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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras, Caetano Neto e Iury Costa

Zé Restô Bar: comida feita por quem gosta de comer

Por Ariane Cajazeiras em Almoço, Experiências Gastronômicas, Restaurantes

20 de Abril de 2018

Para quem aprecia comer, não é qualquer almoço executivo que faz nossa cabeça, não. O Le Chef Coxinha foi até o lado Sul de Fortaleza conhecer o menu do restaurante Zé Restô Bar, na Rua República da Armênia. E a sensação foi essa: um cardápio feito por quem gosta de comer para quem gosta de comer.

Zé Restô Bar (Foto: Ariane Cajazeiras)

Inaugurada em dezembro de 2017, a empresa é familiar. O Zé do nome do José Victor Gurgel Filho: engenheiro, mas hoje bem mais chef de cozinha que qualquer outra coisa. Junto com a sócia e irmã, Jeanine Gurgel (e com pitaco de toda a família, que se envolve no projeto) eles elaboraram cardápio, idealizaram espaço e decoração. A ideia é ter uma casa que abriga bem grupos de família e amigos que apreciam conversar, comer e beber bem. Dá pra perceber que o grupo familiar gosta disso: receber amigos e se encontrarem, o que se reflete na receptividade e atmosfera do local.

O cardápio é bem extenso e variado. Muitas carnes nobres, tendo opções de suínos e bovinos, incluindo um joelho de porco (1,5Kg por R$95 – dá pra família toda :O) que ainda vou voltar para provar no jantar porque sou dessas que jantam bem, hahaha. Entre as entradinhas, destacam-se o trio de linguiças artesanais (de queijo, picante e suave) feitas pelo chef, acompanhadas de pão tostado na parrilla, salsa chilena (uma espécie de vinagrete sem cebola e pimentão) e farofinha (R$30). Também tem brochete de picanha angus (R$29) e Dip Marguerita (Mussarela, tomates cerejas e manjericão gratinados e acompanhados de torradinhas – R$22), entre outras opções.

Dip Marguerita: preciso provar isso URGENTE (Foto: Divulgação)

Mas o nosso foco foi mesmo o almoço do Menu “ZéCutivo”. As opções são muito bem servidas e achei o preço bem justo para a qualidade. Você escolhe uma das 6 opções de proteína: salmão grelhado, picanha, bife ancho, picanha suína, picanha de carneiro ou filé de sobrecoxa de frango. Os valores variam de R$29 a R$44. O cliente escolhe também 2 acompanhamentos entre as 7 opções. Cada prato vem também com farofinha e a salsa chilena, que fica deliciosa misturada com a farofa. Escolhemos o ancho, a picanha suína e a picanha de carneiro.

(Foto: Ariane Cajazeiras)

As carnes estavam no ponto, suculentas, bem temperadas e macias. O meu carneiro veio acompanhado de um das melhores geleias de pimenta que já comi na vida, com toque de abacaxi. Excelente! Como acompanhamentos, pedimos o arroz do Zé (com manteiga da terra, carne do sol, queijo coalho e manteiga), a maionese à Diúla (receita italiana de família), farofinha de banana (levemente apimentada) e batata canoa. Tudo muito bom, fresco, bem feito, temperos na medida, a pimentinha impera em muitos pratos, mas não vem em excesso. Fizemos uma refeição de ótimo custo-benefício.

Picanha de Carneiro com cebola e geleia de pimenta e abacaxi (Foto: Ariane Cajazeiras)

O estilo da casa preza pela simplicidade, mas tem detalhes que saltam aos olhos, como a maçaneta em forma de cutelo. Um local prático, bonito, organizado e sem excessos. O cardápio segue essa linha: muitas opções de almoço, acompanhamentos, jantar, cervejas artesanais, choppes e drinks, mas tudo pensado mais em quem gosta de comer e beber do que no requinte em excesso. Vale visitar e dizer para gente o que achou 🙂

Zé Restô Bar
Rua República da Armênia, 1311 – Parque Manibura
Horário: 11:30 às 15:00, 17:30 às 23:00
Conta com espaço infantil e um pequeno espaço externo
(85) 3393-0700

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Tem cearense na quarta edição do The Taste Brasil

Por Ariane Cajazeiras em Chefs do mundo

12 de Abril de 2018

Cearense de Fortaleza, o chef Clovis Lima está no primeiro episódio da quarta temporada do The Taste Brasil. Ele levou forró e comida típica para a edição do programa apresentado por 4 chefs renomados: Claude Troisgros, Felipe Bronze, André Mifano e Helena Rizzo. O desafio era grande: preparar um prato que pudesse ser servido completo em uma colher.

