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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Comércio

Dia da Liberdade de Impostos: comércio venderá produtos selecionados com até 80% de desconto

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

22 de Maio de 2018

 

O objetivo é chamar atenção da população cearense para a carga tributária no Brasil. Além de Fortaleza, a ação se estenderá para as Instituições de ensino da cidade de Juazeiro do Norte (CE)

 

No próximo dia 24 de maio (quinta-feira), durante o horário normal de funcionamento, o comércio varejista terá grandes descontos em lojas. Parece uma grande promoção, mas trata-se da 10ª edição do Dia da Liberdade de Impostos (DLI). Em Fortaleza, a ação será comandada pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem (CDL Jovem) como forma de conscientização da alta carga de impostos e o apoio na simplificação tributária no Brasil.  Neste ano, o DLI acontece na praça do elevador panorâmico, 1O. Piso, do shopping Iguatemi.

Para marcar a data, mais de 50 lojas vão oferecer produtos selecionados com até 80% de desconto no shopping Iguatemi. Os preços, bem abaixo dos praticados normalmente, equivalem ao valor dos impostos embutidos nos produtos. Além de Fortaleza, Juazeiro do Norte (Cariri) realizará, no mesmo dia, ações educativas junto as entidades de ensino superior público e privado. No site: www.cdljovemfor.com.br/dli tem todas as lojas participantes.

Além do Ceará, o DLI vai acontecer no Distrito Federal e nos estados de Amazonas, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Na opinião do presidente da CDL Jovem de Fortaleza, Cabral Neto, o Brasil figura na lista dos países que possuem uma das maiores cargas tributárias do mundo. Para se ter uma ideia, até o dia 14 de maio teve uma arrecadação em torno de mais de R$886 bilhões em impostos no País.  Estimativa feita pela CDL Jovem, com base em estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), mostra que em 2017, os brasileiros trabalharam aproximadamente cinco meses apenas para pagar impostos. O dobro do que na década de 1970 para pagar a tributação. “Mais de 40% do salário do trabalhador só para pagar impostos. Para o varejo, a situação inibe cada vez mais o consumo do cidadão”, acrescenta Cabral Neto.

 

Para o coordenador estadual da CDL Jovem, Douglas Feitosa, ”o conhecimento é como mola propulsora no entendimento da elevada carga tributária paga pelos brasileiros. O DLI se coloca como um meio para que a sociedade, seja ela consumidor ou empresário, se conscientize da elevada carga tributária que pagamos e não há retorno em benefícios para o cidadão”.

 

 

 

Visão dos empresários

 

A alta carga tributária barra os investimentos dos empresários em seus negócios e diminui a geração de empregos. Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em 2017, mostrou que oito em cada dez empresários de varejo e serviços consideram importante a Reforma Tributária.

O estudo mostra que 77% dos entrevistados acreditam que a reforma melhoraria a economia do país de alguma forma, sendo que, para estes, os principais resultados positivos seriam a geração de empregos (60%), o aumento na capacidade de investimento nos negócios (41%) e incentivo na criação de novos negócios (38%).

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Dia das Mães movimentará R$ 257 milhões no comércio de Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de Maio de 2018

Em relação ao ano passado, o estudo revela crescimento de 4,9% 

sobre o potencial de consumo.

A pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense para o Dia das Mães, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará, revela que os consumidores de Fortaleza irão movimentar cerca de R$ 257 milhões no comércio local com a compra de presentes, valor 4,9% superior ao de 2017, quando o impacto estimado foi de R$ 245 milhões.

Dando prioridade aos artigos de vestuário, perfumaria, calçados e bolsas, flores, utensílios domésticos e joias e bijuterias, a maioria dos consumidores irá às compras – 61,8% dos entrevistados confirmaram essa intenção.

Vestuário lidera preferência do consumidor

A preferência dos consumidores mostra-se concentrada em seis produtos principais que, juntos, respondem por 90,6% das intenções de compra, com preponderância dos bens de uso pessoal:

 

Artigos de vestuário: citados por 36,2% dos entrevistados lideram em todos os estratos analisados pela pesquisa, sendo mais relevante para as mulheres (38,4% de intenção de compra), do grupo etário com idade até 20 anos (42,4%) e de renda familiar superior a seis salários mínimos (39,9%);

 

Itens de perfumaria: com 25,7% de intenção de compra, é preferido pelas mulheres (29,1%), dos consumidores com idade entre 21 e 35 anos (31,3%) e do grupo com renda familiar entre três e seis salários mínimos (26,8%);

Sapatos, cintos e bolsas: com 10,4% de intenção de compra, serão mais procurados por consumidores do sexo masculino (13,1%), do grupo com idade de até 20 anos (11,3%) e renda familiar mensal acima de seis salários mínimos (17,1%);

Flores: com 6,7% de intenção de compra, igualmente distribuído entre consumidores homens e mulheres (6,8% de intenção de compra para os homens e 6,6% para as mulheres), com preponderância do grupo com idade acima dos 36 anos (11,0%) e renda familiar de até três salários mínimos;

Utensílios domésticos: com 6,0% de intenção de compra, possui preferência destacada entre o público masculino (6,8%), do estrato com idade até 20 anos (7,8%) e renda média familiar superior a seis salários mínimos (8,5%); e

Joias e bijuterias: com 5,6% de intenção de compra, com maior demanda pelas mulheres (5,8%), do grupo com idade acima dos 36 anos (7,9%) e renda familiar entre três e seis salários mínimos (9,0%).

 

Compra de presentes movimentará R$ 257 milhões

O faturamento previsto com a compra de presentes para o dia das mães é de R$ 257 milhões, reforçando a importância econômica dessa data comemorativa, que anima importantes segmentos do comércio varejista. O dispêndio médio com a compra de presentes é estimado em R$ 236. Como alguns consumidores compram mais de um presente, o gasto por presente será de R$ 174.

 

Compras se concentrarão nos finais de semana

Com grande parte da população com cada vez menos tempo disponível, o consumidor irá privilegiar a comodidade em suas compras, preferindo o sábado como dia mais provável para realizar a compra dos presentes (32,0%).

Os shopping centers deverão ter movimento intenso de consumidores, tendo sido citados por 41,1% dos consumidores como locais preferenciais para as compras. O Centro da cidade e os principais corredores comerciais também mantêm sua importância, com 23,4% e 19,2% das respostas, respectivamente.

* A lista completa inclui o Natal, em primeiro lugar, seguido do Dia das Mães, Dia das Crianças, Dia dos Namorados e Dia dos Pais

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Comércio pode cobrar preços diferentes de acordo com meio de pagamento

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

26 de junho de 2017

Conquista de 10 anos do setor de comércio e serviços foi sancionada nesta segunda-feira pelo governo federal

A diferenciação de preços de acordo com os meios de pagamento utilizados para adquirir produtos ou serviços agora tem força de lei. Foi sancionada hoje (26) pelo presidente da República, Michel Temer, a Medida Provisória 764, que trata da diferenciação de preços de bens de serviços oferecidos ao público, em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado.
Durante o evento realizado no Palácio do Planalto, com a participação dos ministros da Fazenda Henrique Meirelles, do Planejamento, Dyogo Oliveira, e do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro destacou, em discurso, a importância da regulamentação da medida para o setor de comércio de serviços.

“Há 10 anos o setor de comércio e serviços iniciou esse desafio. Por isso, a sanção desta Lei chega em boa hora, pois incentiva a concorrência e cria benefícios para o mercado consumidor”, ressaltou Honório Pinheiro.

O setor de comércio terá a segurança jurídica para estipular uma política de diferenciação considerando as taxas administrativas cobradas pelas administradoras dos cartões de crédito. Em vigor desde dezembro do ano passado, como Medida Provisória 764, a lei beneficia também os consumidores que poderão obter melhores preços no pagamento à vista.

O presidente da república, Michel Temer, destacou o amplo caráter da medida. “Há três dimensões que ilustram o alcance dessa MP: além de promover justiça social garante transparência e protege o consumidor. A medida é mais um passo de um país mais moderno”, afirmou.

Para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles a sanção significa um avanço na modernização do sistema de pagamentos e do sistema financeiro. “Após a pior recessão da história do país, são de extrema importância políticas que visam a redução dos entraves econômicos para que possamos ter uma retomada do crescimento estável e duradoura”, ressaltou Meirelles.  “A diferenciação de preços é uma iniciativa básica para melhorar a aferição do valor econômico do produto ou do serviço”, concluiu o ministro.

Participaram da solenidade de sanção da Lei parlamentares, ministros, empresários e presidentes das FCDLs e CDLs de todo país.

Efeitos da MP 764

Após o evento, o superintendente da CNDL, Éverton Correia, participou de coletiva de imprensa, no Palácio do Planalto, ao lado de representantes do Banco Central e do Ministério da Fazenda. Na ocasião, Correia apresentou aos jornalistas presentes os números da recente pesquisa realizada pela CNDL e Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) para aferir a percepção de consumidores de micro e pequenos empresário sobre a regulamentação de descontos para compras à vista ou em dinheiro.

O estudo apontou que após quase seis meses em vigor, os efeitos da medida já puderam ser notados por 31% dos micro e pequenos empresários dos ramos do comércio e serviços. Segundo eles, houve um aumento nos pagamentos realizados à vista desde que a medida começou a valer.

“De acordo com a pesquisa é possível concluir que o consumidor já percebe uma postura diferenciada dos lojistas em relação a diferenciação de preços. A medida traz avanços microeconômicos ao aumentar a concorrência e melhorar o poder de barganha do consumidor. Também diminui riscos jurídicos para os lojistas”, pontuou o superintendente da CNDL.

A pesquisa mostrou ainda 23% dos varejistas entrevistados disseram ter notado benefícios práticos da nova medida, como o aumento das vendas em dinheiro (17%), queda da inadimplência (4%) e diminuição nos pagamentos das taxas das máquinas de cartão (3%). A nova lei é avaliada positivamente por 77% dos varejistas.

Quanto aos consumidores, o levantamento mostra que 38% já notaram que as empresas estão oferecendo mais descontos diferenciados para pagamentos realizados à vista na comparação com o mesmo período do ano passado, especialmente para pagamento em dinheiro (27%).

 

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Fecomércio assegura funcionamento das empresas no dia 28

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de Abril de 2017

 

A Fecomércio vem a público manifestar o seu apoio aos empresários do comércio de bens, serviços e turismo do Estado do Ceará, que têm trabalhado incessantemente para sobreviverem à desfavorável conjuntura política e econômica que ainda permanece causando grandes prejuízos de toda ordem às empresas e à sociedade de uma forma geral.

É de conhecimento de todos a realização de uma manifestação programada para dia 28 de abril por parte de algumas centrais sindicais e que tem provocado temor a toda a população, prejudicando àqueles que precisam trabalhar e produzir para a sua sobrevivência e sustento de suas famílias.

Nesse sentido, a Federação do Comércio vem informar que está em plena vigência, desde 12 de maio de 2016, uma liminar em ação civil pública, deferida pela  5ª Vara do Trabalho de Fortaleza, no sentido de proibir as entidades sindicais de ameaçarem empresários, empregados e clientes, proibindo também de ameaçarem ou forçarem o fechamento de estabelecimentos empresariais, sob pena de  R$ 10.000,00 por estabelecimento atingido em caso de descumprimento, sem prejuízo de outras perdas e danos a serem reparados.

Comunicamos que já oficiamos as autoridades competentes, no sentido de que a ordem seja garantida e que não sejam violados diretos fundamentais de trabalhadores, clientes e empresários.Portanto, os empresários que forem prejudicados pelo excesso ou abuso do direito de manifestação, em descumprimento da liminar, deverão nos comunicar para que possamos ingressar com as medidas judiciais cabíveis, para os ressarcimentos necessários.A Fecomércio respeita as manifestações, mas não tolerará qualquer tipo de abuso ou excesso que venha prejudicar as empresas e os cidadãos em seus direitos constitucionais.

 

 

Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE)

 

Sindicato das Empresas Organizadoras de Eventos e Afins do Estado do Ceará – SINDIEVENTOS

 

Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Ceará – SEACEC

 

Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicação e Automação do Ceará – SEITAC

 

Sindicato das Empresas Locadoras de Fitas de Vídeo Cassete do Estado do Ceará – SINDIVIDEO

 

Sindicato das Locadoras de Veículos Automotores do Estado do Ceará – SINDLOCE

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Medicamentos, Perfumaria, Higiene Pessoal e Correlatos do Estado do Ceará-SINCAMECE

 

Sindicato do Comércio atacadista de materiais de Construções, Carvão Vegetal e Lenha de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios do Estado do Ceará

 

Sindicato do Comércio de Peças e Serviços para Veículos do Estado do Ceará – SINCOPEÇAS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Maquinismo, Ferragens e Tintas de Fortaleza – SINDITINTAS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos do Estado do Ceará – SINCOFARMA

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Carnes Frescas e Congeladas de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Sobral

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Tecidos, Vestuários e Armarinhos de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Atacadista de Iguatu

 

Sindicato do Comércio Varejista de Carnes Frescas de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Varejista de Cascavel

 

Sindicato do Comércio Varejista de Frutas e Verduras de Fortaleza – SINCOFRUTAS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Caucaia

 

Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Fortaleza

 

Sindicato do Comércio Varejista de Livros do Estado do Ceará –  SINDILIVROS

 

Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Maranguape

 

Sindicato do Comércio Varejista de Pacajus – SINCOVAP

 

Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza – SINDILOJAS FORTALEZA

 

Sindicato dos Centros de Formação dos Condutores de Veículos do Estado do Ceará – SINDCFC’S

 

Sindicato dos Corretores de Moda de Fortaleza e Região Metropolitana-  SINCOM

 

Sindicato dos Lojistas do Comércio e do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Crato

 

Sindicato dos Lojistas do Comércio de Juazeiro do Norte – SINDILOJAS J. do NORTE

 

Sindicato dos Representantes Comerciais do Estado do Ceará – SIRECOM-CE

 

Sindicato Regional dos Empregadores Lojistas em Iguatu – SINDILOJAS IGUATU

 

Sindicato dos Revendedores de Veículos Automotores do Estado do Ceará – SINDIVEL

 

Sindicato das Empresas de Lavanderias do Estado do Ceará – SINDELACE

 

Sindicato dos Salões de Barbeiros e de Cabeleireiros Institutos de Beleza e Similares de Fortaleza – SINDIBEL

 

Sindicato do Comércio de Hortifrutigranjeiros de Maracanaú

 

Sindicato do Comércio Varejista de Material Ótico Fotográfico e Cinematográfico do Estado do Ceará

 

Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos Maquinas e Ferramentas no Estado do Ceará – SINDILEQ-CE

 

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Comércio pode sofrer perdas de até 6% com prolongamento da greve dos bancos, estima CNDL

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

30 de setembro de 2016

Para líderes varejistas, paralisação aprofunda momento difícil das vendas no comércio

 Varejistas temem que a greve dos bancos se prolongue até o 5º dia útil do próximo mês, período em que a maioria das empresas executam suas folhas de pagamento. A paralisação pode causar um impacto potencial diário de até 5,95% nas vendas do comércio, de acordo com estimativa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

De acordo com a CNDL, entidade que administra o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e reúne mais de 1,2 milhão de pontos de venda em todo o país, a greve dos bancários vem prejudicando não só o comércio, mas toda a economia brasileira, que atualmente se encontra em uma situação delicada e precisa de estímulos para retomar o crescimento. “A paralisação é vista pelos lojistas como algo bastante preocupante, pois a partir do momento em que o consumidor deixa de ter dinheiro para gastar, ele se sente desmotivado para ir ao comércio e consequentemente a economia sofre com a retração nas vendas”, destaca o presidente da entidade, Honório Pinheiro.

Embora boa parte dos serviços oferecidos pelos bancos possa ser feita nos caixas eletrônicos, algumas operações precisam de atendimento personalizado. “Existem situações que precisam do contato com o bancário, como descontar um cheque, receber uma ordem de pagamento ou a captação de um financiamento”, afirma Pinheiro.

Ainda segundo ele, as micro e pequenas empresas já enfrentam dificuldades diárias e não podem ficar reféns desta paralisação. “Se a greve se prolongar e alcançar o quinto dia útil do mês, o comércio pode sofrer grandes perdas”.

 

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Dia das Mães deve movimentar R$ 243 milhões no comércio de Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de Maio de 2016

Este resultado representa redução de 8,0% em relação com 2015.

A pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense para o Dia das Mães, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará revela que os consumidores de Fortaleza irão movimentar cerca de R$ 243 milhões no comércio local com a compra de presentes, significando uma redução de 8,0% sobre o resultado de 2015, quando o resultado foi de 263 milhões.

Dando prioridade aos artigos de vestuário, perfumaria, calçados e bolsas, flores e aparelhos de telefonia celular, a maioria dos consumidores irá às compras – 60,3% dos entrevistados confirmaram essa intenção. O percentual é ligeiramente superior ao observado na mesma data no ano passado, quando 59,5% dos consumidores compraram presentes. Com este resultado, o Dia das Mães* permanece como a segunda melhor data comemorativa para o comércio em termos de faturamento.

 

Vestuário lidera preferência do consumidor

A preferência dos consumidores mostra-se concentrada em cinco produtos principais que, juntos, correspondem a 84,1% da intenção de compra, com preponderância dos bens de uso pessoal:

Os artigos de vestuário: citados por 35,8% dos entrevistados, é o principal produto de ambos os sexos (34,9% dos consumidores do sexo masculino e 36,7% dos consumidores do sexo feminino). O produto terá procura mais intensa entre os consumidores mais jovens (38,8% do grupo etário com até 20 anos) e de renda média (38,3% do grupo com renda familiar entre três e seis salários mínimos);

Os itens de perfumaria: com 26,3% de intenção de compra, tem como perfil do consumidor típico do sexo feminino (27,4% das respostas) e do estrato com idade acima de 36 anos (29,3%). A existência de produtos sofisticados e populares faz com que os perfumes se destaquem tanto na preferência do grupo com renda mais elevada (45,0% do estrato com renda superior a seis salários mínimos), quanto do grupo de renda média (29,2% da faixa com renda familiar entre três e seis salários mínimos);

Sapatos, cintos e bolsas: com 8,8% de intenção de compra, serão mais procurados por consumidores do sexo masculino (10,1%), dos grupos etários mais jovens (10,3% com idade até 20 anos e 10,0% com idade entre 21 e 35 anos) e renda superior a seis salários mínimos (17,5%);

Flores: com 7,2% de intenção de compra, serão mais procurados por consumidores do sexo masculino (9,9%), do estrato com idade superior a 35 anos (10,8%) e com renda familiar inferior a três salários mínimos (7,7% das respostas);

Aparelhos de telefonia celular: é o único eletrônico dentre os principais presentes. Serão mais procurados pelos consumidores do sexo masculino (6,7%), do grupo com idade de até 20 anos (8,0%) e com renda familiar de até três salários mínimos (6,6%).

 

Compra de presentes movimentará R$ 243 milhões

O faturamento previsto com a compra de presentes para o dia das mães é de R$ 243 milhões, reforçando a importância econômica dessa data comemorativa, que anima importantes segmentos do comércio varejista. O consumo médio com a compra de presentes é estimado em R$ 229. Como alguns consumidores compram mais de um presente, o gasto por presente será de R$ 160.

Diferente dos anos anteriores, quando o consumidor preferiu pagar suas compras à vista, neste ano a oferta de crédito pode ser um fator decisivo para a compra, pois 64,6% dos consumidores pretendem utilizar alguma forma de financiamento e apenas 33,9% irão utilizar o pagamento à vista. Além da possibilidade de financiamento, o consumidor estará em busca de promoções (50,9%), fará pesquisa de preços (39,6%) e estará atendo à qualidade dos produtos (24,8%).

