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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Museu da Fotografia Fortaleza

MFF traz Pierre Verger a Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

07 de Janeiro de 2019

A mostra “Orixás” contará com recurso de acessibilidade a deficientes visuais

O Museu da Fotografia Fortaleza inaugura, próximo dia 12 de janeiro, a segunda exposição de Pierre Verger na capital, 14 anos depois da primeira. “Orixás” chega a Fortaleza como parte de ações comemorativas em homenagem aos 30 anos da Fundação Pierre Verger, que funciona na mesma casa em que Pierre Fatumbi Verger viveu durante anos, na Ladeira da Vila América, em Salvador. Com curadoria de Alex Baradel, responsável pelo acervo fotográfico da Fundação, a mostra traz 65 obras do artista autodidata que dedicou grande parte de seu trabalho aos Deuses africanos trazidos para o Novo Mundo através do tráfico de negros escravizados e que se espalharam pelo Brasil, notadamente no estado da Bahia. Sábado (12), a partir de 10h, acontece a abertura da exposição com visita mediada, além da fala de Dona Cici, parte do patrimônio vivo da Fundação Pierre Verger, explicando a cultura do Candomblé e contando histórias da sua relação com o artista. Às 14h, teremos palestra do curador Alex Baradel e o lançamento da nova edição do livro Orixás, Deuses Iorubás na África e no Novo Mundo.

Orixás são os deuses africanos cultuados no candomblé, religião afro-brasileira cujas matrizes provêm de diversas regiões do continente africano e que chegou à Bahia durante o período do século XVII ao século XIX. Pierre Fatumbi Verger focou o seu trabalho especificamente no candomblé Nagô-Ketu, forma de culto que tem a sua origem nos países do Golfo do Benim. Ele realizou inúmeras viagens entre a Bahia e essa região, nos anos de 1948 a 1978, tornando-se um importante mensageiro entre esses dois mundos. O artista foi um dos primeiros autores a destacar as influências culturais e religiosas recíprocas, tanto a das tradições africanas na Bahia, notadamente através do candomblé, quanto as da Bahia na África, por meio do retorno de brasileiros afrodescendentes, livres da escravização que, ao regressarem à sua terra, levaram consigo conhecimentos em diversas áreas como o urbanismo, com a arquitetura, e as culturais, com o Bumba Meu Boi, a Festa do Bonfim entre outras. Segundo o curador, Alex Baradel, “Orixás” é uma obra-chave. “Até hoje, a obra de Verger constitui-se em uma inigualável fonte de informações sobre os cultos afro-brasileiros e revela elementos sobre as suas raízes africanas. O livro traz os conhecimentos do Fatumbi que, nesse contexto religioso, sabia o que fotografar, como fotografar e como apresentar, ou não, as imagens produzidas. Traz também a poesia e a criatividade plástica do Pierre Verger, um autodidata que rejeitou o modo de vida no qual ele foi educado, para ir ao encontro de outras formas de viver e de pensar, nos cincos continentes, associando viagem, encontro e fotografia, criando assim uma obra visual singular que ainda está sendo descoberta. Essa exposição e a fotografia do Fatumbi, de forma mais geral, vivem nesse lugar onde a imagem flutua entre o informativo e o poético, oferecendo, além da descoberta de uma religião e das suas raízes, uma viagem a um mundo onírico”, explica.

Verger revelou para o mundo a cultura e a religiosidade afro-brasileira do candomblé. A mostra inaugurada no Museu da Fotografia Fortaleza destaca as cerimônias, as características de cada orixá, além do descritivo dos arquétipos da personalidade de devotos dos respectivos orixás. Para a nova exposição temporária do MFF é preparada desde a clássica contação de histórias, com Dona Cici, até moderna tecnologia. Diversas ações para inclusão de acessibilidade já foram realizadas pelo Museu e a novidade deste material é a leitura de QR Code através de dispositivos móveis, para que deficientes visuais possam ouvir conteúdo descritivo acerca das obras.

