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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras, Caetano Neto e Iury Costa

outubro 2016

É covardia!

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

24 de outubro de 2016

Tudo começou com Ariane que era amiga de Caetano, que era amigo de Guilardo, Germano e Carol, que cozinhavam juntos, criavam receitas e de repente (não tão de repente) estavam recebendo amigos e semi-conhecidos no “quintal” de casa com um menu digno de restaurante. É esse o meu resumo do projeto Covardia Gastronômica, do qual tive a experiência de fazer parte no último fim de semana. E é assim que funciona mesmo: um que fala pro outro que pede pra participar também e assim o encontro gastronômico acaba funcionando como uma mistura de restaurante secreto e encontro de amigos que curtem comer bem. E bem mesmo, viu? São 4 pratos que fazem jus ao nome do projeto: uma verdadeira covardia!

Turma que participou do último Covardia Gastronômica (FOTO: Divulgação)

Turma que participou do último Covardia Gastronômica (FOTO: Divulgação)

O projeto é dos quatro amigos, alguns de infância: Caetano Neto, Carol Pinto, Germano Araújo e Guilardo Branco. Eles começaram a se reunir para desenvolver receitas numa brincadeira daquelas que agradam quem gosta de experimentar sabores. Uma maneira de executar pratos que eles não encontravam em restaurantes. A brincadeira cresceu e o Guilardo abriu as portas do aconchegante apartamento no bairro Aldeota para os amigos dos amigos.

Caetano, Guilardo, Ariane, Germano e Carol (FOTO: Não lembro, mas valeu!)

Caetano, Guilardo, Ariane, Germano e Carol (FOTO: Não lembro quem tirou, mas valeu!)

O jantar tem uma cara de reunião de amigos mesmo: você chega, apresenta-se ao porteiro e a porta do apezinho do primeiro andar já está aberta, com os “chefs” ali, no meio de todo mundo, executando os pratos ao som de Beatles. As mesas de pallets, as cadeiras, a iluminação: tudo foi improvisado pelo grupo para deixar o local com estrutura para receber pouco mais que uma dezena de pessoas confortavelmente. Os 4 tem profissões fora do mundo da gastronomia, mas Guilardo e Germano tomaram gosto e já estão se especializando na área.

Toda a comida servida no jantar foi feita pelos amigos (algo que todo restaurante devia fazer, não tem coisa mais enervante para mim que comer algo fora de casa com molho pronto ou pãozinho terceirizado). O cardápio, o segundo produzido pelo grupo, foi desenvolvido há dois meses e leva o nome de Le Vaquê, já que os 4 pratos levam produtos das vaquinhas na composição: seja carne, leite ou derivados.

Começamos com uma entrada de pão de soro de leite servido com manteiga ghee. O pão é produzido em casa, reaproveitando ingredientes nobres que seriam jogados fora, como é o caso do soro de leite e do malte das cervejas artesanais feitas pelo Guilardo: “Eu uso levain, uma cultura de fermento que eu mesmo cultivei e mantenho até agora. A fermentação do pão dura 24 horas, ao contrário dos pães comerciais que fermentam só de duas a três horas“, diz ele. A manteiga ghee, muito usada hoje por ser mais saudável, é uma manteiga caseira clarificada, com uma técnica que retira os resíduos. Eu amo pão e esse estava delicioso, casca firme e crocante, miolo macio e a manteiga ghee suave. Maaaaas, eu cheguei atrasada e comi só um pedacinho (parabéns pra mim).

Pão de soro de leite com manteiga ghee (FOTO: Divulgação)

Pão de soro de leite com manteiga ghee (FOTO: Divulgação)

Depois chegou meu prato preferido da noite: labneh com batata assada. God bless as batatas. Batatas são os legumes mais deliciosos do mundo, amém. Essa veio do meu jeito preferido: assada com casca, sequinha por fora, macia por dentro, temperada com sal e umas ervinhas. Por cima bastante labneh, um queijo cremoso libanês. Foi temperado com sal, uma porção de cebolinha e raspas de limão siciliano (<3). Leve, azedinho e com sal na medida certa. Muitos corações para essa batata!

