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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

J.Macêdo

J.Macêdo anuncia Walter Faria Júnior como presidente executivo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

18 de junho de 2018

O executivo assume o cargo a partir desta segunda-feira (dia 18/6). Uma das missões dele é fortalecer o posicionamento estratégico da companhia.

 


Faria Júnior: missão de intensificar os vínculos com clientes e consumidores

Crédito: Lucíola Okamoto

A J.Macêdo, uma das maiores fabricantes de alimentos do país, anuncia que Walter Faria Júnior assume a presidência executiva da empresa a partir desta segunda-feira (dia 18/6).

Faria Júnior tem atuação há cerca de 20 anos em diretoria executiva de grandes empresas. Foi CEO do Grupo Martins; Diretor Comercial na Danone e na Clorox; e Diretor de Marketing e Grandes Contas na Coca-Cola Company. Na Colgate-Palmolive, foi Diretor Global de Vendas (em Nova York) e Vice-Presidente de Desenvolvimento de Novos Negócios.

O executivo tem ampla experiência em Gestão, Liderança, Vendas, Logística, Compras, Marketing, Trade Marketing e Supply Chain. É formado em Administração de Empresas pela Universidade São Marcos, Economia pela USP, General Management no Center for Creative Leadership U.S.A. e CEOs’ Legacy pela Fundação Dom Cabral & IMD.

“A J.Macêdo, fabricante de marcas muito importantes, como Dona Benta, Sol, Petybon, Brandini e Boa Sorte, vive um período de sólidos investimentos em infraestrutura e em melhoria contínua de processos, bem como estratégia de marcas. Me sinto honrado de poder contribuir com a companhia neste momento, com a missão de intensificar os vínculos com clientes, consumidores e com todos os demais agentes do mercado e de contribuir para fortalecer o posicionamento estratégico da J.Macêdo”, afirma Faria Júnior.

O executivo substitui Luiz Henrique Lissoni, presidente executivo da J.Macêdo desde março de 2014, que deixa o cargo para assumir novos desafios.

Sobre a J.Macêdo –É líder de segmento nas categorias de farinhas de trigo domésticas e de mistura para bolos, a segunda maior empresa nacional no segmento de massas alimentícias e a fabricante líder em vendas de farinhas de trigo, massas e misturas para bolos na cidade de São Paulo. A empresa produz, distribui e comercializa diversas categorias de produtos que fazem parte do dia a dia das famílias brasileiras: farinhas (Dona Benta, Sol, Brandini, Lili e Boa Sorte); massas (Dona Benta, Petybon, Brandini, Madremassas, Favorita, Familiar, Paraíba, Lili e Águia); mistura para bolos (Dona Benta, Sol e Boa Sorte); sobremesas (Sol); fermentos (Dona Benta), biscoitos (Sol e Águia) e refrescos (Sol).

 

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J.Macêdo se compromete a usar somente ovos de galinhas livres de gaiolas

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

11 de Janeiro de 2018

 

Empresa é a primeira fabricante brasileira de massas alimentícias a adotar essa política de bem-estar animal; prazo para fazer a transição completa é 2025

 

A J.Macêdo, fabricante dos produtos Dona Benta, Petybon, Sol e Brandini, atenta às tendências mundiais e brasileiras de consumo, anuncia o compromisso de utilizar em suas linhas de produção apenas ovos produzidos por galinhas criadas em granjas que não usam gaiolas de confinamento. O prazo para a transição completa se estende até o ano de 2025, acompanhando o aumento paulatino da oferta de ovos livres de gaiolas pelo setor avícola. A empresa é a primeira fabricante brasileira de massas alimentícias a adotar o compromisso, que promove a melhoria do bem-estar animal e é uma crescente demanda de consciência dos consumidores. Com 78 anos de existência, a J.Macêdo é a terceira maior empresa nacional no segmento de massas e é líder nacional nos segmentos de farinha de trigo doméstica e mistura para bolos.

A maior parte dos ovos produzidos no Brasil é de galinhas criadas em gaiolas de confinamento. Fora das gaiolas, as galinhas conseguem desenvolver e manter comportamentos naturais importantes para o bem-estar da espécie.

Ao assumir o compromisso, a J.Macêdo dá um passo à frente na indústria brasileira de massas. Para a empresa, é importante estimular esse modelo de produção de ovos e impulsionar uma mudança positiva na cadeia de abastecimento, aprimorando desta forma a gestão. Atitudes desse gênero reforçam a atenção e o respeito da J.Macêdo aos anseios da sociedade e às demandas dos consumidores.

Como os ovos não sofrem nenhum tipo de mudança por conta da criação de galinhas fora de gaiolas, não haverá nenhuma alteração nos produtos da J.Macêdo, que permanecerão com sua reconhecida qualidade.

Sobre a J.Macêdo – É líder de segmento nas categorias de farinhas de trigo domésticas e de mistura para bolos, a terceira maior empresa nacional no segmento de massas alimentícias e a fabricante líder em vendas de farinhas de trigo, massas e misturas para bolos na cidade de São Paulo. A empresa produz, distribui e comercializa diversas categorias de produtos que fazem parte do dia a dia das famílias brasileiras: farinhas (Dona Benta, Sol, Brandini, Lili e Boa Sorte); massas (Dona Benta, Petybon, Brandini, Madremassas, Favorita, Familiar e Paraíba); mistura para bolos (Dona Benta, Sol e Boa Sorte); sobremesas (Sol); fermentos (Dona Benta) e biscoitos (Sol e Águia). A J.Macêdo recebeu o Troféu Transparência 2017 – Prêmio Anefac-Fipecafi-Serasa Experian, concedido para empresas com o maior grau de transparência nas demonstrações financeiras.

 

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Modernização de terminal portuário dobra capacidade de descarregamento de grãos do Porto de Salvador

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

27 de outubro de 2017

 

Instalados pela J.Macêdo, líder nacional em fabricação de farinha doméstica, novos equipamentos de movimentação de trigo no antigo cais custaram R$ 27,5 milhões. A empresa está investindo R$ 350 milhões em operação integrada na Bahia

 

A J.Macêdo e a Companhia das Docas do Estado da Bahia – Codeba apresentaram ontem, 26, em evento no Porto de Salvador, um novo sistema de descarregamento mecânico de grãos de navios. O novo sistema vai dobrar a capacidade atual de descarregamento de 150 toneladas/hora para 300 toneladas/hora, ou 7.200 toneladas/dia. A modernização do terminal de grãos do Porto público de Salvador custou R$ 27,5 milhões e foi realizada pela J.Macêdo, maior fabricante nacional de farinha de trigo doméstica.

As obras começaram em março. Dedicado principalmente às operações com trigo, o novo sistema é composto por um descarregador tipo portalino, com uma lança de 22 metros de extensão dotada de conchas para entrar no porão de navios, e um transportador que leva o grão para o prédio da nova balança e de carregamento de caminhões. Fabricado pela suíça Bühler, os equipamentos são considerados o estado da arte em matéria de manuseio de grãos.

As obras de modernização do terminal portuário vão permitir transferir o trigo para o moinho ao lado do cais e fazer o carregamento de caminhões que levam o grão para outras unidades por rodovia de forma muito mais eficiente, automatizada e limpa, graças ao novo sistema de aspiração e recolhimento de partículas em suspensão.

“Para nós é muito importante a parceria com o setor privado na modernização do Porto de Salvador, que permitirá beneficiar não uma única indústria, mas todos os usuários que movimentem grãos”, disse o diretor-presidente da Codeba, Pedro Dantas. “Esta parceria com a J.Macêdo abre perspectivas para fomentar novos negócios e o desenvolvimento da economia baiana”, completa.

A J.Macêdo, grupo 100% nacional de capital nordestino, fabricante dos produtos Dona Benta, Sol e Petybon, está investindo cerca de R$ 350 milhões na Bahia, que concentra o maior investimento da empresa no atual momento de expansão. Além da modernização do terminal de grãos, o plano de expansão inclui a ampliação do Moinho Salvador, localizado em frente ao terminal portuário, e de fábricas de massas e biscoitos em Simões Filho (Grande Salvador). A operação do terminal, do moinho e do complexo é totalmente integrada.

 

 

“A Bahia é o segundo maior mercado da J.Macêdo e cerca de 85% do que produzimos aqui é consumido no próprio Estado”, disse o presidente do Conselho de Administração da J.Macêdo S/A, Amarílio Macêdo. “Nós acreditamos que o país está novamente tomando a rota do crescimento, e estamos nos preparando para isso, em um esforço que inclui parcerias com o poder público. Nesse sentido esperamos maximizar a utilização da instalação de descarga de granel, para andarmos lado a lado com a Bahia na conquista de competitividade e modernização da infraestrutura do Estado.”

