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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC)

CRCCE promove palestra para formação de novos líderes contábeis

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

18 de Fevereiro de 2019

O Conselho Regional de Contabilidade do Ceará (CRC/CE) pretende incentivar a formação de novos líderes profissionais da contabilidade. Para isso, promoverá a palestra “Como Ser um Líder Inovador na Gestão Contábil”, com a especialista em gestão de pessoas e sócia-diretora da KM Partners, Kelly Malheiros. O encontro acontecerá amanhã (19/02), às 19h, no Auditório Waldir Diogo, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Essa é mais uma ação do Master Plan Contábil, projeto que pretende construir o planejamento estratégico da classe contábil, promovido pelo CRCCE, em parceria com representantes de entidades de classe e segmentos profissionais. “O Master Plan Contábil pretende investir na qualificação profissional e na formação de novos líderes”, ressalta o presidente o CRCCE, Robinson de Castro.

Sem a inovação, as empresas de contabilidade dificilmente aproveitam as oportunidades do mercado decorrentes das mudanças do comportamento do consumidor e da sociedade. Porém, ser inovador não é apenas “fazer coisas novas” e lançar novos produtos e serviços no mercado, mas principalmente, tomar decisões complexas e certas. É saber decidir o que é mais importante para seu negócio naquele momento, prevendo possibilidades para o futuro.

Para dar início a mais esta etapa de construção coletiva da valorização da classe contábil, o CRC/CE apresentará as competências que o novo mercado exige do profissional contábil, a atenção com o cliente, além das principais habilidades para o novo gestor contábil, o papel da cultura na transformação do negócio e cenários em Gestão. Kelly Malheiros contará com um convidado especial: Fred Gurgel, especialista em empreendedorismo e gestão empresarial.

Segundo Kelly, essa parceria com o CRC/CE é uma convergência de propósito. “O presidente do CRCCE, Robinson de castro, está engajado em transformar o contador em um profissional inovador e a experiência da KM Partners é trabalhar com transformação cultural e intervenções na área de gestão e performance”, explica.

As inscrições são limitadas e podem ser realizadas no endereço eletrônico: https://goo.gl/GjktEg, mediante a doação de 2kg de alimentos não-perecíveis. Mais informações: (85) 3208.2700.

Serviço

Palestra “Como Ser um Líder Inovador na Gestão Contábil”

Data: 19 de fevereiro

Horário: 19h

Local: Auditório Waldir Diogo na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). – Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota,

Inscrições: https://goo.gl/GjktEg

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Ceará é o principal exportador de pescados do Brasil em janeiro

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de Fevereiro de 2019

O setor de ferro e aço lidera a lista dos principais setores exportadores do Ceará no mês de janeiro, com US$ 139,1 milhões, fazendo do Ceará o 4º no ranking dos que mais exportam nesse segmento. Os calçados também apresentaram resultado revelante em janeiro deste ano, com um total de US$ 38,7 milhões. Esse montante é o maior já registrado em um mês de janeiro desde 2012. Os dados são do estudo Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), tendo como referência o mês de janeiro de 2019.

O segmento de “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes” manteve o desempenho de destaque do ano passado, enviando ao exterior mais de US$ 10 milhões, um incremento de quase quatro mil pontos percentuais. O segmento de pescados, tradicional na pauta exportadora cearense, registrou um forte avanço em 2019, com um crescimento de 199,4%, chegando a US$ 4,8 milhões. Esse valor garantiu ao Ceará o posto de estado que mais exporta pescados do Brasil, principalmente pelas exportações de lagostas.

O Ceará em Comex revela também que os principais produtos da pauta exportadora cearense são as placas de aço, produzidas principalmente na siderúrgica em São Gonçalo do Amarante e os calçados fabricados, em sua maioria, em Sobral. As placas de aço totalizaram US$ 135 milhões e os calçados US$ 24,5 milhões, esses últimos em suas três principais classificações. Além desses, o Ceará exporta mais de 400 produtos (NCM) diferentes.