Chef Clovis Lima no The Taste Brasil (Foto: Arquivo Pessoal)

Mas o desafio começou bem antes: foram 11 mil inscritos até fazer parte do grupo seleto de 30 participantes que devem ser escolhidos pelos mentores para fazer parte de seus times. No episódio, que só vai ao ar dia 26 de abril no canal GNT, mas já está disponível online, já tem a saga dos 30 cozinheiros.

Trabalhando há 8 anos no ramo da gastronomia, Clovis Lima fez escola em Curitiba no Centro Europeu, uma das escolas mais respeitadas do Brasil. Sempre trabalhou em projetos próprios e rodou o mundo com sua comida, mas classifica a participação no reality como “a maior loucura que já fiz na minha vida“. Em entrevista ao Le Chef Coxinha, Clovis disse que “entrar num reality de gastronomia parece meio insano, porque encontrei tanto cozinheiro bacana e com potencial grande que trabalham em casas conceituadas no Brasil“.

(Foto: Arquivo Pessoal)

O prato escolhido é bem cearense e levou o nome de “Maria Isabel de Bel e Chico”, em alusão ao cantor sobralense Belchior e ao seu Chico, pai de Clovis. “Fiz o Maria Isabel básico com arroz e carne do sol. Daí incluí o maxixe e coloquei leite de coco pra ficar molhadinho“. O leite de coco remete à cozinha da beira da praia, já que Clovis começou a cozinhar com os exemplos de casa: os pais tinham uma barraca de praia na orla da capital cearense. “Meu pai como pescador sempre fazia peixes e frutos do mar. Mamãe como era do interior as comidas do sertão. E foi nessa colher que envolvi toda minha história de gastronomia“, disse ele.

Maria Isabel de Bel e Chico (Foto: Arquivo Pessoal)

No episódio, Clovis até ensaia uns passos de forró com o chef Claude, mas o francês como dançarino é um ótimo chef de cozinha, hehehehehe. O programa vai ao ar todas às quintas-feiras às 22h. Não vou contar o final do episódio que já vi pela internet, porque o melhor mesmo é você matar a curiosidade assistindo e comendo um bom Maria Isabel ou quem sabe um baião de dois bem cearense.

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Cozinha grega para os cearenses: ZOI Restaurante

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas

23 de Março de 2018

Com os afazeres que temos durante o dia, um terreno cheio de verde, mesmo em plena avenida Washington Soares, pode passar despercebido. Mas lá dentro, a pouco mais de um quilômetro pela avenida Hermenegildo Sá Cavalcante, um espécie de oásis, onde parece que a loucura da capital não chega. Além de calma, boa comida.

O Blog Le Chef Coxinha foi o Colosso Lake Lounge para conhecer o ZOI Restaurante, que trabalha com a gastronomia grega, mas, é claro, sem esquecer a ligação com o Nordeste. É uma mistura de sabores que dá certo.

Os hábitos alimentares gregos, assim como na maioria dos países banhados pelo Mar Mediterrâneo, são ricos em frutas, verduras, cereais e frutos do mar, valorizando o orgânico e o natural. O azeite extra virgem produzido na Grécia é um dos mais puros e saudáveis.

Na chegada ao restaurante, um portal cheios de olhos turcos nos dá as boas-vindas, e nos protege do “mau-olhado”. Um caminho de pedras rodeado por verde, que nos lembra as típicas vilas da Grécia, nos leva até o salão principal. O local é climatizado, e os grandes janelões de vidro em frente ao lago permitem apreciar a vista enquanto se come. Mas quem não se dá bem com o ar condicionado, pode optar em ficar no mini lounge, bem na margem do lago, ou nas mesas de um aconchegante jardim, sob os auspícios de uma estátua de Buda, entalhada em madeira.

O menu, lançado há quase um mês, foi desenvolvido pela chef Lilian Braz, que comanda a cozinha do ZOI. Promove o “intercâmbio” Grécia-Ceará, e preza pela utilização de ingredientes frescos. De entrada, provamos as piabas fritas na crosta de ervas (R$24). Crocantes por fora e macias por dentro, com o sabor marcante, porém na medida, dos temperos utilizados. Antes da entrada, a casa serve um pão artesanal, que pode ser apreciado com azeite e pimenta.

De pratos principais, chegaram à mesa o picadinho na ponta da faca (R$39), acompanhado de farofa, banana da terra, e ovo frito; e o salmão com arroz de alho poró (R$39) e molho de iogurte cítrico, tomilho e limão siciliano. No picadinho, um prato tradicional sob um olhar mais apurado, dando atenção ao arranjo da carne com a banana frita, com o fecho do ovo, que não foi perguntado o ponto da gema (veio dura), mas combinou com o todo.

