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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Comércio Exterior

Classificação fiscal é um dos principais desafios para o comércio exterior no Brasil

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

05 de dezembro de 2017

 

Elevado número de alterações normativas desafia o compliance das companhias; Setores automotivo, varejo e TI e Telecom estão entre os mais afetados

 

 A Thomson Reuters, provedora líder mundial de informação e tecnologia, realizou um estudo em que revela que a Classificação Fiscal de Mercadorias – NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) no processo de importação e exportação no Brasil ainda é um dos principais desafios para as empresas. O estudo mostra ainda que setores automotivos, varejo e TI e Telecom estão entre os mais afetados devido ao grande fluxo de mercadorias e elevada quantidade de códigos normativos. As empresas precisam estar atentas ao preenchimento correto nas operações de comércio exterior e de mercado interno e na classificação correta dos produtos, que varia de país para país, sob o risco de receberem multas pelos órgãos regulamentares, além de danos elevados aumento de custos operacionais. A NCM indica a porcentagem de valores de impostos a serem pagos, tratamento administrativo de cada produto e também é usada para controle estatístico das importações e exportações.

De modo geral, a classificação fiscal identifica cada mercadoria com um código numérico e o principal intuito é determinar se o produto precisa ou não de licenças de importação e exportação, impostos e taxas incidentes, além de permitir vantagens para fins de negociação internacional em tratados de livre comércio e de incidência tributária reduzida. O Sistema Harmonizado (SH) é um método que traz uma padronização mundial da classificação fiscal em seis dígitos. Já a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), adotada pelos países parte do bloco Mercosul, é composta por oito dígitos ou mais, onde os seis primeiros dígitos são idênticos ao SH, e devem ser declaradas corretamente pelas empresas através do preenchimento da Declaração de Importação (DI), Declaração de Exportação e Notas Fiscais, entre outros.

O alcance da classificação fiscal é amplo e o correto enquadramento de um produto na NCM é fundamental para a determinação da carga tributária e para o cumprimento da legislação do Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), tanto na importação quanto nas operações realizadas no mercado interno, assim como de outros tributos, como o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), por exemplo, que utiliza a classificação fiscal para a utilização de diversos benefícios fiscais e o enquadramento de um produto no regime de substituição tributária. Além disso, a classificação fiscal é destinada para profissionais das áreas fiscal, comércio exterior, jurídica, contábil, faturamento, comercial e financeiro.

A Thomson Reuters analisou os segmentos de automotivo, varejo e TI e Telecom a fim de entender a complexidade da classificação fiscal nesses setores e destacou os seguintes pontos:

  • Automotivo: na construção de um automóvel, por exemplo, são incluídos produtos de diferentes códigos NCMs, estes podem ser importados e/ou comprados no mercado local. O alto volume de produtos e fornecedores torna o processo complexo. O gerenciamento da correta classificação e o compliance é um desafio principalmente quando produtos similares são adquiridos de múltiplos fornecedores locais e internacionais, no segundo caso com um complicador adicional, o compliance com os tratados de livre comércio.

  • Varejo: para este segmento existe uma gama muito variada de produtos que podem representar mais de 48 dos 97 capítulos do SH, devido não somente à alta variação dos produtos, mas também por conta dos múltiplos fornecedores e produtos que são sazonais. Entre os produtos gerenciados por este setor estão: tecidos, medicamentos e alimentos.

  • TI e Telecom: a gestão da classificação fiscal no setor de tecnologia e telecomunicações é constantemente afetada pela rápida evolução e obsolescência de produtos, também pela convergência de diferentes tecnologias em um mesmo produto. Além disso, os produtos tendem a possuir um alto valor comercial e erros de classificação podem resultar em multas de alto valor.

Para Rogério GardenalGerente de Produtos da Thomson Reuters Brasil, “A correta classificação fiscal de mercadorias é crucial para o processo de importação e exportação. É preciso que o responsável por essa operação esteja muito atento em cada passo”, revela. “Umas das alternativas, no entanto, está na implementação de sistemas tecnológicos, como o ONESOURCE Classifier da Thomson Reuters, que auxilia o profissional durante a classificação, facilitando o processo a apresentando toda a informação necessária para a correta classificação, além de garantir compliance ao guiar o usuário e armazenar dados para auditorias através de um workflow completo e seguro”, finaliza.

