de trem e quiosques). Mas o mais barato e mais vendido é o comum, sem recheio, amanteigado.

Brezel: diferente do nosso Pretzel (Foto: Internet)

Eu também fiquei maluca com a quantidade de queijos e presuntos! Queijo brie, queijo emental, queijos com pimenta e vários temperos, queijos de cabra e muitos queijos frescos. A preferência do paladar alemão é sempre pelos mais azedos. Eu me acabei mesmo foi no queijo brie, que aqui no Brasil é um absurdo de caro e lá é baratinho demais.

Foto: Ariane Cajazeiras

Pão com queijo brie e salame apimentado (Foto: Ariane Cajazeiras)

As mortadelas e os salames são muitos e de ótima qualidade. Até mesmo o da marca dos supermercados. E os alemães também comem o tradicional salsichão (são muitas variações, falo em outro post) no café da manhã. Fatiados e fritos ou inteiros dentro do pão. Tem pão com salsichão para vender em todo lugar que você vai. Nos cafés dos hoteis, geralmente mais sortidos, também tem patês de salsichão, creme azedo, queijo cremoso, patê de cebola e sempre, sempreeee tem ovo… mas cozido! E eles adoram toda uma parafernália para comer o ovo cozido: copinho para o ovo, saleiro, colherzinha. Não vi por lá, mas ouvi falar que existe até um utensílio para quebrar a casca de ovo, chamado de “Eierschalensollbruchstellenverursacher” (não se assuste, o alemão junta uma ruma de palavra numa só, isso significa em português maios ou menos “o causador da marca onde se deve quebrar a casca do ovo”).

Ovo cozido no copinho (Imagem: internet)

Ovo cozido no copinho (Imagem: internet)

Destaque também para o patê de banha de porco, consumido principalmente na parte sul do país. Fomos a uma cidadezinha encantadora, chamada Rothenburg ob der Tauber. Nos hospedamos num hotelzinho que era uma fofura e com a MELHOR COMIDA DE TODOS OS TEMPOS. Só de pensar, já estou salivando. Ele ficava em uma cidade vizinha a Rothenburg, Steinsfeld, que é um município da Alemanha, no distrito de Ansbach, no estado da Baviera. A comida bávara é super lecker (muito deliciosa)! Queria morar na Baviera, sério. Nesse hotel, o Alte Schreinerei  a comida era feita de forma bem caseira e foi lá onde comi pela primeira vez o Schweineschmalz, que nada  mais é que um patê de banha de porco salgado e temperado com cebola. A primeira vista pode parecer nojento, mas depois que você quebra o preconceito… Tem uma textura bem gordurosa, claro, mas o tempero é muito leve e gostoso.

Schweineschmalz no Alte Schreinerei (que saudade). Foto: Ariane Cajazeiras

Café da manhã no Alte Schreinerei (Foto: Ariane Cajazeiras)

A variedade de geleias e cremes de avelã também é um caso a parte. Elas são bem baratas no supermercado, você encontra um pote pequeno por menos de um euro! Os cremes de avelã variam, não tem só Nutella. E o potinho custa poucos euros, você encontra até por 2 eurinhos. É fácil engordar na Alemanha, não é?

Geleias e creme de avelã (Foto: Ariane Cajazeiras)

Já as frutas, essas eu senti muita, muita falta. Não tem como compara com a variedade de frutas de um país tropical! Como estávamos na época do inverno, as opções eram ainda mais reduzidas e mais caras. Um suco de laranja fresca, por exemplo, custa uns 3 euros no supermercado (cerca de 10 reais por 300 ml de suco de laranja!). Por isso você encontra mais frutas secas ou em calda e sucos industrializados. O que para mim é o fim do mundo, já que eu amo fruta e amo suco natural. Nos cafés da manhã dos hoteis, o máximo de frutas frescas que você vai encontrar são as bananas e as maçãs. Encontramos mais variedade de frutas no mercado municipal, mas igualmente caras.

Mercado municipal de Frankfurt: quase 7 euros, meio quilo de morango! (Foto: Ariane Cajazeiras)

Suco industrializado (:() com mini muffins de mirtilo, chocolate e baunilhas (:D) (Foto: Ariane Cajazeiras)

Para finalizar, outra decepção: o cafezinho. De um modo geral, o café por lá é bem fraco. Você não acha café coado, só expresso de máquina, de um modo geral. E os locais onde o café é servido coado, desapontam um pouco pelo sabor fraco e pouco marcante.

Nas cafeterias, são muitas opções: café latte, Milchkaffee (leite vaporizado com um pingo de café), Cappuccino, café com leite. E tem muitas cafeterias por um onde você passa, isso é ótimo. A gente parou em vários desses locais e experimentou muitos cafezinhos. Os alemães gostam muito de café, assim como nós, brasileiros. As bebidas não são necessariamente ruins, algumas são deliciosas! Mas sem dúvida o cafezinho simples daqui é bem mais forte e gostoso!

