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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC)

Pesquisa Fecomércio. Otimismo do consumidor e empresário volta a subir

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

13 de Fevereiro de 2019

A renovação de ânimo para as compras é uma peça importante para a retomada do crescimento econômico, podendo influenciar no investimento e consumo.

Consumidores e empresários se mostram otimistas com o cenário econômico. Enquanto os consumidores afirmam estarem dispostos em ir às compras, os empresários apostam na previsão de crescimento das vendas. Os dados fazem parte das pesquisas Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) e Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICE) do mês de agosto, realizadas pela Fecomércio Ceará, através do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC).

ICC

Em fevereiro, a confiança do consumidor fortalezense apresentou crescimento de +1,8%, passando de 122,8 pontos, em janeiro, para 125,0 pontos neste mês. O índice retomou a trajetória de recuperação iniciada em junho do ano passado, apresentando o melhor patamar desde janeiro de 2015, quando atingiu 131,0 pontos.

De acordo com o levantamento, o resultado do ICC foi influenciado pela melhoria dos dois componentes, tendo o Índice de Situação Presente incremento de +0,7%, passando de 112,3 pontos, em janeiro, para 113,2 pontos neste mês. Já o Índice de Situação Futura apresentou aumento de +2,4%, situando-se em 132,9 pontos nos dois meses, como pode ser visto na tabela a seguir:

Expectativa dos consumidores

A pesquisa revela que, em fevereiro, 54,5% dos entrevistados mostram boa disposição para a compra de bens duráveis. Dentre aqueles que demonstram maior entusiasmo, destacam-se os consumidores do sexo masculino (56,1% dos entrevistados afirmam que fevereiro é um bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (59,8%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (67,8%).

O estudo também mostra que, 72,6% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano – taxa acima da verificada em janeiro (71,6%). Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 87,9% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

As preocupações com o ambiente econômico nacional, que dominaram o ambiente de pessimismo dos últimos anos, permanece se dissipando: em janeiro, 31,9% dos consumidores o descreviam como ruim ou péssimo, percentual que caiu para 28,5% neste mês. A renovação de ânimo do consumidor é uma peça importante para a retomada econômica, podendo influenciar no investimento e consumo.

Pretensão de compra

Seguindo o movimento sazonal do início do ano, a taxa de pretensão de compra teve redução de -0,4 pontos percentuais em fevereiro, passando de 37,2%, em janeiro, para 36,8% neste mês. O índice também é inferior ao observado no mesmo mês do ano passado, de 38,1%.

O valor médio das compras é estimado em R$ 586,91 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (37,2%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 e 24 anos (48,6%) e no estrato com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (53,2%).

ICE

Enquanto isso, o Índice de Confiança do Empresário do bimestre janeiro/fevereiro teve crescimento de +9,0% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 96,7 pontos, no bimestre novembro/dezembro, para 105,4 pontos na medição atual.

Com esse resultado o Índice de Confiança do Empresário voltou ao campo que indica otimismo (acima dos 100,0 pontos), algo que não ocorria desde o bimestre maio/junho do ano passado, quando o ICE atingiu 104,9 pontos. O ICE deste bimestre ainda se apresenta ligeiramente abaixo do índice do mesmo período do ano passado (105,9 pontos), mas a trajetória é de retomada da confiança. O Índice de Situação Presente – ISP teve aumento de +18,0%, saindo de 65,0 pontos no bimestre novembro/dezembro, para 76,7 pontos na medição atual.

Já o componente Índice de Situação Futura – ISF cresceu +8,7%, passando de 126,4 pontos no último bimestre para 137,3 pontos no período janeiro/fevereiro. Colaborou para esse resultado a expectativa de momentos melhores para o setor de atividade de 89,3% dos entrevistados e a previsão de crescimento de vendas para 88,4% dos empresários consultados.

Finalmente, quanto ao Índice de Investimentos das Empresas – IIE, houve incremento de +3,0% resultando em um indicador de 91,7 pontos. O IIE teve o pior resultado na comparação com o bimestre janeiro/fevereiro de 2018, quando media 109,3 pontos, com reflexos na contratação de pessoal – apenas 33,9% dos entrevistados informaram intenção de contratar nos próximos seis meses – e nas decisões de investimento, com 96,4% dos consultados prevendo um baixo nível de inversão nos negócios.

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Consumidor fortalezense inicia 2019 otimista

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

11 de Janeiro de 2019

Segundo pesquisa, 53,7% dos entrevistados mostram boa disposição para a compra de bens duráveis

 

No primeiro mês do ano, o consumidor de Fortaleza mostra disposição para ir às compras. É o que revela a pesquisa Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC), realizada pela Fecomércio, através do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC).

O resultado do ICC foi influenciado pela redução do Índice de Situação Presente, de -3,8%, passando de 116,7 pontos em dezembro para 112,3 pontos neste mês. Já o Índice de Situação Futura apresentou estabilidade, situando-se em 129,8 pontos nos dois meses, como pode ser visto na tabela a seguir:

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Nov Dez Jan
ICC 120,8 124,6 122,8 122,7
ISP 111,7 116,7 112,3 113,6
IEF 126,9 129,8 129,8 128,8

Fonte: Pesquisa Direta IPDC

Expectativa dos consumidores

A pesquisa revela que, neste mês, 53,7% dos entrevistados mostram boa disposição para a compra de bens duráveis. Dentre aqueles que demonstram maior entusiasmo, destacam-se os consumidores do sexo masculino (56,7% dos entrevistados afirmam que janeiro é um bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (59,1%) e com renda familiar acima de dez salários mínimos (64,0%).

O estudo também mostra que 71,6% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano – taxa acima da verificada em dezembro (70,3%). Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 86,7% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

Pretensão de compra

Seguindo o movimento sazonal do início do ano, a taxa de pretensão de compra teve redução de -9,8 pontos percentuais em janeiro, passado de 47,0%, em dezembro, para 37,2% neste mês.

O consumidor aguarda esse período para aproveitar as liquidações e promoções, principalmente de artigos de vestuário e eletroeletrônicos, conforme pode ser visto na lista dos produtos mais procurados: artigos de vestuário, citados por 25,6% dos entrevistados; aparelhos de telefonia celular e smartphones (14,9%); móveis e artigos de decoração (11,9%); geladeiras e refrigeradores (11,5%); televisores (11,4%); calçados (9,6%); máquina de lavar roupas (8,0%); fogões (6,5%); e computadores e notebooks (4,5%).

O valor médio das compras é estimado em R$ 582,81 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (39,9%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 e 24 anos (47,4%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (44,1%).

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Consumidores e empresários estão mais otimistas para o futuro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

20 de junho de 2018

A partir de pesquisa de junho, os entrevistados demonstraram confiança na situação financeira e geração de empregos nos próximos meses

 

 

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), divulga nesta quarta-feira, (13) o resultado daspesquisas: Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) e o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC).

 

ICC

O resultado do ICC foi influenciado pela expansão dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente, que teve evolução de +0,7%, passando de 94,9 pontos para 95,5 pontos no período analisado e o Índice de Situação Futura, que cresceu +5,8%, atingindo o patamar de 113,6 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

Tabela 1–ICC, Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Abr Mai Jun
ICC 103,7 102,4 106,4 104,2
ISP 97,3 94,9 95,5 95,9
IEF 108,0 107,4 113,6 109,7

Fonte: Pesquisa Direta IPDC

 

Expectativa dos consumidores

Embora o cenário econômico e político brasileiro apresentem incertezas, com 52,8% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo, em junho, a pesquisa revela que as expectativas dos consumidores para o futuro se mostram mais otimistas: 82,9% acreditam que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual. Destes entrevistados, 58,3% já consideram sua situação financeira atual melhor ou muito melhor do que há um ano – taxa superior à verificada em maio (57,9%).

Com relação à disposição para compra, 40,4% dos entrevistados mostram estar propensos à compra de bens duráveis. Dentre aqueles que demonstram maior otimismo, destacam-se os consumidores do gênero masculino (41,7% dos entrevistados afirmam que junho é um bom momento para compra de bens de consumo duráveis), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (43,5%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (53,9%).

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve aumento de +0,5 pontos percentuais, passando de 40,1%, em maio, para 40,6% neste mês e com a taxa se situando acima da observada no mesmo mês do ano passado (37,1%). O crescimento da pretensão de compras poderá animar o varejo, principalmente nos segmentos de bens de consumo semiduráveis e duráveis, conforme sugere a lista de produtos mais procurados.

O valor médio das compras é estimado em R$ 599,41 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do gênero masculino (44,7%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 a 24 anos (58,3%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (41,9%).

Sobre a pesquisa

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

ICEC

Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre maio/junho teve leve crescimento de +0,2% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 104,7 pontos, no bimestre março/abril, para 104,9 pontos na medição atual.

