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Jangadeiro Animal

por Valdemar Pinheiro

O pequeno puma chamado abissínio

Por Valdemar Pinheiro em gatos

12 de setembro de 2016

Este belíssimo gato de corpo médio tem o pelo fino e suave e existe uma grande variedade de cores, como o azulado até o vermelho, os seus olhos e orelhas são um pouco largas, patas curtas e finas, e a sua cauda é longa! A aparência deste gato chama atenção, ele se movimenta de forma elegante lembrando até os seus primos felinos os  pumas .

O abissínio é um gatinho que vive bastante tempo, normalmente em torno de 15 anos. É um amigo que te acompanhará por boa parte da sua vida, por isso é importante saber se o perfil dele combina com o seu.

Ele é bastante ativo e brincalhão, mas também tem os seus momentos que o qualificam como o típico gato. Gosta de se deitar em locais confortáveis, de preferência na cama de alguém, e passar boa parte do tempo lambendo sua bela pelagem.

Mas em seus momentos, mas traquinas com certeza essa raça arranca muitas gargalhadas de você e da sua família.

Eles têm uma forma bem peculiar de manipular os brinquedos o que faz até parecer que eles tem ajuda de um polegar invisível. Justamente pelo abissínio ter esses momentos de tranquilidade e de atividade é que ele é classificado como uma raça equilibrada,o que faz com que ele seja adorado por muitos criadores de gatos.

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Ele é considerado o Puma miniatura do reino dos gatos de estimação e não é difícil imaginar o porquê, além da sua forma elegante de se movimentar o seu corpo têm a musculatura bem definida, a pelagem curta e, sobretudo, a cor ruddy, que é a mais comum dessa raça e a peculiar marcação batizada de ticking, caracterizada pelo efeito pontilhado gerado pelos fios que mesclam faixas em tons claros e escuros, o tornam realmente semelhante ao grande felino selvagem. A origem da sua especial aparência não é certa. acredita-se que a raça tenha se desenvolvido naturalmente em regiões da costa do Oceano Índico e em partes do Sudeste da Ásia.

Sua semelhança com felinos desenhados em templos de Núbia, no Egito, e com exemplares mumificados encontrados em tumbas datadas de 2.000 a.C., levam a crer que o Abissínio descende dos gatos sagrados do antigo Egito. Não se sabe ao certo qual é a sua origem, ,mas sabemos que o abissínio como é conhecido hoje foi desenvolvido na Grã-Bretânia,é lá que a história moderna do Abissínio começa. Teria sido levado para lá por soldados ingleses que retornavam da Guerra da Abissínia, ocorrida de 1867 a 1868 e em 1882 foi reconhecido oficialmente como raça. No início do século 20, exemplares da raça foram exportados para os Estados Unidos, dando início à criação oficial fora do domínio britânico, logo depois esta raça conquistou o mundo, e apesar de aqui no Ceará ainda não ser uma das raças mais populares,ele se adaptaria muito bem ao nosso clima. Apesar de não estar entre os gatos mais criados do mundo, o Abissínio garantiu seu espaço . Na Grã-Bretanha, segundo os dados da Governing Council of the Cat Fancy (GCCF), que principal entidade britânica do segmento,  a raça se mantém há vários anos entre as 15 que mais registram filhotes anualmente.

Nos Estados Unidos, sua popularidade é ainda mais significativa. No maior órgão gatófilo norte-americano, a Cat Fanciers’ Association (CFA),  o Abissínio é há pelo menos seis anos consecutivos a 5º a raça em número anual de nascimentos declarados.Apesar de nos EUA já fazer sucesso aqui no Brasil ele ainda está em processo de divulgação, aos poucos as pessoas vão conhecendo e se encantando!

Mas não é difícil se encantar com esse gato,  de acordo com o livro “Kitten Buyer’s Guide” de Carolyn Osier, os Abissínios são muito inteligentes, gostam de estar com o dono e são extremamente  curiosos, leais e companheiros. Diferente da maioria dos gatos,ele é apaixonado pela água, falando assim é até difícil de acreditar, mas é verdade, eles adoram tomar banho ,se o dono manter esse costume em sua rotina,se tornará um hábito ainda mas prazeroso tanto para o dono quanto para o gato. Tem voz suave e é bastante silencioso, não costuma miar sempre, só quando se sente extremante ameaçado ou irritado.

Outra característica peculiar desta raça é que o macho assume as tarefas com os filhotes quando a mãe se ausenta, isso não é comum com a maioria dos gatos, essas características fazem com que alguns acreditem que o Abissínio é um tipo diferente, como se fosse uma gato aperfeiçoado.

 

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Peixe Leão

Por Valdemar Pinheiro em Peixe

01 de agosto de 2016

Peixe exótico é nativo dos oceanos Índico e Pacífico, venenoso, guloso  e lindo, este é peixe leão.

peixe leão

fonte:  fotosdanatuureza.blogspot.com.br/2009/12/peixe-leao.html

Vivem sempre próximos a recifes de coral, também conhecidos como peixe dragão e peixe escorpião.

Encontrados no   Mar do Caribe e no Oceano Atlântico, como espécie invasora, no Caribe transformou-se  em um grande problema, pois  não possui predadores naturais,  e tem um apetite voraz.

Esta invasão também já foi detectada aqui no Brasil, e é preocupante.

Isso ocorre porque pessoas adquirem o peixe e depois arrependem-se  soltando-o no mar, sem predadores a reprodução acontece rápido e o prejuízo ecológico também.

Manter um peixe leão não é tarefa para iniciantes.

