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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

CAIXA Cultural Fortaleza

Caixa Cultural Fortaleza promove oficinas de origami, mediação especial e doações

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

12 de Fevereiro de 2019

Essas ações acontecem paralelamente à exposição Ukiyoe – A Magia da Gravura Japonesa, que segue em cartaz até março

Gravura feita por Ichiryusai Hiroshige. Foto: Raquel Silva

Está em cartaz na Caixa Cultural Fortaleza a exposição Ukiyoe – a magia da gravura japonesa, que reúne gravuras realizadas no Japão entre os séculos XVII e XIX, além de livros e máscaras. Como programação paralela, neste sábado (16) acontecem as últimas oficinas de origami, às 14h e às 16h, para quem se inscreveu previamente. No dia 24), das 15 às 16h, tem mediação especial para os visitantes que desejam saber mais informações, analisar e discutir assuntos abordados nas obras. A exposição segue em cartaz até 10 de março e, nesse período, está recolhendo alimentos não perecíveis, calçados e roupas para beneficiar a Fundação Educacional Silvestre Gomes. As caixas da campanha estão no espaço Café Cultural.

As gravuras Ukiyoe retratam, em sua maioria, o estilo de vida dos japoneses no período EDO (1603 a 1668), no qual o país foi governado pelos xoguns da família Tokugawa. Nesta época, pela primeira vez, a população urbana japonesa teve oportunidade de se interessar pela cultura, moda e divertimento. Este estilo de vida foi denominado ukiyo (mundo flutuante), do qual faziam parte poesia, música, gueixas, os teatros kabuki e bunkaro e as prostitutas Oiran. Os registros em xilogravura dessa vida hedonista foram chamados de ukiyo-e (retratos de um mundo flutuante). As gravuras representam também cidades, províncias, o Monte Fuji, animais, flores, pássaros e heróis.

As obras pertencem a um dos mais importantes acervos de arte no Brasil, a coleção João Maurício de Araújo Pinho, do Rio de Janeiro. Segundo a curadora Anna Paola Baptista, a exposição Ukiyoe – a magia da gravura japonesa é um cartão de visita para a cultura tradicional japonesa: “A mostra nos apresenta as paisagens e as gentes do Japão, bem como lança luz sobre aspectos de sua cultura e costumes tais como a dança, o teatro e a religião. Será possível constatar também a grande influência que a gravura japonesa exerceu sobre importantes nomes da arte europeia, como Edgar Degas, Édouard Manet, Claude Monet, Vicent Van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec”, declara.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

Exposição: Ukioye – A magia da gravura japonesa

Local: CAIXA Cultural Fortaleza – Galeria Multiuso

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Visitação: de 09 de janeiro a 10 de março de 2019

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno

Mediação Especial

Data: 24 de fevereiro de 2019

Horário: Das 15h às 16h

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

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CAIXA Cultural Fortaleza oferece oficinas gratuitas de origami

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de Janeiro de 2019

Nos dias 02, 09 e 16 de fevereiro, a CAIXA Cultural Fortaleza oferece ao público em Fortaleza oficinas gratuitas de origami, a tradicional e secular arte japonesa de dobrar o papel criando representações geométricas de animais ou da natureza, por exemplo, em uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la. A ação faz parte da programação da exposição Ukiyoe – A Magia da Gravura Japonesa, em cartaz na Galeria Multiuso até o dia 10 de março.

Cada turma da oficina “Desdobre e Dobre – Oficina de Origami” será formada por 10 participantes com idade a partir dos 8 anos. Serão duas turmas por sábado, às 14h e às 16h, com 90 minutos de duração cada. As inscrições devem ser feitas pelo e-mail oficinaorigamifortaleza@gmail.com com nome e idade do participante, dia e horário que tem interesse em fazer a oficina. As vagas serão preenchidas por ordem de chegada das solicitações. Os participantes terão a oportunidade de aprender a dobradura de peças como tsuru, flor de lótus, piano, porta-retratos, pássaros, baleia, pato, mesa e caixa de porta-joias, dentre outras.

As oficinas serão ministradas por Uirá Carvalho de Oliveira, de apenas 13 anos e que pratica a arte japonesa há mais de cinco. Autodidata, Uirá já acumula experiências com a composição do cenário do espetáculo “O Circo dos Beatles” (setembro de 2015), exposição dos seus origamis e oficinas em eventos como ManiFesta! Festival das Artes e Festival Maloca Dragão.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

“Desdobre e Dobre – Oficina de Origami”

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Datas: 02, 09 e 16 de fevereiro

Horário: 14h e 16h

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: a partir de 8 anos

Gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Acesse o site www.caixacultural.gov.br

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“As Travessuras de Mané Gostoso” é atração para crianças e adultos na CAIXA Cultural Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

28 de Janeiro de 2019

Crédito fotográfico: Paulo Winz.