Já o salmão, assim como deve ser, com casca mais crocante, e interior macio. A carne molhada, suculenta e que desmanchava na boca. O arroz de alho poró possuía aroma marcante, por conta dos temperos. Já o molho de iogurte cítrico estava com uma acidez bastante acentuada, que chegava a causar um pouco de desconforto ao ser provado individualmente. No conjunto de todo o prato, houve harmonização, reduzindo um pouco a acidez.

De sobremesa, vale a pena pedir a “Zuppa del Duca” (R$26), com creme mascarpone cremoso, calda de café e chocolate amargo; e o dueto de chocolate amargo e doce de leite (R$21), acompanhado de sorvete de canela e crocante de pão de mel.

 

Serviço – ZOI Restaurante

Endereço: rua Hermenegildo Sá Cavalcante – Edson Queiroz

Funcionamento: às quartas-feiras, das 12h às 17h; de quinta a sábado, das 12h à meia noite; aos domingos, das 12h às 17h.

Reservas: (85) 981.600.088 / 982.032.322

 

ZOI Restaurante
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ZOI Restaurante

Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Segunda sem carne

Por Ariane Cajazeiras em Restaurantes, Sem categoria

05 de Março de 2018

Visando diminuir o consumo de carnes, tem muita gente que aproveita a segunda-feira para se privar de comer produtos de origem animal ou simplesmente qualquer tipo de carne, seja bovina, suína, peixes ou aves. É a chamada “segunda sem carne”. A Segunda Sem Carne surgiu em 2003 nos Estados Unidos e hoje existe em 40 países, tendo sido criada em 2009 no Brasil pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). No Reino unido, por exemplo, a campanha é encabeçada pelo ex-beatle, nosso querido Paul McCartney, que é um ativista da causa animal.

(Foto: Divulgação)

Como segunda-feira é mundialmente conhecido como o dia para mudanças, do início de reeducações alimentares, retomada de exercícios e outras metas, a segunda foi o dia da semana escolhido para restringir o consumo das carnes. A Campanha Segunda Sem Carne se propõe a conscientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal para alimentação tem sobre os animais, a sociedade, a saúde humana e o planeta. Se você, (assim como eu), não consegue viver sem carne (por enquanto), que tal começar a reduzir o impacto do consumo da carne aderindo à campanha? A ideia é tirar os animais do prato pelo menos uma vez por semana e descobrir novos sabores.

E se você quer comer fora, diversos restaurantes oferecem uma alimentação sem animais. Alguns são especializados na culinária vegana (como o Mandir Restaurante Vegetariano e Vegano, que fica na Rua Padre Francisco Pinto, 257 – Benfica, um dos mais antigos). Outros incluem em seu cardápio pratos especiais para quem opta por não comer carne. Estes são menos comuns, mas aos poucos os restaurantes começam a descobrir que Fortaleza tem um público vegetariano bem extenso que quer consumir pratos do tipo não só em restaurantes especializados. Afinal, se você vai sair com pessoas que não gostam da culinária vegetariana, muitas vezes fica à mercê da batata frita e do macarrão ao pesto (que têm seu valor, mas a culinária vegetariana pode ser beeem mais ampla e gostosa).

Fomos convidados a conhecer o cardápio de almoço do Hey Joe Food’ N’ Bar há algumas semanas e veio a ideia desse texto. Em conversa com o chef e sócio do restaurante, Fabiano Pedon, ele me contou dessa vontade de fazer um cardápio mais extenso para vegetarianos e veganos. Ele mesmo está tentando reduzir o consumo de carne e algumas ações querem estimular o consumo dos pratos vegetarianos. O novo cardápio é fruto de muita pesquisa de temperos, principalmente indianos.

O cardápio do almoço, por exemplo, tem a lasanha de berinjela como prato do dia (R$25 com entradinha grátis). Já no jantar, um dos sanduíches queridinhos do cardápio, o hambúrger de “carne” de caju, vem dobrado. Funciona assim: você leve um amigo, escolhe um dos burguers veganos ou vegetarianos e o segundo sai gratuito. É uma forma de estimular que aquele seu amigo meio “preconceituoso” com novos sabores dê um chance à novidade. A promoção é somente às segundas-feiras.

