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Le Chef Coxinha

por Ariane Cajazeiras, Caetano Neto e Iury Costa

Um boteco para chamar de seu!

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas

18 de abril de 2017

Gente, está rolando em Fortaleza desde a sexta-feira, dia 14, a sétima edição do Comida di Buteco, que vai premiar as melhores comidas de raiz do Fortaleza, os petiscos mais originais, e, é claro, o melhor boteco da cidade, que também pode ser eleito o melhor do Brasil. São avaliados quesitos como tira-gosto, atendimento, temperatura das bebidas, e higiene do espaço. Por aqui, 16 estabelecimentos participam:

Alma Gêmea – Rua Dragão do Mar, 30 – Praia de Iracema

Concorre com o Camarão Sertanejo, camarão empanado em carne de sol desfiada e farinha de mandioca servido com couve, paçoca e molho tártaro.

Alpendre – Rua Torres Câmara, 181 lj 1. – Aldeota

Concorre com o Kibeer, um kibe feito com cevada, acompanhado com molho de iogurte caseiro, lúpulo e hortelã. Uma cerveja para mastigar!

Bar Chá da Égua – Avenida Gomes de Matos, 302 – Montese

Concorre com o Velas do Mucuripe, um filé de tilápia na crosta de aveia com molhos especiais da casa.

Bar do Helano – Rua Carlos Vasconcelos, 2310 – Joaquim Távora

Concorre com o Bolinho do Cazuza, feito de arroz e recheado com queijo muçarela.

Bar do Nem – Rua General Clarindo de Queiroz, 1745 – Mercado São Sebastião

Concorre com o elaborado A Esperança da Jeriquita e suas Cumades, são bolinhos feitos de purê de jerimum, batata doce, batata inglesa, macaxeira, leite de coco, manteiga da terra e queijo gorgonzola, maionese de barbecue, barbecue de tamarindo e molho de pimenta caseira.

Bar O Camocim – Rua Padre Mororó, 1012 – Centro

Concorre com o Mestre Lucas, um filé de peixe branco ao molho agridoce de maracujá.

Boozer’s – Rua Carlos Vasconcelos, 834 – Meireles

Concorre com o Pastel Celestino, feito com massa de farinha de quinoa, recheado com carne do sol, feijão verde e queijo coalho.

Boteco do Arlindo – Rua Carlos Gomes, 83 – José Bonifácio

Concorre com o Três meninas, que são três panquecas recheadas, uma de carne de sol, outra de creme de arraia e uma de frango caipira.

Canto do Baião –  Rua Capitão Uruguai, 56 – Aerolândia

Concorre com uma coxa com sobrecoxa desossada e grelhada no molho de laranja.

Carneiro do Tércio – Rua Gonçalves Ledo, 1123 – Aldeota

Concorre com a Coxinha de Frango da Tia, que é uma coxinha apimentada de frango, acompanhada de um molho especial

Espaço Casa da Sogra – Rua Vasco da Gama, 1072, Fundos – Montese

Concorre com a Sogra Alada, meio da asa levemente picante empanada, acompanhada de molho barbecue, geleia de pimenta e farofa crocante.

Kina do Feijão Verde – Rua João Cordeiro, 1697 – Aldeota

Concorre com o Cordeiro da Filhota, que é um cordeiro trinchado com cerveja

Outras Palavras – Rua Ana Bilhar, 1470 b – Varjota

Concorre com as Coxinhas Sem Massa, três coxinhas sem massa, servidas com molhos especiais da casa.

Picanha Iracema – Rua Joaquim Alves, 104 – Meireles

Concorre com o Camarão com ervas a Doritos, são camarões empanados com Doritos, e servidos com geleia de pimenta.

Teresa & Jorge – Rua João Cordeiro, 540 – Praia de Iracema

Concorre com o Joaquim Manoel, que é um Pastel com recheio de bacalhau cremoso e temperos especiais.

Varandão da Vila (Mariaaaaaaaana!) – Avenida Osório de Paiva, 1612 – Parangaba

Concorre com o Munguzá de Buteco, uma receita de munguzá salgado, e temperado com ingredientes regionais.

Esta é a sétima edição do Comida di Buteco em Fortaleza, mas o concurso também acontece em outras 19 cidades brasileiras desde 2000. A seleção do melhor boteco acontece no dia sete de maio. Daí, o estabelecimento escolhido passa a concorrer para se tornar o melhor do Brasil. Vale o voto do público, e de um júri especializado. Como começou na Sexta-feira da Paixão, o embalo começa a partir desta semana. O Blog Le Chef Coxinha vai tentar ir em todos. Os resultados vão aparecer por aqui.

 

Foto: reprodução internet

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Páscoa do #compredequemfaz

Por Ariane Cajazeiras em Chocolate

12 de abril de 2017

Não sei de onde surgiu essa hashtag #compredequemfaz, mas desde que abri um pequeno negócio informal inicialmente de bijouterias e hoje de artesanatos com minha mãe há quase 7 anos, o Ateliê Romantisch, passei a valorizar muito quem produz artesanalmente, tem marcas locais, etc. Não pelo fato de querer alavancar as vendas, não é isso. Mas porque entendi alguns fatos em relação aos produtos artesanais.

O primeiro deles é que cada peça feita a mão é única. Por mais que você use a mesma matéria prima, mesmos moldes… uma peça nunca será igual a outra pois seres humanos não são máquinas. E, como você deve entender, tudo que é único tem valor inestimável. O segundo fato é que quando se compra algo feito por um pequeno produtor, você está movimentando a economia local. Ao invés de investir seu dinheiro em grandes empresas, porque não ser o patrocinador de pequenos (grandes) talentos? E por último, quando você fomenta a produção de um pequeno, você tem acesso à matéria prima, sabe de onde veio aquilo e pode pesquisar com mais facilidade a procedência do que está consumindo. E é por tudo isso que sou a rainha das feirinhas: compro com orgulho de quem faz, elogio, propago. E chega desse “ranço” provinciano de que as coisas que nós produzimos aqui são menores e piores do que as que vem de fora. Não!

