Publicidade

Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Fecomércio

Fecomércio e Sindilojas garantem Liminar Contra Atos de Vandalismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

13 de Maio de 2016

A Justiça concedeu liminar contra atos de vandalismos e atribuiu multa de 10 mil reais aos sindicatos considerados baderneiros. A liminar é resultado de ação impetrada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará e o   Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza.  A ação Civil Pública foi contra o Sindicato dos Empregados no Comércio de Fortaleza, Federação dos Trabalhadores, (FETRACE), Empregados e Empregadas no Comércio e Serviços do Estado do Ceará, Central Única dos Trabalhadores – CUT e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil CTB – Ceará.

A Ação foi solicitada para evitar que atos de vandalismo voltem a ocorrer, como no último dia 10 de maio. Importante ressaltar que a Fecomércio e o Sindilojas, não são contrários ao direito livre e democrático de manifestação dos trabalhadores: “apoiamos o Estado Democrático de Direito e as manifestações de cunho pacífico, mas não aceitamos conviver com atos de extrema irresponsabilidade que atentam contra a liberdade e a integridade das pessoas e do patrimônio privado e público e que agravam ainda mais essa crise sem precedentes na história brasileira”.

O objetivo da Fecomércio e do Sindilojas é resguardar a legalidade das manifestações e, ao mesmo tempo, proteger o direito constitucional à livre iniciativa, bem como a segurança dos trabalhadores e consumidores e a ordem do patrimônio da categoria econômica e as pessoas a elas vinculadas.

Publicidade

Dia das Mães deve movimentar R$ 243 milhões no comércio de Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de Maio de 2016

Este resultado representa redução de 8,0% em relação com 2015.

A pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense para o Dia das Mães, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará revela que os consumidores de Fortaleza irão movimentar cerca de R$ 243 milhões no comércio local com a compra de presentes, significando uma redução de 8,0% sobre o resultado de 2015, quando o resultado foi de 263 milhões.

Dando prioridade aos artigos de vestuário, perfumaria, calçados e bolsas, flores e aparelhos de telefonia celular, a maioria dos consumidores irá às compras – 60,3% dos entrevistados confirmaram essa intenção. O percentual é ligeiramente superior ao observado na mesma data no ano passado, quando 59,5% dos consumidores compraram presentes. Com este resultado, o Dia das Mães* permanece como a segunda melhor data comemorativa para o comércio em termos de faturamento.

 

Vestuário lidera preferência do consumidor

A preferência dos consumidores mostra-se concentrada em cinco produtos principais que, juntos, correspondem a 84,1% da intenção de compra, com preponderância dos bens de uso pessoal:

Os artigos de vestuário: citados por 35,8% dos entrevistados, é o principal produto de ambos os sexos (34,9% dos consumidores do sexo masculino e 36,7% dos consumidores do sexo feminino). O produto terá procura mais intensa entre os consumidores mais jovens (38,8% do grupo etário com até 20 anos) e de renda média (38,3% do grupo com renda familiar entre três e seis salários mínimos);

Os itens de perfumaria: com 26,3% de intenção de compra, tem como perfil do consumidor típico do sexo feminino (27,4% das respostas) e do estrato com idade acima de 36 anos (29,3%). A existência de produtos sofisticados e populares faz com que os perfumes se destaquem tanto na preferência do grupo com renda mais elevada (45,0% do estrato com renda superior a seis salários mínimos), quanto do grupo de renda média (29,2% da faixa com renda familiar entre três e seis salários mínimos);

Sapatos, cintos e bolsas: com 8,8% de intenção de compra, serão mais procurados por consumidores do sexo masculino (10,1%), dos grupos etários mais jovens (10,3% com idade até 20 anos e 10,0% com idade entre 21 e 35 anos) e renda superior a seis salários mínimos (17,5%);

Flores: com 7,2% de intenção de compra, serão mais procurados por consumidores do sexo masculino (9,9%), do estrato com idade superior a 35 anos (10,8%) e com renda familiar inferior a três salários mínimos (7,7% das respostas);

Aparelhos de telefonia celular: é o único eletrônico dentre os principais presentes. Serão mais procurados pelos consumidores do sexo masculino (6,7%), do grupo com idade de até 20 anos (8,0%) e com renda familiar de até três salários mínimos (6,6%).