Hambúrguer de caju (Foto: Divulgação)

As opções disponíveis para o “compre um e leve dois” são quatro:

  • Vegan Burguer: Hambúrguer artesanal de carne de caju, alface, tomate, maionese vegana e crispy de batata doce no pão artesanal (Vegano, R$ 22,90).
  • Falafel Burguer: Burger de falafel, molho tahine, sour cream, alface, cebola e vinagrete picante no pão artesanal da casa. (Vegetariano, R$ 22,90).
  • Veggie Burguer: Burger vegetariano de quinoa hidratada com caldo artesanal de vegetais enriquecido com soja e temperos frescos, acompanhado de creme de ricota com sabor parmesão, muçarela, alface e pasta de tomate seco com parmesão no pão integral de cenoura da casa (Vegetariano, R$ 24,90).
  • Caprese: Fatias de burrata (queijo cremoso) com molho pesto, tomate e rúcula no pão ciabatta. (Vegetariano, R$19,90).

Eu mesma adoro carne e acho difícil cortas as iguarias totalemnte do meu cardápio, mas me permito sempre provar os sabores vegetarianos, desde que meu irmão se tornou vegetariano e eu passei a ler um pouco mais sobre a luta pela causa animal. E você, já provou carne de caju? E falafel? Qual sua receita vegetariana favorita? Divide com a gente 🙂

Hey Joe Food’n’Bar
Rua Norvinda Pires, 32, Aldeota
Fone (85) 3121-3815
Facebook: https://www.facebook.com/heyjoefoodnbar
Instagram: https://www.instagram.com/heyjoefoodnbar

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As novidades na praça de alimentação

Por Ariane Cajazeiras em Novidades

16 de Fevereiro de 2018

Após o carnaval, é tempo de comemorar os lançamentos que a gente pode conferir na praça de alimentação mais próxima. Até porque nem só de gastronomia artesanal vive esse blog 🙂

O primeiro destaque vai para a novidade que mexe com meus sentimentos. Quem não ama o Snoopy? O beagle do Charlie Brown, personagens de Peanuts, do americano Charles Schulz, voltam ao Mc Donalds, em mais uma ação do Mc Lanche Feliz. A linha que foi sucesso em 2016 com diversos personagens, como Paty Pimentinha e o próprio Charlie Brown, está de volta em 10 novas versões de brinquedos, todas trazendo o personagem Snoopy. O cãozinho vem em diversas versões: escoteiro, agente secreto, aviador, astronauta, escritor e até jogador de basquete.

Alguns dos novos brinquedos (Foto: DIvulgação)

Hora de abandonar o quarteirão com queijo e o cheddar McMelt (os que mais peço) e se submeter a comer o minúsculo hambúrguer do Mc Lanche Feliz. Porém ontem fui no restaurante do shopping Benfica e me deparei com uma carne passada do ponto, salgada e batatas fritas frias. Mesmo assim, saí feliz com meu Snoopy escritor. Da próxima vez, acho que vai valer mais a pena comprar apenas o bonqeuinho e a apostar em outro lanche do cardápio.

Brinquedos de 2016, até hoje me ressinto de não ter o Linus e o Schroeder (Foto: DIvulgação)

Outra novidade diz respeito ao Outback! Já chegou às lojas (Iguatemi e Riomar) a segunda edição do Festival de Ribs com novas receitas da famosa costela suína. Sucesso no ano passado, o menu especial volta em 2018 com 3 formatos.

O hambúrguer de costela, o Ribs Bloomin’ Burger (R$ 43) retorna nessa nova edição do Festival de Ribs. O burger traz ainda mais costela desfiada no recheio, coberta por queijos gratinados, pétalas de Bloomin’ Onion e maionese da casa, servida no pão de hambúrguer australiano e acompanhado por fritas.

(Foto: Divulgação)

Novidade no menu, as Ribs Fries (R$ 51,90) prometem fazer sucesso entre os apaixonados pelo Outback. Uma combinação especial das tradicionais batatas fritas da casa cobertas com costela desfiada, molho barbecue, mix de queijos derretidos, molho Cheese Ranch, bacon crocante e toque adocicado no final.

(Foto: DIvulgação)

A marca traz também o Ribs Fire Bites (R$ 49). Esse tô muito a fim de provar! Uma porção de bolinhos que combinam o Mac ‘N Cheese da marca e a costela desfiada, empanados e fritos com uma textura crocante e dourada. Servido com spicy mayo, o aperitivo vem acompanhado por molho Firehouse.

(Foto: DIvulgação)

Como sempre, os pratos especiais estarão disponíveis por tempo limitado em todos os restaurantes da marca no Brasil. Aqui no Ceará, existem lojas no Riomar Fortaleza (Papicu) e no Iguatemi.

