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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

otimismo

Setor de Materiais de Construção segue otimista neste ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

13 de Fevereiro de 2019


Os comerciantes de materiais de construção do estado do Ceará estão otimistas quanto ao desempenho das vendas para 2019. Este é o sentimento dos principais lojistas e distribuidores que se reuniram nesta terça-feira, 13, para avaliarem os números destes primeiros dias do ano. Fatores como a normalização do clima de segurança, os projetos governamentais, tanto no âmbito estadual quanto federal, levam a esta confiança, além do comportamento do mercado e dos consumidores, que visitam diariamente as revendas do segmento. A Diretoria da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção – Acomac Ceará analisou outros temas que impactam o setor, além de avaliar positivamente os preparativos para a segunda edição do Encontro Acomac Ceará, que será realizado de 13 a 16 de junho, no Hotel Vila Galé Cumbuco. O encontro já tem a presença confirmada do ex-Ministro da Fazenda do Brasil, Mailson da Nóbrega, como uma das atrações da área econômica neste grande encontro nacional do setor, que receberá, durante quatro dias, as principais Revendas, Atacados, Indústrias e Parceiros do setor de todo o Brasil. O presidente da Acomac Ceará , Carlito Lira, ressaltou a perspectiva positiva para o setor. “Este será um grande ano para o nosso segmento aqui no nosso Estado”, afirma o presidente.

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Setor industrial cearense segue otimista

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

05 de Março de 2018

A pesquisa Sondagem Industrial referente ao mês de janeiro, realizada pelo Núcleo de Economia e Estratégia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela otimismo, no entanto, a indústria prossegue em processo de ajuste de produção, fato que ocorre nos primeiros meses do ano, justificando a queda esperada nos indicadores de Produção Industrial e de Utilização da Capacidade Instalada. Em 2018, esse recuo se deu de maneira menos intensa, evidenciando a tendência de recuperação do setor industrial. Como previsto, observou-se queda da produção industrial do Ceará; por outro lado, os estoques abaixo do planejado reforçam a análise de recuperação das vendas de produtos industriais.

No que se refere à Utilização da Capacidade Instalada, o índice de 44,6 pontos sinaliza operação da indústria cearense abaixo do usual para o mês. Porém, este é o maior valor registrado para janeiro desde 2014. O processo de ajuste também foi verificado no mercado de trabalho do setor industrial, ou seja, redução do número de empregados.

Já as expectativas são otimistas quanto à demanda, à quantidade exportada e à compra de matérias-primas para os próximos seis meses. Tais indicadores de perspectivas situaram-se acima do limiar divisório dos 50 pontos, com destaque para o de exportações, que alcançou o maior valor da série histórica (iniciada em 2010). Em contraste com a tendência observada no Brasil, houve perspectiva de redução no quadro de empregados na indústria cearense ao longo do semestre. No que concerne à intenção de investimento, o registro de 57,1 pontos em fevereiro foi o maior valor observado desde novembro de 2014. Porém, apesar dos sucessivos acréscimos no indicador nos últimos meses, fazem-se necessários maiores estímulos à realização de investimentos na esfera produtiva a fim de garantir sustentabilidade no crescimento econômico cearense.

– Evolução da produção
Como esperado para o mês de janeiro, observa-se queda na produção industrial cearense. O recuo é decorrente do processo de ajuste da indústria após o fim do ápice de produção que ocorre no final do ano. Porém, apesar do decréscimo, o valor assinalado é o maior para o período desde 2016. Já o indicador brasileiro assinalou pontuação próxima, 48,4 pontos.

– Utilização da capacidade instalada (UCI) efetiva em relação ao usual
O indicador de Utilização da Capacidade Instalada (efetiva/usual) das indústrias cearenses registrou 44,6 pontos, situando-se aquém do limiar divisório. Assim, o índice sinaliza que a indústria cearense está operando a um patamar abaixo do usual para o mês de janeiro. O aumento da ociosidade também foi observado no setor industrial nacional, mas de modo mais elevado: índice de 42,5 pontos. Analisados os últimos 24 meses, nota-se a tendência de que os níveis de uso das máquinas retornem ao usual nos próximos meses.

– Estoque de produtos finais em relação ao efetivo/planejado
Ao registrar 47 pontos, o indicador do Ceará decresceu em janeiro comparado ao mês passado, indicando que os estoques se posicionaram abaixo do planejado para este mês, ou seja, houve comercialização de produtos industriais acima do esperado. A redução é positiva, pois exigirá elevação da produção para recomposição dos estoques.