Calcule o tamanho do tanque para as espécies de peixe leão. Quanto maior for o peixe, maior o aquário deve ser.  Mas sábia que um exemplar adulto pode passar dos 40cm de comprimento, neste caso, seu aquário terá que ser maior que 500 litros

O sistema de filtragem é fundamental para a saúde do peixe leão.

Instale um sistema de filtragem eficiente e troque a água com frequência para remover todos as impurezas, eles comem muito e produzem uma grande quantidade de resíduos. O melhor sistema de filtragem para o seu tanque depende do que você tem nele. Tanques de água salgada são muito delicados e o sistema de filtração errado poderá ferir ou matar o seu peixe.

Adicione um substrato macio para o fundo do tanque, pois o peixe-leão tem uma barriga delicada que é facilmente arranhada ou cortada por substratos rígidos parecidos com rochas

Mantenha a temperatura do aquário em 24 e 26 graus, com um nível de pH 8,1 a 8,4. Use um termômetro para controlar a temperatura e um medidor de pH dentro do aquário..

Como já foi mencionado, é um animal complicado de se manter, grandes variações de temperatura e pH, vão matar o peixe leão em questão de horas.

Outro problema são seus espinhos, que ele não excita de usar, tanto para caçar ou para se defender de predadores, por isso todo manuseio deve ser feito através de redes.

Seu veneno não é letal para os humanos, mas causa dor, inchaço, irritação e em alguns casos febre e ate desmaios exigindo hospitalização da vitima.

O veneno dos peixes-leão é constituído de proteínas que são vulneráveis ao calor, por isso em caso de acidente, coloque  o local afetado em água morna (43-45ºC) por 30 a 40 minutos ou até a dor diminuir.

Como são peixes de recife, você terá que propiciar algo semelhante em seu aquário, use rochas para fazer cavernas, o peixe leão vai sentir-se mais a vontade tento um lugar seguro para se esconder, caso algo o assuste.

Devido a seu famoso apetite, não pode conviver com peixes menores, é quase certo que virem a próxima refeição.

Até existem relatos de peixes leão mansos, convivendo bem com espécies menores, mas o ideal é não arriscar. Apesar disto, ele é muito calmo e tranquilo, convivendo tranquilamente com corais e outros peixes…. que não caibam na sua boca.

Sua alimentação também é algo complicado.

Muitos criadores usam peixes de agua doce vivos, como principal forma de alimenta-los, pois são baratos, entretanto esta dieta já se mostrou inadequada, causando a morte prematura do peixe leão, o ideal são camarões e peixes marinhos pequenos, com alguma paciência eles podem comer file de peixe marinho e até ração industrializada.

Caso isso ocorra, sinta-se privilegiado, pois a maioria dos criadores de peixe leão, acabam tento que também criar sua alimentação, e isso requer um grande trabalho extra.

Existem centenas de variações de tamanho, formas e cores, uns mais mansos, outros mais agressivos, o ideal é procurar uma loja especializada e consultar antes de comprar seu exemplar

Além de todo trabalho com seu manejo, é um animal caro, podendo variar de R$ 600,00 até 5 Mil reais.,.

A beleza e o perigo do mar combinam com o peixe leão, cria-lo requer cuidados específicos.  Com certeza não é um peixe pra qualquer um, mas sua beleza exótica vai deixar seu aquário com um colorido único.

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Burmes

Por Valdemar Pinheiro em gatos

29 de junho de 2016

Esta raça é originária da Tailândia (antigo Sião) e de Burma (Myanmar), sudeste do continente asiático. Mas não pode ser confundido com o sagrado da Birmânia, pois são duas raças bem diferentes.

 

burmes 1

As primeiras referências citadas sobre estes gatos encontram-se em manuscritos do século XIV e XV, que são provenientes principalmente da antiga capital do Reino de Sião, Ayuthaya.Existem várias histórias do século XV relacionadas a essa raça nos mosteiros birmanos, com o nome de “Rajá”.

Por volta de 1930 um médico militar levou o primeiro Burmês da Birmânia para São Francisco, nos Estados Unidos. O nome do exemplar era Wong Mau, uma fêmea. Nos Estados Unidos começaram os esforços para realizar os cruzamentos com intuito de aumentar a quantidade de exemplares. A raça foi oficialmente reconhecida na década de 1950.

Na Inglaterra,o primeiro Burmês chegou por volta de 1949, e seu desenvolvimento já foi diferente e por consequência disso, eles diferem dos americanos.

Os exemplares britânicos tendem a ter uma aparência mais oriental, apresentando um rosto triangular, enquanto os americanos têm aparência mais atarracada, com um formato mais arredondado no rosto, na cabeça, nos olhos e nos pés, além de terem bochechas mais cheias, lembrando a aparência de um cão da raça Pug.
As diferenças, porém, ficam apenas na parte estética, o temperamento é igual.

Os gatos adultos podem apresentar entre 4 e 7 kg, aproximadamente. De acordo com o padrão da raça, seus olhos apresentam coloração em tom de amarelo ou ouro. A pelagem é brilhante e sedosa. A coloração era originalmente marrom-escuro, mas anos de cruzamentos seletivos produziram uma grande variedade de cores e padrões.

Orelhas médias e largas na base e arredondadas nas extremidades, ligeiramente inclinadas para frente.

burmes 3Suas patas posteriores são ligeiramente mais compridas do que as anteriores. Possui uma boa estrutura óssea além de uma musculatura robusta. Seus pés possuem um tamanho médio e são ovais.

Está procurando uma raça que seja paciente com as crianças? Sua procura acabou!