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Bolo meu amor

Por Ariane Cajazeiras em Restaurantes

09 de Fevereiro de 2018

Poucas coisas na vida me atingem mais no coração gastronômico que um bom bolo. Fofinho, recheado ou não, simples ou elaborado, de casa ou da confeitaria: como é bom comer um bolinho, seja no dia a dia seja numa ocasião especial. É o tipo de comidinha que tem que estar sempre na minha rotina: para mim, bolo é conforto, é memória e é amor. Sabendo disso, a Sablé Diamant, doceria que traz um pouquinho dos cafés franceses para Fortaleza, atingiu meu coração em cheio quando me convidou pra comer um bolinho com café e bater um papo com o chef da casa, Felipe Cicconato (@felipecicconato).

Red Velvet com calda de chocolate branco (Foto: Divulgação)

A Sablé tem uma variedade incrível de brigadeiros (como o de jambu com formiga, que você já deve ter ouvido falar), macarons, choux, croissants de chocolate belga, cafés, além de salgados, como a nossa adorada coxinha. Em conversa com os sócios Felipe Eric e Walter Ferlin, soube que a ideia inicial era abrir uma brigaderia. Entre uma fatia de bolo red velvet com calda de chocolate branco e outra, eles me contaram que buscaram se especializar e foram a São Paulo fazer cursos na Escola de Confeiteiros do chef Diego Lozzano, em São Paulo, quando conheceram o Felipe Cicconato, que logo passou de professor para consultor, de consultor para elaborador do cardápio da Sablé e acabou mesmo foi fincando o pé em Fortal city e se tornando o chef oficial da doceria. Chef Felipe cozinha desde os 15 anos, formou-se em gastronomia e descobriu da escola de Lozzano seu talento e paixão pelos doces.

Chef Felipe Cicconato (Foto: Ariane Cajazeiras)

Como já falei, comi esse bolinho vermelho aí da foto acima: o red velvet. À parte, recebi uma caldinha de chocolate branco para jogar por cima da minha fatia. O red velvet é um clássico americano: as receitas têm muitas variações, mas geralmente levam um tiquinho de corante para ficar na cor vermelha (por isso o nome red velvet, que significa veludo vermelho). Esse é feito com cacau 100% para deixar o sabor marcado e a cor mais escura. Para acompanhar, tomei o café Sablé (café espresso, leite vaporizado e ganache de paçoquita com uma nuvem de algodão doce para decorar). Agora me digam: existe algo mais comfort food que um bolinho com café? Algumas variedades de bolos (como o red velvet) estão disponíveis no espaço para pedir a fatia na hora, mas também podem ser encomendados inteiros ( Veludo vermelho: R$12 a fatia e R$80 o inteiro). Outro que faz sucesso é o clássico cenoura e chocolate, que é oferecido de uma maneira bem diferente, como você pode ver na foto (R$12, a fatia). O brigadeiro é de chocolate ao leite. Um clássico das tardes da minha infância, porém bem mais chique, oui!

Cenoura com chocolate é rei (Foto: Divulgação)

Outro carro chefe é o Drip Cake. Um bolo que tem simplesmente 9 camadas de bolo e mais 9 de recheio. Com visual incrível, os drip cakes vivem aparecendo nos meus vídeos sugeridos do instagram (sigam @lechefcoxinha). Esses bolos tem como características serem bem altos (uma fatia serve mais de uma pessoa), muitas vezes coloridos, com uma cobertura lisa cobrindo o bolos e ganache escorrendo no topo (por isso drip, que significa gota, em inglês) e decoração com doces ou frutas na parte de cima. Na versão Sablé, eles geralmente vêm enfeitados com macarons, que são marca registrada da loja. O drip tem sido a escolha de muita gente não só para festas, mas também como presentes em ocasiões especiais. Tem 3 sabores no cardápio: espatulado de chocolate (ganache de chocolate ao leite), espatulado de limão siciliano e baunilha (já quero provar) e o clássico de chocolate amargo. Custam entre R$190 e R$390 e só saem sob encomenda.

Drip Cake de chocolate (Foto: Divulgação)

Vai um bolinho aí? A Sablé Diamant fica na rua Dr. José Lourenço, 1414, Aldeota.
Funcionamento: de segunda a sábado; das 9 horas às 20 horas.
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Le Chef Coxinha Descobre #2: Memórias gastronômicas: o Amici’s voltou!

Por Ariane Cajazeiras em Sem categoria

26 de Janeiro de 2018

Fim de semana pede pizza!

Depois que o Amicis Pizzaria fechou, na praça do Centro Cultural Dragão do Mar, muita gente ficou órfã principalmente dos sabores das pizzas clássicas. Tinha “Farra na casa alheia”, “Belchior”… sabores que permanecem na memória afetiva de quem frequentou o local há pelo menos uns 10 anos. Mas ainda é possível pedir via delivery, sabia? No segundo vídeo Le Chef Coxinha Descobre a gente invadiu a cozinha do grupo Delivery Menu 

Vem também!

Le Chef Coxinha Descobre #2 – Buoni Amici's Pizzeria Delivery

Sexta é dia de pizzaaa! Depois que o Amicis Pizzaria fechou, na praça do Centro Cultural Dragão do Mar, muita gente ficou órfã principalmente dos sabores das pizzas clássicas. Tinha "Farra na casa alheia", "Belchior"… sabores que permanecem na memória afetiva de quem frequentou o local há pelo menos uns 10 anos. Mas ainda é possível pedir via delivery, sabia? No segundo vídeo Le Chef Coxinha Descobre a gente invadiu a cozinha do grupo Delivery Menu 🙂 Vem também!

Posted by Le Chef Coxinha on Friday, January 26, 2018

Eu provei a pizza e achei maravilhosa. Claro que rola aquela saudade de tempos que não voltam mais, mas o sabor é o mesmo. Houve quem me reclamasse da demora na entrega, mas o Tiago Diógenes me disse que os primeiros dias tiveram uma demanda fora dos planos. Me contem se já pediram e o que acharam 🙂

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Comida da vovó repaginada: Varanda do Frei

Por Iury Costa em Eventos, Experiências Gastronômicas

29 de dezembro de 2017

Fortaleza vem dando um up excepcional na área gastronômica. E com isso, novos empreendimentos surgem diariamente. E pela quantidade de ofertas e constante competição por clientes, qualidade do serviço e da comida são essenciais. E o Varanda do Frei chega com os mesmos (bons) atributos que o seu irmão, o Quintal da Varjota. O restaurante inaugurou no dia 28/12, e conta com serviço de self-service na hora do almoço, e menu à la carte.

Situado no quadrilátero Aldeota/Varjota, o Varanda do Frei traz a ideia do Comfort Food, com valorização de insumos tradicionais, do artesanal, e pratos que incentivam a formação de laços afetivos. A comida da vovó repaginada! Tem frango, churrasco, peixes e até comida vegana. Além disso, o espaço conta com 600 lugares, distribuídos em diversos ambientes, entre eles, uma enorme e ventilada varanda.

O Blog Le Chef Coxinha foi convidado para provar alguns pratos antes da inauguração oficial. Os pratos são assinados pela chef Camila Moura, que já faz um bom trabalho a frente do Quintal da Varjota. Percebemos alguns problemas pontuais de atendimento, mas nada que um período de adaptação não resolva.

Provamos o bolinho de arroz com compota de cebola roxa (R$ 22), que estavam um pouco massudos, mas bem fritos e, de qualquer forma, saborosos. Sem falar do sabor da compota, excepcional; o bolinho de jerimum recheado com lombo suíno defumado (R$ 32), pão com ragu de rabada (R$ 21), caldinho brazuca, com feijoada, couve e bacon (R$ 12) e o arroz de porco (R$ 72). Todos bem servidos e gostosos.

Outro destaque do espaço é a atenção à confeitaria, com pratos desenvolvidos cuidadosamente para complementar a experiência “comfort food”. Provamos o mil folhas da vovó (R$ 20), com massa folhada, creme de doce de abóbora e sorvete de creme; e o blondie (R$22), que é um brownie branco com sorvete de frutas vermelhas.

Serviço
Rua Frei Mansueto, 1560, Aldeota – (85) 3017.8300

Funcionamento? das 11h às 23h

Instagram: @varandadorei_ 

Facebook: @varandadofreice

 

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Foto: Nero Pimentel

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Foto: Nero Pimentel

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa

 

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Le Chef Coxinha Descobre: Natal com cheirinho de pão artesanal

Por Ariane Cajazeiras em Le Chef Coxinha Descobre

22 de dezembro de 2017

Se Natal é época de amor, presentes e comidas deliciosas, então é uma festa a cara do Le Chef Coxinha.

E nesse contexto a gente apresenta uma brincadeira despretensiosa, o Le Chef Coxinha Descobre! A gente descobriu uma padaria pequenininha, nascida no forno de casa, que há 3 meses virou uma lojinha de pães, bolos e outras delícias totalmente artesanais e bem diferentes, no bairro Aldeota, em Fortaleza.
Vem descobrir com a gente! 

Um feliz e delicioso Natal pra todos nós! 

