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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Fecomércio

Adece e Fecomércio farão plano de ação para desenvolvimento do Sertão Central

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

10 de agosto de 2017

O desenvolvimento econômico e social dos 15 municípios do Sertão Central Cearense foi discutido na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio-CE), em Fortaleza. Além do presidente da casa, Luiz Gastão Bittencourt, da presidente da Agência de Desenvolvimento do estado do Ceará (Adece), Nicolle Barbosa, e do presidente da Associação dos Municípios do Sertão Central (Amusc), Marcondes Holanda, a reunião contou com a presença de prefeitos e representantes dos municípios participantes da iniciativa. 
 
Na ocasião, Nicolle destacou as parcerias que já estão sendo realizadas individualmente com alguns municípios e ressaltou a importância do trabalho em conjunto para desenvolver a região em sua totalidade. “É importante dinamizar a economia já existente em cada localidade. A atitude da Amusc em ampliar parcerias é fundamental para o desenvolvimento sustentável da região do Sertão Central que conta com o nosso apoio”, completa.
Bittencourt apresentou a estrutura da Fecomércio e expôs os programas existentes na casa que possam ser utilizados como ferramenta para auxiliar no desenvolvimento econômico e social dos municípios.
 
Uma nova reunião será realizada no mês de setembro. Desta vez, Adece e Fecomércio levarão projetos a serem discutidos e executados na própria região.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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LOJISTAS DA AV. MONSENHOR TABOSA PASSAM POR CAPACITAÇÃO 

Por Oswaldo Scaliotti em Qualificação

07 de agosto de 2017

 
Nesta terça-feira, dia 8, os lojistas da Avenida Monsenhor Tabosa terão a oportunidade de desenvolver ainda mais suas habilidades. 
 
Isso porque uma parceria firmada entre a Associação de Lojistas da Avenida Monsenhor Tabosa e a Federação do Comércio vai ofertar uma capacitação exclusiva para os empresários da região. 
 
Na oportunidade, será ministrada a palestra “Soluções Corporativas para Lojistas” pela especialista Janaina Ribeiro. “Com a retomada do crescimento da Avenida Monsenhor Tabosa, nossos lojistas tem que se atualizar também. Essa é uma ótima oportunidade de nos reciclarmos e aprendermos mais práticas que nos ajudem no dia a dia”, afirma a presidente da Almont, Márcia Sérgia.
 
Atualmente, a Associação de Lojistas da Avenida Monsenhor Tabosa possui aproximadamente 100 lojistas associados a entidade. 
 
SERVIÇO 
Local: Fecomércio
Endereço: Rua Pereira Filgueiras 1070 – andar L
Horário: 15h
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Adece entrega Agenda Estratégica para promover o desenvolvimento econômico de Cedro

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de junho de 2017

Trabalho faz parte de um projeto-piloto e será expandido para outros municípios do Ceará
 
O município de Cedro, no Centro Sul do Estado, acaba de receber a primeira Agenda Estratégica voltada para promover o desenvolvimento econômico e sustentável local. A iniciativa é parte de um projeto-piloto implantado pela Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece) e deverá servir de modelo para outras cidades. A solenidade de entrega aconteceu na última quinta-feira (29), com a presença da presidente da Agência, Nicolle Barbosa, e do prefeito Nilson Diniz.
 
Conforme a executiva da Adece, a ideia é otimizar a estrutura organizacional do município, aproveitando os recursos disponíveis e aprimorando a qualificação dos agentes públicos. “O resultado de tudo isso será tornar a cidade mais atrativa para receber investimentos. Para isso, serão implantadas ações de curto, médio e longo prazos”, explica.
 
Para a concretização do planejamento, foi realizado um trabalho complexo de diagnóstico das competências, potencialidades e vocações do município, segundo o prefeito. “Pela primeira vez a cidade conta com um planejamento neste nível de detalhe e de gerenciamento de metas. Ao lançar esta Agenda, a Prefeitura inova com o advento de uma gestão baseada na eficácia, com foco na melhoria contínua dos indicadores de desempenho”, comemora Diniz.
 