Um destaque está nas pás e geradores de energia eólica, que voltaram a ser exportadas com significância em 2018 e que são registrados como “Partes de outros motores, geradores/grupos eletrogeradores”. As pás eólicas embasam o forte crescimento da cidade de Caucaia e registraram US$ 10,6 milhões em janeiro desse ano. Outro produto que já teve grande representatividade nas vendas externas do Ceará e que vinha apresentando recorrentes quedas, voltou a crescer em 2019, os “couros e peles inteiros, de bovinos”, aumentaram as vendas internacionais em 393,3% chegando a US$ 4,6 milhões, tendo como Estados Unidos e Itália como principais destinos.

Em janeiro de 2019, os produtos exportados pelo Ceará tiveram como destino 100 países. Os Estados Unidos mantiveram o posto de maior comprador dos produtos fabricados no estado, com US$ 91,8 milhões, mais que o dobro do valor contabilizado no ano passado. O país que exibiu maior crescimento foi a Itália, que passou a ser destino das placas de aço e importou do Ceará um total de US$ 69,9 milhões, crescendo mais de mil pontos percentuais. Outro país que cresceu em proporções semelhantes nas vendas internacionais do estado foi o Japão, que saiu de US$ 373,5 mil, para US$ 4,3 milhões no comparativo entre 2018 e 2019, também por causa da exportação de produtos siderúrgicos.

Importações

Quanto às aquisições internacionais, o estado cearense é o 12° em importações no país no acumulado de 2019. A elevação do volume importado em relação ao mesmo período em 2018 chegou a 5,6%, atingindo o maior total importado desde 2015, quando o volume foi superior aos US$ 600 milhões. Dos US$ 206 milhões importados em 2019, a cidade de São Gonçalo do Amarante responde por US$ 84 milhões, com uma participação de 40%. (Tabelas 9 e 10). O município é líder dessa lista e importa principalmente combustíveis sólidos para abastecimento da siderúrgica local. Logo em seguida, a capital Fortaleza totalizou US$ 39,2 milhões, importando principalmente óleo diesel. Entretanto, devido à aquisição de componente eólicas, o município de Acaraú aumentou em quase cinco mil vezes o valor de suas importações em relação a 2018, exibindo o maior crescimento entre os municípios cearenses.

Com total de US$ 6,61 milhões no período, Acaraú é a 2° cidade brasileira que mais comprou pás eólicas no exterior. As pás eólicas destacam-se por ser o produto que mais elevou seu volume importado, no Ceará, no acumulado do ano, crescendo 328% em relação a 2018 e totalizando US$ 7,6 milhões. O 2° maior crescimento, entre os produtos, pertence ao óleo diesel, com 246% de elevação e total de US$ 7,9 milhões.

Os combustíveis sólidos são o grupo de produtos mais adquirido pelo estado no período. A hulha, combustível utilizado na CSP, é o principal item nas compras do estado, com US$ 58,3 milhões. O 2° colocado, porém, tem peculiar contraste. Os resíduos de ferro e aço, que vêm logo após os combustíveis sólidos, pertencem ao 2° grupo mais adquirido, totalizando US$ 13 milhões. Os desperdícios de ferro só passaram a compor as importações nos últimos meses e já ultrapassaram, inclusive as importações de trigo, pauta tradicional do estado ao longo dos últimos anos. Sendo utilizados como insumo siderúrgico em forma de lingote, os resíduos metálicos são oriundos principalmente do Reino Unido. Vale destacar que o Reino Unido é o país que mais cresceu em exportações ao Ceará no período (139,5%), graças ao fornecimento dos desperdícios metálicos.

A principal origem das importações cearenses foram os Estados Unidos, apresentando o maior crescimento entre os mercados fornecedores, com 195,6% em relação ao mesmo período em 2018. O país norte-americano totalizou US$ 52,7 milhões em fornecimento ao estado, valor que representa 25,5% de participação e compõe principalmente as hulhas. O segundo maior parceiro é o mercado chinês, com US$ 50,6 milhões exportados ao Ceará no período, equivalente a 24,5% de participação. O alto valor fornecido pela China deve-se ao fornecimento de pás eólicas.