Labneh com batata assada

Labneh com batata assada (FOTO: Ariane Cajazeiras – no caso, eu)

O labneh tem uma técnica demorada de produção: produziu-se coalhada fresca a partir de 2 a 4 litros de leite, numa fermentação de 8 a 12 horas e uma lenta drenagem, que leva 2 ou 3 dias. O ponto é interrompido quando chega na textura correta. Depois tudo é armazenado em baixas temperaturas para chegar à minha querida batata assada e me fazer feliz.

Da esquerda pra direita: Elon Nepomuceno, Eliane Marzano, Ruy Lima, Ariane Cajazeiras, Elcio Nagano e Miriam Kina

Da esquerda pra direita, meus companheiros de Covardia: Elon Nepomuceno, Eliane Marzano, Ruy Lima, Ariane Cajazeiras, Elcio Nagano e Miriam Kina

O segundo prato foi o Lagarto ao vinagrete acompanhado de chapéu de couro. Apresentação de finas e macias fatias de lagarto em formato de rosa (bem bunitim) com vinagrete e uma pimenta biquinho para finalizar. Na base, um “chapéu de couro”, uma espécie de panquequinha/bolinho/bruaca de farinha de trigo e farinha de milho. A base absorveu um pouco do vinagrete e acabou se quebrando antes de ser devorada.

Lagarto ao vinagrete acompanhado de chapéu de couro (FOTO: Ariane Cajazeiras)

Lagarto ao vinagrete acompanhado de chapéu de couro (FOTO: Ariane Cajazeiras)

O terceiro prato também foi um dos meus preferidos, depois da batata. Picanha dos 5 sabores: picanha cozida em sous vide acompanhada por geleia de tangerina e farofa de bolacha. A carne, segundo o grupo, passa um dia maturando nos temperos e depois passa por um cozimento lento no sous vide e depois é finalizada no fogo a lenha, em uma churrasqueira lá no mesmo espaço em que estávamos.  Sous vide (oui, francês) quer dizer “sob vácuo”, e refere-se a um método de cozinhar em sacolas plásticas seladas a vácuo em baixas temperaturas por muito tempo, no caso cerca de 1 hora. A carne estava muuuuito macia e saborosa. Inclusive eram 4 pedaços de picanha, mas eu comi um antes de tirar a foto, não resisti.

Picanha dos 5 sabores (FOTO: Ariane Cajazeiras)

Picanha dos 5 sabores (FOTO: Ariane Cajazeiras)

A farofinha é de bolacha salgada pilada com pedacinhos de bacon. Ela é misturada com a gordura do bacon que foi frito. Destaque para geleia de tangerina com pimenta que combina com essa folhinha de salsa aí, que não é só enfeite, dá um sabor especial. Quero um pote dessa geleia, por favor.

Pra finalizar: a sobremesa <3. Adoramos sobremesa, somos #teamsobremesa. Nada como um docinho depois de uma farrinha gastronômica, não é mesmo?

Sexteto de Doce de Leite (FOTO: Ariane Cajazeiras)

Sexteto de Doce de Leite (FOTO: Ariane Cajazeiras)

A sobremesa agrada quem gosta de bastante açúcar. O Sexteto de Doce de Leite consiste em uma cesta de massa de canoli recheada com doce de leite e ganache e polvilhada com muita canela. O doce de leite tem um toque de flor de sal, mas eu queria ter sentido o gostinho dos cristais salgados, não consegui. A massa de canoli é bem dura e faz parte da experiência usar de violência para quebrá-la! Veja:

 

Sexteto de doce de leite: faltou até foco!

Sexteto de doce de leite: faltou até foco!

Como eu consegui comer isso tudo? Falando bem muito e rindo bastante entre uma refeição e outra pra ir gastando as energias. A ideia é essa mesmo: conversar muito, rir, fazer amizade, comer bem, comer muito. É ou não é uma covardia?

Para saber mais, acesse o facebook do Covardia Gastronômica.

