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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Marcos Sá

Brasileiros estão depositando mais dinheiro na poupança, aponta Banco Central

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

16 de Abril de 2019

O valor de depósitos superou em 2 bilhões o número de saques realizados em março

Após dois meses de baixa, os brasileiros estão voltaram a investir na caderneta de poupança. Os dados são do Banco Central e mostram que, em janeiro e fevereiro a quantidade de depósitos superou o número de saques em 2 bilhões de reais. Se comparado ao ano passado, houve uma queda de 53,4% no crescimento, no valor de R$ 3.978 bilhões.
Com rendimentos de até 70% da taxa básica de juros, a taxa Selic, o equivalente a cerca de 4,5% ao ano, a poupança é o fundo de investimento mais atraído pelos brasileiros, principalmente para aqueles que querem ter uma pequena reserva e precisam do dinheiro disponível para eventuais emergências.

“Os primeiros meses do ano são cruciais para saldo de dívidas em razão da grande quantidade de pagamentos típicos desse período, como IPVA, IPTU, matrículas, entre outras. Passada essa temporada, quando a população volta a respirar, é possível que, alguma reserva de dinheiro seja feita, e as pessoas possam alimentar a poupança”, aponta Marcos Sá, consultor financeiro e conclui “o desafio de ultrapassar a crise é grande, porém é necessário equilibrar o otimismo e a prudência em eventuais gastos, para que o bolso do brasileiro volte a ter mais crédito e menos débito’’.

Outra forma de Investimento

Outra maneira de investimento, que vem crescendo muito entre os brasileiros, é o Tesouro Direto, que tem ganhado muita expressão por sua rentabilidade e as facilidades para sua aplicação. O Tesouro Direto é um título público de renda fixa. Ele é emitido pelo Tesouro Nacional, que é um órgão do governo federal junto com da Secretária do Tesouro Nacional (STN).

No entanto, antes de investir nas opções do Tesouro Direto, você precisa entender como o os títulos públicos funcionam, quais as taxas do Tesouro, como investir e qual a categoria mais adequada para a sua carteira. Hoje com apenas R$ 100,00 já é possível fazer uma aplicação nos títulos públicos, as taxas variam entre 9,77% e 10,19% ao ano.

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Nordeste ocupa terceiro lugar no ranking de regiões que mais geraram empregos formais em julho

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

25 de agosto de 2018

Segundo dados divulgados pela Caged, houve a criação de mais 7.163 vagas formais na região nordeste, mas Ceará se destaca por contratação em regime de tempo parcial.
Ficando atrás apenas da região Sudeste e Centro-Oeste, segundo os dados divulgados hoje pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o Nordeste aparece em terceiro lugar no ranking das regiões que mais geraram empregos formais em julho, que, ao todo, somam a criação de 7.163 vagas formalizadas. Por outro lado, o Ceará se destaca por contratação em regime de tempo parcial. Em julho desse ano, o estado gerou 103 contratados nesse formato.
Para o contador e consultor financeiro, Marcos Sá, o cenário demonstra que agosto poderá manter esse ritmo de geração de emprego. “Tivemos um saldo positivo de contratações que nos deixam esperançosos para que esse ritmo crescente continue nos próximos meses. O Ceará tem apostado na contratação por regime de tempo parcial, aquele cuja duração não exceda a vinte e cinco horas semanais, ficando atrás apenas do Rio de Janeiro e São Paulo nesse caso”, explicou.
Brasil
O Brasil encerrou o mês de julho com a abertura de 47.319 vagas de emprego com carteira assinada, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse foi o melhor resultado para o mês de julho desde 2012, quando foram abertas 142 mil vagas.
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Imposto de Renda: organização é essencial

Por Oswaldo Scaliotti em Economia

12 de Março de 2018

Para evitar incongruências e ter uma restituição justa, organizar-se antecipadamente ao longo do ano é primordial
No dia 1º de março se iniciou o período para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda – Pessoa Física (DIRPF). Nesse período, é comum ter dúvidas sobre como organizar a documentação e se preparar para possíveis ganhos financeiros. A recomendação do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), uma declaração eficiente requer uma preparação prévia e o contribuinte deve planejar e saber corretamente o que pode ser deduzido. 
 
Para o especialista financeiro e contabilista Marcos Sá, não existe segredo. “É preciso apenas ter uma pasta para essa finalidade, e ir incluindo, ao longo do ano, tudo o que tiver de pagamento realizado, como extratos bancários, recibos, comprovante de aquisições e venda de bens e direitos, notas fiscais de prestadores de serviços e outros documentos comprobatórios de rendas e despesas. Ao início da liberação do sistema, fica muito mais fácil e rápido preencher e encaminhar a declaração anual”, destaca, explicando que também é interessante separar as notas conforme a natureza, como saúde, educação e outros.
Além disso, segundo explica Marcos, ao ter todos os dados reunidos previamente, adquire-se mais tempo hábil para analisar qual tipo de declaração é mais vantajosa: simplificada ou completa, individual ou com o cônjuge, por exemplo. Dessa forma, é possível até mesmo pagar menos impostos e ter uma melhor restituição. “Outra vantagem para aqueles que realizam a declaração organizadamente é a tranquilidade de saber que não haverá incongruências no final das contas, visto que a Receita Federal, a cada ano, aprimora o sistema, recebendo dados de cartórios, operadoras de cartões e diversos outros segmentos, no intuito de evitar a sonegação e aumentar a eficiência da arrecadação”, explica.
Para aqueles que não conseguiram reunir a documentação, o especialista recomenda localizar e reunir tudo o que for necessário, como comprovantes que podem ser obtidos automaticamente pela internet, diretamente dos sites de prestadores de serviço, ou em solicitações por e-mail e telefone. Conforme o especialista, o ideal seria ficar atento a tudo que pode ser declarado, fazendo um rascunho mensal que pode ir sendo completado no próprio site da Receita, tendo apenas o trabalho de revisar no período final, excluindo, ainda, o risco do contribuinte de esquecer alguma coisa, comum entre aqueles que deixam para reunir os documentos na última hora.
Confira mais algumas dicas do especialista:
– Não existe limite de dedução para gastos com saúde, apenas é preciso ter todos os recibos dessas despesas. Tanto para o contribuinte quanto os dependentes,  os gastos poderão ser deduzidos em sua declaração, e as despesas não se limitam apenas a pagamentos de planos de saúde. Tratamentos com psicólogos e dentistas, por exemplo, também podem ser relatados.
– No caso de declarações conjuntas, é interessante fazer simulações. Quando a renda anual do casal for maior que R$ 30 mil, é mais vantajoso fazer a declaração individual.
– Quem possui renda, deve optar pela declaração simples; quem tem despesas maiores, pode deduzir através do modelo completo.
– No final, guarde o recibo completo. Ele não é somente o comprovante de que você entregou a sua declaração de forma correta, mas, também, é uma importante fonte para o Imposto de Renda do próximo ano
Sobre Marcos Sá
Marcos Antônio de Carvalho Sá é consultor nas áreas tributária, financeira e contábil, atuando em todos os setores empresariais, orientando o gerenciamento de negócios nos mais diversos segmentos com diretrizes seguras e estratégicas. Ele comanda equipes especializadas em atender demandas nas áreas de contabilidade, economia e administração. O especialista financeiro é o proprietário e está à frente da ST Assessoria e Consultoria. Com base no Ceará e acordos operacionais em todo o Nordeste e no estado do Pará.
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Área de contabilidade está entre os dez cursos com maior taxa de ocupação

Por Oswaldo Scaliotti em Qualificação

08 de Fevereiro de 2018

 

Curso Ninjas do CFC prepara alunos para o exame de suficiência do Conselho Federal de Contabilidade; a aprovação na prova é necessária à obtenção do registro profissional no campo

 

De acordo com a pesquisa “Perspectivas Radar: Perspectivas Profissionais” do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a área de contabilidade está entre os dez cursos com maior taxa de ocupação, apresentando aproximadamente um índice de 93%. O campo gerou mais de 6.400 postos de trabalho no país entre 2009 e 2012. Em um mundo de negócios com uma realidade cada vez mais competitiva, apresentar diferenciais tem sido fundamental para o sucesso no ramo de empreendedorismo. Assim, para além de responsáveis por impostos, os contadores atuam hoje de forma estratégica em inúmeras empresas.

 

A atuação do profissional de contabilidade no mercado é variada. As principais áreas de trabalho são junto à empresas privadas, como empregado, ou, ainda, como autônomo. Além disso, o contador pode atuar no ramo público ou em entidades não-governamentais. Os conhecimentos são mais aplicados no envolvimento de questões como planejamento financeiro, orçamental e financeiro, entre outras. Segundo o Contador e Consultor Financeiro Marcos Sá, a contabilidade se torna uma área esquecida no mercado de trabalho por se dedicar a cálculos complexos e estatística, por exemplo. “Esses temas podem assustar as pessoas. Esse fato favorece ainda mais à grande oferta de emprego no campo”, explica o profissional.

 

Para atuar plenamente no mercado, o contador precisa da aprovação no exame anual de suficiência disponibilizado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Com um índice de aproximadamente 70% de aprovação em 2017, o curso Ninjas do CFC retorna este mês, dia 17, para atender àqueles que estejam cursando ou tenham concluído o curso de Ciências Contábeis e buscam obter o registro profissional no Conselho. O curso é desenvolvido pela ST Assessoria e liderado pelo Contador Consultor Financeiro Marcos Sá.

As aulas ocorrem no auditório principal do  Colégio 7 de Setembro, na sede Dionísio Torres, sendo ministradas pelo professor Osvaldo Marques, especialista em Auditoria pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). O curso presencial completo tem duração de 2 meses e carga horária total de 86 horas. Já consolidado há quatro anos em Fortaleza, agrega, ainda, turmas online. “Na última edição, a taxa de aprovação no Exame de Suficiência do CFC foi de 69%, e já alcançamos níveis nacionais, sendo a nossa maior procura pelo curso virtual proveniente do eixo Rio – São Paulo”, explica o professor.

Serviço

Curso Ninjas do CFC

A partir de sábado, 17 de fevereiro de 2018

Local: Auditório principal do Colégio 7 de Setembro (R. Henriqueta Galeno, 11 – Dionísio Torres)

Mais informações: http://stassessoria.com.br/
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Micro Empreendedor Individual (MEI) tem até esta sexta-feira (26) para regularizar sua situação.

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

24 de Janeiro de 2018

Anteriormente, o prazo para quitação de débitos venceria nesta terça (23). Após o vencimento, o CNPJ do MEI inadimplente será cancelado e não poderá ser reativado

Os MEIs inadimplentes que não fizeram nenhum pagamento dos impostos nos três últimos anos e que estão com as Declarações Anuais do Simples Nacional (DASN-SIMEI) atrasadas poderão ter o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) cancelado, caso não regularizem essa situação até esta sexta-feira, dia 23 de janeiro. Se o CNPJ for cancelado, ele não poderá ser reativado e o empreendedor passa a ser um trabalhador informal se continuar exercendo a atividade econômica. Segundo dados da Receita Federal, dos 603 mil microempreendedores da capital registrados até novembro de 2017, mais de 60% são inadimplentes.

O que deve ser feito para regularizar a situação? É possível parcelar os débitos? Quem perde o prazo, como deve proceder para não seguir de maneira informal? Para esclarecer estas questões relativas ao Micro Empreendedor Individual, Marcos Sá está disponível para entrevistas acerca do assunto.

Perfil Marcos Sá – Contador, formado pela Universidade Estadual do Ceará; Mestre em Controladoria, pela Universidade Federal do Ceará; Diretor da ST Assessoria e Consultoria Contábil e consultor empresarial financeiro.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti

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Mudanças na arrecadação do ISS

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

28 de novembro de 2017

A Prefeitura Municipal de Fortaleza lança estratégia para dinamizar a arrecadação do Imposto Sobre Serviços. Em parceria, a secretaria de Finanças de Fortaleza (SEFIN) e a Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará (SEFAZ-CE) trabalham para obter os dados concretos de transações mensais com cartões de crédito e débito dos contribuintes. O consultor financeiro especialista na área, Marcos Sá, afirma que a medida é uma segurança governamental, aumentando o controle da Prefeitura na área.
Para isso, o sistema Business Intelligence (B.I., da IBM Cognos Analytics) foi o escolhido. A ferramenta identifica as incompatibilidades a cerca do que é declarado financeiramente e do que é apurado pelo sistema. “O contribuinte pode regularizar a situação de forma espontânea. No caso, o cobrado é apenas juros e multas de mora. O prazo de autorregularização é de 10 dias”, afirma Marcos Sá.
Marcos Sá
Marcos Sá é proprietário da ST Assessoria e é consultor nas áreas tributária, financeira e contábil. Ele está disponível para entrevistas e pode explicar melhor como funciona o sistema Business Intelligence e o impacto do novo meio de obtenção dos dados dos contribuintes.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Crise: tempo ideal de abrir uma empresa?

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

06 de agosto de 2016

Ter o próprio negócio e alcançar o sucesso no empreendimento é o desejo de muitas pessoas. No Brasil, de acordo com pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor – 2014, empreender é o terceiro maior sonho da população brasileira. Entretanto, com a atual situação econômica do país, abrir uma empresa é a decisão corretar a ser tomada?

De acordo com o consultor Marcos Sá, sim, dependendo do negócio que se deseja investir, empreender tem sido uma das alternativas encontradas pela população para driblar essa realidade. “É muito interessante ver que os brasileiros não estão apenas sonhando com o próprio negócio, eles agora estão investindo e vendo que é algo possível, ainda mais em momentos como este na realidade do país. É a hora certa para empreender e sair do pessimismo”, afirma.

Contudo, para alcançar o êxito na empresa, o consultor ressalta que é preciso planejamento, avaliar o setor no qual se está investido e, além disso, seguir todos os trâmites necessários para a abertura do novo empreendimento. “O planejamento em todas as etapas é fundamental. É preciso verificar em qual categoria o novo negócio se enquadra: pequeno, médio ou grande porte, realizar a pesquisa de mercado antes de investir e, claro, montar um plano de negócios. Após todas essas etapas pode-se partir para a abertura da empresa”, explica.

 

Fonte da pesquisa: Global Entrepreneurship Monitor (GEM) /Sebrae 2014

Marcos Sá – Diretor e consultor na ST Assessoria Contábil, empresa que atua há mais de 9 anos no mercado  auxiliando empresas nacionais e internacionais de pequeno, médio e grande porte a expandir seus negócios para outras regiões do país.

 

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Empresas em dificuldades financeiras podem recorrer à Recuperação Judicial

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

25 de novembro de 2015

Fotos Marcos Sá2

Para evitar a falência do negócio, a recuperação judicial é uma medida que pode ser solicitada quando uma empresa está endividada e com dificuldades de caixa. “Nesse período de instabilidade econômica, temos observado que o número de empresas solicitando a recuperação judicial tem aumentado”, indica o contador Marcos Sá. “É uma oportunidade que qualquer empresa nesta situação pode requerer para reequilibrar os negócios, mantendo seu ritmo normal de empresa em funcionamento e o emprego dos seus colaboradores”, explica.

Ainda de acordo com Marcos Sá, a medida apresenta vantagens contábeis, como suspensão das obrigações e negociação de prazo para pagamento das dívidas. O pedido de recuperação judicial deve ser feito na Justiça por um advogado especializado, porém é um contador quem organiza a documentação necessária.  A partir da entrada, a empresa tem seis meses para apresentar à Justiça um plano de viabilidade financeira de como pretende sair da atual crise. Caso aprovado pelo juiz, a empresa entra em processo de recuperação judicial e deverá ser cumprido o plano para evitar a falência do negócio.

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Empresas em dificuldades financeiras podem recorrer à Recuperação Judicial

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

25 de novembro de 2015

Fotos Marcos Sá2

Para evitar a falência do negócio, a recuperação judicial é uma medida que pode ser solicitada quando uma empresa está endividada e com dificuldades de caixa. “Nesse período de instabilidade econômica, temos observado que o número de empresas solicitando a recuperação judicial tem aumentado”, indica o contador Marcos Sá. “É uma oportunidade que qualquer empresa nesta situação pode requerer para reequilibrar os negócios, mantendo seu ritmo normal de empresa em funcionamento e o emprego dos seus colaboradores”, explica.

Ainda de acordo com Marcos Sá, a medida apresenta vantagens contábeis, como suspensão das obrigações e negociação de prazo para pagamento das dívidas. O pedido de recuperação judicial deve ser feito na Justiça por um advogado especializado, porém é um contador quem organiza a documentação necessária.  A partir da entrada, a empresa tem seis meses para apresentar à Justiça um plano de viabilidade financeira de como pretende sair da atual crise. Caso aprovado pelo juiz, a empresa entra em processo de recuperação judicial e deverá ser cumprido o plano para evitar a falência do negócio.

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