Cia Meias Palavras (PE) transforma o brinquedo popular em peça de teatro

Foto: Rogério Alves

O brinquedo popular de madeira Mané Gostoso foi transformado em personagem de peça de teatro. As Travessuras de Mané Gostoso, da Cia Meias Palavras (PE) em parceria com a Casa Mecane (PE), continua em cartaz na CAIXA Cultural Fortaleza neste final de semana, dias 02 e 03 de fevereiro. Com direção do paulistano Fernando Escrich – vencedor do Prêmio APCA 2018 pelo conjunto de sua obra – o espetáculo estreou em 2014, fez temporada de sucesso em São Paulo em 2017, já participou de vários festivais e circulou pelo Nordeste, sempre divertindo o público de todas as idades.

A peça segue a linha de criação da companhia, que surgiu do encontro entre teatro, contos populares e a oralidade, em 2012. Traz no elenco os atores pernambucanos Luciano Pontes e Arilson Lopes, além de Samuel Lira, que executa a trilha sonora ao vivo. Desde as rimas do texto às músicas compostas especialmente para As Travessuras de Mané Gostoso, a oralidade é uma das características principais da montagem.

O texto de autoria do ator, escritor e dramaturgo Luciano Pontes é inspirado na literatura de cordel e traz personagens do teatro de mamulengo que foram rebatizados, como a mocinha Anarina, o forasteiro e vilão Bibiu, a fofoqueira Comadre Zuzinha e o cabo Zé Firmino. O enredo se desenvolve sempre a partir de uma disputa. O amor de Anarina, por exemplo, é motivo de briga entre Mané Gostoso e Bibiu; e a alma de Mané Gostoso se torna alvo da peleja entre Deus e o diabo.

A encenação potencializa as competições trazidas pelo texto quando permite, inclusive, que a plateia decida qual dos dois atores irá encenar o personagem-título da história no início da peça. “Assim como o próprio Mané Gostoso, o teatro aqui também é uma brincadeira. Não queremos esconder isso do público. Pelo contrário, as pessoas acompanham a trajetória desses atores como narradores, personagens, bonecos. Há uma proximidade”, explica o diretor Fernando Escrich. Cada um dos atores interpreta sete personagens, que mudam de acordo com a escolha do público em cada sessão.

A montagem dialoga com o teatro de mamulengos e com a literatura de cordel. Os bonecos utilizados na peça foram concebidos por Rai Bento, artista pernambucano integrante do grupo mineiro Giramundo, e esculpidos em madeira de mulungu, como são os bonecos tradicionais do mamulengo, pelo mestre Tonho de Pombos. Os figurinos de Joana Gatis, inspirados na estamparia artesanal, foram pintados à mão e fazem referência à xilogravura. A iluminação de Luciana Raposo lembra as festas populares. “É como se fosse o quintal de casa, o terreiro, com toda intimidade que esse ambiente proporciona”, defende o ator Arilson Lopes.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

Teatro: As Travessuras de Mané Gostoso

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Datas: 02 e 03 de fevereiro de 2019

Horários: Sábados, às 15h e às 18h | Domingos, às 15h

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre – recomendável para crianças acima de 06 anos

Ingressos: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia)

Vendas começam duas horas antes das sessões, na bilheteria do local.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

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CAIXA Cultural Fortaleza realiza bate-papo sobre a arte de contar histórias

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

15 de Janeiro de 2019

 

A atividade acontece no dia 18 de janeiro (sexta-feira) com a participação de Carol Levy, que está em cartaz com o espetáculo “CantaBicho”, da atriz e diretora Paula Yemanjá e a professora Lyvia Cruz, que é surda e conta histórias em Libras

 

Contar histórias é uma arte milenar, que reúne e aproxima pessoas, de qualquer idade, para transmitir mensagens ou conhecimento, tudo por meio de histórias, reais ou criadas, antigas ou novas. A riqueza dos detalhes, figurino, o uso de objetos cênicos ou música são artifícios que contadores utilizam para atrair a atenção e envolver a plateia. É sobre a arte da contação de histórias o bate-papo que acontece no dia 18 de janeiro (sexta-feira), às 17 horas, na CAIXA Cultural Fortaleza.

Participam da conversa três contadores de histórias com vivências e trabalhos distintos. São elas: a pernambucana Carol Levy, em cartaz de 12 a 20 de janeiro (sábados e domingos) na CAIXA Cultural Fortaleza com o espetáculo “CantaBicho”, onde une músicas, canções e audiovisual; a cearense Paula Yemanjá, arte-educadora e atriz com forte atuação junto ao público infantil, que tem se dedicado cada vez mais à arte da contação de histórias; e Lyvia Cruz, que é surda e conta histórias em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Com acesso gratuito e voltada ao público em geral, a atividade é destinada, principalmente, a professores e contadores de histórias.