Com amor e com fome, 

Ariane

*A reportagem foi ao encontro a convite do grupo

 

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Professor, você merece uma pizza de brownie

Por Ariane Cajazeiras em Receitas do lechef

15 de outubro de 2016

Outubro é o mês em que se comemora o dia do Professor e foi-se o tempo em que o presente era uma simples maçã. Em homenagem ao meu pai, Francisco, minha mãe, Regilane – professores de profissão e também da vida – aos meus queridos professores que me acompanharam da infância à idade adulta, segue essa receita de “Pizza” de brownie para você fazer em casa e repartir com seus professores queridos.

Brownie decoradinho delicioso molhadinho doce na medida <3

Brownie decoradinho delicioso molhadinho doce na medida <3

A “pizza” é entre aspas porque não tem nada de pizza aqui, a não ser o fato de ser um brownie redondo, ou seja, em formato de pizza,  e com uma cobertura que lembra os sabores das redondas. Mas tudo doce e com muito chocolate :D.

O bom desse brownie é que ele não é enjoento. Sei que é difícil acreditar que um negócio cheio de chocolate e recheio e brigadeiro e biscoito e tudo mais, possa não ser doce demais, mas eu, que gosto de coisas menos doces e mais amargas, consigo comer uma fatia inteirinha muito feliz e sem ripunar (enjoar, no típico cearencês). Então vamos lá com essa receita, meu povo. A massa do brownie foi inspirada numa receita do Tastemade Brasil, com algumas adaptações.

INGREDIENTES DO BROWNIE

  • 2 ovos

  • 1 ¼ de xícara de açúcar

  • 150g de manteiga derretida sem sal

  • 1 colher de chá de essência de baunilha (usei pasta de caramelo, mas pode ser baunilha)

  • ¼ de xícara de café expresso SEM AÇÚCAR (pode ser café coado)

  • ¾ de xícara de cacau em pó (é importante usar cacau em pó, aqueles sem ou com pouco açúcar, e não chocolate em pó)

  • ½ xícara de farinha de trigo

  • 1 colher de sopa de amido de milho

  • 1 pitada de sal

MODO DE FAZER

  1. Comece ligando o forno, porque ele precisa estar a 180 graus quando o bolim for cozinhar. Unte  uma fôrma média redonda com pouca manteiga ou com uma chiringada (borrifada) de óleo de coco. Não precisa de farinha! Eu só tenho forma redonda com o fundo móvel, por isso coloquei papel alumínio antes de untar, ó:

    Fôrma de torta transformada em fôrma de bolo

    Fôrma de torta transformada em fôrma de bolo

  2. Depois você começa a separar as coisas e coloca em um bowl (uma tigela grande, minino) os ovos e o açúcar e bate bem até resultar nessa misturinha clara e fofa. Você pode bater com o fouet – aqueles batedores de claras – no muque mesmo, ou então com a batedeira, você escolhe.
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    Clara e fofinha

     

  3. Adicione a manteiga derretida, a essência e o café.
    Você pode cortar 2/3 de uma barra de manteiga e derreter no microondas!

    Você pode cortar 2/3 de uma barra de manteiga e derreter no microondas!

     

    Usei expresso da máquina nespresso, mas pode ser café coado também

    Usei expresso da máquina Dolce Gusto, mas pode ser café coado também

     

  4. Misture todos os secos, ou seja, o cacau, o amido de milho, o sal e a farinha:
    Misture todos os secos e bata bem muito!

    Misture todos os secos e bata bem muito!

     

    Certifique-se de que seu gato está a uma distância segura da tigela!

    Certifique-se de que seu gato está a uma distância segura da tigela!

     

    Jogue a mistura na fôrma untada

    Jogue a mistura na fôrma untada

     

    Deixe um pouco na tigela pra você provar

    Deixe um pouco na tigela pra você provar

    5. Leve ao forno preaquecido, a 180 graus durante 20 minutos. Mas fique monitorando, já que o tempo varia de forno pra forno.

    Relaxe enquanto espera 20 minutos

    Relaxe enquanto espera 20 minutos

     

    6.  Quando a casquinha parecer durinha, abra o forno e espete com uma faca! Se ela sair limpa, é hora de tirar do forno.

    Deixe esfriar para retirar da fôrma, senão o brownie quebra e você não consegue rechear

    Deixe esfriar para retirar da fôrma, senão o brownie quebra e você não consegue rechear

    7. Enquanto o brownie esfria, vamos fazer BRIGADEIRO <3. Você pode usar o brigadeiro branco ou preto, tanto faz. O ideal é deixar ele no ponto de enrolar, se você quer usar bico de confeiteiro para enfeitar. Caso não queira usar bico de confeiteiro, deixa um pouco mais mole para ser mais fácil de espalhar na superfície do brownie.