Perfil Pierre Verger – Pierre Edouard Léopold Verger (1902-1996) foi um fotógrafo, etnólogo, antropólogo e pesquisador francês que viveu grande parte da sua vida na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia, no Brasil. Ele realizou um trabalho fotográfico de grande importância, baseado no cotidiano e nas culturas populares dos cinco continentes. Além disto, produziu uma obra escrita de referência sobre as culturas afro-baiana e diaspóricas, voltando seu olhar de pesquisador para os aspectos religiosos do candomblé e tornando-os seu principal foco de interesse. Desembarcou na Bahia, em 1946, enquanto a Europa vivia o pós-guerra e Salvador era tudo tranquilidade. Logo foi seduzido pela hospitalidade e riqueza cultural que encontrou na cidade e acabou ficando. Como fazia em todos os lugares onde esteve, preferia a companhia do povo e dos lugares mais simples. Os negros, em imensa maioria na cidade, monopolizavam a sua atenção. Além de personagens das suas fotos, tornaram-se seus amigos, cujas vidas Verger foi buscando conhecer com detalhes. Quando descobriu o candomblé, acreditou ter encontrado a fonte da vitalidade do povo baiano e se tornou um estudioso do culto aos orixás. Esse interesse pela religiosidade de origem africana lhe rendeu uma bolsa para estudar rituais na África, para onde partiu em 1948. Foi na África que Verger viveu o seu renascimento, recebendo o nome de Fatumbi, “nascido de novo graças ao Ifá”, em 1953. A intimidade com a religião, que tinha começado na Bahia, facilitou o seu contato com sacerdotes e autoridades e ele acabou sendo iniciado como babalaô – um adivinho através do jogo do Ifá, com acesso às tradições orais dos iorubás. Além da iniciação religiosa, Verger começou nessa mesma época um novo ofício, o de pesquisador. O Instituto Francês da África Negra (IFAN) não se contentou com os dois mil negativos apresentados como resultado da sua pesquisa fotográfica e solicitou que ele escrevesse sobre o que tinha visto. A contragosto, Verger obedeceu. Depois, acabou se encantando com o universo da pesquisa e não parou nunca mais. Apesar de ter se fixado na Bahia, Verger nunca perdeu seu espírito nômade. A história, os costumes e, principalmente, a religião praticada pelos povos iorubás e seus descendentes, na África Ocidental e na Bahia, passaram a ser os temas centrais de suas pesquisas e sua obra. Ele passou a viver como um mensageiro entre esses dois lugares: transportando informações, mensagens, objetos e presentes. Como colaborador e pesquisador visitante de várias universidades, conseguiu ir transformando suas pesquisas em artigos, comunicações e livros. Em 1960, comprou a casa da Vila América. No final dos anos 70, ele parou de fotografar e fez suas últimas viagens de pesquisa à África.

Sobre o Museu

Inaugurado dia 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 4 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de mais outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de educativo formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE), da Universidade Estadual do Ceará (UECE), Estácio e Escolas Técnicas do Governo do Estado.

SERVIÇO:

“Orixás”

Data abertura: 12/01 (sábado)

Visita mediada: 10h

Palestra: 14h

Censura: Livre

Visitação: Gratuita, de quarta-feira a domingo, de 12h às 17h

Local: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Mais informações: (85) 3017-3661

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Museu da Fotografia Fortaleza realiza nova edição da mostra “Museu na Comunidade”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

11 de dezembro de 2018

 

A mostra traz fotografias “pinhole” produzidas por jovens de quatro comunidades da capital

 

Educação como processo de transformação social. Esse é o lema do projeto Museu na Comunidade, realizado pelo Museu da Fotografia Fortaleza (MFF), que promove ações educativas fora da estrutura física do equipamento. Jovens entre 6 e 16 anos de idade, de comunidades na Grande Messejana, Serviluz, Vicente Pinzón e Passaré, semanalmente participam de oficinas e capacitações onde aprendem as técnicas de fotografia artesanal com a equipe do educativo do MFF. No início do projeto, eram atendidas cerca de 200 crianças por semana, membros das associações de moradores das comunidades, e no segundo ano de atividades já são atendidas mais de 960 crianças por semana, pois o projeto entrou nas grades curriculares das escolas municipais, como disciplina extra curricular, graças a um diálogo próximo à Secretaria Municipal de Educação (SME).

Em virtude da ampliação do programa, agora há uma equipe exclusiva do MFF para atender o Museu na Comunidade. Ao fim de cada ano, é realizada uma mostra que expõe as obras produzidas pelos jovens atendidos no projeto e, a partir do dia 14 de dezembro, poderemos acompanhar a segunda exposição produzida por eles. O resultado do trabalho é uma acervo com imagens feitas em pinhole, técnica artesanal desenvolvida em dispositivos que não utilizam lentes, que dialogam com a imaginação e criatividade infantil, demonstrando que para o crescimento cultural delas basta incentivo. A curadoria é de Eduardo Queiroz, coordenador do projeto Museu na Comunidade, além de Fernanda Oliveira e outros membros do MFF. É a possibilidade de desenvolver, através da arte, áreas do conhecimento que são menos contempladas nas disciplinas tradicionais, estudadas nas escolas.

Sobre o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

Serviço:

Exposição Museu na Comunidade

Abertura: 14/11

Horário: 14h

Local: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Visitação: Gratuita, de quarta-feira a domingo, de 12h às 17h

Mais informações: (85) 3017-3661

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Museu da Fotografia Fortaleza traz Thiago Braga para Oficina Fotografia de Gastronomia

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

21 de novembro de 2018

Neste domingo, 25 de novembro, o professor Thiago Braga voltará ao Museu para mais uma oficina, desta vez inédita no equipamento, a de Fotografia Gastronômica. As aulas serão divididas entre aulas expositivas, com exercícios em sala, e aulas externas, de prática fotográfica. O objetivo é apresentar os conceitos que definem a fotografia de gastronomia como tal, suas características e técnicas, assim como um breve histórico através da produção de grandes mestres da área.

