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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras, Caetano Neto e Iury Costa

Já começou com cara de final

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

22 de março de 2017

Masterchef 2017 começa diferente. Duelos entre 42 competidores disputando os 21 aventais

A triagem televisionada do Masterchef foi concluída nessa última terça (21/03) com uma novidade. Após apresentação de uma prato ao trio de jurados, os candidatos tiveram mais uma fase a passar. Nas edições anteriores, essa parte eram provas em massa mais voltados a critérios técnicos. Cortar cebola, separar clara de gema, entre outras necessidades da profissão. Já aconteceu também de haver provas em grupo em que o candidato tinha que cozinhar em cima de um tema apresentado pelos jurados.

As duas maiores diferenças dessa edição foi que os duelos foram travados em duplas ou quartetos, dando uma carga emotiva ainda maior, e as provas eram realizadas na Cozinha do Programa. Um gostinho a mais aos 21 candidatos não selecionados. Era massivo o número de reprovados dizendo que iriam retornar ao programa. Com certeza.

As provas pareciam ter escolhido a dedo os competidores. Itália vs França. Norte vs Nordeste. Comida caseira realizada pelas duas senhoras com mais idade. Confeitaria. Embora haviam muitas mãos tremendo na cozinha, as provas pareciam ir de encontro com as zonas de conforto dos competidores. Enquanto isso, os outros competidores que não estavão nos duelos podiam assistir o embate do lado de fora do estúdio por um telão.

Vale citar alguns desastres como o duelo do hambúrguer e do filé mignon, onde os participantes se perderam em coisas básicas. Hambúrguer se esfacelando, cru. Spaghetti de vegetais sem graça. Ovos “trufi-trufi” que deveriam ter ficado macio. Apresentações mal elaboradas. Afastaram candidatos do avental. Já outras falhas de candidatos selecionados não foram o suficiente para afastá-los do programa. Mas com certeza já devem estar na lista negra de alguns jurados. Como foi o caso do Abel Chang que foi parado pela Paola. Ela não aguentou ver tanto desperdício de comida. Ou o uso do mandolim pelo competidor Vitor Vieira, eu já estava esperando um dedo cair, imagino a coitada de uma mãe assistindo esse programa.

A triagem ainda teve direito a repescagem. Um mezanino lotado com vinte competidores já selecionados assistiam a três competidores que tiveram uma prova de risoto como segunda chance. Deixou ainda mais emocionante o fechamento dessa primeira parte da seleção do Masterchef.

Clique na imagem e conheça os 21 concorrentes ao trofeu Masterchef 2017.

Acredito que essa temporada promete. Caso você queira nossa visão durante a temporada, deixem comentários. 🙂

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Costela, costela, costela…

Por Caetano Neto em Restaurantes

21 de março de 2017

Festival de Costelas do Outback

Nós do Le Chef Coxinha fomos conferir o Festival de Ribs do Outback

A costela do Outback já virou padrão de referência no nosso cenário atual. E não é pra menos realmente é um prato que caiu no gosto nacional. Então, porque não dar outras opções envolvendo a famosa Ribs on the Barbie? Acredito que assim deve ter nascido o cardápio do Festival de Ribs do Outback. E nós do Le Chef Coxinha aproveitamos a desculpa de uma reunião de pautas para conferir esse novo cardápio.

Ribs Dillas

Saborosas quesadillas, temperadas, recheadas com Ribs on The Barbie, bacon, mix de queijos, tomates e molho Firehouse. Servidas com molho Barbecue Ranch.

Ribs Dillas – R$48,00

A quesadilla é macia e saborosa. A tortilla, não é mencionado, mas provavelmente de trigo, encaixa bem com a proposta. O Bacon somado a costela some, mas a verdade é que ele se faz desnecessário. O tomate ajuda a dar o ar mexicano a receita que foge ao trocar o queijo fundido por um mix de queijos. Acredito que de todo o novo trio foi o que mais nos agradou.

Foto: Ariane Cajazeiras

Ribs Rolls

Tortillas de milho recheadas com Ribs on The Barbie desfiada, queijos gratinados e molho Billabong. Acompanha maionese da casa.

Ribs Rolls – R$48,00 / Foto: Ariane Cajazeiras

Embora tenhamos gostado muito da Ribs Dillas, a massa de milho faz diferença. Mais crocante e saborosa. O recheio é um pouco mais simples. Somente a costela e queijo. O que pode ter sido a causa de termos preferido a Ribs Dillas. O ponto alto foi o molho que acompanhou, embora extremamente cítrico, harmonizou bem com as costelas.

Foto: Ariane Cajazeiras

Ribs Bloomin´ Burger

Nossa Ribs on The Barbie desfiada, coberta por queijos gratinados, pétalas de Bloomin’ Onion® e maionese da casa, servida no exclusivo pão de hambúrguer australiano. Acompanha fritas.

