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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Atividade industrial recua, mas otimismo permanece, aponta Observatório da Indústria

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Janeiro de 2019

Segundo os resultados da Sondagem Industrial, realizada pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Ceará apresentou contração da atividade industrial em dezembro, em especial na produção. No entanto, as expectativas dos industriais cearenses seguem otimistas para os próximos seis meses.

A produção industrial registrou queda pelo segundo mês consecutivo ao registrar 39,5 pontos. Mesmo que o recuo seja usual em dezembro, o valor representa o menor patamar alcançando para o mês desde 2015. Em consonância com a queda da produção, observou-se a diminuição do quadro de funcionários da indústria e a expansão da ociosidade industrial, visto que o setor operou com capacidade abaixo do usual para o mês. Já os estoques de manufaturados situaram-se novamente em patamar planejado.

Apesar da contração da atividade industrial, as expectativas dos industriais cearenses se mantêm otimistas. As perspectivas referentes à demanda, às exportações e à compra de matérias-primas projetam cenário de crescimento para os próximos seis meses. No entanto, não há sinalização para expansão do quadro de funcionários do setor industrial.

Por fim, após três meses consecutivos de crescimento, a intenção de investimentos na esfera produtiva cearense apresentou um decréscimo de 3,5 pontos ante dezembro ao alcançar 61,6 pontos. Apesar do recuo, o índice situa-se acima da média histórica de 51,3 pontos e ainda representa forte otimismo para a realização de investimentos em 2019.

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Intenção de investimentos alcança o maior valor desde 2013

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

14 de Janeiro de 2019

A Sondagem Industrial de novembro, realizada pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), revela queda dos principais indicadores de atividade do setor industrial cearense. No entanto, o empresariado apresenta expectativas positivas para o primeiro semestre de 2019, com destaque para a intenção de investimentos produtivos.

Em novembro, a indústria cearense apresentou contração na produção e operou com capacidade abaixo do patamar usual para o mês. Em consonância com a queda da atividade, observou-se também redução no quadro de funcionários do setor industrial. Por fim, os estoques de manufaturados situaram-se dentro do patamar planejado para o mês.

Apesar da retração da atividade industrial em novembro, as expectativas do empresariado cearense são positivas. Os industriais projetam cenário de crescimento durante o primeiro semestre de 2019 para a demanda e exportações de manufaturados. No entanto, as perspectivas não sinalizam expansão no quadro de funcionários da indústria cearense e nem aumento das compras de matérias-primas e insumos.

A pesquisa destaca a intenção de investimentos no Ceará de 65,1 pontos em dezembro, registrando o terceiro mês de alta e alcançando o maior valor observado desde dezembro de 2013. Além de revelar forte perspectiva para a realização de novos investimentos no setor produtivo para os próximos meses, o registro também demonstra o retorno do índice aos patamares anteriores à crise econômica, reforçando a expectativa de plena recuperação dos investimentos em 2019.

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Medo do desemprego cai e as pessoas estão mais satisfeitas com a vida, revela pesquisa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de dezembro de 2018

No conjuntura do desemprego, as preocupações podem atropelar os sonhos e a vida das pessoas, mas estudo revela que esse cenário está mudando

Desemprego e satisfação são palavras que não combinam. Chega a ser um desafio para muitos brasileiros conciliar a felicidade pessoal com a infelicidade profissional. Pesquisas recentes apontam que o número de desempregados no Brasil ainda chega a 11,7%, ou seja, 12,4 milhões de pessoas. Em contrapartida a esse dado, o medo do desemprego entre os brasileiros está diminuindo, é o que aponta dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a respeito do último trimestre.

A pesquisa trabalha com um indicador que varia entre zero e cem pontos, sendo, quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. Em relação a junho deste ano, o índice pesquisado caiu 2,2 pontos, alcançando a margem de 62,7 pontos. O Nordeste é a região onde a população mais teme o desemprego, onde o índice é de 73,1 pontos.

 

Alegria em viver

A pesquisa da Confederação da Indústria também trouxe dados sobre a “satisfação com a vida”. Tendo uma referência numérica de zero a cem pontos, onde quanto menor for o indicador menor é a satisfação, a pesquisa apontou que mesmo com o elevado nível de desemprego, cresceu o contentamento com a vida entre os desempregados, que alcança 69,7 pontos, estando 1,1 ponto a mais em relação à última pesquisa. Para a psicóloga Raquel Sales, o desemprego chega para algumas pessoas quase como um “fim”, porém, outras enxergam como um desafio que deve ser superado “a partir daí, a dor se torna uma motivação, que impulsiona as pessoas e as motiva a superar os desafios.”

Ainda para a psicóloga, os indivíduos se detém, muitas vezes, em situações que vão contra a vida e ao bem estar por falta de algo, mas alerta, “as preocupações com as necessidades básicas do ser humano estão intrinsecamente ligadas a ele, e a falta delas, podem prejudicá-lo profundamente. O autoconhecimento é o início para eleger prioridades em cada fase da vida e assim fazer escolhas mais assertivas e saudáveis.

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Medo do desemprego cai e as pessoas estão mais satisfeitas com a vida, revela pesquisa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de dezembro de 2018

No conjuntura do desemprego, as preocupações podem atropelar os sonhos e a vida das pessoas, mas estudo revela que esse cenário está mudando

Desemprego e satisfação são palavras que não combinam. Chega a ser um desafio para muitos brasileiros conciliar a felicidade pessoal com a infelicidade profissional. Pesquisas recentes apontam que o número de desempregados no Brasil ainda chega a 11,7%, ou seja, 12,4 milhões de pessoas. Em contrapartida a esse dado, o medo do desemprego entre os brasileiros está diminuindo, é o que aponta dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a respeito do último trimestre.

A pesquisa trabalha com um indicador que varia entre zero e cem pontos, sendo, quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. Em relação a junho deste ano, o índice pesquisado caiu 2,2 pontos, alcançando a margem de 62,7 pontos. O Nordeste é a região onde a população mais teme o desemprego, onde o índice é de 73,1 pontos.

 

Alegria em viver

A pesquisa da Confederação da Indústria também trouxe dados sobre a “satisfação com a vida”. Tendo uma referência numérica de zero a cem pontos, onde quanto menor for o indicador menor é a satisfação, a pesquisa apontou que mesmo com o elevado nível de desemprego, cresceu o contentamento com a vida entre os desempregados, que alcança 69,7 pontos, estando 1,1 ponto a mais em relação à última pesquisa. Para a psicóloga Raquel Sales, o desemprego chega para algumas pessoas quase como um “fim”, porém, outras enxergam como um desafio que deve ser superado “a partir daí, a dor se torna uma motivação, que impulsiona as pessoas e as motiva a superar os desafios.”

Ainda para a psicóloga, os indivíduos se detém, muitas vezes, em situações que vão contra a vida e ao bem estar por falta de algo, mas alerta, “as preocupações com as necessidades básicas do ser humano estão intrinsecamente ligadas a ele, e a falta delas, podem prejudicá-lo profundamente. O autoconhecimento é o início para eleger prioridades em cada fase da vida e assim fazer escolhas mais assertivas e saudáveis.