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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Fecomércio-CE

Relatório apresenta impacto do Turismo de Eventos na economia do Estado e abre espaço para estratégias do setor

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de Abril de 2019

Pesquisa elaborada pela Fecomércio-CE, Unifor e Visite Ceará será apresentada na terça-feira, 09 de abril, na sede da Fecomércio-CE

Não há dúvidas sobre a importância do mercado de eventos no Brasil. O setor tem crescido consideravelmente e é fonte para o desenvolvimento de negócios, empregos e renda. De acordo com dados da Secretaria de Turismo do Ceará (Setur-CE), as atividades turísticas no Estado registraram de 2006 a 2017 um aumento de mais de 60%. Para mostrar o desenvolvimento do Ceará neste cenário, três instituições reconhecidas pelo trabalho e ações em prol do turismo, a Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio – CE), a Universidade de Fortaleza (Unifor) e o Visite Ceará/FC&VB – responsável em atrair eventos e avanços para o turismo, apresentam o resultado da Pesquisa de Impacto Econômico do Turismo de Eventos Realizados em Fortaleza 2018.

O resultado será apresentado em um evento para convidados na próxima terça-feira (9), às 08h30min, na sede da Fecomércio-CE. A pesquisa tem como objetivo apresentar o impacto do turismo de eventos no Ceará. “Este estudo analisou o impacto econômico dos eventos realizados em Fortaleza através do gasto per capita, os serviços turísticos e a infraestrutura”, explica a presidente do Visite Ceará/FC&VB, Ivana Bezerra Rangel.

Parceira da pesquisa e uma referência educacional do País, a Unifor comemora a pesquisa e frisa que é uma oportunidade para preparar melhor os alunos e futuros profissionais do mercado. “A pesquisa é de extrema importância para o setor e para a academia, pois além de nos mostrar o impacto na economia local, os alunos do curso de eventos da Unifor puderam participar do processo da pesquisa e conhecer a relevância econômica do setor de eventos”, afirma Milena Auip, coordenadora da Graduação Tecnológica em Eventos da Unifor.

O presidente do Fecomércio-CE, Maurício Filizola ressaltou que as pesquisas são peças fundamentais para entender melhor o fluxo dentro do segmento de turismo. Para a realização da Pesquisa de Dimensionamento Econômico do Turismo de Eventos em 2018 foi necessária a parceria entre os órgãos. “A Fecomércio, por meio do IPDC em parceria com Unifor e o Visite Ceará, realizaram uma pesquisa de extrema importância para o segmento do turismo, mapeando a qualificação e o destino dos gastos dos turistas no nosso Estado. Com certeza, a partir desses dados, muitas decisões estratégicas poderão ser tomadas pelas empresas e instituições para fortalecer, cada vez mais, esse grande segmento que é o turismo de eventos, com a relevância que tem hoje no Brasil e no nosso Ceará”.

Recortes da pesquisa

A aplicação da pesquisa foi realizada no período de abril a novembro de 2018 com uma amostra total de 3.308 entrevistados em 26 eventos com total de 23.712 participantes. Ao todo, serão apresentados e discutidos 12 itens como a Origem dos Turistas, a Escolaridade, Renda Familiar, Característica do Grupo, Organização da Viagem, Permanência no Ceará, Meios de Hospedagem, entre outros.

O professor Chico Alberto, Coordenador do Bacharelado em Economia da Unifor, reforça que os eventos estão influindo diretamente no Ceará. “A pesquisa é de relevância pra economia do estado do Ceará à medida que contribui com o setor de eventos com a informação inédita sobre o impacto da atividade de eventos de negócios no Produto Interno Bruto do Estado”, completa Chico Alberto.

A diretora do Centro de Ciências da Comunicação e Gestão da Unifor, Danielle Coimbra, celebra a iniciativa. “Trabalhos desta natureza, desenvolvidos em parceria com atores e segmentos importantes da sociedade em diferentes esferas, materializam o nosso papel enquanto universidade, agregando valor ao processo de formação dos nossos estudantes e contribuindo com a geração de novos conhecimentos e insights para fomentar o desenvolvimento do nosso Estado”, complementa.

Ivana Bezerra Rangel celebra os resultados de 2018 e afirma que o trabalho que vem sendo desenvolvido no Ceará é fundamental para o crescimento do Estado. “Acredito que esses resultados refletem no trabalho que vem sendo feito. Estamos confiantes no potencial do Ceará para atrair eventos cada vez mais significativos e com efeito multiplicador na cadeia produtiva gerando emprego e renda”, finaliza a presidente do Visite Ceará.

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Aumenta otimismo de economistas sobre quadro econômico nacional

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

18 de dezembro de 2018

Índice geral atingiu 111,1 pontos, uma melhora de 21,1% na percepção da economia

De acordo com a pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE), realizada em parceria da Fecomércio-Ce com o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), ocorreu um aumento no número de variáveis econômicas analisadas com otimismo, de três para seis. O aumento do otimismo dos analistas consultados em relação ao quadro econômico nacional ocorreu no índice de percepção futura (120,2 pontos).

Dois índices saíram da zona de pessimismo para a do otimismo: de percepção geral (111,1 pontos) e de percepção presente (102,1 pontos). Os resultados da pesquisa espelham uma melhora na percepção sobre a dinâmica macroeconômica nacional. O otimismo alcançado, todavia, ainda é pequeno.

Os analistas mostraram pessimismo em apenas três variáveis: taxa de juros (99,3 pontos), taxa de inflação (97,2 pontos) e salários reais (91,4 pontos), que apresentou a menor pontuação entre as nove variáveis.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral atingiu 111,1 pontos, uma melhora na percepção de 21,1% em relação à pesquisa anterior.

Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa apresenta um aumento no otimismo de 12,9%. Ademais, cabe destacar que a percepção positiva sobre o desempenho presente das variáveis avançou 32,5% ante a pesquisa anterior.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período novembro-dezembro as expectativas de 90 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

                            A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Diferentemente da pesquisa anterior em que os analistas revelaram otimismo em apenas três das nove variáveis investigadas, na presente pesquisa as variáveis percebidas com otimismo saltaram para seis: evolução do PIB (148,6 pontos), nível de emprego (123,6 pontos), oferta de crédito (120,0 pontos), cenário internacional (107,9 pontos), taxa de câmbio (107,1 pontos) e gastos públicos (105,0 pontos).

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Economistas apontam aumento do pessimismo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de agosto de 2018

Analistas revelaram otimismo em apenas duas das nove variáveis investigadas: evolução do PIB e oferta de crédito

         A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE) revela, na sua vigésima sexta edição, uma piora na percepção dos analistas sobre o comportamento das variáveis econômicas capturadas pelos três índices: de percepção geral (76,7 pontos), de percepção presente (68,3 pontos) e de percepção futura (85,1 pontos). O levantamento é realizado pela Fecomércio-CE e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce).

         De acordo com a pesquisa, a dinâmica econômica e política do país, assim como, as incertezas no cenário internacional impactaram negativamente as expectativas dos agentes econômicos consultados, contribuindo para o aumento do pessimismo. Os analistas revelaram otimismo em apenas duas das nove variáveis investigadas: evolução do PIB (105,8 pontos) e oferta de crédito (105,3 pontos).

         Em relação à pesquisa anterior, os analistas mostraram pessimismo em sete variáveis: cenário internacional (96,2 pontos), nível de emprego (88,5 pontos), taxa de juros (78,4 pontos), taxa de inflação (65,9 pontos), gastos públicos (57,2 pontos), salários reais (55,3 pontos) e taxa de câmbio (38,0 pontos), que assim como na pesquisa anterior apresentou a menor pontuação entre as nove variáveis.

         Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral atingiu 76,7 pontos, um aumento significativo de 21,0% no pessimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa apresenta também elevado aumento, de 18,7%, no ceticismo dos analistas. Cabe destacar que a percepção pessimista sobre o desempenho presente das variáveis registrou elevação expressiva de 26,7% ante a pesquisa anterior.

         Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

         A pesquisa, de periodicidade bimestral, colheu no período julho-agosto as expectativas de 131 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

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Endividamento atinge o melhor nível dos últimos doze meses

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

25 de junho de 2018

Inadimplência predomina entre consumidores do gênero feminino

A Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada em junho de 2018, revela que 62,0% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O índice veio -9,5 pontos percentuais abaixo do indicador do último mês de maio (71,5%), sendo o melhor resultado desde fevereiro de 2017, quando o índice foi de 61,4%.

A proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso subiu +1,2 pontos percentuais, passando de 28,1% dos consumidores em maio, para 29,3% neste mês. Este foi o terceiro aumento consecutivo, desde março deste ano.

Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (32,6% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (38,4%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (30,4%).

O tempo médio de atraso é de 70 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o adiamento para cumprimento de outras obrigações, citado por 40,5% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda mensal e os gastos correntes – mencionado por 33,1% dos entrevistados, seguido da contestação das dívidas, (22,3%).

 

Comprometimento da renda

 

Em Fortaleza 62,0% dos consumidores possuem algum tipo de dívida.O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.516, com prazo médio de sete meses, comprometendo 34,6% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Inadimplência potencial

 

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, aumentou +2,0 pontos percentuais, passando de 10,6%, em maio, para 12,6% neste mês – índice mais elevado desde agosto de 2016, quando a inadimplência potencial alcançou a taxa de 13,4%.

O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do gênero feminino (inadimplência potencial de 15,7%), com idade acima dos 35 anos (15,4%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (13,0%).

 

 

Orçamento familiar

Dos entrevistados, 15,2% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 9,4% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

  • A falta de orçamento e controle dos gastos, com 56,2%;
  • O aumento dos gastos considerados essenciais, com 23,3%;
  • As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 21,6%;
  • Desemprego, com 17,5%;
  • Redução dos rendimentos, com 15,3%;
  • Gastos imprevistos, com 12,8%.

 

 

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A pesquisa de Endividamento é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

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Dia dos Namorados movimentará R$148 Milhões

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de junho de 2018

A data comemorativa é a quarta mais importante para o comércio local

Os Fortalezenses estão dispostos a comemorar o Dia dos Namorados. É o que revela a pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense para o Dia dos Namorados, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE. A data comemorativa, a quarta mais importante para o comércio local, vai movimentar R$ 148 milhões no comércio local com a compra de presentes, valor 2,0% acima do estimado para a mesma época no ano passado.

As prioridades para presentes neste ano são artigos de vestuário, itens de perfumaria, relógios e joias e calçados. Além das compras no comércio, a data promete animar o setor de serviços, já que 41,5% dos consumidores também pretendem comemorar a data.

Itens mais procurados

A preferência dos consumidores mostra-se concentrada em seis produtos principais que, juntos, respondem por 86,1% da intenção de compra, com preponderância dos bens de uso pessoal:

a) Os artigos de vestuário: citados por 28,7% dos entrevistados, é a franca preferência das consumidoras (38,9%), do grupo com idade até 20 anos (31,1%) e com renda familiar entre três e seis salários mínimos (31,7%);

b) Os itens de perfumaria: com 17,0% de intenção de compra, tem entre os compradores em potencial os consumidores do sexo masculino (17,1%), do grupo com idade acima dos 36 anos (21,1%) e renda familiar entre três e seis salários mínimos (20,6%);

c) Os relógios e joias: com 14,3% da intenção de compra, terá demanda mais intensa dos consumidores do sexo feminino (15,3%), do estrato com idade até 20 anos (15,2%) e renda familiar acima de seis salários mínimos (17,6%);