Contadoras de histórias

 

Carol Levy – Participou de coral, estudou canto lírico no Conservatório Pernambucano de Música e fez curso superior de Publicidade e Propaganda. Trabalhou com locução, jingles publicitários e vozes para animação e, em busca de sua identidade artística, passou a se dedicar ao público infantil. Em 2013 lançou seu primeiro DVD, “Cantarola”, que durante dois anos permaneceu no catálogo da Netflix. Depois veio o CD “CantaBicho”, gravado em estúdio, e o segundo DVD, “CantaBicho Ao Vivo”.

 

Paula Yemanjá – diretora teatral, produtora, atriz e contadora de histórias. Graduada em Letras pela Universidade Estadual do Ceará. Desenvolve atividades de mediação de arte e oficinas de formação artística para o público infanto-juvenil e adulto atuando nas áreas de Literatura e Ludicidade; Processos de formação do ator; Contação de História; Dramaturgia e Improvisação. Foi professora-artífice do curso de Belas Artes da UNIFOR e do Curso Princípios Básicos de Teatro (CPBT), tradicional curso de iniciação teatral do Theatro José de Alencar em Fortaleza. Escreveu e publicou o livro infantil “A Menina Mariquinha”.

Lyvia Cruz – formada em Letras/LIBRAS, Mestranda em Estudos de Tradução, professora, tradutora e narradora de LIBRAS. Possui graduação em Letras – Libras pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Libras, atuando principalmente nos seguintes temas: surdez, cultura, metodologia e tradução.

O espetáculo “CantaBicho”

Apresentado por Carol Levy na CAIXA Cultural Fortaleza de 12 a 20 de janeiro (sábados e domingos), o espetáculo “CantaBicho”, inclui canções e histórias interpretadas com carisma e desenvoltura. Com uma banda ao vivo, a apresentação mescla canções próprias em parceria com Carlinhos Borges, produtor musical do DVD – “Pisca Pisca Uá Uá”, “Lobo Legal”, “Pangaré” e “Ventilador de Teto” – com histórias que Carol Levy tira de um saco mágico, em um efeito cênico que virou uma de suas marcas registradas. Uma das histórias, “Chapeuzinho Amarelo”, é de autoria de Chico Buarque.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

[Bate-Papo]: A arte da contação de história, com Carol Levy, Paula Yemanjá e Lyvia Cruz

Local: CAIXA Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema)

Data: 18 de janeiro de 2019 (sexta-feira)

Horário: 17h

Acesso gratuito

Público alvo: professores, contadores de histórias e público em geral.

Classificação: Livre

 

[Música]: Carol Levy CantaBicho

Local: CAIXA Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema)

Data: 12, 13, 19 e 20 de janeiro de 2019

Horário:

Sábados, às 17h

Domingos, às 15h e às 17h

Ingressos: vendas 2 horas antes de cada espetáculo. Valores: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos).

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

 

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza: (85) 3453-2770

 

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O fenômeno do Nordeste Carol Levy estreia espetáculo na Caixa Cultural Fortaleza

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de Janeiro de 2019

Pela primeira vez na capital cearense com o show “CantaBicho”, a artista pernambucana mistura música, contação de história e audiovisual.

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 12 a 20 de janeiro de 2019 (aos sábados e domingos), “CantaBicho”, pela primeira vez na capital cearense, com a artista pernambucana Carol Levy. Dedicado ao público infantil, o show é uma verdadeira festa audiovisual, com direito a banda ao vivo, bailarinos e efeitos cênicos repletos de cores e criatividade. Marcado pela interatividade, o espetáculo é do tipo que encanta crianças de todas as idades.

Com um trabalho que inclui canções e histórias interpretadas com carisma e desenvoltura, a multiartista, compositora e contadora de histórias Carol Levy já cativou um público fiel. Em 2013 lançou seu primeiro DVD, “Cantarola”, que durante dois anos permaneceu no catálogo da Netflix. Depois veio o CD “CantaBicho”, gravado em estúdio, e o segundo DVD, “CantaBicho Ao Vivo”, ambos com ótima repercussão perante o Nordeste.

A apresentação de Carol Levy mescla canções próprias em parceria com Carlinhos Borges, produtor musical do DVD – “Pisca Pisca Uá Uá”, “Lobo Legal”, “Pangaré” e “Ventilador de Teto” – com histórias que ela tira de um saco mágico, em um efeito cênico que virou uma de suas marcas registradas. Uma das histórias, “Chapeuzinho Amarelo”, é de autoria de Chico Buarque.

