Jangadeiro Animal
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Jangadeiro Animal, por Valdemar Pinheiro

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Persa

Seu reinado no mundo felino não é recente, vem deste a primeira exposição moderna de gatos, realizada em 1871, no Crystal Palace de Londres.

Pietro Della Vale, um viajante italiano, estava na Pérsia (atual Irã), ficou impressionado com a beleza dos gatos que andavam pelas ruas, resolveu levar alguns exemplares para a Europa, foi sucesso imediato, os italianos ficaram maravilhados com sua pelagem macia e brilhante.

Outros viajantes trouxeram os gatos persas e angorás para a França e depois Inglaterra, o que acabou lhe dando o nome de ‘gatos franceses’ por vários anos.

Esses gatos rapidamente se tornaram populares na Grã-Bretanha.

Logo em seguida foi feito um trabalho de melhoramento genético visando se obter maior variedade de cores e padrões de pelagem, hoje existem mais de uma centena de cores para o gato persa.

Chegaram na América por volta de 1800, e seu sucesso também foi rápido.

Usando padrões britânicos como um ponto de partida, os criadores norte-americanos iniciaram seus próprios programas de melhoramento para refinar a pele, cor e estrutura. Logo, o persa americano desenvolveu um estilo muito próprio e evoluiu para o tipo que vemos hoje em dia.

Se você quer um gato que corra e pule igual pipoca não compre um persa.

Ele é um companheiro perfeito, se você gosta de gato com temperamento calmo e doce. No entanto, não espere usa-lo como peso de porta peludo. Gosta de brincar entre os períodos de descanso. Os criadores dizem que os ele não merecem a sua reputação de “móvel com pelo”,

Persas são dedicados aos seus seres humanos, mas podem ser seletivos para dar essa honra.

Você deve conquistar sua confiança, adora carinho e amor , mas não perseguira você por atenção como algumas raças fazem. No entanto, sabe mostrar toda sua insatisfação, caso não receba a devida atenção daqueles que ama.

Ter um persa vai consumir algumas horas do seu dia, principalmente para manter sua pelagem brilhante e sem nos, .

Esta tarefa, que deve ser diária, além de manter a beleza do seu gato, tem outra função, interação, os persas simplesmente adoram ser escovados, muitos dormem durante todo o processo.

Adora crianças, principalmente as calmas, pode passar horas deitado no colo recebendo carinho, todavia, se as brincadeiras começam a ficar agitadas, foge rapidinho.

Apesar de não ser ativo, todo cuidado é pouco, são curiosos, não é raro acontecer acidentes desagradáveis e as vezes fatais, em apartamentos, e casas com piscinas, use telas de proteção

Na hora da compra do filhote, que é simplesmente lindo, saiba se o criador tem controle da doença renal policística, conhecido pela sigla PKD .

De origem genética e hereditária, é autossômica dominante: ou seja, os gatos não se tornam portadores, transmitindo para gerações posteriores: ou eles tem PKD ou não. Portanto, se forem negativos, não transmitirão a doença para sua descendência.

Outro problema do persa é a obesidade, a combinação de excesso de alimentação aliado a sua já mencionada baixa atividade, pode ser fatal.

São gatos silenciosos, seus miados são baixos e discretos, mais um motivo para a raça ser a preferida por pessoas que moram em apartamento.

Para muitos, o Garfield é um persa, mas, segundo seu criador Jim Davis, ele não tem raça definida, é apenas um gato domestico laranja.

Ao perceber que havia uma grande quantidade de tiras sobre cachorros, decidiu que seu principal personagem seria um gato. Ao lembrar-se de sua infância na fazenda, onde possuía 25 gatos como amigos de estimação, resolveu que seu herói teria o seu próprio humor, que é um tanto quanto fora do padrão.

O Garfield pode até não ser um persa, mas sua preguiça, inteligência e astucia lembram demais esta linda raça

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São Bernardo

Está raça era criada em um monastério dos alpes suíços deste 1660, foi desenvolvido a partir de cães das tropas romanas, que controlavam a região, segundo historiadores suas funções eram fazer a guarda do monastério, e missões de resgate, que iniciaram-se no século 18.

Era sua tarefa encontrar vítimas soterradas e buscar auxílio junto aos monges caso o acidentado não pudesse mover-se.

Para tal,  era preciso de um cachorro forte, destemido e com uma pelagem que servisse de isolante térmico, e na busca destas características os monges chegaram ao São Bernardo que conhecemos hoje.

As missões de resgate envolviam quatro caninos, nenhum deles usando o pequeno barril no pescoço conforme aparece em fotografias e filmes: ao encontrar um soterrado, dois cães deitavam-se ao lado dele para aquece-lo, um tentava reanima-lo lambendo-lhe a face e o último retornava ao monastério em busca de ajuda.

De todos os cães criados e treinados pelos monges, um tinha grande destaque, seu nome era Barry, um destemido anjo dos Alpes, outro nome pelo qual o São Bernardo também é conhecido, BARRY salvou mais de 40 vidas.

Quase foi extinto durante as guerras mundias, para evitar que a raça desaparecesse, devida a consanguinidade dos exemplares que sobreviveram, os monges foram obrigados a cruza-los com outras raças, a principal delas, o terra nova,. Foi a partir deste cruzamento que surgiu a variedade de pelo longo.