Ribs Bloomin´ Burger – R$41,00

Somar o pão australiano, que normalmente é servido de couvert, com a Ribs on The Barbie e pétalas da Bloomin’ Onion parecia ser um sucesso garantido. Acredito que essa expectativa me desapontou um pouco. Primeiro vamos começar com falhas técnicas. O pão veio úmido, provavelmente não foi devidamente selado. Não que estivesse empapado, mas estava úmido. O disco de costela era menor em um dedo em diâmetro em relação ao pão. A cebola acaba perdendo um pouco da crocância provavelmente por conta da costela. Mas o sabor é exatamente o que se espera: Pão australiano + costela + cebola. A batata não tem diferencial, só se propõe a acompanhar e realiza bem esse papel.

No geral, gostamos dos sabores e das propostas. Achamos que mesmo para os padrões do Outback o valor acabou nos pegando de supresa. De qualquer forma, se você está em uma roda reduzida de pessoas ou não quer repetir os mesmo pedidos de sempre (e está preparado para o preço) é uma opção válida.

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Sabor da França no Ceará

Por Ariane Cajazeiras em Eventos

20 de março de 2017

A França é um dos países com a gastronomia mais refinada do mundo. E neste dia 21 de março, mais de 2 mil restaurantes em 150 países nos 5 continentes do mundo, participam de um evento que oferece um menu francês no mesmo dia: o Goût de France.

A França pelo filme fofo de animação com drama, fantasia e gastronomia “Ratatouille”(2007), com o ratinho cozinheiro “Remy” (Foto: Internet)

O sócio do restaurante convidado pela embaixada francesa em Brasília para participar do evento aqui no Ceará, Philippe Seligmann, explica que o Goût de France, ou Sabor da França, marca um período no país europeu. “Todos comemoram na mesma data o início da primavera, e portanto um período de alegria. Envolve restaurantes de todo mundo, alguns com parte da receita destinada a uma instituição beneficente”, diz ele. O evento foi fundado em 1910 por um chef francês em cerca de 170 países. A reedição foi feita há apenas três anos. Neste ano, o Brasil participa com 106 restaurantes.

O Lô Restaurante já tem uma culinária contemporânea com toques franceses e italianos, mas nesta noite de 21 de março, algumas coisas vão “afrancesar” ainda mais o local, como a decoração em azul, branco e vermelho, cores da bandeira francesa. Além disso, a música ambiente vai ser só com músicas francesas dos anos 1940 a 1990.

Ambiente do L’ô Restaurante, que recebe decoração especial neste dia 21.03 (Foto: Divulgação)

A culinária da França compreende uma grande variedade de pratos e de grande prestígio no mundo. São muitos queijos, vinhos, carnes e doces que marcam a França em termos de gastronomia. O chef brasileiro Junior Souza, que assinou o cardápio do evento, lembra que foram utilizadas grandes técnicas e ingredientes da gastronomia do local, mas, claro, com um toque bem cearense. O prato principal, por exemplo é um salmão grelhado, assado com manga e gergelim, acompanhado de ratatouille de legumes e creme de frutas cítricas. Também estará disponível o medalhão de filé mignon com recheio de cogumelos.

Chef Junior Souza, que assina o menu (Foto: Divulgação)

Entre as entradas estão o mini Vol-au-vent de lagosta com cebola caramelizada e cajuína, blinis de salmão fresco e pérolas de tapioca, creme de aspargos com cajá e quiche Lorraine com chutney de manga. Já entre as sobremesas, vão ser oferecidos Creme de Papaia Brûlée com Coulis de gengibre e suflê de goiaba com calda de catupiry.

O Menu degustação com canapés, entrada, dois pratos principais e duas sobremesas custa R$ 129,00 + 10% por pessoa.  Haverá menu de champagne e vinhos franceses de primeira linha com 50% de desconto. O evento também tem caráter beneficente e parte da renda será doada para uma instituição social em Fortaleza. A instituição beneficiada será escolhida pelos clientes, durante o jantar, a partir de 3 sugestões fornecidas.

Para reservas, o telefone é o 3265.2288. O L’ô Restaurante fica na Avenida Pessoa Anta, número 217, na Praia de Iracema.

Ouça abaixo reportagem que foi ao ar na Tribuna Band News FM:

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De food truck a restaurante: testamos o novo Hey Joe Food’N’Bar

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

12 de março de 2017

Sanduíches artesanais, comida vegetariana, petiscos, sucos, bebidas, arte, música… tudo isso em um só lugar. Essa é a proposta que a gente captou no novo espaço do Hey Joe Food’N’Bar. O restaurante já era conhecido nas feirinhas de food trucks  da cidade e há um mês ampliou cardápio e se fixou em um local que aos poucos ganha novos ares, a conhecida Vila Pita, na Aldeota.  O local já teve vida noturna agitada e vem se destacando novamente com a abertura de bares e restaurantes.

