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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

CAIXA Cultural Fortaleza

MARCELO JENECI SE APRESENTA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA NO PROJETO “PALCO BRASIL”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de dezembro de 2018

Os shows do músico paulista, em formato intimista, serão realizados no pátio interno do centro cultural, com capacidade para um público de 400 pessoas por sessão

O cantor, compositor e instrumentista Marcelo Jeneci é a próxima atração do Palco Brasil e fará a sequência de três apresentações, de 07 a 09 de dezembro, na CAIXA Cultural Fortaleza. Os concertos fazem parte da temporada 2018 do projeto, que tem patrocínio da CAIXA e realização da Maré Produções Culturais. O Palco Brasil, na edição deste ano em Fortaleza, iniciou com Roberta Sá, agora tem Jeneci e finaliza com Chico César, compondo uma curadoria que prioriza reunir artistas expoentes da música brasileira contemporânea.

O público poderá esperar por um show inédito, num formato intimista e que passeará pela trajetória dos artistas, momentos marcantes de suas carreiras e principais sucessos, bem como músicas que são referência para suas criações.

Marcelo Jeneci – Nascido em São Paulo, o músico começou tocando sanfona na banda do artista Chico César, com quem fez uma turnê pela Europa em 2000. Tocou também nas bandas de Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos. Em 2015, gravou “Dia a Dia, Lado a Lado” com Tulipa Ruiz, com quem fez em seguida uma série de shows pelo Brasil.

Serviço

Música: Palco Brasil

Local: CAIXA Cultural Fortaleza – Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data:

Marcelo Jeneci – de 07 a 09 de dezembro (sexta a domingo)

Horários: sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir do dia 06/12, para as sessões de 07 a 09/12, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

*Nos dias dos shows, caso ainda disponíveis, os ingressos serão vendidos até 18h30, sexta e sábado, e 17h30, domingo.

Acesso para pessoas com deficiência

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

Atendimento à imprensa:

Divulga Ação

Ana Peyroton: (85) 99944.2005

imprensa@divulgaacao.com

 

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Espetáculo Os Cadernos de Kindzu retrata a realidade dos refugiados na África pós-colonial

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de novembro de 2018

 

Montagem do grupo carioca Amok Teatro tem como ponto de partida a obra “Terra Sonambula”, do escritor moçambicano Mia Couto

*MAIS: www.amokteatro.com.br  + https://www.facebook.com/amok.teatro/

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 15 a 25 de novembro de 2018, o espetáculo teatral Os Cadernos de Kindzu, com sessões de quinta a sábado, às 19h, e no domingo, às 18h. Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, a nova criação do Amok Teatro tem como ponto de partida a obra “Terra Sonambula” e o universo do escritor moçambicano, Mia Couto. A temporada de Os Cadernos de Kindzu na Caixa Cultural Fortaleza integra a turnê comemorativa dos 20 anos do Amok Teatro, que inclui seis cidades do Rio de Janeiro, Salvador (Bahia), São Paulo, Pequim, Jiashan e Wuhan, na China.

O espetáculo conta a trajetória do jovem Kindzu, que para fugir das atrocidades de uma devastadora guerra civil, deixa sua vila e parte para uma viagem de iniciação. Nela encontra outros fugitivos, refugiados e personagens repletos de humanidade que lhe farão viver experiências, ancoradas tanto na cultura tradicional do sudeste da África, quanto na vivência de um conflito devastador.

A temporada de estreia no Rio de Janeiro rendeu ao espetáculo 15 indicações a prêmios (Shell, Cesgranrio, Botequim Cultural, APTR e Aplauso Brasil).

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

TeatroOs Cadernos de Kindzu

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Datas: 15, 16, 17 e 18, 22, 23,24 e 25 de novembro de 2018

Horários: quinta a sábado, às 19h, e domingo, às 18h.

Duração: 2h10

Classificação: 16 anos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir de 14/11 para as apresentações de 15 a 18/11, e a partir de 21/11 para as apresentações de 22 a 25/11, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

Atendimento à imprensa:

Helena Félix – (85) 99993.4920 / pontualcomunicacao@gmail.com

Kiko Bloc Boris – (85) 98892.1195 / kikobb@gmail.com

Isabelle Vieira – (85) 98871.4139 / vieira.aisabelle@gmail.com

 

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE):

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DADOS COMPLEMENTARES  

 

Sobre a Criação: “Os Cadernos de Kindzu” é parte de uma trajetória artística iniciada com “Salina (A Última Vértebra)”, peça já apresentada na CAIXA Cultural Fortaleza em novembro de 2017, na qual o Amok investiga as formas narrativas, com inspiração em tradições de matriz africana. Salina e Kindzu trazem duas diferentes visões sobre o continente africano e duas diferentes propostas de linguagem cênica: Enquanto Salina é um mergulho numa África ancestral, Kindzu faz uma incursão numa África pós-colonial.

 

De acordo com a diretora do espetáculo, Ana Teixeira, o Amok Teatro mergulha nos doze cadernos que compõem o diário de Kindzu e como o menino Muidinga e o velho Tuahir do livro “Terra Sonâmbula” de Mia Couto, trilham a via das narrativas que revelam a dimensão onírica e mítica da existência, como formas de resistir à violência. “O texto de Os Cadernos de Kindzu foi abordado com a abertura de quem busca um diálogo criativo e não uma tradução cênica de uma obra literária. Ao longo desse processo, uma nova narrativa se construiu. A trajetória de Kindzu e seus companheiros encontraram uma identidade própria na cena, porém não se afastaram da escrita de Mia, da sua riqueza poética e suas imagens, ancoradas na cultura oral africana”, explica o ator e co-diretor Stephane Brodt.

 

Com Os Cadernos de Kindzu, o Amok Teatro aborda o fantástico e explora a língua portuguesa, em diferentes sonoridades. Passando do conto à ação e da palavra ao canto, o espetáculo aprofunda a pesquisa cênica iniciada com o projeto Salina (A Última Vértebra), onde o grupo investiga diferentes formas da narrativa, no contexto de culturas africanas, afrobrasileiras e, agora, afro-lusitanas. “Com Kindzu, a música, a literatura e o teatro se fundem numa expressão única e indissociável”, destaca Ana Teixeira.

 

Prêmios e indicações

 

Os Cadernos de Kindzu estreou no Rio de Janeiro em 2017 e foi indicada aos seguintes prêmios: Prêmio Shell de direção (Ana Teixeira e Stephane Brodt), ator (Thiago Catarino), música (Stéphane Brodt e atores), Prêmio Cesgranrio de melhor direção e melhor espetáculo, Prêmio Botequim Cultural de melhor espetáculo, atriz (Graciana Valladares), atriz coadjuvante (Luciana Lopes), autor (Ana Teixeira e Stpehane Brodt pela adaptação do texto) e Prêmio APTR de melhor atriz coadjuvante (Luciana Lopes), de melhor ator coadjuvante (Gustavo Damasceno), melhor ator coadjuvante (Stephane Brodt) e melhor música (Stephane Brodt) e recebeu o 8º Prêmio Válvula de Escape/Olhares da Cena de Porto Alegre de melhor ator (Thiago Catarino) e melhor atriz coadjuvante (Graciana Valladares).

 

Oficina com AMOK Teatro na CAIXA Cultural Fortaleza já tem inscrições abertas

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 15 a 25 de novembro de 2018, o espetáculo teatral Os Cadernos de Kindzu, com sessões de quinta a sábado (19h) e domingo (18h). Sob direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, a nova criação do Amok Teatro tem como ponto de partida a obra “Terra Sonambula” e o universo do escritor moçambicano, Mia Couto, integrando ainda a turnê comemorativa pelos 20 anos do grupo teatral.

 

Além do espetáculo, o grupo realiza a oficina Treinamento – Improvisação (Os Caminhos do Ator no Amok Teatro), que acontece no dia 17 de novembro, das 14h às 18h, na Sala de Ensaio da Caixa Cultural Fortaleza. Conduzido por Ana Teixeira, pedagoga, diretora do Amok Teatro e da Casa do Amok, o encontro propõe um olhar sobre a improvisação no jogo do ator, como um caminho que articula técnica e organicidade. O Treinamento também objetiva desenvolver a presença cênica do ator, conhecer e edificar sua individualidade, acessar uma determinada linguagem cênica ou ainda, auxiliar diretores e atores na investigação de processos poético-pedagógicos.

 

As inscrições podem ser feitas até 11 de novembro, pelo e-mail oficina@amokteatro.com.br. Podem participar atores com experiência, estudantes de artes cênicas e demais interessados a partir de 18 anos. O resultado da seleção sai no dia 12/11 e os participantes vão ser informados pela produção por telefone e também pela divulgação da lista dos selecionados na página do grupo Amok Teatro no Facebook (https://www.facebook.com/amok.teatro/).

 

 

Sobre o Amok Teatro:

 

Dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, o Amok Teatro caracteriza-se pela dedicação a um processo contínuo de pesquisa sobre a arte do ator e as possibilidades de encenação. Desde sua fundação em 1998, o grupo tem recebido por seus espetáculos diversos prêmios do teatro nacional e um grande reconhecimento da crítica e do público, sendo considerada hoje, uma das companhias de maior prestígio da cena carioca contemporânea.

Além do Brasil, o Amok vem se destacando na China, onde se apresenta desde 2014, tendo participado de festivais em Pequim, Xangai, Nanquim, Wuhan, Shenzhen, Hangzhou e Yangzhou. Além dos espetáculos, o grupo também compartilha na China a sua experiência pedagógica, tendo já ministrado oficinas na Universidade de Pequim.

 

Os processos de criação e formação estão profundamente ligados nos trabalhos do Amok Teatro. A pedagogia responde à necessidade de promover uma dimensão do teatro que não se limita a produção de espetáculos e busca transmitir valores artísticos que não têm como único objetivo os resultados.

http://www.amokteatro.com.br

 

Sobre o autor Mia Couto:

 

Mia Couto nasceu em Beira, Moçambique, filho de uma família de emigrantes portugueses. É biólogo, jornalista e autor de uma obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, conto, romance e crônica. Mia Couto é considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique e o mais traduzido e divulgado no exterior. As suas obras já foram publicadas em 24 países. Seu romance, Terra sonâmbula é considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX. Recebeu uma série de prêmios literários, entre eles o Prêmio Camões de 2013, o mais prestigioso da língua portuguesa, e o Neustadt Prize de 2014.

 

 

FICHA TÉCNICA

OS CADERNOS DE KINDZU é uma criação do AMOK TEATRO, a partir da obra “Terra Sonâmbula” de MIA COUTO.

Direção, cenário e figurino: Ana Teixeira e Stéphane Brodt

Assistente de direção: Sandra Alencar

Atores: Graciana Valladares (Farida), Gustavo Damasceno (Romão Pinto e Anão Xipoco), Luciana Lopes (Mãe KindzuTia Euzinha e Juliana), Sergio Loureiro (Pai Kindzu e Quintinho) Thiago Catarino (Kindzu), Vanessa Dias (Assma, Anão Xipoco e Virgínia) e Stephane Brodt (Surendra)

Luz: Renato Machado

Direção musical: Stéphane Brodt

Música (criação e interpretação): o elenco

Operação de Luz: Maurício Fuziyama

Coordenação administrativa: Eureka Ideias/Sonia Dantas

Produção Local: Cristiane Pires

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CAIXA CULTURAL FORTALEZA RECEBE EXPOSIÇÃO (RE)CONHECENDO A AMAZÔNIA NEGRA, DE MARCELA BONFIM

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de outubro de 2018

“Geração Maloney”, foto de Marcela Bonfim (2016)

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre 02 de novembro e 23 de dezembro, a exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim. A mostra traz 55 fotografias que ilustram as mais diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros da Amazônia e a importância social das religiões de matriz africana na construção do Brasil. As obras trazem de maneira sensível e original as mais diversas expressões dos grupos que residem na região Norte do País, dentre eles remanescentes quilombolas, afroindígenas, barbadianos e haitianos. Todos carregam em seus traços as heranças socioculturais de uma parcela importante da população brasileira que ainda não é reconhecida historicamente.

As fotos foram produzidas a partir de 2013, durante visitas feitas por Marcela Bonfim a comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas, além de terreiros e festejos religiosos na região do Vale do Guaporé (RO), em um processo que coincidiu com o próprio reconhecimento da fotógrafa enquanto mulher negra. Segundo Marcela, “Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira. Apesar do importante papel que os negros desempenharam e ainda desempenham para o desenvolvimento econômico, cultural e social do País, há mais de 500 anos, ainda padecem com as ambiguidades e injustiças causadas inicialmente pela seletividade das informações contidas nos livros de história e demais registros de memória, o que é um projeto de degradação e inferiorização destas populações, dos seus costumes e cultura”, aponta.

Expressões de fé

A exposição propõe um verdadeiro mergulho na cultura e subjetividade dos povos negros da Amazônia, trazendo histórias de vida e também de expressões religiosas de matriz africana. Logo na entrada, o visitante irá encontrar um altar trazendo alguns dos objetos de variadas religiões, encaminhando-o à primeira parte da mostra.

As imagens seguintes revelam variadas expressões de fé impressas nos detalhes de mãos, pés e semblantes de um povo que mantém fortemente suas tradições e festas religiosas. Elementos como espadas-de-são-jorge e sal grosso também irão compor a expografia, no intuito de apresentar ao público um pouco dos costumes presentes no cotidiano dos povos fotografados.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

SERVIÇO:

Exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Abertura: 1º de novembro, às 19h, com visita guiada por Marcela Bonfim

Data: 02 de novembro a 23 de dezembro de 2018

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Atendimento à imprensa (CE)

Isabelle Vieira (85) 98871.4139 – vieira.aisabelle@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE):

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EDISCA APRESENTA ESPETÁCULO MOBILIS NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de outubro de 2018

 

 Foto: Mila Petrillo

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, nos dias 02, 03, 04, 09, 10 e 11 de novembro de 2018, o espetáculo Mobilis, do grupo EDISCA. Os coreógrafos Dora Andrade e Gilano Andrade trazem ao palco 25 bailarinos em uma apresentação de 35 minutos, explorando movimentos em um jogo de gravidade e suspensão, equilíbrios e dinâmicas, ordem e caos, investigando as relações entre o real e o virtual.

Mobilis é um espetáculo de 2003, que retorna aos palcos com a observação do que há para além da forma, aquilo que o movimento aponta, o traço e o insinuado. A relação entre um espaço criado e um corpo plural composto de substância, imagem e sentidos que se articulam e provocam associações livres. Os bailarinos se movimentam em meio a projeções de seus próprios movimentos, num bailar onde mover-se é o ponto principal.

A fundadora e coreógrafa da EDISCA, Dora Andrade, explica que o espetáculo, originalmente estreado há 15 anos, foi uma quebra de paradigma na produção artística da instituição. “Antecederam ao Mobilis os espetáculos Jangurussu, Koi Guera e Duas Estações. As obras possuíam uma carga dramática bastante intensa e traziam em si uma espécie de denúncia, um alerta a problemática das minorias e, no caso do Duas Estações, uma possibilidade de reconexão com a nossa cultura nordestina.  Então vem o Mobilis: um espetáculo conceitual, plástico, moderno e extremamente técnico”, explica Dora.

Para a coreógrafa, sair da trilogia dos espetáculos engajados que já caracterizavam as produções artísticas da EDISCA, retirou os coreógrafos e bailarinos da zona de conforto e trouxe muitas novidades ao reportório. Segundo Dora Andrade, o retorno de Mobilis aos palcos traz de volta essas sensações aos participantes. “É com imensa alegria que vemos esse balé voltar à cena na Caixa Cultural Fortaleza, parceira em várias temporadas. Esse é o quinto projeto da EDISCA aprovado na seleção pública da CAIXA. Temos convicção que essa temporada será um sucesso”, afirma a fundadora da instituição.

 INCENTIVO À CULTURA

 

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

Dança: Mobilis- Edisca

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

EndereçoAv. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 02 a 04 e 09 a 11 de novembro de 2018

Horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 35 minutos

Ingresso: Vendas a partir do dia 01/11 para as sessões entre os dias 02 e 04; e dia 8/11 para as sessões de 09 a 11/11, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Mais informações para a Imprensa:

AD2M Engenharia de Comunicação | +55 (85) 3258.1001

Camila Grangeiro – camilagrangeiro@ad2m.com.br | +55 (85) 9.8157.4929/ 9.9659.6890

Manoella Monteiro – manoella@ad2m.com.br | +55 (85) 9.8879.9474

Mauro Costa – maurocosta@ad2m.com.br | +55 (85) 9.8879.8474

 

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CAIXA Cultural Fortaleza promove oficina de montagem de exposições para mulheres

Por Oswaldo Scaliotti em Qualificação

19 de outubro de 2018

 

No próximo dia 30 de outubro, terça-feira, das 09h às 17h, a CAIXA Cultural Fortaleza promove a oficina Montagem de Exposições de Obras de Arte para Mulheres, com Juliana Ladun. São 20 vagas, que serão ocupadas por ordem de inscrição, destinadas a mulheres interessadas em montagem de exposição, artistas e gestoras culturais. Não é necessário experiência prévia. As inscrições devem ser realizadas de 22 a 26 de outubro, pelo formuláriohttps://goo.gl/forms/jxGhv5mRwcXD4ts32.

Entre as atividades que serão desenvolvidas na oficina, serão abordados os elementos necessários para a montagem de uma exposição: estilos, história, manuseio de obras de arte, ferramentas utilizadas, diversos tipos de montagem e os cálculos necessários para a instalação de quadros serão alguns dos pontos tratados de forma teórica e prática.

A ação faz parte das atividades da exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim, que estará em cartaz na CAIXA Cultural Fortaleza entre 02 de novembro e 23 de dezembro. A exposição terá montagem de Juliana Ladun, que trabalha há sete anos com montagem de exposições de obras de arte em diversos equipamentos culturais de São Paulo, como Biblioteca Mário de Andrade, Centro Cultural da Fiesp, Sesc Araraquara e Casa da Imagem. Fez assistência artística para Pedro Varella e Adriana Peliano, além de atender a colecionadores e galerias.

SERVIÇO
Oficina de Montagem de Exposições de Obras de Arte para Mulheres

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Data: terça-feira, 30 de outubro de 2018, das 09h às 17h

Classificação indicativa: 16 anos

20 vagas

Inscrições gratuitas, de 22 a 26 de outubro de 2018

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza(85) 3453-2770

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Atendimento à imprensa:

Isabelle Vieira – (85) 98871.4139

vieira.aisabelle@gmail.com

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Programação desse final de semana na FliCaixa será voltada para o público infantil

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de outubro de 2018

A programação da Festa Literária da Caixa (Flicaixa) voltada ao público e à literatura infantil será recheada de nomes da literatura local, nacional, além de um show musical exclusivo. No sábado (6), a Flicaixinha terá como atrações a contadora de histórias Joyce Custódio, bate-papo com o autor nacional Odilon Moraes e finaliza com a apresentação do espetáculo musical “Doidice que dá”, com as cantoras Paula Tesser e Natasha Faria.

 

No domingo (7), encerrando a maratona literária na Caixa Cultural Fortaleza, o evento traz um bate-papo com o escritor da literatura infantil Kelsen Bravos; e a companhia cenomusical Dona Zefinha, que traz a mistura de música e comicidade em seu espetáculo “Charfurdo”.

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

 

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Programação infantil (sábado, 6 de outubro de 2018)

 

Contação de história do livro a Lagoa encantada, de Fabiana Guimarães com Joyce Custódio

Horário: 15h

 

Bate-papo com o autor Odilon Moraes

Horário: 16h

 

Show musical Doidice que dá  

Horário: 17h

Com quem: Paula Tesser e Natasha Faria

 

Programação infantil (domingo, 7 de outubro de 2018)

 

Bate-papo com autor Kelsen Bravos

Horário: 15h

 

Espetáculo Chafurdo

Horário: 16h

Com quem: Grupo Dona Zefinha

 

Serviço:

Vivências: Flicaixa – Festa Literária da Caixa
Local: 
CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço
Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 4, 5, 6 e 7 de outubro
Horários: 
quinta, das 15h30 às 20h45; sexta, das 15h30 às 20h45 | sábado, das 15h às 17h50; e domingo, das 15h às 17h
Classificação indicativa: 
Livre
Entrada gratuita 
(mediante lotação do teatro/ capacidade:180)

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:
(85) 3453-2770

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   Espetáculo inspirado na obra de Jorge Amado chega a Caixa Cultural Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

01 de outubro de 2018

 

“Amado” utiliza teatro, dança, música e circo para contextualizar personagens e conflitos causados por diferentes tipos de amor.

 

Amado. Crédito: Silvia Machado

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 26 a 28 de outubro de 2018, “Amado”, romance-imaginário que procura levar ao palco a forma de escrita de Jorge Amado, que soube magnificamente traduzir a alma coletiva do povo brasileiro. O espetáculo nasceu no Instituto Brincante, criado e dirigido há mais de 25 anos por Antônio Nóbrega, consultor artístico da peça, e Rosane Almeida, que assina roteiro, montagem e direção. Após a sessão do dia 27 haverá bate-papo do grupo com o público.

“Amado” é um livro vivo para o palco. Várias histórias se entrelaçam numa dramaturgia que contempla uma visão de amor que passa pelos diversos personagens encontrados na obra do autor e ganham vida na voz e no corpo de nove brincantes. Pode também ser visto como uma obra brasileira que usa dança, música, circo e teatro para contar histórias para público de todas as idades, gêneros e classes sociais.

A peça trama diversos personagens que se fundem em uma história. A principal obra inspirada foi Os Velhos Marinheiros ou O Capitão de Longo Curso, passando por personagens de Gabriela Cravo e Canela; Tenda dos Milagres; Tocaia Grande; Terras do Sem Fim; A morte e a morte de Quincas Berro D’água; Jubiabá e Dona Flor e seus Dois Maridos.

O cenário busca, através de peças criadas com material de demolição (basicamente pallets), servir como complemento às narrativas da peça. Tanto o cenário quanto a luz são assinados pela premiada Marisa Bentivegna. Os figurinos tiveram inspiração nas obras de Caribé, que através de pinturas, gravuras, ilustrações, murais e esculturas desvendam o povo baiano de uma maneira única, em afinidade com os personagens, a religiosidade e as cores eternizados pelo amigo Jorge. A trilha sonora, composta em parte pelo elenco e em parte por ele arranjada, é uma síntese dos ritmos brasileiros, explorando o que de melhor se criou na música instrumental. As letras transmitem poeticamente as passagens mais significativas da obra de Jorge Amado e as canções são interpretadas ao vivo em quase toda a duração da peça.

O espetáculo nasceu para homenagear não só o escritor Jorge Amado, mas, também um pensamento do qual compartilham tantos outros brasileiros ilustres, como Dorival Caymmi, Caribé, Darcy Ribeiro, Guimarães Rosa, Anísio Teixeira e muitos outros.

Serviço:

Teatro: Amado

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 26 a 28 de outubro de 2018

Horários: sexta-feira e sábado às 20h | domingo, às 19h

Após a sessão do dia 27 haverá bate-papo com o grupo.

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: livre

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir de 25/10das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

Atendimento à imprensa:

Acesse o site www.caixacultural.gov.br

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CAIXA CULTURAL FORTALEZA APRESENTA “OS SONHOS NÃO ENVELHECEM – TRIBUTO A MILTON NASCIMENTO”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

10 de setembro de 2018

No repertório, clássicos como “Maria Maria” e “Travessia”, interpretados por Clarice Assad, cantora, pianista, compositora e arranjadora

Foto: Andrea Santiago

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 20 a 23 de setembro de 2018, o show “Os Sonhos não Envelhecem – Tributo a Milton Nascimento”. Com interpretação da cantora Clarice Assad, ela divide o palco com Bruno Repsold no contrabaixo, Felipe Cotta na bateria e Micael Chaves no violão. No repertório, clássicos como “Maria Maria” e “Travessia” além de canções menos conhecidas, como “Morro Velho”. Eles passeam pela obra do ‘Bituca’ abrangendo grande parte de sua sensibilidade e maestria como compositor.