Le Chef Coxinha Descobre #1 – Grão D'alino Padaria Artesanal

Se Natal é época de amor, presentes e comidas deliciosas, então é uma festa a cara do Le Chef Coxinha. E nesse contexto a gente apresenta uma brincadeira despretensiosa, o Le Chef Coxinha Descobre! A gente descobriu uma padaria pequenininha, nascida no forno de casa, que há 3 meses virou uma lojinha de pães, bolos e outras delícias totalmente artesanais e bem diferentes, no bairro Aldeota, em Fortaleza. Vem descobrir com a gente 😉 Um feliz e delicioso Natal pra todos nós 🙂

Posted by Le Chef Coxinha on Thursday, December 21, 2017

Serviço:
Grão D’alino Padaria Artesanal
Rua Coronel Jucá, 253 – Meireles, Fortaleza – CE
Funcionamento: Terça a Sexta das 13h às 20h e Sábado das 9h às 14h
Telefone: (85) 99933-0149

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Café com cheirinho de memória! Atelier 1913

Por Iury Costa em Café

13 de dezembro de 2017

Sítio São Roque lança sua nova marca: o café Atelier 1913. Uma homenagem à história do local.

Além de barista em formação, sou um eterno saudosista. E não daria aqui para fazer um texto 100% jornalístico e frio. Até porque o caminho do café Atelier 1913 é oposto, com valorização da nossa cultura e tradição, além de muito saudosismo! E a nossa tradição tem sim um ligação forte com o café. A história não é bem contada por aí, mas o Maciço de Baturité (região serrana, próxima a Fortaleza, que compreende 13 municípios) foi destaque na produção de café de qualidade. Crise financeira e estiagem minguaram esse potencial econômico cearense, que, nos últimos anos tem ganhado atenção novamente, com o interesse de produtores e, reinvestir forte no setor cafeeiro.

Um dos lugares que nunca deixaram de produzir é o centenário Sítio São Roque, da cidade de Mulungu. Produção totalmente artesanal, desde o plantio, passando por beneficiamento (uma espécie de limpeza) e torragem. Além disso, sem uso de agrotóxicos. Desde sua criação, em 1913, o local sempre vendeu meio que a granel, sem uma identidade própria, rótulo ou informação que remetesse à trajetória do São Roque, que hoje tem a quarta geração a frente dos negócios. E justamente para homenagear a história desconhecida por muitos, que a nutricionista, barista e mestre de torra Isabelly Giffony idealizou a marca que vai mostrar o percurso da familia Farias (proprietária do sítio), começando por quem primeiros pôs os pés no São Roque: o casal Alfredo e Amélia.

 

As variedades

Os novos rótulos, que fazem parte do guarda-chuva “Atelier 1913”, foram lançados oficialmente no dia 06 de dezembro, em um evento para convidados,entre eles, o Le Chef Coxinha. Foram apresentados por Isabelly Giffony os conceitos que guiaram a criação da marca, e a renovação do café produzido no Sítio São Roque.

Lembrando que o café é do tipo “arábica”, que possui uma qualidade acentuada, e que só pode ser produzido em elevadas altitudes.

Amélia

Amélia Queiroz Farias nasceu em Guaramiranga, em 1882. Casou-se com Alfredo e teve oito filhos: Raimundo, Alfredo, Maria Violeta, Samuel, Albertina, José, Luíza Adiléa e Gerardo, que hoje tem 92 anos, e gerencia o Sítio São Roque. Matriarca da família, ela tinha pulso firme para administrar a casa e também ajudar nos negócios. O seu blend tem acidez e doçura equilibrados, com notas de chocolate e frutas amarelas.

Foto: divulgação

Alfredo

Alfredo Farias era agricultor, e, no ano de 1872, nasceu em Guaramiranga. Ele casou com Amélia em 1905. Em 1913, os dois fundam o Sítio São Roque, onde iniciaram a plantação de café sombreado, que utiliza sombra de outras plantas para reduzir a temperatura do solo. O seu blend possui acidez acentuada e doçura equilibrada. Tem notas de caramelo e rapadura.

Foto: divulgação

Novidades para 2018

Para 2018, o Atelier 1913 pretende investir em novos rótulos que remetam à memória do Sítio São Roque. Três novos blends já estão em planejamento. Além disso, em janeiro, vai ser lançado o Clube do Café do Atelier 1913, o primeiro clube de assinaturas do gênero, onde o consumidor vai poder escolher qual café receber em casa, e se ele vai moído ou em grãos.

 

Para fechar!

Para além do intuito empresarial, a dedicação e cuidado para com a marca mostram, também o zelo pelo cliente, que não vai receber ou consumir um simples café, mas um produto de qualidade, saboroso e que valoriza a nossa terra e as relações de trabalho. Parabéns ao Sítio São Roque pela iniciativa!

Serviço

Sítio São Roque – Zona Rural de Mulungu CE

Atelier 1913 – contato@atelier1913.com.br / atelier1913.com.br / @atelier1913

 

Pontos de venda dos café:

os cafés estão a venda no Aimê Café (Av. Barão de Studart, 2821), e o restaurante O Mar Menino (Av. Barão de Studart, 1043). Mas para que quiser se aprofundar ainda mais na história, pode ira até Mulungu comprar!

