Beagle, o grande caçador.

Este pequeno hound (do inglês cão de caça ), tem uma historia muito antiga, existem referencias desde a Grécia antiga..

Os Beagles já tiveram diversos nomes. Até onde se pode encontrar em documentos eles já eram chamados de Beagle por volta de 1475 num trabalho de Walter Willian Skeat. Até na lenda do Rei Arthur existem menções aos Beagles, que naquela época eram chamados de Bracch, ou também de Kennett

A monarquia Inglesa sempre foi reconhecida por sua paixão por cães, especialmente os de caça, e evidentemente os Beagles eram um destes cães. Alguns dos amantes “monárquicos” da raça foram o Rei Eduardo II, o Rei Henrique VII e a Rainha Elizabeth I, cujo entusiasmo pelo Beagle de bolso (menor do que 23 cm de altura) ficou conhecido mundialmente.

No século 18 os cães de caça de coelhos praticamente desapareceram da Inglaterra, enquanto que os que caçavam raposas cresciam em popularidade. Alguns fazendeiros da Inglaterra, País de Gales e Irlanda, acabaram salvando a raça mantendo matilhas de Beagles.

Nos meados do século 19 o Reverendo Philip Honeywood restabeleceu a criação de Beagles, mas estes cães eram criados visando apenas a sua excelência no trabalho de caça. A aparência destes cães não eram um fator importante. Foi graças a outro inglês, o Sr. Thomas Johnson. que o Beagle se tornou no cão amável, alegre e curioso tal e qual amamos hoje em dia.

O Beagle é um cachorro musculoso, de pequeno para médio porte, com um faro apuradíssimo e uma capacidade de se engajar em aventuras que podem levá-lo a muitos problemas, então tome muito cuidado com portões abertos e durante os passeios, pois ele não vai pensar duas vezes em sair correndo.

A raça tem a fama de ser desobediente, destruidora, porém nada disso é verdade, com certeza  tem muita energia, por isso não deve ser criada em pequenos locais e tão pouco por pessoas sedentárias.

Porém para pessoas agitadas, inclusive crianças pois o beagle as ama, é a escolha perfeita, adoram correr, pular, brincar e estão sempre dispostos, independente da idade, cães idosos continuam com disposição para brincadeira, mas logicamente, com menor intensidade.

Raça extremamente rustica, de pelo curto, banhos são praticamente desnecessários  pois não tem cheiro forte, desde que você mantenha dentes e orelhas bem cuidados, porém podem ter alguns hábitos nojentos (obviamente para os donos e não para o cachorro) que alguns destes cães tem de se esfregar com o maior prazer em qualquer coisa malcheirosa e de preferência em decomposição.

Seu pêlo é de fácil manutenção sendo que alguns cães possuem o pêlo mais duro e áspero enquanto que outros chegam a ser verdadeiros bichinhos de pelúcia. Embora possa acontecer numa ninhada, Beagles branco e preto são raros (os filhotes que nascem desta cor normalmente se tornam tricolores ao crescer), e os totalmente brancos são raríssimos.

Se os donos tiverem os cuidados básicos na manutenção da saúde de seus Beagles, em especial para evitar a tendência natural de engordar destes comilões, eles envelhecerão com dignidade e serão relativamente saudáveis por toda a vida.

No entanto eles parecem ser susceptíveis a algumas doenças com maior freqüência. São elas: Infecções e fungos nos ouvidos, cataratas, epilepsia, hipotiroidísmo, e problemas de coluna. Para reduzir a chance do seu cachorro ter estes problemas é importante escolher com cuidado o criador (um criador sério não usa cães que apresentam doenças genéticas para reproduzir), prover bastante exercício para o cão, manter uma dieta balanceada e sem excessos, além de manter visitas regulares ao veterinário.

O padrão da Federação Internacional de Cinofilia diz que o cão deve ter no mínimo 33 cm e não mais do que 40 cm de altura na cernelha, já
o peso dos Beagles variam muito em função da altura,  inclusive porque eles são os verdadeiros glutões do reino canino, mas o peso ideal deveria estar entre 8 e 14 quilos.

Seu faro apurado e seu interesse por absolutamente tudo que seja comestível foram as fontes de referência para que cerca de 55 Beagles arranjassem um emprego no governo norte americano. É a Brigada Beagle, responsável pelo patrulhamento dos principais aeroportos dos Estados Unidos, fiscalizando e denunciando o contrabando de frutos, vegetais e outros alimentos proibidos no país.

Apesar do temperamento feliz e meigo, o Beagle não é uma raça para qualquer tipo de família. Eles demandam uma enorme quantidade de supervisão e interação. Precisam de muito exercício, são independentes, cheios de energia, precisam de muita companhia e de um dono firme e paciente, que compreenda a natureza deste cão.

Um filhote de Beagle nunca vai aceitar ficar preso por horas sem estímulo. Ele vai roer, bagunçar e destruir virtualmente tudo que ele encontrar pela frente afim de se manter ocupado. Se ele for trancado numa área pequena e sem brinquedos para se divertir, pode esperar por uma audição de “ópera” por horas a fio (provavelmente não será a sua ópera predileta). Uma opção para quem quer muito ter um Beagle, mas que tem que passar o dia todo fora, é comprar um outro Beagle para fazer companhia ao primeiro, mas será que a pessoa agüenta tanta energia, em dose dupla, ou tripla?

