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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

CIN

Uruburetama é a 10ª maior exportadora de calçados do Brasil

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

29 de agosto de 2018

Segundo o IBGE, o setor de serviços de Uruburetama engloba 49% do PIB do município que chegou em 2015 a R$ 284 milhões. A indústria corresponde a 42% desse total e o setor primário à menos de 1%. A indústria de calçados é a principal força da produção interna do município. Ocupando a 11° posição no ranking de exportações por município do estado, a cidade soma US$ 16,3 milhões em vendas, principalmente especializada no setor de calçados. Esse valor garantiu a Uruburetama o posto de décima maior cidade exportadora de calçados do Brasil entre janeiro e junho desse ano. Os dados são do estudo Análise do Comércio Exterior dos Municípios Cearenses, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em dados do primeiro semestre de 2018.

Tendo como principal foco atender à demanda dos Estados Unidos, o consumo americano da produção calçadista de Uruburetama representa 79% do total vendido, contabilizando US$ 13,1 milhões. A Argentina, que no mesmo período do ano passado era o segundo maior destino da produção, teve notável queda em relação a 2018. No tocante às importações, que totalizaram US$ 1,1 milhões, o item de “Caixas, bolsas, e outras embalagens” é o mais adquirido. O subsetor, mesmo tendo caído 22,4% em relação a 2017, representa 50% do total comprado de outros países. A procura por couros cresceu expressivamente, pondo o insumo de calçados em 3° em valor importado. O principal fornecedor de Uruburetama tem sido a China, com US$ 973,1 mil, seguida de Índia, que no mesmo intervalo em 2017 nem apresentava registros. Os resultados proporcionam à Uruburetama um saldo comercial superavitário, que totaliza US$ 15,2 milhões.

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Aquiraz aumenta exportações em 50% no primeiro semestre de 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

27 de agosto de 2018

Oitavo maior município exportador do Ceará, Aquiraz, localizado na região metropolitana de Fortaleza, exibiu, no primeiro semestre de 2018, um desempenho muito significativo nas vendas ao exterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, foi registrado aumento de 50,5%, saindo de US$ 15,4 milhões para US$ 23,2 milhões. Na ótica das importações, a cidade apresentou o sétimo maior valor, contabilizando US$ 33,6 milhões, valor esse 39,3% menor do que o de 2017. Os dados são do estudo Análise em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, referente ao período de janeiro a julho deste ano.
O principal subsetor responsável por esse forte aumento nas vendas externas é o que engloba os produtos da castanha de caju, com um total exportado de US$ 19,5 milhões, valor esse 55,9% maior do que o exibido no mesmo período de 2017. Holanda (US$ 3,1 milhões) e México (US$ 2,3 milhões) foram os países que exibiram maior aumento nas compras dos produtos exportados por Aquiraz, com 440% e 135% respectivamente. Ainda assim, esse ranking segue sendo liderado pelos Estados Unidos, que comprou, no primeiro semestre de 2018, US$ 7,3 milhões, quase um terço do total exportado.
No primeiro semestre de 2018, a Alemanha superou a China como principal origem das importações de Aquiraz, com US$ 12,3 milhões, valor esse 120,5% maior do que o registrado em 2017. O país asiático vem em segundo com US$ 8,8 milhões, seguido por Índia, Dinamarca e Estados Unidos. O PIB de Aquiraz, contabilizado pelo IBGE em 2015 chegou à marca de R$ 1,9 bilhão, sendo 67% desse total englobado pelo setor de serviços, visto que a cidade possui a segunda maior rede hoteleira do estado. A indústria abarca 25%, enquanto o setor primário cerca de 6%. A produção de castanha de caju, frutas e mel são os principais motores da economia local.