Bastante tranquilos, perfeitos para quem mora em apartamento, os burmes praticamente não emite sons, nem mesmo as gatas na temida época do cio..

Amigável e sociável, se dá bem com todos, até mesmo com estranhos.

Os felinos, em sua maioria, são reservados com estranhos,mas o Burmes não, permitem ser acariciados, e alguns, até deitam no colo da visita, para receber carinho.

Parece um cachorro, segue o dono por toda parte, e se for ignorado, imediatamente pula no colo.

Gostam de explorar os ambientes.Tudo o que se mexe ou faz algum barulho desperta seu interesse. Por ter um corpo musculoso e forte, o Burmês adora subir em lugares altos e surpreender alguém que esteja desavisado. Apesar de ser divertido quando é filhote, é importante colocar limites desde pequeno para que ele não vire um gato inconveniente.burmes 2

Como é muito carente, o ideal é que se tenha outro pet para lhe fazer companhia. Tanto faz ser cachorro ou gato, ele vai adorar!

Lembram também os cachorros no que diz respeito a obediência. Adoram aprender truques, buscam objetos arremessados e devolvem para seus donos, tudo em troca de petiscos e carinhos.

Quem tem um em casa sabe, ele mantém seu espirito brincalhão e ativo, até mesma na fase adulta.

Até hoje não se registrou nenhum problema de saúde que seja característico da raça, sendo seus exemplares considerados saudáveis e resistentes.

Apesar de ser calmo e tranquilo, vira uma fera se alguém que ama for ameaçado ou atacado, sendo mais uma característica canina.

Por isso cuidado!Ele pode interpretar um abraço mais forte de uma amigo seu, como uma agressão e neste caso, ele ataca! Como é pesado (podendo chegar a 7 kgs) vai machucar.
São destemidos e fortes!

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KORAT.

Por Valdemar Pinheiro em gatos

03 de março de 2016

Em seu pais de origem, a Tailândia, tem a fama de trazer boa sorte aos recém-casados, muita antiga, com registros deste o século 14, sua característica mais marcante, a pelagem azul, este é o Korat.

Como toda raça antiga, suas verdadeiras origem se perderam no tempo..

A raça esta descrita no livro “O gato, livro de poemas: escrito entre 1.350 a 1767, nele podemos encontrar uma descrição linda do Korat, parte do poema diz:

“Os pelos são macios sem raízes, Como nuvens e pontas como prata. Os olhos brilham como gotas a cair na folha de uma flor de lótus.”

Este livro apresenta os dezessete gatos tailandeses da “boa sorte”, incluindo o Korat e o Siamês, e está atualmente na Biblioteca Nacional de Bangkok

Acredita-se que o nome desta raça foi dada pelo rei Rama V que teria perguntado ao avistar pela primeira vez um exemplar : “Que belo gato, de onde é? A resposta que recebeu foi Korat, que é o nome de uma província tailandesa.

Ocupa lugar de destaque na cultura e tradição da Tailândia.

Símbolo de prosperidade, saúde, boa sorte, respeito e apreço. Sua cor simboliza a riqueza e seus olhos, boas colheitas. Um casal de Korats, dado a uma noiva, garante um casamento sólido e feliz.

Na Tailândia a raça não pode ser vendida, apenas dada, em sinal de respeito e apreço.

A norte americana Jean Johnson, é creditada como desenvolvedora da raça, fora da Tailândia, ela viveu por seis anos em Bangkok, onde tentou, sem sucesso, , por diversas vezes, comprar um casal de Korat, pois como acabei de falar, ão são vendidos por lá, apenas doados. Em 1959, quando ela e seu marido voltaram para os Estados Unidos, foram presenteados com um par de Korats – os irmãos Nara e Dara, que foram cruzados com Siameses azuis, vindos também da Tailândia.

Assim nasceu a linhagem ocidental do Korat.

Mas, com apenas 4 gatos, a limitação genética impediu seu crescimento, somente em 1966, outro criador, conseguiu comprar 9 exemplares puros, em Bangkok, isso foi fundamental para o perfeito desenvolvimento do Karat,

Hoje a raça é aceita em todas as associações felinas, vamos conhecer agora suas características físicas, comportamentais, problemas de saúde e cuidados.

Sua cabeção tem o formato de um coração, por isso é dada para a noiva para trazer boa sorte no casamento, seu desenvolvimento é lento, podem levar at´5 anos para atingir a maturidade completa. As orelhas são grandes e largas na base. Estão situadas no alto da cabeça, dando ao gato uma expressão alerta.

Seus olhos passam por 3 cores durante a vida, nascem azuis, na juventude são amarelo âmbar e quando completamente adultos, ficam verdes.

O Korat é um gato de pequeno pra médio, seu peso máximo é de 4Kgs, mas a maioria tem 3Kgs, seu corpo, tem aparência delicada e delgada, não perece ter o peso que tem, muitos surpreendem-se ao tentar levanta-lo. A única cor aceita é o azul, sem qualquer outra marca

Tem uma agilidade excepcional e é um alpinista nato, graças às suas pernas musculosas é capaz de realizar grandes saltos com pouco esforço aparente.

Ele é carinhoso e brincalhão, seu nível de atividade é alto, adoro pular, correr, escalar, apesar disso são bem caseiros, sem aquela necessidade de passeios noturnos, se dá muito bem com cães, já com outros gatos, pode haver problema, uma vez que gosta de ser o líder e ter a preferencia do seu dono,

Prefere a companhia dos adultos e crianças mais velhas, Seu lugar preferido? O colo do seu dono.