E nessa onda resolvi esse ano que neste mês de abril não iria comprar ovos de Páscoa dos grandes produtores. Por mais que minha criança interior gritasse por um Surpresa Bichos Nestlé, os lindos e pesados ovos de colher foram meus escolhidos. Claro que ainda existem aqueles chocolates cheios de gordura com “gosto de sabão”, mas tem muita gente boa sabendo temperar um bom chocolate como ninguém! Por isso saí “fazendo a feira” em pequenas docerias caseiras de amigos, conhecidos e indicados por amigos. Fiz questão de pagar pelos ovos (senão nada de fomentar a economia, né?), dar o feedback e divulgo aqui sem filtros as fotos e pontos baixos e altos de cada “ovíneo” caseiro consumido. E vamos tirar o “caseiro” do hall das coisas pejorativas! Comida caseira é tudo de bom 🙂

1) Casa Costa Confeitaria – O número um das críticas positivas de  todos que me “ajudaram” (ê tarefa difícil, né, família?) a provar os chocolates aqui em casa. A Casa Costa é a marca do nosso companheiro de blog Iury Costa. O Iury já fazia bolos, bolos “afogadinhos”, tortas e cupcakes e nessa Páscoa começou a investir nos ovos. O chocolate utilizado é um blend de ao leite e meio amargo. Vem recheado de brigadeiro tradicional, beijinho, brigadeiro de farinha láctea, brigadeiro de Oreo, entre outros. Encomendei o de beijinho com oreo. Não gosto nem um pouco de beijinho com coco industrializado (aqueles adoçados, em flocos, que vem no saco), por isso tenho o maior preconceito em pedir doce de coco nos cantos, mas esse docinho me surpreendeu positivamente! O recheio de coco é o melhor de todos que já provei.

Preços: A partir de R$25

Ponto Alto: Chocolate de qualidade, apresentação linda e beijinho com gosto de infância.

Ponto Baixo: O biscoito Oreo fica mole quando está em contato com o ar, então não estava crocante (avalie isso se for encomendar esse sabor). A casquinha é mais fina na borda, ficando mais quebradiça no manuseio.

Contato: Instagram: @casacostaconfeitaria/ Whatsapp: (85) 98853.0261

Informações adicionais: Aceita encomendas até a Páscoa. Aceita Cartão de Crédito e Débito.

 

2) Dolcelita  – Amo os brigadeiros que a Tallyta Monique faz! Ela é uma colega aqui do Sistema Jangadeiro e eu já tinha tido a oportunidade comprar os docinhos finos dela em outras (muitas) ocasiões. Têm uma textura maravilhosa, aquelas bem “puxa”, do jeito que eu gosto. Além de sabores variados e diferenciados, como o de churros, Romeu e Julieta (amo), Meio Amargo. Nessa Páscoa, ela fez uns testes bem sucedidos com ovos de Páscoa e está comercializando entre amigos e conhecidos.

Preços: Variam entre 20 e 60 reais, sendo o mais barato o tradicional de 200g e o mais caro o trio do Coelho, com 3 ovos de colher de 200g. É possível acrescentar adicionais como leite ninho ou twix por mais 5 reais.

Ponto Alto: A casquinha foi a mais elogiada dos críticos aqui de casa. O sabor de meio amargo e a borda grossa e bem acabada. Adoramos. A apresentação também muito cuidadosa. Olha só esses brigadeiros, que perfeição!

Ponto Baixo: Não gosto muito das bolinhas crocantes (o que chamam de “chocoball” e afins) , porque de um modo geral o chocolate delas não é de qualidade. Atrapalha o sabor do brigadeiro, na minha opinião.

Contato: Instagram: @tallytabruno / Whatsapp: (85) 98181.0491

Informações adicionais: Aceita encomendas até a Páscoa. Não tem cartão de crédito.

3) Açaí no Alvo Maracanaú – No quesito inovação, esse ovo superou os outros. Aproveitou a moda que invadiu a cidade, afinal os pontos de açaí pipocam nas ruas de Fortaleza e região metropolitana e são frequentados em todos os bairros. Fruta típica do norte do país, o açaí tem seu lugar aqui no estado. Mas o sabor divide muito opiniões: quem ama, ama, quem não gosta, insiste em dizer que nós, adoradores do açaí, estamos “comendo barro” (apenas parem). Não moro em Maracanaú, então foi através de um colega de trabalho que encomendei o Ovo de Páscoa trufado com açaí da franquia Açaí no Alvo. O recheio é um brigadeiro de açaí e a cobertura você escolhe. O meu veio com paçoquita (combinação perfeita S2), leite ninho, gotas de chocolate e castanha. Também é possível colocar frutas, jujuba e o que mais você preferir.

Preços: Fabricado em três diferentes tamanhos, 380g, 480g e 720g, o Ovo Trufado com Açaí custa entre R$ 20 e R$ 45.

Ponto Alto: O gosto do açaí é bem leve, mas ainda assim é possível identificar o sabor no brigadeiro. O recheio não é muito doce e por isso não enjoa! Também achei o preço bem em conta para o tamanho e a qualidade. É um ótimo e inusitado presente para os amantes do açaí.

Ponto Baixo: O chocolate da casca é de média qualidade (embora gostoso, mas não é tão fino) e a loja é meio longe para quem mora em Fortaleza.

Contato: Facebook:/acainoalvomaracanau/ Instagram: @acainoalvomaracanau

Informações adicionais: Aceita Cartão de Crédito e Débito.

4) Deborah Lage Doces – Não conhecia a Deborah, mas ficava babando nas fotos postadas na internet pelo irmão dela, meu colega de Sistema Jangadeiro. Ela faz doces, bolos lindos e sobremesas. Gosto muito da forma que ela decora os doces, ela trabalha super bem com o bico de confeiteiro. Nesta Páscoa, resolvi encomendar um ovo de chocolate branco recheado com brigadeiro de limão e farofa de biscoito passatempo, ovo que acabou sendo entitulado de tortinha de limão. Pedi para colocar biscoito na casca. A Deborah é muito caprichosa e ama cozinhar, dia desses li a história dela contada pelo irmão, que inclui a desistência de um ótimo emprego (financeiramente falando) para seguir fazendo algo que ela ama: cozinhar.

