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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Abihpec

Indústria de beleza brasileira pode arrecadar R$ 115 bilhões em vendas até 2020

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de agosto de 2018

 

Variação nos produtos de beleza é apontado como um dos principais responsáveis por esse crescimento


Em tempos de selfies, redes sociais e programas de edição, a procura por uma boa maquiagem que combine com a cor de pele e com as particularidades de cada um ganha cada vez mais espaço. É o que releva os dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) que afirma que a indústria de beleza – que inclui cosméticos e similares – está crescendo anualmente e que deverá chegar a arrecadar R$ 115 bilhões em 2020.


Os números da Associação Brasileira das Indústrias de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) também colocam o Brasil como um dos principais mercados do planeta, atrás somente dos Estados Unidos, China e Japão. O desempenho é atribuído pela Abihpec aos seguintes fatores: participação crescente da mulher brasileira no mercado de trabalho e o lançamento constante de produtos; aumento da expectativa de vida da população, que está criando a necessidade do consumidor cuidar ainda mais do seu bem-estar.


Para Tiago Parente, diretor de mercado da Cosbel no Ceará,  as diferentes variações de produtos que estão surgindo, respondem a uma demanda de mercado. “Cada pessoa tem sua particularidade, cor de pele, cor de maquiagem preferida e cor de cabelo, por isso está cada vez mais crescente a expansão do mercado de cosmético de nichos”, disse.


No ano passado, a expressão “cabelos cacheados” ultrapassou pela primeira vez a busca pelos lisos no Google, um crescimento de 232%. Na mesma toada, o interesse por “cabelos afro” aumentou 309% nos últimos dois anos, o que comprova também o crescimento pela busca de produtos de beleza que tenham a ver com as particularidades de cada um.


Crescimento feminino na publicidade

Esse crescimento também tem a ver com a participação de tipos de mulheres em campanhas publicitárias, independentemente da cor, raça ou gênero. Um estudo feito pela agência Heads, feito há três anos, a cada seis meses, analisa os comerciais que se tem na TV. Os dados mostram que não há mais a ditadura do cabelo liso e escorrido nas propagandas. Em 65% dos comerciais pesquisados, as mulheres têm cabelos naturais: ondulados, cacheados ou crespos.

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Mercado da beleza cresce, apesar da crise

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

31 de agosto de 2015

perfect365 (3)

A economia brasileira não anda bem. O desemprego e a inflação têm aumentado, e as vendas em muitos setores estão caindo. Uma projeção feita pela ONU indica que o país terá uma retração de 1,5% do seu PIB em 2015. Na contramão da crise, um setor do mercado continua firme e movimentando bilhões de reais por ano no Brasil. São as clínicas de estética e cirurgia plástica.

De acordo com o cirurgião plástico e especialista em transplante capilar, Erik Nery, só a cirurgia plástica injeta nas clínicas e hospitais do país um valor próximo dos R$ 2 bilhões. “Além disso, os últimos dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) revelaram que o número de novas cirurgias cresce 10% ao ano, com uma estimativa de 1,5 milhões de procedimentos realizados”, diz.

Erik afirma que um dos motivos do mercado da cirurgia plástica estar em constante crescimento é a programação por parte dos pacientes. “Normalmente, uma pessoa que decide realizar um procedimento estético não o faz da noite para o dia. Há todo um processo de planejamento, realização de exames pré-operatórios, até enfim chegar a data marcado. Ou seja, as pessoas se programam com muita antecedência, tanto ao pesquisar um profissional habitado como nas condições de pagamentos”, explica.

Sem crise

Demissões, retração, crise. Essas palavras estão bem longe de quem trabalha no ramo da beleza. Enquanto alguns segmentos estão calculando os prejuízos causados pela estagnação da economia brasileira, como a cadeia automotiva, o mercado  da beleza vem crescendo acima da inflação. Alguns setores crescem até 15%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

“É importante frisar que a estética e a beleza não são mais vistas como algo meramente superficial. Estão se consolidando como instrumentos que auxiliam as pessoas a se sentirem bem, aumentando a autoestima, a confiança e, por consequência, a saúde”, destaca Erik Nery.

  • postado por Oswaldo Scaliotti

 

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Mercado da beleza cresce, apesar da crise

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

31 de agosto de 2015

perfect365 (3)

A economia brasileira não anda bem. O desemprego e a inflação têm aumentado, e as vendas em muitos setores estão caindo. Uma projeção feita pela ONU indica que o país terá uma retração de 1,5% do seu PIB em 2015. Na contramão da crise, um setor do mercado continua firme e movimentando bilhões de reais por ano no Brasil. São as clínicas de estética e cirurgia plástica.

De acordo com o cirurgião plástico e especialista em transplante capilar, Erik Nery, só a cirurgia plástica injeta nas clínicas e hospitais do país um valor próximo dos R$ 2 bilhões. “Além disso, os últimos dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) revelaram que o número de novas cirurgias cresce 10% ao ano, com uma estimativa de 1,5 milhões de procedimentos realizados”, diz.

Erik afirma que um dos motivos do mercado da cirurgia plástica estar em constante crescimento é a programação por parte dos pacientes. “Normalmente, uma pessoa que decide realizar um procedimento estético não o faz da noite para o dia. Há todo um processo de planejamento, realização de exames pré-operatórios, até enfim chegar a data marcado. Ou seja, as pessoas se programam com muita antecedência, tanto ao pesquisar um profissional habitado como nas condições de pagamentos”, explica.

Sem crise

Demissões, retração, crise. Essas palavras estão bem longe de quem trabalha no ramo da beleza. Enquanto alguns segmentos estão calculando os prejuízos causados pela estagnação da economia brasileira, como a cadeia automotiva, o mercado  da beleza vem crescendo acima da inflação. Alguns setores crescem até 15%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec).

“É importante frisar que a estética e a beleza não são mais vistas como algo meramente superficial. Estão se consolidando como instrumentos que auxiliam as pessoas a se sentirem bem, aumentando a autoestima, a confiança e, por consequência, a saúde”, destaca Erik Nery.

  • postado por Oswaldo Scaliotti