Sei que a maioria dos felinos tem a fama de adorar ficar sozinho, o Korat não, quer sempre estar junto dos membros da família, vocalizam com frequência para expressar suas vontades, inteligente, aprende rapidamente hábitos dos seus donos, como por exemplo ligar o fato de pegar a chave do carro a sair, pode ser que nesta hora, ele queira ir junto.

Por isso é fundamental providenciar companhia para um Korat, de preferencia um cachorro, de temperamento calmo..

Geralmente é um gato saudável e apenas três doenças hereditárias são conhecidas: Gangliosidose GM1 e GM2. Infelizmente, ambas as doenças são fatais e regidas por mutações genéticas recessivas, portanto, um gato deve herdar o gene defeituoso de ambos os pais para desenvolver a doença. A outra é a Doenças de armazenamento lisossômicas: são causadas por uma ausência de enzimas que são necessárias para executar as funções metabólicas. É uma doença rara e fatal

Por ter pelo curto, os cuidados são mínimos, escovação e corte de unhas quinzenais e banho somente quando necessário.

Trata-se de uma raça rara no mundo todo, e ainda hoje, na Tailândia, é praticamente impossível comprar um exemplar.

 

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Persa

Por Valdemar Pinheiro em gatos

11 de novembro de 2015

Seu reinado no mundo felino não é recente, vem deste a primeira exposição moderna de gatos, realizada em 1871, no Crystal Palace de Londres.

Pietro Della Vale, um viajante italiano, estava na Pérsia (atual Irã), ficou impressionado com a beleza dos gatos que andavam pelas ruas, resolveu levar alguns exemplares para a Europa, foi sucesso imediato, os italianos ficaram maravilhados com sua pelagem macia e brilhante.

Outros viajantes trouxeram os gatos persas e angorás para a França e depois Inglaterra, o que acabou lhe dando o nome de ‘gatos franceses’ por vários anos.

Esses gatos rapidamente se tornaram populares na Grã-Bretanha.

Logo em seguida foi feito um trabalho de melhoramento genético visando se obter maior variedade de cores e padrões de pelagem, hoje existem mais de uma centena de cores para o gato persa.

Chegaram na América por volta de 1800, e seu sucesso também foi rápido.

Usando padrões britânicos como um ponto de partida, os criadores norte-americanos iniciaram seus próprios programas de melhoramento para refinar a pele, cor e estrutura. Logo, o persa americano desenvolveu um estilo muito próprio e evoluiu para o tipo que vemos hoje em dia.

Se você quer um gato que corra e pule igual pipoca não compre um persa.

Ele é um companheiro perfeito, se você gosta de gato com temperamento calmo e doce. No entanto, não espere usa-lo como peso de porta peludo. Gosta de brincar entre os períodos de descanso. Os criadores dizem que os ele não merecem a sua reputação de “móvel com pelo”,

Persas são dedicados aos seus seres humanos, mas podem ser seletivos para dar essa honra.

Você deve conquistar sua confiança, adora carinho e amor , mas não perseguira você por atenção como algumas raças fazem. No entanto, sabe mostrar toda sua insatisfação, caso não receba a devida atenção daqueles que ama.

Ter um persa vai consumir algumas horas do seu dia, principalmente para manter sua pelagem brilhante e sem nos, .

Esta tarefa, que deve ser diária, além de manter a beleza do seu gato, tem outra função, interação, os persas simplesmente adoram ser escovados, muitos dormem durante todo o processo.

Adora crianças, principalmente as calmas, pode passar horas deitado no colo recebendo carinho, todavia, se as brincadeiras começam a ficar agitadas, foge rapidinho.

Apesar de não ser ativo, todo cuidado é pouco, são curiosos, não é raro acontecer acidentes desagradáveis e as vezes fatais, em apartamentos, e casas com piscinas, use telas de proteção

Na hora da compra do filhote, que é simplesmente lindo, saiba se o criador tem controle da doença renal policística, conhecido pela sigla PKD .

De origem genética e hereditária, é autossômica dominante: ou seja, os gatos não se tornam portadores, transmitindo para gerações posteriores: ou eles tem PKD ou não. Portanto, se forem negativos, não transmitirão a doença para sua descendência.

Outro problema do persa é a obesidade, a combinação de excesso de alimentação aliado a sua já mencionada baixa atividade, pode ser fatal.

São gatos silenciosos, seus miados são baixos e discretos, mais um motivo para a raça ser a preferida por pessoas que moram em apartamento.

Para muitos, o Garfield é um persa, mas, segundo seu criador Jim Davis, ele não tem raça definida, é apenas um gato domestico laranja.

Ao perceber que havia uma grande quantidade de tiras sobre cachorros, decidiu que seu principal personagem seria um gato. Ao lembrar-se de sua infância na fazenda, onde possuía 25 gatos como amigos de estimação, resolveu que seu herói teria o seu próprio humor, que é um tanto quanto fora do padrão.

O Garfield pode até não ser um persa, mas sua preguiça, inteligência e astucia lembram demais esta linda raça

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São Bernardo

Por Valdemar Pinheiro em Cães

13 de outubro de 2015

Está raça era criada em um monastério dos alpes suíços deste 1660, foi desenvolvido a partir de cães das tropas romanas, que controlavam a região, segundo historiadores suas funções eram fazer a guarda do monastério, e missões de resgate, que iniciaram-se no século 18.

Era sua tarefa encontrar vítimas soterradas e buscar auxílio junto aos monges caso o acidentado não pudesse mover-se.

