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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Música Nordestina

Campanha de natal traz música nordestina e beneficia instituições carentes

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de novembro de 2017

O evento reúne grandes artistas cearenses, dentre eles, o cantor cearense, Marcos Lessa
Em sua primeira edição, a campanha Concerto Anjos do Natal por Márcia Travessoni pretende proporcionar aos presentes uma noite mágica, reservada para o bem social. O evento será realizado na quadra do Colégio Santa Inácio, no próximo dia 2 de dezembro, em um show beneficente que deve arrecadar alimentos para instituições carentes. O evento reúne grandes artistas cearenses, dentre eles, o cantor cearense, Marcos Lessa.
De acordo com Márcia Travessoni, “o natal é um momento especial. Vamos fazer valer o sentido do natal e ajudar ao próximo”, destacou. Presente no evento, o cantor cearense, Marcos Lessa, vai apresentar a sua pluralidade artística e sucessos da carreira, dentre eles, o seu novo sucesso “O Amor É Capaz”.  Segundo Marcos, além das canções natalinas e autorais, o público vai poder curtir um repertório com clássicos da MPB.
Também completam o time de “Anjos do Bem”: Paulo José, que já possui uma marca no natal de Fortaleza com o seu concerto instrumentista; Waldonys, cantor e compositor conhecido nacionalmente, e Nando Cordel, com sua poesia.
A ação pretende reunir centenas de pessoas em prol de um bem comum, que é ajudar ao próximo nesse período do ano em que os sentimentos de partilha tomam conta devido ao espírito do natal. Cinco instituições que realizam um trabalho social devem ser beneficiadas; são elas: Grupo Amigas do Amor, Grupo de Apoio Onco-Hematológico (GAPO), Instituto Povo do Mar, Amare, Creche São Judas Tadeu.
Saiba mais sobre algumas instituições
Grupo de Apoio Onco-Hematológico (GAPO)
Fundada em 2007, a instituição trabalha com a finalidade de amparar e defender os direitos dos pacientes, além de sensibilizar parceiros para que o melhor tratamento esteja disponível em tempo hábil a todos os pacientes com câncer na medula óssea. A organização é formada por pacientes portadoras de doenças onco hematológicas e seus familiares.
Instituto Povo do Mar
Há 7 anos promovendo oportunidades de educação para jovens da Comunidade do Serviuz, o Instituto Povo do Mar também é uma das instituições que devem ser beneficiadas com as doações. A Comunidade do Serviluz e da Praia do Futuro vivem um cenário de violência e exclusão social, por esse motivo, os organizadores oportunizam o acesso à cidadania, à educação, ao esporte para o pleno desenvolvimento, aos estudos em língua estrangeira, às artes, à cultura, ao voluntariado e ao desenvolvimento social no combate à pobreza e a preservação do meio ambiente.
 
Creche São Judas Tadeu
Fundada em 1996, para atender as necessidades das mães trabalhadoras que não tinham com quem deixar seus filhos para realizarem qualquer atividade produtiva, a creche acolhe cerca de 58 crianças de 0 a 5 anos em período integral, com orientação pedagógica, atividades de recreação, estímulo ao desenvolvimento psicomotor e fornecimento de 4 refeições diárias. Além das crianças atendidas no período integral, outras 300 crianças na faixa de 6 a 12 são beneficiadas com fornecimento de sopa, que para a maioria delas é a única refeição do dia.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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PROJETO AGRESTE REVERENCIA A MÚSICA NORDESTINA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de agosto de 2017

Entre os dias 11 e 13 de agosto, músicos pernambucanos apresentam repertório inspirado no universo do cantor e compositor Dominguinhos

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 11 e 13 de agosto de 2017, o projeto Agreste, encontro musical entre quatro amigos com o objetivo de homenagear essa região, a partir da música e da poesia de um dos maiores artistas do Brasil, mestre Dominguinhos. Como uma travessia, o repertório apresenta a dureza do sertão e a leveza do nosso litoral, trazendo uma sonoridade ao mesmo tempo forte e doce, incisiva e sutil, características tão marcantes do agreste brasileiro.

O projeto é formado por Gennaro, ex-integrante do Trio Nordestino, João Netto, que compunha a banda do homenageado, Marcelo Melo, fundador do Quinteto Violado, e Sérgio Andrade, criador da Banda de Pau e Corda. Quatro artistas nordestinos marcados de diferentes formas pelas composições de Dominguinhos, influenciados por sua terra e orgulhosos de suas raízes.