Com esse resultado, o indicador permanece no campo que indica otimismo (acima dos 100 pontos), mesmo com a queda nos Índices de Situação Presente (-1,5%) e Situação Futura (-1,7%), sugerindo que os resultados da tão esperada retomada da economia ainda não foram suficientes para a confiança empresarial.  O fator determinante para a melhora no índice geral foi o crescimento no Índice de Investimentos das Empresas, que teve alta de +4,8% no bimestre, alcançando 105,1 pontos.

O componente Índice de Situação Presente – ISP teve redução de -1,5%, saindo de 67,3 pontos no bimestre março/abril para 66,3 pontos neste período. O índice permanece no campo que indica pessimismo (abaixo dos 100 pontos), influenciado pelas péssimas condições da economia nacional no último ano, apesar dos empresários afirmarem que percebem melhoras em suas empresas, ou seja, a recuperação está em curso.

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Situação Futura – ISF, caíram -1,7%, com o índice passando de 136,0 pontos no bimestre anterior para 133,6 pontos nesta medição. Os empresários acreditam na melhoria das condições de suas empresas, com 93,5% dos entrevistados esperando momentos melhores nos próximos seis meses e 95,0% antevendo crescimento das vendas.

 

 

Sobre a pesquisa

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores; Índice de Situação Presente (ISP), Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice atual: diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne às expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias).

Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

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Intenção de compra sobe pelo quarto mês consecutivo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

13 de junho de 2017

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 288,15 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino

 

A intenção de compra do consumidor de Fortaleza subiu pelo quarto mês consecutivo, com 37,1% dos entrevistados revelando disposição para o consumo em junho. É o que revela pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), sobre o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC). Mas apesar do resultado, o ICC apresentou redução de -0,8%, passando de 95,6 pontos, em maio, para 94,9 pontos neste mês.Conforme a pesquisa, o resultado do ICC foi influenciado pela queda de -2,0% no Índice de Situação Presente, que passou de 86,6 pontos, em maio, para 84,9 pontos em junho. O Índice de Situação Futura permaneceu estável (+0,0%), permanecendo em 101,6 pontos.

Expectativa dos consumidores

De acordo com o levantamento do ICC, no perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (35,7%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (33,8%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (74,1%).A pesquisa também aponta que 47,8% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 68,9% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

Por outro lado, a pesquisa revela que o consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 62,1% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

Pretensão de compra

Segundo o levantamento, a taxa de pretensão de compras teve crescimento de +1,2 pontos percentuais, passando de 35,9%, em maio, para 37,1% neste mês – o quarto aumento consecutivo desde o início do ano.O valor médio das compras é estimado em R$ 288,15 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (38,7%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 a 24 anos (47,5%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (54,5%).Os produtos mais procurados são: televisores, citados por 19,7% dos entrevistados; aparelhos de telefonia celular (16,4%); móveis e artigos de decoração (16,1%); artigos de vestuário (14,8%); geladeiras e refrigeradores (12,2%); e calçados (8,2%).

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

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Intenção de compra sobe pelo quarto mês consecutivo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

13 de junho de 2017

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 288,15 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino

 

A intenção de compra do consumidor de Fortaleza subiu pelo quarto mês consecutivo, com 37,1% dos entrevistados revelando disposição para o consumo em junho. É o que revela pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), sobre o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC). Mas apesar do resultado, o ICC apresentou redução de -0,8%, passando de 95,6 pontos, em maio, para 94,9 pontos neste mês.Conforme a pesquisa, o resultado do ICC foi influenciado pela queda de -2,0% no Índice de Situação Presente, que passou de 86,6 pontos, em maio, para 84,9 pontos em junho. O Índice de Situação Futura permaneceu estável (+0,0%), permanecendo em 101,6 pontos.

Expectativa dos consumidores

De acordo com o levantamento do ICC, no perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (35,7%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (33,8%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (74,1%).A pesquisa também aponta que 47,8% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 68,9% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

Por outro lado, a pesquisa revela que o consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 62,1% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

Pretensão de compra

Segundo o levantamento, a taxa de pretensão de compras teve crescimento de +1,2 pontos percentuais, passando de 35,9%, em maio, para 37,1% neste mês – o quarto aumento consecutivo desde o início do ano.O valor médio das compras é estimado em R$ 288,15 e a intenção de compra mostra-se mais elevada para os consumidores do sexo masculino (38,7%), mais vigorosa para o grupo com idade entre 18 a 24 anos (47,5%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (54,5%).Os produtos mais procurados são: televisores, citados por 19,7% dos entrevistados; aparelhos de telefonia celular (16,4%); móveis e artigos de decoração (16,1%); artigos de vestuário (14,8%); geladeiras e refrigeradores (12,2%); e calçados (8,2%).

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.