Preços: A partir de R$25

Ponto Alto: Brigadeiro delicioso e produtos de ótima qualidade. A farofinha de passatempo é realmente do biscoito, não é de biscoito similar. O brigadeiro não é azedo (como muitas sobremesas de limão) e é bem liso e gostoso.

Ponto Baixo: Pedi biscoito também na casca, mas ela colocou não pedaços, e sim o biscoito triturado, daí não deu pra sentir bem. O chocolate branco da casca é bem mais doce, então corre o risco de ficar enjoativo.

Contato: Instagram: @deborahlagedoces/Facebook: /Déborah-Lage-Doces Whatsapp: (85) 99905.2685

Informações adicionais: Aceita Cartão de crédito e Débito. Não aceita mais encomenda para essa Páscoa 🙁

 

Todos eles valem super a pena. E tem ainda uma coisa em comum entre as pessoas que fazem ovos de Páscoa artesanais: a simpatia, o carinho e o amor pelo que fazem. Isso torna a Páscoa mais especial e combina bem com o motivo religioso, não é mesmo? Sucesso para os pequenos empreendedores e boa Páscoa para todos vocês 🙂

 

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Metais, fast food, internet e outras intolerâncias

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas Fail

03 de abril de 2017

Oi, eu sou Ariane e achei um metal estranho dentro do meu sanduíche do Mc Donald’s no último dia 28 de março de 2017. Aconteceu assim: semana passada, depois de um péssimo dia, comprei um combo Original Mex da loja que fica no shopping Riomar Kennedy, a mais nova de Fortaleza, inclusive. O sanduíche é o mais novo lançado pela linha Signature, aquela linha de sanduíches vendida como mais “gourmet”, com ingredientes selecionados. A linha é uma das mais caras do restaurante: o combo simples com batata média e refrigerante médio custa R$29,90.

Original Mex (Foto: Ariane Cajazeiras)

A sequência de ações foi mais ou menos essa: comprei por volta das 20h30, 21h, levei para comer em casa, cheguei, abri, provei, gostei, mas achei pouca guacamole, minha irmã Alana duvidou da existência do ingrediente, abri para mostrar a guacamole, avistei um ponto prateado no meio do molho, puxei o ponto e era um pedaço metálico de cerca de 5 cm. No. Meio. Do. Molho. Com dentinhos perfurantes. Pelo design da peça parece alguma parte da máquina de colocar molho, mas não sei porque não conheço as máquinas. Levei um susto. Fotografei. Joguei o lanche no lixo. Postei a foto no Facebook e no Instagram, como qualquer pessoa indignada dos anos 2017 faria.

A pecinha ainda suja de molho (Foto: Alana Cajazeiras)

Aqui dá para ver o tamanho da peça (Foto: Alana Cajazeiras)

O plano era pegar a peça, levar junto com as fotos tiradas no celular, falar com a gerente da loja do Riomar (loja esta que eu conhecia, já havia comprado lá diversas vezes e não tinha do que reclamar), dessa vez reclamar de fato, pedir o dinheiro de volta, alertar para a falta de cuidado. Fim. Mas eu sou jornalista, tenho muitos jornalistas nos meus contatos do facebook. Então a Lyvia Rocha, desse mesmo portal do blog, o Tribuna do Ceará, pediu algumas informações e postou na manhã seguinte ao achado, uma reportagem que teve muitos likes e compartilhamentos. A partir daí uma moça do jornal O Globo (do RJ) me mandou inbox e pediu entrevista e acabou postando lá também (com um texto beeeeeem igualzinho ao da Lyvia) e mais tarde o pessoal do O Povo também me ligou e postou no portal deles. Enfim, foi pras redes de uma maneira mais ampla.

A pecinha depois de lavada (Foto: Ariane Cajazeiras)

A assessoria de imprensa do Mc Donald’s no Ceará ligou para o meu trabalho na manhã seguinte ao ocorrido, antes mesmo das reportagens serem publicadas, pediu desculpas, pediu meu número celular pessoal. De tarde, recebi a ligação amistosa do franqueado local do McDonald’s, Adolfo Bichucher Neto. Ele pediu desculpas, reconheceu o absurdo, explicou que a loja tinha controle de qualidade, pediu para eu visitar a cozinha da loja do Riomar com ele nas próximas semanas, perguntou se podia mandar naquele dia mesmo um novo combo para minha casa. E pediu a peça que eu achei para que eles entendessem que peça era e de onde ela tinha saído. Disse que estavam fazendo uma pesquisa minuciosa para saber o que tinha acontecido. A gerente veio aqui em casa, deixou o lanche, pediu desculpas mais uma vez, colocou-se à minha disposição e foi embora. Pronto, agora vocês já sabem todos os mínimos detalhes.

Já iria escrever no blog sobre o tema, mas fiquei mais estimulada após aprender que NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA, devo gastar meu tempo lendo os comentários dos haters na internet. Porque o que teve de gente dizendo que: eu queria era ganhar dinheiro, eu queria aparecer (?), eu teria implantado a peça lá dentro… enfim. Bem: 1) eu não tenho uma coleção de pecinhas metálicas estranhas lá em casa, então ela apareceu lá mesmo. 2) Eu adoro comer, não desperdiçaria um lanche de R$29,90 colocando qualquer porcaria dentro. 3) Eu não processei e nem vou processar pela simples razão de que não quero ter estresse, ou seja, simples comodismo. Eu consideraria processar em duas situações: se dentro do sanduíche tivesse um inseto ou alguma nojeira ou se eu tivesse me machucado com a peça.  3) Para os amigos que sugeriram pedir um ano de MC Donald’s grátis, não tenho cara de pedir nada de graça pra ninguém, mas valeu a sugestão.

Para finalizar, o Mc Donald’s ainda não me ligou esclarecendo o porquê de a peça estar naquela terça-feira no meu sanduíche caro de guacamole. Ainda estou aguardando o resultado da análise minuciosa que me foi prometida. E sobre o sanduíche? Muito bom, obrigada. Peça com pimenta, use o limão. Só uma consideração: gostaria de sentir mais o gosto da guacamole. E, por favor, sem nada metálico para atrapalhar a hora sagrada do meu jantar.

 

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Para (começar a) aprender sobre cervejas

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas

25 de março de 2017

A D’Vinos Wine Store, loja conhecida pelos excelentes rótulos de bebidas
premium que comercializa, promove, no próximo dia 27 de março, o
Curso de Iniciação às Cervejas Especiais, uma excelente opção para quem quer começar a expandir o horizonte sobre o tema, e entender mais sobre o (vasto) universo das cervejas, que não se reserva apenas às pilsen basiquinhas que encontramos nas gôndolas de supermercado. Na programação, uma degustação de cervejas, guiada pelo beer sommelier João Filho. Serão conhecidas as cervejas Paulaner Naturtus (alemã), Beer Maniacs IPA (brasileira), Young’s Double Chocolate (inglesa) e a Maredsous Triple 10 (belga).

  Os rótulos serão harmonizados com bruschetta de cogumelos, emincé mignon ao molho gorgonzola, lasanha quattro formaggi, e pétit gateau. Todos pratos produzidos e vendidos pela D’Vinos Wine Store.

Foto: divulgação

 

João Filho

João Filho é beer sommelier desde 2013, e atua na área de treinamento e
educação. É publicitário, especialista em maketing, professor da disciplina de
cultura cervejeira na pós-graduação da Fanor/Devry, e do curso de Beer Sommelier do Senac.

Foto: divulgação

Serviço

Curso de iniciação às cervejas especiais com o beer sommelier João Filho

Dia 27 de março, às 19:30h

Investimento: R$ 130,00 (as vagas são limitadas, mas não custa tentar)

Reservas: (85) 3055.7272/994.045.962 (WhatsApp)

D’Vinos Wine Store: Avenida Senador Virgílio Távora, 665, Meireles

 

 

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Já começou com cara de final

Por Caetano Neto em Vejo comida em todo lugar

22 de março de 2017

Masterchef 2017 começa diferente. Duelos entre 42 competidores disputando os 21 aventais

A triagem televisionada do Masterchef foi concluída nessa última terça (21/03) com uma novidade. Após apresentação de uma prato ao trio de jurados, os candidatos tiveram mais uma fase a passar. Nas edições anteriores, essa parte eram provas em massa mais voltados a critérios técnicos. Cortar cebola, separar clara de gema, entre outras necessidades da profissão. Já aconteceu também de haver provas em grupo em que o candidato tinha que cozinhar em cima de um tema apresentado pelos jurados.

As duas maiores diferenças dessa edição foi que os duelos foram travados em duplas ou quartetos, dando uma carga emotiva ainda maior, e as provas eram realizadas na Cozinha do Programa. Um gostinho a mais aos 21 candidatos não selecionados. Era massivo o número de reprovados dizendo que iriam retornar ao programa. Com certeza.

As provas pareciam ter escolhido a dedo os competidores. Itália vs França. Norte vs Nordeste. Comida caseira realizada pelas duas senhoras com mais idade. Confeitaria. Embora haviam muitas mãos tremendo na cozinha, as provas pareciam ir de encontro com as zonas de conforto dos competidores. Enquanto isso, os outros competidores que não estavão nos duelos podiam assistir o embate do lado de fora do estúdio por um telão.

Vale citar alguns desastres como o duelo do hambúrguer e do filé mignon, onde os participantes se perderam em coisas básicas. Hambúrguer se esfacelando, cru. Spaghetti de vegetais sem graça. Ovos “trufi-trufi” que deveriam ter ficado macio. Apresentações mal elaboradas. Afastaram candidatos do avental. Já outras falhas de candidatos selecionados não foram o suficiente para afastá-los do programa. Mas com certeza já devem estar na lista negra de alguns jurados. Como foi o caso do Abel Chang que foi parado pela Paola. Ela não aguentou ver tanto desperdício de comida. Ou o uso do mandolim pelo competidor Vitor Vieira, eu já estava esperando um dedo cair, imagino a coitada de uma mãe assistindo esse programa.

A triagem ainda teve direito a repescagem. Um mezanino lotado com vinte competidores já selecionados assistiam a três competidores que tiveram uma prova de risoto como segunda chance. Deixou ainda mais emocionante o fechamento dessa primeira parte da seleção do Masterchef.

Clique na imagem e conheça os 21 concorrentes ao trofeu Masterchef 2017.

Acredito que essa temporada promete. Caso você queira nossa visão durante a temporada, deixem comentários. 🙂

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Costela, costela, costela…

Por Caetano Neto em Restaurantes

21 de março de 2017

Festival de Costelas do Outback

Nós do Le Chef Coxinha fomos conferir o Festival de Ribs do Outback

A costela do Outback já virou padrão de referência no nosso cenário atual. E não é pra menos realmente é um prato que caiu no gosto nacional. Então, porque não dar outras opções envolvendo a famosa Ribs on the Barbie? Acredito que assim deve ter nascido o cardápio do Festival de Ribs do Outback. E nós do Le Chef Coxinha aproveitamos a desculpa de uma reunião de pautas para conferir esse novo cardápio.

Ribs Dillas

Saborosas quesadillas, temperadas, recheadas com Ribs on The Barbie, bacon, mix de queijos, tomates e molho Firehouse. Servidas com molho Barbecue Ranch.

Ribs Dillas – R$48,00

A quesadilla é macia e saborosa. A tortilla, não é mencionado, mas provavelmente de trigo, encaixa bem com a proposta. O Bacon somado a costela some, mas a verdade é que ele se faz desnecessário. O tomate ajuda a dar o ar mexicano a receita que foge ao trocar o queijo fundido por um mix de queijos. Acredito que de todo o novo trio foi o que mais nos agradou.

Foto: Ariane Cajazeiras

Ribs Rolls

Tortillas de milho recheadas com Ribs on The Barbie desfiada, queijos gratinados e molho Billabong. Acompanha maionese da casa.

Ribs Rolls – R$48,00 / Foto: Ariane Cajazeiras

Embora tenhamos gostado muito da Ribs Dillas, a massa de milho faz diferença. Mais crocante e saborosa. O recheio é um pouco mais simples. Somente a costela e queijo. O que pode ter sido a causa de termos preferido a Ribs Dillas. O ponto alto foi o molho que acompanhou, embora extremamente cítrico, harmonizou bem com as costelas.

Foto: Ariane Cajazeiras

Ribs Bloomin´ Burger

Nossa Ribs on The Barbie desfiada, coberta por queijos gratinados, pétalas de Bloomin’ Onion® e maionese da casa, servida no exclusivo pão de hambúrguer australiano. Acompanha fritas.

Ribs Bloomin´ Burger – R$41,00

Somar o pão australiano, que normalmente é servido de couvert, com a Ribs on The Barbie e pétalas da Bloomin’ Onion parecia ser um sucesso garantido. Acredito que essa expectativa me desapontou um pouco. Primeiro vamos começar com falhas técnicas. O pão veio úmido, provavelmente não foi devidamente selado. Não que estivesse empapado, mas estava úmido. O disco de costela era menor em um dedo em diâmetro em relação ao pão. A cebola acaba perdendo um pouco da crocância provavelmente por conta da costela. Mas o sabor é exatamente o que se espera: Pão australiano + costela + cebola. A batata não tem diferencial, só se propõe a acompanhar e realiza bem esse papel.

No geral, gostamos dos sabores e das propostas. Achamos que mesmo para os padrões do Outback o valor acabou nos pegando de supresa. De qualquer forma, se você está em uma roda reduzida de pessoas ou não quer repetir os mesmo pedidos de sempre (e está preparado para o preço) é uma opção válida.

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Sabor da França no Ceará

Por Ariane Cajazeiras em Eventos

20 de março de 2017

A França é um dos países com a gastronomia mais refinada do mundo. E neste dia 21 de março, mais de 2 mil restaurantes em 150 países nos 5 continentes do mundo, participam de um evento que oferece um menu francês no mesmo dia: o Goût de France.

A França pelo filme fofo de animação com drama, fantasia e gastronomia “Ratatouille”(2007), com o ratinho cozinheiro “Remy” (Foto: Internet)

O sócio do restaurante convidado pela embaixada francesa em Brasília para participar do evento aqui no Ceará, Philippe Seligmann, explica que o Goût de France, ou Sabor da França, marca um período no país europeu. “Todos comemoram na mesma data o início da primavera, e portanto um período de alegria. Envolve restaurantes de todo mundo, alguns com parte da receita destinada a uma instituição beneficente”, diz ele. O evento foi fundado em 1910 por um chef francês em cerca de 170 países. A reedição foi feita há apenas três anos. Neste ano, o Brasil participa com 106 restaurantes.

O Lô Restaurante já tem uma culinária contemporânea com toques franceses e italianos, mas nesta noite de 21 de março, algumas coisas vão “afrancesar” ainda mais o local, como a decoração em azul, branco e vermelho, cores da bandeira francesa. Além disso, a música ambiente vai ser só com músicas francesas dos anos 1940 a 1990.

Ambiente do L’ô Restaurante, que recebe decoração especial neste dia 21.03 (Foto: Divulgação)

A culinária da França compreende uma grande variedade de pratos e de grande prestígio no mundo. São muitos queijos, vinhos, carnes e doces que marcam a França em termos de gastronomia. O chef brasileiro Junior Souza, que assinou o cardápio do evento, lembra que foram utilizadas grandes técnicas e ingredientes da gastronomia do local, mas, claro, com um toque bem cearense. O prato principal, por exemplo é um salmão grelhado, assado com manga e gergelim, acompanhado de ratatouille de legumes e creme de frutas cítricas. Também estará disponível o medalhão de filé mignon com recheio de cogumelos.

Chef Junior Souza, que assina o menu (Foto: Divulgação)

Entre as entradas estão o mini Vol-au-vent de lagosta com cebola caramelizada e cajuína, blinis de salmão fresco e pérolas de tapioca, creme de aspargos com cajá e quiche Lorraine com chutney de manga. Já entre as sobremesas, vão ser oferecidos Creme de Papaia Brûlée com Coulis de gengibre e suflê de goiaba com calda de catupiry.

O Menu degustação com canapés, entrada, dois pratos principais e duas sobremesas custa R$ 129,00 + 10% por pessoa.  Haverá menu de champagne e vinhos franceses de primeira linha com 50% de desconto. O evento também tem caráter beneficente e parte da renda será doada para uma instituição social em Fortaleza. A instituição beneficiada será escolhida pelos clientes, durante o jantar, a partir de 3 sugestões fornecidas.

Para reservas, o telefone é o 3265.2288. O L’ô Restaurante fica na Avenida Pessoa Anta, número 217, na Praia de Iracema.

Ouça abaixo reportagem que foi ao ar na Tribuna Band News FM:

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De food truck a restaurante: testamos o novo Hey Joe Food’N’Bar

Por Ariane Cajazeiras em Experiências Gastronômicas

12 de março de 2017

Sanduíches artesanais, comida vegetariana, petiscos, sucos, bebidas, arte, música… tudo isso em um só lugar. Essa é a proposta que a gente captou no novo espaço do Hey Joe Food’N’Bar. O restaurante já era conhecido nas feirinhas de food trucks  da cidade e há um mês ampliou cardápio e se fixou em um local que aos poucos ganha novos ares, a conhecida Vila Pita, na Aldeota.  O local já teve vida noturna agitada e vem se destacando novamente com a abertura de bares e restaurantes.

Fachada do Hey Joe, na rua Norvinda Pires (Foto: Ariane Cajazeiras)

A gente bateu um papo com o Fabiano Pedon, sócio-proprietário que assina os pratos da casa, e ele nos disse que a proposta continuava a mesma: apostar na “comida de verdade”, aquela feita com ingredientes frescos, feita a mão, com pouco ou nada de industrial.  O menu está bem amplo e criativo. Tem opções tradicionais e vegetarianas que vão de petiscos a entradas. Você pode levar uma turma variada que vai ter comida tanto para quem gosta de bacon e fritura, por exemplo, quanto para quem prefere comidas mais leves ou para vegetarianos e intolerantes a glúten ou lactose. É tudo muito plural!

Batata Rústica Nordestina, com queijo artesanal e bacon fritinho (Foto: Ariane Cajazeiras)

Falafel (bolinho de grão de bico) com vinagrete picante (Foto: Divulgação)

 

Petiscos variados

Os petiscos para dar aquela beliscada enquanto se espera o prato principal, incluem essas batatas rústicas com molho de queijo, iscas de frango, salsichas artesanais e filé, lasanha de berinjela, bruschettas, entre outros. O nosso destaque vai para o maravilhoso Ceviche Tropical com peixe branco e tempero especial (e olha que nem curto muito ceviche) com peixe branco, cebola roxa, manga, pimentão vermelho e limão… É uma delícia e a apresentação lindona, pena que não deu tempo fotografar.

Por falar em apresentação, os copinhos de tapioca vem numa apresentação diferente, pendurados em copinhos numa estrutura metálica. Eles podem vir recheados de palmito ou ragu de cordeiro. Provei os dois, mas prefiro sempre ragu :).  O recheio também inclui cream cheese e crispy de couve manteiga. Vale bem a pena, o tempero é leve e gostoso! Foge da mesmice dos famosos dadinhos de tapioca. As coxinhas podem ser de frango, palmito ou cordeiro. São crocantes, vem em duas unidades (tamanho médio) e tem um toque de gergelim na casquinha. As entradas variam entre 20 e 45 reais.

Copinhos de tapioca (foto: Divulgação)

Copinho de tapioca (foto: Ariane Cajazeiras)

Coxinha de Cordeiro (Foto: Ariane Cajazeiras)

Uma coisa interessante do cardápio é que cada prato vem com uma legenda que informa se aquele prato pode vir assado ao invés de frito, se é light, vegetariano, sem lactose ou sem glúten. Bacana, né?

Bebidas

Tem uma lista grande de drinks alcoólicos, cervejas, sucos e sodas italianas. Eu, que não bebeo nada com álcool, indico a soda italiana de maçã verde e a pink lemonade, como limão siciliano, limão tahiti e amora. Muito refrescante!

Pink lemonade (Foto: Ariane Cajazeiras)

Sanduíches

Além dos famosos hambúrgueres lights já conhecidos no food truck ( tem burger de frango, burger de salmão, burger vegetariano e ainda sanduba de camarão), o Hey Joe Food’N’Bar também apresenta os sanduíches tradicionais em sua versão artesanal, como o Cheeseburger clássico, filé mignon suíno e o Joe Burger, com cheddar, bacon e molho da casa. Os pães são artesanais e cada sanduíche tem sua versão, com australiano, baguete ou artesanal da casa, por exemplo.

Cheddar, bacon e carne pra quem quer aquele clássico (Foto: Divulgação)

Burger de quinoa, soja e temperos frescos, o veggie burger (Foto: Divulgação)

Espaço e arte

O espaço também está bem interessante. No térreo é fechado, com ar-condicionado e exposição de quadros. Subindo as escadas o local é bem aberto e informal, com sofás de pallets, mesas de carretel e intervenções artísticas lindas o artista plástico Narcélio Grud. Vale a visita!

(Foto: Ariane Cajazeiras)

Alana, eu e a intervenção do Narcélio Grud (Foto: selfie hahaha)

Térreo (Foto: Ariane Cajazeiras)

Hey Joe Food’N’Bar
Endereço: Rua Norvinda Pires, 32 – Aldeota
Horário de Funcionamento: terça a quinta e domingos: entre 18h e 23h/ sexta e sábado: entre 18h e meia noite.

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Bolim preto de chocolate

Por Ariane Cajazeiras em Receitas do lechef

06 de março de 2017

Eu adoro bolo de todos os sabores e nada mais comfort food  para mim do que um bolinho fofo e bem pretinho de chocolate, ainda mais se tiver aquela caldinha fina por cima, deixando a casca do bolo açucarada. Bom demais, né? O conceito de comfort food (comida que traz conforto) é justamente esse: fazer/comer aquela receita que estimula as memórias boas, receitas que podem ser simples e, claro, gostosas. Esse tipo de bolo de chocolate era sempre feito pela minha avó e mãe. Resolvi buscar na internet, então, uma receita que me levasse para uma receita assim: bolo preto, fofo, leve, delicioso. Aproveitei e dei uma incrementada com o que tinha na geladeira: um potinho aberto de cerejas em calda (que eu amo) e meia barra de chocolate 85% cacau.

Bolo de chocolate do amor <3 (Foto: Jefferson Sant’ana)

Pesquei uma receita de um blog que amo, o Panelaterapia, que fez um concurso de melhor bolo de chocolate do mundo. Fiz umas modificações e lá vai a receita pra você se deliciar. É simples, rápido e fica uma delícia!

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 xícaras de chocolate ou cacau em pó (não use achocolatado, ele tem muito açúcar! Melhor usar os chocolates em pó de caixinha – aqueles de 200g – com maior teor de cacau)
  • 2 xícaras de açúcar
  • 3 ovos
  • 1 xícara de óleo (usei de girassol)
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 1 xícara de água fervendo

Cobertura: 

  • 4 colheres de sopa de leite
  • 1 colher de sopa de manteiga ou margarina
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó
  • 2 colheres de sopa de açúcar ou 2 colheres de leite condensado (usei leite condensado, porque tinha sobrando na geladeira)

Modo de fazer:

Unte uma forma com margarina e polvilhe com chocolate em pó ( melhor que enfarinhar, porque a cor fica mais linda). Ligue o forno a 180 graus. Peneire a farinha, açúcar e chocolate em um recipiente. Junte os 3 ovos e a xícara de óleo e mexa bem com uma colher ou espátula. Vai ficar uma massa meio grossa, ok? Tentei usar o fouet, mas embolou tudo, é melhor uma colher grande ou espátula mesmo! Depois que estiver tudo bem misturado, acrescentar a xícara de água fervendo e mexer novamente com uma colher (se quiser usar o fouet, nesse estágio já dá!), até a massa ficar homogênea. Por último acrescentar o fermento em pó e mexer mais uma vez levemente, só para incorporá-lo.

A massa fica assim! (Foto: Ariane Cajazeiras)

Coloque a massa na forma untada e polvilhada com chocolate e leve para assar no forno pré-aquecido por cerca de 20 a 25 minutos.

Ele fica lindão assim <3 (Foto: Ariane Cajazeiras)

Enquanto o bolo esfria um pouco, você mistura todos os ingredientes da calda e leva ao fogo só para que os ingredientes se misturem. A graça é quando a calda fica bem fininha. Depois que esfriar você desenforma, fura o bolo com um garfo e joga essa calda por cima.

Você pode enfeitar como quiser! Eu coloquei por cima cerejas ao marasquino cortadinhas ao meio e 3 barrinhas pequenas de chocolate 85% cacau (aquele bem amargo) picadinhas. As marcas que usei: cerejas Hemmer (que não são de gelatina) e chocolate da cacau show (é o mais amargo da loja). O bolo ficou tão maravilhoso que acabou em menos de 2 dias. E olha que lá em casa bolo dura bem muito. A massa fica com um sabor forte de chocolate e o doce da cereja combina bem com o amargor do cacau.

Voilà! (Foto: Jefferson Sant’ana)

Ficou bonitão (Foto: Jefferson Sant’ana)

Façam e mandem a foto pra gente! Bolo é um negócio que une famílias, vai por mim! <3

Com amor e com fome,

Ariane

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Happy hour de qualidade

Por Caetano Neto em Restaurantes

03 de março de 2017

O famoso sair pra “tomar umas” tem ficado a cada dia mais sofisticado. O cardápio de bebidas e tira gosto vem crescendo exponencialmente. O Engenho do Dedé acreditou e apostou nessa tendência. Da barraquinha de 2 metros por 2 metros que vendia pastel para uma conglomerado de empresas (Engenho do Dedé, Dedé Boteco e Cachaçaria do Dedé) com filiais em Belém, Manaus, Uberlândia e Fortaleza. Isso tudo se iniciou porque o Chef Dedé Parente duvidou que existia uma cachaça que valia mais que cem reais. Nos contou o sócio Rogério Perdiz.

Lager

Quando veio para Fortaleza, o Engenho do Dedé apostou em comodidade para o cliente se instalando no Shopping Center Iguatemi. Além de oferecer seus produtos (cachaça, cerveja e pimenta) que levam a marca, o Engenho do Dedé também conta com um Bistrô muito atraente. Ideal para quem quer um pouco de sossego após as compras ou aguardar enquanto os cônjuges fazem as compras. 😀

Fomos convidados para uma degustação das Cervejas Dedé e das cervejas fabricadas pela Krug Bier, responsável pela produção e envazamento das Cervejas Dedé.

Krug Bier

Com um cardápio variado, que atende desde dietas mais saudáveis a paladares mais exigentes, o Bistrô ainda serve as bebidas e produtos encontrados também no Empório. Do cardápio, tivemos a oportunidade de experimentar além do cover de frios, muito completo e diversificado. Bolinho de bacalhau, crocante por fora suculento por dentro, e porção de pasteis, super sequinhos e muito bem temperados. Costelinha com geleia de cupuaçu, combinação divina, bem melhor que molho barbecue, todos devem experimentar. Finalizamos a noite com o famoso Joelho de porco do Engenho do Dedé, defumado, assado e pururucado, o Joelho de Porco é algo que também deve se experimentar. Minha única dica é para quem gosta de uma comida mais molhada, pedir algum acompanhamento extra, o acompanhamento original é arroz e farofa.

Joelho de Porco

As Cervejas Dedé

A estrela da noite foram as cervejas, como nenhum de nós três do Le Chef Coxinha somos apreciadores, resolvi levar um verdadeiro conhecedor. Segue o relato de Diogo Júnior sobre as três Cervejas Dedé.

Trio de cervejas Dedé

Trio de cervejas Dedé – Weiss, Dunkel e Lager

Cerveja Dedé Lager e Dedé Dunkel (cervejaria krug bier)

As cervejas do tipo lager (armazém em alemão) são as mais consumidas em território nacional. Sua distinção das demais advém do seu processo de fermentação, aonde: pelo seu tipo levedura (Ex: Saccharomyces pastorianus) de baixa fermentação, ou seja, deposita-se no fundo do fermentador durante o processo e também pela sua baixa temperatura de no processo, geralmente a 12 C.

As lagers podem se distinguir em vários subtipos tais como: Light Lagers, Pilsen, Amber Lager, Bock, Dark Lager, Dunkel entre outros. Em entrevista, o sócio do Engenho do Dedé, Rogério Perdiz nos revelou que o critério de escolha para esses dois subtipos de cerveja resultou de um equilíbrio entre aceitação de mercado e gosto particular. Vamos a apreciação das brejas.

A Cerveja Dedé Lager tem no visual uma coloração entre palha e dourado e uma certa turbidez. No nariz o malte predomina ante outros aromas. Na boca, um amargor suave ligeiramente mais marcante que as american lagers habituais do mercado (Budweiser, Bohemia, Skol…) e com um final sucinto. A Dedé Lager é uma cerveja leve, refrescante e de fácil apreciação, ideal para: happy hours, churrascos entre outros eventos.

A Cerveja Dedé Dunkel tem no visual uma coloração entre o marrom e o marrom escuro que são característicos do estilo. No nariz, o malte torrado concede a cerveja um aroma com notas de caramelo e café. Rogério Perdiz, comentou que a distinção dessa cerveja ante a outra cervejas escuras comuns ao mercado, foi a exclusão do uso de mel ou açúcar no processo produtivo. Tal fato, conferiu a cerveja um amargor menor do que o habitual, mas um final bem marcante e duradouro. Na boca ressaltasse o café.

Cerveja Dedé Weiss (cervejaria krug bier)

Weiss

As cervejas de trigo fazem parte de outro tipo de cerveja chamado ale (um termo celta para o que podemos chamar hoje de cerveja), a produção caseira de cervejas ale é mais simples do que as lagers, por isso vemos, grande parte das receitas de mestre-cervejeiros caseiros tendendo para esse âmbito. Sua distinção das demais advém do seu processo de fermentação, aonde: pelo seu tipo levedura (Ex: Saccharomyces cerevisiae) de alta fermentação, ou seja, deposita-se no topo do fermentador durante o processo e também pela sua alta temperatura de no processo, geralmente a 20 C.

As Ales possuem também larga variação de subtipos tais como: Pale Ale, IPA, Stronge Ale, Bitter, Weiss, Poter, Stout entre outros. Dentre elas o mercado regional vem aceitando bem a Weiss ou cerveja de trigo. A cerveja de trigo se caracteriza pela sua turbidez, pela sua composição em mais de 50% do total de grãos ser trigo e algumas especiarias que são comuns de serem encontradas nesse estilo de cerveja para complementar o sabor tais como: cravo, baunilha, banana, casca de laranja entre outros.

A cerveja Dedé Weiss tem no visual a coloração de palha a dourado-escuro, uma espuma cremosa e uma turbidez característica. No nariz, notas de abacaxi e mel estão bem presentes. Na boca, um equilíbrio entre o adocicado e o cítrico e uma graduação alcoólica que garante um final marcante e duradouro na degustação. A Dedé Weiss é uma cerveja leve e refrescante, mas com uma carência de maior atenção na sua degustação para se apreciar todos os sabores que ela pode te oferecer.

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Um boteco para chamar de seu!

Por Iury Costa em Experiências Gastronômicas

18 de abril de 2017

Gente, está rolando em Fortaleza desde a sexta-feira, dia 14, a sétima edição do Comida di Buteco, que vai premiar as melhores comidas de raiz do Fortaleza, os petiscos mais originais, e, é claro, o melhor boteco da cidade, que também pode ser eleito o melhor do Brasil. São avaliados quesitos como tira-gosto, atendimento, temperatura das bebidas, e higiene do espaço. Por aqui, 16 estabelecimentos participam:

Alma Gêmea – Rua Dragão do Mar, 30 – Praia de Iracema

Concorre com o Camarão Sertanejo, camarão empanado em carne de sol desfiada e farinha de mandioca servido com couve, paçoca e molho tártaro.

Alpendre – Rua Torres Câmara, 181 lj 1. – Aldeota

Concorre com o Kibeer, um kibe feito com cevada, acompanhado com molho de iogurte caseiro, lúpulo e hortelã. Uma cerveja para mastigar!

Bar Chá da Égua – Avenida Gomes de Matos, 302 – Montese

Concorre com o Velas do Mucuripe, um filé de tilápia na crosta de aveia com molhos especiais da casa.

Bar do Helano – Rua Carlos Vasconcelos, 2310 – Joaquim Távora

Concorre com o Bolinho do Cazuza, feito de arroz e recheado com queijo muçarela.

Bar do Nem – Rua General Clarindo de Queiroz, 1745 – Mercado São Sebastião

Concorre com o elaborado A Esperança da Jeriquita e suas Cumades, são bolinhos feitos de purê de jerimum, batata doce, batata inglesa, macaxeira, leite de coco, manteiga da terra e queijo gorgonzola, maionese de barbecue, barbecue de tamarindo e molho de pimenta caseira.

Bar O Camocim – Rua Padre Mororó, 1012 – Centro

Concorre com o Mestre Lucas, um filé de peixe branco ao molho agridoce de maracujá.

Boozer’s – Rua Carlos Vasconcelos, 834 – Meireles

Concorre com o Pastel Celestino, feito com massa de farinha de quinoa, recheado com carne do sol, feijão verde e queijo coalho.

Boteco do Arlindo – Rua Carlos Gomes, 83 – José Bonifácio

Concorre com o Três meninas, que são três panquecas recheadas, uma de carne de sol, outra de creme de arraia e uma de frango caipira.

Canto do Baião –  Rua Capitão Uruguai, 56 – Aerolândia

Concorre com uma coxa com sobrecoxa desossada e grelhada no molho de laranja.

Carneiro do Tércio – Rua Gonçalves Ledo, 1123 – Aldeota

Concorre com a Coxinha de Frango da Tia, que é uma coxinha apimentada de frango, acompanhada de um molho especial

Espaço Casa da Sogra – Rua Vasco da Gama, 1072, Fundos – Montese

Concorre com a Sogra Alada, meio da asa levemente picante empanada, acompanhada de molho barbecue, geleia de pimenta e farofa crocante.

Kina do Feijão Verde – Rua João Cordeiro, 1697 – Aldeota

Concorre com o Cordeiro da Filhota, que é um cordeiro trinchado com cerveja

Outras Palavras – Rua Ana Bilhar, 1470 b – Varjota

Concorre com as Coxinhas Sem Massa, três coxinhas sem massa, servidas com molhos especiais da casa.

Picanha Iracema – Rua Joaquim Alves, 104 – Meireles

Concorre com o Camarão com ervas a Doritos, são camarões empanados com Doritos, e servidos com geleia de pimenta.

Teresa & Jorge – Rua João Cordeiro, 540 – Praia de Iracema

Concorre com o Joaquim Manoel, que é um Pastel com recheio de bacalhau cremoso e temperos especiais.

Varandão da Vila (Mariaaaaaaaana!) – Avenida Osório de Paiva, 1612 – Parangaba

Concorre com o Munguzá de Buteco, uma receita de munguzá salgado, e temperado com ingredientes regionais.

Esta é a sétima edição do Comida di Buteco em Fortaleza, mas o concurso também acontece em outras 19 cidades brasileiras desde 2000. A seleção do melhor boteco acontece no dia sete de maio. Daí, o estabelecimento escolhido passa a concorrer para se tornar o melhor do Brasil. Vale o voto do público, e de um júri especializado. Como começou na Sexta-feira da Paixão, o embalo começa a partir desta semana. O Blog Le Chef Coxinha vai tentar ir em todos. Os resultados vão aparecer por aqui.

 

Foto: reprodução internet