Veja mais informações sobre o processo de classificação fiscal, em: https://www.thomsonreuters.com.br/pt/tax-accounting/comercio-exterior/onesource-global-trade/onesource-classifier.html

Thomson Reuters

Resultado da aquisição do Reuters Group pela Thomson Corporation em 2008, a Thomson Reuters é a provedora líder mundial em informação estratégica e tecnologia para empresas e profissionais dos segmentos financeiro, de risco e compliance, jurídico, tributário, contábil, de comércio exterior e de mídia. Com mais de 50 mil profissionais no mundo (2.200 no Brasil), a Thomson Reuters possibilita às empresas gerenciar investimentos, minimizar riscos e cumprir plenamente todas as obrigações legais, permitindo obter vantagem competitiva com maiores retornos de produtividade. A expertise global da Thomson Reuters, somada ao crescimento orgânico e às aquisições no Brasil, permite à companhia auxiliar seus clientes a transformarem dados em estratégia, atendendo as necessidades específicas do mercado nacional.

Thomson Reuters é a provedora líder mundial de notícias e informação para mercados profissionais. Nossos clientes confiam em nossa companhia para ter acesso à inteligência, à tecnologia e à experiência que precisam para obter respostas confiáveis. A empresa opera em mais de 100 países há mais de 100 anos. As ações da Thomson Reuters estão listadas nas Bolsas de Valores de Toronto e de Nova York. Para mais informações, visite www.thomsonreuters.com.br

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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Ambev abre inscrições para programa de trainee

Por Oswaldo Scaliotti em Empregos

03 de agosto de 2016

Jovens que ingressam no programa de treinamento já se tornam funcionários e participam de projetos estratégicos da cervejaria.  Inscrições vão até o dia 12/09, não há limites de vagas e o salário é de R$5.800

 

A Ambev, uma das empresas dos sonhos dos jovens, abre hoje (31/07) as inscrições para seu programa de Trainee Global 2017. Com ambiente informal e engajado em unir pessoas por um mundo melhor, o time da Ambev é composto por empreendedores que entendem a companhia como seu próprio negócio. Para fazer parte desse time, a cervejaria está em busca de jovens autênticos, criativos e que tenham brilho nos olhos para ajudá-la em novas conquistas. Os candidatos devem se inscrever no site www.queroserambev.com.br até 12/09.

A cultura da meritocracia e as oportunidades de crescimento na velocidade do talento e dedicação dos funcionários são realidade no dia a dia da cervejaria. “Damos autonomia para nossos funcionários, funcionando como uma grande start up, onde você pode começar suas ideias do zero e contar com o apoio de uma empresa que acredita no seu talento. Desafio é o que nos move e não medimos esforços para realizar nossos sonhos”, diz Fabíola Overrath, diretora de Desenvolvimento de Gente da Ambev.

E não é difícil encontrar líderes da companhia que já passaram pelo Programa de Trainee. Desde 2007, mais de 230 trainees já foram contratados, sendo que 56% deles ocupam hoje cargos de gerência e 14% cargos da direção.

“Nosso foco em Gente e Gestão é justamente o de encontrar jovens talentos, treiná-los, engajá-los e motivá-los para um crescimento contínuo na companhia. Estamos em busca dos líderes do futuro”, afirma Fabíola.

Como parte do programa, os selecionados terão a oportunidade de conhecer a empresa em 360°, passando por todas as áreas da cervejaria. Um dos principais diferenciais do Programa de Trainee da Ambev é que os aprovados já ingressam na companhia como funcionários contratados. O salário inicial é de R$5.800 e não há um número limitado de vagas.

O programa de treinamento tem duração de dez meses. Na primeira fase (primeiros cinco meses), eles passam dois meses nas cervejarias da Ambev para conhecer o processo de produção de bebidas; ficam mais dois meses nos centros de distribuição direta para aprender sobre as atividades da área comercial e depois participam, por um mês, de treinamento estratégico no prédio da administração central da companhia, em São Paulo, para se aprofundar na cultura Ambev e no conhecimento das áreas.

Na segunda metade do programa (os cinco últimos meses), os jovens escolhem uma área de interesse na qual recebem orientação dirigida e aprofundam os conhecimentos sobre suas atividades futuras. Durante esta etapa, os trainees passam por um período de treinamento intensivo no exterior. Nesta ocasião, eles se reúnem e desenvolvem atividades com os demais trainees dos outros países onde a Anheuser-Busch InBev atua.

