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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Estados Unidos

72% dos empresários estrangeiros buscam oportunidades de negócios ao migrarem para os Estados Unidos

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de junho de 2018

Crescimento econômico com bem-estar, este é o principal raciocínio do empresário que decide migrar para os Estados Unidos. De acordo com levantamento da consultoria americana Visa Franchise, 72% dos entrevistados mudam de país por conta de oportunidades de negócios; 58% buscam qualidade de vida, 46% se preocupam com a educação dos filhos e 34% pensam em segurança.

O estudo, estruturado em questões de múltipla escolha, foi realizado com 210 investidores de diversos países, mas que estão consolidados nos Estados Unidos ou em etapas finais de migração. A conveniência entre ascensão profissional e preocupação familiar se mostra nos perfis que mais desejam a mudança de país: 77% são casados e 73% possuem filhos.

“O investidor internacional nos Estados Unidos é o empresário que busca qualidade de vida para si e sua família, principalmente no que diz respeito à educação e segurança. No caso de brasileiros, são normalmente das classes sociais A e B, com idades entre 30 e 60 anos”, explica Jack Findaro, diretor financeiro da Visa Franchise.

Quanto ao aprendizado do idioma americano, 45% são fluentes em inglês, 17% têm conhecimento intermediário, 18% são avançados na linguagem, 12% conhecem mais profissionalmente e 8% são iniciantes. “Saber inglês não é necessário se o empresário quiser atuar apenas como investidor, entretanto, quem irá coordenar o negócio precisa conhecer a linguagem”, aponta Jack. “Não falar o idioma limita as opções de investimento”.

Tipo do negócio impacta em visto e carga de trabalho

Ingressar de forma legalizada é uma preocupação dos empresários. 62% já estão em contato com um advogado de imigração e 38% utilizam as referências de consultorias especializadas para contratar esses profissionais. A utilização de um advogado de imigração é obrigatória por lei.

Os entrevistados também sabem quais tipos de vistos desejam utilizar: 83% recorrem ao E-2, direcionado a pessoas que possuem cidadanias de países com tratados de comércio junto aos Estados Unidos; 15% desejam o L-1, visto para transferência de quem trabalhará na mesma empresa em que atua no país de origem; e 13% idealizam o EB-5, para quem almeja o Green Card. 2% querem outros tipos de vistos e 1% não necessita desta documentação.

“No caso do Brasil, o país não tem tratado com os Estados Unidos para comercialização, porém muitos brasileiros são descendentes de italianos, espanhóis, alemães, entre outras nacionalidades. Como esses países possuem tratado com os EUA, essas pessoas são elegíveis para obter o visto de empreendedor”, realça o consultor financeiro.

Para 27% dos entrevistados, o investimento planejado na migração empreendedora aos Estados Unidos gira entre US$ 100.000 e US$ 149.999; 37% destinam entre US$ 150.000 a 249.999; 16% reservam de US$ 250.000 a US$ 349.999; 7% se planejam com quantias entre US$ 350.000 a US$ 499.999; 6% dos empreendedores trabalham com valores acima de US$ 500.000; e 7% destinaram outros valores.

Sobre o tipo de empresa a ser aberta em terra estrangeira, 31% buscam negócios direcionados para consumidores (business to consumer), 19% desejam negócios que prestem serviços para outros negócios (business to business) e 63% não têm preferência. Quanto à carga de trabalho, 64% se planejam a trabalhar no período integral, 41% em meio período e 32% apenas como investidores.

“Normalmente, o empresário nos procura já desejando a mudança para os Estados Unidos. Entretanto, temos clientes que buscam a residência empreendedora, e clientes que ingressam apenas com investimentos. O principal desafio é entender qual o melhor cenário para cada empreendedor. Se vai envolver mudança de país ou não, e, posteriormente, definir qual o tipo de negócio melhor irá se adequar às suas necessidades. Um processo que pode levar de dois a seis meses, somente a análise econômica. Mas, quanto mais planejamento, mais chance de sucesso”, considera Findaro.

Sobre a Visa Franchise:

Visa Franchise é uma consultoria de investimentos nos Estados Unidos especializada em franquias. Com o objetivo de identificar o melhor negócio a empreendedores, a empresa já analisou mais de 900 oportunidades em franquias, e, hoje, possui um portfólio de mais 90 empresas.

A consultoria tem atuação internacional e já atendeu clientes em mais de 30 países, entre eles Brasil, Argentina, Turquia, Venezuela, Itália, Austrália, Espanha e Índia.

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Presidente da FIEC se manifesta sobre o resultado da Eleição Americana

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

09 de novembro de 2016

Cautela e Serenidade

 
“Apesar da surpresa inicial em vista das pesquisas que apontavam a possível vitória da candidata democrata, Hillary Clinton, os efeitos para o Brasil, do resultado indicando o republicano Donald Trump como presidente eleito dos Estados Unidos, devem ser avaliados com cautela. O entendimento da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) se baseia na forte relação institucional entre nosso país e os EUA, considerados parceiros em várias áreas.
 
 O setor industrial cearense espera que o apelo inicial de Trump logo após a definição do pleito, no sentido de propor a união, sirva de inspiração para que a gestão do futuro presidente aconteça da forma mais serena possível. A FIEC confia ainda que as instituições americanas, ancoradas nos valores de uma sólida democracia, serão determinantes para impedir que ações voluntaristas comprometam as relações dos Estados Unidos com o resto do mundo.” Beto Studart, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC)
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