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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

CIN

Exportações de móveis cearenses apresentam estagnação no acumulado de 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

20 de junho de 2018

As exportações do setor de móveis do Ceará no acumulado de 2018 totalizaram US$ 154,3 mil, valor 0,7% maior ante igual período do ano passado. No âmbito das importações, o setor cearense apresentou um crescimento de 253,4% em relação a 2017, chegando a US$ 1,7 milhão. O saldo da balança comercial do setor continua deficitário em US$ 1,5 milhões. Os dados fazem parte do Estudo Setorial elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

A Dinamarca lidera o ranking dos países compradores dos móveis cearenses, com US$ 33,1 mil seguida por Porto Rico (US$ 20,3 mil) e Estados Unidos (US$ 18.2 mil). Destaque, na lista dos países de destino dos produtos cearenses, para Mianmar que comprou cinco vezes mais que no mesmo período do ano passado.

A China responde por 46,6% das importações cearenses, entretanto, vale o destaque para os Estados Unidos, que exibiram um aumento de 19.085 pontos percentuais, classificando-se em segundo lugar no ranking dos países importadores.

Sobre o CIN

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Exportação cearense de couro cai 42,1% no acumulado de 2018

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

16 de junho de 2018

O setor de couros e peles do Ceará exportou de janeiro a abril de 2018 um total US$ 25,3 milhões, volume 42,1% inferior ao mesmo período do ano passado. Já as importações, no mesmo período, caíram de US$ 6,1 milhões para US$ 4,3 milhões, uma queda de 29%.  O saldo da balança comercial registrou, portanto, um déficit de US$ 21 milhões. Os dados fazem parte do Estudo Setorial de Couro realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

Em 2017, a Hungria era o principal destino do couro cearense, com US$ 18,4 milhões. Esse valor caiu 77,2%, configurando-se como um dos motivos da queda do setor. No ano atual, os Estados Unidos lideram a lista de compradores com US$ 8,1 milhões, seguidos pela Itália com US$ 6,0 milhões, valor 55,5% maior do que o do ano passado. Assim como nas exportações, os Estados Unidos lideram o ranking das origens das importações de couros do Ceará com US$ 1,9 milhões, seguido por Uruguai (US$ 1,1 milhão), Paraguai (US$ 710 mil) e Itália (US$ 130 mil).

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Ceará registra queda de 5% nas exportações no acumulado do ano  

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

13 de junho de 2018

De janeiro a maio, o Ceará exportou US$ 783 milhões, valor 5% inferior a igual período em 2017. Mesmo assim, é o segundo melhor resultado dos últimos cinco anos, atrás apenas do acumulado dos primeiros cinco meses do ano passado. Esse resultado deixa o Ceará na posição de quarto maior exportador do Nordeste e 15º entre os estados exportadores do Brasil. Já as importações cearenses do período registraram o terceiro maior desempenho do quinquênio, contabilizando US$ 1,1 bilhão. O resultado da balança comercial do Estado ficou, portanto, com um déficit de US$ 310,5. Os dados são do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

O estudo mostra que o Ceará exportou em maio de 2018 US$ 143,8 milhões montante 4,1% menor que o registrado em abril. Comparado com o mesmo mês de 2017, a queda foi ainda mais significativa (29,9%), quando o estado vendeu para o exterior mais de US$ 205,3 milhões. Na ótica da importação, o desempenho cearense foi na contramão das exportações, com aumento de 59,8% em relação a abril, chegando à marca de US$ 295,7 milhões. Na comparação com igual período do ano passado, o aumento foi de 62,9%. Maio foi ainda o mês com o maior valor importado de 2018.

Em relação aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram crescimento nas vendas externas ante igual período no ano anterior. Vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 416,8 milhões, representando mais da metade da pauta exportadora do Estado. A Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP impactou diretamente no resultado do município. Sobral vem em segundo no ranking, com US$ 65,2 milhões. As exportações de Fortaleza exibiram queda de 13,6% entre 2017 e 2018, contabilizando US$ 56,9 milhões. Icapuí ganha significância no mercado externo devido à forte produção e exportação de melões. Ocupando a quinta posição, com um aumento de mais de 548,2%, as vendas ao exterior do município chegaram à marca de US$ 27,6 milhões.