Confira o estudo completo AQUI.

Saiba mais

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Atividade industrial recua, mas otimismo permanece, aponta Observatório da Indústria

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Janeiro de 2019

Segundo os resultados da Sondagem Industrial, realizada pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Ceará apresentou contração da atividade industrial em dezembro, em especial na produção. No entanto, as expectativas dos industriais cearenses seguem otimistas para os próximos seis meses.

A produção industrial registrou queda pelo segundo mês consecutivo ao registrar 39,5 pontos. Mesmo que o recuo seja usual em dezembro, o valor representa o menor patamar alcançando para o mês desde 2015. Em consonância com a queda da produção, observou-se a diminuição do quadro de funcionários da indústria e a expansão da ociosidade industrial, visto que o setor operou com capacidade abaixo do usual para o mês. Já os estoques de manufaturados situaram-se novamente em patamar planejado.

Apesar da contração da atividade industrial, as expectativas dos industriais cearenses se mantêm otimistas. As perspectivas referentes à demanda, às exportações e à compra de matérias-primas projetam cenário de crescimento para os próximos seis meses. No entanto, não há sinalização para expansão do quadro de funcionários do setor industrial.

Por fim, após três meses consecutivos de crescimento, a intenção de investimentos na esfera produtiva cearense apresentou um decréscimo de 3,5 pontos ante dezembro ao alcançar 61,6 pontos. Apesar do recuo, o índice situa-se acima da média histórica de 51,3 pontos e ainda representa forte otimismo para a realização de investimentos em 2019.

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Intenção de investimentos alcança o maior valor desde 2013

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de Janeiro de 2019

A Sondagem Industrial de novembro, realizada pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela queda dos principais indicadores de atividade do setor industrial cearense. No entanto, o empresariado apresenta expectativas positivas para o primeiro semestre de 2019, com destaque para a intenção de investimentos produtivos.

Em novembro, a indústria cearense apresentou contração na produção e operou com capacidade abaixo do patamar usual para o mês. Em consonância com a queda da atividade, observou-se também redução no quadro de funcionários do setor industrial. Por fim, os estoques de manufaturados situaram-se dentro do patamar planejado para o mês.

Apesar da retração da atividade industrial em novembro, as expectativas do empresariado cearense são positivas. Os industriais projetam cenário de crescimento durante o primeiro semestre de 2019 para a demanda e exportações de manufaturados. No entanto, as perspectivas não sinalizam expansão no quadro de funcionários da indústria cearense e nem aumento das compras de matérias-primas e insumos.

A pesquisa destaca a intenção de investimentos no Ceará de 65,1 pontos em dezembro, registrando o terceiro mês de alta e alcançando o maior valor observado desde dezembro de 2013. Além de revelar forte perspectiva para a realização de novos investimentos no setor produtivo para os próximos meses, o registro também demonstra o retorno do índice aos patamares anteriores à crise econômica, reforçando a expectativa de plena recuperação dos investimentos em 2019.

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Prêmio Acomac Ceará chega à sua quarta edição

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de novembro de 2018

Esperado pelo setor, o grande Prêmio do Ceará de materiais de construção será realizado em dezembro.

O Prêmio da Associação de Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará – Acomac Ceará 2018, que é considerado o Oscar do setor da Construção, acontecerá no dia 4 de dezembro, às 18h30min, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará – Fiec, onde premiará revendas de todo o Estado em diversas categorias.

O prêmio tem uma abrangência estadual com a participação de aproximadamente cinco mil revendas, envolvendo capital e interior, sendo um reconhecimento anual do setor de material de construção às melhores empresas e personalidades de destaque do Ceará. Neste ano, o homenageado do Setor será o empresário Luiz Maia, Diretor-Presidente da Comercial Maia Distribuidora, como Personalidade do Ano, o senhor Roberto Macêdo, Presidente do Conselho de Administração da J.Macêdo CAP, empresa controladora do Grupo J. Macêdo, e como Destaque do Ano, a senhora Águeda Muniz, Secretária Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente da Prefeitura de Fortaleza.