Potenciais econômicos
 
Dentre as estratégias adotadas, o município terá como direcionamento o fortalecimento das cadeias produtivas com vocação local diagnosticadas a partir do levantamento. São elas: bovinocultura de leite, caprinovinocultura, piscicultura, apicultura, avicultura, artesanato, horticultura e a cadeia produtiva de comércio e serviços.
 
Além disso, um programa de promoção e estímulo ao empreendedorismo deverá ser adotado, dando foco na formalização de micoempreendedores individuais e a criação de micro e pequenas empresas locais.
 
Metas
 
Atrair no mínimo duas indústrias até 2020 é uma das metas a serem alcançadas pelo município a partir da implantação da Agenda Estratégica. No mesmo prazo, o planejamento prevê um incremento de 20% no número de empregos gerados e de 30% na quantidade de produtores assistidos.
 
Já no quesito formalização de empresas, um crescimento de 25% deverá ser concretizado entre 2017 e 2020. A mesma variação é esperada em relação ao número de microempreendedores regularizados.
 
A qualificação da mão de obra também está entre os objetivos a serem conquistados com a Agenda Estratégica. A partir de parcerias com os sistemas Fecomércio, Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (FAEC), mil pessoas por ano devem ser capacitadas.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Confiança do empresário tem quarta queda consecutiva

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

21 de junho de 2017

 Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre maio/junho mostra redução de -4,4% no sentimento geral de confiança dos empresários, com o índice passando de 96,0 pontos, no bimestre março/abril, para 91,8 pontos na medição atual.

O componente Índice de Situação Presente (ISP) teve queda de -1,3%, saindo de 51,2 pontos no bimestre março/abril para 50,5 pontos neste período. A crise econômica continua afetando a percepção do empresário do comércio, com 77,0% dos entrevistados afirmando impactos negativos nos seus setores de atividade e 88,4% reconhecendo que as condições gerais das suas empresas pioraram nos últimos seis meses.

 

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Situação Futura – ISF, pioraram -5,1%, com o índice passando de 128,5 pontos no bimestre anterior para 121,9 pontos nesta medição, mas permanece no campo que indica otimismo (acima dos 100 pontos). O empresário acredita na melhoria das condições de suas empresas, com 61,8% dos entrevistados esperando momentos melhores nos próximos seis meses e 91,3% com previsão de crescimento das vendas.

 

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e   turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

 

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores: Índice de Situação Presente (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

 

Índice atual: diz respeito diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até́ trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Fecomércio assegura funcionamento das empresas no dia 28

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de Abril de 2017

 

A Fecomércio vem a público manifestar o seu apoio aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo do Estado do Ceará, que têm trabalhado incessantemente para sobreviverem à desfavorável conjuntura política e econômica que ainda permanece causando grandes prejuízos de toda ordem às empresas e à sociedade de uma forma geral.

É de conhecimento de todos a realização de uma manifestação programada para dia 28 de abril por parte de algumas centrais sindicais e que tem provocado temor a toda a população, prejudicando àqueles que precisam trabalhar e produzir para a sua sobrevivência e sustento de suas famílias.

Nesse sentido, a Federação do Comércio vem informar que está em plena vigência, desde 12 de maio de 2016, uma liminar em ação civil pública, deferida pela  5ª Vara do Trabalho de Fortaleza, no sentido de proibir as entidades sindicais de ameaçarem empresários, empregados e clientes, proibindo também de ameaçarem ou forçarem o fechamento de estabelecimentos empresariais, sob pena de  R$ 10.000,00 por estabelecimento atingido em caso de descumprimento, sem prejuízo de outras perdas e danos a serem reparados.

