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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

especialista

Colégio Santo Inácio promove palestra sobre educação em tempos de mudanças com o especialista, Antônio Mourão

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

08 de Abril de 2019

O Colégio Santo Inácio promove, no dia 10 de abril, às 19h, a palestra “Escola e família: educação em tempos de mudanças”, com o médico, Doutor em Psiquiatria, professor universitário, especialista em relacionamento familiar, Antônio Mourão Cavalcante.

A palestra é uma das atividades do Projeto Cuidar, concebido e desenvolvido pelo Serviço de Orientação Psicológia do Colégio, SOP, e tem como objetivo o cuidado efetivo com toda a comunidade escolar, a partir do olhar atento para a qualidade de vida, zelando pelas emoções, saúde e pelos sentimentos. Nesse processo estão envolvidos educandos, eeducadores, famílias e sociedade.

A palestra é dedicada aos pais e responsáveis, que no papel de educadores e orientadores de crianças e jovens, enfrentam os desafios constantes da sociedade pós-moderrna. Segundo a diretora geral do Colégio Santo Inácio, Albanisa Gomes, o momento é importante para as famílias refletirem e repensarem sobre a forma como vêm conduzindo a educação de seus filhos, em um cenário cheio de desafios. “Neste momento, vamos nos dar as mãos, na condição de pais e instituição educacional, fortalecendo a relação de confiança, parceria e missão”, afirma.

Quem é Antônio Mourão Cavalcante:

Doutor em Psiquiatria pela Universite Catholique de Louvain (1981) e Doutor em Antropologia pela Universite Lumiere Lyon 2 (1986). Atualmente, é professor titular da Universidade Federal do Ceará – UFC. Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria. Atuando principalmente nos seguintes temas: Antropologia Médica, Medicina Popular, Medicina Tradicional. Mourão também é articulista de vários jornais e possui diversos livros publicados, entre os quais: “Psiquiatria: outros olhares”; “Casal. Como viver um bom desentendimento”; “O Ciúme patológico”.

Laboatório de Inteligência de Vida no Colégio Santo Inácio:

O Colégio Santo Inácio – CSI vem realizando, ao longo dos últimos três anos, algumas mudanças em sua infratestrutura física, e também, na área pedagógica. Entre as quais, a inserção do LIV (Laboratório de Inteligência de Vida) em sua grade curricular. O Laboratório de Inteligência de Vida é um programa que desenvolve as competências socioemocionais, habilidades individuais e coletivas nos alunos. O LIV tem a proposta é criar um espaço no qual os educandos saibam que todos os sentimentos e emoções são permitidos e que é fundamental aprender a lidar com as habilidades sociais e emocionais para ser bem sucedido.

Serviço:

Palestra “Escola e família: educação em tempos de mudanças” – com o Professor e Doutor em Psiquiatria, Antônio Mourão Cavalcante”.
Data: 10 de abril de 2019
Horário: 19h
Endereço: Av. Desembargador Moreira, 2355 – Aldeota
Evento para famílias do Colégio Santo Inácio

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Especialista divide dicas para quem deseja comprar um loteamento

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de Fevereiro de 2019

A escolha de um lote deve levar em conta não só o valor, mas também as escolhas do futuro morador

O sonho da casa própria pode ser concretizado de várias maneiras, seja na forma de um apartamento, seja por meio de um loteamento. Nesse último caso, a falta de informação, de dinheiro ou de conhecimento sobre a legislação pode influenciar na escolha por um lote.

Para muitos, fica a dúvida de como funciona a compra e venda de lotes e quais são as obrigações e deveres da urbanística. Por isso, elencamos dicas da Gerente de Projetos da Conviver Urbanismo, Stella Sales. Primeiro, ela explica o que é um loteamento. “É a divisão de uma área de terra em lotes destinados a edificação, com abertura de novas vias de circulação e implantação de infraestrutura mínima definida na Lei Federal 6.766/79.”, diz a gerente.

Afinal, o que a empresa de loteamentos tem obrigação de entregar ao vender um loteamento ao consumidor? Para esta pergunta, levando em conta as características e exigências legais do loteamento urbano, é necessário que, antes da elaboração do seu projeto definitivo, seja solicitada à Prefeitura Municipal uma consulta prévia ou anuência do empreendimento.