Examinando o ranking dos principais setores exportados pelo Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com mais de US$ 417,2 milhões. Em relação a 2017, o setor decaiu em 6,2%. Novamente constata-se a relevância da CSP no perfil das vendas externas do estado. O setor de “frutas; cascas de frutos cítricos e de melões” ganha destaque pelo aumento de 62,0%, colocando o Ceará entre os líderes nacionais desse segmento. O setor calçadista, tradicional na indústria, apesar da queda de 8,2%, segue como forte participante na pauta exportadora cearense.

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Exportações de calçados seguem ritmo de crescimento

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

10 de junho de 2018

O Ceará exportou de janeiro a abril de 2018 US$ 94,1 milhões, valor 0,9% maior do que o do mesmo período de 2017, posicionando-se como segundo Estado que mais exporta no Brasil em valores. As importações do setor registraram um aumento de 74,8%, passando de US$ 2,5 milhões para US$ 4,5 milhões. Tal elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de solas e partes superiores, obtidos principalmente da China. As informações constam do Estudo Setorial do setor de Calçados, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).

O estudo destaca que apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, no ano passado, o posto do principal setor exportador do Ceará para o metal mecânico devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Tal fato explica a queda na participação da balança comercial cearense que já foi de 27,2% em 2016, 15,1% no ano passado e em 2018, 14,7%.

Sob a ótica dos produtos exportados, o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias” continua liderando o ranking, com US$ 32,8 milhões, um acréscimo de 12,5% em relação à 2017.

A Argentina e os Estados Unidos compraram menos calçados do Ceará, mas continuam no topo da lista de países-destino, sendo a primeira com US$ 19,1 milhões e o segundo com US$ 16,7 milhões. O Peru apresentou um aumento de 61,3% no período analisado e passou a figurar dentre os 5 maiores compradores do setor. As importações têm como principal origem a China, com US$ 4,3 milhões.

Confira o estudo completo AQUI.

Sobre o CIN

O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria – SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi – IEL Ceará formam o Sistema FIEC.

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Ceará segue na terceira posição no Brasil em exportação de bebidas

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

21 de Fevereiro de 2018

 

O Ceará em 2018 segue como terceiro maior exportador de bebidas do Brasil – atrás apenas de São Paulo e Paraná. As vendas externas cearenses do setor acompanharam a tendência nacional de queda, registrando uma discreta retração de 4,9% em relação ao ano de 2017, alcançando no acumulado do ano o montante de US$ 5,1 milhões. Já nas importações, o estado exibiu queda de 65,5%, em relação ao ano anterior, bem acima da média nacional que foi de 20,8%. Os dados são do estudo Ceará em Comex relativo a janeiro, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEC. Os destaques das exportações ficam por conta da “Água de Coco”, que representa sozinha quase 70% do total de bebidas vendido. Principal destino das exportações cearenses, os EUA reduziram as compras de bebidas do Estado em 5,9%, mas ainda são responsáveis por 68% do total exportado.

Confira AQUI o estudo completo. 

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Balança comercial cearense apresenta melhor desempenho no comparativo dos últimos cinco anos

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de Fevereiro de 2018

As exportações cearenses em janeiro de 2018 atingiram a cifra de US$ 180,5 milhões, o valor representa crescimento de 15,3% quando comparado ao valor do mesmo mês em 2017. Já em dezembro do ano passado o valor é US$ 231,4 milhões. Do lado das importações, o primeiro mês de 2018 totalizou US$ 194,8 milhões, expressiva elevação em relação a dezembro de 2017 quando foi importado US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período do ano anterior, houve decréscimo de 4,1%. Vale ressaltar que as compras externas cearenses vinham registrando retração durante os últimos três meses de 2017. Os dados são do documento Ceará em Comex, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O comportamento da balança comercial do Estado, janeiro de 2018 alcançou a marca de melhor mês para o período, desde o início da série histórica, no ano 2000. Por sua vez, as importações registraram o segundo menor valor dos mesmos cinco anos, ficando à frente apenas de 2016. Como resultado final de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o mês com saldo negativo de US$ 14,3 milhões. Apesar do resultado, foi o melhor desempenho para o período no comparativo dos últimos cinco anos.