Os monges enviavam todos os cães de pelo longo para outros criadores, porque, sua pelagem não era adequada para o trabalho de salvamento, uma vez que acumulava umidade.

Com o desenvolvimento da região e a construção de estradas, o São Bernardo perdeu sua função, mas continua sendo criado pelos monges, apenas para manter a tradição no monastério, mas felizmente já encontraram diversos admiradores pelo mundo todo o que garantiu a sobrevivência e popularidade da raça, prova disso são as inúmeras aparições da raça em filmes como beethoven (1 e 2) e Peter Pan.

Há exemplares da raça que apresentam as variações de vermelho e branco e marrom amarelado e branco. Os São Bernardos devem apresentar manchas brancas nas patas, na ponta da cauda, na linha superior do focinho, na testa e na nuca.

É comum e desejável ainda que toda a parte ao redor do pescoço, também chamada de colar, seja totalmente branca

A altura mínima dos cães machos é de 70 centímetros e das fêmeas é de 65 centímetros, podendo pesar até 95kg.

Devido ao seu tamanho pode desenvolver a displasia coxo femural, para evitar isso, deve-se escolher bem os pais do seu filhote, e evitar pisos lisos, também podem ter torção gástrica, portanto só de água uma hora antes e depois da comida.

O São Bernardo é paciente e gentil com crianças, e por conta do seu tamanho e força aguentam firme as brincadeiras pesadas.

Dedicado a sua matilha humana, aceita bem os amigos de seus donos, mas na sua ausência, vai defender o território contra invasores, prefere latir intimidando, para evitar confronto, caso o desconhecido insista, ataca, na rua, durante os passeios é um boa praça, faz amizade com qualquer um, é considerado a raça mais sociável do mundo.

Tem um nível de atividade moderado, se morar em uma casa com um quintal grande, não precisa passear para gastar energia.

A raça desenvolveu forte instinto, ou seja, toma decisões por conta própria, isso pode ser um problema para pessoas que queiram um cachorro obediente, o São Bernardo não é burro, apenas gosta de resolver seus problemas da sua maneira particular.

Como toda raça gigante, o filhote tem um crescimento acelerado, por isso tem que receber um acompanhamento cuidadoso, especialmente quanto aos ossos, musculatura e articulações, no entanto, qualquer suplementação de vitaminas e cálcio só deve ser feita com a orientação do veterinário, uma vez que o excesso destes componentes também causam problemas.

Os filhotes devem receber limites assim que chegam na sua nova casa, porque esta tarefa vai ficar praticamente impossível, quando ele ficar adulto, com mais de 90Kg.

Ele gosta do frio, aqui no Ceara irá sofrer com nosso clima, exceto as serras, como Ubajara e Guaramiranga, onde o clima ameno vai deixa-lo bem a vontade, sua pelagem, seja da variedade longa ou curta, tem que ser escovada semanalmente, um detalhe, todo São Bernardo baba constantemente.

Pena que o São Bernardo não gosta do nosso calor, quem não gostaria de ter um beethoven em casa?

Padrão completo:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo2/saobernardo.pdf

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O mangalarga marchador.

O mangalarga marchador é uma raça de cavalos descendente dos Alter-Real, que chegou ao Brasil por meio de nobres da Corte portuguesa e, após, cruzada com cavalos de lida, em sua maioria advindos da raças ibéricas (berberes), que aqui chegaram na época da Colonização do Brasil.

Segundo a tradição, em 1812, Gabriel Francisco Junqueira (o barão de Alfenas) ganhou de D. João VI, um garanhão da raça Alter-Real e iniciou sua criação de cavalos cruzando este garanhão com as éguas comuns da Fazenda Campo Alegre, situada no Sul de Minas entre os municípios de Cruzília e Luminárias.

Como resultado desse cruzamento, surgiu um novo tipo de cavalo que foi denominado de Sublime pelo seu andar macio.

Esses cavalos cômodos chamaram muito a atenção, e logo o proprietário da Fazenda mangalarga trouxe alguns exemplares de Sublimes para seu uso, em Petrópolis, próximo à Corte no Rio de Janeiro. Rapidamente tiveram suas qualidades notadas na sede do Império – principalmente o porte e o andamento – e foram apelidados de cavalos mangalarga  numa alusão ao nome da fazendo onde eram criados.

Além da marcha suave, o mangalarga marchador é rustico, resistente e elegante, graças a sua extrema inteligência é amplamente utilizando na lida com o gado, esportes e equoterapia.

Característica que dá nome à raça, sua marcha  é única e consiste em um passo acelerado, por isso, não há suspensão. Bastante confortável, o animal transmite pouco impacto ao cavaleiro, diferentemente dos cavalos de trote.

Ao marchar, traceja no ar um semicírculo com os membros anteriores e usa os posteriores como uma alavanca para se impulsionar. Ele alterna diagonal e lateralmente os apoios, e entre eles acontece o tríplice apoio, momento em que três patas tocam o solo ao mesmo tempo

Ele é forte e musculoso, mas demonstra leveza em seus movimentos. A cabeça deve ser triangular e o pescoço piramidal. O tronco é forte, com costelas bem arqueadas. Sua altura mínima é de 1,47m e máxima de 1,57m, sendo 1,52m considerado a altura ideal. O stud book da raça permite todas as cores, com exceção da albina..

Você sabia que o mangalarga marchador entrou para o Guiness Book, o livro dos recordes?

Em maio de 1991, três cavaleiros e seis animais da raça fizeram uma cavalgada do Oiapoque, no Amapá, ao Chuí, no Rio Grande do Sul, com retorno a São Paulo, em julho de 1993. Foram dois anos e mais de 19 mil quilômetros percorridos. Uma demonstração da incrível resistência destes animais e uma ótima estratégia de marketing para a raça..

Segundo a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), a raça vem se destacando nas cavalgadas e passeios ecológicos, sendo muito empregada no turismo rural. Pela sua docilidade, pode ser montada por crianças e amadores de todas as idades.

Outro ponto de destaque é a boa performance da raça na lida com o gado ao ponto da associação investir em exposições em conjunto com os criadores da raça Nelore. Já no campo esportivo, o mangalarga marchador se sobressai nas provas de três e cinco tambores,  baliza,  team penning,  cavalgadas e nas provas funcionais (competições que simulam atividades diárias do campo, como a abertura de porteira, o recuo, o salto, etc.)

O mangalarga marchador é um dos cavalos mais difundidos no Brasil.

Desde 1950, quando a ABCCMM começou o registro dos animais, já foram cadastrados mais de 390 mil animais, tornando-a a maior associação de equinos da amarica latina. Os Estados que mais concentram exemplares da raça são Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Espírito Santo..

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Qual a diferença entre proteção e doença??

Qual a diferença entre ser protecionista ou doente?

Sim, doente, existe um problema psicológico em pessoas que acumulam animais, confinando-os em locais apertados, fechados, sem estrutura, com intenção de salva-los.

Existem casos de “protetoras” com dezenas de cães e gatos em casa, que não querem doar um determinado animal “porque se apegou demais”, isso é doença.

O problema é que muitos não enxergam isso, pior, ajudam, sem as vezes conhecer o local e a real situação destes verdadeiros depósitos.

Não existe maldade no ato destas pessoas, mas não conseguem enxergar limites, prejudicando, inclusive, sua própria saúde, física e mental.

Na realidade não temos como salvar todos os animais abandonados, agredidos, atropelados ou doentes da nossa cidade, não existe saúde para a população, que dirá para cães e gatos.

Basta ver os jornais, seres humanos jogados em corredores de hospitais da cidade, sem atendimento, remédios e dignidade.

O verdadeiro protetor tem a consciência de, por exemplo, ter uma quantidade  de animais que possibilite o bem estar de todos da casa, não recolher um animal com suspeita de virose, pois isso pode matar os que ela já estão recolhidos, ficar feliz e facilitar o processo de adoção, por mais que tenha “apego” a este ou aquele.

Porque quando um animal é adotado, ganha um lar, uma família para cuidar, amar e zelar, abra-se uma vaga, para outro que esta sofrendo na rua.

Os animais não tem voz, até por que, por incrível que parece, existe briga entre os grupos de proteção, por discordância entre alguns pontos, como por exemplo, a eutanásia em caso de calazar (confirmado por exame com contra prova), sem união, mesmo com divergência em pequenos casos, este quadro nunca vai mudar.

O problema é fácil de resolver, a castração é a solução, um projeto de unidades moveis é sucesso em diversas cidades do Brasil, em pouco mais de 10 anos, a população de animais nas ruas caiu, em alguns casos, 80%.

Mas falta força e união entre estes grupos, que apesar de terem uma causa em comum, parecem ser inimigos mortais, inclusive com ofensas e acusações quase sempre sem provas.

As eleições estão ai, ano que vem, vamos escolher prefeito e vereadores, quem sabe, a união possa fazer com que um candidato, que realmente é comprometido com a causa animal, (sem ser um aproveitador) seja eleito, ai sim, com a ajuda do poder publico, possamos evitar tanto sofrimento e dor.

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Chartreux – o gato azul da França

A história da raça Chartreux pode ser até mesmo levada em consideração como uma lenda. Seus antepassados chegaram à França, vindos de locais distantes como a Síria e o Irã, trazidos pelos cavaleiros que regressavam das cruzadas.

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Contam os historiadores e especialistas na raça, que o Chartreux viveu e ainda recebeu este nome dos monges Cartuxos da França e teriam compartilhado com eles o famoso licor ali fabricado.

Uma recente pesquisa indica que por conta  de sua aparência e pelagem,  recebeu este nome devido a uma lã espanhola muito conhecida no início do século XVIII.

Já esteve a beira da extinção, em meados do século XVII, isso porque, além de sua pelagem ser sedosa e belíssima, muito apreciada para fazer roupas, sua carne também era aproveitada como alimento em tempos de escassez. No entanto, graças a duas freiras apaixonadas pelo Chartreux, a raça sobreviveu, pois começaram a criar e cuidar das ninhadas novas.

Estas freiras passaram então a reprodução seletiva da raça, o casal mais famoso se chamavam Marquise e Coquito. Foram estes gatos que formaram então o núcleo de seu programa de criação, e uma das gatinhas da primeira ninhada foi a primeira  Chartreux a obter o título de Campeã internacional.