Comunicamos que já oficiamos as autoridades competentes, no sentido de que a ordem seja garantida e que não sejam violados diretos fundamentais de trabalhadores, clientes e empresários.Portanto, os empresários que forem prejudicados pelo excesso ou abuso do direito de manifestação, em descumprimento da liminar, deverão nos comunicar para que possamos ingressar com as medidas judiciais cabíveis, para os ressarcimentos necessários.A Fecomércio respeita as manifestações, mas não tolerará qualquer tipo de abuso ou excesso que venha prejudicar as empresas e os cidadãos em seus direitos constitucionais.

 

 

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE)

 

Sindicato das Empresas Organizadoras de Eventos e Afins do Estado do Ceará – SINDIEVENTOS

 

Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Ceará – SEACEC

 

Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicação e Automação do Ceará – SEITAC

 

Sindicato das Empresas Locadoras de Fitas de Vídeo Cassete do Estado do Ceará – SINDIVIDEO

 

Sindicato das Locadoras de Veículos Automotores do Estado do Ceará – SINDLOCE

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Medicamentos, Perfumaria, Higiene Pessoal e Correlatos do Estado do Ceará-SINCAMECE

 

Sindicato do Comércio atacadista de materiais de Construções, Carvão Vegetal e Lenha de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios do Estado do Ceará

 

Sindicato do Comércio de Peças e Serviços para Veículos do Estado do Ceará – SINCOPEÇAS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Maquinismo, Ferragens e Tintas de Fortaleza – SINDITINTAS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado do Ceará – SINCOFARMA

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Carnes Frescas e Congeladas de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Sobral

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuários e Armarinhos de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Iguatu

 

Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Varejista de Cascavel

 

Sindicato do Comércio Varejista de Frutas e Verduras de Fortaleza – SINCOFRUTAS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Caucaia

 

Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Varejista de Livros do Estado do Ceará –  SINDILIVROS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Maranguape

 

Sindicato do Comércio Varejista de Pacajus – SINCOVAP

 

Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza – SINDILOJAS FORTALEZA

 

Sindicato dos Centros de Formação dos Condutores de Veículos do Estado do Ceará – SINDCFC’S

 

Sindicato dos Corretores de Moda de Fortaleza e Região Metropolitana-  SINCOM

 

Sindicato dos Lojistas do Comércio e do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Crato

 

Sindicato dos Lojistas do Comércio de Juazeiro do Norte – SINDILOJAS J. do NORTE

 

Sindicato dos Representantes Comerciais do Estado do Ceará – SIRECOM-CE

 

Sindicato Regional dos Empregadores Lojistas em Iguatu – SINDILOJAS IGUATU

 

Sindicato dos Revendedores de Veículos Automotores do Estado do Ceará – SINDIVEL

 

Sindicato das Empresas de Lavanderias do Estado do Ceará – SINDELACE

 

Sindicato dos Salões de Barbeiros e de Cabeleireiros Institutos de Beleza e Similares de Fortaleza – SINDIBEL

 

Sindicato do Comércio de Hortifrutigranjeiros de Maracanaú

 

Sindicato do Comércio Varejista de Material Ótico Fotográfico e Cinematográfico do Estado do Ceará

 

Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos Maquinas e Ferramentas no Estado do Ceará – SINDILEQ-CE

 

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Confiança do consumidor volta a cair em abril

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

05 de Abril de 2017

O valor médio das compras é estimado em R$ 294,47 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens.

 

 

Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou redução de -3,4% em abril de 2017, com relação ao último mês de março, passando de 98,3 pontos para 94,9 pontos neste mês. Este é o pior resultado desde setembro de 2015, quando o ICC mediu 92,5 pontos, sendo a terceira queda consecutiva no ano.O resultado do ICC de abril foi influenciando pela diminuição de -5,8% do Índice de Situação Futura, que passou de 105,6 pontos, em março, para 99,5 pontos em abril. Já o Índice de Situação Presente teve leve melhoria, de 0,9%, atingindo 88,0 pontos neste mês.

 

Pretensão de compra

O valor médio das compras é estimado em R$ 294,47 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (36,3%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (45,1%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (64,2%). Os produtos mais procurados são: Televisores, citados por 26,1% dos entrevistados; Aparelhos de telefonia celular (17,4%); Artigos de vestuário (14,7%); Geladeiras e refrigeradores (13,7%); e Móveis e artigos de decoração (13,0%).

 

Expectativa dos consumidores

Nos últimos anos, os consumidores têm sentido os efeitos de um ambiente econômico adverso, marcado pelo baixo crescimento, juros elevados e aumento do desemprego. Nesse cenário, o consumidor tem sido cuidadoso nas compras, preservando sua capacidade de pagamento para aquilo que considera essencial ou aproveitando o calendário de promoções e liquidações.

 

Esse sentimento se reflete no Índice de Situação Presente, que se manteve no campo que indica o pessimismo (abaixo de 100 pontos) desde o final do primeiro trimestre do ano passado. Nada obstante, o resultado de abril mostra uma tendência, ainda tênue, de melhora continua, como pode ser visto no percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis, que passou de 31,8% em março para 32,6% neste mês.

 

No perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (36,7%), do grupo com idade entre 18 e 24 anos (40,4%) e com renda familiar superior a cinco salários mínimos (39,6%).A pesquisa também revela que 53,6% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 70,5% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.

O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com o ambiente econômico nacional, com 65,3% dos entrevistados descrevendo-o como ruim ou péssimo. Esse sentimento recebe influências da percepção das restrições na oferta de crédito e, principalmente, do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) da Fecomércio/CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

 

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC. O estudo tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

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I SEMINÁRIO PROFISSIONAL SENAC DE BELEZA APRESENTA NOVIDADES DO MERCADO 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de dezembro de 2016

 

 

Na segunda-feira (05/12), o Sistema Fecomércio – por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Ceará (Senac/CE) – promove a primeira edição do Seminário Profissional Senac de Beleza. O objetivo é apresentar e esclarecer aos novos profissionais as novidades desse segmento, realizando ainda uma mesa de debates que visa fortalecer seus conhecimentos em gestão e negócios. O seminário é destinado a profissionais e alunos de Beleza, tem inscrição gratuita e acontece na Unidade Senac Centro (Av. Tristão Gonçalves, 1245 – Centro), das 9h às 18h.

Como tema principal, o I Seminário Profissional Senac de Beleza discute a Lei “Salão Parceiro-Profissional Parceiro” (Lei nº 13.352/2016), que passa a regulamentar uma prática bem conhecida no Brasil: a atuação de profissionais que trabalham como autônomo dentro dos salões de beleza e que recebem parte do faturamento do serviço prestado. A mesa-redonda deve reunir representantes do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/CE), além dos presidentes do Sindibeleza, Lívia Marques, e do Sindibel, Naugusto Freire.

Na programação, ainda há palestras sobre “Mercado da Beleza – Como ser um caso de sucesso”, com a empresária do Salão Mulher Cheirosa, Eveline Veloso; e “Beleza e as questões trabalhistas”, com o advogado que integra o Departamento Jurídico do Sindibel, Fernando Máximo Neto. Já a “A nova realidade dos salões de Beleza: Formação X Mercado” é tema de mesa-redonda com a participação de Naugusto Freire; o maquiador Alex Pinheiro; o empresário do Symphonie Salão de Beleza, Vianney Campos; e a instrutora do Senac/CE, Nely Mendes.

Tendo em vista as mudanças proposta pela lei nº 13.352, que valoriza o empreendedorismo, se faz necessária a regularização e formalização dos profissionais. Portanto, o seminário promove o Circuito de Oportunidades, onde o participante pode se cadastrar como Microempreendedor Individual (MEI) no espaço do Sebrae/CE. Os cadastros dos profissionais e dos salões estabelecidos podem ser feitos junto aos sindicatos. Além disso, o Senac/CE apresenta sua programação de cursos para quem busca se qualificar na área.

 

“Atualmente, um dos mercados mais promissores é o da Beleza, mantendo crescimento estável desde os anos 90”, destaca a consultora do Senac/CE na área, Eveline Costa. “É também um segmento que exige cada vez mais qualificação, por conta do cenário competitivo, além da atualização constante dos profissionais. Daí a importância de compartilhar conhecimentos e experiências, como estamos propondo com a realização do seminário”, conclui.

 

SERVIÇO

I Seminário Profissional Senac de Beleza

Data: 05/12/16

Horário: Das 9h às 18h

Local: Unidade Senac Centro – Av. Tristão Gonçalves, 1245 – Centro

Grátis

  

PROGRAMAÇÃO

 

9h Mercado da Beleza – Como ser um caso de sucesso?

Palestrante:  Eveline Veloso – Empresária do salão Mulher Cheirosa

 

10h30 Salão Parceiro e vc?  Nova realidade da Lei 13352

Palestrante: Representante Sebrae; Livia Marques – Presidente do Sindibeleza; e Naugusto Freire – Cabeleireiro – Presidente do Sindibel e empresário do Naugusto e Sávia Saloon.

 

14h30 – Beleza e as questões trabalhistas

Palestrante: Dr. Neto, advogado do Sindibel, especialista em salões de beleza e causas trabalhistas

 

16h – Mesa redonda: a nova realidade dos salões de beleza: Formação X mercado

Participantes:  Naugusto Freire – presidente do sindicato, Alex Pinheiro – Maquiador, Vianney Campos – Symphonie Salão de Beleza, Nely Mendes – Instrutora do Senac

 

18h – Encerramento

 

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Ânimo do consumidor melhora gradualmente

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de novembro de 2016

O valor médio das compras é estimado em R$301,17 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens.

  Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou queda de -1,2% em novembro, com relação ao último mês de outubro, passando de 100,0 pontos para 98,9 pontos neste mês. Mesmo com a redução, o indicador ainda é melhor do que o observado no mesmo mês do ano passado (95,7 pontos), sugerindo uma melhoria gradual no ânimo do consumidor.

 O resultado do ICC de setembro decorreu da melhora do Índice e Situação Futura, que se elevou 1,0%, alcançando 109,2 pontos; já o Índice de Situação Presente teve leve queda de 0,1%, passando de 84,1 pontos em agosto para 84,0 pontos neste mês.

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve redução de 1,8 pontos percentuais, passando de 40,4%, em outubro, para 38,6% neste mês. Essa taxa também é inferior à observada no mesmo mês do ano passado (39,5%).

 

O valor médio das compras é estimado em R$ 301,17 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (42,0%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (54,5%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (43,0%).Os produtos mais procurados são: Artigos de vestuário, citados por 27,4% dos entrevistados; Televisores (19,1%); Aparelhos de telefonia celular (15,3%); Calçados (14,6%); Móveis e artigos de decoração (13,1%); Geladeiras e refrigeradores (9,5%); e Máquina de lavar roupa (7,3%).

 

Expectativa dos consumidores

Nos últimos meses, os consumidores têm sentido os efeitos de um ambiente econômico adverso, marcado pelo baixo crescimento, inflação em alta e tendência de aumento do desemprego. Nesse cenário, o consumidor tem sido cuidadoso nas compras, preservando sua capacidade de pagamento para aquilo que considera essencial ou aproveitando o calendário de promoções e liquidações.

Esse sentimento se reflete no Índice de Situação Presente, que tem se mantido no campo que indica pessimismo (índice abaixo de 100 pontos) desde março deste ano. De qualquer modo, as flutuações conjunturais como a deste mês (crescimento de 2,2% no ISP) sugerem uma tendência ainda tímida de melhora, com a intenção de compras se mantendo estável em torno da média anual de 39 pontos percentuais.

O percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis subiu de 27,9%, em outubro, para 32,4% neste mês. No perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (34,4%), do grupo com idade entre de 18 e 24 anos (36,2%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (43,8%).

A pesquisa também revela que 49,4% dos consumidores de Fortaleza consideram que sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 74,8% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 59,1% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da percepção da inflação, da piora nas condições do crédito e do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

Saiba mais

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio/CE. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

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Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou crescimento

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

06 de setembro de 2016

O valor médio das compras é estimado em R$ 288,83 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens.

 

Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza apresentou crescimento de 0,6% em setembro, com relação ao último mês de agosto, passando de 98,5 pontos para 99,1 pontos neste mês. Apesar do indicador permanecer no campo que indica pessimismo por parte do consumidor, o resultado ainda é bem melhor do que o observado no mesmo mês do ano passado (índice de 92,5 pontos), puxando a demanda por bens de consumo semiduráveis. Assim, setembro inicia com promessas de ser melhor do que o ano passado.O resultado do ICC de setembro decorreu da melhora do Índice e Situação Futura, que se elevou 1,0%, atingindo 109,2 pontos; já o Índice de Situação Presente teve leve queda de 0,1%, passando de 84,1 pontos em agosto para 84,0 pontos neste mês.

Pretensão de compra

A taxa de pretensão de compras teve redução de 1,9 pontos percentuais, passando de 39,5%, em agosto, para 37,6% neste mês. Apesar disso, a taxa ainda é melhor do que a verificada no mesmo mês do ano passado, de 36,4%, sugerindo que o início do período denominado “b-r-o-bró” deste ano começa melhor do que em 2015.

O valor médio das compras é estimado em R$ 288,83 e a intenção de compra mostra-se superior para os homens (39,6%), mais vigorosa para os consumidores do grupo com idade entre 18 e 24 anos (49,4%) e com renda familiar superior a dez salários mínimos (56,6%). Os produtos mais procurados são dominados pelos bens de consumo duráveis: Artigos de vestuário, citados por 24,3% dos entrevistados; Televisores (19,9%); Aparelhos de telefonia celular (16,9%); Geladeiras e refrigeradores (14,6%); Móveis e artigos de decoração (14,1%); Calçados (13,9%); e Fogão (9,2%).

 

Expectativa dos consumidores

Nos últimos meses os consumidores têm sentido os efeitos de um ambiente econômico adverso, marcado pelo baixo crescimento, inflação em alta e tendência de aumento do desemprego. Nesse cenário, o consumidor tem sido cuidadoso nas compras, preservando sua capacidade de pagamento para aquilo que considera mais essencial ou aproveitando o calendário de promoções e liquidações.

A expectativa dos consumidores, medida pelo percentual de consumidores que consideram o momento atual ótimo ou bom para a compra de bens duráveis também teve melhora em setembro, passando de 29,4%, em agosto, para 30,1% neste mês. No perfil daqueles com maior otimismo se destacam os consumidores do gênero masculino (32,1%), do grupo com idade entre de 18 e 24 anos (34,3%) e com renda familiar entre cinco e dez salários mínimos (48,5%).

 

O estudo revela ainda, que 49,0% dos consumidores de Fortaleza consideram sua situação financeira atual está melhor ou muito melhor do que há um ano. Já as expectativas com o futuro se mostram mais otimistas, com 73,1% dos entrevistados acreditando que sua situação financeira futura será melhor ou muito melhor do que a atual.O consumidor de Fortaleza tem mostrado preocupações com a situação econômica nacional, com 55,5% dos entrevistados descrevendo-a como ruim ou péssima. Esse sentimento recebe influências da percepção da inflação, da piora nas condições do crédito e do sentimento de relativa piora no mercado de trabalho.

Saiba mais

A Pesquisa de Confiança e Intenção de Compra do Consumidor de Fortaleza (ICC) é realizada mensalmente pelo IPDC- Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio, ligado à Fecomércio/CE. Tem como principal objetivo verificar a expectativa real dos consumidores, em relação à situação econômica e em relação às futuras intenções de compras. A pesquisa avalia, também, o potencial de consumo a cada mês, a confiança do consumidor em relação à capacidade de compra e a situação do país. Além de verificar os produtos que o consumidor deseja adquirir, a propensão para gastar, a situação financeira atual e futura do consumidor, entre outros.

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14° Índice de Expectativa com  Economistas Revela Otimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de agosto de 2016

 A Fecomércio-Ce em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce) divulgam a décima quarta edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período julho-agosto as expectativas de 130 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores como: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.
A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Das nove variáveis investigadas, os analistas revelaram otimismo em apenas quatro: taxa de inflação (143,0 pontos), taxa de câmbio (120,9 pontos), cenário internacional (120,9 pontos) e taxa de juros (114,8 pontos).
Alinhada com outras pesquisas de expectativas, como a Focus, por exemplo, o IEE mostra pessimismo no que respeita à evolução da atividade econômica interna que alcançou 85,7 pontos.
Além da evolução do PIB, os analistas revelaram pessimismo com quatro variáveis: gastos públicos (95,7 pontos), que na pesquisa anterior foi avaliada com otimismo, oferta de crédito (85,7 pontos), nível de emprego (83,0 pontos) e salários reais (40,0 pontos), que atingiu a menor pontuação.
Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou 98,8 pontos, um aumento de 2,1% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra redução de 7,4% no otimismo dos analistas. Ademais, cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou redução de 6,9%, alcançando 81,0 pontos contra 75,8 pontos da pesquisa anterior.
Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.
A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima quarta edição que ocorreu um aumento, embora pequeno, no ceticismo dos analistas cearenses consultados, conforme indica o índice de percepção geral. O otimismo, capturado pelo índice de percepção futura (116,7 pontos), todavia, ainda é pequeno.
Os resultados mostram que as incertezas quanto ao cenário econômico não foram dissipadas.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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14° Índice de Expectativa com  Economistas Revela Otimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

23 de agosto de 2016

 A Fecomércio-Ce em parceria com o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce) divulgam a décima quarta edição da pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE). A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período julho-agosto as expectativas de 130 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores como: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.
A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Das nove variáveis investigadas, os analistas revelaram otimismo em apenas quatro: taxa de inflação (143,0 pontos), taxa de câmbio (120,9 pontos), cenário internacional (120,9 pontos) e taxa de juros (114,8 pontos).
Alinhada com outras pesquisas de expectativas, como a Focus, por exemplo, o IEE mostra pessimismo no que respeita à evolução da atividade econômica interna que alcançou 85,7 pontos.
Além da evolução do PIB, os analistas revelaram pessimismo com quatro variáveis: gastos públicos (95,7 pontos), que na pesquisa anterior foi avaliada com otimismo, oferta de crédito (85,7 pontos), nível de emprego (83,0 pontos) e salários reais (40,0 pontos), que atingiu a menor pontuação.
Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral registrou 98,8 pontos, um aumento de 2,1% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra redução de 7,4% no otimismo dos analistas. Ademais, cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou redução de 6,9%, alcançando 81,0 pontos contra 75,8 pontos da pesquisa anterior.
Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.
A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua décima quarta edição que ocorreu um aumento, embora pequeno, no ceticismo dos analistas cearenses consultados, conforme indica o índice de percepção geral. O otimismo, capturado pelo índice de percepção futura (116,7 pontos), todavia, ainda é pequeno.
Os resultados mostram que as incertezas quanto ao cenário econômico não foram dissipadas.
* postado por Oswaldo Scaliotti