 

Inscrições e processo seletivo

As inscrições para o programa de trainee 2017 da Ambev começam no dia 31 de julho e vão até 12 de setembro por meio do site www.queroserambev.com.br. Podem se candidatar jovens de todo o Brasil com até dois anos de formados ou que tenham previsão de formatura para o final de 2016. Após o período de inscrições, são realizadas provas online de perfil, inglês e raciocínio lógico.

 Em seguida, os candidatos fazem a etapa de Business Case, na qual realizam a análise de um case online. Depois desta etapa, acontecem entrevistas presenciais por todo o país. Posteriormente há a realização de um painel de negócios, quando os jovens desenvolvem um case em equipe. Na parte final do processo seletivo acontecem entrevistas em grupo com os diretores e o presidente da Ambev.

Entre os critérios analisados ao longo da seleção estão: habilidade para gerenciamento de pessoas e negociação, interesse por desenvolvimento de novas tecnologias, capacidade de liderança e visão empreendedora. Inglês fluente e disponibilidade para viagens e mudanças de cidade, estado ou país são atributos importantes. Experiência com trabalho voluntário  ou  entidades estudantis e  perfil empreendedor  são requisitos desejáveis.

Podem se inscrever alunos e recém-formados dos cursos de Administração de Empresas (diversas habilitações), Administração Pública, Agronomia, Agronegócios, Análise de Sistemas, Biologia, Bioquímica,  Biotecnologia, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Ciência dos Alimentos, Comércio Exterior, Comunicação Social (habilitação em Marketing, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Comunicação Mercadológica, Comunicação e Multimeios, Propaganda e Marketing), Controladoria e Finanças, Design, Direito, Direito Internacional, Economia, Engenharia (todas), Estatística, Farmácia, Física, Psicologia, Química, Matemática, Processamento de Dados, Relações Internacionais ou Sistemas da Informação.

 

Sobre a Ambev

“Ser a melhor empresa de bebidas, unindo as pessoas por um mundo melhor”. Esta é a missão da Ambev, empresa de capital aberto, sediada em São Paulo, no Brasil, com operações em 19 países das Américas (Argentina, Brasil, Bolívia, Barbados, Canadá, Chile, Colômbia, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Nicarágua, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai, Dominica, Antigua e St. Vincent).

Dona de um portfólio de “estrelas” como Antarctica, Brahma, Bohemia, Budweiser, Skol, Original, Stella Artois; os refrigerantes Guaraná Antarctica, Soda, Pepsi, Sukita, Antarctica Citrus e H2OH!; o isotônico Gatorade e o chá Lipton, além do energético Fusion e da Brahma 0,0%, totalmente sem álcool, a Ambev é líder no ranking das cervejarias na América Latina.

Reconhecida como uma das melhores empresas para se trabalhar, a Ambev tem em seus funcionários – mais de 32 mil só no Brasil – sua maior fortaleza. Por isso, investe continuamente no desenvolvimento e sucesso de sua Gente, que é incentivada a se sentir dona da companhia e pensar grande.

Pioneira, a companhia desenvolve o Programa Ambev de Consumo Responsável desde 2003, fazendo campanhas de conscientização sobre o uso indevido do álcool, norteadas pelas premissas da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre seus principais projetos estão o Papo em Família, o Na Responsa! e o Bar de Responsa. Todos voltados a evitar o consumo de álcool por menores de idade.

Sua reconhecida excelência em gestão gera retorno aos seus acionistas e garante atuação sustentável. No ano de 2015, o volume de vendas da companhia chegou a quase 170 milhões de hectolitros de bebidas e a receita líquida foi de R$ 46,7 bilhões – crescimento de 12% em relação ao ano de 2014.

Referência em práticas ambientais, a Ambev criou o Movimento CYAN – Quem vê água enxerga seu valor, uma ampla iniciativa de mobilização e conscientização da sociedade para o uso racional desse recurso natural. Um dos principais destaques de maior impacto do Movimento é o Projeto Bacias, que atua em conjunto com as ONGs WWF e The Nature Conservancy para preservar bacias hidrográficas. E, para estimular a reciclagem de resíduos pós-consumo, a companhia desenvolve inúmeras ações por meio do Ambev Recicla.