Os músicos trazem consigo influências muito afinadas com a tradição da canção popular brasileira, que foi desenvolvida no nordeste dos anos 1970 e 1980. Uma tradição que tem em Luiz Gonzaga um de seus pais criadores, mas que encontra em Dominguinhos seu principal representante. Assim, violão, viola, sanfona e voz se encontram no palco para reverenciar um dos artistas mais versáteis do Brasil.

Sobre os artistas

Sérgio Andrade – cantor e compositor pernambucano, fundador de uma das mais importantes representações da música pernambucana dos anos 1970, a Banda de Pau e Corda. Com 44 anos de carreira e mais de 10 discos gravados, percorreu os palcos de todo o Brasil cantando e encantando o público com letras que retratam o Nordeste e seu povo. Em suas canções estão representados os principais símbolos da cultura pernambucana, tal qual a ciranda, o carnaval, o sertão e o símbolo maior da resistência popular, Lampião. Sua voz doce ficou marcada em gravações como Flor D’Água, Esperança e Telha Nua. Em carreira solo desde 2009, lançou o CD “Outros Carnavais”, que reúne composições próprias e inéditas que representam uma nova faceta do artista, além do CD “FREVO”, totalmente dedicado ao mais pernambucano dos ritmos populares.

João Netto – guitarrista, violonista e compositor brasileiro natural de Buíque, Pernambuco, mas muito cedo se mudou para Garanhuns, onde iniciou sua trajetória na música. Quando menino, entrou para o grupo mirins do SESC, onde se destacou pelo imenso talento musical. Daí por diante, recebeu convites de vários grupos da época, entre eles o Super Oara de Arcoverde. Passou temporadas em Petrolina, Juazeiro do Norte, Recife e São Paulo, realizando inúmeros trabalhos e fazendo parceiro, com destaque para Nando Cordel e Maciel Melo, entre outros. Durante sua longa trajetória, tocou com grandes artistas, como Belchior, Gilliard, Alceu Valença e Nando Cordel, mas foi, sem dúvidas, o Mestre Dominguinhos com quem ele mais trabalhou, tendo passado mais de 10 anos viajando de Norte a Sul do Brasil, registrando sua guitarra em shows e CDs.

Gennaro – cantor e compositor, mas é principalmente um dos principais sanfoneiros do país. Herdeiro de Luiz Gonzaga e do Mestre Dominguinhos, fez parte da segunda formação do Trio Nordestino, tendo substituído o Mestre Lindu ainda no início dos anos 1980. Antes disso já havia acompanhado Marinês e também o Rei do Baião. No início dos anos 1990 deixa o Trio Nordestino e consolida sua carreira como músico, cantor e compositor de primeira linha da música nordestina. Em sua trajetória, tocou e gravou ainda com artistas como Alceu Valença, Zé Ramalho e com o próprio Dominguinhos. Com quatro décadas dedicadas à música nordestina, Gennaro é hoje um dos maiores nomes do forró e importante representante do legado de Luiz Gonzaga.

Marcelo Melo – cantor, compositor e um dos principais violonistas de sua geração. Fundador do Quinteto Violado, focou seu trabalho na música regional, valorizando a cultura brasileira através de trabalhos de pesquisa e agregando as experiências pessoais. Sendo responsável pelo violão, viola e voz até hoje, Marcelo imprimiu ao Quinteto sua identidade musical. A música praticada na sua vida é orgânica, com personalidade local, sempre inspirado na leitura da música dos folguedos populares, nos cancioneiros nordestinos e também através de uma criação autoral. Produz um som universal com fortes influências nordestinas e cosmopolitas na sua harmonia. Não é exagero dizer que o primeiro disco do Quinteto Violado, há 45 anos, plantou uma semente de mudança no modo de sentir e expressar a música do Nordeste do Brasil. Música esta que desbravou novos e amplos horizontes pelo mundo.

 

Serviço:

 

MúsicaAgreste

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 11, 12 e 13 de agosto de 2017

Horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Classificação indicativa: 12 anos

Vendas a partir de 10/07, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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PROJETO AGRESTE REVERENCIA A MÚSICA NORDESTINA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de agosto de 2017

Entre os dias 11 e 13 de agosto, músicos pernambucanos apresentam repertório inspirado no universo do cantor e compositor Dominguinhos

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 11 e 13 de agosto de 2017, o projeto Agreste, encontro musical entre quatro amigos com o objetivo de homenagear essa região, a partir da música e da poesia de um dos maiores artistas do Brasil, mestre Dominguinhos. Como uma travessia, o repertório apresenta a dureza do sertão e a leveza do nosso litoral, trazendo uma sonoridade ao mesmo tempo forte e doce, incisiva e sutil, características tão marcantes do agreste brasileiro.