O presidente da Acomac Ceará, Carlito Lira, afirma que o prêmio é o reconhecimento aos empresários que investem no setor, gerando emprego e contribuindo para o crescimento econômico do nosso Estado. “Diversas empresas serão homenageadas, sendo um prêmio democrático, visando não só faturamento, mas o bom relacionamento com a cadeia”. Afirma o presidente.

O evento terá a participação de home centers, lojistas, varejos especializados, indústrias e representantes comerciais. O método utilizado para avaliação das revendas foi por meio de uma pesquisa junto à cadeia fornecedora, e para a escolha da empresa de representação comercial foi feita uma pesquisa junto às revendas e distribuidores.

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Confiança do industrial cearense mantém ritmo de crescimento

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

22 de outubro de 2018

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) marcou 54,7 pontos no mês de outubro, indicando um aumento no otimismo do empresário cearense. Essa pontuação representa um aumento de 1 ponto percentual em relação ao mês anterior, sendo esse o maior resultado registrado desde maio e o quinto mês seguido de crescimento. Entretanto, esse valor ainda está abaixo da média histórica, que é de 56,4 pontos.
O resultado no Estado foi impulsionado pela Indústria da Construção, com crescimento de 5,3 pontos em relação a setembro, atingindo 57 pontos. Esse resultado é a maior pontuação desde abril, e recoloca a Indústria da Construção acima de sua média histórica, que é de 53,3 pontos.
Além disso, o Índice de Confiança da Indústria da Transformação cearense segue acima dos 50 pontos, alcançando 54,3 pontos em outubro, valor praticamente igual ao do mês anterior, quando o Índice marcou 54,4 pontos. Esse valor continua – pelo terceiro mês seguido – acima da média histórica de 52,2 pontos.
Este resultado indica otimismo na retomada da Indústria da Transformação cearense nos próximos meses. Já na Indústria da Construção, o ICEI pode representar uma perspectiva de melhora no cenário para um setor que tem apresentado dificuldades em retomar o crescimento.
O ICEI é elaborado pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
Confira o estudo completo em anexo.
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Empresário cearense segue com confiança baixa em julho

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

23 de julho de 2018

O otimismo do empresário cearense continua baixo. Em uma escala na qual valores acima dos 50 pontos revelam confiança e abaixo desse patamar representam falta de confiança, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do Ceará, elaborado pelo Núcleo e Economia e Estratégia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), não passou de 49,6 pontos em julho. Tal valor representa um crescimento de 0,1 em relação ao mês de junho e 6,9 pontos abaixo da média histórica para o estado. Esse é o segundo mês consecutivo em que o índice se encontra abaixo da linha divisória dos 50 pontos, após uma sequência de seis meses com resultados positivos.
Essa pequena variação no ICEI entre junho e julho indica que a confiança do empresariado cearense ainda não se recuperou após o acentuado recuo decorrente da greve dos caminhoneiros. Na análise setorial, o ICEI da Indústria de Transformação apresentou queda de 0,4 ponto, alcançando o valor de 49,7 pontos.
Por outro lado, a Indústria da Construção, setor menos afetado pela greve, apresentou uma maior recuperação no período, voltando a estar acima da linha divisória dos 50 pontos, indicando confiança por parte do empresariado local. O ICEI da Indústria da Construção cearense apresentou crescimento de 5,1 pontos em comparação ao mês de junho de 2018, atingindo 53,4 pontos e recuperando parte da queda apresentada no mês anterior.
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Ceará registra superávit comercial em junho

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

11 de julho de 2018

 

Estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) mostra que o Ceará exportou em junho de 2018 um valor recorde. Foram US$ 242,7 milhões, um aumento de 68,8% em relação a maio deste ano e 72,6% a mais que junho do ano passado. Foi o maior valor exportado em um único mês desde 1997, quando o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) passou a disponibilizar os dados. Já as importações somaram US$ 208,9 milhões – 29,3% a menos que o mês anterior. A queda nas importações e o crescimento das exportações garantiram o primeiro saldo positivo na balança comercial mensal cearense de 2018.