Fachada do Hey Joe, na rua Norvinda Pires (Foto: Ariane Cajazeiras)

A gente bateu um papo com o Fabiano Pedon, sócio-proprietário que assina os pratos da casa, e ele nos disse que a proposta continuava a mesma: apostar na “comida de verdade”, aquela feita com ingredientes frescos, feita a mão, com pouco ou nada de industrial.  O menu está bem amplo e criativo. Tem opções tradicionais e vegetarianas que vão de petiscos a entradas. Você pode levar uma turma variada que vai ter comida tanto para quem gosta de bacon e fritura, por exemplo, quanto para quem prefere comidas mais leves ou para vegetarianos e intolerantes a glúten ou lactose. É tudo muito plural!

Batata Rústica Nordestina, com queijo artesanal e bacon fritinho (Foto: Ariane Cajazeiras)

Falafel (bolinho de grão de bico) com vinagrete picante (Foto: Divulgação)

 

Petiscos variados

Os petiscos para dar aquela beliscada enquanto se espera o prato principal, incluem essas batatas rústicas com molho de queijo, iscas de frango, salsichas artesanais e filé, lasanha de berinjela, bruschettas, entre outros. O nosso destaque vai para o maravilhoso Ceviche Tropical com peixe branco e tempero especial (e olha que nem curto muito ceviche) com peixe branco, cebola roxa, manga, pimentão vermelho e limão… É uma delícia e a apresentação lindona, pena que não deu tempo fotografar.

Por falar em apresentação, os copinhos de tapioca vem numa apresentação diferente, pendurados em copinhos numa estrutura metálica. Eles podem vir recheados de palmito ou ragu de cordeiro. Provei os dois, mas prefiro sempre ragu :).  O recheio também inclui cream cheese e crispy de couve manteiga. Vale bem a pena, o tempero é leve e gostoso! Foge da mesmice dos famosos dadinhos de tapioca. As coxinhas podem ser de frango, palmito ou cordeiro. São crocantes, vem em duas unidades (tamanho médio) e tem um toque de gergelim na casquinha. As entradas variam entre 20 e 45 reais.

Copinhos de tapioca (foto: Divulgação)

Copinho de tapioca (foto: Ariane Cajazeiras)

Coxinha de Cordeiro (Foto: Ariane Cajazeiras)

Uma coisa interessante do cardápio é que cada prato vem com uma legenda que informa se aquele prato pode vir assado ao invés de frito, se é light, vegetariano, sem lactose ou sem glúten. Bacana, né?

Bebidas

Tem uma lista grande de drinks alcoólicos, cervejas, sucos e sodas italianas. Eu, que não bebeo nada com álcool, indico a soda italiana de maçã verde e a pink lemonade, como limão siciliano, limão tahiti e amora. Muito refrescante!

Pink lemonade (Foto: Ariane Cajazeiras)

Sanduíches

Além dos famosos hambúrgueres lights já conhecidos no food truck ( tem burger de frango, burger de salmão, burger vegetariano e ainda sanduba de camarão), o Hey Joe Food’N’Bar também apresenta os sanduíches tradicionais em sua versão artesanal, como o Cheeseburger clássico, filé mignon suíno e o Joe Burger, com cheddar, bacon e molho da casa. Os pães são artesanais e cada sanduíche tem sua versão, com australiano, baguete ou artesanal da casa, por exemplo.

Cheddar, bacon e carne pra quem quer aquele clássico (Foto: Divulgação)

Burger de quinoa, soja e temperos frescos, o veggie burger (Foto: Divulgação)

Espaço e arte

O espaço também está bem interessante. No térreo é fechado, com ar-condicionado e exposição de quadros. Subindo as escadas o local é bem aberto e informal, com sofás de pallets, mesas de carretel e intervenções artísticas lindas o artista plástico Narcélio Grud. Vale a visita!

(Foto: Ariane Cajazeiras)

Alana, eu e a intervenção do Narcélio Grud (Foto: selfie hahaha)

Térreo (Foto: Ariane Cajazeiras)

Hey Joe Food’N’Bar
Endereço: Rua Norvinda Pires, 32 – Aldeota
Horário de Funcionamento: terça a quinta e domingos: entre 18h e 23h/ sexta e sábado: entre 18h e meia noite.

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Bolim preto de chocolate

Por Ariane Cajazeiras em Receitas do lechef

06 de março de 2017

Eu adoro bolo de todos os sabores e nada mais comfort food  para mim do que um bolinho fofo e bem pretinho de chocolate, ainda mais se tiver aquela caldinha fina por cima, deixando a casca do bolo açucarada. Bom demais, né? O conceito de comfort food (comida que traz conforto) é justamente esse: fazer/comer aquela receita que estimula as memórias boas, receitas que podem ser simples e, claro, gostosas. Esse tipo de bolo de chocolate era sempre feito pela minha avó e mãe. Resolvi buscar na internet, então, uma receita que me levasse para uma receita assim: bolo preto, fofo, leve, delicioso. Aproveitei e dei uma incrementada com o que tinha na geladeira: um potinho aberto de cerejas em calda (que eu amo) e meia barra de chocolate 85% cacau.

Bolo de chocolate do amor <3 (Foto: Jefferson Sant’ana)

Pesquei uma receita de um blog que amo, o Panelaterapia, que fez um concurso de melhor bolo de chocolate do mundo. Fiz umas modificações e lá vai a receita pra você se deliciar. É simples, rápido e fica uma delícia!

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 xícaras de chocolate ou cacau em pó (não use achocolatado, ele tem muito açúcar! Melhor usar os chocolates em pó de caixinha – aqueles de 200g – com maior teor de cacau)
  • 2 xícaras de açúcar
  • 3 ovos
  • 1 xícara de óleo (usei de girassol)
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 1 xícara de água fervendo

Cobertura: 

  • 4 colheres de sopa de leite
  • 1 colher de sopa de manteiga ou margarina
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó
  • 2 colheres de sopa de açúcar ou 2 colheres de leite condensado (usei leite condensado, porque tinha sobrando na geladeira)

Modo de fazer:

Unte uma forma com margarina e polvilhe com chocolate em pó ( melhor que enfarinhar, porque a cor fica mais linda). Ligue o forno a 180 graus. Peneire a farinha, açúcar e chocolate em um recipiente. Junte os 3 ovos e a xícara de óleo e mexa bem com uma colher ou espátula. Vai ficar uma massa meio grossa, ok? Tentei usar o fouet, mas embolou tudo, é melhor uma colher grande ou espátula mesmo! Depois que estiver tudo bem misturado, acrescentar a xícara de água fervendo e mexer novamente com uma colher (se quiser usar o fouet, nesse estágio já dá!), até a massa ficar homogênea. Por último acrescentar o fermento em pó e mexer mais uma vez levemente, só para incorporá-lo.

A massa fica assim! (Foto: Ariane Cajazeiras)

Coloque a massa na forma untada e polvilhada com chocolate e leve para assar no forno pré-aquecido por cerca de 20 a 25 minutos.

Ele fica lindão assim <3 (Foto: Ariane Cajazeiras)

Enquanto o bolo esfria um pouco, você mistura todos os ingredientes da calda e leva ao fogo só para que os ingredientes se misturem. A graça é quando a calda fica bem fininha. Depois que esfriar você desenforma, fura o bolo com um garfo e joga essa calda por cima.

Você pode enfeitar como quiser! Eu coloquei por cima cerejas ao marasquino cortadinhas ao meio e 3 barrinhas pequenas de chocolate 85% cacau (aquele bem amargo) picadinhas. As marcas que usei: cerejas Hemmer (que não são de gelatina) e chocolate da cacau show (é o mais amargo da loja). O bolo ficou tão maravilhoso que acabou em menos de 2 dias. E olha que lá em casa bolo dura bem muito. A massa fica com um sabor forte de chocolate e o doce da cereja combina bem com o amargor do cacau.

Voilà! (Foto: Jefferson Sant’ana)

Ficou bonitão (Foto: Jefferson Sant’ana)

Façam e mandem a foto pra gente! Bolo é um negócio que une famílias, vai por mim! <3

Com amor e com fome,

Ariane

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Happy hour de qualidade

Por Caetano Neto em Restaurantes

03 de março de 2017

O famoso sair pra “tomar umas” tem ficado a cada dia mais sofisticado. O cardápio de bebidas e tira gosto vem crescendo exponencialmente. O Engenho do Dedé acreditou e apostou nessa tendência. Da barraquinha de 2 metros por 2 metros que vendia pastel para uma conglomerado de empresas (Engenho do Dedé, Dedé Boteco e Cachaçaria do Dedé) com filiais em Belém, Manaus, Uberlândia e Fortaleza. Isso tudo se iniciou porque o Chef Dedé Parente duvidou que existia uma cachaça que valia mais que cem reais. Nos contou o sócio Rogério Perdiz.

Lager

Quando veio para Fortaleza, o Engenho do Dedé apostou em comodidade para o cliente se instalando no Shopping Center Iguatemi. Além de oferecer seus produtos (cachaça, cerveja e pimenta) que levam a marca, o Engenho do Dedé também conta com um Bistrô muito atraente. Ideal para quem quer um pouco de sossego após as compras ou aguardar enquanto os cônjuges fazem as compras. 😀

Fomos convidados para uma degustação das Cervejas Dedé e das cervejas fabricadas pela Krug Bier, responsável pela produção e envazamento das Cervejas Dedé.

