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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

greve dos caminhoneiros

Preço da gasolina variou até 173% durante greve dos caminhoneiros, aponta levantamento da ValeCard

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

02 de junho de 2018

Durante os dias 18 e 30 de maio, a greve dos caminhoneiros causou muitas dificuldades de abastecimento, mas uma das mais comentadas foi a dos postos de combustível. E, quando os estabelecimentos recebiam os caminhões com gasolina e etanol, o valor cobrado era muito maior do que o de costume. De acordo com levantamento da ValeCard, empresa especializada em gestão de frotas, o preço da gasolina comum, por exemplo, variou 173% durante esse período.

Nos dias de manifestação, era possível encontrar, em diferentes postos espalhados por todo o Brasil, gasolina comum pelo valor de R$ 3,87 o litro até R$ 10,56. Ainda nos postos credenciados da ValeCard, o etanol foi outro combustível que apresentou uma variação significativa de preço: de R$ 2,58 até R$ 5,97 o litro – o que representa uma diferença de 131%.

Passado o momento de crise, mais postos de combustível estão sendo abastecidos, mas além de uma oferta ainda limitada, os preços continuam nas alturas. O levantamento da ValeCard aponta também que hoje (01) a gasolina comum pode ser encontrada por R$ 3,80 ou até R$ 6,96 o litro – em uma variação de 83%. No caso do etanol, a variação de preço é menor, mas ainda muito alta: 61%, podendo ser encontrado entre os valores de R$ 2,99 a R$ 4,80 o litro.

Sobre a ValeCard
A ValeCard é uma instituição 100% nacional que está entre as maiores empresas de meios de pagamento eletrônicos do Brasil, que oferece soluções completas e integradas para Gestão de Frotas, Benefícios e Financeira. Desde 1995 no mercado e atuando em todo o território nacional, a empresa está entre as três maiores empresas de gerenciamento de frotas do país e entre as 100 empresas mais inovadoras no uso de TI. Com mais de 3 milhões de cartões emitidos pelo Brasil, a ValeCard conta com mais de 115 mil estabelecimentos credenciados. Para atender a demanda, possui 5 regionais e 12 filiais e mais de 1 mil funcionários entre diretos e indiretos.
http://www.valecard.com.br

 

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Greve dos caminhoneiros afetou aproximadamente 85 mil veículos das locadoras de automóveis

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

02 de junho de 2018

A crise no abastecimento de combustíveis provocada pela greve dos caminhoneiros também afetou o setor de locação de veículos durante os últimos sete dias. Segundo estimativa da ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis), cerca de 30% da frota disponível para o aluguel diário (aproximadamente 85 mil veículos) esteve temporariamente impedida de ser alugada.

“Entram nessa conta tanto os veículos que saíram das locadoras com tanque cheio e que não puderam ser devolvidos dessa forma pelos clientes, quanto os veículos que inclusive foram devolvidos antecipadamente, em função da dificuldade de abastecimento encontrada pelos usuários para continuarem rodando”, explica Paulo Miguel Junior, presidente da ABLA.

“As locadoras estão passando pelo mesmo problema que os proprietários de veículos em geral”, avalia Paulo Miguel. “Como o setor libera os carros com tanques cheios e os usuários começaram a devolvê-los vazios, na medida em que não encontraram meios para reabastecimento, nós ficamos sem boa parte da nossa principal ‘matéria-prima’ para alugar aos próximos clientes”.

De acordo com a entidade, a oferta total da frota para aluguel diário somente será normalizada quando a oferta de combustível no varejo também estiver normalizada.

Conforme o SERPRO (Serviço Federal de Processamento de Dados), a frota total do setor de locação de veículos no Brasil é de 709 mil veículos, sendo que aproximadamente 280 mil são destinados para o aluguel diário (principalmente para turistas em viagens de negócios e/ou de lazer).

A maior parte da frota das locadoras (aproximadamente 430 mil veículos) está atualmente voltada para o aluguel de longa duração, que inclui o atendimento de clientes corporativos (terceirização de frotas inteiras para pequenas, médias e grandes empresas públicas e privadas, além de órgãos públicos federais, estaduais e municipais).

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Greve dos caminhoneiros prejudica fiscalização agropecuária

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

01 de junho de 2018

Os auditores fiscais federais agropecuários (Affas) estão trabalhando para garantir que a produção agropecuária brasileira sofra o menos possível em decorrência da paralisação dos profissionais do setor de transportes. Além de ter de driblar os problemas logísticos, os profissionais também têm atuado para garantir a inspeção de produtos de origem animal, o bem-estar dos animais, além de atuar para evitar a retomada de pragas que podem proliferar na produção vegetal.