Analisando os dados do acumulado de janeiro a junho de 2018, as exportações atingiram o valor de US$ 1,025 bilhão, o maior dos últimos cinco anos, e as importações contabilizaram US$ 1,3 bilhão, cifra essa 17,8% maior que a de 2017. O saldo comercial do Ceará no primeiro semestre foi negativo em US$ 276,4 milhões, segundo melhor resultado entre 2014 e 2018.

O estudo revela também que o Ceará ocupa o 15º lugar no ranking brasileiro dos Estados que mais exportam. O Estado cresceu, entre 2017 e 2018, acima da média nacional que foi de 5,6%. Entre os Estados nordestinos, o Ceará é o quarto maior exportador. Filtrando as exportações cearenses pelos municípios, sete dos dez maiores apresentaram crescimento nas vendas externas ante igual período de 2017. Lideram o ranking São Gonçalo do Amarante, Sobral e Fortaleza.

Em relação aos setores que mais exportam, calçados, frutas e couros mantiveram sua importância na pauta exportadora do Estado, com destaque para o de frutas que registrou um aumento de 52,9% do ano passado para o atual, contabilizando US$ 79,9 milhões. No entanto, o setor líder das vendas externas continua sendo o de “ferro fundido, ferro e aço” que engloba os produtos da CSP. O segmento atingiu no primeiro semestre desse ano a marca de US$ 578,1 milhões, valor 16,8% maior do que o do ano passado. O segmento de máquinas e aparelhos elétricos surge como sétimo colocado no ranking com um crescimento de 243,1%, e com US$ 23,6 milhões exportados em 2018, esse aumento é explicado pela exportação de pás e geradores de energia eólica.

Com as exportações de ferro e aço da CSP, o Ceará passou a estreitar fortes parceiras com novos destinos, como é o caso da Turquia (US$ 116,7 milhões), Polônia (56,3 milhões), no entanto, assim como nos últimos anos, o principal destino das vendas externas do estado continua sendo osEstados Unidos, com US$ 302,5 milhões, quase 30% do total vendido em 2018. Outros países também apresentaram aumentos significativos entre 2017 e 2018, como Alemanha (210,1%), Canadá (233,3%) e Holanda (109%).

O Ceará cresceu acima da média nacional nas importações, com uma variação de 17,8%, enquanto a brasileira foi de 5,6%. Assim como nas exportações, São Gonçalo do Amarante lidera o ranking dos municípios importadores em 2018 com US$ 528,6 milhões, em comparação com o ano passado o aumento foi de 13,5%. A capital cearense é a segunda cidade que mais importa com US$ 238,6 milhões seguida por Maracanaú (US$ 168,6 milhões) e Caucaia (US$ 115,8 milhões). Com a construção do complexo de energia solar do Apodi, o município de Quixeré passou a figurar entre os dez maiores do estado, com US$ 35,2 milhões, explicados pela a importação de equipamentos e insumos, como células e painéis solares, principalmente da China.

Acesse o estudo completo AQUI.

Sobre o CIN

Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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FIEC se manifesta contra tabela de frete mínimo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de junho de 2018

A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) se manifesta contra a Medida Provisória nº 832/2018, que instituiu a Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas e resultou na edição da Resolução ANTT nº 5820/2018, que estabeleceu uma tabela de fretes no modal rodoviário. Em um momento tão delicado como o enfrentado pela economia do Brasil, o tabelamento de preços de frete é uma atitude lamentável e só gera insegurança jurídica para o setor produtivo nacional.
A política proposta pela MP 832 é uma clara afronta ao art. 170 da Constituição Federal, que trata da livre-iniciativa, e ao artigo 36 da Lei nº 12.529/11 – Lei da Concorrência, impedindo a livre negociação entre as partes. A Resolução da ANTT apresenta uma série de distorções na metodologia de cálculo do frete, que são extremamente danosas para a região nordeste. Cita-se como exemplo a exigência da cobrança em dobro nos casos em que não existe carga de retorno. Os fluxos logísticos da região nordeste diferem das outras regiões e impedem que o contratante fique responsável pela garantia da carga de retorno. Ademais, não há clareza sobre como isso será fiscalizado, dando margem à abusos por parte dos caminhoneiros.
Por fim, cumpre destacar que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE e o próprio Ministério da Fazenda já possuem posicionamentos contrários ao tabelamento de fretes, que geram aumento de preços ao consumidor e elevam os custos em praticamente toda a economia. A consequência imediata da manutenção dessa política é a perda da já prejudicada competitividade do setor produtivo, que utiliza deste modal. Portanto, é de suma importância para a retomada das atividades econômicas que essa Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas seja imediatamente revista pelo Governo Federal.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Ceará é o estado com mais empreendimentos contratados no 27º Leilão de Energia Nova