Para tal,  era preciso de um cachorro forte, destemido e com uma pelagem que servisse de isolante térmico, e na busca destas características os monges chegaram ao São Bernardo que conhecemos hoje.

As missões de resgate envolviam quatro caninos, nenhum deles usando o pequeno barril no pescoço conforme aparece em fotografias e filmes: ao encontrar um soterrado, dois cães deitavam-se ao lado dele para aquece-lo, um tentava reanima-lo lambendo-lhe a face e o último retornava ao monastério em busca de ajuda.

De todos os cães criados e treinados pelos monges, um tinha grande destaque, seu nome era Barry, um destemido anjo dos Alpes, outro nome pelo qual o São Bernardo também é conhecido, BARRY salvou mais de 40 vidas.

Quase foi extinto durante as guerras mundias, para evitar que a raça desaparecesse, devida a consanguinidade dos exemplares que sobreviveram, os monges foram obrigados a cruza-los com outras raças, a principal delas, o terra nova,. Foi a partir deste cruzamento que surgiu a variedade de pelo longo.

Os monges enviavam todos os cães de pelo longo para outros criadores, porque, sua pelagem não era adequada para o trabalho de salvamento, uma vez que acumulava umidade.

Com o desenvolvimento da região e a construção de estradas, o São Bernardo perdeu sua função, mas continua sendo criado pelos monges, apenas para manter a tradição no monastério, mas felizmente já encontraram diversos admiradores pelo mundo todo o que garantiu a sobrevivência e popularidade da raça, prova disso são as inúmeras aparições da raça em filmes como beethoven (1 e 2) e Peter Pan.

Há exemplares da raça que apresentam as variações de vermelho e branco e marrom amarelado e branco. Os São Bernardos devem apresentar manchas brancas nas patas, na ponta da cauda, na linha superior do focinho, na testa e na nuca.

É comum e desejável ainda que toda a parte ao redor do pescoço, também chamada de colar, seja totalmente branca

A altura mínima dos cães machos é de 70 centímetros e das fêmeas é de 65 centímetros, podendo pesar até 95kg.

Devido ao seu tamanho pode desenvolver a displasia coxo femural, para evitar isso, deve-se escolher bem os pais do seu filhote, e evitar pisos lisos, também podem ter torção gástrica, portanto só de água uma hora antes e depois da comida.

O São Bernardo é paciente e gentil com crianças, e por conta do seu tamanho e força aguentam firme as brincadeiras pesadas.

Dedicado a sua matilha humana, aceita bem os amigos de seus donos, mas na sua ausência, vai defender o território contra invasores, prefere latir intimidando, para evitar confronto, caso o desconhecido insista, ataca, na rua, durante os passeios é um boa praça, faz amizade com qualquer um, é considerado a raça mais sociável do mundo.

Tem um nível de atividade moderado, se morar em uma casa com um quintal grande, não precisa passear para gastar energia.

A raça desenvolveu forte instinto, ou seja, toma decisões por conta própria, isso pode ser um problema para pessoas que queiram um cachorro obediente, o São Bernardo não é burro, apenas gosta de resolver seus problemas da sua maneira particular.

Como toda raça gigante, o filhote tem um crescimento acelerado, por isso tem que receber um acompanhamento cuidadoso, especialmente quanto aos ossos, musculatura e articulações, no entanto, qualquer suplementação de vitaminas e cálcio só deve ser feita com a orientação do veterinário, uma vez que o excesso destes componentes também causam problemas.

Os filhotes devem receber limites assim que chegam na sua nova casa, porque esta tarefa vai ficar praticamente impossível, quando ele ficar adulto, com mais de 90Kg.

Ele gosta do frio, aqui no Ceara irá sofrer com nosso clima, exceto as serras, como Ubajara e Guaramiranga, onde o clima ameno vai deixa-lo bem a vontade, sua pelagem, seja da variedade longa ou curta, tem que ser escovada semanalmente, um detalhe, todo São Bernardo baba constantemente.

Pena que o São Bernardo não gosta do nosso calor, quem não gostaria de ter um beethoven em casa?

Padrão completo:

http://www.cbkc.org/padroes/pdf/grupo2/saobernardo.pdf

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O mangalarga marchador.

Por Valdemar Pinheiro em Cavalos

21 de setembro de 2015

O mangalarga marchador é uma raça de cavalos descendente dos Alter-Real, que chegou ao Brasil por meio de nobres da Corte portuguesa e, após, cruzada com cavalos de lida, em sua maioria advindos da raças ibéricas (berberes), que aqui chegaram na época da Colonização do Brasil.

Segundo a tradição, em 1812, Gabriel Francisco Junqueira (o barão de Alfenas) ganhou de D. João VI, um garanhão da raça Alter-Real e iniciou sua criação de cavalos cruzando este garanhão com as éguas comuns da Fazenda Campo Alegre, situada no Sul de Minas entre os municípios de Cruzília e Luminárias.

Como resultado desse cruzamento, surgiu um novo tipo de cavalo que foi denominado de Sublime pelo seu andar macio.

Esses cavalos cômodos chamaram muito a atenção, e logo o proprietário da Fazenda mangalarga trouxe alguns exemplares de Sublimes para seu uso, em Petrópolis, próximo à Corte no Rio de Janeiro. Rapidamente tiveram suas qualidades notadas na sede do Império – principalmente o porte e o andamento – e foram apelidados de cavalos mangalarga  numa alusão ao nome da fazendo onde eram criados.

Além da marcha suave, o mangalarga marchador é rustico, resistente e elegante, graças a sua extrema inteligência é amplamente utilizando na lida com o gado, esportes e equoterapia.

Característica que dá nome à raça, sua marcha  é única e consiste em um passo acelerado, por isso, não há suspensão. Bastante confortável, o animal transmite pouco impacto ao cavaleiro, diferentemente dos cavalos de trote.

Ao marchar, traceja no ar um semicírculo com os membros anteriores e usa os posteriores como uma alavanca para se impulsionar. Ele alterna diagonal e lateralmente os apoios, e entre eles acontece o tríplice apoio, momento em que três patas tocam o solo ao mesmo tempo

Ele é forte e musculoso, mas demonstra leveza em seus movimentos. A cabeça deve ser triangular e o pescoço piramidal. O tronco é forte, com costelas bem arqueadas. Sua altura mínima é de 1,47m e máxima de 1,57m, sendo 1,52m considerado a altura ideal. O stud book da raça permite todas as cores, com exceção da albina..

Você sabia que o mangalarga marchador entrou para o Guiness Book, o livro dos recordes?

Em maio de 1991, três cavaleiros e seis animais da raça fizeram uma cavalgada do Oiapoque, no Amapá, ao Chuí, no Rio Grande do Sul, com retorno a São Paulo, em julho de 1993. Foram dois anos e mais de 19 mil quilômetros percorridos. Uma demonstração da incrível resistência destes animais e uma ótima estratégia de marketing para a raça..

Segundo a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM), a raça vem se destacando nas cavalgadas e passeios ecológicos, sendo muito empregada no turismo rural. Pela sua docilidade, pode ser montada por crianças e amadores de todas as idades.

Outro ponto de destaque é a boa performance da raça na lida com o gado ao ponto da associação investir em exposições em conjunto com os criadores da raça Nelore. Já no campo esportivo, o mangalarga marchador se sobressai nas provas de três e cinco tambores,  baliza,  team penning,  cavalgadas e nas provas funcionais (competições que simulam atividades diárias do campo, como a abertura de porteira, o recuo, o salto, etc.)

O mangalarga marchador é um dos cavalos mais difundidos no Brasil.

Desde 1950, quando a ABCCMM começou o registro dos animais, já foram cadastrados mais de 390 mil animais, tornando-a a maior associação de equinos da amarica latina. Os Estados que mais concentram exemplares da raça são Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Espírito Santo..

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Qual a diferença entre proteção e doença??

Por Valdemar Pinheiro em Cães, gatos, pássaros

19 de maio de 2015

Qual a diferença entre ser protecionista ou doente?

Sim, doente, existe um problema psicológico em pessoas que acumulam animais, confinando-os em locais apertados, fechados, sem estrutura, com intenção de salva-los.

Existem casos de “protetoras” com dezenas de cães e gatos em casa, que não querem doar um determinado animal “porque se apegou demais”, isso é doença.

O problema é que muitos não enxergam isso, pior, ajudam, sem as vezes conhecer o local e a real situação destes verdadeiros depósitos.

Não existe maldade no ato destas pessoas, mas não conseguem enxergar limites, prejudicando, inclusive, sua própria saúde, física e mental.

Na realidade não temos como salvar todos os animais abandonados, agredidos, atropelados ou doentes da nossa cidade, não existe saúde para a população, que dirá para cães e gatos.

Basta ver os jornais, seres humanos jogados em corredores de hospitais da cidade, sem atendimento, remédios e dignidade.

O verdadeiro protetor tem a consciência de, por exemplo, ter uma quantidade  de animais que possibilite o bem estar de todos da casa, não recolher um animal com suspeita de virose, pois isso pode matar os que ela já estão recolhidos, ficar feliz e facilitar o processo de adoção, por mais que tenha “apego” a este ou aquele.

Porque quando um animal é adotado, ganha um lar, uma família para cuidar, amar e zelar, abra-se uma vaga, para outro que esta sofrendo na rua.

Os animais não tem voz, até por que, por incrível que parece, existe briga entre os grupos de proteção, por discordância entre alguns pontos, como por exemplo, a eutanásia em caso de calazar (confirmado por exame com contra prova), sem união, mesmo com divergência em pequenos casos, este quadro nunca vai mudar.

O problema é fácil de resolver, a castração é a solução, um projeto de unidades moveis é sucesso em diversas cidades do Brasil, em pouco mais de 10 anos, a população de animais nas ruas caiu, em alguns casos, 80%.

Mas falta força e união entre estes grupos, que apesar de terem uma causa em comum, parecem ser inimigos mortais, inclusive com ofensas e acusações quase sempre sem provas.

As eleições estão ai, ano que vem, vamos escolher prefeito e vereadores, quem sabe, a união possa fazer com que um candidato, que realmente é comprometido com a causa animal, (sem ser um aproveitador) seja eleito, ai sim, com a ajuda do poder publico, possamos evitar tanto sofrimento e dor.

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Chartreux – o gato azul da França

Por Valdemar Pinheiro em gatos

20 de março de 2015

A história da raça Chartreux pode ser até mesmo levada em consideração como uma lenda. Seus antepassados chegaram à França, vindos de locais distantes como a Síria e o Irã, trazidos pelos cavaleiros que regressavam das cruzadas.

chartreux

Contam os historiadores e especialistas na raça, que o Chartreux viveu e ainda recebeu este nome dos monges Cartuxos da França e teriam compartilhado com eles o famoso licor ali fabricado.

Uma recente pesquisa indica que por conta  de sua aparência e pelagem,  recebeu este nome devido a uma lã espanhola muito conhecida no início do século XVIII.

Já esteve a beira da extinção, em meados do século XVII, isso porque, além de sua pelagem ser sedosa e belíssima, muito apreciada para fazer roupas, sua carne também era aproveitada como alimento em tempos de escassez. No entanto, graças a duas freiras apaixonadas pelo Chartreux, a raça sobreviveu, pois começaram a criar e cuidar das ninhadas novas.

Estas freiras passaram então a reprodução seletiva da raça, o casal mais famoso se chamavam Marquise e Coquito. Foram estes gatos que formaram então o núcleo de seu programa de criação, e uma das gatinhas da primeira ninhada foi a primeira  Chartreux a obter o título de Campeã internacional.

Ela foi considerada a mais estética da exposição do Clube de Gatos de Paris, no ano de 1931 e os seus descendentes também foram campeões nacionais e internacionais. No ano de 1939 foi então reconhecido o primeiro standard da raça, e o famoso gato azul da França passou a ser mais conhecido e representado na Europa Ocidental, depois disso ganhou o mundo.

Sua cabeça é grande e arredondada, os olhos expressivos, arredondados e abertos. Sua cor vai do cobre ao ouro,   corpo robusto, com ombros largos e peito profundo, sua estrutura óssea é forte, contando com uma massa muscular sólida e densa. Os machos pesam entre 6 e 8 k e as fêmeas entre 3 a 5 kg. A cauda deverá ter um comprimento moderado e é grossa em sua base, afilando-se ligeiramente em direção á ponta oval, possuindo a característica viva e flexível. as pernas são relativamente curtas, contando com uma ossatura fina, direitas e fortes. Seus pés são arredondados e de tamanho médio.

E um gato bastante dócil, afetuoso, amável, brincalhão, com uma forte personalidade, além de ser muito alegre e independente. Com o seu olhar doce e seu pelo lanudo, costuma cativar qualquer pessoa logo no primeiro instante..

Silencioso e sensível, raras vezes é possível o ouvir miar, costuma apresentar uma série de características típicas de um cão, como por exemplo seguir seu dono por toda parte da casa.

Como é um gato de pelo curto e grosso, requer pouca manutenção, mesmo assim é importante realizar uma escovação  semanal, isto evita a formação de bolas de pelo no estômago do gato.

As orelhas também merecem especial atenção, esta raça produz uma quantidade maior de secreção, por isso uma vez por semana, devem ser limpas.

São animais que gostam de viver em locais calmos e tranquilos, podem ficar estressados e ate agressivos caso isso mude repentinamente. De modo geral são sociáveis.

Como é muito calmo, não gosta de crianças agitadas e barulhentas, o chartreux, na verdade, prefere companhia adulta, mas pode se dar bem com qualquer um, independente da idade, se for uma pessoa tranquila.

Não existe noticia do Chartreux aqui em nosso estado, não é uma das raças mais caras, seu valor é parecido com o popular persa, aproximadamente R$ 1.200,00

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Ragdoll, o doce gigante.

Por Valdemar Pinheiro em gatos

15 de dezembro de 2014

São grandes e amáveis, alguns criadores falavam que a raça tinha genes humanos, eram imunes a dor e ao medo, este é o Ragdoll.

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A História do Ragdoll é cheia de controvérsias, mitos e fatos geneticamente improváveis, mas não encontra divergências em um ponto: A raça não existiria se não fosse por Ann Baker.

Em 1963, uma gata de nome Josefine, branca, grande, semelhante a uma angorá, porem muito arisca, foi atropelada, teve muitos ferimentos e perdeu um olho, quando ficou curada, mudou seu comportamento, tornando-se meiga, carinhosa e caseira..

Josefine então teve sua primeira ninhada em casa, e Ann Baker, percebeu que seus filhotes herdaram o temperamento da mãe, Curiosamente ficavam completamente relaxados no colo das pessoas, como bonecas de pano (daí a origem do nome Ragdoll).

Ann passou a acompanhar periodicamente as crias de Josephine e interessou-se por alguns de seus filhotes. Escolheu três deles (um macho e duas fêmeas) sobre os quais o perfil do Ragdoll começou a ser o traçado..

Ann promovia a raça em programas de TV, entrevistas e jornais através do mito de que o Ragdoll havia sofrido uma mutação genética tornando-se diferente, imune à dor, mole e relaxado, isso devido ao atropelamento de Josephine. Também dizia que a raça era produto híbrido de experiências genéticas com outros animais e possuía até mesmo genes humanos (fato geneticamente improvável, ainda mais para a época). Ann patenteou o nome Ragdoll e passou a cobrar direitos das pessoas que começaram a criar a raça. Mais tarde decidiu cobrar uma porcentagem sobre a venda de cada filhote.

Por conta de tantas extravagancias a raça quase foi extinta, mas alguns não desistiram e continuaram firmes na criação, foi oficialmente reconhecida em 1993.

Ragdolls são muito mais que gatos grandes e bonitos. Eles são atenciosos, divertidos, sensíveis e aprendem com facilidade. Costumam atender pelo nome, são eternos companheiros, onde o dono estiver ele estará também.

A raça adora um colo, se seu dono esta sentado, pulam e logo se espalham, igual a uma boneca de pano.

São gatos de grande porte, mas de média a baixa atividade. Quanto mais o tempo passa, mais sossegados ficam, mas sem deixarem de brincar ou interagir. São gatos para dentro de casa, feitos para viverem junto a nós e não em ambientes abertos.

Adoram o convívio com pessoas e se adaptam facilmente a outros animais e crianças

A completa maturidade da cor não é atingida até os três  anos de idade e o peso e o tamanho completos não costumam se definir antes dos quatro anos. O Ragdoll deve ser firme e musculoso, sem gordura, exceto na área do baixo abdome. As fêmeas podem ser consideravelmente menores do que os machos.

Lembre-se, o ragdoll é uam raça gigante, e pode chegar aos 10Kgs, portanto mais pesado que muitas raças de cães como poodles, York, maltes, shitzu, entre outros.

Como seu desenvolvimento mais lento, precisa de cuidados básicos para crescer bonito e saudável: Ser alimentado com rações balanceadas, de ótima qualidade, adequadas a cada etapa de seu crescimento; receber suplementos vitamínicos, além de comer ração para filhotes por mais tempo; ser vermifugado periodicamente e vacinado nas épocas certas.

Os filhotes de Ragdoll nascem brancos e começam a marcar por volta dos 15 dias de idade.  Quanto mais clara for a cor, mais demorada será a sua marcação…

A raça ainda é rara no Brasil, e não se tem noticias dela aqui no ceara, você pode ser o pioneira na criação desde felino gigante em nosso estado.

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O pequeno puma chamado abissínio

Por Valdemar Pinheiro em gatos

12 de setembro de 2016

Este belíssimo gato de corpo médio tem o pelo fino e suave e existe uma grande variedade de cores, como o azulado até o vermelho, os seus olhos e orelhas são um pouco largas, patas curtas e finas, e a sua cauda é longa! A aparência deste gato chama atenção, ele se movimenta de forma elegante lembrando até os seus primos felinos os  pumas .

O abissínio é um gatinho que vive bastante tempo, normalmente em torno de 15 anos. É um amigo que te acompanhará por boa parte da sua vida, por isso é importante saber se o perfil dele combina com o seu.

Ele é bastante ativo e brincalhão, mas também tem os seus momentos que o qualificam como o típico gato. Gosta de se deitar em locais confortáveis, de preferência na cama de alguém, e passar boa parte do tempo lambendo sua bela pelagem.

Mas em seus momentos, mas traquinas com certeza essa raça arranca muitas gargalhadas de você e da sua família.

Eles têm uma forma bem peculiar de manipular os brinquedos o que faz até parecer que eles tem ajuda de um polegar invisível. Justamente pelo abissínio ter esses momentos de tranquilidade e de atividade é que ele é classificado como uma raça equilibrada,o que faz com que ele seja adorado por muitos criadores de gatos.

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Ele é considerado o Puma miniatura do reino dos gatos de estimação e não é difícil imaginar o porquê, além da sua forma elegante de se movimentar o seu corpo têm a musculatura bem definida, a pelagem curta e, sobretudo, a cor ruddy, que é a mais comum dessa raça e a peculiar marcação batizada de ticking, caracterizada pelo efeito pontilhado gerado pelos fios que mesclam faixas em tons claros e escuros, o tornam realmente semelhante ao grande felino selvagem. A origem da sua especial aparência não é certa. acredita-se que a raça tenha se desenvolvido naturalmente em regiões da costa do Oceano Índico e em partes do Sudeste da Ásia.

Sua semelhança com felinos desenhados em templos de Núbia, no Egito, e com exemplares mumificados encontrados em tumbas datadas de 2.000 a.C., levam a crer que o Abissínio descende dos gatos sagrados do antigo Egito. Não se sabe ao certo qual é a sua origem, ,mas sabemos que o abissínio como é conhecido hoje foi desenvolvido na Grã-Bretânia,é lá que a história moderna do Abissínio começa. Teria sido levado para lá por soldados ingleses que retornavam da Guerra da Abissínia, ocorrida de 1867 a 1868 e em 1882 foi reconhecido oficialmente como raça. No início do século 20, exemplares da raça foram exportados para os Estados Unidos, dando início à criação oficial fora do domínio britânico, logo depois esta raça conquistou o mundo, e apesar de aqui no Ceará ainda não ser uma das raças mais populares,ele se adaptaria muito bem ao nosso clima. Apesar de não estar entre os gatos mais criados do mundo, o Abissínio garantiu seu espaço . Na Grã-Bretanha, segundo os dados da Governing Council of the Cat Fancy (GCCF), que principal entidade britânica do segmento,  a raça se mantém há vários anos entre as 15 que mais registram filhotes anualmente.

Nos Estados Unidos, sua popularidade é ainda mais significativa. No maior órgão gatófilo norte-americano, a Cat Fanciers’ Association (CFA),  o Abissínio é há pelo menos seis anos consecutivos a 5º a raça em número anual de nascimentos declarados.Apesar de nos EUA já fazer sucesso aqui no Brasil ele ainda está em processo de divulgação, aos poucos as pessoas vão conhecendo e se encantando!

Mas não é difícil se encantar com esse gato,  de acordo com o livro “Kitten Buyer’s Guide” de Carolyn Osier, os Abissínios são muito inteligentes, gostam de estar com o dono e são extremamente  curiosos, leais e companheiros. Diferente da maioria dos gatos,ele é apaixonado pela água, falando assim é até difícil de acreditar, mas é verdade, eles adoram tomar banho ,se o dono manter esse costume em sua rotina,se tornará um hábito ainda mas prazeroso tanto para o dono quanto para o gato. Tem voz suave e é bastante silencioso, não costuma miar sempre, só quando se sente extremante ameaçado ou irritado.

Outra característica peculiar desta raça é que o macho assume as tarefas com os filhotes quando a mãe se ausenta, isso não é comum com a maioria dos gatos, essas características fazem com que alguns acreditem que o Abissínio é um tipo diferente, como se fosse uma gato aperfeiçoado.