Sobre Carol Levy

Carol possui uma formação bem diversificada. Participou de coral, estudou canto lírico no Conservatório Pernambucano de Música e fez curso superior de Publicidade e Propaganda. Trabalhou com locução, jingles publicitários e vozes para animação e, em busca de sua identidade artística, passou a se dedicar ao público infantil.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania. O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

[Música]: Carol Levy CantaBicho

Local: CAIXA Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema)

Data: 12, 13, 19 e 20 de janeiro de 2019

Horário:

Sábados, às 17h

Domingos, às 15h e às 17h

Ingressos: vendas 2 horas antes de cada espetáculo. Valores: R$ 16,00 (inteira) e R$ 8,00 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA e pessoas acima de 60 anos).

Duração: 60 minutos

Classificação: Livre

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza: (85) 3453-2770

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CAIXA Cultural Fortaleza recebe exposição “J. Borges 80 anos”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

02 de Janeiro de 2019

 Crédito fotográfico: Xirumba

A CAIXA Cultural Fortaleza recebe, entre 09 de janeiro e 10 de março, a exposição J. Borges 80 Anos, que traz uma coletânea de 40 xilogravuras, sendo 10 inéditas, com temas que retratam a trajetória de vida do artista J. Borges, considerado pelo dramaturgo Ariano Suassuna como o melhor gravador popular do Brasil.

Na exposição que celebra os 80 anos do artista, completados em 2016, os visitantes poderão conferir obras que retratam diversas fases da história de J. Borges com os temas ‘No Tempo da Minha Infância’, ‘Na Minha Adolescência’, ‘Vendendo Bolas Dançando e Bebendo’, ‘Serviços do Campo’, ‘Cantando Cordel’, ‘Plantio de Algodão’, ‘A vida na Mata’, ‘Plantio e Corte de Cana’, ‘Forró Nordestino’, ‘Viagens a Trabalho e Negócios’.

“Estou muito alegre com essa exposição sobre os meus 80 anos. Eu ainda quero viver bastante. O que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. É aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto”, afirma J. Borges. Com curadoria de José Carlos Viana e Marcelle Farias, a exposição reserva um lugar especial para a poesia popular com um espaço dedicado à literatura de cordel.

Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano do agreste, acontecimentos políticos, fatos lendários, folclóricos e pitorescos da vida. A mostra trará ainda obras assinadas por J. Miguel e Manassés Borges, filhos e aprendizes do artista além da exibição de uma cinebiografia sobre vida e obra do artista, assinada pelo jornalista Eduardo Homem. J. Borges desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para Borges criar o desenho, no qual as narrativas próprias do cordel têm seu espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras. Os temas mais populares em seu repertório são o cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos populares, a religiosidade, a picardia, enfim todo o rico universo cultural do povo nordestino.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

SERVIÇO:

Exposição J. Borges 80 Anos

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Abertura da exposição: 08 de janeiro, às 19h, com visita guiada pelo curador José Carlos Viana

Período de visitação: 09 de janeiro a 10 de março de 2019

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno

Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

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MARCELO JENECI SE APRESENTA NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA NO PROJETO “PALCO BRASIL”

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

03 de dezembro de 2018

Os shows do músico paulista, em formato intimista, serão realizados no pátio interno do centro cultural, com capacidade para um público de 400 pessoas por sessão

O cantor, compositor e instrumentista Marcelo Jeneci é a próxima atração do Palco Brasil e fará a sequência de três apresentações, de 07 a 09 de dezembro, na CAIXA Cultural Fortaleza. Os concertos fazem parte da temporada 2018 do projeto, que tem patrocínio da CAIXA e realização da Maré Produções Culturais. O Palco Brasil, na edição deste ano em Fortaleza, iniciou com Roberta Sá, agora tem Jeneci e finaliza com Chico César, compondo uma curadoria que prioriza reunir artistas expoentes da música brasileira contemporânea.

O público poderá esperar por um show inédito, num formato intimista e que passeará pela trajetória dos artistas, momentos marcantes de suas carreiras e principais sucessos, bem como músicas que são referência para suas criações.

Marcelo Jeneci – Nascido em São Paulo, o músico começou tocando sanfona na banda do artista Chico César, com quem fez uma turnê pela Europa em 2000. Tocou também nas bandas de Arnaldo Antunes e Erasmo Carlos. Em 2015, gravou “Dia a Dia, Lado a Lado” com Tulipa Ruiz, com quem fez em seguida uma série de shows pelo Brasil.