O mais famoso Beagle é o Snoopy, pense bem antes de lava-lo para casa, não se engane com o filhote, eu já vi centenas de filhotes de diversas raças, mas com a cara de carente, meigo e doce do  Beagle não existe igual.

padrão oficial:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo6/beagle.pdf

Porquinho da India

Ele  não é suíno, nem tampouco indiano, o nome deve-se ao fato de originalmente provirem das chamadas “Índias Ocidentais” (atual continente americano), onde alguns povos andinos, no período da colonização, os criavam.  Em alguns países ainda é fonte de carne, mas para a maioria ele hoje é um lindo pet, este é o porquinho da índia.

Como todo pet, é cheio de historias pra contar, Os europeus tomaram contato com o animal desde o século XVI, ao atingirem os domínios do Império Inca.

O animal era denominado pelos incas como “Cuy”, por causa dos gritos curtos que emite. Eram criados para o consumo, sendo parte da alimentação desse povo. Ao chegarem à Espanha, os porquinhos-da-índia tornaram-se moda, vindo a espalhar-se por toda a Europa como animais de estimação.

Com relação ao seu nome na língua inglesa, “guinea pig”, existem duas teorias:

A primeira diz que  as embarcações inglesas por fazerem escala na costa da Guiné, deram às pessoas a ideia de que os animais eram originários daquela região (e não da costa pacífica sul-americana); a outra diz respeito ao preço cobrado pelos marinheiros ingleses pelos animais, um guinéu, que era uma moeda de ouro utilizada à época

O fato é que hoje, apesar de pouco conhecido aqui no Ceara, existem dezenas de raças diferentes, todas tendo como ancestral o porquinho da índia peruano.

Podem reproduzir-se ao longo de todo o ano, gerando dois a seis filhotes por ninhada. Para o primeiro acasalamento, recomenda-se que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses (jamais depois de sete meses). O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias. O tamanho dos filhotes, ao nascer, é de 7,62 cm. A idade ideal para o desmame é de 3 semanas

 Vivem de 4 a 8 anos, segundo o Guinnes o recorde de longevidade de um porquinho da índia é de SnowBall, que morreu na Inglaterra em fevereiro de 1979 com 14  anos e 10 meses.

Devem ser alimentados com ração própria para o animal, feno ou capim, legumes (alface em pouca quantidade e não frequente, pois pode lhe causar diarréia e até levar à morte) e frutas frescas. Retirar as frutas/legumes diariamente quando não ingeridas. Recomenda-se a introdução do brócolis e da couve-flor na sua alimentação, por causa da quantidade de vitamina C que oferecem.

Detalhe importante, para a maioria dos pets nos sempre recomendamos que sejam alimentados quase que exclusivamente com ração própria, com o porquinho da índia é diferente, a ração não deve ser a base de sua alimentação, uma dieta bem diversificada vai fazer com que ele viva mais e saudável.

Muito rústico, este animal adapta-se facilmente a qualquer ambiente, exigindo apenas um local bem seco e que receba luz do sol direta durante uma boa parte do dia. Não requer quaisquer instalações especiais ou técnicas difíceis de manutenção. Basta um espaço onde possa organizar a sua rotina diária composta de passeios e brincadeiras além da higiene própria. Tenha sempre em atenção a exposição perigosa a eventuais predadores como gatos, cães e ratos.

Adaptam-se muito bem ao cativeiro, são vivazes e dóceis, raramente mordendo, a menos que se sintam ameaçados ou pertubados.

Os Porquinhos-da-índia têm um total de 20 dentes. Tanto nos maxilares inferiores como superiores, existem 2 incisivos, 2 pré-molares e 6 molares. Eles não possuem caninos como nós humanos, por isso existe um espaço entre os dentes da frente e os molares. Os dentes têm a raiz aberta e crescem continuamente ao longo da vida dele.

Como seus dentes nunca param de crescer é importante que eles tenham acesso a talos de verduras, cenoura, e brinquedos próprios para que ele possa desgastar seus dentes, caso isso não ocorra ele pode ter problemas.

Porquinhos da Índia de pêlo longo necessitam de  mais banhos ocasionais do que os de pêlo curto. Um shampoo formulado especialmente para gatos ira prevenir o ressecamento da pele. Use uma vasilha rasa de água e seque totalmente antes de colocá-los de volta em casa.

Cortar as unhas mensalmente é uma atividade necessária. Um cortador de unhas comum funciona bem. A abertura pequena previne que se corte acidentalmente a ponta de um dedinho. Cuidado para não cortar a parte central, a parte “viva” da unha.

Porquinhos da índia são animais sociáveis que andam em bando e buscam um no outro ter companhia. Um par de porquinhos da índia do mesmo sexo, caso você queira prevenir gestações e suas complicações, será claramente mais feliz do que um porquinho da índia sozinho

Se seu porquinho da índia apresenta qualquer desses sinais, procure um veterinário imediatamente:

Recusa a comer ou beber; letargia; respiração dificultosa ou ofegante; espirros; olhos irritados,   ou lacrimejantes; pêlos ásperos ou arrepiados; postura arqueada; diarréia; sangue na urina; mancando; perda de equilíbrio; cabeça inclinada; coceira excessiva; ou perda de pêlos.

Remédios baseados em penicilina (como Amoxilina) são fatais para porquinhos da índia. Certifique-se de que seu veterinário não prescreva esses medicamentos.

Os porquinhos da índia são animais muito limpos. Limpam-se frequentemente se lambendo como gatos.

Gostam que o ambiente onde vivem esteja sempre limpo. Costumam urinar em cantos afastados da água, da comida e do local onde dormem. Podem até aprender a utilizar caixas higiênicas com serragem para fazer as necessidades. A falta de higiene é a causa de muitos problemas de saúde em Porquinhos.

Na Europa e principalmente nos EUA existem, diversas competições de beleza envolvendo porquinhos da índia, aqui no Brasil esta pratica esta começando a ganhar força.

O porquinho da índia é uma opção barata, tanto na compra como na manutenção, mas não é ideal para crianças muito novas, abaixo de 10 anos, são limpos, divertidos, bonitos e podem ser com certeza seu próximo pet.

Cavalos

 

cavalo

 

Os cavalos começaram a ser utilizados séculos atrás,  logo após o homem se tornar nômade, antigamente ele caçado  para o consumo da sua carne.

 

Porém eles observaram que o cavalo era um animal forte e veloz que poderia auxiliar na caça de outros animais, daí em diante a relação dos cavalos com o homem se estreitou cada vez mais.

 

Hoje em dia não quase não existem mais cavalos selvagens , e cada vez mais o homem buscou melhorar e acentuar as características boa deste belo animal, daí surgiram as várias raças de cavalos.

 

Cada uma dessas raças foi desenvolvida, com cruzamentos genéticos, para melhorar determinadas características.

 

Os cavalos são da mesma família dos burros e das zebras, e para entendê-los melhor é preciso voltar bastante no tempo iremos conhecer agora, um dos seus ancestrais que chamava-se Eohippus, eles viveram a há 38 milhões de anos atrás.

 

Este animal era do tamanho de um pequeno cachorro! Foi projetado para viver na floresta, Tinha quatro dedos nas mãos, três nos pés.

 

Seus pequenos dentes eram perfeitos para comer a vegetação macia. Ele provavelmente tinha uma coloração camuflada que ajudava a escapar dos predadores, porém depois de alguns milhões de anos eles começaram a mostrar mudanças: as pernas tornaram-se maiores, as costas mais retas e este animal se tornou bem mas parecido dom o cavalo que conhecemos hoje.

 

Durante a Era do gelo os ancestrais destes animais sofreram muito, e durante alguns anos não foram mais visto, até os colonizadores europeus começarem a reutiliza-lo como transporte em suas explorações.

 

O norte da Europa produziu um cavalo pesado e de movimentos lentos do qual todas as raças de cavalos de tração do mundo são derivadas, além de vários outros cavalos que foram desenvolvidos para auxiliar na exploração das colônias.

 

Os cavalos eram essenciais nessas explorações das novas colônias, aqui no Brasil por exemplo, foi muito admirado e temido também, os índios acreditam com os homens montados em seus cavalos eram considerados uma espécie de demônio, uma mistura de homem e animal, muito forte e veloz.

 

Por conta de sua habilidade nas batalhas, o cavalo se tornou uma arma de guerra, por isso a necessidade de se desenvolveram raças cada vez mais fortes e potentes.

 

Hoje em dia, um cavalo de raça, dependendo de sua raça e linhagem genética pode custar milhares de reais, além de sua criação que também não é nada barata, é preciso ter bastante dinheiro disponível para criar este animal.

 

Os cuidados com sua saúde são importantíssimo, não pense que por ser um animal forte, torna-se super resistente, o cavalo é um animal sensível a diversas coisas, e caso o criador não fique atento, ele pode adoecer e morrer rapidamente.

 

Todo cavalo precisa de limpeza constante, isso é essencial para a sua saúde,  existe uma espécie de escova com cerdas super macias que ajudam na retirado do pó que esta no animal, além de ser muito bom para higiene, esta escovação serve como uma massagem para o cavalo, depois de uma longa caminhada e sempre bom fazer esta limpeza para tirar os resíduos que ficaram acumulados durante o exercício, e também para relaxar a musculatura do seu amigo.

 

Esta escova relaxa a musculatura do cavalo porque ativa a circulação sanguínea e liberta a tensão dos músculos. As almofaças, que são como estas escovas são chamadas, de borracha são a melhor opção, as de metal podem machucar  o cavalo e as de plástico podem desenvolver bicos devido à fricção.

 

Enquanto você escova, inspecione se o cavalo tem alguma lesão ou qualquer anomalia, tome  cuidado com a zona da barriga pois esta é a  área mais sensível deste animal, nesta região, a limpeza deve ser feita um com um pano de algodão.

 

Durante o Banho do cavalo, nem é necessário que sempre se use shampoo, a não ser que ele esteja muito sujo de lama, ou terra,  tome muito cuidado com os olhos e ouvidos, pois este animal é muito sensível nestas áreas do seu corpo e todo cuidado é pouco!

Buldogue Americano

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Por trás de sua cara de mal, tem uma cachorro amável, inteligente e fiel, o Buldogue Americano , seu antepassado é o antigo buldogue inglês, que diga-se de passagem em nada se parece com o atual, suas patas não eram curtinhas e sim bem longas, como as do Buldogue americano, eles lembram bastante o valente matador de touros.

 

Quando eu digo valente não exagero, eles eram campeões em rinhas,  considerados verdadeiros exterminadores de touros, de outras raças de cães e até mesmo de ursos. Era difícil vencer uma briga com o antigo buldogue inglês, porém com a proibição das rinhas e esportes violentos envolvendo animais, o buldogue teve que adquirir uma nova roupagem e se adaptar aos tempos modernos para não entrar em extinção.

Os que continuaram na Inglaterra começaram a ser aperfeiçoados para se tornarem o atual buldogue inglês que é conhecido pelo seu caráter dócil e seu jeitão gorducho e preguiçoso.

Porém alguns destes cães foram levados por imigrantes para os EUA e se mantiveram na região da Geórgia,  lá eles resolveram manter o seu temperamento de cão de combate para assim proteger  sua “matilha humana”  de ataques de animais selvagens e também fazer a guarda de seus terrenos, a partir daí surgiu o Buldogue Americano.

Um trabalho de aperfeiçoamento da raça foi feito por um fazendeiro  de nome J.D.Johnson que pacientemente teve que procurar por exemplares da raça em diversas fazendas da Geórgia para assim tornar esta raça mais equilibrada e dócil;

Hoje em dia esta raça encontra-se no topo entre os mais populares dos EUA, e ainda é usada por alguns homens que trabalham no campo para a caça de javalis, mais o seu principal papel hoje e fazer companhia para as famílias.

Apesar de não ser uma raça muito conhecida aqui no Brasil, já existem alguns criadores que se dedicam a sua criação, o primeiro exemplar chegou em nossas terras a aproximadamente 10 anos, por isso e difícil encontrar alguém que tenha em casa esta bela raça.

Esperto, ágil e fiel, o Buldogue Americano desempenha a função de guarda com bravura e precisão, mas isto não faz dele um cachorro desequilibrado, sua ligação com a família faz dele um cão heroico, capaz de defender sua matilha humana a qualquer custo.

Sua cara de mal mete medo, definitivamente e difícil não se assustar com este cachorro quando não se sabe muito sobre a raça, mas não se engane o caráter é incontestável, amam a sua família e respeitam as suas vistas, dificilmente atacam um estranho quando se esta perto do dono.

Porém é bom que você saiba que possuem uma personalidade forte, por isso recomenda-se que você se imponha como líder logo no começo, quando ele ainda é um filhotinho bagunceiro e destruidor.

 Eles adoram as crianças, sempre estão dispostos, não tem tempo ruim, adoram correr, pular, brincar com bolinhas, frisbees e qualquer outra coisa que a criança queira fazer.

Porém por serem pesados e grandes é bom vigiar estas brincadeiras,  pois eles não possuem nenhuma noção de seu tamanho e peso, mas de qualquer forma não precisa ter medo, ele sempre será dedicado e atencioso com seus filhos, e capaz de enfrentar qualquer obstáculo para protegê-los.

Existem várias colorações permitidas, o tipo todo branco, branco com todas as tonalidades de tigrado, vermelho e branco, castanho e branco, bege e branco, cor de cervo e branco,preto e branco, marrom e branco, mogno e branco,creme e branco, UFA! São tantas combinações que com certeza você vai encontrar uma que goste;

Sua pelagem é curta, porém deve ser bastante macia, para mantê-la brilhosa uma escovação por semana é mais que o suficiente, os cuidados com a saúde não são muitos, mas é sempre bom ficar atento, e manter a carteira de vacinação em dia.

Por ser um cachorro pesado jamais o mantenha por muito tempo em um piso liso e escorregadio, caso contrário ele pode adquirir displasia.

Gigante, porém doce Mainecoon

Mainecoon

 

Gigante, porém doce! Esse felino vai conquistar o seu coração, com seu porte e beleza o Maine Coon vem aumentando o índice de preferência entre os admiradores e proprietários de felinos.

Seu tamanho com certeza é um fator importante na hora de decidir criar este felino. Como a grande maioria dos animais de grande porte ele cresce lentamente e só atinge o tamanho total com aproximadamente 4 anos.

O macho chega a pesar  10 kg, porém alguns “gatinhos” desta raça podem passar dos 14Kg. Já as fêmeas chegam a pesar no máximo 10kg, só para se ter uma noção um persa macho adulto pesa no máximo 4kg,  daí você imagina o tamanho deste gato.

Por ser um gato exótico,  existem algumas “lendas e  mistérios” ,  por exemplo, para alguns, o mainecoon é  uma raça antiga, de aproximadamente 400 anos, e que são descendentes do cruzamento entre gatos domésticos e guaxinins que habitavam as flores do Maine no Canadá.

Ainda há também quem acredite que na verdade eles são descendentes dos linces, que invadiam as fazendas e cruzavam com os gatos domésticos.

Na verdade as duas hipóteses não são verdadeiras, o gato domestico só pode se reproduzir com animais que tenham a mesma quantidade de cromossomos, o que é muito difícil, e não é o caso  do guaxinim e  do lince.

A história verdadeira também é interessante,  embarcações utilizavam os gatos para exterminar os roedores que comiam as especiarias, quando o navio chegava em terra firme, este gatos saiam e reproduziam-se com gatos locas.

Há também quem defenda que quando a rainha Maria Antonieta começou a se sentir ameaçada, confiou seus seis adorados gatinhos , da raça Angorá, a um criado de confiança que os levou para o Canadá, lá estes gatinhos cruzaram com gatos locais.

Porém o mais provável é que o mainecoon  seja o resultado do cruzamento entre gatos de pelos longos vindos da Ásia, introduzidos no Canadá pelos marinheiros, e os gatos selvagens indígenas de pelos curtos.

A pesar de tantas histórias sobre esta raça o que se sabe é que hoje este belíssimo felino é um ótimo companheiro, amigável,  dócil, adora crianças e se dá super bem com outros animais.

Todas variedades de cores são permitidas, incluindo as variedades  com branco; exceto os exemplares chocolates, lilás, canela e castanho-amarelado.

Sua aparência choca aqueles que nunca viram um de perto, sua pelagem é lisa, lustrosa, pesada e mais longa na região da barriga e peito para proteger do contato com a neve, já que esta raça foi desenvolvida em um clima frio,  e mais curta nas costas e no pescoço.

Sua cauda é longa e peluda, e o gato a envolve em torno de si quando dorme, para proteger-se dos invernos frios.

Outra característica que o protege do frio são suas patas, que são acolchoadas com pelos que servem com se fossem sapatos de neve.

Já deu pra ver que por ser um gatinho desenvolvido pra lugares frios não se dá muito bem com o nosso clima, aqui no ceará a criação desta raça exigiria a presença de um ar-condicionado a disposição destes felinos.

A saúde do mainecoon é muito boa, eles não têm uma grande probabilidade para o desenvolvimento de doenças congênitas, basta uma boa ração, bastante água, prestar atenção na carteirinha de vacinação e visitas regulares a um veterinário.

Outro ponto importante é o banho, normalmente não gostam de água, mas, em um clima como o nosso, eles  acabam a utilizando como uma aliada, uma tática muito boa para que ele não sofra muito com o calor, e colocar a sua disposição um pano úmido para que ele possa deitar e se refrescar durante o dia.

Adoram brinquedinhos e arranhadores, gostam de gastar suas energias, mas também são tranquilos e amam a companhia de seu dono nesses seus momentos de preguiça.

Chihuahua é a menor raça do mundo

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Considerada a menor raça do mundo, alguns exemplares não passam de 1Kg, por isso são muito procurados por pessoas que querem um cachorro que possa servir dentro da sua bolsa,   são constantemente visto com celebridades, conheça agora a historia, padrão e curiosidades sobre o chihuahua.  

A origem do Chihuahua é cercada por grande polêmica. A hipótese mais aceita para seu desenvolvimento é que a raça seja descendente do Techichi..

Esta antiga raça era bem pequena, e convivia com os toltecas, civilização anterior aos astecas no México e que teve seu apogeu no século X. Segundo estudos arqueológicos, o Techichi aparecia em diversas gravuras nas pedras dos templos na região. Esses cães teriam sido perpetuados pelos astecas, sendo considerados sagrados por serem os ‘guias’ das almas pelas ‘trevas’.

 Outra teoria afirma que esses cães teriam uma origem muito mais antiga, e que seu berço seria o Oriente, baseando-se na tradição miniaturista dos povos orientais e teriam sido levados para a América nos navios que faziam comércio com a Ásia..

De qualquer maneira, o único consenso diz respeito ao nome da raça: Chihuahua é o nome de um dos estados Mexicanos, onde esses pequenos cães eram vendidos pelos camponeses aos turistas. Já na metade do século XIX eram muito conhecidos nas regiões de fronteira entre México e Estados Unidos.

 Seu aspecto exótico, com sua cabeça grande e orelhas posicionadas em 45°, aliados ao tamanho diminuto, fazem dele uma ótima opção  para quem vive  em pequenos espaços, e explicam, em boa parte sua enorme popularidade..

É considerado pela maioria das pessoas um cachorrinho de colo, que não precisa de exercícios, mas normalmente o Chihuahua adora pequenos passeios pela rua. Deve-se dar atenção especial ao contato deles com outros animais, porque, a despeito de seu tamanho, o Chihuahua é destemido e pode tentar enfrentar cães gigantes.

 A raça é considerada como excelente cão de alerta, no entanto, deve-se evitar que adquiram o hábito de latir em demasia e desnecessariamente.
Segundo o ranking do livro ‘A Inteligência dos Cães’, de Stanley Coren, o Chihuahua aparece apenas na 67ª posição, o que indica que o seu proprietário deve ter bastante paciência para que ele aprenda os comandos básicos de obediência..

Outro fator importante diz respeito ao seu peso, o padrão oficial da raça diz que o  ideal é entre 1,5kg e 3kg, cães muitos pequenos, com peso inferior a 500g são desqualificados

No Brasil, infelizmente, a raça sofre com a atuação de ‘vendedores inescrupulosos ’ de cães que produzem com frequência cães excessivamente pequenos e com graves desvios de comportamento e problemas de saúde. Bastante comum também é a mestiçagem do Chihuahua com o Pinscher e mesmo com o Lulu da Pomerânia. Por isso é fundamental que o futuro proprietário escolha bem antes de adquirir seu cachorro.

Apesar de sua constituição diminuta, os filhotes são bastante ativos e brincalhões. No entanto, devem ser tomados cuidados especiais para que, nos primeiros meses de vida, ele não seja vítima de quedas, que podem comprometer sua ossatura ainda em formação.

Este cuidado deve se estender por toda vida, pois como é minúsculo, uma simples queda do sofá pode ser catastrófica, com fraturas, ou até morte.

Podem ser facilmente criados com outros cães e ate gatos,  costumam divertir-se muito em brincadeiras e correrias. Deve-se apenas cuidar para que não haja uma diferença de tamanho muito grande entre os participantes da brincadeira, evitando assim qualquer tipo de acidente, pois se um cachorro grande apenas cair sobre ele, pode causar danos sérios.

O Chihuahua é aceito em duas variedades de pêlo: o curto e o longo, sendo aceito pela maioria dos criadores que a variedade de pêlo longo seja o resultado do cruzamento do Chihuahua de pêlo curto com o Papillon. Quanto às cores, são variadas e todas são aceitas para a raça.

Para a variedade de pelo longo, escovações diárias para deixar a pelagem limpa, para os de pelos curtos escovações semanais, banhos somente quando necessário, cuidado especial com sua alimentação, alguns proprietário costumam exagerar na quantidade oferecida, isso vai causar obesidade e graves problemas nas articulas e coração, também são muito sensíveis ao frio.

No link abaixo padrão  da raça:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo9/chihuahua.pdf

Guarda controlada? Seu nome é Bullmastiff

Embora confundido com outros molossos, o Bullmastiff tem características físicas particulares, que o definem como raça, normalmente são muito confundidos com cães da raça boxer, porém, eles  são bem mais encorpados. Sua estrutura física é mais robusta, corpulenta e musculosa,para que se tenha uma noção ele pode ter até 29 quilos a mais no pesado máximo permitido do que o boxer.

A falta de popularidade da raça, porém, não indica uma carência de qualidades ou da ausência de uma função prática. Esse cachorro possui muitas virtudes, e desempenha o seu papel como guarda e companhia com muita eficiência.

Apesar de desconhecido para alguns  e de ainda não estar entre as raças mais populares, inclusive em sua terra natal, a Inglaterra, nos últimos  anos seu número de registros tem triplicado naquele país.

O Bullmastiff é uma raça relativamente recente tendo sido criada a partir do cruzamento do Mastim Inglês com o Bulldog Inglês. Os britânicos tinham um sério problema de caça ilegal no século XIX. Necessitavam de cão de guarda perfeito:  com velocidade para perseguir  e  força para  derrubar e manter no chão qualquer invasor,  até à chegada dos guardas.

Entre as raças mais comuns na Inglaterra estava o Mastim Inglês forte, mas lento, o Bulldog, rápido, mas violento,  eles queriam prender o invasor, que depois, era enforcado em praça publica para ser vir de exemplo, o Bullmastiff preencheu esta lacuna.  .

Com um instinto bastante protetor é um bom cão de guarda, protege o território, não atacando, mas deitando os intrusos e mantendo-os seguros por baixo das suas patas.

Com a família é dócil e afetuoso, alem de ser bastante calmo dentro de casa, mas para isso é necessário exercitá-lo durante mais de meia hora por dia. Um passeio é a atividade ideal.

Eles gostam também de fazer parte das atividades em família e brincar com as crianças, com elas o bullmastiff  costuma ter uma relação de cumplicidade e carinho, são confiáveis e jamais atacariam uma criança da família, mas lembre-se ele é um cão de guarda, e pode não ter a mesma “paciência” com os colegas dos teus filhos.

Os principais problemas de saúde com esse grande amigo são relacionados ao seu  porte molosso, eles estão propensos a desenvolver displasia,por isso muito cuidado com o piso onde ele vai ser criado, o melhor é que seja antiderrapante, e um pouco áspero, azulejos não são nada adequados para o bom desenvolvimento da raça, tumores e problemas oculares são outras preocupações que você deve estar sempre atento.

O pêlo do Bullmastiff é fácil de manter, escovar semanalmente mantém a pelagem limpa e diminuem a necessidade de dar banho, que é prejudicial à camada oleosa que protege a pele, por seu um cão que tem tendência para engordar, necessitam de exercício regular e dieta controlada.

No link abaixo temos o padrão oficial da raça:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo2/bullmastiff.pdf

MULTI BIS RINGO STAR DO TIBIQUARY

Na foto acima, Ringo Starr do Tibiquary (com meu amigo Pedro Lang), Ringo, era filho de um dos melhores Bulmastiffs que o Brasil já teve, de criação americana, Canas OSCAR de la overture, tive a sorte de ser seu feliz proprietário.

 

O pelado cão de crista chinês

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Este cãozinho tem uma beleza muito marcante, depois que você conhece um cão de crista chinês, dificilmente o confunde com outras raças, isto porque sua pelagem, ou melhor, dizendo,a falta dela, é uma característica bastante peculiar.

A ausência de pêlo é com certeza um fator decisivo na hora de compra um cão de crista chinês,  caso você goste da personalidade da raça, mas ache um pouco estranho a falta de pêlo, existe outra variedade desta mesma raça,que é bem peluda, chama-se “powderpuff’.

A variedade peluda é bem menos conhecida, na verdade o tipo “hairless”,  que em português quer dizer sem pêlos, que faz sucesso,  mas até mesmo esta variedade apresenta pêlos em algumas regiões do corpo.

Eles possuem pêlos na cabeça, que é denominado como crista, nas patas, que são denominadas como meias, e na calda, chamadas de pluma.

O tipo hairless é o mais popular, principalmente por conta de sua aparência exótica,  porém o “powderpuff” é também muito importante, pois os dois tipos devem cruzar entre si para manter a saúde genética da raça.

Na mesma ninhada podem nascer os dois tipos, olhando a primeira vista o powderpoff e o hairless parecem duas raças distintas, porem o tipo peludo,  quando tosado, é igualzinho ao tipo sem pêlo, provando assim que apesar das diferenças aparentes, os dois pertencem a mesma raça. o tipo hairless tem o gene dominante, ou seja, em uma ninhada a maior quantidade de filhotes é sem pêlo.

Mas como eu já disse, as características físicas, com exceção do pêlo, e as comportamentais são as mesmas, os dois tipos, são de pequeno porte, o macho mede em media de 28 a 33cm, e as fêmeas de 23 a 30 cm.

Ele  é muito bom com crianças,  alegre, brincalhão e se relaciona bem com todos da família, não têm grandes problemas de comportamento,  mas por ser uma raça ativa, precisa de exercícios regulares, como passeios, corridas ou esportes para que mantinham-se equilibrados.

São considerados bons cachorros familiares, enxergam a sua família como se fosse uma matilha, sentem a necessidade da presença de todos, quando alguém da casa se ausenta, ele sente falta e se for, por acaso, o membro que ele tiver como líder, pode até desenvolver depressão.

A origem desta raça não é certa, há quem diga que este cãozinho já era utilizado como animal de estimação desde o século 13, o que se sabe e que ela foi introduzida nos EUA e na Inglaterra por marinheiros chineses.

 Há quem diga que esta raça era a preferida dos samurais chineses, mas tudo isso é lenda, a verdadeira origem deste cãozinho exótico é um mistério.

Cerâmicas encontradas no México, representando a caricatura de cães com a cabeça redonda, muito obesos e completamente sem pelos, estes seriam os ancestrais do moderno cão de crista chinês.

 Os estudiosos do século XIX tentaram atribuir ao clima há mutação genética que pudesse explicar a ausência de pelos, mas não conseguiram comprovar a teoria.

A  falta de pêlo não agrada a todos, porém os que gostam são apaixonados,  a primeira impressão que esta raça causa e de um pouco de estranheza, mas ao se aproximar chega-se a conclusão que são ótimos cães e que na verdade eles não são feios, e sim diferentes e é aí que esta a sua beleza!

Mesmo esta raça não possuindo pêlo, as pessoas que têm alergia a cães não podem ter este cãozinho como bichinho de estimação, isto porque a saliva do animal também causa alergia, além do que, mesmo na variedade hairless, existem pelos.

No link abaixo, temos o padrão oficial da raça:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo9/caodecristachines.pdf

O simpático Labrador.

labrador

 Uma raça incrível, sua popularidade é imensa,  muito difícil encontrar alguém que não goste deste simpático cachorro, companheiro, fiel e muito, muito brincalhão o labrador conquista  fãs no mundo todo, em Fortaleza não poderia ser diferente.

Sua história começou, mais ou menos, no ano de 1825 quando o terceiro conde de Malmsbury  se interessou pela raça de cães chamada TERRA NOVA, que tinham uma grande habilidade para pegar os animais abatidos pelos caçadores e trazê-los de volta.

Após descobrir a grande capacidade de caça destes cães ele importou alguns exemplares, e foi seu filho que começou a criação sistemática da raça, inclusive foi ele que os nomeou de labrador retriever.

Em 1870 os caçadores esportivos da época já eram apaixonados pela raça,   revistas mencionavam a sua disposição para trabalhar e seu companheirismo durante as caçadas, não demorou muito para ele se tornar uma das raças mais populares do mundo.

Nos dias de hoje, de vez em quando o seu lado caçador aflora, porem ele é utilizado principalmente para companhia e desempenha este papel com igual eficácia, seu temperamento é ótimo e as crianças o adoram e o sentimento é totalmente recíproco, já que o labrador esta sempre disposto a brincar.

Sua  inteligência chama atenção, são muito utilizados como cães farejadores de tudo (drogas, explosivos, pessoas, celulares e até mesmo tumores), também para auxiliar deficientes visuais,  este cãozinho nobre sempre esta disposto a ajudar seu dono.

Não faz corpo mole,  quem tem um destes em casa sabe, parece que tem  bateria infinita. Estão sempre correndo e buscando descobrir algo para se divertir, por isso a importância de exercitar seu labrador, eles adoram caminhadas, agility, e qualquer outra atividade onde ele possa gastar energia.

Sua disposição exacerbada pode ser um problema para quem não tem tempo de exercitar esta raça, sem ter como extravasar sua energia o labrador se torna incontrolável, destrutivo, bagunceiro e acaba trazendo muita dor de cabeça.

O filme e livro Marley & eu  mostram claramente o que pode acontecer caso você não limite o seu labrador, móveis destruídos, vizinhos zangados, bagunça na casa, muitos latidos ou seja, com certeza ele será o pior cão do mundo assim como Marley.

Porém os problemas com  “Marley”  poderiam ser facilmente evitados se desde filhote os donos estabelecessem o que ele podia e não podia fazer, o problema era a falta de limites.

Depois do sucesso deste incrível filme os labradores ganharam ainda mais prestígio, com certeza não é fácil ter este cãozinho em casa, ele te exigirá caminhadas, exercícios e muitas brincadeiras, mais o amor que ele dedica a você e sua família com certeza faz com que ele se torne membro dela.

Seu andar elegante, corpo robusto e rostinho angelical, são marcantes, mais cuidado para não confundi-lo com o Golden Retriever, uma clara diferença entre os dois é o fato do golden ser peludo.

Existem três cores nesta raça, preto, amarelo e chocolate, apesar do labrador amarelo fazer mais sucesso e ser mais popular, o labrador primitivo era apenas de cor preta, depois de algumas mutações genéticas que nasceram os chocolates e amarelos.

Também é importante que você saiba que além de serem bastante ativos,  são grandes, um macho pode chegar até 58 cm e pesar cerca de 44kg, por isso pequenos espaços não são muito adequados para este cachorro, o ideal  é que ele viva em lugares amplos onde possa correr bastante.

Se você acabou de comprar um filhotinho de labrador e bom que saiba que esta fase é mais complicada, ele vai  com certeza destruir muitas coisas na sua casa! Por isso é importante manter sua liderança nesta época, mostre que você é o líder da  matilha.

Companheiro, leal e fiel um labrador adora estar perto de sua família e não suporta solidão, não é o tipo de raça para pessoas ausentes que trabalhem demais, o ideal e que você tenha tempo suficiente para brincar e dar carinho a ele todos os dias, só assim ele ficará feliz completamente.

 Esta raça é definitivamente muito especial, não é á toa que sua popularidade sempre se mantém no topo, amável e paciente com todos da família, inclusive criança e idosos, não existe quem não se derreta por ele.

Neste link você tem o padrão oficial da raça.

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo8/goldenretriever.pdf

Mastiff Inglês – o dócil gigante.

 

Com a fama de ser o cachorro mais pesado do mundo, esta raça impressiona por sua docilidade com os donos,  foi utilizada como “base” para o nascimento de diversas raças como Bullmastiff, Rottweiller, Dogue Alemão, Terra Nova, São Bernardo e Fila Brasileiro, era usado pelo celtas em combates, é difícil não ficar com medo ao encontra-lo pela frente, começa agora o Mastiff IngLês .

Mastife

 

Sua história  remonta há 2.000 anos atrás na Inglaterra, no entanto, antigos artefatos babilônicos mostrando cães do tipo Mastiff, datam de cerca de 5.000 anos.

Esculturas encontradas no Palácio de Ashurbanipal da Babilônia, hoje expostas no Museu Britânico, mostram esses cães caçando leões perto do rio Tigre. Foram achados desenhos de mastiffs em monumentos egípcios que datam de 3000 A.C,  e estão incluídos nos escritos de Heródoto, César, Marco Polo e Shakespeare.

 Mercadores fenícios introduziram o Mastiff à antiga Bretanha no século 6 A.C. Os antigos celtas começaram a usá-los em combate , os cães  acompanhavam seus donos para a batalha. Este foi o início de uma longa história de Mastiffs como combatentes, soldados, protetores e vigilantes.

Quando o imperador romano César conquistou a Bretanha, levou vários cães à Roma para usá-los nas lutas em arenas contra gladiadores humanos, touros, ursos, leões e tigres. Tais eventos se tornaram comuns durante vários séculos sendo patrocinados pela nobreza e pelo clero inglês na Idade Média.

Esse tipo de luta se tornou ilegal na Inglaterra em 1835. Era de costume nas aldeias anglo-saxônicas que os camponeses tivessem cães mastins como guardas e caçadores, mas foram nos castelos que esse nobre cão adquiriu de maneira sem igual a grande arte da guarda familiar.

Como a grande maioria das raças, quase foi extinta durante a primeira guerra mundial, pois foi usada em grande escala nas frentes de batalha, mas a grande causa foi mesmo a escassez de alimento a qual a raça passou, chegando a atingir o contingente de oito animais no mundo.

Por volta de 1925 dois exemplares foram levados para o Canadá e através de um trabalho seletivo a raça se difundiu novamente sendo hoje uma das  mais criadas na Europa e nos Estados Unidos.

Mesmo tendo sido desenvolvido e selecionado para cumprir a função de guarda, o bom Mastiff deve ser um cão calmo, seguro e bastante ligado à família e pessoas de seu convívio. Não devem demonstrar comportamentos agressivos quer com humanos ou outros animais (inclusive outros cachorros). A despeito do seu tamanho, são excelentes companheiros para as crianças com as quais têm bastante paciência, e por conta do seu tamanho e força, suportam até as brincadeiras mais pessadas.

Como cães de guarda são excelentes e atuam com muita segurança e eficiência. Tem um estilo de guarda bastante peculiar, preferindo, em casos de necessidade, encurralar o invasor deixando-o imobilizado e só irá mordê-lo em último caso. A visão de um Mastiff vindo em sua direção, latindo e rosnando não deve ser nada, digamos, agradável.

Talvez até em função do seu tamanho, são cães de baixa atividade e que latem pouco, assim, diz-se que quando um Mastiff late, é porque de fato merece atenção. Apesar de serem cães considerados ‘tranqüilos’, o Mastiff precisa de exercícios para que não desenvolva problemas como o excesso de peso.

Deve ter uma ligação forte com as pessoas da casa. Esse contato é essencial para um bom desenvolvimento psicológico de qualquer cão e dos mastiffs em particular, não são cães para ficar “abandonados”  no fundo do quintal.

Para que o filhote se desenvolva bem, alguns cuidados são essenciais. A primeira providência é estabelecer claramente a sua liderança  e socializá-lo tanto com pessoas como com outros animais.

Outro cuidado especial é quanto à alimentação. Os Mastiffs são cães de crescimento rápido e por isso a alimentação deve ser a melhor possível durante o primeiro ano de vida, com altos índices de proteína e cálcio, por isso é importante à escolha de uma ração de qualidade.

Cães de pelo curto, que não exigem cuidados exagerados, escovações semanais e banhos somente quando necessário,  sua saúde em geral é boa, mas  atrofia progressiva de retina e displasia coxo-femural são comuns na raça.

 As cores aceitas são abricó, fulvo ou tigrado. Em qualquer destes casos, o focinho, as orelhas e o focinho  devem ser de cor preta.

O mastiff Inglês é uma raça impressionante,  com diversas qualidades que fazem dele uma ótima opção para guarda e até companhia,  padrão oficial no link abaixo:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo2/mastiff.pdf

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Valdemar Pinheiro

Valdemar Pinheiro

Minha vida sempre esteve ligada aos cães. Meu primeiro - \\\"amicão\\\" (Leão) - era um lindo SRD (Sem Raça Definida), viveu comigo por mais de 15 anos. Sou criador das raças Bulmastife e Dogo Argentino, tenho em minha casa sempre muitos cães, a grande maioria resgatados da rua, tratados e entregue para pessoas responsáveis para serem amados. No programa Jangadeiro Animal temos um quadro dedicado a resgatar animais carentes.. - Chegará o dia em que todo homem conhecerá o íntimo dos animais. Nesse dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a própria humanidade. - Leonardo da Vinci. Jangadeiro Animal é exibido aos domingos, na TV Jangadeiro, às 10h, e aos sábados as 10:20h.