Os participantes só precisam ter noções básicas de fotometria e uso o equipamento, além de dominar o manuseio de exposição, velocidade e ISO. A oficina pode ser feita com qualquer tipo de dispositivo fotográfico e podem participar chefs de cozinha, donos de restaurantes e interessados em fotografia, de modo geral. No total, serão 6 horas de curso, sendo 03 horas em sala de aula e 03 em aula de campo. Ao fim das atividades os alunos estarão aptos a conceituar a fotografia de gastronomia, assim como sua prática e área de atuação.

Conteúdo programático:

Aula 01 – Teórico/prático (03 horas/aula)

– Breve histórico da história da fotografia de gastronomia, através da produção de importantes fotógrafos.

– Composição para gastronomia e food stylist.

Aula 02 – Teórico/prático (01 hora/aula)

– Aula de campo (a se decidir o local).

Perfil Thiago Braga – Professor e fotógrafo, formado em filosofia pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) e mestre em comunicação pela Universidade Federal do Ceará (UFC), onde desenvolveu pesquisas sobre estética fotográfica e filosofia da fotografia. Diretor de pesquisa e intercâmbio do Instituto da Fotografia (Ifoto), lecionou no Porto Iracema das Artes, hoje trabalha na Travessa da Imagem e ministra oficina no Museu da Fotografia de Fortaleza.

Sobe o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

Serviço:

Oficina Fotografia de Gastronomia

Data: 25 de novembro

Horário: 9h às 12h e 14h às 17h

Local de realização do curso e concentração para aula de campo: MFF

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Inscrições: R$60,00 (somente em espécie, presenciais, no Museu)

Pré-inscrições: inscricao@museudafotografia.com.br

Mais informações: (85) 3017-3661

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Grupo Café com Bordado volta ao MFF para oficina “Memórias Bordadas”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

20 de novembro de 2018

 

Viver em contato com arte nunca é demais e se há o privilégio de unir mais de um estilo, melhor ainda! Essa é a aposta do Museu da Fotografia Fortaleza para o encontro entre fotografia e bordado, que irá proporcionar uma experiência cheia de afeto. Para cada figura, um ponto, e para cada ponto, linhas. É isso o que o Grupo Café com Bordado diz ser: linhas que, juntas, fazem surgir uma imagem, o coletivo se tornando um.

Bordar não é criar apenas padrões, mas saber deles os segredos: os colocar em caminho de fazer surgir algo que pode ser pedra, pássaro, familiar. Viver o bordado é praticar esta conversa, este tipo de união que só quem trabalha com as mãos, quem cria com as mãos, entende. No encontro acontecerá uma vivência coletiva, ressignificando imagens e memórias através de fotos sublimadas em tecido e intervenções bordadas. O Grupo Café com Bordados irá apresentar a técnica a ser trabalhada, introduzir o trabalho desenvolvido e um breve histórico de artistas que trabalham com fotografia e bordado. Se o(a) aluno(a) não souber bordar, não tem problema! Serão ensinados alguns pontinhos para o(a) participante se aventurar, e claro que o café não vai faltar! No dia 24 (sábado), cada inscrito deve enviar uma foto por e-mail, P&B ou colorida, para bordar suas próprias memórias durante a oficina. A experiência acontece a partir de 13h, com investimento de R$60,00. É um momento imperdível!

Grupo Café com Bordado – Surgiu em 2016, através de encontros na casa de uma das integrantes. A ideia era reunir bordadeiras para conversar, compartilhar histórias e memórias, além de aproveitar a companhia uma das outras, tomar um cafezinho e, claro, bordar. Os projetos são trabalhos em coletivo, assim como as obras não existem sozinhas: existem com aquilo que as compõem, tecidos em branco, bastidores, conversas, pessoas e memórias. Esta é a arte do Grupo e é isto o que fazem.

Sobre o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

SERVIÇO:

Oficina “Memórias Bordadas”

Data: 24/11 (sábado)

Horário: 13h

Local: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 | Varjota | Fortaleza – CE

Pré-inscrições: pelo e-mail inscricao@museudafotografia.com.br

Inscrições: R$60,00 (somente em dinheiro, presenciais, no Museu)

E-mail para enviar a foto de sua escolha: alangomesnasc@gmail.com

Mais informações: (85) 3017-3661

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Museu da Fotografia Fortaleza realiza Oficina Gamificada, com Paulo Amoreira

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

08 de novembro de 2018

 

Gamificação é usar ideias e mecanismos de jogos para incentivar alguém a fazer algo

 

A Oficina Gamificada no Museu é diferente das que você já viu e promete proporcionar uma experiência lúdica para quem curte fotografia. No dia 10 de novembro você será desafiado por Paulo Amoreira a cumprir missões envolvendo imagens do acervo do Museu, receberá várias tarefas e, a cada objetivo atingido, chegará a uma recompensa. Prepare-se para usar estratégias gamificadas em grupo e descubra a relação da fotografia com as pessoas. Cumpra as regras, metas, tenha feedbacks e alcance o topo do mundo da fotografia nesse jogo divertido. A programação é gratuita!