O presidente da J.Macêdo, Luiz Henrique Lissoni, ressaltou a presença da empresa no cotidiano das famílias baianas: “Produzimos aqui farinha doméstica e industrial, biscoitos, macarrão e mistura para bolo. São produtos nutritivos e saborosos que vão para a mesa das famílias baianas com uma constelação de marcas: Dona Benta, Sol, Petybon, Brandini, Favorita, Águia, Familiar, Lili, Biofibra, Premiata, Panette, Branca de Neve, Fama e Boa Sorte – e cada uma delas representa o nosso compromisso de qualidade com o consumidor”, disse.

Os moinhos instalados na zona portuária são atendidos por um conjunto de armazéns compartilhados que recebem e guardam temporariamente o trigo dos navios enquanto os silos estão cheios. Parte estratégica da operação portuária, eles funcionam como um “pulmão” e dão segurança de que o descarregamento possa ser feito a qualquer tempo sem que os navios fiquem retidos mais que o necessário.

Moinho Salvador – Ao mesmo tempo, o moinho Salvador, um dos maiores complexos moageiros do país, está recebendo investimentos de R$ 103 milhões para a automatização dos processos de produção. As obras começaram em 2014, com a construção de seis silos de trigo com capacidade para 28 mil toneladas, e se estendem até julho de 2018. O objetivo é aumentar a capacidade de moagem de 920 toneladas para 990 toneladas/dia e a de estocagem de farinhas e de demais produtos derivados do trigo. Todos os processos de limpeza, linhas de transferência para envase e preparação de trigo estão sendo modernizados. Marco tradicional da arquitetura industrial baiana, o moinho, está instalado desde 1951 na zona portuária.

O terminal portuário e o moinho são ligados por um túnel subterrâneo de transporte de trigo, que assim chega aos silos sem o uso de caminhões. O sistema, robusto, sustentável e altamente eficiente, existe praticamente desde a construção do próprio Moinho Salvador e também foi modernizado.

Simões Filho – A modernização do terminal portuário e do moinho está ligada ao aumento da capacidade de produção do complexo fabril de Simões Filho, onde a J.Macêdo está instalada desde 1989. Com um investimento de R$ 220 milhões, a empresa está aumentando para 10.500 toneladas/mês a capacidade de produção de massas e biscoitos de seu parque fabril em Simões Filho, com a construção de uma nova linha de biscoitos e três novas linhas de massas. As obras de ampliação estão em andamento e devem ser entregues em etapas a partir do segundo trimestre de 2018.

A unidade terá moderníssimas linhas italianas de alta produtividade, igualando em qualidade, desempenho e eficiência os melhores produtores de massas e biscoitos do mundo, com capacidade por linha de 4 mil quilos por hora. A linha de biscoito terá um sistema economizador de energia térmica sem paralelo no Brasil, permitindo um consumo de gás 30% inferior aos fornos convencionais. O galpão está sendo construído com a mais moderna tecnologia disponível para garantir a segurança do alimento produzido.

O parque fabril de massas vai ter capacidade instalada de 82.500 toneladas/ano – 120% maior que a de hoje. Isso vai permitir atender à crescente demanda da região Nordeste por diferentes tipos de massas. O projeto em Simões Filho engloba ainda a ampliação do Centro de Distribuição, que vai passar de 4.564,94 m² para 6.027,26 m².

 

Sobre a J.Macêdo – É líder de mercado nos segmentos de farinha de trigo doméstica e de mistura para bolos, a terceira maior empresa nacional no segmento de massas alimentícias e a fabricante líder em vendas na cidade de São Paulo. A empresa produz, distribui e comercializa diversas categorias de produtos que fazem parte do dia a dia das famílias brasileiras: farinhas (Dona Benta, Sol, Brandini, Lili e Boa Sorte); massas (Dona Benta, Petybon, Brandini, Madremassas, Favorita, Familiar e Paraíba); mistura para bolos (Dona Benta, Sol e Boa Sorte); sobremesas (Sol), fermentos (Dona Benta) e biscoitos (Sol e Águia).

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Modernização de terminal portuário dobra capacidade de descarregamento de grãos do Porto de Salvador

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

26 de outubro de 2017

 

Instalados pela J.Macêdo, líder nacional em fabricação de farinha doméstica, novos equipamentos de movimentação de trigo no antigo cais custaram R$ 27,5 milhões. A empresa está investindo R$ 350 milhões em operação integrada na Bahia

 

A J.Macêdo e a Companhia das Docas do Estado da Bahia – Codeba apresentam oficialmente nesta quinta-feira, 26, em evento no Porto de Salvador, um novo sistema de descarregamento mecânico de grãos de navios. O novo sistema vai dobrar a capacidade atual de descarregamento de 150 toneladas/hora para 300 toneladas/hora, ou 7.200 toneladas/dia. A modernização do terminal de grãos do Porto público de Salvador custou R$ 27,5 milhões e foi realizada pela J.Macêdo, maior fabricante nacional de farinha de trigo doméstica.