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Exportação de calçados cearense cresce 7,6% em 2017

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

29 de Janeiro de 2018

 

Segundo maior estado exportador do Brasil em valores (e primeiro em pares), o Ceará exportou em 2017, o total de US$ 312,9 milhões, o que representa alta de 7,6% em relação ao mesmo período de 2016. As importações exibiram um aumento de 97,3%, passando de US$ 3,5 para US$ 6,9 milhões. Esta elevação está relacionada com a aquisição de componentes para a fabricação do produto final, como é o caso de solas e partes superiores, obtidos principalmente da China. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, com base em informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

De acordo com o estudo Ceará em Comex, é importante destacar que se tais itens da pauta de exportações forem utilizados no produto final a ser exportado, a indústria fica desobrigada a pagar os diversos impostos da aquisição destes componentes, através do regime especial conhecido como drawback, tornando assim as empresas mais competitivas. Vale ressaltar que apesar do bom desempenho no cenário externo, os calçados perderam, em 2017, o posto do principal setor exportado do Ceará para o metal mecânico (devido ao início das atividades da Companhia Siderúrgica do Pecém). Tal fato explica a queda na participação da balança comercial cearense de 22,5% para 14,8%.

Sob o âmbito dos produtos exportados, o item “Calçados de borracha ou plásticos, com parte superior em tiras ou correias” continua liderando o ranking, com US$ 96,2 milhões. Vale o destaque para “Calçados para outros esportes, de borracha ou plástico”, que apresentaram aumento de 107,6% entre 2016 e 2017. A Argentina ocupa a posição de principal destino das exportações cearenses de calçados e apresentou crescimento de 21,4% em relação a 2016. Os EUA estão em segundo, com uma pequena diferença na participação nas importações, porém exibem uma queda de 10,5% em relação ao ano anterior. Colômbia e Bolívia foram outros destinos de destaque, com aumento respectivo de 14,8% e 76,8%.

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Trajetória de recuperação da indústria cearense se consolida em dezembro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

24 de Janeiro de 2018

A Sondagem Industrial sobre o Ceará revelou continuidade da trajetória de recuperação da indústria em dezembro no Estado. O mês é usualmente um período de ajuste para a indústria, após o ápice da produção, que ocorre nos meses de outubro e novembro, entretanto, as reduções ocorridas em dezembro de 2017 são menores que as ocorridas no mesmo mês dos anos anteriores, seja na evolução da produção, do pessoal empregado, com estoques próximos ao planejado pelas empresas e utilização da capacidade produtiva mais próxima ao que é considerado usual para dezembro.

A produção industrial cearense registrou decréscimo em dezembro, comportamento usual para o mês, com indicador de 45,1 pontos, ou seja, abaixo da linha divisória dos 50 pontos. Entretanto, a menor intensidade da redução é evidenciada por ser o melhor resultado para o mês de dezembro desde 2012. Com isso, apesar da Utilização da Capacidade Instalada da indústria situar-se abaixo do usual para o mês, com 44,4 pontos, ainda representa o melhor resultado para dezembro dos últimos cinco meses, fato também ocorrido para a evolução do número de empregados. Desta forma, a indústria opera com estoques dentro do planejado. As expectativas dos industriais cearenses são bastante positivas para os próximos seis meses.