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Foto: Iury Costa

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Drink feito com cachaça, rapadura e café. Foto: Iury Costa

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Café com cheirinho de memória! Atelier 1913

Por Iury Costa em Café

13 de dezembro de 2017

Sítio São Roque lança sua nova marca: o café Atelier 1913. Uma homenagem à história do local.

Além de barista em formação, sou um eterno saudosista. E não daria aqui para fazer um texto 100% jornalístico e frio. Até porque o caminho do café Atelier 1913 é oposto, com valorização da nossa cultura e tradição, além de muito saudosismo! E a nossa tradição tem sim um ligação forte com o café. A história não é bem contada por aí, mas o Maciço de Baturité (região serrana, próxima a Fortaleza, que compreende 13 municípios) foi destaque na produção de café de qualidade. Crise financeira e estiagem minguaram esse potencial econômico cearense, que, nos últimos anos tem ganhado atenção novamente, com o interesse de produtores e, reinvestir forte no setor cafeeiro.

Um dos lugares que nunca deixaram de produzir é o centenário Sítio São Roque, da cidade de Mulungu. Produção totalmente artesanal, desde o plantio, passando por beneficiamento (uma espécie de limpeza) e torragem. Além disso, sem uso de agrotóxicos. Desde sua criação, em 1913, o local sempre vendeu meio que a granel, sem uma identidade própria, rótulo ou informação que remetesse à trajetória do São Roque, que hoje tem a quarta geração a frente dos negócios. E justamente para homenagear a história desconhecida por muitos, que a nutricionista, barista e mestre de torra Isabelly Giffony idealizou a marca que vai mostrar o percurso da familia Farias (proprietária do sítio), começando por quem primeiros pôs os pés no São Roque: o casal Alfredo e Amélia.

 

As variedades

Os novos rótulos, que fazem parte do guarda-chuva “Atelier 1913”, foram lançados oficialmente no dia 06 de dezembro, em um evento para convidados,entre eles, o Le Chef Coxinha. Foram apresentados por Isabelly Giffony os conceitos que guiaram a criação da marca, e a renovação do café produzido no Sítio São Roque.

Lembrando que o café é do tipo “arábica”, que possui uma qualidade acentuada, e que só pode ser produzido em elevadas altitudes.

Amélia

Amélia Queiroz Farias nasceu em Guaramiranga, em 1882. Casou-se com Alfredo e teve oito filhos: Raimundo, Alfredo, Maria Violeta, Samuel, Albertina, José, Luíza Adiléa e Gerardo, que hoje tem 92 anos, e gerencia o Sítio São Roque. Matriarca da família, ela tinha pulso firme para administrar a casa e também ajudar nos negócios. O seu blend tem acidez e doçura equilibrados, com notas de chocolate e frutas amarelas.

Foto: divulgação

Alfredo

Alfredo Farias era agricultor, e, no ano de 1872, nasceu em Guaramiranga. Ele casou com Amélia em 1905. Em 1913, os dois fundam o Sítio São Roque, onde iniciaram a plantação de café sombreado, que utiliza sombra de outras plantas para reduzir a temperatura do solo. O seu blend possui acidez acentuada e doçura equilibrada. Tem notas de caramelo e rapadura.

Foto: divulgação

Novidades para 2018

Para 2018, o Atelier 1913 pretende investir em novos rótulos que remetam à memória do Sítio São Roque. Três novos blends já estão em planejamento. Além disso, em janeiro, vai ser lançado o Clube do Café do Atelier 1913, o primeiro clube de assinaturas do gênero, onde o consumidor vai poder escolher qual café receber em casa, e se ele vai moído ou em grãos.

 

Para fechar!

Para além do intuito empresarial, a dedicação e cuidado para com a marca mostram, também o zelo pelo cliente, que não vai receber ou consumir um simples café, mas um produto de qualidade, saboroso e que valoriza a nossa terra e as relações de trabalho. Parabéns ao Sítio São Roque pela iniciativa!

Serviço

Sítio São Roque – Zona Rural de Mulungu CE

Atelier 1913 – contato@atelier1913.com.br / atelier1913.com.br / @atelier1913

 

Pontos de venda dos café:

os cafés estão a venda no Aimê Café (Av. Barão de Studart, 2821), e o restaurante O Mar Menino (Av. Barão de Studart, 1043). Mas para que quiser se aprofundar ainda mais na história, pode ira até Mulungu comprar!

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Foto: Iury Costa

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Drink feito com cachaça, rapadura e café. Foto: Iury Costa

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Foto: Iury Costa