 

Compra de presentes movimentará R$ 243 milhões

O faturamento previsto com a compra de presentes para o dia das mães é de R$ 243 milhões, reforçando a importância econômica dessa data comemorativa, que anima importantes segmentos do comércio varejista. O consumo médio com a compra de presentes é estimado em R$ 229. Como alguns consumidores compram mais de um presente, o gasto por presente será de R$ 160.

Diferente dos anos anteriores, quando o consumidor preferiu pagar suas compras à vista, neste ano a oferta de crédito pode ser um fator decisivo para a compra, pois 64,6% dos consumidores pretendem utilizar alguma forma de financiamento e apenas 33,9% irão utilizar o pagamento à vista. Além da possibilidade de financiamento, o consumidor estará em busca de promoções (50,9%), fará pesquisa de preços (39,6%) e estará atendo à qualidade dos produtos (24,8%).

A pesquisa também aponta que 66,5% dos consumidores pretendem comemorar o evento, sendo que 80,7% o farão em suas casas e 9,3% nas casas de parentes. Diferente do último ano, quando 7,2% dos consumidores revelaram a pretensão de comemorar em restaurantes, em 2016 apenas 1,9% o farão, com queda até mesmo no estrato de renda mais elevada (em 2015 29,9% dos consumidores com renda acima de seis salários mínimos revelaram essa intenção e apenas 6,6% do mesmo estrato confirmaram neste ano).

 

Compras se concentrarão nos finais de semana

O consumidor irá privilegiar a comodidade em suas compras, preferindo o sábado como dia mais provável para realizar a compra dos presentes (36,9%).

Os shopping centers e os centros comerciais deverão ter movimento intenso de consumidores, tendo sido citados por 33,2% e 24,0% dos consumidores, respectivamente, como locais preferenciais para as compras. O Centro da cidade e os principais corredores comerciais também mantêm sua importância, com 28,9% das respostas.

*A lista completa inclui o Natal, em primeiro lugar, seguido do Dia das Mães, Dia das Crianças, Dia dos Namorados e Dia dos Pais.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Apesar da queda, Índice de Confiança inspira otimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

09 de Março de 2016

Análise ] O estudo aponta também que o consumidor continua preocupado com a situação econômica nacional, com 60,9% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima.

 Segundo pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou queda de 3,1% em março, com relação ao último mês de fevereiro, passando de 105,3 pontos para 102,0 pontos neste mês, tendo o indicador permanecido na área que indica otimismo por parte do consumidor.

O resultado de março decorreu da queda dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente, que teve redução de 5,1% no mês, passando de 100,5 pontos em fevereiro para 95,3 pontos neste mês; já o Índice de Situação Futura apresentou diminuição de 1,9%, atingindo 106,4 pontos.

Pretensão de compra

Apesar da queda no Índice de Confiança, a taxa de pretensão de compras teve leve aumento de 0,8 pontos percentuais, passando de 36,2%, em fevereiro, para 37,0% neste mês – o que reforça o argumento da elevada seletividade dos consumidores, que priorizam as promoções e liquidações. Ainda assim, o indicador deste mês é inferior ao observado no mesmo mês do ano passado, de 41,5%.

O valor médio das compras é estimado em R$ 301,56 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (39,5%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (48,0%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (43,8%). Os produtos mais procurados são: Móveis e artigos de decoração, citados por 16,6% dos entrevistados; Televisores (16,4%); Artigos de Vestuário (15,2%); Aparelhos de Telefonia Celular (12,7%); Geladeira e Refrigeradores (11,3%) e Fogão (9,1%).

 

Expectativa dos consumidores

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis teve redução em março, passando de 45,0%, em fevereiro, para 36,8% neste mês.

No perfil daqueles com maior disposição para as compras se destacam os consumidores do gênero feminino (36,9%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (42,4%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (53,7%).

A pesquisa também revela que 62,1% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 77,5% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 60,9% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da aceleração da inflação, do aumento dos juros e da percepção de relativa piora no mercado de trabalho.

  • postado por Oswaldo Scaliotti

 

Publicidade

Fecomércio e Conselho Regional de Contabilidade realizam palestra sobre o Novo ICMS DIFAL  

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de Março de 2016

 

Dentro do Programa “Contabilidade Hoje” a Fecomércio, em parceria com o Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Ceará, realiza na próxima quarta-feira (9), a Palestra Novo ICMS DIFAL e seus Pontos Polêmicos da Substituição Tributária e Simples Nacional e A Implantação do Selo Fiscal de Controle das Àguas Envasadas no Estado do Ceará. O encontro será conduzido pelo auditor Fiscal da Receita Estadual, da Secretaria da Fazenda do Estado, Antônio Eliezer Pinheiro e acontece na Câmara Municipal de Itapipoca, das 14h às 17h.

 

Informações e Inscrições

 

Delegacia do CRCCE em Itapipoca

Delegado: José Valdemar de Oliveira Neto

Fone: (88) 3631-6732

Email: netooliveira@hotmail.com

 

Ponto do Comércio

Contato: Márcia Montenegro

Telefones: (88)3677-8747/ 98832-3525

Endereço: Rua Caio Prado, 201, Boa Vista

 

Serviço

Palestrante: Antônio Eliezer Pinheiro –

Auditor Fiscal da Receita Estadual da Secretaria da Fazenda do Estado

Data: 09.03.16

Local: Rua Frei Cassiano, 750, Boa Vista (Câmara Municipal de Itapipoca)

Horário: 14h ás 17h

Investimento:

2K de Alimentos

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Fecomércio e Corecon divulgam novo Índice de  Expectativa com Economistas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de Fevereiro de 2016

A Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), em parceria, divulgam a décima primeira edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período janeiro-fevereiro as expectativas de 180 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Desde que teve início a pesquisa, em maio de 2014, esta é a segunda vez que os analistas revelaram pessimismo com o comportamento de todas as nove variáveis investigadas: gastos públicos (95,2 pontos); cenário internacional (77,8 pontos); taxa de inflação (65,1 pontos); oferta de crédito (54,0 pontos); taxa de câmbio (52,6 pontos); evolução do PIB (42,0 pontos); taxa de juros (40,6 pontos); nível de emprego (36,4 pontos) e salários reais (25,3 pontos), que atingiu a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou o menor patamar da série histórica, 54,3 pontos, revelando elevado pessimismo na percepção geral dos especialistas do Ceará. A pesquisa mostra também aumento no ceticismo dos analistas sobre o comportamento futuro das variáveis que declinou de 77,6 pontos para 68,1 pontos, o que corresponde a uma significativa variação negativa de 12,3%. Ademais, vale destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou aumento de 7,3%, com o índice declinando de 43,6 pontos para 40,4 pontos.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima primeira edição, que o ceticismo dos analistas consultados aumentou no início de 2016 em relação a 2015, ocorrendo piora nas expectativas captadas pelos três índices: de percepção geral, presente e futura.Os resultados estão em consonância com o comportamento dos indicadores econômicos nacionais e internacionais e com a realidade política do país. 

Publicidade

Gastos com educação elevam endividamento em Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Sem categoria

19 de Fevereiro de 2016

Pesquisa ] O desequilíbrio financeiro é a principal justificativa para o não pagamento das dívidas

 

Neste mês de fevereiro, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE),  mostra que 73,0% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida.

O resultado veio 0,9 pontos percentuais acima do indicador do último mês de janeiro (72,1%), alcançando o patamar mais elevado desde o início da pesquisa, em 2010, e está relacionado com brusco aumento dos gastos com educação, típico desta época do ano.

A pesquisa também mostra uma leve melhora no indicador de contas em atraso (que passou de 22,3% para 22,2%) e aumento na proporção da renda comprometida com o pagamento de dívidas (que passou de 33,9% para 34,9%), mostrando que o endividamento está apertando o orçamento dos consumidores de Fortaleza.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve redução de 0,1 ponto percentual, indo de 22,3%, em janeiro, para 22,2% neste mês.  Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (22,6% afirmam possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade acima de 35 anos (23,9%) e do estrato com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (24,1%).

O tempo médio de atraso é de 67 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 55,9% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 33,8%, seguido da contestação da dívida (7,4%).

 

Comprometimento de Renda

Em Fortaleza, 73,0% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são os cartões de crédito, citados por 83,8% dos entrevistados; o financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 12,0%; os empréstimos pessoais, com 8,1%; e os carnês e crediários (5,9%).

 

O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

  • Itens de alimentação (55,5% das respostas);
  • Realização de despesas de educação e saúde (37,2%);
  • Artigos de vestuário (32,0%); e
  • Eletroeletrônicos (27,2%).

 

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.332 e prazo médio de sete meses, comprometendo 34,9% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

 

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve aumento de 1,1 pontos percentuais, passando de 7,5%, em janeiro, para 8,6%, neste mês.

A manutenção de um percentual elevado da renda comprometida com o pagamento de dívidas e o aumento do custo de vida contribuem para o crescimento da inadimplência potencial, mas a maioria dos consumidores parece estar conseguindo administrar a qualidade do crédito.

O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (9,7%), com idade acima dos 35 anos (9,7%) e renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (9,9%).

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 80,2% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. 8,6% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 11,2% dos entrevistados informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

  • A falta de orçamento e controle dos gastos, com 40,1%;
  • As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 32,6%;
  • O aumento dos gastos considerados essenciais, com 22,7%;
  • Gastos imprevistos, com 16,9%;
  • Redução dos rendimentos, com 12,7%; e
  • Compras antecipadas, com 11,1%.

 

Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local.

Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras oportunidades. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

  • postado por Oswaldo Scaliotti 
Publicidade

Fecomércio amplia pontos de atendimento da Certificação Digital

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

28 de Janeiro de 2016

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio) inaugura nesta segunda-feira (1), em Itapipoca, um novo ponto de atendimento para a emissão de certificados digitais. A abertura faz parte do projeto de expansão da Fecomércio que programa abrir, até o final de fevereiro, mais três pontos, alcançando nove unidades de atendimento.

O certificado digital é um documento eletrônico que comprova a identidade de uma empresa ou pessoa física, permitindo que a mesma atue com segurança em processos de compra e venda pela internet, além de facilitar transações eletrônicas diversas. A Certificação permite, ainda, que as empresas busquem a modernização tecnológica, diminuindo a burocracia e, consequentemente, reduzindo custos.

Dentre as principais vantagens do uso do certificado, estão as suas propriedades tecnológicas e legais, atribuindo segurança digital e validade jurídica em documentos assinados eletronicamente. É a possibilidade real de substituir a assinatura manuscrita em documentos, de eliminar a impressão e gastos relacionados ao controle, envio e reconhecimento de firmas por uma operação eletrônica, executada pela internet, de forma simplificada e com total legitimidade.

Para fazer a certificação, as empresas e pessoas físicas devem buscar uma Autoridade Certificadora, responsável pela emissão, renovação ou cancelamento dos certificados, ou então, os Pontos de Registros de Certificados Digitais.

A Fecomércio-CE é uma Autoridade de Registro em Certificação Digital, que, em parceria com a Certisign, realiza a emissão de certificados digitais para empresas, pessoas físicas, empresários e profissionais liberais e realiza atendimento nas empresas e entidades parceiras.

Pontos de atendimento já disponíveis da Fecomércio/CE:

– Sede Sindical Fecomércio Ce – Avenida Heráclito Graça, 750- Federação das Indústrias do Estado do Ceará/Centro Internacional de Negócios (Fiec/CIN) – Av. Barão de Stuart, 1982. 2º andar. Aldeota.

– Junta Comercial do Estado do Ceará (Jucec) – Rua Vinte e Cinco de Março, 300 – Centro.

– Sindicato Regional dos Empregadores Lojistas do Iguatu (Sindilojas Iguatu). Rua Coronel Virgilio Correia ,38 Sala 7

– Posto Junta Comercial – Jucec Quixeramobim: Rua Abílio e Silva, 52 – Centro.

– Fecomércio Itapipoca – Rua Caio Prado, 201, Bairro- Boa Vista.

Ou através do site: http://certificadosdigitais.fecomercio-ce.org.br/

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Fecomércio: contribuição Sindical Patronal tem vencimento em 31 de janeiro

Por Oswaldo Scaliotti em Sem categoria

23 de Janeiro de 2016

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE) informa aos empresários sujeitos ao pagamento da contribuição sindical patronal que o prazo para o recolhimento do tributo (sem multas e juros) relativo ao exercício de 2016 encerra- se no dia 31 de Janeiro.

Prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Contribuição Sindical do comércio é recolhida, compulsoriamente, pelos empregadores no mês de janeiro, e por autônomos no mês de fevereiro. È válido ressaltar a importância da Contribuição; se por um lado os empresários fortalecem a organização sindical, em contrapartida a entidade garante diversos benefícios no âmbito de representatividade junto ao poder Executivo, Legislativo e Judicial, assim como disponibiliza Produtos e Serviços, dentre eles: Telefonia Móvel, Planos de Saúde, Certificação Digital, Convênio com entidades de Ensino Superior e Cartões.

A Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical pode ser emitida através do site daFecomércio Ceará.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Consumidor com confiança em alta no início do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de Janeiro de 2016

Segundo pesquisa divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou aumento de 5,8%, neste início de ano, passando de 99,6 pontos em dezembro, para 105,4 pontos neste mês – voltando à área de otimismo do índice.

A recuperação do ICC decorreu da melhora dos seus dois componentes: o Índice de Situação Presente subiu 9,4%, passando de 93,3 pontos em dezembro para 102,1 pontos neste mês e o Índice de Situação Futura ascendeu 3,6%, atingindo 107,6 pontos, como pode ser visto na tabela a seguir:

 

Tabela 1 – ICC, Síntese dos resultados

Índice Valor mensal – em pontos Média do Trimestre
Nov Dez Jan
ICC 95,7 99,6 105,4 100,2
ISP 88,1 93,3 102,1 94,5
IEF 100,7 103,9 107,6 104,1

Fonte: Pesquisa Direta Fecomércio/IPDC

 

Pretensão de compra

Apesar da melhoria da confiança, a taxa de pretensão de compras teve queda de 7,6 pontos percentuais, passando de 50,0%, em dezembro, para 42,4% neste mês – o que pode ser explicado pela sazonalidade, já que dezembro é o melhor mês para o varejo. Excluindo esse efeito, a tendência do indicador é a mesma observada para o ICC, sinalizando retomada das compras, com o índice se aproximando do observado em janeiro do ano passado (43,8%).

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 320,03 e a intenção de compra mostra-se ligeiramente superior para as mulheres (42,5%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (52,0%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (60,2%). Os produtos mais procurados são: Televisores; citados por 18,1% dos entrevistados; Móveis e Artigos de Decoração (16,05%); Geladeiras e Refrigeradores (15,5%); Artigo de Vestuário (12,3%); Máquina de Lavar Roupa (10,2%); Fogão (10,1%); Aparelho de Telefonia Celular (9,5%).

 

Expectativa dos consumidores

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis também teve melhora em janeiro, passando de 35,6%, em dezembro, para 46,1% neste mês.

No perfil daqueles com maior disposição para as compras se destacam os consumidores do gênero feminino (41,5%), do grupo com idade acima dos 35 anos (42,5%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (50,0%).

A pesquisa também revela que 64,5% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 74,6% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 56,8% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da aceleração da inflação, do aumento dos juros e da percepção de relativa piora no mercado de trabalho.

 

Saiba mais

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio/CE. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Endividamento permanece estável em novembro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

12 de novembro de 2015

Neste mês de novembro, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-Ce),  mostra que 71,7% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O resultado veio 0,3 pontos percentuais abaixo do indicador do último mês de outubro (72,0%), mostrando estabilidade do nível de endividamento.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve aumento de 3,1 pontos percentuais, indo de 20,7%, em outubro, para 23,8% neste mês.  Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (24,3% afirmam possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (32,2%) e do estrato com renda familiar inferior a cinco salários mínimos (25,8%).

O tempo médio de atraso é de 67 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 62,9% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 28,1%, seguido da contestação da dívida (8,4%).

 

Comprometimento de Renda

Em Fortaleza 71,7% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 79,6% dos entrevistados; o financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 14,9%; os carnês e crediários (9,2%); e os empréstimos pessoais, com 7,0%.

 

O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

  • Itens de alimentação (53,5% das respostas);
  • Eletroeletrônicos (38,2%);
  • Artigos de vestuário (33,2%); e
  • Realização de despesas de educação e saúde (26,9%).

 

O consumidor vem apresentando dificuldades no gerenciamento de suas dívidas, desde o final do ano passado. Além disso, o peso dos itens de alimentação nas contas a prazo indica dificuldades no controle do orçamento doméstico nos últimos meses. O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.395 e prazo médio de sete meses, comprometendo 32,4% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve aumento de 3,8 pontos percentuais, passando de 5,5%, em outubro, para 9,3%, neste mês.

A manutenção de um percentual elevado da renda comprometida com o pagamento de dívidas e o aumento do custo de vida contribui para o crescimento da inadimplência potencial, mas a maioria dos consumidores parece estar conseguindo administrar a qualidade do crédito. O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (11,0%), com idade entre 25 e 34 anos (12,0%) e renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (9,9%).

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 78,4% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. 10,3% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 11,2% dos entrevistados informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

  • A falta de orçamento e controle dos gastos, com 43,1%;
  • O aumento dos gastos considerados essenciais, com 30,4%;
  • As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 30,1%;
  • Compras antecipadas, com 14,8%;
  • Gastos imprevistos, com 12,4%; e
  • Redução dos rendimentos, com 9,4%.

 

 Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local.

Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras coisas. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Endividamento permanece estável em novembro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

12 de novembro de 2015

Neste mês de novembro, a Pesquisa sobre Endividamento do Consumidor de Fortaleza, divulgada pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-Ce),  mostra que 71,7% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O resultado veio 0,3 pontos percentuais abaixo do indicador do último mês de outubro (72,0%), mostrando estabilidade do nível de endividamento.

A proporção dos consumidores com contas ou dívidas em atraso teve aumento de 3,1 pontos percentuais, indo de 20,7%, em outubro, para 23,8% neste mês.  Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (24,3% afirmam possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (32,2%) e do estrato com renda familiar inferior a cinco salários mínimos (25,8%).

O tempo médio de atraso é de 67 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 62,9% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 28,1%, seguido da contestação da dívida (8,4%).

 

Comprometimento de Renda

Em Fortaleza 71,7% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 79,6% dos entrevistados; o financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 14,9%; os carnês e crediários (9,2%); e os empréstimos pessoais, com 7,0%.

 

O consumidor utilizou o crédito para a compra de:

  • Itens de alimentação (53,5% das respostas);
  • Eletroeletrônicos (38,2%);
  • Artigos de vestuário (33,2%); e
  • Realização de despesas de educação e saúde (26,9%).

 

O consumidor vem apresentando dificuldades no gerenciamento de suas dívidas, desde o final do ano passado. Além disso, o peso dos itens de alimentação nas contas a prazo indica dificuldades no controle do orçamento doméstico nos últimos meses. O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.395 e prazo médio de sete meses, comprometendo 32,4% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, teve aumento de 3,8 pontos percentuais, passando de 5,5%, em outubro, para 9,3%, neste mês.

A manutenção de um percentual elevado da renda comprometida com o pagamento de dívidas e o aumento do custo de vida contribui para o crescimento da inadimplência potencial, mas a maioria dos consumidores parece estar conseguindo administrar a qualidade do crédito. O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (11,0%), com idade entre 25 e 34 anos (12,0%) e renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (9,9%).

 

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 78,4% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. 10,3% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 11,2% dos entrevistados informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

  • A falta de orçamento e controle dos gastos, com 43,1%;
  • O aumento dos gastos considerados essenciais, com 30,4%;
  • As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 30,1%;
  • Compras antecipadas, com 14,8%;
  • Gastos imprevistos, com 12,4%; e
  • Redução dos rendimentos, com 9,4%.

 

 Saiba mais

A pesquisa é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local.

Auxilia os empresários a planejarem estratégias de vendas, analisarem situações de risco, entre outras coisas. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

  • postado por Oswaldo Scaliotti