d) Calçados e bolsas: com 11,4% de intenção de compra, tem predomínio da demanda pelos consumidores do sexo masculino (16,1%), com idade entre 21 e 35 anos (14,1%) e do grupo com renda familiar acima se seis salários mínimos (16,8%);

e) Bombons, chocolates e trufas: com 8,1% de intenção de compra, são preferidos pelos consumidores do sexo masculino (11,3%), com entre 21 e 35 anos (14,0%) e com renda familiar acima de seis salários mínimos (13,1%);

f) Os aparelhos de telefonia celular: com 6,6% de intenção de compra, são preferidos pelos consumidores do sexo masculino (8,3%), com idade de até 20 anos (7,4%) e renda familiar de até três salários mínimos (7,3%).

Os consumidores pretendem pagar suas compras preferencialmente à vista (56,9% das respostas) e com o cartão de crédito (42,4%). O consumidor está consciente do seu poder de barganha e estará em busca de promoções (44,8% de citação) e fará pesquisa de preços (37,5%), mas a beleza das vitrines e a qualidade do atendimento podem fazer diferença na decisão de compra (ambos com 20,1% de citação).

A pesquisa também revela que 41,5% dos consumidores pretendem comemorar o evento, sendo que 43,2% comemorarão em restaurantes e 28,0% ficarão em casa ou na casa de parentes.

Compras se concentrarão nos finais de semana

Com cada vez menos tempo disponível, o consumidor irá privilegiar a comodidade em suas compras, preferindo o sábado (30,3%) e a sexta-feira (8,4%) como os dias mais prováveis para realizar a compra dos presentes.

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Fecomércio-CE debate as perspectivas dos cruzeiros no Brasil e no mundo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de Maio de 2018

A temporada de cruzeiros no Brasil gerou, entre 2016 e 2017, um aporte de R$ 1,6 bilhão na economia do Brasil. O valor é significativo, mas comparado à movimentação de cruzeiros em outras regiões do mundo, os números do Brasil ainda são muito reduzidos, sugerindo uma oportuna margem de crescimento para o setor. É o que vai ser debatido no Ciclo de Palestras, realizado pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Fecomércio-CE, que acontecerá no dia 15 de maio.

Com o tema “Cruzeiros Marítimos: Perspectivas no Brasil e no Mundo”, o evento promete colocar em debate a atual conjuntura dos cruzeiros no Brasil e como esse setor pode evoluir, tendo como comparação a realidade em outros países.  Para debater o tema, o Cetur convidou o presidente da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos, Marco Ferraz. Com mais de 30 anos de experiência no setor turístico, Marco Ferraz é, desde dezembro de 2014, presidente da CLIA BRASIL – Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos.

Segundo a presidente do Cetur, Circe Jane Teles, os cruzeiros no Brasil apresentam um crescimento ainda tímido que precisa ser revertido. O objetivo, pontua, é incrementar o setor, que é uma importante vertente do Turismo no País. Para isso, explica Circe Jane, é necessário adequar bem o litoral brasileiro e portos das cidades, para que estejam bem preparados para receber transatlânticos do porte dos cruzeiros.

No caso de Fortaleza, a presidente do Cetur afirma que a Capital cearense ainda está se preparando para receber com excelência esses transportes marítimos. Além de infraestrutura portuária, destaca, é necessário também um bom apoio receptivo no terminal de passageiro, com mão de obra qualificada desde os guias de turismo, taxistas e informantes turísticos. “Ou seja, uma logística bem  feita e otimizada para esse calendário (dos cruzeiros) que costuma ser de outubro a março”, defende.

Sobre o Ciclo de Palestras, Circe Jane afirma que o Cetur procura sempre trazer para o debate personalidades que estejam à frente de setores estratégicos do Turismo, e que sejam inovadores para o mercado local. “Com isso, buscamos desenvolver o segmento, assim também como os empresários do ramo, para que a gente enxergue novos nichos e nos prepare para ofertar um turismo de qualidade”, finaliza.