As obras começaram em março. Dedicado principalmente às operações com trigo, o novo sistema é composto por um descarregador tipo portalino, com uma lança de 22 metros de extensão dotada de conchas para entrar no porão de navios, e um transportador que leva o grão para o prédio da nova balança e de carregamento de caminhões. Fabricado pela suíça Bühler, os equipamentos são considerados o estado da arte em matéria de manuseio de grãos.

As obras de modernização do terminal portuário começaram em março e vão permitir transferir o trigo para o moinho ao lado do cais e fazer o carregamento de caminhões que levam o grão para outras unidades por rodovia de forma muito mais eficiente, automatizada e limpa, graças ao novo sistema de aspiração e recolhimento de partículas em suspensão.

“Para nós é muito importante a parceria com o setor privado na modernização do Porto de Salvador, que permitirá beneficiar não uma única indústria, mas todos os usuários que movimentem grãos”, disse o diretor-presidente da Codeba, Pedro Dantas. “Esta parceria com a J.Macêdo abre perspectivas para fomentar novos negócios e o desenvolvimento da economia baiana”, completa.

A J.Macêdo, grupo 100% nacional de capital nordestino, fabricante dos produtos Dona Benta, Sol e Petybon, está investindo cerca de R$ 350 milhões na Bahia, que concentra o maior investimento da empresa no atual momento de expansão. Além da modernização do terminal de grãos, o plano de expansão inclui a ampliação do Moinho Salvador, localizado em frente ao terminal portuário, e de fábricas de massas e biscoitos em Simões Filho (Grande Salvador). A operação do terminal, do moinho e do complexo é totalmente integrada. “A Bahia é o segundo maior mercado da J.Macêdo e cerca de 85% do que produzimos aqui é consumido no próprio Estado”, disse o presidente do Conselho de Administração da J.Macêdo S/A, Amarílio Macêdo. “Nós acreditamos que o país está novamente tomando a rota do crescimento, e estamos nos preparando para isso, em um esforço que inclui parcerias com o poder público. Nesse sentido esperamos maximizar a utilização da instalação de descarga de granel, para andarmos lado a lado com a Bahia na conquista de competitividade e modernização da infraestrutura do Estado.”

O presidente da J.Macêdo, Luiz Henrique Lissoni, ressaltou a presença da empresa no cotidiano das famílias baianas: “Produzimos aqui farinha doméstica e industrial, biscoitos, macarrão e mistura para bolo. São produtos nutritivos e saborosos que vão para a mesa das famílias baianas com uma constelação de marcas: Dona Benta, Sol, Petybon, Brandini, Favorita, Águia, Familiar, Lili, Biofibra, Premiata, Panette, Branca de Neve, Fama e Boa Sorte – e cada uma delas representa o nosso compromisso de qualidade com o consumidor”, disse.

Os moinhos instalados na zona portuária são atendidos por um conjunto de armazéns compartilhados que recebem e guardam temporariamente o trigo dos navios enquanto os silos estão cheios. Parte estratégica da operação portuária, eles funcionam como um “pulmão” e dão segurança de que o descarregamento possa ser feito a qualquer tempo sem que os navios fiquem retidos mais que o necessário.

 

Moinho Salvador – Ao mesmo tempo, o moinho Salvador, um dos maiores complexos moageiros do país, está recebendo investimentos de R$ 103 milhões para a automatização dos processos de produção. As obras começaram em 2014, com a construção de seis silos de trigo com capacidade para 28 mil toneladas, e se estendem até julho de 2018. O objetivo é aumentar a capacidade de moagem de 920 toneladas para 990 toneladas/dia e a de estocagem de farinhas e de demais produtos derivados do trigo. Todos os processos de limpeza, linhas de transferência para envase e preparação de trigo estão sendo modernizados. Marco tradicional da arquitetura industrial baiana, o moinho, está instalado desde 1951 na zona portuária.

O terminal portuário e o moinho são ligados por um túnel subterrâneo de transporte de trigo, que assim chega aos silos sem o uso de caminhões. O sistema, robusto, sustentável e altamente eficiente, existe praticamente desde a construção do próprio Moinho Salvador e também foi modernizado.