    INGREDIENTES DO BRIGADEIRO

    • 1 lata de leite condensado (use uma marca boa, isso faz a diferença no sabor final)

    • 1 colher de margarina ou manteiga (com sal mesmo)

    • 1/2 lata ou caixinha de creme de leite (use uma marca boa, isso faz a diferença no sabor final e na consistência)

    • Umas 3 colheres de cacau em pó (se você optar pelo brigadeiro preto)

           MODO DE FAZER

  • Coloque todos os ingredientes, exceto o creme de leite, em uma panela média e mexa bem com um fouet (aquele batedor de claras que você usou pra bater o bolo) até começar a levantar fervura e despregar do fundo da panela. Quando chegar nesse estágio, jogue a metade da lata ou caixinha de creme de leite. Incorpore e deixe engrossar até o ponto desejado.

Olha a consistência do brigadeiro, Cezinha!

Olha a consistência do brigadeiro, Cezinha!

Agora vem uma das partes mais divertidas: decorar como você quiser! Corte sua pizza-brownie em 8 pedaços e comece a decorar com o brigadeiro. Se não for usar o bico de confeiteiro, espalhe o brigadeiro mole antes de cortar os pedaços. Separe os “toppings” desejados e VOILÀ!

Esse com brigadeiro branco, oreo, kit kat e passatempo!

Esse com brigadeiro branco, oreo, kit kat, batom e passatempo!

Versão com brigadeiro preto, vermicelli colorido, suspiros, negresco e sonho de valsa!

Versão com brigadeiro preto, vermicelli colorido, suspiros, negresco e sonho de valsa!

E assim o chocolate superpoderoso salva mais um dia em Fortalezatown! Um salve doce aos nossos professores! (E um salve à minha irmã, Alana, que me ajudou com a receita e as fotos).

Com amor e com fome,

Ariane.

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Outback e sua coxa tamanho família… só para você!

Por Iury Costa em Restaurantes, Sem categoria

12 de outubro de 2016

Para tudo, que o sonho salgado de muita gente se realizou! Lembro das brigas para saber quem iria ficar com as coxas do peru na ceia de Natal… Mas nem era sobre isso que eu queria falar. É sobre a mais nova opção no menu do Outback Steakhouse: a Colossal Turkey Leg. E a coxa realmente é tão grande que parece uma perna.

Colossal Turkey Leg

Colossal Turkey Leg :O

Trata-se de uma ENORME coxa de peru assada, com 700 gramas de carne suculenta, servida com um molho agridoce feito com mostarda, mel e pimenta, que deixa a carne macia, com casca crocante. E para acompanhamento da coxa, uma porção de repolho e cenoura em um molho agridoce, e uma outra opção à sua escolha.

Para quem realmente sente a falta do arroz, sugiro que repense, pois a Colossal dá conta do recado, e deixa você bem satisfeito. Aliás, eu quase não termino de comer, com tanta carne que ainda restava. Que não tiver muita paciência, vai sentir vontade de largar os talheres e pegar direto na mão e levar à boca. Convenhamos que não existe etiqueta para comermos uma coxa. Acho que pegar com o guardanapo também vale! kkk

Não sei se foi porque eu fui no primeiro dia, mas o garçom que me atendeu estava ainda um pouco perdido em relação a esse prato, e nem sabia muito bem explicar sobre. Além disso, demorou um pouco para eu receber o pedido. No mais, nada que atrapalhe o bom serviço que o Outback sempre tem. E, de sobremesa (sim, ainda tinha espaço!), um milkshake de chocolate. O milkshake também é uma maravilha. Como eu estava acostumado aos servidos nos fast foods, estranhei um pouco a consistência mais líquida. Mas o sabor compensa.

No mais, tudo uma delícia. A Colossal Turkey Leg foi criada pela Sadia, exclusivamente para o Outback. Então, aqui no Ceará, só vamos encontrar essa maravilha nas unidadesdos shoppings Iguatemi e Riomar. E outro detalhe: a novidade só fica no cardápio até o dia 30 de novembro.

 

SERVIÇO

Outback Shopping Iguatemi Fortaleza

Av. Washington Soares, 85

Piso Térreo

Outback Shopping Riomar Fortaleza

Av. Desembargador Lauro Nogueira, 1500

Piso L1, Espaço Gourmet.

 

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Coxinha do Bixiga

Por Ariane Cajazeiras em Coxinhas e lanchinhos

09 de outubro de 2016

O post de início do @lechefcoxinha só podia ser… coxinha! Sim, eu “ando por aí querendo te encontrar! Em cada esquina paro, em cada olhar. Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar”, minha querida coxinha <3. Eu e o Iury Costa comíamos quase toda tarde uma coxinha, combinada no grupo do facebook “Lanchinho da Tarde”, bons tempos.

Claro, a saúde não permite mais esse lanche diário. Porém sou adepta do “fim de semana permita-se”. Por isso, num encontro de amigos neste sábado no Chopp do Bixiga, enquanto todo mundo brindava com chopp, eu comia uma bela coxinha de frango. Sou dessas. Olha só a cara da bandida:

Sua majestade, a coxinha!

Sua majestade, a coxinha!

Massa cremosa, frango temperado, molhadinho, sem chamar a atenção demais, como tem que ser. Fresca e quentinha à minha frente. Com a clássica forminha branca de papel, acompanhada de um par de talheres que ninguém usa (nunca usem talheres pra comer coxinha, crianças, sujar as mãos de gordura faz parte do ritual coxinhístico). No cardápio também é possível saborear as coxinhas de caranguejo (maravilhosa!), carne e camarão. Há quem diga que coxinha é só a de frango, mas eu gosto de dar essa licença poética e classifico todo salgadinho pontudo como coxinha, sim.

Como nem só de flores é a vida, a coxinha do Bixiga tem um tamanho médio/pequeno e custa pouco mais de 12 reais, o que classifico como caro. Considere que as coxinhas mais caras do mercado custam entre 8 e 10 reais, então passa um pouco do valor usual. Por falar em valores, quando for ao passeio no Chopp do Bixiga, lembre-se que o couvert artístico custa 4 reais (não costumo reclamar de couvert, já que acho legal valorizar os artistas). Se você não curte música ao vivo, esqueça. É alta e o restaurante fica barulhento, sim! E quem bebe, claro, tem que investir pouco mais de 8 reais pela caneca de chopp.

No mais, gosto do ambiente, ao lado do querido e simpático Centro Cultural Dragão do Mar. Mas se quiser pegar mesa vazia com mais facilidade, chegue cedo, já que o restaurante é um dos mais concorridos dos barzinhos da região e costuma lotar logo. O Chopp do Bixiga fica na Rua Dragão do Mar, número 108.

E que o nosso amor pra sempre viva, minha dádiva, coxinha <3

Com amor e com fome,

Ariane.

PS.: Se você não entendeu a referência musical, é sempre bom ouvir Cássia Eller 😀

 

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Oui, le chef está no Tribuna

Por Ariane Cajazeiras em Olá mundo

05 de outubro de 2016

Salut!
Espero que a introdução francesa tenha chamado a atenção, já que tivemos que recorrer ao google tradutor justamente pra chamar você pra cá, hehe! Somos uma dupla de jornalistas que adora comer. Depois de muito discutir restaurantes, ingredientes, receitas, sabores, pensamos: por que não colocar tudo isso em um blog?
Le Chef Coxinha tem essa proposta: falar de todo e qualquer tipo de comida. Da coxinha ao filé, do brigadeiro à Panna Cota. Sem preconceito, mas só se for com muito sabor <3. Aqui vamos contar nossa avaliação de restaurantes, padarias, nossas aventuras gastronômicas, dicas e avaliação de produtos achados em supermercados, mercearias e onde mais novidades aparecerem. Nossa vibe é comer bem! Se a sua também é, está convidado a se juntar à mesa conosco. Nosso e-mail é lechefcoxinha@gmail.com!
E pra você ficar sabendo um pouco mais quem nós somos, vamos nos apresentar:
Ariane Cajazeiras:
Eu e um hamburguinho modesto com pouco cheddar

Eu e um hamburguinho modesto com pouco cheddar

Jornalista com um pequeno estômago e uma grande fome. Gosto de comida artesanal, não curto molho pronto nem doce muito doce e percebo quando a comida foi feita sem amor. Gosto de tudo com café e sempre deixo espaço para a sobremesa. Adoro ler cardápio, invento de fazer receitas sem seguir as medidas e às vezes até que elas dão certo. Tastemade lover, vivo guardando receita pra fazer depois. Não tem como dizer qual meu  tipo de restaurante preferido, porque os únicos alimentos que não gosto são miúdos e alguns legumes. Adoro foto e posto foto de comida mesmo.
Iury Costa:
Iury fino em foto antiga - para uma mais atual vejam a do perfil do blog

Iury fino em foto antiga – para uma mais atual vejam a do perfil do blog, rs

 Jornalista (e amante de café, obviamente) desde um dia desses. Confeiteiro e barista em formação. Come especialmente bem. O que é a comida? Olha, além de manter a gente vivo e de pé, o ato de comer, ou melhor, estar ciente do que está a mastigar, ou melhor, aproveitar o que está levando à boca, é um processo mais que antropológico. É PRA-ZE-RO-SO! Não prometo um padrão. Pode ser dica, agendinha, curso, fit, comida baratinha, comida carinha. Só não vai deixar de ser um caderno de experiências, de um amador, no lindo (salgado e açucarado) mundo gastronômico.

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Oui, le chef está no Tribuna

Por Ariane Cajazeiras em Olá mundo

05 de outubro de 2016

Salut!
Espero que a introdução francesa tenha chamado a atenção, já que tivemos que recorrer ao google tradutor justamente pra chamar você pra cá, hehe! Somos uma dupla de jornalistas que adora comer. Depois de muito discutir restaurantes, ingredientes, receitas, sabores, pensamos: por que não colocar tudo isso em um blog?
Le Chef Coxinha tem essa proposta: falar de todo e qualquer tipo de comida. Da coxinha ao filé, do brigadeiro à Panna Cota. Sem preconceito, mas só se for com muito sabor <3. Aqui vamos contar nossa avaliação de restaurantes, padarias, nossas aventuras gastronômicas, dicas e avaliação de produtos achados em supermercados, mercearias e onde mais novidades aparecerem. Nossa vibe é comer bem! Se a sua também é, está convidado a se juntar à mesa conosco. Nosso e-mail é lechefcoxinha@gmail.com!
E pra você ficar sabendo um pouco mais quem nós somos, vamos nos apresentar:
Ariane Cajazeiras:
Eu e um hamburguinho modesto com pouco cheddar

Eu e um hamburguinho modesto com pouco cheddar

Jornalista com um pequeno estômago e uma grande fome. Gosto de comida artesanal, não curto molho pronto nem doce muito doce e percebo quando a comida foi feita sem amor. Gosto de tudo com café e sempre deixo espaço para a sobremesa. Adoro ler cardápio, invento de fazer receitas sem seguir as medidas e às vezes até que elas dão certo. Tastemade lover, vivo guardando receita pra fazer depois. Não tem como dizer qual meu  tipo de restaurante preferido, porque os únicos alimentos que não gosto são miúdos e alguns legumes. Adoro foto e posto foto de comida mesmo.
Iury Costa:
Iury fino em foto antiga - para uma mais atual vejam a do perfil do blog

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 Jornalista (e amante de café, obviamente) desde um dia desses. Confeiteiro e barista em formação. Come especialmente bem. O que é a comida? Olha, além de manter a gente vivo e de pé, o ato de comer, ou melhor, estar ciente do que está a mastigar, ou melhor, aproveitar o que está levando à boca, é um processo mais que antropológico. É PRA-ZE-RO-SO! Não prometo um padrão. Pode ser dica, agendinha, curso, fit, comida baratinha, comida carinha. Só não vai deixar de ser um caderno de experiências, de um amador, no lindo (salgado e açucarado) mundo gastronômico.