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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

ndice de Confiança do Consumidor de Fortaleza

Fecomércio divulga pesquisas de Confiança do Consumidor e Empresário

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de dezembro de 2017

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), divulga nesta terça-feira (12) o resultado daspesquisas: Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) e o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC).

ICC

Com a proximidade das festas de fim de ano o consumidor de Fortaleza finalmente se anima para ir às compras, elevando em +7,9 pontos percentuais a intenção de compras, que passou de 39,2%, em novembro, para 47,1% neste mês. Este é o melhor resultado do ano, e, ainda que esteja abaixo do indicador verificado no mesmo mês do ano passado (54,6%), anima o comércio varejista no final do ano.

O valor médio das compras é estimado em R$ 289,94 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (51,2%), no grupo com idade entre 18 e 24 anos (59,4%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (85,7%).

                     Os produtos mais procurados são:

         Artigos de vestuário, citados por 47,9% dos entrevistados;

         Calçados (32,6%);

         Televisores (12,9%);

         Aparelhos de telefonia celular (11,7%);

         Geladeiras e refrigeradores (11,1%); e

         Móveis e artigos de decoração (7,5%).

 

O Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) apresentou queda de -3,9%, passando de 99,1 pontos, em novembro, para 95,3 pontos neste mês.O ICC foi influenciado pela redução dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente teve piora de -0,7%, passando de 92,5 pontos para 91,9 pontos no período analisado; e o Índice de Situação Futura teve redução de -5,8%, atingindo o patamar de 97,5 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice

Valor mensal – em pontos

Média do Trimestre

Out

Nov

Dez

ICC

95,3

99,1

95,3

96,6

ISP

89,4

92,5

91,9

91,2

IEF

99,2

103,5

97,5

100,1

 

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

Expectativa dos consumidores

Dentre aqueles que demonstram maior otimismo, destacam-se os consumidores do gênero masculino (44,9% dos entrevistados afirmam que dezembro bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (48,2%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (62,3%).

A pesquisa também revela que 52,2% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 64,7% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual. O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 65,6% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, da estagnação do mercado de trabalho.

ICEC

Já o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre novembro/dezembro mostra aumento de +4,0% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 98,7 pontos, no bimestre setembro/outubro, para 102,7 pontos na medição atual.

O componente Índice de Situação Presente – ISP teve crescimento de +14,5%, saindo de 48,8 pontos no bimestre setembro/outubro para 55,9 pontos neste período. O índice permanece no campo que indica pessimismo (abaixo dos 100 pontos), influenciado pelo sentimento de gravidade da crise, com 64,6% dos entrevistados reconhecendo a piora do ambiente econômico nos últimos doze meses e 96,3% afirmando que as condições gerais das suas empresas pioraram nos últimos seis meses.

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Situação Futura – ISF, melhoraram +1,4%, com o índice passando de 128,2 pontos no bimestre anterior para 130,0 pontos nesta medição. Os empresários acreditam na melhoria das condições de suas empresas, com 96,0% dos entrevistados esperando momentos melhores nos próximos seis meses e 96,8% com previsão de crescimento das vendas.

A pesquisa ainda mostra que o avanço no índice geral de confiança afeta intenção de investimentos, com o Índice de Investimentos das Empresas tendo ampliação de +3,6% no bimestre, atingindo 113,0 pontos. O otimismo poderá aquecer o mercado de trabalho, já que 95,2% dos entrevistados esperam crescimento nas contratações de empregados.

Sobre a pesquisa

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores; Índice de Situação Presente (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice atual: diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

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Fecomércio divulga pesquisas de Confiança do Consumidor e Empresário

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de dezembro de 2017

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), divulga nesta terça-feira (12) o resultado daspesquisas: Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) e o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC).

ICC

Com a proximidade das festas de fim de ano o consumidor de Fortaleza finalmente se anima para ir às compras, elevando em +7,9 pontos percentuais a intenção de compras, que passou de 39,2%, em novembro, para 47,1% neste mês. Este é o melhor resultado do ano, e, ainda que esteja abaixo do indicador verificado no mesmo mês do ano passado (54,6%), anima o comércio varejista no final do ano.

O valor médio das compras é estimado em R$ 289,94 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (51,2%), no grupo com idade entre 18 e 24 anos (59,4%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (85,7%).

                     Os produtos mais procurados são:

         Artigos de vestuário, citados por 47,9% dos entrevistados;

         Calçados (32,6%);

         Televisores (12,9%);

         Aparelhos de telefonia celular (11,7%);

         Geladeiras e refrigeradores (11,1%); e

         Móveis e artigos de decoração (7,5%).

 

O Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) apresentou queda de -3,9%, passando de 99,1 pontos, em novembro, para 95,3 pontos neste mês.O ICC foi influenciado pela redução dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente teve piora de -0,7%, passando de 92,5 pontos para 91,9 pontos no período analisado; e o Índice de Situação Futura teve redução de -5,8%, atingindo o patamar de 97,5 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice

Valor mensal – em pontos

Média do Trimestre

Out

Nov

Dez

ICC

95,3

99,1

95,3

96,6

ISP

89,4

92,5

91,9

91,2

IEF

99,2

103,5

97,5

100,1

 

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

Expectativa dos consumidores

Dentre aqueles que demonstram maior otimismo, destacam-se os consumidores do gênero masculino (44,9% dos entrevistados afirmam que dezembro bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (48,2%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (62,3%).

A pesquisa também revela que 52,2% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 64,7% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual. O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 65,6% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, da estagnação do mercado de trabalho.

ICEC

Já o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre novembro/dezembro mostra aumento de +4,0% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 98,7 pontos, no bimestre setembro/outubro, para 102,7 pontos na medição atual.

O componente Índice de Situação Presente – ISP teve crescimento de +14,5%, saindo de 48,8 pontos no bimestre setembro/outubro para 55,9 pontos neste período. O índice permanece no campo que indica pessimismo (abaixo dos 100 pontos), influenciado pelo sentimento de gravidade da crise, com 64,6% dos entrevistados reconhecendo a piora do ambiente econômico nos últimos doze meses e 96,3% afirmando que as condições gerais das suas empresas pioraram nos últimos seis meses.

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Situação Futura – ISF, melhoraram +1,4%, com o índice passando de 128,2 pontos no bimestre anterior para 130,0 pontos nesta medição. Os empresários acreditam na melhoria das condições de suas empresas, com 96,0% dos entrevistados esperando momentos melhores nos próximos seis meses e 96,8% com previsão de crescimento das vendas.

A pesquisa ainda mostra que o avanço no índice geral de confiança afeta intenção de investimentos, com o Índice de Investimentos das Empresas tendo ampliação de +3,6% no bimestre, atingindo 113,0 pontos. O otimismo poderá aquecer o mercado de trabalho, já que 95,2% dos entrevistados esperam crescimento nas contratações de empregados.

Sobre a pesquisa

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores; Índice de Situação Presente (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice atual: diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.