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de Abril de 2018

Na última quarta-feira (4/4), o Ceará alcançou resultado positivo no 27º Leilão de Energia Nova (A-4), para entrega em quatro anos, realizado pela CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, pelo Governo Federal.

O Ceará foi o estado com mais empreendimentos contratados: 14 usinas solares, com investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões – cerca de 40% do valor total contratado no leilão. No certame, foram negociadas 39 usinas entre os quatro produtos disponíveis.

Os empreendimentos do Ceará estão localizados na Região Leste do Estado (9 usinas) e Região do Pecém (5 usinas).

Os bons resultados mostram a importância das ações desenvolvidas a partir da Rota Estratégica de Energia, trabalho capitaneado pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). O projeto contou com o apoio de órgãos do Governo do Estado, de entidades representativas – como o Sindienergia e Câmara Setorial de Energias Renováveis – e, principalmente, dos empresários do setor.

 

Saiba mais

Os leilões de compra de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração – conhecidos como “leilões de energia nova” – têm por objetivo o atendimento às necessidades de mercado das distribuidoras, mediante a venda de energia elétrica a ser gerada por novos empreendimentos.

O 27º Leilão de Energia Nova (A-4) foi composto por 3 etapas. A etapa inicial consistiu na disputa dos limites de capacidade de escoamento do Sistema Interligado Nacional; seguida da etapa contínua para disputa do atendimento à demanda, entre os classificados na etapa inicial; e, por último, a etapa de ratificação para aqueles empreendimentos classificados que devem compartilhar as conexões em determinadas subestações.

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Ceará é o estado com mais empreendimentos contratados no 27º Leilão de Energia Nova

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de Abril de 2018

Na última quarta-feira (4/4), o Ceará alcançou resultado positivo no 27º Leilão de Energia Nova (A-4), para entrega em quatro anos, realizado pela CCEE – Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, pelo Governo Federal.

O Ceará foi o estado com mais empreendimentos contratados: 14 usinas solares, com investimentos da ordem de R$ 2,1 bilhões – cerca de 40% do valor total contratado no leilão. No certame, foram negociadas 39 usinas entre os quatro produtos disponíveis.

Os empreendimentos do Ceará estão localizados na Região Leste do Estado (9 usinas) e Região do Pecém (5 usinas).

Os bons resultados mostram a importância das ações desenvolvidas a partir da Rota Estratégica de Energia, trabalho capitaneado pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). O projeto contou com o apoio de órgãos do Governo do Estado, de entidades representativas – como o Sindienergia e Câmara Setorial de Energias Renováveis – e, principalmente, dos empresários do setor.

 

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Os leilões de compra de energia elétrica proveniente de novos empreendimentos de geração – conhecidos como “leilões de energia nova” – têm por objetivo o atendimento às necessidades de mercado das distribuidoras, mediante a venda de energia elétrica a ser gerada por novos empreendimentos.

O 27º Leilão de Energia Nova (A-4) foi composto por 3 etapas. A etapa inicial consistiu na disputa dos limites de capacidade de escoamento do Sistema Interligado Nacional; seguida da etapa contínua para disputa do atendimento à demanda, entre os classificados na etapa inicial; e, por último, a etapa de ratificação para aqueles empreendimentos classificados que devem compartilhar as conexões em determinadas subestações.