O evento é voltado, principalmente, para instituições ligadas ao Turismo, eventos e hotelaria, além de alunos desses segmentos. O Ciclo de Palestras acontece a partir das 9h no Auditório João Félix de Magela Filho, na Sede do sistema Fecomércio-CE, Rua Pereira Filgueiras, 1070. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do site da Fecomércio: www.fecomercio-ce.org.br.

Serviço

Ciclo de Palestras – Cruzeiros Marítimos: Perspectivas no Brasil e no Mundo

 

Data: 15/05

Hora: 9h

Local: Sede do sistema Fecomércio-CE, Rua Pereira Filgueiras, 1070 

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Endividamento cai -0,6 pontos percentuais em janeiro

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

18 de Janeiro de 2018

O índice também é inferior ao mesmo período do ano passado

  

A Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada em janeiro de 2018, pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), revela uma queda de-0,6 pontos percentuais no número de consumidores da capital cearense que possuem algum tipo de dívida, ao passar de 65,1%, em dezembro, para 64,5%, neste mês. O índice também é inferior ao registrado em janeiro do ano passado (64,7%).

De acordo com o levantamento, a proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso caiu -3,5 pontos percentuais, passando de 22,8% dos consumidores em dezembro, para 19,3% neste mês. Além disso, os problemas financeiros afetam mais as mulheres (20,3% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade acima dos 35 anos (21,0%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (19,5%).

O tempo médio de atraso é de 66 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 63,7% dos consumidores.O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 31,0%, seguido da contestação da dívida (7,3%).

Comprometimento da renda

          O consumidor utilizou o crédito para:

  • Consumo de itens de alimentação (58,6% das respostas);
  • Compra de artigos de vestuário (42,3%);
  • Aquisição de eletroeletrônicos (37,6%); e
  • Realização de despesas de educação e saúde (32,4%).

Inadimplência potencial

Em relação a taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos, aumentou +0,4 pontos percentuais, passando de 7,4%, em dezembro, para 7,8% neste mês, mas ficou abaixo da taxa observada em janeiro do ano passado (9,3%).

O perfil do consumidor inadimplente mostra preponderância do grupo de consumidores do sexo feminino (inadimplência potencial de 8,9%), com idade acima de 35 anos (9,4%) e renda familiar inferior a cinco salários mínimos (8,2%).

 

Orçamento familiar

 

 A pesquisa aponta que 74,4% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. Dos entrevistados, 11,0% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 14,6% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A pesquisa de Endividamento é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

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Luiz Gastão Bittencourt assume Sesc e Senac do RJ

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

18 de dezembro de 2017

 
Luiz Gastão Bittencourt se licencia a partir desta segunda-feira, dia 18, da presidência da Fecomércio-CE, para assumir interinamente a presidência dos conselhos do Sesc e do Senac do Rio de Janeiro. O convite foi feito pelo presidente da Confederação Nacional do Comércio-CNC, Antônio Oliveira Santos, após o STJ afastar Orlando Diniz do comando das instituições.
As gestoras do Sesc e do Senac-CE, Regina Pinho e Ana Claudia Martins também assumem as diretorias regionais das instituições, no Rio de Janeiro. No Ceará, assume a presidência do Sistema Fecomércio, Maurício Filizola. Patricia Rinaldi e Rodrigo Leite assumem as diretorias regionais do Sesc e do Senac, respectivamente.
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Economistas fecham o ano otimistas

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de dezembro de 2017

A pesquisa Índice de Expectativas dos Especialistas em Economia (IEE), realizada pela Fecomércio-Ce e o Conselho Regional de Economia (Corecon-Ce), revela, em sua vigésima segunda edição, otimismo em seis das nove variáveis investigadas: evolução do PIB (156,3 pontos), cenário internacional (143,8 pontos), nível de emprego (132,1 pontos), taxa de juros (125,4 pontos), oferta de crédito (123,3 pontos) e taxa de inflação (103,3 pontos).

A pesquisa pontua de zero a 200 pontos as variáveis analisadas. Abaixo de 100 pontos configura-se uma situação de pessimismo e acima desse valor, otimismo. Em relação à pesquisa anterior, os analistas revelaram pessimismo com um número maior de variáveis: taxa de câmbio (76,3 pontos), gastos públicos (68,8 pontos) e salários reais (66,5 pontos), que mais uma vez apresentou a menor pontuação.

Conforme a metodologia, cada uma das variáveis analisadas gera três índices: de percepção presente, futura e de expectativa geral. Considerando a soma das variáveis, o índice geral alcançou 110,6 pontos, representando uma redução de 8,0% no otimismo em relação à pesquisa anterior. Sobre o comportamento futuro das variáveis, a pesquisa mostra uma redução de 7,8% no otimismo dos analistas. Cabe destacar que a percepção sobre o desempenho presente das variáveis também registrou queda no otimismo de 118,2 pontos para 108,5 pontos, mostrando uma variação negativa de 8,2% ante a pesquisa anterior.

Vale salientar que as expectativas movem os agentes econômicos impactando, positivamente ou negativamente, o comportamento das diversas variáveis econômicas como consumo, investimento, poupança, taxa de juros, dentre outras. Ao mesmo tempo, a performance, positiva ou negativa das variáveis, índices e indicadores econômicos, interfere na percepção dos diversos agentes econômicos. Assim, as expectativas são a um só tempo causa e consequência do comportamento econômico.

O estudo mostra, ainda, que ocorreu uma piora na percepção dos analistas sobre o comportamento das variáveis econômicas capturadas pelos três índices: de percepção geral (110,6 pontos), presente (108,5 pontos) e futura (112,8 pontos). A dinâmica política do país, as incertezas quanto à aprovação das reformas econômicas e o crescente desequilíbrio fiscal impactaram negativamente as expectativas dos agentes econômicos consultados, contribuindo para reduzir o otimismo.

De periodicidade bimestral, a pesquisa colheu no período novembro-dezembro as expectativas de 130 especialistas em economia. A amostra reúne profissionais dos mais diversos setores da economia cearense: indústria, agricultura, setor público, mercado financeiro, comércio e serviços. Economistas, empresários, consultores, executivos de finanças, professores universitários, pesquisadores, analistas e dirigentes de entidades diversas contribuíram com suas percepções.

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Fecomércio debate ecoturismo no Ciclo de Palestras do Cetur

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de novembro de 2017

A Fecomércio-CE, através do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), realiza no próximo dia 8 de novembro, um novo Ciclo de Palestras. Dessa vez, o evento vai abrir o debate sobre a importância e o crescimento do ecoturismo no País e no Ceará. Com o tema “Bonito – Destino Referência em Ecoturismo”, o Cetur traz a Fortaleza a Secretária de Cultura e Turismo de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Nilde Brun. O evento acontece a partir das 9h, no auditório da Fecomércio.

 

O Ceará tem um rico potencial quando o assunto é ecoturismo. Um exemplo disso é a cidade Jijoca de Jericoacoara. No ano passado, ela foi eleita, pelo TripAdvisor, site de planejamento e reservas de viagens, a vencedora da América do Sul do prêmio Travelers’ Choice Destinos em alta, e garantiu a 3ª posição entre os melhores do mundo. O prêmio global ficou para San José del Cabo, no México.

 

O vilarejo do município de Jijoca, em Jericoacoara, tem como um dos atrativos a contemplação de monumentos naturais como a Pedra Furada, seu principal cartão-postal.

Mas Jijoca não é o único município cearense que oferece esse tipo de turismo. Além dos atrativos das áreas litorâneas, o Estado também possui regiões serranas com variadas opções para a exploração do ecoturismo. O que reforça a importância do assunto levantado pelo Ciclo de Palestras para o segmento.

 

O Maciço de Baturité, por exemplo, é formado por 13 municípios de fácil acesso e com possibilidade de várias atrações como rapel, trilha e voo livre. A Serra da Ibiapaba é outro grande tesouro do Estado para o ecoturismo. Formada por oito municípios, a região abriga atrações como o Parque Nacional de Ubajara que possui trilha, riachos e cachoeiras, além da Gruta de Ubajara.

 

Com a escolha desse tema, o Cetur garante a possibilidade de debater quais ações o segmento do turismo pode fazer para alavancar o ecoturismo no Ceará, levando em conta o potencial do Estado para esse setor.

 

Nilde Brun é formada em Ciências Econômicas, pela Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso, e pós-graduada em Administração em Turismo e Hotelaria.  Atuou como superintendente de Turismo na Secretaria de Estado da Produção e Desenvolvimento Sustentável e também foi a primeira diretora-presidente da Fundação de Turismo do Estado. Também foi presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo, presidiu o Conselho Geopark Pantanal-Serra da Bodoquena e foi Superintende da Fecomércio-MS e do Instituto de Pesquisa da Federação.

 

Serviço:

Ciclo de Palestras

Dia: 08 de novembro

Horário: a partir das 9h

Local: Fecomércio-CE – Rua Pereira Filgueiras, Nº 1070

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Fecomércio debate ecoturismo no Ciclo de Palestras do Cetur

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de novembro de 2017

A Fecomércio-CE, através do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), realiza no próximo dia 8 de novembro, um novo Ciclo de Palestras. Dessa vez, o evento vai abrir o debate sobre a importância e o crescimento do ecoturismo no País e no Ceará. Com o tema “Bonito – Destino Referência em Ecoturismo”, o Cetur traz a Fortaleza a Secretária de Cultura e Turismo de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Nilde Brun. O evento acontece a partir das 9h, no auditório da Fecomércio.

 

O Ceará tem um rico potencial quando o assunto é ecoturismo. Um exemplo disso é a cidade Jijoca de Jericoacoara. No ano passado, ela foi eleita, pelo TripAdvisor, site de planejamento e reservas de viagens, a vencedora da América do Sul do prêmio Travelers’ Choice Destinos em alta, e garantiu a 3ª posição entre os melhores do mundo. O prêmio global ficou para San José del Cabo, no México.

 

O vilarejo do município de Jijoca, em Jericoacoara, tem como um dos atrativos a contemplação de monumentos naturais como a Pedra Furada, seu principal cartão-postal.

Mas Jijoca não é o único município cearense que oferece esse tipo de turismo. Além dos atrativos das áreas litorâneas, o Estado também possui regiões serranas com variadas opções para a exploração do ecoturismo. O que reforça a importância do assunto levantado pelo Ciclo de Palestras para o segmento.

 

O Maciço de Baturité, por exemplo, é formado por 13 municípios de fácil acesso e com possibilidade de várias atrações como rapel, trilha e voo livre. A Serra da Ibiapaba é outro grande tesouro do Estado para o ecoturismo. Formada por oito municípios, a região abriga atrações como o Parque Nacional de Ubajara que possui trilha, riachos e cachoeiras, além da Gruta de Ubajara.

 

Com a escolha desse tema, o Cetur garante a possibilidade de debater quais ações o segmento do turismo pode fazer para alavancar o ecoturismo no Ceará, levando em conta o potencial do Estado para esse setor.

 

Nilde Brun é formada em Ciências Econômicas, pela Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso, e pós-graduada em Administração em Turismo e Hotelaria.  Atuou como superintendente de Turismo na Secretaria de Estado da Produção e Desenvolvimento Sustentável e também foi a primeira diretora-presidente da Fundação de Turismo do Estado. Também foi presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo, presidiu o Conselho Geopark Pantanal-Serra da Bodoquena e foi Superintende da Fecomércio-MS e do Instituto de Pesquisa da Federação.

 

Serviço:

Ciclo de Palestras

Dia: 08 de novembro

Horário: a partir das 9h

Local: Fecomércio-CE – Rua Pereira Filgueiras, Nº 1070

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti