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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

CIN

Com foco em competitividade e eficiência,  importação é tema de curso na FIEC

Por Oswaldo Scaliotti em Qualificação

12 de Janeiro de 2018

O Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) realiza de 22 a 25 de janeiro, das 19h às 22h, na Casa da Indústria, o curso “Importação: Competitividade e Eficiência”. O objetivo da capacitação é apresentar a importação como um diferencial estratégico para as empresas cearenses por meio de ganho de competitividade, através da redução de custos na aquisição de insumos e matérias primas para o processo produtivo. Para tanto, o treinamento apresentará as informações das rotinas administrativas relativas aos trâmites nas operações.

O público-alvo da capacitação são empresários, gestores e funcionários das áreas comercial, administrativa, operacional e fiscal, além de despachantes aduaneiros e demais prestadores de serviços, profissionais liberais e todos os envolvidos direta ou indiretamente com as atividades de importação.

O treinamento será ministrado por Paulo Elias, Mestre em Administração e Controladoria pela Universidade Federal do Ceará; Sócio da GHIA Assessoria e Consultoria em Comércio Exterior, tendo atuado por 15 anos como diretor de importação do grupo GAC.

O conteúdo do curso é extenso, abordando desde tópicos introdutórios (como e o caso dos entes do comércio exterior brasileiro e a estrutura logística no Ceará), passando pelo credenciamento e habilitação para importar; negociação e análise dos documentos; a formatação da importação; o controle administrativo no comércio exterior; os aspectos tributários; e os procedimentos aduaneiros e fiscais.

Serviço:
Curso Importação: Competitividade e Eficiência
Data: 22 a 25 de janeiro
Horário: 19h às 22h
Local: Casa da Indústria (Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota)

Clique AQUI e se inscreva.
Mais informações: fbraga@sfiec.org.br | 3421.5423

  • postado por Oswaldo Scaliotti
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ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de Janeiro de 2018

As exportações cearenses em dezembro de 2017 atingiram a cifra de US$ 231,4 milhões (recorde para um mês), apresentando crescimento de 45,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. No comparativo com novembro, quando fora exportado US$ 217,1 milhões, o desempenho é 6,6% superior. Trata-se do quarto mês consecutivo em que as vendas externas do Ceará registram incremento. Do lado das importações, dezembro apresentou queda de 18,6% em relação a novembro, totalizando US$ 135,4 milhões. Ao comparar com o mesmo período de 2016, o decréscimo foi de 16,7%. Na contramão do que vem ocorrendo com as exportações, as compras do exterior vêm registrando queda ao longo dos últimos meses. Trata-se do terceiro declínio consecutivo.

Observando o comportamento da balança comercial do Estado em 2017, as vendas externas cearenses ultrapassaram pela primeira vez na história, a marca de US$ 2 bilhões – alta de 62,5% quando comparado com 2016. Por sua vez, as importações atingiram US$ 2,2 bilhões, representando uma queda de 35,7% em relação ao ano anterior. Como resultado final de tais trocas comerciais, a balança cearense fechou o ano com saldo negativo de US$ 140,5 milhões. Apesar de negativo, o valor representa uma redução do déficit em 93,6% em relação a 2016.

No tocante à balança comercial do Nordeste, a participação das exportações cearenses no acumulado do ano foi de 12,54% (acima dos 10,10% registrado em 2016) e acima dos 11,55% das importações. Trata-se de um comportamento inédito em relação aos últimos 5 anos do período em análise. Em relação à participação na balança comercial brasileira, as vendas externas do Estado apresentaram alta, de 0,70% para 0,97%. Novamente, trata-se de um desempenho histórico. Em contrapartida, a participação das compras do exterior regrediu de 2,54% para 1,49%.

O Ceará posicionou-se na décima quarta colocação no ranking dos estados exportadores brasileiros em 2017. Em termos de crescimento, o Estado registrou a quarta maior alta percentual no país com 62,5%, bem acima da média nacional, de 17,5%. No que tange aos dez principais municípios exportadores do Ceará, seis apresentaram queda nas vendas externas sobre o ano anterior. Entretanto, vale o destaque para o município de São Gonçalo do Amarante, que lidera a lista com US$ 1,1 bilhão (aumento de 362,8%), representando mais da metade da pauta exportadora do Estado.

As exportações da Companhia Siderúrgica do Pecém – CSP impactam diretamente no resultado positivo do referido município. Sobral ultrapassou Fortaleza e vem em segundo no ranking, exportando US$ 177,7 milhões. Caucaia, Eusébio, Icapuí, Uruburetama e Cascavel apresentaram expressivas retrações nas vendas externas. Examinando o ranking dos principais setores exportadores do Ceará, “ferro fundido, ferro e aço” segue liderando a lista, com mais de US$ 1 bilhão, graças ao expressivo aumento de 465,3%. Novamente constata-se a importância da CSP no perfil das exportações cearenses. O desempenho das exportações do Estado só não foram melhores, em virtude das quedas de 61,2% das “Máquinas, aparelhos e materiais elétricos”; de 24,4% dos “fios e tecidos de algodão”; de 18,7% das “frutas (incluindo a castanha de caju)”; e de 15,8% das “peles e couros”.

Confira o estudo completo AQUI.

 

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Exportações de castanhas de caju no Ceará sofrem retração em setembro

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

19 de outubro de 2017

 
Tradicional setor exportador cearense, a castanha de caju e seus derivados continuam registrando retração nas vendas externas em 2017. De janeiro a setembro, as vendas externas caíram 14,1%, passando de US$ 78,3 milhões em 2016 para US$ 67,2 milhões no ano vigente.Já as importações aumentaram de US$ 10,0 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2016 para US$ 28,3 milhões no mesmo período de 2017. O resultado gerou um superávit de R$ 38,8 milhões, valor 43% mais baixo que o registrado em igual período de 2016. As informações fazem parte do Miniestudo Setorial Castanha de Caju produzido mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.  
 
A queda de 23,5% na comercialização para os EUA (principal comprador dos produtos do setor cearense) explica tal desempenho. Apesar da queda nas exportações, o Ceará continua sendo o maior exportador de castanha de caju do Brasil, respondendo a mais de 80% das exportações brasileiras. Em compensação, em busca de satisfazer a demanda criada, o Estado passou a ser um grande importador do fruto, praticamente triplicando o volume, de US$ 10 para 28,3 milhões (alta de 183,2%) tendo a Costa do Marfim seu fornecedor. Todavia, analisando a pauta importada, o produto adquirido do exterior necessita de beneficiamento, o que gera atividade industrial, podendo ser utilizado tanto para o consumo interno quanto para o mercado externo.
 
CONFIRA O ESTUDO COMPLETO AQUI.
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Exportações de bebidas cearenses têm alta de 13,1% no acumulado do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de outubro de 2017

Terceiro maior exportador de bebidas do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Paraná, o Ceará registra alta de 13,1% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2016, somando um volume de US$ 58,4 milhões em vendas externas. Já as importações somaram US$ 8,1 milhões, 2,5% a mais ante igual período do ano passado. O resultado foi um saldo positivo da balança comercial de US$ 50,2 milhões – um incremento de 15% se comparado ao mesmo período de 2016.

Os dados fazem parte do Miniestudo Setorial de Bebidas realizado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC. O estudo revela também que embora os números mostrem aumento das exportações, a participação do setor de bebidas no acumulado do ano na balança comercial do Ceará caiu de 6,24% para 3,98%. A representatividade das importações, por sua vez, subiu de 0,25% para 0,47%.

Os principais produtos exportados foram sucos (sumo), não fermentados, sem adição de açúcar; suco de acerola, com adição de açúcar; bebidas alcoólicas; água de coco; e suco de qualquer outro fruto cítrico. Os principais produtos importados são sucos (sumo) de frutas, não fermentado, sem adição de açúcar; uísques; soro de leite; e vinhos.

Estados Unidos, Canadá, França, Holanda e Argentina são os países que mais compram produtos cearenses. O Ceará importa bebidas principalmente das Filipinas, Reino Unido e Argentina.

 

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Ceará Fashion Trade promove workshop empresarial em Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

08 de agosto de 2017

Com a edição 2017 da Ceará Fashion Trade marcada para os dias 16, 17 e 18 de agosto, no Centro de Eventos do Ceará, os sindicatos Sinditêxtil, Sindroupas e Sindconfecções, juntamente com o SEBRAE/CE e o CIN, realizaram na última segunda-feira (7), na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), um workshop empresarial voltado para os expositores da feira. “O objetivo do workshop é realizar um treinamento para potencializar e proporcionar negociações estratégicas entre os expositores durante a Ceará Fashion Trade, além de capacitar os participantes para receber compradores internacionais por meio de treinamento realizado pelo Programa de Qualificação de Exportação (PEIEX). Com o programa, é possível estimular a competitividade e promover a cultura exportadora nas empresas, qualificando e ampliando os mercados para as indústrias iniciantes em comércio exterior”, explica a presidente do Sinditêxtil, Kelly de Castro.

 

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Balança comercial cearense tem saldo negativo de US$ 59,4 milhões em março

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

14 de Abril de 2017

O Ceará em Comex, estudo realizado mensalmente pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, revela que a balança comercial do Ceará do mês de março apresentou um déficit de US$ 59,4 milhões em valores absolutos. A boa notícia é que esse desempenho representa uma significativa evolução em relação ao mesmo mês do ano passado, quando o saldo negativo foi de US$ 132,4 milhões – uma melhora, em termos relativos, de 55%.
Essa evolução foi motivada especialmente pelo expressivo desempenho das exportações. O volume comercializado ao exterior em março de 2017 foi de US$ 192,5 milhões, representando uma elevação de 143% em relação a igual período do ano anterior. Trata-se do oitavo mês consecutivo em que o Estado registra aumento, quando comparado a 2016.
As importações, por sua vez, após terem registrado decréscimo no mês de fevereiro, voltaram a apresentar aumento, passando de US$ 211,6 milhões, em março de 2016, para US$ 251,9 milhões em igual período de 2017 – um crescimento de 19%.
Em relação ao acumulado do ano, o resultado da balança cearense ficou negativa em US$ 57,7 milhões. Apesar do resultaod negativo, tais valores representam uma evolução de 78% quando comparado com 2016, quando o Estado acumulou um déficit de US$ 262,2 milhões.
O Ceará é o 14o  Estado brasileiro que mais exporta no acumulado de 2017 e nesse período registrou uma alta de 120,5%, sendo o quarto Estado com maior crescimento no Brasil. Os municípios cearenses que mais exportaram foram São Gonçalo do Amarante, Fortaleza, Sobral, Cascavel e Maracanaú. Os principais setores exportadores foram de “ferro fundido, ferro e aço”, “calçados”, “peles e couros”, “frutas, cascas de frutos cítricos e de melões” e “combustíveis minerais”. Os principais países de destino das exportações cearenses são Estados Unidos, México, Turquia, Italia e Coreia do Sul.
Em relação ao ranking dos Estados brasileiros importadores, o Ceará ocupa a 13a posição. Os municípios cearenses que mais importaram em 2017 foram São Gonçalo do Amarante, Fortaleza, Maracanaú, Caucaia e Aquiraz. Os setores que mais importaram foram “combustíveis e óleos minerais”, “cereais (trigo)”, “máquinas e aparelhos mecânicos, e suas partes”, “máquinas, aparelhos e materiais elétricos” e “ferro fundido, ferro e aço”. Os países de onde o Ceará mais importou foram China, Colômbia, Estados Unidos, Austrália e Nigéria.
Confira o estudo “Ceará em Comex” completo AQUI:
* postado por Oswaldo Scaliotti
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Centro Internacional de Negócios da FIEC realiza Conexão Canadá

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

04 de agosto de 2016

O Centro Internacional de Negócios da FIEC, em parceria com a Câmara de Comércio Brasil –Canadá e o Consulado Geral do Canadá em Recife, realizam no dia 11 de agosto a palestra “Conexão Canadá – Oportunidades de negócios entre Ceará e Canadá”. O evento será realizado na Casa da Indústria, às 9h, e é aberto ao público.

A programação contará com exposições de Paulo de Castro, diretor de relações institucionais da Câmara de Comércio Brasil – Canadá; de Izabela Duarte, gerente de negócios do Consulado Geral do Canadá em Recife; e de Pablo Valença, gerente regional de vendas Norte e Nordeste da empresa de videovigilância Genetec, que se instalou no Canadá e virou case de sucesso.

O evento terá também um momento de networking com reuniões entre as empresas interessadas, a Câmara de Comércio Brasil – Canadá e a Genetec. O agendamento de reuniões deve ser solicitado previamente ao Centro Internacional de Negócios da FIEC.

Serviço:

Conexão Canadá – Oportunidades de negócios entre Ceará e Canadá

Data: 11 de agosto

Horário: 9h

Local: Casa da Indústria (Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota)

Informações e confirmações: 3421-5418

 

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Centro Internacional de Negócios da FIEC divulga calendário de atividades de promoção comercial no exterior para o segundo semestre de 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de Maio de 2016

O Centro Internacional de Negócios da FIEC está com inscrições abertas para as atividades de promoção comercial do segundo semestre de 2016. São feiras, missões e ações de capacitação em vários países destinadas às indústrias de diversos segmentos. A iniciativa busca fortalecer a cultura exportadora das empresas cearenses, tendo como finalidades específicas a realização de contatos comerciais e/ou experiências sobre novas oportunidades de negócios e/ou a aquisição de conhecimentos técnicos.

Confira o calendário de eventos internacionais:

Cosméticos

Feira Belleza e Salud 2016

De 17 a 21/8

Bogotá, Colômbia

 

Confecção

Circuito Moda Milão – Ação de capacitação

Em setembro

Milão, Itália

 

Alimentos e Bebidas

Missão Prospectiva Expoalimentaria 2016

De 28 a 30/09

Lima, Peru

Missão Prospectiva Sial Paris 2016

De 16 a 20/10

Paris, França

 

Multisetorial

Missão Prospectiva Fihav 2016

De 2 a 7/11

Havana, Cuba

 

Tecnologia para a Indústria

Missão Prospectiva Ecomondo Rimini 2016

De 5 a 12/11

Rimini, Itália

Informações: 3421-5419 ou pelo e-mail akfrota@sfiec.org.br

 

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Saldo da balança comercial cearense melhora 3,2% em março, mas permanece deficitário

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

15 de Abril de 2016

Dados do Ceará em Comex, pesquisa realizada pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, mostram uma melhora no saldo da balança comercial do Ceará no mês de março em relação ao mesmo período de 2015. No entanto, o resultado ainda é negativo. O déficit diminuiu de US$ 136,8 milhões para US$ 132,4 milhões.

Contribuíram para isso um discreto aumento nas exportações, que passou de US$ 78,3 milhões para US$ 79,2 milhões (crescimento de 1,2%), e a pequena redução nas importações, que passou de US$ 215,1 milhões para US$ 211,6 milhões (recuo de 1,6%). Ainda que seja prematuro afirmar, o câmbio pode, finalmente, estar influenciando este cenário, revela o estudo.

Apesar da modesta reação no mês, no acumulado do ano, as exportações cearenses foram 5,8% inferiores às de 2015 (caindo de US$ 252,6 milhões para US$ 237,8 milhões no primeiro trimestre). As importações sofreram redução de 50,6% no período (passando de US$ 1 bilhão para US$ 500 milhões). Essa combinação das trocas comerciais resultou na melhora do déficit do saldo da balança em 65,4%.

A participação das exportações e importações cearenses na balança comercial do Nordeste no acumulado do ano foram respectivamente de 8,6% e 13,8%, ante 8,4% e 14,2% em 2015. Já em relação ao país, as exportações cearenses mantiveram-se inalteradas em 0,6%, enquanto que as compras externas passaram de 2,1% para 1,6%.

Outra informação importante mostrada na pesquisa é que o Ceará permanece na décima quarta posição no ranking dos estados exportadores brasileiros, atrás do Maranhão (com US$ 488,5 milhões) e a frente de Rondônia, (com US$ 217,6 milhões). É possível notar que dos principais estados exportadores, apenas aqueles onde o peso do agronegócio é maior obtiveram aumento nas vendas externas. Como resultado, o país exportou 5,1% menos em comparação com o acumulado de 2015.

Sobral foi o município cearense que mais se destacou nas exportações de janeiro a março do ano, tendo vendido ao exterior US$ 37,2 milhões, contra US$ 34,7 milhões de Fortaleza e US$ 33,8 milhões de Cascavel. Apesar dos números, os três maiores exportadores do estado apresentaram quedas nos montantes comercializados (respectivamente de 24,2%; 29,7%; e 10,8%), resultando em retração na participação das vendas externas cearenses.

Observando o ranking dos principais setores exportadores do Estado, o setor de calçados continua no topo da lista, apesar da queda de 6% (de US$ 71,1 milhões para US$ 66,8 milhões) em relação a 2015. Os destaques ficam por conta do aumento de 215,3% no item “peixes, crustáceos e moluscos” (passando de US$ 1,8 milhão para 5,6 milhões); de 108,1% nas “máquinas, aparelhos e materiais elétricos” (indo de US$ 4,8 milhões para US$ 10,0 milhões); e de 58,4% no “algodão” (de US$ 7,7 milhões para US$ 12,3 milhões).

Os Estados Unidos ampliaram ainda mais a sua participação no ranking dos países de destino das exportações cearenses em 2016 (de 19,6% para 24,5%), permanecendo como o principal comprador dos produtos comercializados pelo Ceará, com US$ 58,3 milhões (alta de 17,7% em relação a 2015, quando o país comprou US$ 49,6 milhões). Vale ressaltar ainda a participação positiva da Argentina, figurando na segunda posição, com US$ 18,8 milhões (ante US$ 13,4 milhões no ano passado) – alta de 40,2%.

Em relação às importações, o Ceará em Comex revela que o Ceará perdeu a 13a e a 14a posições, respectivamente, para Goiás e Distrito Federal, em virtude da combinação da retração cearense de 50,6%, bem como de uma queda menos acentuada de Goiás (de 18,8%) e do incremento de 72,8% do Distrito Federal.

São Gonçalo do Amarante continua sendo o município cearense com a maior participação nas compras ao exterior (46,1%), apesar das importações terem reduzido 61,7% (de US$ 600,8 milhões para US$ 230,3 milhões) no período de 2016 em comparação com 2015. Por outro lado, as importações de Aquiraz subiram 287,6% no período (passando de US$ 6,7 milhões para US$ 25,9 milhões).

O estudo aponta também os principais setores importadores do estado em 2016 e apenas o setor de “máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos” e os “cereais” (leia-se o trigo) registraram aumento (respectivamente de 24,5% e 10,9%). Por outro lado, os “combustíveis e óleos minerais” continuam no topo da lista dos setores importados pelo estado, apesar da queda de 64,6% (de US$ 558,9 milhões para US$ 197,7 milhões).

A China é o principal país de origem das importações cearenses no acumulado do ano, com US$ 91,7 milhões, apesar da queda de 39,2% em relação a 2015. Vale destacar que dos 10 países, apenas os Estados Unidos registraram incremento (60,3%) nas compras externas com o Ceará, passando de US$ 24,4 milhões para US$ 39,1 milhões.

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Balança comercial do Ceará acumula déficit de US$ 129,9 milhões em 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

15 de Março de 2016

A balança comercial do Ceará registrou um déficit de US$ 107,1 milhões em fevereiro deste ano, valor 44,7% superior em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações somaram US$ 188,1 milhões enquanto as exportações atingiram US$ 80,9 milhões durante o período. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), divulgado hoje(15/03). De acordo com o estudo, depois de três anos em queda, o volume de compras e de vendas ao exterior voltou a subir considerando-se o mês de fevereiro. Houve um aumento de 8,3% nas exportações e de 26,4% nas importações em relação ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado do ano, o volume das importações supera o das exportações em US$ 129,9 milhões, resultado 79,1% inferior ao do primeiro bimestre de 2015. Nesse período, as exportações recuaram 9%, passando de US$ 174,2 milhões em 2015 para US$ 158,6 milhões em 2016. Recuo ainda maior foi registrado nas importações nos mesmos dois meses. A retração foi de 68,3%, resultante da relação entre US$ 796,4 milhões importados em 2015 e US$ 288,5 milhões em 2016.

Segundo o estudo, a baixa nas importações ocorreu em função da diminuição da compra de produtos para a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Outra redução significativa está associada ao setor de combustíveis e óleos minerais, que no acumulado de 2015 registrava um valor de US$ 499,2 milhões ante US$ 118,5 milhões em igual período deste ano.

As exportações caíram não só no Ceará, mas também em mais 14 estados, contrariando a expectativa de que as exportações seriam estimuladas com a desvalorização do real frente ao dólar. Em 2015, as exportações cearenses representaram 0,68% das exportações brasileiras, enquanto que em 2016 o indicador passou para 0,64%. O recuo foi mais acentuado quando analisado o desempenho do Ceará em relação aos outros estados do Nordeste. Em 2015 o Ceará representou 16,31% das exportações nordestinas, ao passo que em 2016 alcançou apenas 13,64%. Nesse contexto, o Ceará manteve a mesma posição relativa, figurando na 14a posição entre os estados exportadores, tanto em 2015 como em 2016.

A queda nas importações foi generalizada entre os estados brasileiros, salvo no Distrito Federal. Enquanto no primeiro bimestre de 2015 as importações do Ceará representavam 2,5% das importações brasileiras, essa participação diminuiu para 1,4% em 2016.

Entre os municípios cearenses, Sobral teve o melhor desempenho nas exportações, seguido de Fortaleza, que no mesmo período do ano passado figurava como o mais bem colocado. O recuo da capital foi motivado, conforme o estudo, à queda nas exportações de combustíveis e óleos minerais. “Na realidade, a queda se deveu à transferência da produção de outros Estados, trazida para escoamento através do Porto do Pecém. Em uma configuração inversa, a posição de Sobral está predominantemente associada à produção da sua indústria de calçados”, revela o estudo.

Os setores que mais pesaram nas exportações foram calçados (US$ 46,1 milhões), frutas (US$ 35,8 milhões), peles e couros (US$ 25,7 milhões), cera de carnaúba (US$ 9,9 milhões) e algodão (US$ 8 milhões). Esses setores totalizaram US$ 125,5 milhões, participando assim com 79,1% do valor global exportado pelo estado. Apesar da concentração, apenas dois desses setores obtiveram crescimento: frutas (11.2%) e algodão (70,3%). Os outros três recuaram: calçados (-4,2%), peles e couros (0,2%) e cera de carnaúba (-29,4%).

Juntos, os dez mais importantes destinos das exportações cearenses concentram 71,8% do valor global exportado, enquanto que todos os demais destinos perfizeram apenas 28,2%. Os Estados Unidos foram o principal destino das vendas ao exterior do Ceará no primeiro bimestre do ano, com US$ 31,7 milhões, o que representa uma participação de 23,4% do total.

Em relação às importações, o Ceará ocupa o mesmo 14olugar entre os estados brasileiros que mais importam em 2016 e 2015. Entretanto, em 2016 o Estado representa apenas 1,4% das importações brasileiras, enquanto que em 2015 representava 2,5%.

São Gonçalo do Amarante permanece no topo das cidades cearenses importadoras, com um valor de US$ 151,1 milhões em 2016, ao passo que o valor alcançado em 2015 havia sido de US$ 528,0 milhões, apresentando, portanto, uma acentuada redução. Em razão disso, enquanto que em 2016 concentrava 52,4% das importações cearenses, em 2015 essa concentração havia sido de 66,3%. Essa diferença é motivada pela queda na entrada de combustíveis e óleos minerais. Em 2015 havia sido de US$ 499,2 milhões, mas alcançou apenas US$ 188,5 milhões em 2016. Logo em seguida, o menor ingresso de itens relacionados à instalação da CSP.

Além de São Gonçalo do Amarante, mantém-se como principais municípios cearenses importadores: Fortaleza, Maracanaú, Aquiraz, Caucaia, Horizonte, Sobral, Pacajus, Pacatuba e Maranguape. Esses 10 municípios do topo reuniram US$ 288,5 milhões, correspondentes a 94,3% do valor importado pelo estado nos dois primeiros meses de 2016. Por sua vez, nos dois primeiros meses de 2015 haviam alcançado US$ 759,5 milhões, correspondentes à concentração quase a 94,4%.

Relativamente aos setores importados, registrou-se uma tendência de queda, apenas com incremento referente a máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos e às aeronaves; essas, oriundas dos Estados Unidos, não constavam na pauta dos dois primeiros meses de 2015.

Enquanto que nas exportações cearenses a China figura como sétimo na ordem dos países de destino, nas importações figura como primeiro país de origem. Do mesmo modo como em relação aos setores e produtos houve o registro de queda, em relação aos países de origem também. O único país com registro de crescimento foram os Estados Unidos, que assumiram o terceiro lugar. Em 2016, somados, os dez principais países de origem das importações cearenses representaram 77,6% do valor global das compras externas do Estado. Em 2015, representava 50,7%.

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Balança comercial do Ceará acumula déficit de US$ 129,9 milhões em 2016

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

15 de Março de 2016

A balança comercial do Ceará registrou um déficit de US$ 107,1 milhões em fevereiro deste ano, valor 44,7% superior em relação ao mesmo mês do ano passado. As importações somaram US$ 188,1 milhões enquanto as exportações atingiram US$ 80,9 milhões durante o período. Os dados são do estudo Ceará em Comex, produzido pelo Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Ceará (FIEC), divulgado hoje(15/03). De acordo com o estudo, depois de três anos em queda, o volume de compras e de vendas ao exterior voltou a subir considerando-se o mês de fevereiro. Houve um aumento de 8,3% nas exportações e de 26,4% nas importações em relação ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado do ano, o volume das importações supera o das exportações em US$ 129,9 milhões, resultado 79,1% inferior ao do primeiro bimestre de 2015. Nesse período, as exportações recuaram 9%, passando de US$ 174,2 milhões em 2015 para US$ 158,6 milhões em 2016. Recuo ainda maior foi registrado nas importações nos mesmos dois meses. A retração foi de 68,3%, resultante da relação entre US$ 796,4 milhões importados em 2015 e US$ 288,5 milhões em 2016.

Segundo o estudo, a baixa nas importações ocorreu em função da diminuição da compra de produtos para a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP). Outra redução significativa está associada ao setor de combustíveis e óleos minerais, que no acumulado de 2015 registrava um valor de US$ 499,2 milhões ante US$ 118,5 milhões em igual período deste ano.

As exportações caíram não só no Ceará, mas também em mais 14 estados, contrariando a expectativa de que as exportações seriam estimuladas com a desvalorização do real frente ao dólar. Em 2015, as exportações cearenses representaram 0,68% das exportações brasileiras, enquanto que em 2016 o indicador passou para 0,64%. O recuo foi mais acentuado quando analisado o desempenho do Ceará em relação aos outros estados do Nordeste. Em 2015 o Ceará representou 16,31% das exportações nordestinas, ao passo que em 2016 alcançou apenas 13,64%. Nesse contexto, o Ceará manteve a mesma posição relativa, figurando na 14a posição entre os estados exportadores, tanto em 2015 como em 2016.

A queda nas importações foi generalizada entre os estados brasileiros, salvo no Distrito Federal. Enquanto no primeiro bimestre de 2015 as importações do Ceará representavam 2,5% das importações brasileiras, essa participação diminuiu para 1,4% em 2016.

Entre os municípios cearenses, Sobral teve o melhor desempenho nas exportações, seguido de Fortaleza, que no mesmo período do ano passado figurava como o mais bem colocado. O recuo da capital foi motivado, conforme o estudo, à queda nas exportações de combustíveis e óleos minerais. “Na realidade, a queda se deveu à transferência da produção de outros Estados, trazida para escoamento através do Porto do Pecém. Em uma configuração inversa, a posição de Sobral está predominantemente associada à produção da sua indústria de calçados”, revela o estudo.

Os setores que mais pesaram nas exportações foram calçados (US$ 46,1 milhões), frutas (US$ 35,8 milhões), peles e couros (US$ 25,7 milhões), cera de carnaúba (US$ 9,9 milhões) e algodão (US$ 8 milhões). Esses setores totalizaram US$ 125,5 milhões, participando assim com 79,1% do valor global exportado pelo estado. Apesar da concentração, apenas dois desses setores obtiveram crescimento: frutas (11.2%) e algodão (70,3%). Os outros três recuaram: calçados (-4,2%), peles e couros (0,2%) e cera de carnaúba (-29,4%).

Juntos, os dez mais importantes destinos das exportações cearenses concentram 71,8% do valor global exportado, enquanto que todos os demais destinos perfizeram apenas 28,2%. Os Estados Unidos foram o principal destino das vendas ao exterior do Ceará no primeiro bimestre do ano, com US$ 31,7 milhões, o que representa uma participação de 23,4% do total.

Em relação às importações, o Ceará ocupa o mesmo 14olugar entre os estados brasileiros que mais importam em 2016 e 2015. Entretanto, em 2016 o Estado representa apenas 1,4% das importações brasileiras, enquanto que em 2015 representava 2,5%.

São Gonçalo do Amarante permanece no topo das cidades cearenses importadoras, com um valor de US$ 151,1 milhões em 2016, ao passo que o valor alcançado em 2015 havia sido de US$ 528,0 milhões, apresentando, portanto, uma acentuada redução. Em razão disso, enquanto que em 2016 concentrava 52,4% das importações cearenses, em 2015 essa concentração havia sido de 66,3%. Essa diferença é motivada pela queda na entrada de combustíveis e óleos minerais. Em 2015 havia sido de US$ 499,2 milhões, mas alcançou apenas US$ 188,5 milhões em 2016. Logo em seguida, o menor ingresso de itens relacionados à instalação da CSP.

Além de São Gonçalo do Amarante, mantém-se como principais municípios cearenses importadores: Fortaleza, Maracanaú, Aquiraz, Caucaia, Horizonte, Sobral, Pacajus, Pacatuba e Maranguape. Esses 10 municípios do topo reuniram US$ 288,5 milhões, correspondentes a 94,3% do valor importado pelo estado nos dois primeiros meses de 2016. Por sua vez, nos dois primeiros meses de 2015 haviam alcançado US$ 759,5 milhões, correspondentes à concentração quase a 94,4%.

Relativamente aos setores importados, registrou-se uma tendência de queda, apenas com incremento referente a máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos e às aeronaves; essas, oriundas dos Estados Unidos, não constavam na pauta dos dois primeiros meses de 2015.

Enquanto que nas exportações cearenses a China figura como sétimo na ordem dos países de destino, nas importações figura como primeiro país de origem. Do mesmo modo como em relação aos setores e produtos houve o registro de queda, em relação aos países de origem também. O único país com registro de crescimento foram os Estados Unidos, que assumiram o terceiro lugar. Em 2016, somados, os dez principais países de origem das importações cearenses representaram 77,6% do valor global das compras externas do Estado. Em 2015, representava 50,7%.

  • postado por Oswaldo Scaliotti