A pesquisa também aponta que 66,5% dos consumidores pretendem comemorar o evento, sendo que 80,7% o farão em suas casas e 9,3% nas casas de parentes. Diferente do último ano, quando 7,2% dos consumidores revelaram a pretensão de comemorar em restaurantes, em 2016 apenas 1,9% o farão, com queda até mesmo no estrato de renda mais elevada (em 2015 29,9% dos consumidores com renda acima de seis salários mínimos revelaram essa intenção e apenas 6,6% do mesmo estrato confirmaram neste ano).

 

Compras se concentrarão nos finais de semana

O consumidor irá privilegiar a comodidade em suas compras, preferindo o sábado como dia mais provável para realizar a compra dos presentes (36,9%).

Os shopping centers e os centros comerciais deverão ter movimento intenso de consumidores, tendo sido citados por 33,2% e 24,0% dos consumidores, respectivamente, como locais preferenciais para as compras. O Centro da cidade e os principais corredores comerciais também mantêm sua importância, com 28,9% das respostas.

*A lista completa inclui o Natal, em primeiro lugar, seguido do Dia das Mães, Dia das Crianças, Dia dos Namorados e Dia dos Pais.

 

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Resultado do PIB trava comércio brasileiro, explica CNDL

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

07 de Março de 2016

 

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As expectativas se validaram, e a economia brasileira fechou 2015 em queda. A retração do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) brasileiro foi de 3,8% em relação a 2014. Considerando a série anterior, o desempenho é o pior desde 1990, quando o recuo chegou a 4,3%. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 5,9 trilhões, e o PIB per capita ficou em R$ 28.876 em 2015 – uma redução de 4,6% diante de 2014. Outro número que preocupa principalmente os varejistas foi o resultado do comércio. Segundo o IBGE, o comércio registrou queda de 8,9% na atividade comercial do ano passado, ficando atrás apenas da indústria de transformação.

“Há 25 anos o Brasil e o comércio não viam números tão ruins. Esse é o reflexo do caótico cenário político, que vem interferindo diretamente na nossa economia. O resultado nos mostra que somente a retomada da economia vai reverter a situação”, diz Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), de 14,1%, também teve a maior queda da série desde 1996, superando o recuo de 8,9% de 1999. Honório Pinheiro acredita que é fundamental que ocorra estímulos de investimentos. “Para liderar esse processo, do lado do governo, é preciso adotar medidas de recuperação econômica. Pelo lado da classe privada, é preciso retomar os investimentos. O Sistema CNDL vem tratando algumas pautas para que o varejo brasileiro não termine o ano 2016 com o resultado tão arrasador para o setor”, diz Honório Pinheiro.

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Resultado do PIB trava comércio brasileiro, explica CNDL

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

07 de Março de 2016

 

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As expectativas se validaram, e a economia brasileira fechou 2015 em queda. A retração do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) brasileiro foi de 3,8% em relação a 2014. Considerando a série anterior, o desempenho é o pior desde 1990, quando o recuo chegou a 4,3%. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 5,9 trilhões, e o PIB per capita ficou em R$ 28.876 em 2015 – uma redução de 4,6% diante de 2014. Outro número que preocupa principalmente os varejistas foi o resultado do comércio. Segundo o IBGE, o comércio registrou queda de 8,9% na atividade comercial do ano passado, ficando atrás apenas da indústria de transformação.

“Há 25 anos o Brasil e o comércio não viam números tão ruins. Esse é o reflexo do caótico cenário político, que vem interferindo diretamente na nossa economia. O resultado nos mostra que somente a retomada da economia vai reverter a situação”, diz Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), de 14,1%, também teve a maior queda da série desde 1996, superando o recuo de 8,9% de 1999. Honório Pinheiro acredita que é fundamental que ocorra estímulos de investimentos. “Para liderar esse processo, do lado do governo, é preciso adotar medidas de recuperação econômica. Pelo lado da classe privada, é preciso retomar os investimentos. O Sistema CNDL vem tratando algumas pautas para que o varejo brasileiro não termine o ano 2016 com o resultado tão arrasador para o setor”, diz Honório Pinheiro.

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