Em Santa Catarina, maior centro exportador de aves e suínos, os Affas estão atuando para garantir que não falte alimento para os animais. “Estamos com as câmaras frigoríficas cheias, com isso reduzimos o número de abates. Diminuindo o número de abates ficam mais animais nos campos. Eles demandam mais alimentos, que não estão chegando. Esta semana precisamos negociar com os caminhoneiros porque a produção no sul do Estado estava comprometida por falta de alimento. Conseguimos, no comitê de crise, que 15 caminhões de milho para produção de ração fossem liberados”, informa o auditor fiscal federal André Barbosa da Silva. Ele integra o comitê de crise do Estado de Santa Catarina.

No Estado de São Paulo, o abate de animais foi suspenso em Votuporanga. Em Marília e Ribeirão Preto os entrepostos estão com dificuldade de funcionamento, e o setor de pescados em Santos está parado. Houve uma drástica redução das exportações em Guarulhos. “Os auditores têm se desdobrado, comprado combustível com recursos próprios para conseguir atender às demandas nas plantas que ainda estão em funcionamento”, explica a Affa Luciana Pomillo.

Em Minas os auditores ficais federais têm feito a mediação entre as associações da cadeia produtiva do agronegócio e o gabinete de crise no Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. Lá, as atividades em diversas empresas estão paradas desde segunda-feira. “Temos informado as autoridades competentes sobre os problemas encontrados pelas associações e, com isso, mitigado os problemas”, informa o chefe da Divisão de Defesa Agropecuária, Clério Lacerda.

Uma das consequências da suspensão ou redução nos abates é o aumento e o surgimento de doenças nos animais. “Eles estão confinados e começam a ter uma alimentação que não é a adequada, e essa situação leva ao estresse, que pode aumentar casos de doenças”, alerta Barbosa. Em Santa Catarina, único Estado livre de febre aftosa sem vacinação, os Affas têm redobrado esforços para manter essa condição. “Estamos priorizando a fiscalização para garantir que o Estado continue livre da febre aftosa e os alimentos continuem chegando seguros à população”, afirma André Barbosa.

Não é apenas o setor de produtos de origem animal que sofre com as paralisações. No Vale do São Francisco os caminhões parados começam a dispensar frutas e legumes na estrada, por falta de combustível. “Nossa preocupação é que pragas, como a mosca da fruta, que está controlada no Brasil, com o excesso de vegetais em decomposição, prolifere e saia do controle. Isso pode prejudicar a produção agrícola no futuro, mesmo depois de normalizada a situação nas rodovias”, explica o diretor de comunicação do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários, Roberto Siqueira.

Sobre os Auditores Fiscais Federais Agropecuários

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) é a entidade representativa dos integrantes da carreira de Auditor Fiscal Federal Agropecuário. Os profissionais são engenheiros agrônomos, farmacêuticos, químicos, médicos veterinários e zootecnistas que exercem suas funções para garantir qualidade de vida, saúde e segurança alimentar para as famílias brasileiras. Atualmente existem 2,7 mil fiscais na ativa, que atuam nas áreas de auditoria e fiscalização, desde a fabricação de insumos, como vacinas, rações, sementes, fertilizantes, agrotóxicos etc., até o produto final, como sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, produtos vegetais (arroz, feijão, óleos, azeites, etc.), laticínios, ovos, méis e carnes. Os profissionais também estão nos campos, nas agroindústrias, nas instituições de pesquisa, nos laboratórios nacionais agropecuários, nos supermercados, nos portos, aeroportos e postos de fronteira, no acompanhamento dos programas agropecuários e nas negociações e relações internacionais do agronegócio. Do campo à mesa, dos pastos aos portos, do agronegócio para o Brasil e para o mundo.

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Por greve dos caminhoneiros, fluxo nos shopping centers tem queda de 15%

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de Maio de 2018

Movimento de pessoas nos empreendimentos teve queda em todas as regiões do País em relação à semana anterior, de acordo com estudo realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) com a FX Retail Analytics

 A paralisação dos caminhoneiros fez com que o fluxo de pessoas nos shopping centers do País apresentasse queda de 15 % na semana da greve. O levantamento foi realizado pela Abrasce com a FX Retail Analytics, empresa especializada em monitoramento de fluxo para o varejo.

A análise levou em consideração o período de início da greve, na semana do dia 21 a 27 de maio, em comparação com a semana anterior. “Acompanhamos de perto a paralisação e o reflexo dos impactos no setor. De imediato, os empreendimentos seguiram com plano de contingência para garantia da segurança e bom funcionamento das operações”, declara Glauco Humai, Presidente da entidade.

De acordo com o estudo, a região mais foi impactada foi a Nordeste, com 18%, seguida da Sul, com 14% e da Sudeste, com 13%. “Alguns clientes optaram por não sair de casa em razão da economia de combustível e essa escolha refletiu no fluxo dos shoppings”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

A análise levou em consideração o período de início da greve, na semana do dia 21 a 27 de maio, em comparação com a semana anterior. De acordo com o estudo, a região mais foi impactada foi a Nordeste, com 18%, seguida da Sul, com 14% e da Sudeste, com 13%. “Muito atrelada à mobilidade do automóvel, muitos consumidores optaram por não frequentar os shopping-centers nesse período em razão da economia de combustível”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

Sobre Abrasce

Fundada em 1976, a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) tem como objetivo atuar para o desenvolvimento e fortalecimento do setor de shoppings no país. O know-how superior a quarenta anos de atuação credencia a Abrasce como referência no setor varejista brasileiro. Os seus mais de quatrocentos associados contam com um amplo portfólio de benefícios oferecidos pela entidade que incluem: assessoria jurídica, eventos, seminários, congressos, cursos de capacitação e pesquisas.

A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) está sediada na cidade de São Paulo, sendo presidida pelo gestor empresarial Glauco Humai e conta com o suporte de um conceituado e experiente Conselho Diretor formado pelos principais empresários do setor. Mais informações estão disponíveis em http://www.abrasce.com.br.

Sobre a FX Retail Analytics:

A FX Retail Analytics oferece uma solução inovadora para ajudar o Varejo (Lojas, Shopping Centers, Quiosques, entre outros) a monitorar o fluxo de pessoas que transitam dentro e fora dos estabelecimentos. Por meio de tecnologia proprietária (câmera e WIFI), é capaz de monitorar e informar a quantidade de visitantes, taxa de conversão, horas quentes, tempo de permanência, atratividade de vitrine, entre outros indicadores, permitindo que decisões estratégicas sejam tomadas com mais precisão. Para mais informações, acesse: www.fxdata.com.br

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Por greve dos caminhoneiros, fluxo nos shopping centers tem queda de 15%

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de Maio de 2018

Movimento de pessoas nos empreendimentos teve queda em todas as regiões do País em relação à semana anterior, de acordo com estudo realizado pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) com a FX Retail Analytics

 A paralisação dos caminhoneiros fez com que o fluxo de pessoas nos shopping centers do País apresentasse queda de 15 % na semana da greve. O levantamento foi realizado pela Abrasce com a FX Retail Analytics, empresa especializada em monitoramento de fluxo para o varejo.

A análise levou em consideração o período de início da greve, na semana do dia 21 a 27 de maio, em comparação com a semana anterior. “Acompanhamos de perto a paralisação e o reflexo dos impactos no setor. De imediato, os empreendimentos seguiram com plano de contingência para garantia da segurança e bom funcionamento das operações”, declara Glauco Humai, Presidente da entidade.

De acordo com o estudo, a região mais foi impactada foi a Nordeste, com 18%, seguida da Sul, com 14% e da Sudeste, com 13%. “Alguns clientes optaram por não sair de casa em razão da economia de combustível e essa escolha refletiu no fluxo dos shoppings”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

A análise levou em consideração o período de início da greve, na semana do dia 21 a 27 de maio, em comparação com a semana anterior. De acordo com o estudo, a região mais foi impactada foi a Nordeste, com 18%, seguida da Sul, com 14% e da Sudeste, com 13%. “Muito atrelada à mobilidade do automóvel, muitos consumidores optaram por não frequentar os shopping-centers nesse período em razão da economia de combustível”, afirma Walter Sabini Junior, sócio-fundador da FX Retail Analytics.

Sobre Abrasce

Fundada em 1976, a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) tem como objetivo atuar para o desenvolvimento e fortalecimento do setor de shoppings no país. O know-how superior a quarenta anos de atuação credencia a Abrasce como referência no setor varejista brasileiro. Os seus mais de quatrocentos associados contam com um amplo portfólio de benefícios oferecidos pela entidade que incluem: assessoria jurídica, eventos, seminários, congressos, cursos de capacitação e pesquisas.

A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) está sediada na cidade de São Paulo, sendo presidida pelo gestor empresarial Glauco Humai e conta com o suporte de um conceituado e experiente Conselho Diretor formado pelos principais empresários do setor. Mais informações estão disponíveis em http://www.abrasce.com.br.

Sobre a FX Retail Analytics:

A FX Retail Analytics oferece uma solução inovadora para ajudar o Varejo (Lojas, Shopping Centers, Quiosques, entre outros) a monitorar o fluxo de pessoas que transitam dentro e fora dos estabelecimentos. Por meio de tecnologia proprietária (câmera e WIFI), é capaz de monitorar e informar a quantidade de visitantes, taxa de conversão, horas quentes, tempo de permanência, atratividade de vitrine, entre outros indicadores, permitindo que decisões estratégicas sejam tomadas com mais precisão. Para mais informações, acesse: www.fxdata.com.br