 

Simões Filho – A modernização do terminal portuário e do moinho está ligada ao aumento da capacidade de produção do complexo fabril de Simões Filho, onde a J.Macêdo está instalada desde 1989. Com um investimento de R$ 220 milhões, a empresa está aumentando para 10.500 toneladas/mês a capacidade de produção de massas e biscoitos de seu parque fabril em Simões Filho, com a construção de uma nova linha de biscoitos e três novas linhas de massas. As obras de ampliação estão em andamento e devem ser entregues em etapas a partir do segundo trimestre de 2018.

A unidade terá moderníssimas linhas italianas de alta produtividade, igualando em qualidade, desempenho e eficiência os melhores produtores de massas e biscoitos do mundo, com capacidade por linha de 4 mil quilos por hora. A linha de biscoito terá um sistema economizador de energia térmica sem paralelo no Brasil, permitindo um consumo de gás 30% inferior aos fornos convencionais. O galpão está sendo construído com a mais moderna tecnologia disponível para garantir a segurança do alimento produzido.

O parque fabril de massas vai ter capacidade instalada de 82.500 toneladas/ano – 120% maior que a de hoje. Isso vai permitir atender à crescente demanda da região Nordeste por diferentes tipos de massas. O projeto em Simões Filho engloba ainda a ampliação do Centro de Distribuição, que vai passar de 4.564,94 m² para 6.027,26 m².

 

Sobre a J.Macêdo – É líder de mercado nos segmentos de farinha de trigo doméstica e de mistura para bolos, a terceira maior empresa nacional no segmento de massas alimentícias e a fabricante líder em vendas na cidade de São Paulo. A empresa produz, distribui e comercializa diversas categorias de produtos que fazem parte do dia a dia das famílias brasileiras: farinhas (Dona Benta, Sol, Brandini, Lili e Boa Sorte); massas (Dona Benta, Petybon, Brandini, Madremassas, Favorita, Familiar e Paraíba); mistura para bolos (Dona Benta, Sol e Boa Sorte); sobremesas (Sol), fermentos (Dona Benta) e biscoitos (Sol e Águia).

 

Serviço:

INAUGURAÇÃO DA OBRA DE MODERNIZAÇÃO DA ESTRUTURA DE RECEPÇÃO DE TRIGO DO PORTO DE SALVADOR.

DATA E LOCAL: DIA 26 DE OUTUBRO DE 2017 ÀS 17 HORAS – PORTO DE SALVADOR (AV. DA FRANÇA, 1551, COMÉRCIO, SALVADOR, BAHIA).

 

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Modernização de terminal portuário dobra capacidade de descarregamento de grãos do Porto de Salvador

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de outubro de 2017

 Instalados pela J.Macêdo, líder nacional em fabricação de farinha doméstica, novos equipamentos de movimentação de trigo no antigo cais custaram R$ 27,5 milhões. A empresa está investindo R$ 350 milhões em operação integrada na Bahia

 

A J.Macêdo e a Companhia das Docas do Estado da Bahia – Codeba apresentam oficialmente nesta quinta-feira, 26, em evento no Porto de Salvador, um novo sistema de descarregamento mecânico de grãos de navios. O novo sistema vai dobrar a capacidade atual de descarregamento de 150 toneladas/hora para 300 toneladas/hora, ou 7.200 toneladas/dia. A modernização do terminal de grãos do Porto público de Salvador custou R$ 27,5 milhões e foi realizada pela J.Macêdo, maior fabricante nacional de farinha de trigo doméstica.

As obras começaram em março. Dedicado principalmente às operações com trigo, o novo sistema é composto por um descarregador tipo portalino, com uma lança de 22 metros de extensão dotada de conchas para entrar no porão de navios, e um transportador que leva o grão para o prédio da nova balança e de carregamento de caminhões. Fabricado pela suíça Bühler, os equipamentos são considerados o estado da arte em matéria de manuseio de grãos.

As obras de modernização do terminal portuário começaram em março e vão permitir transferir o trigo para o moinho ao lado do cais e fazer o carregamento de caminhões que levam o grão para outras unidades por rodovia de forma muito mais eficiente, automatizada e limpa, graças ao novo sistema de aspiração e recolhimento de partículas em suspensão.