Além das apresentações de “Os Sonhos não envelhecem”, serão realizadas duas ações: após cada show, haverá um bate-papo dos músicos com a plateia sobre o projeto homenageando Milton Nascimento, além de uma Master Class com Clarice Assad para o projeto “Acordes Mágicos / Plataforma Sinfonia do Amanhã” e mais 20 vagas ao público em geral, que vai acontecer no dia 21/09, das 14h às 16h. Os interessados podem se inscrever pelo e-mail oficinaturbinacriativa@gmail.com. Classificação: 16 anos.

O primeiro show foi realizado em 2016 no Rio de Janeiro, na Sala Cecília Meireles, com a criação de Clarice em parceria com o violonista André Muato. A performance resultou em um grande sucesso de público e crítica. Em julho do mesmo ano, o show foi convidado a participar do Savassi Festival, com apresentações no Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro e no Palco Pitágoras, em Belo Horizonte. Curiosamente, o palco foi montado na esquina da Rua Travessia, nome dado em homenagem à música de Milton Nascimento.

Os arranjos foram feitos cuidadosamente por Clarice em parceria com André Muato, expressando a admiração por toda a obra e a influência em suas carreiras. Para Clarice Assad, pensar em Milton é voltar ao tempo, como ela mesma diz: “Minha paixão pela música de Milton Nascimento surgiu quando era ainda criança. O que me chamava mais atenção nessa época, era a intensidade e variedade das canções”.

Clarice faz questão de manter sua musicalidade e sensibilidade para compositores e riquezas musicais do seu país. É cantora, pianista, compositora e arranjadora. Na sua formação musical sempre adiciona e mescla jazz, MPB e sua marca registrada, o scat singing – técnica de canto criada por Louis Armstrong que consiste em cantar vocalizando tanto sem palavras, quanto com palavras sem sentido e sílabas, os quais criam o equivalente de um solo instrumental apenas usando a voz. Em seu repertório, sempre encontramos música brasileira com novos arranjos, prezando pela melodia da canção e a essência da música e do compositor.

Clarice Assad

Radicada nos Estados Unidos há 20 anos. Nascida no Rio de Janeiro, em uma família musical, filha de Sergio, do Duo Assad e sobrinha de Odair e Badi Assad, Clarice cresceu cercada de música – desde os 7 anos já desenvolvia seus dons profissionalmente. Hoje, Assad é compositora, arranjadora, bandleader, cantora e pianista. Sua eclética música – sinfônica, teatral ou de câmara – percorre as salas de concertos do mundo. Foi indicada ao Grammy e já recebeu vários prêmios, incluindo o prestigiado McKnight Fellowship e Prêmio Aaron Copland de Composição. Além de encomendas da OSESP, Carnegie Hall e Lincoln Center.

Serviço: 

Música: “Os Sonhos não Envelhecem – Tributo a Milton Nascimento”

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 20 a 23 de setembro de 2018

Horário: de quinta-feira a sábado às 20h | domingo às 19h

Classificação indicativa: livre

Ingressos: R$ 15,00 (Meia-entrada), R$30,00 (Inteira)

Vendas a partir do dia 19/9, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

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FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO CHEGA À TERCEIRA EDIÇÃO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA DE 16 A 19 DE AGOSTO

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de agosto de 2018

 

 Sob a curadoria do cordelista e editor Klévisson Viana, o evento reúne a nata da Literatura do Cordel e expoentes da autêntica Cultura Popular Brasileira

Feira do Cordel Brasileiro (foto de Leonardo Costa).

 

De 16 a 19 de agosto de 2018 a CAIXA Cultural Fortaleza apresenta a III Feira do Cordel Brasileiro, na qual cordelistas, pesquisadores, xilogravadores, músicos, repentistas violeiros, emboladores, declamadores, escritores e folheteiros de várias partes do País terão um encontro marcado com todos os públicos interessados pela autêntica cultura brasileira. Com programação 100% gratuita, a feira reúne vários dos principais agentes criativos do gênero.

Serão quatro dias dedicados ao gênero literário do cordel e às artes que com ele têm afinidades. Este ano o evento homenageia dois grandes vultos da cultura nordestina: Luiz Gonzaga – Rei do Baião e o pioneiro do cordel e inspirador de “O Auto da Compadecida”, Leandro Gomes de Barros. Idealizado pelo cordelista, escritor, ilustrador e editor cearense Klévisson Viana, com realização pela AESTROFE – Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará, aFeira do Cordel Brasileiro tem a cada edição encantado um número maior de pessoas.

III Feira do Cordel Brasileiro traz o mais expressivo dessas linguagens e oferta vasta programação de qualidade e livre a todos os públicos. Vale conferir, trazer familiares, parceiros e amigos para se deixarem encantar pelas artes populares e fazer um passeio imaginário nas asas do pavão misterioso – do clássico em cordel de José Camelo de Melo Rezende ou no tapete mágico em formato de cordel do nosso cartaz, que retrata, numa mistura do Nordeste com as Mil e Uma Noites, um Aladim sertanejo na xilogravura elaborada pelo artista Eduardo Macedo, uma das revelações do cordel e da gravura popular nos últimos anos.

AMPLA PROGRAMAÇÃO EM QUATRO DIAS

Entre as atrações, o músico-cordelista Beto Brito (parceiro de Zé Ramalho e de Robertinho do Recife); o cantor, compositor, arranjador, letrista e violonista do antigo Grupo Bendegó, Gereba Barreto, e o cordelista e forrozeiro Marcus Lucena, o ‘Cantador dos 4 Cantos’ que acompanhado pelo músico Tarcísio Sardinha apresenta o seu mais recente trabalho. Mais uma vez, a presença do icônico cordelista, repentista e sambador Mestre Bule-Bule, que vem lançar o seu novo livro “Orixás em cordel”, em parceria com Klévisson Viana.