Krug Bier

Com um cardápio variado, que atende desde dietas mais saudáveis a paladares mais exigentes, o Bistrô ainda serve as bebidas e produtos encontrados também no Empório. Do cardápio, tivemos a oportunidade de experimentar além do cover de frios, muito completo e diversificado. Bolinho de bacalhau, crocante por fora suculento por dentro, e porção de pasteis, super sequinhos e muito bem temperados. Costelinha com geleia de cupuaçu, combinação divina, bem melhor que molho barbecue, todos devem experimentar. Finalizamos a noite com o famoso Joelho de porco do Engenho do Dedé, defumado, assado e pururucado, o Joelho de Porco é algo que também deve se experimentar. Minha única dica é para quem gosta de uma comida mais molhada, pedir algum acompanhamento extra, o acompanhamento original é arroz e farofa.

Joelho de Porco

As Cervejas Dedé

A estrela da noite foram as cervejas, como nenhum de nós três do Le Chef Coxinha somos apreciadores, resolvi levar um verdadeiro conhecedor. Segue o relato de Diogo Júnior sobre as três Cervejas Dedé.

Trio de cervejas Dedé

Trio de cervejas Dedé – Weiss, Dunkel e Lager

Cerveja Dedé Lager e Dedé Dunkel (cervejaria krug bier)

As cervejas do tipo lager (armazém em alemão) são as mais consumidas em território nacional. Sua distinção das demais advém do seu processo de fermentação, aonde: pelo seu tipo levedura (Ex: Saccharomyces pastorianus) de baixa fermentação, ou seja, deposita-se no fundo do fermentador durante o processo e também pela sua baixa temperatura de no processo, geralmente a 12 C.

As lagers podem se distinguir em vários subtipos tais como: Light Lagers, Pilsen, Amber Lager, Bock, Dark Lager, Dunkel entre outros. Em entrevista, o sócio do Engenho do Dedé, Rogério Perdiz nos revelou que o critério de escolha para esses dois subtipos de cerveja resultou de um equilíbrio entre aceitação de mercado e gosto particular. Vamos a apreciação das brejas.

A Cerveja Dedé Lager tem no visual uma coloração entre palha e dourado e uma certa turbidez. No nariz o malte predomina ante outros aromas. Na boca, um amargor suave ligeiramente mais marcante que as american lagers habituais do mercado (Budweiser, Bohemia, Skol…) e com um final sucinto. A Dedé Lager é uma cerveja leve, refrescante e de fácil apreciação, ideal para: happy hours, churrascos entre outros eventos.

A Cerveja Dedé Dunkel tem no visual uma coloração entre o marrom e o marrom escuro que são característicos do estilo. No nariz, o malte torrado concede a cerveja um aroma com notas de caramelo e café. Rogério Perdiz, comentou que a distinção dessa cerveja ante a outra cervejas escuras comuns ao mercado, foi a exclusão do uso de mel ou açúcar no processo produtivo. Tal fato, conferiu a cerveja um amargor menor do que o habitual, mas um final bem marcante e duradouro. Na boca ressaltasse o café.

Cerveja Dedé Weiss (cervejaria krug bier)

Weiss

As cervejas de trigo fazem parte de outro tipo de cerveja chamado ale (um termo celta para o que podemos chamar hoje de cerveja), a produção caseira de cervejas ale é mais simples do que as lagers, por isso vemos, grande parte das receitas de mestre-cervejeiros caseiros tendendo para esse âmbito. Sua distinção das demais advém do seu processo de fermentação, aonde: pelo seu tipo levedura (Ex: Saccharomyces cerevisiae) de alta fermentação, ou seja, deposita-se no topo do fermentador durante o processo e também pela sua alta temperatura de no processo, geralmente a 20 C.

As Ales possuem também larga variação de subtipos tais como: Pale Ale, IPA, Stronge Ale, Bitter, Weiss, Poter, Stout entre outros. Dentre elas o mercado regional vem aceitando bem a Weiss ou cerveja de trigo. A cerveja de trigo se caracteriza pela sua turbidez, pela sua composição em mais de 50% do total de grãos ser trigo e algumas especiarias que são comuns de serem encontradas nesse estilo de cerveja para complementar o sabor tais como: cravo, baunilha, banana, casca de laranja entre outros.

A cerveja Dedé Weiss tem no visual a coloração de palha a dourado-escuro, uma espuma cremosa e uma turbidez característica. No nariz, notas de abacaxi e mel estão bem presentes. Na boca, um equilíbrio entre o adocicado e o cítrico e uma graduação alcoólica que garante um final marcante e duradouro na degustação. A Dedé Weiss é uma cerveja leve e refrescante, mas com uma carência de maior atenção na sua degustação para se apreciar todos os sabores que ela pode te oferecer.

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Detox do carnaval! Ainda dá tempo?