Serviço

Música: Palco Brasil

Local: CAIXA Cultural Fortaleza – Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data:

Marcelo Jeneci – de 07 a 09 de dezembro (sexta a domingo)

Horários: sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir do dia 06/12, para as sessões de 07 a 09/12, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

*Nos dias dos shows, caso ainda disponíveis, os ingressos serão vendidos até 18h30, sexta e sábado, e 17h30, domingo.

Acesso para pessoas com deficiência

Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Informações gerais | Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

 

Atendimento à imprensa:

Divulga Ação

Ana Peyroton: (85) 99944.2005

imprensa@divulgaacao.com

 

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Espetáculo Os Cadernos de Kindzu retrata a realidade dos refugiados na África pós-colonial

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

09 de novembro de 2018

 

Montagem do grupo carioca Amok Teatro tem como ponto de partida a obra “Terra Sonambula”, do escritor moçambicano Mia Couto

*MAIS: www.amokteatro.com.br  + https://www.facebook.com/amok.teatro/

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 15 a 25 de novembro de 2018, o espetáculo teatral Os Cadernos de Kindzu, com sessões de quinta a sábado, às 19h, e no domingo, às 18h. Com direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, a nova criação do Amok Teatro tem como ponto de partida a obra “Terra Sonambula” e o universo do escritor moçambicano, Mia Couto. A temporada de Os Cadernos de Kindzu na Caixa Cultural Fortaleza integra a turnê comemorativa dos 20 anos do Amok Teatro, que inclui seis cidades do Rio de Janeiro, Salvador (Bahia), São Paulo, Pequim, Jiashan e Wuhan, na China.

O espetáculo conta a trajetória do jovem Kindzu, que para fugir das atrocidades de uma devastadora guerra civil, deixa sua vila e parte para uma viagem de iniciação. Nela encontra outros fugitivos, refugiados e personagens repletos de humanidade que lhe farão viver experiências, ancoradas tanto na cultura tradicional do sudeste da África, quanto na vivência de um conflito devastador.

A temporada de estreia no Rio de Janeiro rendeu ao espetáculo 15 indicações a prêmios (Shell, Cesgranrio, Botequim Cultural, APTR e Aplauso Brasil).

 

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

Serviço:

TeatroOs Cadernos de Kindzu

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Datas: 15, 16, 17 e 18, 22, 23,24 e 25 de novembro de 2018

Horários: quinta a sábado, às 19h, e domingo, às 18h.

Duração: 2h10

Classificação: 16 anos

Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Vendas a partir de 14/11 para as apresentações de 15 a 18/11, e a partir de 21/11 para as apresentações de 22 a 25/11, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local

Paraciclo disponível no pátio interno

 

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

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DADOS COMPLEMENTARES  

 

Sobre a Criação: “Os Cadernos de Kindzu” é parte de uma trajetória artística iniciada com “Salina (A Última Vértebra)”, peça já apresentada na CAIXA Cultural Fortaleza em novembro de 2017, na qual o Amok investiga as formas narrativas, com inspiração em tradições de matriz africana. Salina e Kindzu trazem duas diferentes visões sobre o continente africano e duas diferentes propostas de linguagem cênica: Enquanto Salina é um mergulho numa África ancestral, Kindzu faz uma incursão numa África pós-colonial.

 

De acordo com a diretora do espetáculo, Ana Teixeira, o Amok Teatro mergulha nos doze cadernos que compõem o diário de Kindzu e como o menino Muidinga e o velho Tuahir do livro “Terra Sonâmbula” de Mia Couto, trilham a via das narrativas que revelam a dimensão onírica e mítica da existência, como formas de resistir à violência. “O texto de Os Cadernos de Kindzu foi abordado com a abertura de quem busca um diálogo criativo e não uma tradução cênica de uma obra literária. Ao longo desse processo, uma nova narrativa se construiu. A trajetória de Kindzu e seus companheiros encontraram uma identidade própria na cena, porém não se afastaram da escrita de Mia, da sua riqueza poética e suas imagens, ancoradas na cultura oral africana”, explica o ator e co-diretor Stephane Brodt.

 

Com Os Cadernos de Kindzu, o Amok Teatro aborda o fantástico e explora a língua portuguesa, em diferentes sonoridades. Passando do conto à ação e da palavra ao canto, o espetáculo aprofunda a pesquisa cênica iniciada com o projeto Salina (A Última Vértebra), onde o grupo investiga diferentes formas da narrativa, no contexto de culturas africanas, afrobrasileiras e, agora, afro-lusitanas. “Com Kindzu, a música, a literatura e o teatro se fundem numa expressão única e indissociável”, destaca Ana Teixeira.