Ainda nos destaques das muitas atrações, os excelentes repentistas Zé Viola, o Mestre da Cultura Geraldo Amâncio Pereira e o jovem talento Guilherme Nobre, além do grupo folclórico Coco do Iguape; os cordelistas Chico Pedrosa, Tiago Monteiro, Paola Torres, Pedro Paulo Paulino, Jota Batista, Olegário Alfredo, Julie Ane Oliveira, Evaristo Geraldo, Lucarocas, Valdecy Alves, Paulo de Tarso, Maércio Siqueira, Raul Poeta, Moisés Marinho, Francisco Melchiádes, Romário Braga, Marcos Abreu, Paiva Neves, Stélio Torquato, Leila Freitas, Rivani Nasário, Rafael Brito e Eduardo Macedo, cordelista e xilogravurista criador da imagem que ilustra essa edição da Feira do Cordel Brasileiro. Dentre os pesquisadores, a Feira recebe os brasileiros Rosilene Melo, Rosemberg Cariry, Ione Severo, Oswald Barroso, Maria Alice Amorim, Alberto Perdigão, Arievaldo Vianna, Carlos Dantas, Marco Haurélio, Bráulio Tavares e o português António de Abreu Freire.

Uma grande novidade será a palestra “Imagens da Ficção Científica no Cordel” com Bráulio Tavares. Conhecido pesquisador dessas duas formas literárias, Bráulio usará folhetos clássicos e contemporâneos para mostrar como cordelistas brasileiros versam sobre o tema, exibindo folhetos que abordam a viagem interplanetária, robôs-transformers, alienígenas, seres mutantes, entre outros elementos que explicitam a identificação entre as duas “literaturas da imaginação”.

Além dos shows, recitais e palestras, a Feira promove lançamentos literários, como também a exposição de obras raras e a venda de folhetos de cordel, livros, camisetas e CDs referenciais.

Oficina:

Também estarão abertas aos interessados a participação nas oficinas de xilogravura e de cordel, cujas inscrições vão de 07 a 15 de agosto de 2018, por meio dos emails encenaproducoes@gmail.com e aestrofe@gmail.com ou pelo telefone (85) 3023-3064. Cada oficina terá limite de 20 vagas.

* Mais informações também na página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/IIIFeiradoCordelBrasileiro

MANIFESTAÇÃO LITERÁRIA

O Ceará se perpetua como o maior pólo produtor de Literatura de Cordel desde os longínquos tempos da Tipografia São Francisco, em Juazeiro do Norte, posteriormente rebatizada de Lira Nordestina. A partir da década de 1990, essa produção se acentuou na capital do Estado, sobretudo após surgirem associações de poetas, trovadores e folheteiros, tais como o Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste (CECORDEL), a Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (AESTROFE), entre outras, além da consolidada casa editorial Tupynanquim Editora e da Cordelaria Flor da Serra.

Com linguagem simples e informal, a literatura de cordel é, hoje, revista como importante manifestação literária, pois é compreendida como uma das nossas primeiras manifestações poéticas em língua portuguesa, tendo origem na produção oral trovadoresca. Neste sentido, a literatura de cordel é cada vez mais aceita e estudada pelas academias, e já possui a Academia Brasileira de Cordel, fundada em 07 de setembro de 1988 com sede no Rio de Janeiro.

III Feira do Cordel Brasileiro, de 16 a 19 de agosto de 2018 na CAIXA Cultural Fortaleza, é uma iniciativa da AESTROFE (Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará) com patrocínio da CAIXA Econômica Federal e do Governo Federal, junto ao apoio cultural da Tupynanquim Editora, Cariri Filmes, Editora Imeph, Programa A Hora do Rei do Baião e da Premius Editora..

Programação:

DIA 16 de Agosto (Sexta-feira)

Teatro

14h – Solenidade de abertura com mestres do cordel e da cantoria | Apresentação “A Saga de um vaqueiro” – Escola José Antão de Alencar Neto (Pio IX/PI)

15h – Aula-espetáculo “Imagens da Ficção Científica no Cordel” com o escritor, compositor e estudioso Braulio Tavares (Rio de Janeiro/RJ)

Café Luiz Gonzaga

16h40 – Lançamento do livro no “Tempo que os bichos estudavam” de Paulo de Tarso, o poeta de Tauá (Fortaleza/CE)

Palco Leandro Gomes de Barros

17h – Recital com Raul Poeta (Juazeiro do Norte/CE), Rafael Brito (Fortaleza/CE), Pedro Paulo Paulino (Canindé/CE) e Jota Batista (Canindé/CE)

18h – Show interativo de voz e violão “Cante lá que eu toco cá” com o Mestre Gereba Barreto (Salvador/BA)

19h – Cantoria com o Mestre Geraldo Amâncio Pereira (Fortaleza/CE) e Guilherme Nobre (Fortaleza/CE).

19h50 – Recital com o mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE)

20h20 – Show com o rabequeiro e cordelista Beto Brito e Banda (João Pessoa /PB)

DIA 17 de Agosto (Sexta-feira)

Sala de Ensaio

14h – Oficina de xilogravura com João Pedro de Juazeiro (Fortaleza/CE) e Francorli (Juazeiro do Norte/CE)

Teatro

15h – Mesa “Literatura Popular, na escola, tem lugar” com o pesquisador Arievaldo Viana (Caucaia/CE) e os professores Stélio Torquato (Fortaleza/CE), Paiva Neves (Fortaleza/CE) e Ione Severo (Pombal/PB) – Mediação: Professor Carlos Dantas(Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga

16h20 – Lançamento dos livros “Rapunzel em Cordel” e “A onça com o bode” de Sergio Magalhães e Kátia Castelo Branco (CE)

Palco Leandro Gomes de Barros

17h – Recital com os poetas Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE), Julie Oliveira (Fortaleza/CE), Lucarocas (Fortaleza/CE), Antônio Marcos Bandeira (Fortaleza/CE) e Ivonete Morais (Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga/ Palco Leandro Gomes de Barros

18h – Lançamento do livro em cordel “Andei por Aí – Narrativas de uma Médica em Busca da Medicina (2ª edição – revista e ampliada)”, de Paola Tôrres (Fortaleza/CE)

18h20 – Apresentação musical de Paola Tôrres (Fortaleza/CE)

19h – Recital com o mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE) e Rafael Brito (Fortaleza/CE),

Café Luiz Gonzaga/ Palco Leandro Gomes de Barros

19h30 – Lançamento do livro “Orixás em Cordel”, do Mestre Bule-Bule (Camaçari/BA) e de Klévisson Viana (Fortaleza/CE)

20h – “Chulas, Sambas e Licutixos” com o mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

20h30 – Forró com Cutuca a Burra (Fortaleza/CE)

Dia 18 de agosto (Sábado)

Sala de Ensaio

14 – Oficina de cordel com Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE)

Teatro

15 – Mesa “Cordel – Memória e Contemporaneidade” com a pesquisadora do IPHAN Rosilene Melo (São Paulo/SP), o cineasta Rosemberg Cariry (Fortaleza/CE), o jornalista Alberto Perdigão (Fortaleza/CE) e o advogado, documentarista e cordelista Valdecy Alves (Senador Pompeu/CE). Mediação: Cordelista Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)

Palco Leandro Gomes de Barros

16h40 – Declamação com o ator Aldanísio Paiva

Café Luiz Gonzaga

17h – Lançamento do livro “No Tempo da Lamparina” de Arievaldo Viana (Caucaia/CE) com participação especial do multiartista mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

Palco Leandro Gomes de Barros

17h40 – Recital com o garotinho Moisés Marinho (Mossoró – RN)

18h – Show e lançamento do CD “Marcus Lucenna, na Corte do Rei Luiz” com Marcus Lucenna (Rio de Janeiro/RJ) – Participação especial de Tarcísio Sardinha (Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga/ Palco Leandro Gomes de Barros

19h – Lançamento do livro “Poesia em gotas diárias” de autoria de Padre Tula (Edições Karuá)

19h30 – Declamação com o mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE)

20h – Cantoria com Zé Maria de Fortaleza e Tião Simpatia.

20h40 – Apresentação com o Mestre Bule-Bule e convidados.

 

DIA 19 (Domingo)

Teatro

14h – Mesa “Cordel Brasil-Portugal: o fio que nos conecta” com os pesquisadores Marco Haurélio (São Paulo/SP), Maria Alice Amorim (Recife/PE) e António de Abreu Freire (Portugal). Mediação: Professor Oswald Barroso (Fortaleza/CE)

Café Luiz Gonzaga

16h –  Lançamento dos cordéis “As histórias das plantas”, “Padagogia do oprimido” de Francisco Paiva Neves (Fortaleza/CE) e do “Amor no tempo de chumbo” por Nando Poeta (Natal/RN)

Palco Leandro Gomes de Barros

16h20 – Canções com Edilson Barros (Fortaleza/ CE)

16h50 – Recital da despedida com Raul Poeta, Evaristo Geraldo da Silva, Rivani Nasário, Leila Freitas, Bule-Bule, Lucarocas e Chico Pedrosa

17h50 – Canções de viola com o mestre Zé Viola (Teresina/ PI)

Pátio externo

18h30 – Coco do Iguape (Iguape/CE)

EXPOSITORES:

  1. ABLC (Rio de Janeiro/RJ)
  2. AESTROFE (Fortaleza/CE)
  3. Arievaldo Vianna (Caucaia/CE)
  4. Beto Brito (João Pessoa/PB)
  5. Editora Caruá (Fortaleza/CE)
  6. CECORDEL (Fortaleza/CE)
  7. Chico Pedrosa (Olinda/PE)
  8. Cordelaria Flor da Serra (Fortaleza/CE)
  9. Edições Patabego (Tauá/CE)
  10. Editora Coqueiro (Olinda/PE)
  11. Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)
  12. Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE)
  13. Francisco Melchiades (Fortaleza/CE)
  14. Francorli (Juazeiro do Norte/CE)
  15. Maercio Siqueira (Crato/CE)
  16. Geraldo Amâncio (Fortaleza/CE)
  17. Guilherme Nobre (Fortaleza/CE)
  18. Instituto Roda da Vida (Fortaleza/SP)
  19. João Pedro do Juazeiro (Fortaleza/CE)
  20. Jotabê (Fortaleza/CE)
  21. Lucarocas (Fortaleza/CE)
  22. Nando Poeta (Natal/RN)
  23. Nonato Araújo/ Ivonete Morais (Fortaleza/CE)
  24. Olegário Alfredo (Belo Horizonte/MG)
  25. Marcos Abreu (Fortaleza/CE)
  26. Rivani Nasário (Recife/PE)
  27. Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE)
  28. Valentina Monteiro (Campina Grande/PB)
  29. Tupynanquim Editora (Fortaleza/CE)
  30. Stélio Torquato (Fortaleza/CE)

 

Serviço:

III FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO

Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: De 16 a 19 de agosto de 2018

Horários: Quinta a sábado: 14 às 21h | Domingo: 14 às 19h
Classificação indicativa: Livre
GRATUITO

Paraciclo disponível no pátio interno

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Rafael Sica em exposição inédita na Caixa Cultural Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

01 de agosto de 2018

 

Serão expostos originais de história em quadrinhos, além de gravuras e pinturas do artista gaúcho.

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 30 de agosto a 04 de novembro de 2018, a exposição “O Ordinário Rafael Sica”. Com mais de 150 obras, a mostra faz um panorama de 15 anos da trajetória do artista gaúcho, que é um dos principais nomes das histórias em quadrinhos da atualidade.

Rafael Sica é dono de um traço único que preza a riqueza de detalhes em uma narrativa silenciosa, mas extremamente contundente. Grande parte de sua obra é composta por quadrinhos sem textos, característica encarada por muitos críticos como um dos grandes diferenciais de seu trabalho. A ausência dos diálogos se mostra como uma abertura à interpretação do leitor: “Existe uma narrativa, mas é gráfica, visual. Exige que o leitor complete o trabalho. Fui tirando o texto das tiras, diminuindo o número de palavras, fui me dando conta de como isso potencializava as interpretações”, explica Sica.

A produção de Rafael Sica traz questionamentos sobre o modo de vida do indivíduo urbano. Suas tiras são minicontos que fogem do óbvio e da piada, e com um diferenciado tom surrealista, trazem críticas às neuroses das grandes cidades e à massificação das pessoas afogadas na rotina pós-moderna.

 

Para a abertura da exposição “O Ordinário Rafael Sica”, o quadrinista preparou uma publicação inédita, de tiragem limitada e distribuição gratuita ao público presente. Além disso, nos dias 31 de agosto, 01 e 02 de setembro, Rafael Sica produzirá um painel na galeria, onde os visitantes poderão acompanhar, ao vivo, o processo de criação do artista. A curadoria é do artista e pesquisador cearense Weaver Lima, que reúne em sua carreira a curadoria de exposições na área dos quadrinhos como “Luiz Sá – 100 anos”, “Monstra Comix”, “HQ CE”, “Desenhomatic LTDA”, “Seres Urbanos – Fanzines 90’s”, entre outras.

 

Sobre Rafael Sica

 

Nascido em 1979 em Pelotas (RS), Rafael Sica é reconhecido como um dos mais importantes autores de sua geração. Começou sua carreira na segunda metade dos anos 1990, publicando charges e tiras em jornais da sua cidade. No início dos anos 2000 passou a publicar no jornal Folha de S. Paulo e na internet lançando o blog “Ordinário”. A página foi criada com o objetivo de ser um portfólio virtual, mas acabou se transformando em um dos mais acessados sites de quadrinhos do país.

Sica venceu duas vezes o Prêmio HQ Mix nas categorias Novo Talento (2005) e Web Quadrinhos (2009), com sua série “Quadrinhos Ordinários”. Tem livros publicados por diversas editoras do país. Em 2011 lançou “Ordinário” (Companhia das Letras) e “Tobogã” (Ed. Narval). Em 2014 publicou “Novela” (BebelBooks) e em 2015, “FIM – Fácil e Ilustrado Manifesto” (Editora Beleléu). Em 2017 lançou o livro “Fachadas” (Editora Lote 42) e participou do projeto Baiacu, criado por Laerte e Angeli, que resultou na revista “Baiacu” (Editoras Cachalote e Todavia). Rafael Sica é um dos criadores da “Parada Gráfica”, evento anual que acontece em Porto Alegre (RS) e reúne artistas da cena gráfica independente brasileira.

Serviço:

Exposição: O Ordinário Rafael Sica

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 30 de agosto a 04 de novembro de 2018 (abertura no dia 30 às 19h)

Horários: De terça a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: 14 Anos

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

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Rafael Sica em exposição inédita na Caixa Cultural Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

01 de agosto de 2018

 

Serão expostos originais de história em quadrinhos, além de gravuras e pinturas do artista gaúcho.

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 30 de agosto a 04 de novembro de 2018, a exposição “O Ordinário Rafael Sica”. Com mais de 150 obras, a mostra faz um panorama de 15 anos da trajetória do artista gaúcho, que é um dos principais nomes das histórias em quadrinhos da atualidade.

Rafael Sica é dono de um traço único que preza a riqueza de detalhes em uma narrativa silenciosa, mas extremamente contundente. Grande parte de sua obra é composta por quadrinhos sem textos, característica encarada por muitos críticos como um dos grandes diferenciais de seu trabalho. A ausência dos diálogos se mostra como uma abertura à interpretação do leitor: “Existe uma narrativa, mas é gráfica, visual. Exige que o leitor complete o trabalho. Fui tirando o texto das tiras, diminuindo o número de palavras, fui me dando conta de como isso potencializava as interpretações”, explica Sica.

A produção de Rafael Sica traz questionamentos sobre o modo de vida do indivíduo urbano. Suas tiras são minicontos que fogem do óbvio e da piada, e com um diferenciado tom surrealista, trazem críticas às neuroses das grandes cidades e à massificação das pessoas afogadas na rotina pós-moderna.

 

Para a abertura da exposição “O Ordinário Rafael Sica”, o quadrinista preparou uma publicação inédita, de tiragem limitada e distribuição gratuita ao público presente. Além disso, nos dias 31 de agosto, 01 e 02 de setembro, Rafael Sica produzirá um painel na galeria, onde os visitantes poderão acompanhar, ao vivo, o processo de criação do artista. A curadoria é do artista e pesquisador cearense Weaver Lima, que reúne em sua carreira a curadoria de exposições na área dos quadrinhos como “Luiz Sá – 100 anos”, “Monstra Comix”, “HQ CE”, “Desenhomatic LTDA”, “Seres Urbanos – Fanzines 90’s”, entre outras.

 

Sobre Rafael Sica

 

Nascido em 1979 em Pelotas (RS), Rafael Sica é reconhecido como um dos mais importantes autores de sua geração. Começou sua carreira na segunda metade dos anos 1990, publicando charges e tiras em jornais da sua cidade. No início dos anos 2000 passou a publicar no jornal Folha de S. Paulo e na internet lançando o blog “Ordinário”. A página foi criada com o objetivo de ser um portfólio virtual, mas acabou se transformando em um dos mais acessados sites de quadrinhos do país.

Sica venceu duas vezes o Prêmio HQ Mix nas categorias Novo Talento (2005) e Web Quadrinhos (2009), com sua série “Quadrinhos Ordinários”. Tem livros publicados por diversas editoras do país. Em 2011 lançou “Ordinário” (Companhia das Letras) e “Tobogã” (Ed. Narval). Em 2014 publicou “Novela” (BebelBooks) e em 2015, “FIM – Fácil e Ilustrado Manifesto” (Editora Beleléu). Em 2017 lançou o livro “Fachadas” (Editora Lote 42) e participou do projeto Baiacu, criado por Laerte e Angeli, que resultou na revista “Baiacu” (Editoras Cachalote e Todavia). Rafael Sica é um dos criadores da “Parada Gráfica”, evento anual que acontece em Porto Alegre (RS) e reúne artistas da cena gráfica independente brasileira.

Serviço:

Exposição: O Ordinário Rafael Sica

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 30 de agosto a 04 de novembro de 2018 (abertura no dia 30 às 19h)

Horários: De terça a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: 14 Anos

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770