Por Iury Costa em Vejo comida em todo lugar

02 de março de 2017

Nutricionista Danielle Lodetti / Foto: acervo pessoal

Tudo bem que hoje já é quinta-feira, e muita gente já voltou ao batente ainda na quarta de cinzas. Mas para quem esticou um pouco mais a folia do carnaval, ou que continua doente das loucuras que fez durante os quatro dias de festa, não custa nada seguir algumas dicas para uma desintoxicação.Depois dos exageros, é comum que venha, como recompensa, uma forte ressaca, com direito a dor de cabeça, queimação no estômago, vômito, fraqueza… E como todos precisam voltar à realidade algum dia, a nutricionista Danielle Lodetti dá algumas dicas para um detox que deixe a pessoa pronta para outra!

A recuperação gira, principalmente, em torno do consumo de muitas fibras, folhas, além de beber muita água.

“Na volta para a vida de verdade, a gente tem que ajustar as coisas para o organismo voltar a funcionar com equilíbrio. Então, a primeira coisa é diminuir o consumo de calorias. A gente tem que consumir menos calorias durante o período de desintoxicação.”

“E aí, vale abusar de água, água de coco, e de ervas que são desintoxicantes, como coentro e a salsa, que são excelentes para eliminar as toxinas. E também, abusar de alimentos que são ricos em fibras: frutas, as cascas, quando é possível comer com casca, vegetais crus, bastante folha… além de evitar açúcar, farinha branca, e preferir carnes brancas, como frango e peixe.”

Seguindo essas dicas, a nutricionista Danielle Lodetti garante que o metabolismo do nosso corpo começa a se readequar, e se acostumar com a nova realidade. “Muito líquido, para ajudar o organismo a eliminar as toxinas, muita fibra, para o intestino funcionar bem, e retirar o açúcar e a farinha vão ajudar o metabolismo a ficar um pouco mais fácil. Faz com que o organismo se adpte melhor e se recupere mais rápido depois de tanta bebedeira e de tanta comilança”.

Para evitar a ressaca, a dica é bem simples: não beba. Mas como isso é praticamente impossível, manter a hidratação e ingerir comidas saudáveis durante a festa também ajuda a diminuir os efeitos do álcool.

Foto: reprodução internet

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Folia garantida com comida levinha!

Por Iury Costa em Vejo comida em todo lugar

24 de fevereiro de 2017

A gente sabe que você já deve estar se preparando para brincar o carnaval, e as fantasias já estão na mochila. Mas uma alimentação saudável e balanceada durante o feriadão também é pré-requisito para uma festança completa. O Blog Le Chef Coxinha conversou com a nutricionista Danielle Lodetti, colunista da rádio Tribuna BandNews FM, para saber o que comer para curtir o carnaval com energia e sem problemas.

Nutricionista Danielle Lodetti / Foto: acervo pessoal

De acordo com a profissional, antes de você ir para a folia, é importante que você coma alimentos que dêem energia para pular na festas. Além disso, uma refeição que não tenha digestão lenta e que te deixe pesado.

“É muito importante comer sempre um tipo de carboidrato, por que os carboidratos dão energia. Aí você pode consumir uma massa, com um molho vermelho; pode consumir uma batata, batata-doce ou macaxeira; arroz integral; um tipo de carne magra, porque as carnes pesadas podem deixar você se sentindo mal, com dor de estômago, ou mesmo com náuseas durante a festa. O peixe é sempre a melhor escolha, ou o camarão, ou o frango, além dos legumes, que possuem bastante fibras”.

Então é assim: um carboidrato, que dá energia para pular no carnaval, combinado com uma proteína leve, que tem fácil digestão, para você não ficar pesadão durante a festa. A nutricionista completa que não se deve comer “nada frito ou empanado, ou com creme de leite”.

Durante a festa, é importante, de acordo com Danielle Lodetti, manter, também, a hidratação. E se a folia durar muito tempo, é sempre bom ter algum repositor de energia no bolso. “Frutas secas, castanhas, barrinhas de proteína, barrinhas de granola, bastante suco e água de coco são lanchinhos interessantes para comer durante o período da festa, e para não terminar sem energia e disposição”.

Tá combinado então, né? Nada de comida “grosseira” para não passar o carnaval no bloco dos doentes! Agora, pode seguir o passeio.

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Hamburgão da zona oeste

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas, Hamburguer

16 de fevereiro de 2017

Eu adoro achar lugares novos pertinho de casa. Morando na parte oeste da cidade, muito desprovida de bons restaurantes, fico ressentida de ter que me deslocar para lugares muito distantes de casa, muitas vezes lotados ou com estacionamento ruim, para apreciar uma comida boa. Mas a parte legal é que isso vem mudando, felizmente! os empresários já começam a investir em novas áreas, longe da “zona nobre”. Soube por meio de um amigo que o Jardim Guanabara, na zona oeste da cidade (pertinho da Vila Velha, Álvaro Weyne e adjacências) contava com uma nova hamburgueria com produtos muito bons, segundo ele, e hoje resolvemos provar: o Pacheco’s Burguer.