Starbucks: café caro e fraco, não recomendo. Esse era um chocolatequente com aroma de caramelo gostosinho (foto: Alana Cajazeiras)

É isso! Viajar é incrível. Viajar para provar sabores é mais incrível ainda! A viagem continua por anos e anos na nossa memória. No próximo post da série vou falar sobre DOCES. Bis bald (Até mais!)!

Com amor e com fome,

Ariane.

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Novidades no Le Chef!

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas, Vejo comida em todo lugar

16 de Janeiro de 2017

Bonjour! É tempo de se reinventar!

Quando surgiu a ideia de montar o Le Chef Coxinha, não tivemos tempo de organizar as ideias. Quando nos ofereceram a possibilidade de hospedar o blog no portal “Tribuna do Ceará”, decidimos, meio que no impulso, criar essa página. Unimos nossas paixões por gastronomia, e decidimos enfrentar o mundo.

Como tudo que dá certo surge por impulso, estamos agora, já com a carruagem em movimento, concatenando as ideias, e definindo nossas bases editoriais e de conteúdo. Com essas novas definições, em constante transformação, trouxemos novidades para você, querido leitor!

 

Nova identidade visual

Como parte do nosso direcionamento daqui para frente, pensamos em criar uma identidade, principalmente para ajudar o leitor a nos identificar mais facilmente. Surge a nossa logo! Com cara de menu de bistrô parisiense, a nossa identidade tem a nossa cara, já que percorremos desde a alta gastronomia, até às comidinhas de rua. Todas com sabor.

 

Novo colaborador

Para manter a qualidade do blog, além de uma periodicidade das postagens, decidimos abrir espaço para mais um colaborador, que vai somar conosco as experiências gastronômicas: Caetano Neto.

Nosso novo parceiro é designer por formação, mas apaixonado por gastronomia. Tentando apurar o paladar a cada dia, arrisca algumas receitas na cozinha de vez em quando. Tocou com alguns amigos o projeto “Covardia Gastronômica”, que reúne parceiros para um papo, com comidas preparadas por eles próprios. Bem-vindo, Caetano.

 

Prometemos melhorar a cada dia. Mas, acima de tudo, prometemos manter você com água na boca, e com vontade de provar as delícias que postamos! Au revoir!

Instagram: @lechefcoxinha

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Alemanha: uma série

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

12 de Janeiro de 2017

Três quilos a mais e um mês de férias depois, eis que volto para escrever para o Le Chef Coxinha, dessa vez com algumas experiências colhidas no Velho Mundo, em um país muito querido pra mim: Deutschland!

Fomos em família à querida e fria Alemanha no período de dezembro, comecinho do inverno e ainda o período dos tradicionais Mercados de Natal.

A bela e fria Frankfurt

Vou tentar resumir em alguns posts aqui no blog o que comemos, o que provamos, o que bebemos. As delícias das feirinhas, a vontade de morar no supermercado, os chocolates deliciosos e baratíssimos, as tortas com menos açúcar e mais sabor, a incrível variedade de pães deliciosos, a forma plural de usar a batata… enfim. Já estou com saudade só de falar. Afinal, a comida é também um meio de conhecer culturas diferentes, não é?!

Pão com linguiça: comida que tem em todo lugar da Alemanha

Como estivemos no inverno, é importante lembrar que a variedade de frutas não é tão grande, então eu senti muita falta de umas frutinhas frescas e da nossa variedade tropical… No próximo post dessa série querida vou falar mais sobre isso, já que vou começar por uma das minhas refeições preferidas: frühstuck (café da manhã!). Espero que vocês se animem para revisitar a bela Alemanha comigo. Até logo, ou como dizem os alemães, bis Bald!

Com amor e com fome,

Ariane

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Alemanha: uma série

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

12 de Janeiro de 2017

Três quilos a mais e um mês de férias depois, eis que volto para escrever para o Le Chef Coxinha, dessa vez com algumas experiências colhidas no Velho Mundo, em um país muito querido pra mim: Deutschland!

Fomos em família à querida e fria Alemanha no período de dezembro, comecinho do inverno e ainda o período dos tradicionais Mercados de Natal.

A bela e fria Frankfurt

Vou tentar resumir em alguns posts aqui no blog o que comemos, o que provamos, o que bebemos. As delícias das feirinhas, a vontade de morar no supermercado, os chocolates deliciosos e baratíssimos, as tortas com menos açúcar e mais sabor, a incrível variedade de pães deliciosos, a forma plural de usar a batata… enfim. Já estou com saudade só de falar. Afinal, a comida é também um meio de conhecer culturas diferentes, não é?!

Pão com linguiça: comida que tem em todo lugar da Alemanha

Como estivemos no inverno, é importante lembrar que a variedade de frutas não é tão grande, então eu senti muita falta de umas frutinhas frescas e da nossa variedade tropical… No próximo post dessa série querida vou falar mais sobre isso, já que vou começar por uma das minhas refeições preferidas: frühstuck (café da manhã!). Espero que vocês se animem para revisitar a bela Alemanha comigo. Até logo, ou como dizem os alemães, bis Bald!

Com amor e com fome,

Ariane