O projeto é formado por Gennaro, ex-integrante do Trio Nordestino, João Netto, que compunha a banda do homenageado, Marcelo Melo, fundador do Quinteto Violado, e Sérgio Andrade, criador da Banda de Pau e Corda. Quatro artistas nordestinos marcados de diferentes formas pelas composições de Dominguinhos, influenciados por sua terra e orgulhosos de suas raízes.

Os músicos trazem consigo influências muito afinadas com a tradição da canção popular brasileira, que foi desenvolvida no nordeste dos anos 1970 e 1980. Uma tradição que tem em Luiz Gonzaga um de seus pais criadores, mas que encontra em Dominguinhos seu principal representante. Assim, violão, viola, sanfona e voz se encontram no palco para reverenciar um dos artistas mais versáteis do Brasil.

Sobre os artistas

Sérgio Andrade – cantor e compositor pernambucano, fundador de uma das mais importantes representações da música pernambucana dos anos 1970, a Banda de Pau e Corda. Com 44 anos de carreira e mais de 10 discos gravados, percorreu os palcos de todo o Brasil cantando e encantando o público com letras que retratam o Nordeste e seu povo. Em suas canções estão representados os principais símbolos da cultura pernambucana, tal qual a ciranda, o carnaval, o sertão e o símbolo maior da resistência popular, Lampião. Sua voz doce ficou marcada em gravações como Flor D’Água, Esperança e Telha Nua. Em carreira solo desde 2009, lançou o CD “Outros Carnavais”, que reúne composições próprias e inéditas que representam uma nova faceta do artista, além do CD “FREVO”, totalmente dedicado ao mais pernambucano dos ritmos populares.

João Netto – guitarrista, violonista e compositor brasileiro natural de Buíque, Pernambuco, mas muito cedo se mudou para Garanhuns, onde iniciou sua trajetória na música. Quando menino, entrou para o grupo mirins do SESC, onde se destacou pelo imenso talento musical. Daí por diante, recebeu convites de vários grupos da época, entre eles o Super Oara de Arcoverde. Passou temporadas em Petrolina, Juazeiro do Norte, Recife e São Paulo, realizando inúmeros trabalhos e fazendo parceiro, com destaque para Nando Cordel e Maciel Melo, entre outros. Durante sua longa trajetória, tocou com grandes artistas, como Belchior, Gilliard, Alceu Valença e Nando Cordel, mas foi, sem dúvidas, o Mestre Dominguinhos com quem ele mais trabalhou, tendo passado mais de 10 anos viajando de Norte a Sul do Brasil, registrando sua guitarra em shows e CDs.

Gennaro – cantor e compositor, mas é principalmente um dos principais sanfoneiros do país. Herdeiro de Luiz Gonzaga e do Mestre Dominguinhos, fez parte da segunda formação do Trio Nordestino, tendo substituído o Mestre Lindu ainda no início dos anos 1980. Antes disso já havia acompanhado Marinês e também o Rei do Baião. No início dos anos 1990 deixa o Trio Nordestino e consolida sua carreira como músico, cantor e compositor de primeira linha da música nordestina. Em sua trajetória, tocou e gravou ainda com artistas como Alceu Valença, Zé Ramalho e com o próprio Dominguinhos. Com quatro décadas dedicadas à música nordestina, Gennaro é hoje um dos maiores nomes do forró e importante representante do legado de Luiz Gonzaga.

Marcelo Melo – cantor, compositor e um dos principais violonistas de sua geração. Fundador do Quinteto Violado, focou seu trabalho na música regional, valorizando a cultura brasileira através de trabalhos de pesquisa e agregando as experiências pessoais. Sendo responsável pelo violão, viola e voz até hoje, Marcelo imprimiu ao Quinteto sua identidade musical. A música praticada na sua vida é orgânica, com personalidade local, sempre inspirado na leitura da música dos folguedos populares, nos cancioneiros nordestinos e também através de uma criação autoral. Produz um som universal com fortes influências nordestinas e cosmopolitas na sua harmonia. Não é exagero dizer que o primeiro disco do Quinteto Violado, há 45 anos, plantou uma semente de mudança no modo de sentir e expressar a música do Nordeste do Brasil. Música esta que desbravou novos e amplos horizontes pelo mundo.

 

Serviço:

 

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Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 11, 12 e 13 de agosto de 2017

Horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Classificação indicativa: 12 anos

Vendas a partir de 10/07, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti