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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Chegou a vez da fruticultura

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

28 de outubro de 2017

por Eumar Roberto Novacki, Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Para sairmos de quase 7% para 10% da participação brasileira no mercado internacional em 5 anos, temos que estimular o desenvolvimento de todos os setores do agro. A fruticultura, um dos segmentos com grande potencial de exportação, tem se destacado nos últimos anos, seja na produção in natura ou na industrialização, com frutas e néctares.
O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo, com uma produção anual de 44 milhões de toneladas e com um calendário de safra ao longo do ano todo. Mesmo só perdendo para a China e a Índia no ranking de produção de frutas, exportamos menos de 2,5% da nossa produção.
Falta-nos enfoque estratégico e maturidade na cultura exportadora para a conquista de novos mercados. Exportação significa mais renda, mais empregos, mais força na economia. Só para se ter uma ideia do atual cenário, o Peru tem um território de 1.285 milhão de quilômetros quadrados, 7 vezes menor que o Brasil, mas exporta atualmente quase 4 vezes mais, gerando U$ 2,4 bilhões em receita. Outro vizinho, o Chile, com um território um pouco maior que a Bahia exporta U$ 4 bilhões em frutas. No Brasil, as exportações de frutas geram apenas U$ 700 milhões.
Cabe ressaltar o apelo social, já que o setor é um grande gerador de empregos formais. Tomando como exemplo a produção de melões no Nordeste brasileiro, são gerados em média, um posto formal de emprego por hectare. Só uma área produtora em Mossoró, gera nove mil empregos diretos. Atualmente são mais de 5 milhões de empregos em áreas onde outras atividades de produção de alimentos não seriam viáveis economicamente, como na região do semiárido. Percebemos nisso uma grande oportunidade de expansão.
Com base nesses dados, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está trabalhando para consolidar o Plano Nacional de Desenvolvimento da Fruticultura (PNDF), cuja expectativa é que o Brasil possa dobrar sua produção de frutas em 5 anos e aumentar, em pelo menos 50%, o volume de exportações nos próximos 3 anos.
Vamos debater os pilares para o desenvolvimento econômico da fruticultura, passando pela edição de normativos técnicos simplificados, visando além da defesa vegetal, a desburocratização e consequente redução de custos, além de discutir pesquisa, desenvolvimento e inovação.
A adoção de alguns instrumentos de planejamento que compõe o plano tem a perspectiva de dar clareza aos caminhos a se percorrer em curto, médio e longo prazo, entre eles, um dos principais é a governança da cadeia produtiva.
Medidas que tornarão o setor mais forte, competitivo e capaz de atender os padrões mundiais de eficiência e sustentabilidade na produção de frutas
Apesar de extenso e complexo, o Plano voltado à fruticultura merece destaque na pauta do agronegócio brasileiro. Além de muito promissor para a economia, com geração de maior riqueza e ampla distribuição da renda, ele pretende estimular a mudança no hábito alimentar da população. Com isso, a tendência é termos maior qualidade de vida para as futuras gerações.
Ao governo não cabe a máxima: “se não atrapalhar já ajuda!” Além de não atrapalhar, temos a obrigação de estimular o desenvolvimento do setor. O Ministério da Agricultura vem trabalhando incansavelmente para que a locomotiva da economia brasileira, ganhe velocidade.
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Estudo apresenta dados sobre a geração de empregos no CIPP

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

24 de outubro de 2017

Documento será apresentado pela STDS, IDT, Prefeitura de São Gonçalo do Amarante e AECIPP

 

Data: 25 de outubro (quarta-feira)

Horário: 14 horas

Local: Auditório da Unidade do SINE/IDT do Centro – Rua Assunção, 699

 

Com objetivo de analisar o impacto na geração de empregos no entorno do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), nos anos de 2015 e 2016, a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante e a Associação das Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (AECIPP) divulgam, nesta quarta-feira, 25 de outubro, às 14h, no Auditório da Unidade do SINE/IDT do Centro, o estudo “O Mercado de Trabalho no Entorno do CIPP – Volume II: Dinâmica Recente”.

 

A apresentação contará com a presença do secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, Josbertini Clementino, do presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho, Gilvan Mendes, do Prefeito de São Gonçalo do Amarante, Cláudio Pinho, e do presidente da Associação das Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, Ricardo Parente.

 

Criado em 1995, o CIPP está situado nos municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante, no litoral oeste cearense. O Complexo possui uma área de 13.337 hectares, dos quais 7.102 hectares (53,2%) pertencem a Caucaia e 6.235 (46,8%), ao município de São Gonçalo do Amarante. Este Complexo, onde se encontram 27 empresas já instaladas ou em fase de instalação, tem como objetivo viabilizar a operação de atividades portuárias e industriais integradas, imprescindíveis ao desenvolvimento de um Complexo com características de Porto Industrial, tendo iniciado suas operações em novembro de 2001, segundo a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece).

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Procura por FIDCs aumenta 38% e ganha confiança do investidor no Brasil

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

23 de outubro de 2017

Por Gerson Mineo Sakaguti

 

A instabilidade política do Brasil ainda gera desconforto por parte dos investidores. Embora a bolsa de valores, apresente alta de 4% em setembro, muitos preferem uma aplicação de baixo risco e alta rentabilidade.

Neste cenário, os FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) têm conquistado cada vez mais espaço no mercado brasileiro.

Somente no primeiro semestre de 2017, este investimento registrou alta de 38,3%, de acordo com dados divulgados pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). De janeiro a junho deste ano, as aplicações nesta categoria alcançaram R$ 2,2 bilhões.

Também conhecido como Fundo de Recebíveis, o FIDC é um condomínio de investidores, que reúnem seus recursos em forma de fundo para “comprar” recebíveis de empresários. Estes, por sua vez, recebem de forma imediata o valor das vendas a prazo, convertidas em duplicatas.

Desta maneira, o fundo promove vantagem para ambos, uma vez que o empresário conseguirá contar rapidamente com um capital de giro, que poderá ser reinvestido em seu próprio negócio e o investidor terá uma aplicação segura e com retornos acima do CDI.

De fato, existem várias maneiras de se conquistar rentabilidade durante a inconsistência verificada no país, contudo, de maneira ímpar, os FIDCs se destacam por seu retorno estável.

Em outros tipos de investimentos é muito difícil estimar quais ativos serão lucrativos a médio prazo por conta da volatilidade que o cenário macro pode ocasionar.

Vale lembrar que é sempre importante avaliar quais FIDCs possuem bom histórico de rentabilidade, credibilidade e renomada administração de recursos.

No final das contas, tais fatores serão o diferencial para um investimento bem-sucedido.

 

* Gerson Mineo Sakaguti é Diretor de Captação e Câmbio da SRM.

 

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Na era das mídias sociais, defina sua identidade e conquiste o mercado

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

15 de setembro de 2017

Com o dia a dia da internet, os clientes estão cada vez mais exigentes e as empresas ficam mais vulneráveis com a superexposição.Sendo assim, os bastidores podem definir o sucesso ou o fracasso do negócio, onde uma simples postagem equivocada pode resultar em uma crise de vendas.

 

Empreender na Era digital é ter sucesso e rever tradições, formatos, quebrar paradigmas da comunicação, olhar para dentro e perceber uma nova forma de fazer negócios, lidar com clientes e posicionar sua identidade. Não basta “mostrar”, tem que “ser”.

 

O especialista Luiz Santos, consultor em comunicação com foco principalmente na construção de identidade, destaca que é preciso reinventar os processos e alinhar a forma de um negócio funcionar. “Tudo é visto e avaliado pelo consumidor de hoje, e isso está diretamente ligado à reputação da sua empresa”, analisa.

 

O especialista aproveita e dá 5 dicas para conquistar os cliente da Era Digital, que estão cada vez mais exigentes!

1 – Entregue o que você promete.

Dica: não faça propaganda enganosa, haja sempre de forma coerente com o que você diz e entregue qualidade de verdade. Não tente enganar.

 

2 – Não seja exclusivo só na maneira de falar, mas sim na de ser.

 

Dica: procure definir uma identidade que tenha a ver com o seu negocio para que você se empolgue e consiga ter essa identidade que você busca.

3 – Procure ser importante na vida dos seus clientes e escolha bem o seu público alvo

 

Dica: as pessoas querem ser consideradas relevantes e/ou importantes. Quando você entrega alguma coisa de valor emocional junto com o seu produto ou serviço você marca presença na alma das pessoas.

 

4 – Acompanhar a dinâmica social é essencial, para trabalhar a forma de pensar que o mundo está adotando.

 

Dica: fique atento para as mudanças do ser humano e fuja do modismo que podem ser cheios de preconceitos ou atitudes pouco saudáveis para construir um mundo melhor.

 

5 –  Por fim, tenha coerência entre o que VENDE, FALA E FAZ. O seu empreendimento hoje é visto por fora e mais ainda, por dentro.

 

Dica: busque uma forma de controlar a criatividade na sua comunicação para manter seus colaboradores ligados na mesma bandeira.

A inquietante pergunta na Era Digital é: Que Identidade os empreendedores estão criando para seus negócios?

Além de uma ideia, os clientes desejam apostar seu dinheiro em práticas que agradam e combinam com a sua personalidade. E anotem: O reflexo de todo esse trabalho pode garantir o sucesso ou o fracasso de um negócio!

 

Esse conteúdo é de autoria de Luiz Santos, publicitário e especialista em identidade corporativa.

luizsantos@lsestrategia.com.br

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Tarcísio Holanda: o desemprego como percursor de novos caminhos

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

29 de agosto de 2017

 

A crise econômica dos últimos anos fez com que muitos perdessem o emprego ou a condição de manter um negócio próprio. No Ceará, segundo dados do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), nos três primeiros meses de 2017, a taxa de desemprego no estado atingiu 14,25% da população.

O cenário negativo não é exclusividade do Ceará.  Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa foi a maior taxa de desocupação, iniciada em 2012. No 1º trimestre, o Brasil tinha 14,2 milhões de desempregados, recorde histórico.

O mercado de trabalho não está bem na foto. É nesse cenário que muitos encontram uma oportunidade para mudar de carreira e ingressar em um caminho profissional completamente novo. O consultor vocacional Tarcísio Holanda, especialista em desenvolver um método de Carreira de Alta Performance (CAP), desenvolve sessões para quem está às vésperas da escolha que pode mudar suas vidas: a escolha de uma nova carreira.

O consultor explica porque a crise pode ser um motivo para tentar o novo. “Há a tendência de ter medo de trocar o certo pelo incerto, mas a crise proporciona que as pessoas se sintam um pouco mais encorajadas em tentar novas possibilidades de carreira”, explica Tarcísio Holanda.

O método desenvolvido pelo consultor aperfeiçoa os pontos fortes, oferecendo uma perspectiva sobre qual caminho trilhar. O objetivo do CAP é intervir de forma estruturada para que quem busca o método faça uso das habilidades que já possui e desenvolva outras, adquirindo mais segurança e equilíbrio. “Meu foco é ajudar quem precisa lidar com os principais desafios dessa fase de transição”, afirma.

Para Tarcísio, mudar de carreira é uma tendência. A jornada pode ser mais demorada, mas é possível elaborar novos caminhos com prazer e dedicação, garante o especialista em carreiras, que está sendo mais procurado agora na crise por profissionais querendo mudar.

Tarcísio Holanda

Tarcísio Holanda, antes de mais nada, é um jovem, que quando adolescente também teve várias dúvidas sobre sua carreira profissional. Descobriu-se na área vocacional, alcançando a graduação de um dos maiores Institutos de Análise Comportamental do país, o SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching. Também tem Certificação internacional reconhecida e aprovada pela IAC – International Association of Coaching e pela Corporate Coach U, além de ser Membro da Sociedade Latina Americana de Coaching.

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Economia ruim derruba confiança dos empresários

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

13 de dezembro de 2016

Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre novembro/dezembro mostra uma queda de 3,4% com o índice passando de 103,1 pontos, no bimestre setembro/outubro, para 99,5 pontos na medição atual. O resultado decorre, principalmente, da percepção da gravidade da crise atual, com 53,0% dos entrevistados afirmando que a economia piorou nos últimos doze meses.

Acompanhando a redução do indicador geral, o componente Índice de Situação Presente – ISP teve diminuição de 22,5%, saindo de 62,6 pontos no bimestre setembro/outubro, para 48,5 pontos neste período. O empresário do comércio permanece atento ao momento econômico, percebendo-o como frágil e com forte influência no comportamento setorial: 68,7% dos entrevistados reconhecem uma deterioração dos seus setores de atuação nos últimos doze meses.

 

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Expectativas Futuras – IEF, tiveram melhoria de 5,4%, influenciada, principalmente, pela esperança de retomada das vendas, com 91,7% dos entrevistados esperando momentos melhores na economia nos próximos seis meses. Além disso, 92,0% esperam crescimento das vendas de suas empresas, como reflexo da melhoria do quadro econômico e aumento do consumo.

A pesquisa ainda mostra que, apesar da piora no sentimento geral de confiança, a intenção de investimentos sobe, com o Índice de Investimentos das Empresas tendo incremento de 5,4% no bimestre e atingindo 110,9 pontos. Os reflexos poderão ser sentidos na movimentação de estoques, com 70,1% dos empresários esperando redução nos níveis de inventário, e na contratação de pessoal, com 79,0% dos entrevistados prevendo contratações de novos empregados nos próximos meses.

 

Saiba mais

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores: Índice das Situações (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice Atual: diz respeito diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

 

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Jornal O POVO veicula projeto sobre Educação Inclusiva

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

10 de dezembro de 2016

 educação inclusiva

Série de quatro cadernos especiais será encartada no O POVO de 12 a 15 de dezembro

 

O projeto Educação Inclusiva, realizado pelo Grupo de Comunicação O POVO, é formado por quatro cadernos especiais, que serão encartados no O POVO, de 12 a 15 de dezembro e distribuídos aos coordenadores e professores da rede pública estadual de ensino. Além disso, dia 12, às 14h30min, haverá um evento na sede da Secretaria da Educação do Ceará (Seduc), com a presença da equipe responsável pelo projeto, do vice-presidente do O POVO, João Dummar Neto, do secretário da Educação, Idilvan Alencar, e outros profissionais envolvidos com o projeto.

Para a produção dos cadernos e do conteúdo digital foram ouvidos gestores públicos, especialistas, pais, educadores, promotores e cidadãos engajados no aprofundamento da legislação, modelos e experiências educacionais, ações, projetos e entidades de inserção e melhoria das condições de ensino, auxílio aos pais, crianças, adolescentes e adultos.

O Governo do Estado do Ceará patrocina o projeto, por meio da Seduc. A ideia é promover o debate qualificado, despertar conhecimentos, troca de saberes, estimular o engajamento dos vários atores educacionais, trazer luz aos assuntos e questões que melhorem a inserção dos alunos com deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.

Além dos cadernos impressos, o conteúdo poderá ser acessado, a partir do dia 12, no canal digital (especiais.opovo.com.br/educacaoinclusiva) que vai trazer conteúdo extra, sendo complementar ao material impresso e ampliando a divulgação do projeto.

Publicação dos cadernos

12/12 – Compreender – discute o tema em suas origens, contexto histórico, legislação e aplicação da educação inclusiva no Brasil

13/12 – Conviver – como a família e a escola podem atuar na inclusão de alunos  com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotações

14/12 – Crescer  como os professores e demais profissionais da educação podem se qualificar para transformar a escola cada vez mais inclusiva

15/12 – Transformar  as perspectivas e  sobre como a sociedade pode auxiliar na inclusão dos estudantes com este perfil

 

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Anvisa conclui que os alimentos são seguros!

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

26 de novembro de 2016

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta sexta (25) que 99% dos alimentos brasileiros não representam risco à saúde. Os dados foram apresentados no relatório do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), que avaliou mais de 12 mil amostras de alimentos entre os anos de 2013 e 2015. O documento concluiu que quase 99% das amostras de alimentos analisadas pela Anvisa estão livres de resíduos de agrotóxicos que representem risco agudo para a saúde.

A avaliação do risco agudo para saúde está relacionada às intoxicações que podem ocorrer dentro de um período de 24 horas após o consumo do alimento que contenha resíduos. Este tipo de avaliação é muito utilizado na Europa, Estados Unidos, Canadá etc. e leva em consideração a quantidade de consumo de determinado alimento pelo brasileiro. Agora, foi feito pela primeira vez no Brasil.

No total, foram 12.051 amostras monitoradas nos 27 estados do Brasil e no Distrito Federal. Entre elas, cereais, leguminosas, frutas, hortaliças e raízes, totalizando 25 tipos de alimentos, que representam mais de 70% dos produtos de origem vegetal consumidos pela população brasileira. Os resultados são comemorados pela Câmara Setorial de Fruticultura do Ceará, que vem, ao longo dos anos, se empenhando em apresentar dados técnicos junto aos órgãos competentes como a Anvisa.

 

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Novos nomes fortalecem PMDB de Maracanaú

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de março de 2016

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Na foto: Júnior Gadelha, Vereador Winston, Vereador Cezinha, Vereador João Bodó e Marcos Paes de Andrade

Os vereadores Winston Nogueira (ex-PRP) e Cezinha Von Paumgarten (ex-PV), em solenidade na Câmara Municipal,  filiaram- na manhã de sexta-feira, dia 11 de março, ao diretório do PMDB de Maracanaú, ampliando a bancada do partido no Legislativo daquele Município.

Segundo Júnior Gadelha, “o PMDB continua articulando a vinda de mais vereadores acrescentando nomes significativos ao partido”. Para Marcos Paes de Andrade, o PMDB possui como foco e objetivo as eleições de outubro,  ampliando desta forma o número de vereadores para a próxima legislatura.

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Chegou a vez da fruticultura

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

28 de outubro de 2017

por Eumar Roberto Novacki, Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Para sairmos de quase 7% para 10% da participação brasileira no mercado internacional em 5 anos, temos que estimular o desenvolvimento de todos os setores do agro. A fruticultura, um dos segmentos com grande potencial de exportação, tem se destacado nos últimos anos, seja na produção in natura ou na industrialização, com frutas e néctares.
O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo, com uma produção anual de 44 milhões de toneladas e com um calendário de safra ao longo do ano todo. Mesmo só perdendo para a China e a Índia no ranking de produção de frutas, exportamos menos de 2,5% da nossa produção.
Falta-nos enfoque estratégico e maturidade na cultura exportadora para a conquista de novos mercados. Exportação significa mais renda, mais empregos, mais força na economia. Só para se ter uma ideia do atual cenário, o Peru tem um território de 1.285 milhão de quilômetros quadrados, 7 vezes menor que o Brasil, mas exporta atualmente quase 4 vezes mais, gerando U$ 2,4 bilhões em receita. Outro vizinho, o Chile, com um território um pouco maior que a Bahia exporta U$ 4 bilhões em frutas. No Brasil, as exportações de frutas geram apenas U$ 700 milhões.
Cabe ressaltar o apelo social, já que o setor é um grande gerador de empregos formais. Tomando como exemplo a produção de melões no Nordeste brasileiro, são gerados em média, um posto formal de emprego por hectare. Só uma área produtora em Mossoró, gera nove mil empregos diretos. Atualmente são mais de 5 milhões de empregos em áreas onde outras atividades de produção de alimentos não seriam viáveis economicamente, como na região do semiárido. Percebemos nisso uma grande oportunidade de expansão.
Com base nesses dados, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está trabalhando para consolidar o Plano Nacional de Desenvolvimento da Fruticultura (PNDF), cuja expectativa é que o Brasil possa dobrar sua produção de frutas em 5 anos e aumentar, em pelo menos 50%, o volume de exportações nos próximos 3 anos.
Vamos debater os pilares para o desenvolvimento econômico da fruticultura, passando pela edição de normativos técnicos simplificados, visando além da defesa vegetal, a desburocratização e consequente redução de custos, além de discutir pesquisa, desenvolvimento e inovação.
A adoção de alguns instrumentos de planejamento que compõe o plano tem a perspectiva de dar clareza aos caminhos a se percorrer em curto, médio e longo prazo, entre eles, um dos principais é a governança da cadeia produtiva.
Medidas que tornarão o setor mais forte, competitivo e capaz de atender os padrões mundiais de eficiência e sustentabilidade na produção de frutas
Apesar de extenso e complexo, o Plano voltado à fruticultura merece destaque na pauta do agronegócio brasileiro. Além de muito promissor para a economia, com geração de maior riqueza e ampla distribuição da renda, ele pretende estimular a mudança no hábito alimentar da população. Com isso, a tendência é termos maior qualidade de vida para as futuras gerações.
Ao governo não cabe a máxima: “se não atrapalhar já ajuda!” Além de não atrapalhar, temos a obrigação de estimular o desenvolvimento do setor. O Ministério da Agricultura vem trabalhando incansavelmente para que a locomotiva da economia brasileira, ganhe velocidade.