 

Prêmios e indicações

 

Os Cadernos de Kindzu estreou no Rio de Janeiro em 2017 e foi indicada aos seguintes prêmios: Prêmio Shell de direção (Ana Teixeira e Stephane Brodt), ator (Thiago Catarino), música (Stéphane Brodt e atores), Prêmio Cesgranrio de melhor direção e melhor espetáculo, Prêmio Botequim Cultural de melhor espetáculo, atriz (Graciana Valladares), atriz coadjuvante (Luciana Lopes), autor (Ana Teixeira e Stpehane Brodt pela adaptação do texto) e Prêmio APTR de melhor atriz coadjuvante (Luciana Lopes), de melhor ator coadjuvante (Gustavo Damasceno), melhor ator coadjuvante (Stephane Brodt) e melhor música (Stephane Brodt) e recebeu o 8º Prêmio Válvula de Escape/Olhares da Cena de Porto Alegre de melhor ator (Thiago Catarino) e melhor atriz coadjuvante (Graciana Valladares).

 

Oficina com AMOK Teatro na CAIXA Cultural Fortaleza já tem inscrições abertas

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 15 a 25 de novembro de 2018, o espetáculo teatral Os Cadernos de Kindzu, com sessões de quinta a sábado (19h) e domingo (18h). Sob direção de Ana Teixeira e Stephane Brodt, a nova criação do Amok Teatro tem como ponto de partida a obra “Terra Sonambula” e o universo do escritor moçambicano, Mia Couto, integrando ainda a turnê comemorativa pelos 20 anos do grupo teatral.

 

Além do espetáculo, o grupo realiza a oficina Treinamento – Improvisação (Os Caminhos do Ator no Amok Teatro), que acontece no dia 17 de novembro, das 14h às 18h, na Sala de Ensaio da Caixa Cultural Fortaleza. Conduzido por Ana Teixeira, pedagoga, diretora do Amok Teatro e da Casa do Amok, o encontro propõe um olhar sobre a improvisação no jogo do ator, como um caminho que articula técnica e organicidade. O Treinamento também objetiva desenvolver a presença cênica do ator, conhecer e edificar sua individualidade, acessar uma determinada linguagem cênica ou ainda, auxiliar diretores e atores na investigação de processos poético-pedagógicos.

 

As inscrições podem ser feitas até 11 de novembro, pelo e-mail oficina@amokteatro.com.br. Podem participar atores com experiência, estudantes de artes cênicas e demais interessados a partir de 18 anos. O resultado da seleção sai no dia 12/11 e os participantes vão ser informados pela produção por telefone e também pela divulgação da lista dos selecionados na página do grupo Amok Teatro no Facebook (https://www.facebook.com/amok.teatro/).

 

 

Sobre o Amok Teatro:

 

Dirigido por Ana Teixeira e Stephane Brodt, o Amok Teatro caracteriza-se pela dedicação a um processo contínuo de pesquisa sobre a arte do ator e as possibilidades de encenação. Desde sua fundação em 1998, o grupo tem recebido por seus espetáculos diversos prêmios do teatro nacional e um grande reconhecimento da crítica e do público, sendo considerada hoje, uma das companhias de maior prestígio da cena carioca contemporânea.

Além do Brasil, o Amok vem se destacando na China, onde se apresenta desde 2014, tendo participado de festivais em Pequim, Xangai, Nanquim, Wuhan, Shenzhen, Hangzhou e Yangzhou. Além dos espetáculos, o grupo também compartilha na China a sua experiência pedagógica, tendo já ministrado oficinas na Universidade de Pequim.

 

Os processos de criação e formação estão profundamente ligados nos trabalhos do Amok Teatro. A pedagogia responde à necessidade de promover uma dimensão do teatro que não se limita a produção de espetáculos e busca transmitir valores artísticos que não têm como único objetivo os resultados.

http://www.amokteatro.com.br

 

Sobre o autor Mia Couto:

 

Mia Couto nasceu em Beira, Moçambique, filho de uma família de emigrantes portugueses. É biólogo, jornalista e autor de uma obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, conto, romance e crônica. Mia Couto é considerado um dos escritores mais importantes de Moçambique e o mais traduzido e divulgado no exterior. As suas obras já foram publicadas em 24 países. Seu romance, Terra sonâmbula é considerado um dos dez melhores livros africanos do século XX. Recebeu uma série de prêmios literários, entre eles o Prêmio Camões de 2013, o mais prestigioso da língua portuguesa, e o Neustadt Prize de 2014.

 

 

FICHA TÉCNICA

OS CADERNOS DE KINDZU é uma criação do AMOK TEATRO, a partir da obra “Terra Sonâmbula” de MIA COUTO.

Direção, cenário e figurino: Ana Teixeira e Stéphane Brodt

Assistente de direção: Sandra Alencar

Atores: Graciana Valladares (Farida), Gustavo Damasceno (Romão Pinto e Anão Xipoco), Luciana Lopes (Mãe KindzuTia Euzinha e Juliana), Sergio Loureiro (Pai Kindzu e Quintinho) Thiago Catarino (Kindzu), Vanessa Dias (Assma, Anão Xipoco e Virgínia) e Stephane Brodt (Surendra)

Luz: Renato Machado

Direção musical: Stéphane Brodt

Música (criação e interpretação): o elenco

Operação de Luz: Maurício Fuziyama

Coordenação administrativa: Eureka Ideias/Sonia Dantas

Produção Local: Cristiane Pires

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CAIXA CULTURAL FORTALEZA RECEBE EXPOSIÇÃO (RE)CONHECENDO A AMAZÔNIA NEGRA, DE MARCELA BONFIM

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

30 de outubro de 2018

“Geração Maloney”, foto de Marcela Bonfim (2016)

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre 02 de novembro e 23 de dezembro, a exposição (RE)Conhecendo a Amazônia Negra, da fotógrafa Marcela Bonfim. A mostra traz 55 fotografias que ilustram as mais diversas identidades e culturas presentes entre os povos negros da Amazônia e a importância social das religiões de matriz africana na construção do Brasil. As obras trazem de maneira sensível e original as mais diversas expressões dos grupos que residem na região Norte do País, dentre eles remanescentes quilombolas, afroindígenas, barbadianos e haitianos. Todos carregam em seus traços as heranças socioculturais de uma parcela importante da população brasileira que ainda não é reconhecida historicamente.

As fotos foram produzidas a partir de 2013, durante visitas feitas por Marcela Bonfim a comunidades quilombolas, tradicionais, indígenas e urbanas, além de terreiros e festejos religiosos na região do Vale do Guaporé (RO), em um processo que coincidiu com o próprio reconhecimento da fotógrafa enquanto mulher negra. Segundo Marcela, “Mais que fotografia, o aspecto fundamental da proposta é a crítica ao percurso da história oficial sobre a negritude brasileira. Apesar do importante papel que os negros desempenharam e ainda desempenham para o desenvolvimento econômico, cultural e social do País, há mais de 500 anos, ainda padecem com as ambiguidades e injustiças causadas inicialmente pela seletividade das informações contidas nos livros de história e demais registros de memória, o que é um projeto de degradação e inferiorização destas populações, dos seus costumes e cultura”, aponta.

Expressões de fé

A exposição propõe um verdadeiro mergulho na cultura e subjetividade dos povos negros da Amazônia, trazendo histórias de vida e também de expressões religiosas de matriz africana. Logo na entrada, o visitante irá encontrar um altar trazendo alguns dos objetos de variadas religiões, encaminhando-o à primeira parte da mostra.

As imagens seguintes revelam variadas expressões de fé impressas nos detalhes de mãos, pés e semblantes de um povo que mantém fortemente suas tradições e festas religiosas. Elementos como espadas-de-são-jorge e sal grosso também irão compor a expografia, no intuito de apresentar ao público um pouco dos costumes presentes no cotidiano dos povos fotografados.

Incentivo à cultura:

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

 

SERVIÇO:

Exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

Endereço: Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema

Abertura: 1º de novembro, às 19h, com visita guiada por Marcela Bonfim

Data: 02 de novembro a 23 de dezembro de 2018

Horário: terça-feira a sábado, das 10h às 20h | domingo, das 12h às 19h

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Paraciclo disponível no pátio interno
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

Informações gerais | Bilheteria CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Atendimento à imprensa (CE)

Isabelle Vieira (85) 98871.4139 – vieira.aisabelle@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE):

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EDISCA APRESENTA ESPETÁCULO MOBILIS NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de outubro de 2018

 

 Foto: Mila Petrillo

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, nos dias 02, 03, 04, 09, 10 e 11 de novembro de 2018, o espetáculo Mobilis, do grupo EDISCA. Os coreógrafos Dora Andrade e Gilano Andrade trazem ao palco 25 bailarinos em uma apresentação de 35 minutos, explorando movimentos em um jogo de gravidade e suspensão, equilíbrios e dinâmicas, ordem e caos, investigando as relações entre o real e o virtual.

Mobilis é um espetáculo de 2003, que retorna aos palcos com a observação do que há para além da forma, aquilo que o movimento aponta, o traço e o insinuado. A relação entre um espaço criado e um corpo plural composto de substância, imagem e sentidos que se articulam e provocam associações livres. Os bailarinos se movimentam em meio a projeções de seus próprios movimentos, num bailar onde mover-se é o ponto principal.

A fundadora e coreógrafa da EDISCA, Dora Andrade, explica que o espetáculo, originalmente estreado há 15 anos, foi uma quebra de paradigma na produção artística da instituição. “Antecederam ao Mobilis os espetáculos Jangurussu, Koi Guera e Duas Estações. As obras possuíam uma carga dramática bastante intensa e traziam em si uma espécie de denúncia, um alerta a problemática das minorias e, no caso do Duas Estações, uma possibilidade de reconexão com a nossa cultura nordestina.  Então vem o Mobilis: um espetáculo conceitual, plástico, moderno e extremamente técnico”, explica Dora.

Para a coreógrafa, sair da trilogia dos espetáculos engajados que já caracterizavam as produções artísticas da EDISCA, retirou os coreógrafos e bailarinos da zona de conforto e trouxe muitas novidades ao reportório. Segundo Dora Andrade, o retorno de Mobilis aos palcos traz de volta essas sensações aos participantes. “É com imensa alegria que vemos esse balé voltar à cena na Caixa Cultural Fortaleza, parceira em várias temporadas. Esse é o quinto projeto da EDISCA aprovado na seleção pública da CAIXA. Temos convicção que essa temporada será um sucesso”, afirma a fundadora da instituição.

 INCENTIVO À CULTURA

 

A CAIXA investiu mais de R$ 385 milhões em cultura nos últimos cinco anos. Em 2018, nas unidades da CAIXA Cultural em Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, está prevista a realização de 244 projetos de Artes Visuais, Cinema, Dança, Música, Teatro e Vivências.

A CAIXA Cultural Fortaleza oferece, desde 2012, uma programação diversificada, com opções gratuitas ou a preços populares, estimulando a inclusão e a cidadania.

O espaço, situado em um prédio histórico na Praia de Iracema, conta com um cine-teatro com 181 lugares, três amplas galerias de arte, sala de ensaios, salas para oficinas de arte-educação, foyer, café cultural e livraria, além de um agradável jardim e espaços para convivência e realização de eventos.

Serviço:

Dança: Mobilis- Edisca

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

EndereçoAv. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: 02 a 04 e 09 a 11 de novembro de 2018

Horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 35 minutos

Ingresso: Vendas a partir do dia 01/11 para as sessões entre os dias 02 e 04; e dia 8/11 para as sessões de 09 a 11/11, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

Classificação indicativa: Livre

Informações gerais | CAIXA Cultural Fortaleza:

(85) 3453-2770

Mais informações para a Imprensa:

AD2M Engenharia de Comunicação | +55 (85) 3258.1001

Camila Grangeiro – camilagrangeiro@ad2m.com.br | +55 (85) 9.8157.4929/ 9.9659.6890

Manoella Monteiro – manoella@ad2m.com.br | +55 (85) 9.8879.9474

Mauro Costa – maurocosta@ad2m.com.br | +55 (85) 9.8879.8474

 

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EDISCA APRESENTA ESPETÁCULO MOBILIS NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

26 de outubro de 2018

 

 Foto: Mila Petrillo

 

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, nos dias 02, 03, 04, 09, 10 e 11 de novembro de 2018, o espetáculo Mobilis, do grupo EDISCA. Os coreógrafos Dora Andrade e Gilano Andrade trazem ao palco 25 bailarinos em uma apresentação de 35 minutos, explorando movimentos em um jogo de gravidade e suspensão, equilíbrios e dinâmicas, ordem e caos, investigando as relações entre o real e o virtual.

Mobilis é um espetáculo de 2003, que retorna aos palcos com a observação do que há para além da forma, aquilo que o movimento aponta, o traço e o insinuado. A relação entre um espaço criado e um corpo plural composto de substância, imagem e sentidos que se articulam e provocam associações livres. Os bailarinos se movimentam em meio a projeções de seus próprios movimentos, num bailar onde mover-se é o ponto principal.

A fundadora e coreógrafa da EDISCA, Dora Andrade, explica que o espetáculo, originalmente estreado há 15 anos, foi uma quebra de paradigma na produção artística da instituição. “Antecederam ao Mobilis os espetáculos Jangurussu, Koi Guera e Duas Estações. As obras possuíam uma carga dramática bastante intensa e traziam em si uma espécie de denúncia, um alerta a problemática das minorias e, no caso do Duas Estações, uma possibilidade de reconexão com a nossa cultura nordestina.  Então vem o Mobilis: um espetáculo conceitual, plástico, moderno e extremamente técnico”, explica Dora.

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Serviço:

Dança: Mobilis- Edisca

Local: CAIXA Cultural Fortaleza

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Data: 02 a 04 e 09 a 11 de novembro de 2018

Horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Duração: 35 minutos

Ingresso: Vendas a partir do dia 01/11 para as sessões entre os dias 02 e 04; e dia 8/11 para as sessões de 09 a 11/11, das 10h às 20h, na bilheteria do local.

R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)

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