Ela foi considerada a mais estética da exposição do Clube de Gatos de Paris, no ano de 1931 e os seus descendentes também foram campeões nacionais e internacionais. No ano de 1939 foi então reconhecido o primeiro standard da raça, e o famoso gato azul da França passou a ser mais conhecido e representado na Europa Ocidental, depois disso ganhou o mundo.

Sua cabeça é grande e arredondada, os olhos expressivos, arredondados e abertos. Sua cor vai do cobre ao ouro,   corpo robusto, com ombros largos e peito profundo, sua estrutura óssea é forte, contando com uma massa muscular sólida e densa. Os machos pesam entre 6 e 8 k e as fêmeas entre 3 a 5 kg. A cauda deverá ter um comprimento moderado e é grossa em sua base, afilando-se ligeiramente em direção á ponta oval, possuindo a característica viva e flexível. as pernas são relativamente curtas, contando com uma ossatura fina, direitas e fortes. Seus pés são arredondados e de tamanho médio.

E um gato bastante dócil, afetuoso, amável, brincalhão, com uma forte personalidade, além de ser muito alegre e independente. Com o seu olhar doce e seu pelo lanudo, costuma cativar qualquer pessoa logo no primeiro instante..

Silencioso e sensível, raras vezes é possível o ouvir miar, costuma apresentar uma série de características típicas de um cão, como por exemplo seguir seu dono por toda parte da casa.

Como é um gato de pelo curto e grosso, requer pouca manutenção, mesmo assim é importante realizar uma escovação  semanal, isto evita a formação de bolas de pelo no estômago do gato.

As orelhas também merecem especial atenção, esta raça produz uma quantidade maior de secreção, por isso uma vez por semana, devem ser limpas.

São animais que gostam de viver em locais calmos e tranquilos, podem ficar estressados e ate agressivos caso isso mude repentinamente. De modo geral são sociáveis.

Como é muito calmo, não gosta de crianças agitadas e barulhentas, o chartreux, na verdade, prefere companhia adulta, mas pode se dar bem com qualquer um, independente da idade, se for uma pessoa tranquila.

Não existe noticia do Chartreux aqui em nosso estado, não é uma das raças mais caras, seu valor é parecido com o popular persa, aproximadamente R$ 1.200,00

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Ragdoll, o doce gigante.

São grandes e amáveis, alguns criadores falavam que a raça tinha genes humanos, eram imunes a dor e ao medo, este é o Ragdoll.

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A História do Ragdoll é cheia de controvérsias, mitos e fatos geneticamente improváveis, mas não encontra divergências em um ponto: A raça não existiria se não fosse por Ann Baker.

Em 1963, uma gata de nome Josefine, branca, grande, semelhante a uma angorá, porem muito arisca, foi atropelada, teve muitos ferimentos e perdeu um olho, quando ficou curada, mudou seu comportamento, tornando-se meiga, carinhosa e caseira..

Josefine então teve sua primeira ninhada em casa, e Ann Baker, percebeu que seus filhotes herdaram o temperamento da mãe, Curiosamente ficavam completamente relaxados no colo das pessoas, como bonecas de pano (daí a origem do nome Ragdoll).

Ann passou a acompanhar periodicamente as crias de Josephine e interessou-se por alguns de seus filhotes. Escolheu três deles (um macho e duas fêmeas) sobre os quais o perfil do Ragdoll começou a ser o traçado..

Ann promovia a raça em programas de TV, entrevistas e jornais através do mito de que o Ragdoll havia sofrido uma mutação genética tornando-se diferente, imune à dor, mole e relaxado, isso devido ao atropelamento de Josephine. Também dizia que a raça era produto híbrido de experiências genéticas com outros animais e possuía até mesmo genes humanos (fato geneticamente improvável, ainda mais para a época). Ann patenteou o nome Ragdoll e passou a cobrar direitos das pessoas que começaram a criar a raça. Mais tarde decidiu cobrar uma porcentagem sobre a venda de cada filhote.

Por conta de tantas extravagancias a raça quase foi extinta, mas alguns não desistiram e continuaram firmes na criação, foi oficialmente reconhecida em 1993.

Ragdolls são muito mais que gatos grandes e bonitos. Eles são atenciosos, divertidos, sensíveis e aprendem com facilidade. Costumam atender pelo nome, são eternos companheiros, onde o dono estiver ele estará também.

A raça adora um colo, se seu dono esta sentado, pulam e logo se espalham, igual a uma boneca de pano.

São gatos de grande porte, mas de média a baixa atividade. Quanto mais o tempo passa, mais sossegados ficam, mas sem deixarem de brincar ou interagir. São gatos para dentro de casa, feitos para viverem junto a nós e não em ambientes abertos.

Adoram o convívio com pessoas e se adaptam facilmente a outros animais e crianças

A completa maturidade da cor não é atingida até os três  anos de idade e o peso e o tamanho completos não costumam se definir antes dos quatro anos. O Ragdoll deve ser firme e musculoso, sem gordura, exceto na área do baixo abdome. As fêmeas podem ser consideravelmente menores do que os machos.

Lembre-se, o ragdoll é uam raça gigante, e pode chegar aos 10Kgs, portanto mais pesado que muitas raças de cães como poodles, York, maltes, shitzu, entre outros.