Com base nesse estudo, serão definidas as diretrizes para o uso do solo e o traçado dos lotes, do sistema viário, dos espaços livres e das áreas reservadas para equipamento urbano e comunitário. Somente após essa análise prévia é que o loteador poderá submeter o projeto de loteamento à aprovação do Poder Público Municipal.

Os proprietários podem fazer mudanças no lote que adquiriu? Segundo Stella, o proprietário, obedecendo ao que consta no contrato de compra e venda do lote, poderá construir no seu imóvel conforme suas necessidades, porém precisa atentar-se às leis ambientais e municipais.

A maioria dos municípios possui um Plano Diretor Municipal e as leis derivadas dele, que constitui o mecanismo legal de orientação à ocupação do solo urbano, tomando por base, de um lado, os interesses coletivos e difusos, tais como a preservação da natureza e da memória, e de outro, os interesses particulares de seus moradores.

A gerente reforça ainda da importância de se consultar essa legislação. “É obrigatório elaborar um projeto da edificação com um profissional competente para tal, levá-lo à aprovação da Prefeitura, que emitirá o alvará de construção. Caso esse procedimento não seja realizado, estará sujeito às autuações e embargos da construção pelos órgãos fiscalizadores”, finaliza Stella.

A profissional lembra ainda que, caso o proprietário não queira construir de imediato, mure seu lote para resguardar a demarcação. Também é importante fazer uma manutenção no solo periodicamente, evitando o acúmulo de lixo e a proliferação de insetos ou animais peçonhentos.

Para outras informações e esclarecimentos, recomendamos conversa com a Gerente de Projetos da Conviver Urbanismo, Stella Sales.

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“Bolões” para a Copa devem obedecer planejamento financeiro, diz especialista

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de julho de 2018

Durante a Copa do Mundo é comum acontecer apostas sobre o placar dos jogos. Os torcedores investem dinheiro a fim de animar a disputa e conhecer os melhores no campo e também na sorte. Os chamados “bolões” premiam com dinheiro a pessoa que acertar o placar.

Paulo Henrique Vieira, coordenador do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário Estácio do Ceará, adverte sobre o cuidado para o valor investido na aposta não comprometer o planejamento financeiro. “É importante entender que o bolão é uma brincadeira e como toda brincadeira é preciso respeitar os limites, e isso inclui o limite financeiro. Então, o valor apostado deve ser sempre simbólico, uma quantia que não vá comprometer o planejamento ao final do mês”, aconselha.

Mas, para aqueles que não conseguem ficar de fora da brincadeira, o professor dá uma dica. “Para não exagerar nas apostas, é preciso controlar a emoção. Não se empolgar com o momento, com as pessoas para não apostar aquilo que não terá condições de pagar”.

O professor Paulo Henrique Vieira sugere, ainda, que se o apostador acertar o placar e levar o bolão, retire desse valor a quantia para a próxima aposta. E adverte: “O bolão não é um investimento financeiro, então não espere um retorno do valor investido. E cuidado para não comprometer o orçamento em cada aposta”.

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“Bolões” para a Copa devem obedecer planejamento financeiro, diz especialista

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de julho de 2018

Durante a Copa do Mundo é comum acontecer apostas sobre o placar dos jogos. Os torcedores investem dinheiro a fim de animar a disputa e conhecer os melhores no campo e também na sorte. Os chamados “bolões” premiam com dinheiro a pessoa que acertar o placar.

Paulo Henrique Vieira, coordenador do curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário Estácio do Ceará, adverte sobre o cuidado para o valor investido na aposta não comprometer o planejamento financeiro. “É importante entender que o bolão é uma brincadeira e como toda brincadeira é preciso respeitar os limites, e isso inclui o limite financeiro. Então, o valor apostado deve ser sempre simbólico, uma quantia que não vá comprometer o planejamento ao final do mês”, aconselha.

Mas, para aqueles que não conseguem ficar de fora da brincadeira, o professor dá uma dica. “Para não exagerar nas apostas, é preciso controlar a emoção. Não se empolgar com o momento, com as pessoas para não apostar aquilo que não terá condições de pagar”.

O professor Paulo Henrique Vieira sugere, ainda, que se o apostador acertar o placar e levar o bolão, retire desse valor a quantia para a próxima aposta. E adverte: “O bolão não é um investimento financeiro, então não espere um retorno do valor investido. E cuidado para não comprometer o orçamento em cada aposta”.