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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

eleito

Mercadinhos São Luiz  é eleito a 4ª melhor empresa do Brasil para trabalhar no setor de varejo

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

27 de novembro de 2018

A premiação reconhece o excelente trabalho realizado por empresas do setor varejista com as melhores práticas de gestão de pessoas.

O Mercadinhos São Luiz recebeu hoje, dia 27 de novembro, o prêmio GPTW NOVAREJO, esta é a quinta vez que a empresa está entre as melhores. A premiação, organizada pela revista NOVAREJO, é validada pela pesquisa do Great Place To Work Institute (GPTW) e concedeu certificados para 25 empresas do setor varejista com as melhores práticas de gestão de pessoas. O ranking é feito a partir de pesquisa feita junto aos colaboradores de cada empresa. Este ano, o Mercadinhos São Luiz ficou em quarto lugar na categoria grandes e médias empresas varejistas.

“A premiação é resultado de um trabalho contínuo realizado pelo Mercadinhos São Luiz, priorizando sempre o respeito mútuo entre fornecedores, colaboradores, parceiros e clientes. Essa forma inovadora de trabalho visa promover qualidade de vida no ambiente profissional e está bem além de comercializar produtos e serviços”. Afirma a gerente de recursos humanos do Mercadinhos São Luiz, Ana Paula Falcão, que esteve em São Paulo, hoje, para receber o prêmio.

No São Luiz, o RH realiza mais de 150 práticas voltadas para os colaboradores que vão desde Seleção Focada em Valores a Programa de Coaching e Mentoring, além de vários projetos na área de qualidade de vida e endomarketing. Essas ações se refletem no aumento constante da satisfação do colaborador e, por consequência, na redução de rotatividade e aumento de produtividade.

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Ari de Sá Neto é eleito Equilibrista 2018 pelo IBEF Ceará

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

31 de outubro de 2018

O Sócio-fundador e CEO da Arco Educação, Ari de Sá Neto, foi eleito Equilibrista 2018, pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças do Ceará (IBEF/CE). A entrega da 8ª edição do prêmio será realizada no dia 13 de novembro, às 19h, no Hotel Gran Marquise.

A premiação é considerada a mais importante homenagem a empresários que se destacaram no mundo das finanças, reconhecendo o trabalho e desenvoltura de executivos diante das adversidades.

A Arco Educação, holding que é dona de 100% do SAS (Sistema Ari de Sá), administrada por Ari de Sá Neto, é um empreendimento que vem crescendo bastante ao longo dos anos. Fato demonstrado pelo desempenho da empresa, que de acordo com a oferta inicial de ações (IPO) na Nasdaq, realizada em 26 de setembro, a Arco arrecadou US$ 195 milhões, suas ações valorizaram 34,29% e a empresa atingiu o valor de US$ 1,2 bilhão.

Graduado em Administração de Empresas, Master in Business Administration pelo Massachussets Institute of  Techonology (MIT), Ari de Sá Neto é fundador e CEO da Arco Educação.

Prêmio Equilibrista

O Equilibrista foi criado em 1984 e é representado por uma escultura em bronze criada pelo artista plástico Osni Branco. O troféu traduz o perfil de um executivo de sucesso. Braços abertos com as mãos espalmadas em forma de um ideograma chinês, cujo significado é amigo. O pé dando um passo significa que o caminho deve ser seguido e o homem em cima de uma moeda lembra a sua profissão e mostra que ele também é responsável pelo sucesso e fracasso de toda a estrutura.

Entre os agraciados das edições anteriores com o Prêmio Equilibrista pelo IBEF Ceará estão Geraldo Luciano Mattos Júnior, vice-presidente de Investimentos e Controladoria do Grupo M. Dias Branco, em 2017 e Cândido Pinheiro, Presidente do Sistema Hapvida, em 2016.

Com o título Empresa Padrão já foram agraciadas: Grupo 3Corações, M. Dias Branco, Rede de Farmácias Pague Menos, Grupo Ypióca, Grupo Marquise e Grupo Edson Queiroz.

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Beto Studart é eleito vice-presidente da CNI

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

08 de Maio de 2018

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Beto Studart, foi eleito nesta terça-feira, vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na chapa que tem como presidente reeleito, o empresário Robson Braga de Andrade. Robson foi reeleito em votação unânime do Conselho de Representantes da entidade, composto por delegados das federações das indústrias dos estados e do Distrito Federal, realizada em Brasília. A posse acontece no dia 31 de outubro e a gestão será no período de 2018 a 2022. O Ceará também estará representado na nova diretoria pelo ex-presidente da FIEC, Fernando Cirino, que assume o cargo de diretor.

Após a eleição, Robson Braga de Andrade ressaltou os desafios a serem enfrentados nos próximos quatro anos. Além de reafirmar o compromisso de defender a continuidade das reformas estruturais, como a da Previdência Social, ele lembrou da importância da conclusão da agenda microeconômica e de medidas de redução da burocracia. Andrade também citou os desafios colocados no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, ressaltando que o crescimento sustentado do país não ocorrerá fazendo mais do mesmo. “As reformas econômicas e institucionais são imprescindíveis para alcançarmos novos patamares de competitividade e de produtividade”, disse.

Nos últimos quatro anos, a CNI teve atuação destacada em prol da agenda de reformas estruturais, necessárias para se consolidar soluções perenes para os gargalos históricos à competitividade do país. Na área trabalhista, a entidade foi fundamental na defesa da regulamentação da terceirização e da modernização das leis do trabalho, ambas conquistadas em 2017. No campo da infraestrutura, defendeu o fim da participação mínima da Petrobras em blocos do pré-sal, medida aprovada em 2016 e essencial para destravar investimentos no setor de óleo e gás brasileiro.

Andrade também conduziu uma ambiciosa agenda nas áreas de educação e de inovação. Nesse período, foi implantada a rede de 25 Institutos SENAI de Inovação e consolidada a rede de 57 Institutos SENAI de Tecnologia em todo o país. Coordenadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), as estruturas oferecem serviços técnicos, tecnológicos e de inovação, que contribuem para tornar a indústria brasileira mais competitiva. O SENAI também foi reconhecido internacionalmente como referência em educação profissional pela Organização das Nações Unidas (ONU) e colocou o Brasil, pela primeira vez na história, em primeiro lugar na maior competição internacional de educação profissional, a WorldSkills, em 2015.

Nesta gestão, a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) se consolidou como principal espaço de discussão entre setor privado e governo, com a participação de mais de 200 empresas. Entre as conquistas da MEI está a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), em 2013, que oferece um novo e desburocratizado modelo de financiamento a projetos de inovação no país. A CNI também liderou as principais investigações sobre o impacto e os desafios que a 4aRevolução Industrial, conhecida como Indústria 4.0, terá sobre a indústria e a economia brasileiras.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Beto Studart é eleito vice-presidente da CNI

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

08 de Maio de 2018

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Beto Studart, foi eleito nesta terça-feira, vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na chapa que tem como presidente reeleito, o empresário Robson Braga de Andrade. Robson foi reeleito em votação unânime do Conselho de Representantes da entidade, composto por delegados das federações das indústrias dos estados e do Distrito Federal, realizada em Brasília. A posse acontece no dia 31 de outubro e a gestão será no período de 2018 a 2022. O Ceará também estará representado na nova diretoria pelo ex-presidente da FIEC, Fernando Cirino, que assume o cargo de diretor.

Após a eleição, Robson Braga de Andrade ressaltou os desafios a serem enfrentados nos próximos quatro anos. Além de reafirmar o compromisso de defender a continuidade das reformas estruturais, como a da Previdência Social, ele lembrou da importância da conclusão da agenda microeconômica e de medidas de redução da burocracia. Andrade também citou os desafios colocados no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, ressaltando que o crescimento sustentado do país não ocorrerá fazendo mais do mesmo. “As reformas econômicas e institucionais são imprescindíveis para alcançarmos novos patamares de competitividade e de produtividade”, disse.

Nos últimos quatro anos, a CNI teve atuação destacada em prol da agenda de reformas estruturais, necessárias para se consolidar soluções perenes para os gargalos históricos à competitividade do país. Na área trabalhista, a entidade foi fundamental na defesa da regulamentação da terceirização e da modernização das leis do trabalho, ambas conquistadas em 2017. No campo da infraestrutura, defendeu o fim da participação mínima da Petrobras em blocos do pré-sal, medida aprovada em 2016 e essencial para destravar investimentos no setor de óleo e gás brasileiro.

Andrade também conduziu uma ambiciosa agenda nas áreas de educação e de inovação. Nesse período, foi implantada a rede de 25 Institutos SENAI de Inovação e consolidada a rede de 57 Institutos SENAI de Tecnologia em todo o país. Coordenadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), as estruturas oferecem serviços técnicos, tecnológicos e de inovação, que contribuem para tornar a indústria brasileira mais competitiva. O SENAI também foi reconhecido internacionalmente como referência em educação profissional pela Organização das Nações Unidas (ONU) e colocou o Brasil, pela primeira vez na história, em primeiro lugar na maior competição internacional de educação profissional, a WorldSkills, em 2015.

Nesta gestão, a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) se consolidou como principal espaço de discussão entre setor privado e governo, com a participação de mais de 200 empresas. Entre as conquistas da MEI está a criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), em 2013, que oferece um novo e desburocratizado modelo de financiamento a projetos de inovação no país. A CNI também liderou as principais investigações sobre o impacto e os desafios que a 4aRevolução Industrial, conhecida como Indústria 4.0, terá sobre a indústria e a economia brasileiras.

 

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