Como seu desenvolvimento mais lento, precisa de cuidados básicos para crescer bonito e saudável: Ser alimentado com rações balanceadas, de ótima qualidade, adequadas a cada etapa de seu crescimento; receber suplementos vitamínicos, além de comer ração para filhotes por mais tempo; ser vermifugado periodicamente e vacinado nas épocas certas.

Os filhotes de Ragdoll nascem brancos e começam a marcar por volta dos 15 dias de idade.  Quanto mais clara for a cor, mais demorada será a sua marcação…

A raça ainda é rara no Brasil, e não se tem noticias dela aqui no ceara, você pode ser o pioneira na criação desde felino gigante em nosso estado.

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Westie

 

Ele é branco, vem da Escócia, era usado para caça em tocas, muito antigo, com registros de sua existência no século XVI, dócil, companheiro, mas as vezes um pouco temperamental, e, para terminar, tem um nome grande e complicado, este é o west highland white terrier.

Mais conhecido por westie, aparecerem pela primeira vez durante o reinado de Jaime VI da Escócia , que reinou entre 1567 e 1625.

O West Highland White Terrier, como já disse, originou-se na Escócia, assim como outros terriers como o skye, o cairn, scottie e o dandie diamont -, mas, até hoje, não se sabe exatamente qual a raça que originou qual. O nome “terrier” origina-se do latim “terra”e faz parte do nome desses cães por serem cães de caça que, quando perseguem suas presas – raposas e pequenos roedores -, cavam buracos profundos na terra para recuperá-las em suas tocas.

Como a grande maioria das raças de cães, o desenvolvimento do Westie sofreu um grande revés durante a Primeira Guerra Mundial.

Em 1917 as criações de cães foram proibidas.
Durante a guerra a maioria dos cães foram mortos e muitos criadores preferiram matar seus cães a vê-los morrer lentamente de fome, já que todo alimento era severamente racionado. Ao final da Primeira Grande Guerra, poucos Westies haviam sobrevivido e estes foram usados para retomar o processo de criação e desenvolvimento da raça.

Em 1920 a criação de cães deixou de ser proibida e até 1939 a raça atingiu o seu pico de sucesso. Com a Segunda Guerra Mundial, embora também houvesse racionamento de alimentos, desta vez a criação de cães não foi banida.

NosEstados Unidos a raça foi introduzida em 1908, no entanto, eles só se tornaram populares a partir dos anos 60. No Brasil eles começaram a chegar na década de 70 e ainda hoje é uma raça que pode ser considerada como rara, mas graças ao bom trabalho dos criadores em tornar este lindo animal em um adorável cão de companhia, o Westie tem se tornado cada vez mais popular.

São cães bem típicos, facilmente reconhecidos, a única cor aceita é a branca, Os olhos são castanho-escuros, amendoados, de tamanho médio.

Apresenta um olhar vivaz, inteligente e curioso. O anel ao redor dos olhos é preto, e a pele deve ser, preferencialmente, bem pigmentada. As orelhas são pequenas, de formato triangular. Devem se portar perfeitamente eretas, e jamais podem ser cortadas. O focinho é curto, mas sem exagero.

De porte pequeno, apresentam, em média 28 cm de altura, medidos sempre a altura da cernelha. O peso dos cães adultos geralmente fica entre os 7,5 kg e 8,5 kg.

Apesar de hoje ser utilizado como companhia, ainda guarda no sangue a vontade de caçar, portanto se na sua casa existir roedores ou aves de estimação, a raça não é indicada,

 

Já com gatos, por incrível que pareça, se dão super bem, com outros cães pode haver problema, principalmente se forem do mesmo sexo, mas não é impossível, principalmente se você for um dono que saiba se impor e mostrar limites .

Com crianças, nada de brincadeiras bruscas ou violentas, se for tratado com respeito será um bom companheiro, alegre e brincalhão.

Com os demais membros da família e apegado, mas não grudento, gosta de acompanhar a rotina da casa, estar próximo de sua matilha humana, mas também pode ficar longos períodos sozinho sem causar problemas, com estranhos é reservado, vai sempre latir, mas ao perceber que os donos aceitam a pessoa, também aceita, mas nada de intimidade.

Como todo filhote, ele também vai ter seu momento de destruição, nesta fase ofereça brinquedos, e repreenda-o se morder algo que não deve, a disciplina o transformara em um adulto equilibrado.

Definitivamente não são os reis da obediência, esta característica deve-se ao seu lado caçador, pois na hora do trabalho, ele tinha que tomar decisões sozinho, por isso, muitas vezes, faz o que acha certo, independente da vontade do dono.

Não confunda independência com burrice, longe disso, a raça é inteligente, tem um alto grau de aprendizagem por conta própria, associam causa a efeito, por exemplo, vc pegar a chave do carro e ele correr pra porta, pois sabe que você vai sair.

Como a maioria dos cachorros pequenos é um grande erro subestimar a “autoridade” e capacidade de enfrentar grandes desafios destes cães. Sua coragem e autoconfiança, podem deixar-lhe em situações um tanto difíceis, porque como boa parte dos terriers, os Westies não parecem reconhecer o seu real tamanho.

OFF 09: A primeira grande qualidade do Westie é o charme destes pequenos peludos que possuem uma aparência única, um olhar terno e doce. Se confundem com ursinhos de pelúcia, muito adaptáveis e podem viver bem em pequenos apartamentos ou em grandes casas, além de saber se encaixar no ritmo da família, se forem calmos ele também será, mas se a família é do tipo esportiva, com diversas atividades ele também vai adorar.

O westie e mais conhecido aqui no Brasil como “cãozinho” da IG, por participar de uma campanha publicitaria de um provedor de internet, mas também é personagem de um desenho em quadrinhos, ideafix (cachorro de estimação de obelix um guerreiro gaulês).

A raça tem diversas características positivas, mas seu preço é um problema, podem passar de R$ 3.000,00, são meigos, inteligentes, adaptáveis, um pouco teimosos e de temperamento forte. Pense em tudo isso antes de comprar um filhote para você e sua família.

 

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Cavalo Marinho

 

 

cavalo marinho

Este peixe de água salgada, encanta os proprietários de aquários, exibem mimetismo semelhante aos cameleões, ou seja, podem mudar de cor e mexer um olho independente do outro, correm risco de extinção devido seu uso na medicina tradicional de alguns países. Populações de cavalos-marinhos foram ameaçada nos últimos anos pela pesca excessiva e a destruição do habitat.

Ele é utilizado na medicina chinesa tradicional, e aproximadamente 20 milhões são capturados a cada ano e vendidos para esta finalidade. Este peixe não é facilmente criado em cativeiro pois é muito suscetível à doença, e acredita-se que os “selvagens” têm melhores propriedades medicinais comparadas a cavalos-marinhos do aquário, são também utilizados como medicamentos pelos indonésios, filipinos e muitos outros grupos étnicos Os cavalos-marinhos são encontrados principalmente em águas rasas tropicais e temperadas em todo o mundo, e preferem viver em áreas abrigadas, tais como leitos de algas marinhas, estuários, recifes de coral ou mangues.

Os cavalos-marinhos caracterizam-se por uma cabeça alongada, com filamentos que lembram a crina de um cavalo, Nadam com o corpo na vertical, movimentando rapidamente as suas barbatanas. Algumas espécies podem ser confundidas com plantas marinhas, com corais ou anêmonas marinhas. Seu tamanho é de no máximo 15 cm, com peso entre 50 e 100 gramas. Como já mencionei, cria-los em cativeiro não e tarefa fácil, são sensíveis, por isso o aquário deve receber cuidados especiais, outro detalhe, não podem dividir o aquário com algumas espécies de peixe.

A reprodução desse peixe é fora do comum, pois é o macho da espécie que gera os filhotes. A fêmea, no momento da cópula, transfere os ovos de sua bolsa incubadora para dentro da bolsa incubadora do macho. A fecundação é interna, pois ocorre dentro da bolsa incubadora do macho, no momento que ele libera o esperma. Essa bolsa fica na região ventral da cauda. A gestação dura dois meses, geralmente na primavera.

No momento do nascimento, os ovos eclodem dentro da bolsa incubadora. O macho se contorce violentamente para expelir os filhotes, em média 500 por gestação. Os filhotes nascem com menos de 1 cm, transparentes. Apesar de sua fragilidade, já se tornam completamente independentes dos pais ao nascer. A primeira coisa que fazem é subir a superfície para encher as bexigas natatórias de ar, para que tenham equilíbrio ao nadar. Apenas 3% dos filhotes sobrevivem aos predadores naturais.

A menor espécie de cavalo marinho do mundo é o cavalo marinho pigmeu com apenas 13 milímetros de comprimento (1,3 centímetros). Em 2009, esta espécie, que pode ser encontrado em águas brasileiras e norte-americanas, recebeu o recorde do Guinness World Records para o peixe mais lento do mundo, ao nadar apenas um metro e meio por hora. Apesar de ter um corpo peculiar, possui guelras, bexiga natatória e barbatanas, tal como os outros peixes. Se você for criar de 2 a 4 cavalos marinhos então esse aquário precisa ser de 100 L.

Escolha colocar o aquário em um lugar onde o sol não bata com tanta frequência, no fundo coloque dolomita ou aragonita que ficam visualmente bonito. Se possível trate com água deionizada que é um tipo de tratamento no qual a água ganha cerca de 99% de pureza, criar cavalos marinho não é fácil, alem de ter uma manutenção cara. Sua alimentação é variada, podem se alimentar de artemias, além de pequenos vermes, moluscos, pequenos crustáceos e algumas espécies de plânctons.

O alimento normalmente é sugado pelo focinho tubular que possuem. Ainda sobre sua alimentação, é importante que vc saiba que ele só se alimente de animais vivos, e que estejam em movimento, por isso, quem cria cavalos marinhos, tem que criar também sua comida.

O cavalo Marinho fazia parte da mitologia grega, era filho de Poseidon, o deus dos mares, A parte superior de seu corpo era a de um cavalo com crina membranosa, e sua parte inferior era de um golfinho. Sua função era patrulhar os oceanos. São lindos, exóticos porém muito sensíveis, isso faz com que sua manutenção seja trabalhosa e cara. Caso você queira cria-los, o ideal é procurar um aquarista experiente e receber dele todas as dicas, quer ver seu pet preferido aqui, mande-nos um e-mail.

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Papagaio Verdadeiro

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Este é um dos psitacídeos mais conhecidos aqui no Brasil, e no mundo, mas esta popularidade tem um preco alto, o comercio ilegal, é muito inteligente, apresente facilmente a falar, e é simplesmente lindo, este é amazona aestiva, ou , simplesmente papagaio.

Outros nomes são: acamatanga, acumatanga, ageru, ajuruetê, ajurujurá, camatanga, curau, papagaio-comum, papagaio-curau, papagaio-de-fronte-azul, etrombeteiro, ou como é mais conhecido louro. É encontrada em todo o Brasil, no Paraguai, Bolívia e Argentina.

Mede de 35 a 37 cm. de comprimento e pesa cerca de 400g. Se distingue pela cabeça amarela, com azul-esverdeado na fronte e bochecha, narinas escuras, ombros vermelhos delineados com amarelo, asa com parte vermelha e extremos azul-escuro. Resto do corpo geralmente verde, mais claro entre o ventre e o rabo.

A situação desta espécie é avaliada como pouco preocupante, ela continua a ser comum em toda uma parte significativa da seu habitat e não há evidência de um declínio da população, apesar de estar sendo fortemente negociada de forma clandestina, os filhotes sao retirados dos ninhos ainda sem penas e transportados sem cuidado algum, o que leva a grande maioria a morrer.

Paradoxalmente, o comércio ilegal pode ter contribuído para a expansão do território deste papagaio. Está se tornando comum, por exemplo, no Rio de Janeiro, que não é uma parte da sua região histórica, isso se deve as aves que escaparam do cativeiro e agora vivem de maneira selvagem.

Sua alimentação na natureza é a base de castanhas, frutas silvestres e sementes, principalmente leguminosas. Em cativeiro são oferecidos, além da ração comercial, frutos, sementes e vegetais, quando filhotes, em cativeiro, precisam de cuidado redobrado, pois é necessária a monitorização da alimentação que deve ser dada diretamente na boca, até que ele tenha a capacidade de se alimentar sozinho. Na natureza, procuram seu alimento tanto nas copas das árvores mais altas, como em certos arbustos frutíferos. Ao subirem, utilizam o bico como um terceiro pé; usam as patas para segurar a comida, levando à boca. Gostam mais das sementes do que da polpa da frutas. São atraídosporárvoresfrutíferas como mangueiras, jabuticabeiras, laranjeiras e mamoeiros.

O papagaio Zé carioca, é o apelido do personagem criador por Walt Disney, seu nome original é Joseph Carioca, ele virou símbolo do Brasil no inicio dos anos 40.

O personagem foi criado no hotel copacapana palace,, no RJ pelo próprio walt Disney, durante a turnê pela americana latina, para muitos, isso fazia parte dos esforços dos estados unidos em reunir aliados durante a segunda guerra mundial (1939 – 1945)

Essa espécie atinge a maturidade sexual tarde, entre 4 a 5 anos de vida, neste período procuram formar um casal, que se torna fiel para o resto da vida

Nidificam principalmente nos troncos ocos de palmeiras e outras árvores; aproveitam-se de fendas pela decomposição,. 
A postura é em media de 4 ovos, que são chocados por 28 dias tanto pela mãe quanto pelo pai. Que também se revezam no cuidado com os filhotes, que dura até a próxima postura. sua reprodução acontece entre setembro e março, mas pode variar, dependendo da região,

Na natureza pode viver 80 anos, mas em cativeiro, dificilmente passa dos 20, por conta da alimentação inadequada e pelo confinamento em locais pequenos

Se você quer criar um papagaio em casa, saiba que ele é barulhento e pode ser um incomodo, além disso sempre procure um criador legalizado pelo IBAMA, não contribua para o comercia ilegal desta ave, lembre-se, centenas morrem durante o processo de captura, transporte e venda.

As plumas das papagaios. Possuem um alto valor de mercado. Elas são utilizadas para decoração, enfeitas de chapéus e para outros ornamentos e fantasias

Não é indicado para crianças pequenas, pois o papagaio tem um bico poderoso, que facilmente quebra uma castanha do para, então imagine o que pode fazer com a pele sensível de uma criança, caso se sinta ameaçado por ela.

Costumam gostar mais de uma pessoa da casa, que tem total libertada para pegar, apertar, colocar a mão no bico, etc, porém, pode ser violento com os outros, ele escolhe esta pessoa, e as vezes, não é quem o alimenta,

Resumindo, é uma ave linda, queemalgunslugarescorreriscodeextinção,sãovitimas da caça ilegal e do trafico de animais silvestres, aprendem rapidamente a falar, são barulhentos, por isso não são indicados para apartamento, e, se bem cuidados, podem viver por décadas.

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Beagle, o grande caçador.

Este pequeno hound (do inglês cão de caça ), tem uma historia muito antiga, existem referencias desde a Grécia antiga..

Os Beagles já tiveram diversos nomes. Até onde se pode encontrar em documentos eles já eram chamados de Beagle por volta de 1475 num trabalho de Walter Willian Skeat. Até na lenda do Rei Arthur existem menções aos Beagles, que naquela época eram chamados de Bracch, ou também de Kennett

A monarquia Inglesa sempre foi reconhecida por sua paixão por cães, especialmente os de caça, e evidentemente os Beagles eram um destes cães. Alguns dos amantes “monárquicos” da raça foram o Rei Eduardo II, o Rei Henrique VII e a Rainha Elizabeth I, cujo entusiasmo pelo Beagle de bolso (menor do que 23 cm de altura) ficou conhecido mundialmente.

No século 18 os cães de caça de coelhos praticamente desapareceram da Inglaterra, enquanto que os que caçavam raposas cresciam em popularidade. Alguns fazendeiros da Inglaterra, País de Gales e Irlanda, acabaram salvando a raça mantendo matilhas de Beagles.

Nos meados do século 19 o Reverendo Philip Honeywood restabeleceu a criação de Beagles, mas estes cães eram criados visando apenas a sua excelência no trabalho de caça. A aparência destes cães não eram um fator importante. Foi graças a outro inglês, o Sr. Thomas Johnson. que o Beagle se tornou no cão amável, alegre e curioso tal e qual amamos hoje em dia.

O Beagle é um cachorro musculoso, de pequeno para médio porte, com um faro apuradíssimo e uma capacidade de se engajar em aventuras que podem levá-lo a muitos problemas, então tome muito cuidado com portões abertos e durante os passeios, pois ele não vai pensar duas vezes em sair correndo.

A raça tem a fama de ser desobediente, destruidora, porém nada disso é verdade, com certeza  tem muita energia, por isso não deve ser criada em pequenos locais e tão pouco por pessoas sedentárias.

Porém para pessoas agitadas, inclusive crianças pois o beagle as ama, é a escolha perfeita, adoram correr, pular, brincar e estão sempre dispostos, independente da idade, cães idosos continuam com disposição para brincadeira, mas logicamente, com menor intensidade.

Raça extremamente rustica, de pelo curto, banhos são praticamente desnecessários  pois não tem cheiro forte, desde que você mantenha dentes e orelhas bem cuidados, porém podem ter alguns hábitos nojentos (obviamente para os donos e não para o cachorro) que alguns destes cães tem de se esfregar com o maior prazer em qualquer coisa malcheirosa e de preferência em decomposição.

Seu pêlo é de fácil manutenção sendo que alguns cães possuem o pêlo mais duro e áspero enquanto que outros chegam a ser verdadeiros bichinhos de pelúcia. Embora possa acontecer numa ninhada, Beagles branco e preto são raros (os filhotes que nascem desta cor normalmente se tornam tricolores ao crescer), e os totalmente brancos são raríssimos.

Se os donos tiverem os cuidados básicos na manutenção da saúde de seus Beagles, em especial para evitar a tendência natural de engordar destes comilões, eles envelhecerão com dignidade e serão relativamente saudáveis por toda a vida.

No entanto eles parecem ser susceptíveis a algumas doenças com maior freqüência. São elas: Infecções e fungos nos ouvidos, cataratas, epilepsia, hipotiroidísmo, e problemas de coluna. Para reduzir a chance do seu cachorro ter estes problemas é importante escolher com cuidado o criador (um criador sério não usa cães que apresentam doenças genéticas para reproduzir), prover bastante exercício para o cão, manter uma dieta balanceada e sem excessos, além de manter visitas regulares ao veterinário.

O padrão da Federação Internacional de Cinofilia diz que o cão deve ter no mínimo 33 cm e não mais do que 40 cm de altura na cernelha, já
o peso dos Beagles variam muito em função da altura,  inclusive porque eles são os verdadeiros glutões do reino canino, mas o peso ideal deveria estar entre 8 e 14 quilos.

Seu faro apurado e seu interesse por absolutamente tudo que seja comestível foram as fontes de referência para que cerca de 55 Beagles arranjassem um emprego no governo norte americano. É a Brigada Beagle, responsável pelo patrulhamento dos principais aeroportos dos Estados Unidos, fiscalizando e denunciando o contrabando de frutos, vegetais e outros alimentos proibidos no país.

Apesar do temperamento feliz e meigo, o Beagle não é uma raça para qualquer tipo de família. Eles demandam uma enorme quantidade de supervisão e interação. Precisam de muito exercício, são independentes, cheios de energia, precisam de muita companhia e de um dono firme e paciente, que compreenda a natureza deste cão.

Um filhote de Beagle nunca vai aceitar ficar preso por horas sem estímulo. Ele vai roer, bagunçar e destruir virtualmente tudo que ele encontrar pela frente afim de se manter ocupado. Se ele for trancado numa área pequena e sem brinquedos para se divertir, pode esperar por uma audição de “ópera” por horas a fio (provavelmente não será a sua ópera predileta). Uma opção para quem quer muito ter um Beagle, mas que tem que passar o dia todo fora, é comprar um outro Beagle para fazer companhia ao primeiro, mas será que a pessoa agüenta tanta energia, em dose dupla, ou tripla?

O mais famoso Beagle é o Snoopy, pense bem antes de lava-lo para casa, não se engane com o filhote, eu já vi centenas de filhotes de diversas raças, mas com a cara de carente, meigo e doce do  Beagle não existe igual.

padrão oficial:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo6/beagle.pdf

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