“Para nós é muito importante a parceria com o setor privado na modernização do Porto de Salvador, que permitirá beneficiar não uma única indústria, mas todos os usuários que movimentem grãos”, disse o diretor-presidente da Codeba, Pedro Dantas. “Esta parceria com a J.Macêdo abre perspectivas para fomentar novos negócios e o desenvolvimento da economia baiana”, completa.

A J.Macêdo, grupo 100% nacional de capital nordestino, fabricante dos produtos Dona Benta, Sol e Petybon, está investindo cerca de R$ 350 milhões na Bahia, que concentra o maior investimento da empresa no atual momento de expansão. Além da modernização do terminal de grãos, o plano de expansão inclui a ampliação do Moinho Salvador, localizado em frente ao terminal portuário, e de fábricas de massas e biscoitos em Simões Filho (Grande Salvador). A operação do terminal, do moinho e do complexo é totalmente integrada.

“A Bahia é o segundo maior mercado da J.Macêdo e cerca de 85% do que produzimos aqui é consumido no próprio Estado”, disse o presidente do Conselho de Administração da J.Macêdo S/A, Amarílio Macêdo. “Nós acreditamos que o país está novamente tomando a rota do crescimento, e estamos nos preparando para isso, em um esforço que inclui parcerias com o poder público. Nesse sentido esperamos maximizar a utilização da instalação de descarga de granel, para andarmos lado a lado com a Bahia na conquista de competitividade e modernização da infraestrutura do Estado.”

O presidente da J.Macêdo, Luiz Henrique Lissoni, ressaltou a presença da empresa no cotidiano das famílias baianas: “Produzimos aqui farinha doméstica e industrial, biscoitos, macarrão e mistura para bolo. São produtos nutritivos e saborosos que vão para a mesa das famílias baianas com uma constelação de marcas: Dona Benta, Sol, Petybon, Brandini, Favorita, Águia, Familiar, Lili, Biofibra, Premiata, Panette, Branca de Neve, Fama e Boa Sorte – e cada uma delas representa o nosso compromisso de qualidade com o consumidor”, disse.

Os moinhos instalados na zona portuária são atendidos por um conjunto de armazéns compartilhados que recebem e guardam temporariamente o trigo dos navios enquanto os silos estão cheios. Parte estratégica da operação portuária, eles funcionam como um “pulmão” e dão segurança de que o descarregamento possa ser feito a qualquer tempo sem que os navios fiquem retidos mais que o necessário.

Moinho Salvador – Ao mesmo tempo, o moinho Salvador, um dos maiores complexos moageiros do país, está recebendo investimentos de R$ 103 milhões para a automatização dos processos de produção. As obras começaram em 2014, com a construção de seis silos de trigo com capacidade para 28 mil toneladas, e se estendem até julho de 2018. O objetivo é aumentar a capacidade de moagem de 920 toneladas para 990 toneladas/dia e a de estocagem de farinhas e de demais produtos derivados do trigo. Todos os processos de limpeza, linhas de transferência para envase e preparação de trigo estão sendo modernizados. Marco tradicional da arquitetura industrial baiana, o moinho, está instalado desde 1951 na zona portuária.

O terminal portuário e o moinho são ligados por um túnel subterrâneo de transporte de trigo, que assim chega aos silos sem o uso de caminhões. O sistema, robusto, sustentável e altamente eficiente, existe praticamente desde a construção do próprio Moinho Salvador e também foi modernizado.

Simões Filho – A modernização do terminal portuário e do moinho está ligada ao aumento da capacidade de produção do complexo fabril de Simões Filho, onde a J.Macêdo está instalada desde 1989. Com um investimento de R$ 220 milhões, a empresa está aumentando para 10.500 toneladas/mês a capacidade de produção de massas e biscoitos de seu parque fabril em Simões Filho, com a construção de uma nova linha de biscoitos e três novas linhas de massas. As obras de ampliação estão em andamento e devem ser entregues em etapas a partir do segundo trimestre de 2018.

A unidade terá moderníssimas linhas italianas de alta produtividade, igualando em qualidade, desempenho e eficiência os melhores produtores de massas e biscoitos do mundo, com capacidade por linha de 4 mil quilos por hora. A linha de biscoito terá um sistema economizador de energia térmica sem paralelo no Brasil, permitindo um consumo de gás 30% inferior aos fornos convencionais. O galpão está sendo construído com a mais moderna tecnologia disponível para garantir a segurança do alimento produzido.

O parque fabril de massas vai ter capacidade instalada de 82.500 toneladas/ano – 120% maior que a de hoje. Isso vai permitir atender à crescente demanda da região Nordeste por diferentes tipos de massas. O projeto em Simões Filho engloba ainda a ampliação do Centro de Distribuição, que vai passar de 4.564,94 m² para 6.027,26 m².

Sobre a J.Macêdo – É líder de mercado nos segmentos de farinha de trigo doméstica e de mistura para bolos, a terceira maior empresa nacional no segmento de massas alimentícias e a fabricante líder em vendas na cidade de São Paulo. A empresa produz, distribui e comercializa diversas categorias de produtos que fazem parte do dia a dia das famílias brasileiras: farinhas (Dona Benta, Sol, Brandini, Lili e Boa Sorte); massas (Dona Benta, Petybon, Brandini, Madremassas, Favorita, Familiar e Paraíba); mistura para bolos (Dona Benta, Sol e Boa Sorte); sobremesas (Sol), fermentos (Dona Benta) e biscoitos (Sol e Águia).

 

Serviço:

INAUGURAÇÃO DA OBRA DE MODERNIZAÇÃO DA ESTRUTURA DE RECEPÇÃO DE TRIGO DO PORTO DE SALVADOR.

DATA E LOCAL: DIA 26 DE OUTUBRO DE 2017 ÀS 17 HORAS – PORTO DE SALVADOR (AV. DA FRANÇA, 1551, COMÉRCIO, SALVADOR, BAHIA).

 

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Modernização de terminal portuário dobra capacidade de descarregamento de grãos do Porto de Salvador

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de outubro de 2017

 Instalados pela J.Macêdo, líder nacional em fabricação de farinha doméstica, novos equipamentos de movimentação de trigo no antigo cais custaram R$ 27,5 milhões. A empresa está investindo R$ 350 milhões em operação integrada na Bahia

 

A J.Macêdo e a Companhia das Docas do Estado da Bahia – Codeba apresentam oficialmente nesta quinta-feira, 26, em evento no Porto de Salvador, um novo sistema de descarregamento mecânico de grãos de navios. O novo sistema vai dobrar a capacidade atual de descarregamento de 150 toneladas/hora para 300 toneladas/hora, ou 7.200 toneladas/dia. A modernização do terminal de grãos do Porto público de Salvador custou R$ 27,5 milhões e foi realizada pela J.Macêdo, maior fabricante nacional de farinha de trigo doméstica.

As obras começaram em março. Dedicado principalmente às operações com trigo, o novo sistema é composto por um descarregador tipo portalino, com uma lança de 22 metros de extensão dotada de conchas para entrar no porão de navios, e um transportador que leva o grão para o prédio da nova balança e de carregamento de caminhões. Fabricado pela suíça Bühler, os equipamentos são considerados o estado da arte em matéria de manuseio de grãos.

As obras de modernização do terminal portuário começaram em março e vão permitir transferir o trigo para o moinho ao lado do cais e fazer o carregamento de caminhões que levam o grão para outras unidades por rodovia de forma muito mais eficiente, automatizada e limpa, graças ao novo sistema de aspiração e recolhimento de partículas em suspensão.

“Para nós é muito importante a parceria com o setor privado na modernização do Porto de Salvador, que permitirá beneficiar não uma única indústria, mas todos os usuários que movimentem grãos”, disse o diretor-presidente da Codeba, Pedro Dantas. “Esta parceria com a J.Macêdo abre perspectivas para fomentar novos negócios e o desenvolvimento da economia baiana”, completa.

A J.Macêdo, grupo 100% nacional de capital nordestino, fabricante dos produtos Dona Benta, Sol e Petybon, está investindo cerca de R$ 350 milhões na Bahia, que concentra o maior investimento da empresa no atual momento de expansão. Além da modernização do terminal de grãos, o plano de expansão inclui a ampliação do Moinho Salvador, localizado em frente ao terminal portuário, e de fábricas de massas e biscoitos em Simões Filho (Grande Salvador). A operação do terminal, do moinho e do complexo é totalmente integrada.

“A Bahia é o segundo maior mercado da J.Macêdo e cerca de 85% do que produzimos aqui é consumido no próprio Estado”, disse o presidente do Conselho de Administração da J.Macêdo S/A, Amarílio Macêdo. “Nós acreditamos que o país está novamente tomando a rota do crescimento, e estamos nos preparando para isso, em um esforço que inclui parcerias com o poder público. Nesse sentido esperamos maximizar a utilização da instalação de descarga de granel, para andarmos lado a lado com a Bahia na conquista de competitividade e modernização da infraestrutura do Estado.”