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Centro Internacional de Negócios oferece cursos na área de comércio exterior

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

13 de agosto de 2015

O Centro Internacional de Negócios, instituição da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), está com inscrições abertas para uma série de cursos de curta duração relacionados ao tema comércio exterior. Os cursos fazem parte do Programa de Capacitação Empresarial, que busca oferecer às empresas um ambiente de aprendizagem intensiva e permanente.

Os cursos ofertados são ministrados por docentes qualificados e experientes, oferecendo uma ótima relação custo-benefício além de permitir entender, antecipar e influenciar os processos de inserção internacional.

Os interessados em se inscrever podem entrar em contato com o CIN, pelos fones (85) 3421.5420/5417 e pelos e-mails cin@sfiec.org.br e rrpinheiro@sfiec.org.br. O conteúdo programático detalhado de cada curso está disponível no seguinte link http://goo.gl/B9zOum. As aulas acontecem na sede da FIEC, na Avenida Barão de Studart, 1980, em Fortaleza (CE).

Confira abaixo os cursos com inscrições abertas:

Curso “Processo de habilitação para operar no comércio exterior e atividades relacionadas aos serviços aduaneiros”

Datas: 01 e 02 de setembro de 2015

Horário: 19h às 22h

Investimento: R$ 200,00

Como Estruturar um Departamento de Comércio Exterior

Período: 10/09/2015 A 10/09/2015
Horário: 08h às 17h
Investimento: R$ 320,00

Como Prospectar Novos Mercados no Comex

Período: 11/09/2015 a 11/09/2015
Horário: 08h às 17h
Investimento: R$ 320,00

Curso Prático de Infrações e Penalidades Aduaneiras

Período: 14/09/2015 a 17/09/2015
Horário: 19h às 22h
Investimento: R$ 320,00

Básico de Importação

Período: 28/09/2015 a 01/10/2015
Horário: 19h às 22h
Investimento: R$ 320,00

Operador Econômico Autorizado Brasileiro

Período: 03/11/2015 a 06/11/2015
Horário: 19h às 22h
Investimento: R$ 320,00

* postado por Oswaldo Scaliotti

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Centro Internacional de Negócios oferece cursos na área de comércio exterior

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

13 de agosto de 2015

O Centro Internacional de Negócios, instituição da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), está com inscrições abertas para uma série de cursos de curta duração relacionados ao tema comércio exterior. Os cursos fazem parte do Programa de Capacitação Empresarial, que busca oferecer às empresas um ambiente de aprendizagem intensiva e permanente.

Os cursos ofertados são ministrados por docentes qualificados e experientes, oferecendo uma ótima relação custo-benefício além de permitir entender, antecipar e influenciar os processos de inserção internacional.

Os interessados em se inscrever podem entrar em contato com o CIN, pelos fones (85) 3421.5420/5417 e pelos e-mails cin@sfiec.org.br e rrpinheiro@sfiec.org.br. O conteúdo programático detalhado de cada curso está disponível no seguinte link http://goo.gl/B9zOum. As aulas acontecem na sede da FIEC, na Avenida Barão de Studart, 1980, em Fortaleza (CE).

Confira abaixo os cursos com inscrições abertas:

Curso “Processo de habilitação para operar no comércio exterior e atividades relacionadas aos serviços aduaneiros”

Datas: 01 e 02 de setembro de 2015

Horário: 19h às 22h

Investimento: R$ 200,00

Como Estruturar um Departamento de Comércio Exterior

Período: 10/09/2015 A 10/09/2015
Horário: 08h às 17h
Investimento: R$ 320,00

Como Prospectar Novos Mercados no Comex

Período: 11/09/2015 a 11/09/2015
Horário: 08h às 17h
Investimento: R$ 320,00

Curso Prático de Infrações e Penalidades Aduaneiras

Período: 14/09/2015 a 17/09/2015
Horário: 19h às 22h
Investimento: R$ 320,00

Básico de Importação

Período: 28/09/2015 a 01/10/2015
Horário: 19h às 22h
Investimento: R$ 320,00

Operador Econômico Autorizado Brasileiro

Período: 03/11/2015 a 06/11/2015
Horário: 19h às 22h
Investimento: R$ 320,00

* postado por Oswaldo Scaliotti