Gamificação é o uso de mecânicas e dinâmicas de jogos para engajar pessoas, resolver problemas e melhorar o aprendizado, motivando ações e comportamentos em ambientes fora do contexto de jogos. O principal objetivo é aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos usuários e, além dos desafios propostos nos jogos, na gamificação as recompensas também são itens cruciais para o sucesso.

Perfil Paulo Amoreira – é educador, fotógrafo, designer e artista transmidiático. Palestrante e educador nas áreas de Comunicação, Criação Publicitária, Design e Artes Visuais/ Artes Integradas e Narrativas Criativas. Estudou Cinema e Dramaturgia no Instituto Dragão do Mar, é pesquisador em Produção Multimídia na Universidade do Sul de Santa Catarina. É Chief Experience Officer, Creative Director e Transmedia Director da empresa Malemolência Narrativas Criativas, voltada para comunicação integrada, produções transmidiáticas e narrativas criativas multimeios.

Sobre o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

Serviço:

Oficina Gamificada com Paulo Amoreira

Dias: 10 de novembro (sábado)

Horário: 13h às 17h

Local de realização: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Inscrições: R$60,00 (somente em dinheiro, presenciais, no Museu)

Mais informações: (85) 3017-3661

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Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) promove momento especial para os amantes da fotografia e fãs da banda U2

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

25 de outubro de 2018

Chegou a hora dos fãs do U2 se prepararem para descobrir o conceito de um grande álbum do grupo! No dia 27, às 14h, o primeiro piso do MFF será inundado de melodias icônicas da grande banda irlandesa, resultando em um diálogo da fotografia com a música.

Através da mediação da série Sea Scapes, do artista Sugimoto, a Banda One, cover do U2, juntamente com uma orquestra, acompanhará na descoberta da história da fotografia que estampa a capa do álbum “No Line on the Horizon”, como as músicas foram criadas inspiradas na obra do fotógrafo, transformando-as em grandes canções, e a técnica usada pelo artista em sua série.

Um evento gratuito e imperdível para os fãs da banda, da fotografia e da arte. Inscrições pelo sympla.com.br.

Sobre o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

SERVIÇO:

Mediação das obras de Sujimoto e show da Banda One U2 Cover

Data: 27/10 (sábado)

Horário: 14h

Local: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Mais informações: (85) 3017-3661

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

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Museu da Fotografia Fortaleza realiza programação especial para as crianças

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

11 de outubro de 2018

 

A programação “Hora da Criança” conta com 4 momentos idealizados para os pequenos

 

Chegou a hora delas! O Museu está com uma divertida programação em comemoração ao Dia das Crianças, que já começa na sexta-feira. A “Hora da Criança” promove atividades ideais para trazer seu filho, neto, sobrinho, vizinho ou toda criança que merece um momento especial.

No dia 12, às 14h, o Grupo Encantos vai apresentar “O Fantástico Submarino Amarelo”, uma história super legal e emocionante, inspirada na canção “Yellow Submarine”, da banda britânica The Beatles. Caracterizados com roupas que lembram fases marcantes na vida da banda, os pequenos poderão descobrir a história da banda através de canções que ganham um formato infantil, com arranjos diferenciados e instrumentos de brinquedos. Além de tudo isso, ainda é abordado o tema bullying, problema muito presente nas escolas.

Já no sábado, 13 de outubro, às 14h, o Museu vai receber pais e filhos para curtir a “Hora da Criança” participando da oficina Desenhando no Museu, com Gabriel Muniz. É hora de interagir com as crianças através da arte, do desenho e das cores com uma boa orientação passo a passo ministrada por esse artista e professor.

No domingo, 14 de outubro, a “Hora da Criança” está com tudo no Museu e o público infantil poderá escolher entre dois momentos especiais, que serão realizados às 14h. Um deles é o Cinema Infantil, quando nosso amigo Pinóquio irá divertir a criançada e provar que mentir não é legal! A família toda irá se divertir com esse filme de 1940 e transformar o dia num domingo feliz! A entrada é gratuita e sujeita à lotação.

No mesmo horário, acontecerá a Oficina de Câmera Obscura. É a oportunidade das crianças começarem a se inserir no mundo da fotografia de um jeito divertido! Como? Elas vão descobrir como acontece a magia da fotografia através da prática, tirando fotos com uma câmera artesanal construída por elas mesmas. Todos prontos e animados? Agora é só se inscrever, todos os eventos serão gratuitos!

Sobre o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

Serviço:

O Fantástico Submarino Amarelo – Grupo Encantos

Data:  12 de outubro (sexta-feira)

Horário: 14h

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

Desenhando no Museu – Gabriel Muniz

Data: 13 de outubro (sábado)

Horário: 14h

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

Cinema Infantil – filme “Pinóquio”

Data: 14 de outubro (domingo)

Horário: 14h

* Entrada gratuita, sujeita à lotação, sem necessidade de inscrição.

Oficina de Câmera Obscura para pais e filhos

Data: 14 de outubro (domingo)

Horário: 14h

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

Local de realização dos encontros: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Mais informações: (85) 3017-3661

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Museu da Fotografia Fortaleza realiza programação especial para as crianças

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de outubro de 2018

 

A programação “Hora da Criança” conta com 4 momentos idealizados para os pequenos

 

Chegou a hora delas! O Museu está com uma divertida programação em comemoração ao Dia das Crianças, que já começa na sexta-feira. A “Hora da Criança” promove atividades ideais para trazer seu filho, neto, sobrinho, vizinho ou toda criança que merece um momento especial.

No dia 12, às 14h, o Grupo Encantos vai apresentar “O Fantástico Submarino Amarelo”, uma história super legal e emocionante, inspirada na canção “Yellow Submarine”, da banda britânica The Beatles. Caracterizados com roupas que lembram fases marcantes na vida da banda, os pequenos poderão descobrir a história da banda através de canções que ganham um formato infantil, com arranjos diferenciados e instrumentos de brinquedos. Além de tudo isso, ainda é abordado o tema bullying, problema muito presente nas escolas.

Já no sábado, 13 de outubro, às 14h, o Museu vai receber pais e filhos para curtir a “Hora da Criança” participando da oficina Desenhando no Museu, com Gabriel Muniz. É hora de interagir com as crianças através da arte, do desenho e das cores com uma boa orientação passo a passo ministrada por esse artista e professor.

No domingo, 14 de outubro, a “Hora da Criança” está com tudo no Museu e o público infantil poderá escolher entre dois momentos especiais, que serão realizados às 14h. Um deles é o Cine Foto, quando nosso amigo Pinóquio irá divertir a criançada e provar que mentir não é legal! A família toda irá se divertir com esse filme de 1940 e transformar o dia num domingo feliz! A entrada é gratuita e sujeita à lotação.

No mesmo horário, acontecerá a Oficina de Câmera Obscura. É a oportunidade das crianças começarem a se inserir no mundo da fotografia de um jeito divertido! Como? Elas vão descobrir como acontece a magia da fotografia através da prática, tirando fotos com uma câmera artesanal construída por elas mesmas. Todos prontos e animados? Agora é só se inscrever, todos os eventos serão gratuitos!

Sobre o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

Serviço:

O Fantástico Submarino Amarelo – Grupo Encantos

Data:  12 de outubro (sexta-feira)

Horário: 14h

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

Desenhando no Museu – Gabriel Muniz

Data: 13 de outubro (sábado)

Horário: 14h

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

Cine Foto filme “Pinóquio”

Data: 14 de outubro (domingo)

Horário: 14h

* Entrada gratuita, sujeita à lotação, sem necessidade de inscrição.

Oficina de Câmera Obscura para pais e filhos

Data: 14 de outubro (domingo)

Horário: 14h

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

Local de realização dos encontros: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Mais informações: (85) 3017-3661

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Museu da Fotografia Fortaleza lança projeto que aproxima os artistas e o público

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

04 de outubro de 2018

Gentil Barreira é quem dará a primeira palestra do projeto “Uma Coleção Muito Particular”

O que pode ser mais interessante que um grande artista falando sobre as fotos que mais lhe impressionam, os motivos, sua história e como elas refletem no mundo? Foi assim que nasceu o projeto “Uma Coleção Muito Particular”, onde grandes artistas são convidados para dividir esse momento com o público.

O Museu recebe esse projeto dividido em quatro partes e te convida a participar do primeiro dia com o grande fotógrafo Gentil Barreira. O encontro acontece neste sábado, 6 de outubro, às 10h. Gentil irá contar sobre as fotografias que lhe marcaram. A participação é gratuita (sujeita a lotação), basta se inscrever pelo sympla.com.br.

Perfil Gentil Barreira – Autodidata, iniciou as primeiras experiências com fotografia aos 11 anos, montando um pequeno laboratório para revelar seus filmes. Estudou Arquitetura e Urbanismo em São Paulo, mas antes de concluir resolveu voltar a Fortaleza, onde vive até hoje. Ingressou e frequentou por dois anos o curso de Comunicação na UFC, período em que profissionalizou-se como fotógrafo. A influência dos experimentos da Arquitetura e os conceitos e ideias da Comunicação marcaram de forma decisiva seu trabalho e as pesquisas que desenvolve com a fotografia. Para atender aos segmentos de publicidade, moda, retratos e arquitetura, montou um estúdio e vem atuando nesse mercado até o momento. Desenvolve paralelamente trabalho autoral com foco na pesquisa documental e em estudos de luz e movimento. Realizou diversas exposições individuais e participou de importantes coletivas, no Brasil e no exterior. Sua obra, diversas vezes premiada, está presente em acervos de instituições culturais e representada em livros, catálogos, revistas e sites.

Sobre o Museu

Inaugurado em 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

SERVIÇO:

Palestra Gentil Barreira – projeto “Uma Coleção Muito Particular”

Data: 06/10 (sábado)

Horário: 10h

Local: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Mais informações: (85) 3017-3661

Inscrições: Gratuitas, pelo site sympla.com.br

 

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MFF traz Roger Ballen e inaugura a primeira mostra internacional do equipamento

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

04 de setembro de 2018

 

“Mind Games” apresentará imagens inéditas, que garantem provocar o imaginário do público

 

O Museu da Fotografia fortaleza inaugura nesta quinta (06), sua primeira exposição internacional. “Mind Games”, do aclamado fotógrafo norte americano Roger Ballen, tem curadoria da artista portuguesa Ângela Berlinde, que já revelou ser uma exposição norteada pelo sentido da existência humana, convidando o público a uma travessia pelas profundezas da mente, despertando discursos enigmáticos enquanto dialoga verdade e ficção, prometendo causar desassossego e transportar o visitante para um enigma de metamorfoses reais e simbólicas. Sábado (08), a partir das 14h, haverá visita mediada e palestra do fotógrafo.

Cerca de 60 obras compõem este acervo inédito no Norte e Nordeste, construído durantes as últimas 4 décadas de trabalho de Roger Ballen. As imagens estarão expostas em médio e grande formato, sendo a maioria em preto e branco, com um diferencial: a exibição das imagens a cor, produzidas pela primeira vez por Ballen, que são criações mais recentes.

A estética de “Mind Games” mostra figuras absurdas e um elenco de personagens sobrenaturais, recorrente na obra do artista. Ele “é conhecido por evocar o absurdo da condição humana e por criar imagens perturbadoras e inesperadamente familiares, que são o reflexo de uma jornada psicológica pessoal. Ao longo da sua carreira, somam-se as imagens icônicas que realizou em lugares ruinosos, habitados por pessoas que vivem de forma extrema, à margem da sociedade. O objetivo de Ballen sempre foi o mesmo: questionar o significado e sentido da existência humana”, explica a curadora Ângela Berlinde.

É mais um acervo de destaque, que passa pelo Museu da Fotografia Fortaleza, fazendo um convite para vivenciar a arte em diferentes linguagens. Além da inauguração da exposição, teremos dois momentos importantes: uma visita mediada, às 10h, e no horário de abertura da mostra, às 14h, uma palestra com o artista. No horário da manhã, o equipamento receberá exclusivamente quem estiver inscrito pelo sympla.com.br. A visita mediada contará com as presenças de Roger Ballen, Ângela Berlinde e integrantes do educativo do MFF. A programação é gratuita e uma oportunidade incrível para conhecer mais da trajetória do artista e suas motivações e inspirações.

Perfil Roger Ballen – é um dos mais importantes fotógrafos do século 21 e a sua carreira estende-se ao longo de 50 anos. Ballen é fortemente conhecido pelas suas imagens psicológicas, poderosas e magistralmente compostas, que circulam no espaço entre a pintura, o desenho, a instalação e a fotografia. Nasceu em Nova York, em 1950, mas vive na África do Sul há cerca de 35 anos. O seu trabalho como geólogo levou-o para o meio rural e o fez apontar a sua câmera para explorar o mundo secreto das pequenas localidades Sul Africanas. No início, explorou as ruas desertas no abrasador sol do meio-dia, mas assim que ousou bater à porta das pessoas, descobriu um mundo secreto que iria gerar um profundo impacto no seu trabalho. Estes interiores, com os seus distintivos acervos de objetos e os seus ocupantes, levaram a formar a sua visão única numa trajetória que vai desde a crítica social, até à criação de metáforas sobre o subconsciente. Ao longo dos últimos 40 anos, o seu caraterístico estilo de fotografia evoluiu usando um simples formato quadrado num forte e belo preto e branco. Nos primeiros trabalhos em exposição, a sua ligação à tradição da fotografia documental é notória mas, ao longo dos anos 90, desenvolveu um estilo que descreve como “ficção documental”. No ano de 2000, as primeiras pessoas que descobriu e documentou vivendo à margem da sociedade Sul Africana tornaram-se progressivamente o elenco de atores com quem Ballen trabalhou na série “Outland” (2001) e “Shadow Chamber” (2005), colaborando na criação de perturbadores psicodramas. A linha entre fantasia e realidade, nas séries “Boarding House” (2009) e “Asylum of the Birds” (2014), tem se tornado cada vez mais indefinida e o autor passa a utilizar desenhos, pinturas, colagens e técnicas de escultura para criar cenários elaborados e complementados pelos imprevisíveis comportamentos dos animais que aparecem fotografados num instante de observação. Ballen inventou uma nova estética híbrida nestes trabalhos, mas uma estética que continua bastante enraizada na fotografia. O autor expôs individual e coletivamente em diversas instituições tais como George Eastman House, Rochester, exposição retrospectiva nomeada finalista na categoria de melhor exposição de 2010 do Lucie Awards, considerado o Oscar da Fotografia; Berlin Biennial; PhotoEspana, Madri, onde recebeu o prêmio de melhor livro em 2001; State Museum of Russia, São Petersburgo; Triennale, Milan; Fondation Cartier, Paris; Rencontres de La Photo d’Arles, onde foi selecionado como fotógrafo do ano de 2002; Biblioteque Nationale, Paris; Noordelicht, Amsterdã; Victoria and Albert Museum, Londres; New Museum, MoMA-NY. Suas exposições individuais figuraram entre as Top 10 Exhibitions da ArtForum, nos anos 2002 e 2004. As fotografias de Roger Ballen fazem parte de coleções tais como as do MoMA de Nova York; Centre Georges Pompidou, Paris; Maison Européenne de la Photographie e Musée Nicephore Niepce, França; Fotomuseum, Munique; Victoria & Albert Museum, Londres; Stedelijk Museum, Amsterdã; Cafa Arte Museum em Pequim, entre outros.

Sobre o Museu

Inaugurado dia 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de mais outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

SERVIÇO:

Mind Games

Coquetel para convidados:

Data: 05.09 (quarta) – 19h

Abertura Visitação: 06 de setembro (quinta) – 12h

 

Visita mediada:  08 de setembro (sábado)

Horário: 10h (inscrições pelo sympla.com.br e capacidade máxima para 40 pessoas)

 

Palestra:  08 de setembro (sábado)

Horário:14h

 

Censura: 16 anos

Local: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Mais informações: (85) 3017-3661

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MFF traz Roger Ballen e inaugura a primeira mostra internacional do equipamento

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

04 de setembro de 2018

 

“Mind Games” apresentará imagens inéditas, que garantem provocar o imaginário do público

 

O Museu da Fotografia fortaleza inaugura nesta quinta (06), sua primeira exposição internacional. “Mind Games”, do aclamado fotógrafo norte americano Roger Ballen, tem curadoria da artista portuguesa Ângela Berlinde, que já revelou ser uma exposição norteada pelo sentido da existência humana, convidando o público a uma travessia pelas profundezas da mente, despertando discursos enigmáticos enquanto dialoga verdade e ficção, prometendo causar desassossego e transportar o visitante para um enigma de metamorfoses reais e simbólicas. Sábado (08), a partir das 14h, haverá visita mediada e palestra do fotógrafo.

Cerca de 60 obras compõem este acervo inédito no Norte e Nordeste, construído durantes as últimas 4 décadas de trabalho de Roger Ballen. As imagens estarão expostas em médio e grande formato, sendo a maioria em preto e branco, com um diferencial: a exibição das imagens a cor, produzidas pela primeira vez por Ballen, que são criações mais recentes.

A estética de “Mind Games” mostra figuras absurdas e um elenco de personagens sobrenaturais, recorrente na obra do artista. Ele “é conhecido por evocar o absurdo da condição humana e por criar imagens perturbadoras e inesperadamente familiares, que são o reflexo de uma jornada psicológica pessoal. Ao longo da sua carreira, somam-se as imagens icônicas que realizou em lugares ruinosos, habitados por pessoas que vivem de forma extrema, à margem da sociedade. O objetivo de Ballen sempre foi o mesmo: questionar o significado e sentido da existência humana”, explica a curadora Ângela Berlinde.

É mais um acervo de destaque, que passa pelo Museu da Fotografia Fortaleza, fazendo um convite para vivenciar a arte em diferentes linguagens. Além da inauguração da exposição, teremos dois momentos importantes: uma visita mediada, às 10h, e no horário de abertura da mostra, às 14h, uma palestra com o artista. No horário da manhã, o equipamento receberá exclusivamente quem estiver inscrito pelo sympla.com.br. A visita mediada contará com as presenças de Roger Ballen, Ângela Berlinde e integrantes do educativo do MFF. A programação é gratuita e uma oportunidade incrível para conhecer mais da trajetória do artista e suas motivações e inspirações.

Perfil Roger Ballen – é um dos mais importantes fotógrafos do século 21 e a sua carreira estende-se ao longo de 50 anos. Ballen é fortemente conhecido pelas suas imagens psicológicas, poderosas e magistralmente compostas, que circulam no espaço entre a pintura, o desenho, a instalação e a fotografia. Nasceu em Nova York, em 1950, mas vive na África do Sul há cerca de 35 anos. O seu trabalho como geólogo levou-o para o meio rural e o fez apontar a sua câmera para explorar o mundo secreto das pequenas localidades Sul Africanas. No início, explorou as ruas desertas no abrasador sol do meio-dia, mas assim que ousou bater à porta das pessoas, descobriu um mundo secreto que iria gerar um profundo impacto no seu trabalho. Estes interiores, com os seus distintivos acervos de objetos e os seus ocupantes, levaram a formar a sua visão única numa trajetória que vai desde a crítica social, até à criação de metáforas sobre o subconsciente. Ao longo dos últimos 40 anos, o seu caraterístico estilo de fotografia evoluiu usando um simples formato quadrado num forte e belo preto e branco. Nos primeiros trabalhos em exposição, a sua ligação à tradição da fotografia documental é notória mas, ao longo dos anos 90, desenvolveu um estilo que descreve como “ficção documental”. No ano de 2000, as primeiras pessoas que descobriu e documentou vivendo à margem da sociedade Sul Africana tornaram-se progressivamente o elenco de atores com quem Ballen trabalhou na série “Outland” (2001) e “Shadow Chamber” (2005), colaborando na criação de perturbadores psicodramas. A linha entre fantasia e realidade, nas séries “Boarding House” (2009) e “Asylum of the Birds” (2014), tem se tornado cada vez mais indefinida e o autor passa a utilizar desenhos, pinturas, colagens e técnicas de escultura para criar cenários elaborados e complementados pelos imprevisíveis comportamentos dos animais que aparecem fotografados num instante de observação. Ballen inventou uma nova estética híbrida nestes trabalhos, mas uma estética que continua bastante enraizada na fotografia. O autor expôs individual e coletivamente em diversas instituições tais como George Eastman House, Rochester, exposição retrospectiva nomeada finalista na categoria de melhor exposição de 2010 do Lucie Awards, considerado o Oscar da Fotografia; Berlin Biennial; PhotoEspana, Madri, onde recebeu o prêmio de melhor livro em 2001; State Museum of Russia, São Petersburgo; Triennale, Milan; Fondation Cartier, Paris; Rencontres de La Photo d’Arles, onde foi selecionado como fotógrafo do ano de 2002; Biblioteque Nationale, Paris; Noordelicht, Amsterdã; Victoria and Albert Museum, Londres; New Museum, MoMA-NY. Suas exposições individuais figuraram entre as Top 10 Exhibitions da ArtForum, nos anos 2002 e 2004. As fotografias de Roger Ballen fazem parte de coleções tais como as do MoMA de Nova York; Centre Georges Pompidou, Paris; Maison Européenne de la Photographie e Musée Nicephore Niepce, França; Fotomuseum, Munique; Victoria & Albert Museum, Londres; Stedelijk Museum, Amsterdã; Cafa Arte Museum em Pequim, entre outros.

Sobre o Museu

Inaugurado dia 10 de março de 2017 com a coleção Paula e Silvio Frota, o MFF recebe cerca de 3 mil visitantes por mês, que podem conferir dois andares de acervo fixo, além de mais outro que recebe exposições temporárias. Compreendendo sua função social para além do espaço expositivo, os projetos Museu na Comunidade e Museu no Interior já visitaram diversas comunidades da capital e do interior (Maracanaú, Jericoacoara e Redenção), levando até o público em situação de vulnerabilidade, teoria e prática acerca do mundo da fotografia. Além disso, o equipamento realiza uma série de ações que têm como objetivo a divulgação de novos talentos e a promoção da fotografia contemporânea a partir da realização de cursos e visitas guiadas para a terceira idade e de oficinas e workshops voltados a artistas, estudantes e educadores – resultado, inclusive, da proximidade da instituição junto às Secretarias de Cultura (Secult), de Turismo (Setur) e de Educação do Estado (Seduc), e às Secretarias Municipais da Educação (SME), de Turismo (Setfor) e de Cultura de Fortaleza (Secultfor). O MFF tem também uma equipe de monitoria formada pelos alunos dos cursos de Comunicação Social da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Universidade de Fortaleza (Unifor), Pedagogia da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), Artes Visuais do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do curso de Fotografia do Porto Iracema das Artes.

SERVIÇO:

Mind Games

Coquetel para convidados:

Data: 05.09 (quarta) – 19h

Abertura Visitação: 06 de setembro (quinta) – 12h

 

Visita mediada:  08 de setembro (sábado)

Horário: 10h (inscrições pelo sympla.com.br e capacidade máxima para 40 pessoas)

 

Palestra:  08 de setembro (sábado)

Horário:14h

 

Censura: 16 anos

Local: Museu da Fotografia Fortaleza

Endereço: Rua Frederico Borges, 545 – Varjota

Mais informações: (85) 3017-3661