– Evolução do número de empregados
No que se refere ao mercado de trabalho do setor industrial, os indicadores do Ceará e do Brasil anotaram valores de 46,8 e 48,6 pontos, respectivamente, sinalizando um cenário de ajuste de quadros no mês de janeiro, resultado esperado para a indústria e com redução menos intensa quando comparada à janeiro de 2017 e de 2016.

– Demanda
As expectativas referentes à demanda são positivas para os próximos seis meses. O indicador do Ceará atingiu 58,3 pontos, ou seja, o nível de otimismo dos industriais cearenses em fevereiro permanece alto, mas em menor intensidade quando comparado ao mês anterior. O índice do Brasil também revela boas perspectivas: registro de 57,4 pontos.

– Número de empregados
Enquanto que a expectativa do empresariado nacional é de aumento das contratações do número de empregados na indústria (índice de 51,2 pontos), a perspectiva dos industriais cearenses não é tão confiante, dado o registro de 48,5 pontos.

– Quantidade exportada
A perspectiva da indústria do Ceará referente à quantidade exportada é bastante positiva: o indicador assinalou 63,6 pontos em fevereiro. Este é o maior valor observado na sé- rie histórica, a qual é contabilizada desde janeiro de 2010. Para o Brasil, nota-se também otimismo por parte dos empresários, mas em menor intensidade, dado o índice de 55,4 pontos.

– Compra de matérias-primas
Segundo os industriais do Ceará e do Brasil, as expectativas para a compra de matérias-primas para os próximos seis meses também são otimistas. Os indicadores assinalaram, respectivamente, 54,7 e 56,2 pontos – valores acima da linha divisória.

Confira AQUI o estudo completo. 

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14° Índice de Expectativa com  Economistas Revela Otimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de agosto de 2016

 A Fecomércio-Ce em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce) divulgam a décima quarta edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período julho-agosto as expectativas de 130 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores como: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.
A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Das nove variáveis investigadas, os analistas revelaram otimismo em apenas quatro: taxa de inflação (143,0 pontos), taxa de câmbio (120,9 pontos), cenário internacional (120,9 pontos) e taxa de juros (114,8 pontos).
Alinhada com outras pesquisas de expectativas, como a Focus, por exemplo, o IEE mostra pessimismo no que respeita à evolução da atividade econômica interna que alcançou 85,7 pontos.
Além da evolução do PIB, os analistas revelaram pessimismo com quatro variáveis: gastos públicos (95,7 pontos), que na pesquisa anterior foi avaliada com otimismo, oferta de crédito (85,7 pontos), nível de emprego (83,0 pontos) e salários reais (40,0 pontos), que atingiu a menor pontuação.
Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou 98,8 pontos, um aumento de 2,1% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra redução de 7,4% no otimismo dos analistas. Ademais, cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou redução de 6,9%, alcançando 81,0 pontos contra 75,8 pontos da pesquisa anterior.
Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.
A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima quarta edição que ocorreu um aumento, embora pequeno, no ceticismo dos analistas cearenses consultados, conforme indica o índice de percepção geral. O otimismo, capturado pelo índice de percepção futura (116,7 pontos), todavia, ainda é pequeno.
Os resultados mostram que as incertezas quanto ao cenário econômico não foram dissipadas.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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14° Índice de Expectativa com  Economistas Revela Otimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de agosto de 2016

 A Fecomércio-Ce em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce) divulgam a décima quarta edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período julho-agosto as expectativas de 130 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores como: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.
A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Das nove variáveis investigadas, os analistas revelaram otimismo em apenas quatro: taxa de inflação (143,0 pontos), taxa de câmbio (120,9 pontos), cenário internacional (120,9 pontos) e taxa de juros (114,8 pontos).
Alinhada com outras pesquisas de expectativas, como a Focus, por exemplo, o IEE mostra pessimismo no que respeita à evolução da atividade econômica interna que alcançou 85,7 pontos.
Além da evolução do PIB, os analistas revelaram pessimismo com quatro variáveis: gastos públicos (95,7 pontos), que na pesquisa anterior foi avaliada com otimismo, oferta de crédito (85,7 pontos), nível de emprego (83,0 pontos) e salários reais (40,0 pontos), que atingiu a menor pontuação.
Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou 98,8 pontos, um aumento de 2,1% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra redução de 7,4% no otimismo dos analistas. Ademais, cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou redução de 6,9%, alcançando 81,0 pontos contra 75,8 pontos da pesquisa anterior.
Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.
A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima quarta edição que ocorreu um aumento, embora pequeno, no ceticismo dos analistas cearenses consultados, conforme indica o índice de percepção geral. O otimismo, capturado pelo índice de percepção futura (116,7 pontos), todavia, ainda é pequeno.
Os resultados mostram que as incertezas quanto ao cenário econômico não foram dissipadas.
* postado por Oswaldo Scaliotti