TIRIRICA burger: carne, cheddar, nachos, geleia de pimenta, molho e salada fresca (Foto: Ariane Cajazeiras)

A hamburgueria é pequena, são poucas mesas espalhadas pela calçada mesmo. O espaço lembra um food truck, é bem descolado e tocou Beatles a noite inteira: curti. Chegando lá, batemos um papo rápido com o Pacheco, que abriu o espaço há três meses com a esposa. A “sra. Pacheco” (Tanna) é especializada em gastronomia, eles tinham a ideia de abrir um negócio juntos e resolveram investir no bairro de infância dele.

Pacheco’s Burguer (Foto: Divulgação)

O cardápio é simples, mas suficiente: são 10 petiscos, entre eles: bolinhas (que tem recheio de queijo a arraia e custam de 12 a 14 reais), onion rings, nachos, batata da casa (com cheddar e bacon) e até espetinhos (só 4,00, com molho e farofinha). Os sanduíches são 7 variedades e cada um leva o nome de um humorista cearense. Segundo o proprietário, tudo é feito na casa, os ingredientes são frescos. Éramos 5 e provamos os espetinhos (porção pequena e carne macia: uma boa entrada) e 4 burgers.

Optamos pelo TOMCAVALCANTE burguer (pão, carne de 180g, queijo mussarela e alface americana), TIRIRICA burguer (pão, carne de 160g, cheddar, nachos, geleia de pimenta, molho e alface americana), ROCICLEIA burguer (pão, carne de 160g, cheddar, tomate, bacon, cebola caramelizada, molho e alface americana) e o SEULUNGA burguer (que é basicamente o mesmo Rocicleia burguer, mas com ingredientes dobrados). O produto é muito bom: a carne é grossa, saborosa e bem temperada. Só esqueci de pedir pra vir mal passada (eles sugerem que você peça assim, tá escrito no cardápio, mas acabei esquecendo). Os ingredientes são frescos e de boa qualidade e os preços variam entre R$12 e R$22. Tem luvinhas de plástico para quem não quer sujar as mãos. Dá pra pedir adicionais de ingredientes, mas, acredite, o tamanho é suficiente.

Fazendo cara de Seu Lunga para fazer jus ao sandubão (Foto: Jefferson Sant’ana)

TIRIRICA e seus nachos. Todos os sandubas acompanham uma boa maionese temperada (Foto: Ariane Cajazeiras)

Uma crítica: a geleia de pimenta do meu TIRIRICA burguer, pareceu-me um pouco mascarada frente aos outros ingredientes, senti pouco o sabor dela.

Todos os sanduíches vêm acompanhados de uma pequena porção de batatas e uma boa maionese temperada. A apresentação também é legal: vem em uma tábua de carne de madeira. Entre as bebidas, existem 10 variedades de sucos e vitaminas, 13 cervejas (incluindo sem álcool) e refrigerantes. Não tem sobremesas!

Fiquei feliz em poder contar com mais um point bacana pertinho de casa! Vale a visita ao bom hamburgão da zona oeste. E fica a dica para os empresários: a zona oeste quer comer bem!

Com amor e com fome,

Ariane.

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Bistrô parisiense no meio do hospital

Por Ariane Cajazeiras em Restaurantes

13 de fevereiro de 2017

Le Pain Le Café abriu as portas há quase um mês no Hospital Regional da Unimed

Imagine estar em um hospital e poder se teletransportar para um ambiente aconchegante… quem sabe um bistrô francês, que tal? Parece um sonho: fugir um pouco, nem que seja por alguns minutos, da realidade a que geralmente um hospital está ligado, não é? Essa é a proposta da nova Le Pain Le Café que abriu as portas em janeiro no Hospital Regional da Unimed (HRU) em Fortaleza.

Le Pain Le Café Bistrô (Foto: Ariane Cajazeiras)

O local onde funcionava um outro restaurante estava desativado e foi todo reformado para dar lugar à nova proposta da cafeteria, que já funciona no bairro Meireles e também contava com um pequeno café no pátio da recepção do HRU.

O local foi inaugurado em janeiro deste ano (Foto: Ariane Cajazeiras)

A ideia dos sócios Gustavo e Eveline Espalter e Isabel e Alexandre Studart foi expandir também o cardápio da Le Pain Le Café, abrindo a versão Bistrô. Segundo Isabel, o novo projeto segue a filosofia da cafeteria: levar bem estar, conforto e boa gastronomia, mas agora também com pratos quentes e um menu desenvolvido especialmente para o espaço do hospital.