Sobre o CIN

Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Ceará soma US$ 1,27 bilhão em exportações no acumulado de 2018 e bate recorde histórico 

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

07 de agosto de 2018

Pelo segundo mês consecutivo, o Ceará ultrapassou o recorde histórico nas exportações. O valor registrado em julho desse ano foi de US$ 247,1 milhões, pouco (1,8%) maior do que o contabilizado em junho, mas se comparado ao mesmo mês do ano passado, o montante cresceu 51,7%. As importações acompanharam o ritmo e cresceram 31,9% entre julho de 2017 e 2018, chegando a marca de US$ 275,6 milhões. Os dados fazem parte do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC).
Na análise do valor exportado no acumulado do ano (janeiro a julho), o Ceará vendeu ao exterior mais de US$ 1,27 bilhão. Esse montante é 12,9% superior ao registrado em 2017 e o maior dos últimos 20 anos. Os resultados posicionaram o estado como o 3° maior exportador do Nordeste, ultrapassando Pernambuco, e ocupando a 14ª posição no ranking nacional.
Esse momento em que o estado supera marca histórica em exportações será debatido no Ceará Global, evento que será realizado na FIEC nesta quinta-feira, dia 9/8. O evento tem como objetivo debater o processo de internacionalização da economia do estado e é realizado pela Câmara Temática de Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, ligada à Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), pela FIEC, através do Centro Internacional de Negócios e do Conselho de Relações Internacionais, e a Câmara Brasil Portugal no Ceará (CBP-CE).

O Ceará Global é destinado a empresários, executivos e servidores de empresas e instituições engajadas com comércio exterior e investimento estrangeiro. A programação contará com palestras e a apresentação de casos de sucesso de empresas cearenses.
O Ceará Global é uma agenda permanente e multilateral cujo objetivo é mostrar que nos últimos anos o Ceará tem passado por profunda transformação, mediante a consolidação e inserção de novos setores exportadores e expressivos ingressos de capitais estrangeiros na sua economia, especialmente nos setores de energia, alimentos, agronegócio e siderurgia.
Municípios
O Ceará Comex revela ainda que mais de 60% do total exportado pelo Ceará provém do município de São Gonçalo do Amarante, principalmente da forte produção do setor metalmecânico, além da presença da Zona de Processamento de Exportações (ZPE) do Pecém.  As exportações da cidade saltaram 25,4% entre 2017 e 2018, chegando a marca de US$ 768,9 milhões. Outros destaques são Caucaia e Icapuí. A cidade da região metropolitana mais do que dobrou as suas exportações no acumulado entre 2017 e 2018, contabilizando US$ 45,3 milhões. Já o município de Icapuí cresceu mais de 280%, registrando um total de US$ 30,9 milhões, destaque para a produção de melões e melancias. As vendas externas de Sobral e Fortaleza exibiram quedas, de 1,8% e 14,1% respectivamente. Os dez maiores municípios exportadores do Ceará representam mais de 90% do total.
A isenção das sobretaxas americanas sobre o aço brasileiro manteve o setor de “ferro fundido, ferro e aço” como o principal na pauta exportadora cearense com US$ 772,7 milhões, crescendo 35% entre 2017 e 2018. O setor de frutas, impulsionado pelo aumento nas exportações de melões e melancias figuram em terceiro nesse ranking com um total de US$ 84,4 milhões, variando positivamente 44,6%. O segmento que exibiu maior crescimento (267,7%) foi o de “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, e suas partes”, passando de US$ 9,9 milhões para US$ 36,4 milhões, setor esse que engloba os produtos do ramo de energia eólica.
Os Estados Unidos mantêm o posto de principal destino das exportações totais cearenses, com um valor 57,4% superior ao do ano passado, passando de US$ 282,4 milhões para US$ 444,5 milhões. Essa cifra representa quase 35% de tudo que foi vendido ao exterior pelo Ceará. A parceria do Estado com países europeus também apresentou evolução em 2018. Países como Turquia (US$ 116,7 milhões), Alemanha (US$ 73,7 milhões), Polônia (US$ 56,4 milhões), Holanda (US$ 28,2 milhões) e Reino Unido (US$ 23,2 milhões) figuram entre os dez maiores compradores dos produtos cearenses. O Canadá se destacou com um aumento de 200%, nas exportações chegando à marca de US$ 55,2 milhões, comprando principalmente placas de aço, castanha de caju e água de coco.
Sobre o CIN
O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Exportações de móveis cearenses apresentam estagnação no acumulado de 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

20 de junho de 2018

As exportações do setor de móveis do Ceará no acumulado de 2018 totalizaram US$ 154,3 mil, valor 0,7% maior ante igual período do ano passado. No âmbito das importações, o setor cearense apresentou um crescimento de 253,4% em relação a 2017, chegando a US$ 1,7 milhão. O saldo da balança comercial do setor continua deficitário em US$ 1,5 milhões. Os dados fazem parte do Estudo Setorial elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

A Dinamarca lidera o ranking dos países compradores dos móveis cearenses, com US$ 33,1 mil seguida por Porto Rico (US$ 20,3 mil) e Estados Unidos (US$ 18.2 mil). Destaque, na lista dos países de destino dos produtos cearenses, para Mianmar que comprou cinco vezes mais que no mesmo período do ano passado.

A China responde por 46,6% das importações cearenses, entretanto, vale o destaque para os Estados Unidos, que exibiram um aumento de 19.085 pontos percentuais, classificando-se em segundo lugar no ranking dos países importadores.

Sobre o CIN

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Exportação cearense de couro cai 42,1% no acumulado de 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

16 de junho de 2018

O setor de couros e peles do Ceará exportou de janeiro a abril de 2018 um total US$ 25,3 milhões, volume 42,1% inferior ao mesmo período do ano passado. Já as importações, no mesmo período, caíram de US$ 6,1 milhões para US$ 4,3 milhões, uma queda de 29%.  O saldo da balança comercial registrou, portanto, um déficit de US$ 21 milhões. Os dados fazem parte do Estudo Setorial de Couro realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Em 2017, a Hungria era o principal destino do couro cearense, com US$ 18,4 milhões. Esse valor caiu 77,2%, configurando-se como um dos motivos da queda do setor. No ano atual, os Estados Unidos lideram a lista de compradores com US$ 8,1 milhões, seguidos pela Itália com US$ 6,0 milhões, valor 55,5% maior do que o do ano passado. Assim como nas exportações, os Estados Unidos lideram o ranking das origens das importações de couros do Ceará com US$ 1,9 milhões, seguido por Uruguai (US$ 1,1 milhão), Paraguai (US$ 710 mil) e Itália (US$ 130 mil).

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Ceará registra queda de 5% nas exportações no acumulado do ano  

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

13 de junho de 2018

De janeiro a maio, o Ceará exportou US$ 783 milhões, valor 5% inferior a igual período em 2017. Mesmo assim, é o segundo melhor resultado dos últimos cinco anos, atrás apenas do acumulado dos primeiros cinco meses do ano passado. Esse resultado deixa o Ceará na posição de quarto maior exportador do Nordeste e 15º entre os estados exportadores do Brasil. Já as importações cearenses do período registraram o terceiro maior desempenho do quinquênio, contabilizando US$ 1,1 bilhão. O resultado da balança comercial do Estado ficou, portanto, com um déficit de US$ 310,5. Os dados são do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

O estudo mostra que o Ceará exportou em maio de 2018 US$ 143,8 milhões montante 4,1% menor que o registrado em abril. Comparado com o mesmo mês de 2017, a queda foi ainda mais significativa (29,9%), quando o estado vendeu para o exterior mais de US$ 205,3 milhões. Na ótica da importação, o desempenho cearense foi na contramão das exportações, com aumento de 59,8% em relação a abril, chegando à marca de US$ 295,7 milhões. Na comparação com igual período do ano passado, o aumento foi de 62,9%. Maio foi ainda o mês com o maior valor importado de 2018.

Em relação aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram crescimento nas vendas externas ante igual período no ano anterior. Vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 416,8 milhões, representando mais da metade da pauta exportadora do Estado. A Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP impactou diretamente no resultado do município. Sobral vem em segundo no ranking, com US$ 65,2 milhões. As exportações de Fortaleza exibiram queda de 13,6% entre 2017 e 2018, contabilizando US$ 56,9 milhões. Icapuí ganha significância no mercado externo devido à forte produção e exportação de melões. Ocupando a quinta posição, com um aumento de mais de 548,2%, as vendas ao exterior do município chegaram à marca de US$ 27,6 milhões.

Examinando o ranking dos principais setores exportados pelo Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com mais de US$ 417,2 milhões. Em relação a 2017, o setor decaiu em 6,2%. Novamente constata-se a relevância da CSP no perfil das vendas externas do estado. O setor de “frutas; cascas de frutos cítricos e de melões” ganha destaque pelo aumento de 62,0%, colocando o Ceará entre os líderes nacionais desse segmento. O setor calçadista, tradicional na indústria, apesar da queda de 8,2%, segue como forte participante na pauta exportadora cearense.

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Exportações de calçados seguem ritmo de crescimento

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

10 de junho de 2018

O Ceará exportou de janeiro a abril de 2018 US$ 94,1 milhões, valor 0,9% maior do que o do mesmo período de 2017, posicionando-se como segundo Estado que mais exporta no Brasil em valores. As importações do setor registraram um aumento de 74,8%, passando de US$ 2,5 milhões para US$ 4,5 milhões. Tal elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de solas e partes superiores, obtidos principalmente da China. As informações constam do Estudo Setorial do setor de Calçados, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

O estudo destaca que apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, no ano passado, o posto do principal setor exportador do Ceará para o metal mecânico devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Tal fato explica a queda na participação da balança comercial cearense que já foi de 27,2% em 2016, 15,1% no ano passado e em 2018, 14,7%.

Sob a ótica dos produtos exportados, o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias” continua liderando o ranking, com US$ 32,8 milhões, um acréscimo de 12,5% em relação à 2017.

A Argentina e os Estados Unidos compraram menos calçados do Ceará, mas continuam no topo da lista de países-destino, sendo a primeira com US$ 19,1 milhões e o segundo com US$ 16,7 milhões. O Peru apresentou um aumento de 61,3% no período analisado e passou a figurar dentre os 5 maiores compradores do setor. As importações têm como principal origem a China, com US$ 4,3 milhões.

Confira o estudo completo AQUI.

Sobre o CIN

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Ceará segue na terceira posição no Brasil em exportação de bebidas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

21 de Fevereiro de 2018

 

O Ceará em 2018 segue como terceiro maior exportador de bebidas do Brasil – atrás apenas de São Paulo e Paraná. As vendas externas cearenses do setor acompanharam a tendência nacional de queda, registrando uma discreta retração de 4,9% em relação ao ano de 2017, alcançando no acumulado do ano o montante de US$ 5,1 milhões. Já nas importações, o estado exibiu queda de 65,5%, em relação ao ano anterior, bem acima da média nacional que foi de 20,8%. Os dados são do estudo Ceará em Comex relativo a janeiro, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEC. Os destaques das exportações ficam por conta da “Água de Coco”, que representa sozinha quase 70% do total de bebidas vendido. Principal destino das exportações cearenses, os EUA reduziram as compras de bebidas do Estado em 5,9%, mas ainda são responsáveis por 68% do total exportado.

Confira AQUI o estudo completo. 

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Balança comercial cearense apresenta melhor desempenho no comparativo dos últimos cinco anos

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de Fevereiro de 2018

As exportações cearenses em janeiro de 2018 atingiram a cifra de US$ 180,5 milhões, o valor representa crescimento de 15,3% quando comparado ao valor do mesmo mês em 2017. Já em dezembro do ano passado o valor é US$ 231,4 milhões. Do lado das importações, o primeiro mês de 2018 totalizou US$ 194,8 milhões, expressiva elevação em relação a dezembro de 2017 quando foi importado US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período do ano anterior, houve decréscimo de 4,1%. Vale ressaltar que as compras externas cearenses vinham registrando retração durante os últimos três meses de 2017. Os dados são do documento Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O comportamento da balança comercial do Estado, janeiro de 2018 alcançou a marca de melhor mês para o período, desde o início da série histórica, no ano 2000. Por sua vez, as importações registraram o segundo menor valor dos mesmos cinco anos, ficando à frente apenas de 2016. Como resultado final de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o mês com saldo negativo de US$ 14,3 milhões. Apesar do resultado, foi o melhor desempenho para o período no comparativo dos últimos cinco anos.

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Exportação de calçados cearense cresce 7,6% em 2017

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de Janeiro de 2018

 

Segundo maior estado exportador do Brasil em valores (e primeiro em pares), o Ceará exportou em 2017, o total de US$ 312,9 milhões, o que representa alta de 7,6% em relação ao mesmo período de 2016. As importações exibiram um aumento de 97,3%, passando de US$ 3,5 para US$ 6,9 milhões. Esta elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de solas e partes superiores, obtidos principalmente da China. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De acordo com o estudo Ceará em Comex, é importante destacar que se tais itens da pauta de exportações forem utilizados no produto final a ser exportado, a indústria fica desobrigada a pagar os diversos impostos da aquisição destes componentes, através do regime especial conhecido como drawback, tornando assim as empresas mais competitivas. Vale ressaltar que apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, em 2017, o posto do principal setor exportado do Ceará para o metal mecânico (devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém). Tal fato explica a queda na participação da balança comercial cearense de 22,5% para 14,8%.

Sob o âmbito dos produtos exportados, o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias” continua liderando o ranking, com US$ 96,2 milhões. Vale o destaque para “Calçados para outros esportes, de borracha ou plástico”, que apresentaram aumento de 107,6% entre 2016 e 2017. A Argentina ocupa a posição de principal destino das exportações cearenses de calçados e apresentou crescimento de 21,4% em relação a 2016. Os EUA estão em segundo, com uma pequena diferença na participação nas importações, porém exibem uma queda de 10,5% em relação ao ano anterior. Colômbia e Bolívia foram outros destinos de destaque, com aumento respectivo de 14,8% e 76,8%.

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Exportação de calçados cearense cresce 7,6% em 2017

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de Janeiro de 2018

 

Segundo maior estado exportador do Brasil em valores (e primeiro em pares), o Ceará exportou em 2017, o total de US$ 312,9 milhões, o que representa alta de 7,6% em relação ao mesmo período de 2016. As importações exibiram um aumento de 97,3%, passando de US$ 3,5 para US$ 6,9 milhões. Esta elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de solas e partes superiores, obtidos principalmente da China. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De acordo com o estudo Ceará em Comex, é importante destacar que se tais itens da pauta de exportações forem utilizados no produto final a ser exportado, a indústria fica desobrigada a pagar os diversos impostos da aquisição destes componentes, através do regime especial conhecido como drawback, tornando assim as empresas mais competitivas. Vale ressaltar que apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, em 2017, o posto do principal setor exportado do Ceará para o metal mecânico (devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém). Tal fato explica a queda na participação da balança comercial cearense de 22,5% para 14,8%.

Sob o âmbito dos produtos exportados, o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias” continua liderando o ranking, com US$ 96,2 milhões. Vale o destaque para “Calçados para outros esportes, de borracha ou plástico”, que apresentaram aumento de 107,6% entre 2016 e 2017. A Argentina ocupa a posição de principal destino das exportações cearenses de calçados e apresentou crescimento de 21,4% em relação a 2016. Os EUA estão em segundo, com uma pequena diferença na participação nas importações, porém exibem uma queda de 10,5% em relação ao ano anterior. Colômbia e Bolívia foram outros destinos de destaque, com aumento respectivo de 14,8% e 76,8%.

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