Os índices de perspectivas quanto a demanda, a compra de matérias-primas e a quantidade exportada registram valores acima dos 55 pontos, reforçando o otimismo por parte dos industriais cearenses no mês da coleta, ou seja, em janeiro de 2018. A intenção de investimento por parte dos industriais cearenses situou-se acima da média histórica de 49,66 pontos (calculada desde novembro de 2013), mas ainda permanece distante do período pré-crise (71,7 pontos em dezembro de 2013). Essas foram as principais conclusões da pesquisa Sondagem Industrial, realizada pelo Núcleo de Economia e Estratégia da Federação das Indústrias do Estado do Ceará – FIEC, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria – CNI.

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Com foco em competitividade e eficiência,  importação é tema de curso na FIEC

Por Oswaldo Scaliotti em Qualificação

12 de Janeiro de 2018

O Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) realiza de 22 a 25 de janeiro, das 19h às 22h, na Casa da Indústria, o curso “Importação: Competitividade e Eficiência”. O objetivo da capacitação é apresentar a importação como um diferencial estratégico para as empresas cearenses por meio de ganho de competitividade, através da redução de custos na aquisição de insumos e matérias primas para o processo produtivo. Para tanto, o treinamento apresentará as informações das rotinas administrativas relativas aos trâmites nas operações.

O público-alvo da capacitação são empresários, gestores e funcionários das áreas comercial, administrativa, operacional e fiscal, além de despachantes aduaneiros e demais prestadores de serviços, profissionais liberais e todos os envolvidos direta ou indiretamente com as atividades de importação.

O treinamento será ministrado por Paulo Elias, Mestre em Administração e Controladoria pela Universidade Federal do Ceará; Sócio da GHIA Assessoria e Consultoria em Comércio Exterior, tendo atuado por 15 anos como diretor de importação do grupo GAC.

O conteúdo do curso é extenso, abordando desde tópicos introdutórios (como e o caso dos entes do comércio exterior brasileiro e a estrutura logística no Ceará), passando pelo credenciamento e habilitação para importar; negociação e análise dos documentos; a formatação da importação; o controle administrativo no comércio exterior; os aspectos tributários; e os procedimentos aduaneiros e fiscais.

Serviço:
Curso Importação: Competitividade e Eficiência
Data: 22 a 25 de janeiro
Horário: 19h às 22h
Local: Casa da Indústria (Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota)

Clique AQUI e se inscreva.
Mais informações: fbraga@sfiec.org.br | 3421.5423

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ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de Janeiro de 2018

As exportações cearenses em dezembro de 2017 atingiram a cifra de US$ 231,4 milhões (recorde para um mês), apresentando crescimento de 45,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No comparativo com novembro, quando fora exportado US$ 217,1 milhões, o desempenho é 6,6% superior. Trata-se do quarto mês consecutivo em que as vendas externas do Ceará registram incremento. Do lado das importações, dezembro apresentou queda de 18,6% em relação a novembro, totalizando US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período de 2016, o decréscimo foi de 16,7%. Na contramão do que vem ocorrendo com as exportações, as compras do exterior vêm registrando queda ao longo dos últimos meses. Trata-se do terceiro declínio consecutivo.

Observando o comportamento da balança comercial do Estado em 2017, as vendas externas cearenses ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016. Por sua vez, as importações atingiram US$ 2,2 bilhões, representando uma queda de 35,7% em relação ao ano anterior. Como resultado final de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o ano com saldo negativo de US$ 140,5 milhões. Apesar de negativo, o valor representa uma redução do déficit em 93,6% em relação a 2016.

No tocante à balança comercial do Nordeste, a participação das exportações cearenses no acumulado do ano foi de 12,54% (acima dos 10,10% registrado em 2016) e acima dos 11,55% das importações. Trata-se de um comportamento inédito em relação aos últimos 5 anos do período em análise. Em relação à participação na balança comercial brasileira, as vendas externas do Estado apresentaram alta, de 0,70% para 0,97%. Novamente, trata-se de um desempenho histórico. Em contrapartida, a participação das compras do exterior regrediu de 2,54% para 1,49%.

O Ceará posicionou-se na décima quarta colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros em 2017. Em termos de crescimento, o Estado registrou a quarta maior alta percentual no país com 62,5%, bem acima da média nacional, de 17,5%. No que tange aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram queda nas vendas externas sobre o ano anterior. Entretanto, vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 1,1 bilhão (aumento de 362,8%), representando mais da metade da pauta exportadora do Estado.

As exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP impactam diretamente no resultado positivo do referido município. Sobral ultrapassou Fortaleza e vem em segundo no ranking, exportando US$ 177,7 milhões. Caucaia, Eusébio, Icapuí, Uruburetama e Cascavel apresentaram expressivas retrações nas vendas externas. Examinando o ranking dos principais setores exportadores do Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com mais de US$ 1 bilhão, graças ao expressivo aumento de 465,3%. Novamente constata-se a importância da CSP no perfil das exportações cearenses. O desempenho das exportações do Estado só não foram melhores, em virtude das quedas de 61,2% das “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos”; de 24,4% dos “fios e tecidos de algodão”; de 18,7% das “frutas (incluindo a castanha de caju)”; e de 15,8% das “peles e couros”.

Confira o estudo completo AQUI.

 

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ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de Janeiro de 2018

As exportações cearenses em dezembro de 2017 atingiram a cifra de US$ 231,4 milhões (recorde para um mês), apresentando crescimento de 45,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No comparativo com novembro, quando fora exportado US$ 217,1 milhões, o desempenho é 6,6% superior. Trata-se do quarto mês consecutivo em que as vendas externas do Ceará registram incremento. Do lado das importações, dezembro apresentou queda de 18,6% em relação a novembro, totalizando US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período de 2016, o decréscimo foi de 16,7%. Na contramão do que vem ocorrendo com as exportações, as compras do exterior vêm registrando queda ao longo dos últimos meses. Trata-se do terceiro declínio consecutivo.

Observando o comportamento da balança comercial do Estado em 2017, as vendas externas cearenses ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016. Por sua vez, as importações atingiram US$ 2,2 bilhões, representando uma queda de 35,7% em relação ao ano anterior. Como resultado final de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o ano com saldo negativo de US$ 140,5 milhões. Apesar de negativo, o valor representa uma redução do déficit em 93,6% em relação a 2016.

No tocante à balança comercial do Nordeste, a participação das exportações cearenses no acumulado do ano foi de 12,54% (acima dos 10,10% registrado em 2016) e acima dos 11,55% das importações. Trata-se de um comportamento inédito em relação aos últimos 5 anos do período em análise. Em relação à participação na balança comercial brasileira, as vendas externas do Estado apresentaram alta, de 0,70% para 0,97%. Novamente, trata-se de um desempenho histórico. Em contrapartida, a participação das compras do exterior regrediu de 2,54% para 1,49%.

O Ceará posicionou-se na décima quarta colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros em 2017. Em termos de crescimento, o Estado registrou a quarta maior alta percentual no país com 62,5%, bem acima da média nacional, de 17,5%. No que tange aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram queda nas vendas externas sobre o ano anterior. Entretanto, vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 1,1 bilhão (aumento de 362,8%), representando mais da metade da pauta exportadora do Estado.

As exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP impactam diretamente no resultado positivo do referido município. Sobral ultrapassou Fortaleza e vem em segundo no ranking, exportando US$ 177,7 milhões. Caucaia, Eusébio, Icapuí, Uruburetama e Cascavel apresentaram expressivas retrações nas vendas externas. Examinando o ranking dos principais setores exportadores do Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com mais de US$ 1 bilhão, graças ao expressivo aumento de 465,3%. Novamente constata-se a importância da CSP no perfil das exportações cearenses. O desempenho das exportações do Estado só não foram melhores, em virtude das quedas de 61,2% das “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos”; de 24,4% dos “fios e tecidos de algodão”; de 18,7% das “frutas (incluindo a castanha de caju)”; e de 15,8% das “peles e couros”.

Confira o estudo completo AQUI.

 

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