Caetano, Iury e eu no dia da inauguração (Foto: Elon Nepomuceno)

O cardápio é a la carte e tem tanto os sanduíches, bolos, cafés, chás e sucos, como também saladas, crepes, pratos quentes e sobremesas. Entre os sanduíches, muitas opções bem convidativas, como o tradicional croque monsieur (com presunto de parma, ricota e um toque de melão) e o Nordestão (com carne de sol crocante, queijo do reino, chutney de cebola e pasta no pão de caju). Já quero provar o Le Pain Le Café, que leva carne de cordeiro, chutney de morango, folhas e pasta de hortelã no croissant.

Degustação do Gratin de Camarões (Foto: Ariane Cajazeiras)

Já entre os pratos, destaque para o Gratin de camarões (que leva camarão, arroz com presunto, ervilha e molho branco, tudo gratinado e finalizado com batata palha) e as massas como os Romanitos (nhoques caseiros de abóbora, recheados com carne de sol e queijo coalho). Também tem pratos com frango, peixe grelhado, estrogonofe de filé e carne de sol.  As Saladas vêm em 3 opções: carne de sol, atum ou camarão. O melhor de tudo: os preços são bem acessíveis, com pratos variando entre R$18 e R$29,90. O cardápio conta ainda com crepes, tapiocas e sopas.

Degustação dos Romanitos (Foto: Ariane Cajazeiras)

Para adoçar o dia, são oferecidas 9 sobremesas, entre elas as fatias de bolo (adoro o de lavanda com laranja e o de limão com frutas cristalizadas, são sempre muito fresquinhos, fofos e saborosos), mil folhas de morango e cheesecake de manjericão com limão siciliano.

Chá Vermelho Intenso e bolo de Limão Siciliano com frutas cristalizadas (Foto: Divulgação)

O Bistrô é aberto ao público e funciona diariamente, entre oito horas da manhã e dez da noite, com serviço de café da manhã, almoço e jantar. O espaço acomoda até 65 pessoas e guarda o colorido e frescor da cafeteria original, que fica na Rua Professor Dias da Rocha.

Claro que ninguém quer precisar usar hospital, mas o espaço já era mais que esperado por quem precisa e pelos próprios profissionais do HRU. Eu precisei do espaço e como um local com comida boa fez falta! Veio em boa hora!

Ouça um trecho do bate papo que tive com a sócia do Le Pain Le Café, Isabel Studart:

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Já começou com cara de final

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

22 de março de 2017

Masterchef 2017 começa diferente. Duelos entre 42 competidores disputando os 21 aventais

A triagem televisionada do Masterchef foi concluída nessa última terça (21/03) com uma novidade. Após apresentação de uma prato ao trio de jurados, os candidatos tiveram mais uma fase a passar. Nas edições anteriores, essa parte eram provas em massa mais voltados a critérios técnicos. Cortar cebola, separar clara de gema, entre outras necessidades da profissão. Já aconteceu também de haver provas em grupo em que o candidato tinha que cozinhar em cima de um tema apresentado pelos jurados.

As duas maiores diferenças dessa edição foi que os duelos foram travados em duplas ou quartetos, dando uma carga emotiva ainda maior, e as provas eram realizadas na Cozinha do Programa. Um gostinho a mais aos 21 candidatos não selecionados. Era massivo o número de reprovados dizendo que iriam retornar ao programa. Com certeza.

As provas pareciam ter escolhido a dedo os competidores. Itália vs França. Norte vs Nordeste. Comida caseira realizada pelas duas senhoras com mais idade. Confeitaria. Embora haviam muitas mãos tremendo na cozinha, as provas pareciam ir de encontro com as zonas de conforto dos competidores. Enquanto isso, os outros competidores que não estavão nos duelos podiam assistir o embate do lado de fora do estúdio por um telão.

Vale citar alguns desastres como o duelo do hambúrguer e do filé mignon, onde os participantes se perderam em coisas básicas. Hambúrguer se esfacelando, cru. Spaghetti de vegetais sem graça. Ovos “trufi-trufi” que deveriam ter ficado macio. Apresentações mal elaboradas. Afastaram candidatos do avental. Já outras falhas de candidatos selecionados não foram o suficiente para afastá-los do programa. Mas com certeza já devem estar na lista negra de alguns jurados. Como foi o caso do Abel Chang que foi parado pela Paola. Ela não aguentou ver tanto desperdício de comida. Ou o uso do mandolim pelo competidor Vitor Vieira, eu já estava esperando um dedo cair, imagino a coitada de uma mãe assistindo esse programa.

A triagem ainda teve direito a repescagem. Um mezanino lotado com vinte competidores já selecionados assistiam a três competidores que tiveram uma prova de risoto como segunda chance. Deixou ainda mais emocionante o fechamento dessa primeira parte da seleção do Masterchef.

Clique na imagem e conheça os 21 concorrentes ao trofeu Masterchef 2017.

Acredito que essa temporada promete. Caso você queira nossa visão durante a temporada, deixem comentários. 🙂