O presidente da J.Macêdo, Luiz Henrique Lissoni, ressaltou a presença da empresa no cotidiano das famílias baianas: “Produzimos aqui farinha doméstica e industrial, biscoitos, macarrão e mistura para bolo. São produtos nutritivos e saborosos que vão para a mesa das famílias baianas com uma constelação de marcas: Dona Benta, Sol, Petybon, Brandini, Favorita, Águia, Familiar, Lili, Biofibra, Premiata, Panette, Branca de Neve, Fama e Boa Sorte – e cada uma delas representa o nosso compromisso de qualidade com o consumidor”, disse.

Os moinhos instalados na zona portuária são atendidos por um conjunto de armazéns compartilhados que recebem e guardam temporariamente o trigo dos navios enquanto os silos estão cheios. Parte estratégica da operação portuária, eles funcionam como um “pulmão” e dão segurança de que o descarregamento possa ser feito a qualquer tempo sem que os navios fiquem retidos mais que o necessário.

Moinho Salvador – Ao mesmo tempo, o moinho Salvador, um dos maiores complexos moageiros do país, está recebendo investimentos de R$ 103 milhões para a automatização dos processos de produção. As obras começaram em 2014, com a construção de seis silos de trigo com capacidade para 28 mil toneladas, e se estendem até julho de 2018. O objetivo é aumentar a capacidade de moagem de 920 toneladas para 990 toneladas/dia e a de estocagem de farinhas e de demais produtos derivados do trigo. Todos os processos de limpeza, linhas de transferência para envase e preparação de trigo estão sendo modernizados. Marco tradicional da arquitetura industrial baiana, o moinho, está instalado desde 1951 na zona portuária.

O terminal portuário e o moinho são ligados por um túnel subterrâneo de transporte de trigo, que assim chega aos silos sem o uso de caminhões. O sistema, robusto, sustentável e altamente eficiente, existe praticamente desde a construção do próprio Moinho Salvador e também foi modernizado.

Simões Filho – A modernização do terminal portuário e do moinho está ligada ao aumento da capacidade de produção do complexo fabril de Simões Filho, onde a J.Macêdo está instalada desde 1989. Com um investimento de R$ 220 milhões, a empresa está aumentando para 10.500 toneladas/mês a capacidade de produção de massas e biscoitos de seu parque fabril em Simões Filho, com a construção de uma nova linha de biscoitos e três novas linhas de massas. As obras de ampliação estão em andamento e devem ser entregues em etapas a partir do segundo trimestre de 2018.

A unidade terá moderníssimas linhas italianas de alta produtividade, igualando em qualidade, desempenho e eficiência os melhores produtores de massas e biscoitos do mundo, com capacidade por linha de 4 mil quilos por hora. A linha de biscoito terá um sistema economizador de energia térmica sem paralelo no Brasil, permitindo um consumo de gás 30% inferior aos fornos convencionais. O galpão está sendo construído com a mais moderna tecnologia disponível para garantir a segurança do alimento produzido.

O parque fabril de massas vai ter capacidade instalada de 82.500 toneladas/ano – 120% maior que a de hoje. Isso vai permitir atender à crescente demanda da região Nordeste por diferentes tipos de massas. O projeto em Simões Filho engloba ainda a ampliação do Centro de Distribuição, que vai passar de 4.564,94 m² para 6.027,26 m².

Sobre a J.Macêdo – É líder de mercado nos segmentos de farinha de trigo doméstica e de mistura para bolos, a terceira maior empresa nacional no segmento de massas alimentícias e a fabricante líder em vendas na cidade de São Paulo. A empresa produz, distribui e comercializa diversas categorias de produtos que fazem parte do dia a dia das famílias brasileiras: farinhas (Dona Benta, Sol, Brandini, Lili e Boa Sorte); massas (Dona Benta, Petybon, Brandini, Madremassas, Favorita, Familiar e Paraíba); mistura para bolos (Dona Benta, Sol e Boa Sorte); sobremesas (Sol), fermentos (Dona Benta) e biscoitos (Sol e Águia).

 

Serviço:

INAUGURAÇÃO DA OBRA DE MODERNIZAÇÃO DA ESTRUTURA DE RECEPÇÃO DE TRIGO DO PORTO DE SALVADOR.

DATA E LOCAL: DIA 26 DE OUTUBRO DE 2017 ÀS 17 HORAS – PORTO DE SALVADOR (AV. DA FRANÇA, 1551, COMÉRCIO, SALVADOR, BAHIA).

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti