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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Até que ponto vale ter um corpo perfeito?

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de Março de 2019

Em tempos de forte influência de blogueiros e instagramers que bombardeiam as redes sociais com dietas, exercícios e muitas fotos de corpos “perfeitos”, não é raro ver alguém frustrado por não estar no padrão exigido. O professor de Educação Física da SELFIT Academias, Jones Santos esclarece que cada corpo possui suas particularidades e reações a exercícios físicos e dietas. “Além disso, cada um tem seu próprio ritmo de vida e isso significa que os resultados serão diferentes do que se vende na mídia. O profissional esclarece que as pessoas precisam se conhecer, conhecer seus limites e entender as respostas que seus corpos lhes apresentam”, esclarece o profissional.

Segundo uma pesquisa realizada por especialistas do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo (Ambulim), cerca de 1% da população mundial sofre de transtornos alimentares. Tais números estão crescendo consideravelmente nos últimos anos e não por coincidência podem ser associados a essa nova doutrina da beleza. A indústria alimentícia e estética, tão fortes no Brasil e no mundo, contribuem com a pressão.

Associada ao surgimento destes distúrbios, a saúde mental é um assunto que vem ganhando cada vez mais espaço em debates sobre qualidade de vida. Em meio ao turbilhão de informações compartilhadas 24h a palavra educação tornou-se uma chave crucial na busca por um equilíbrio emocional. Jones afirma que é preciso ter cabeça aberta e senso crítico para saber filtrar aquilo que lhe ajuda: “hoje passamos muito tempo presos às redes sociais, celulares e computadores. Perdemos tempo que poderia estar sendo direcionado à convivência social, à família e amigos. Essa avalanche de informação a qual somos submetidos pode, sim, influenciar as escolhas. Passamos a era da proibição. Proibir não educa, mas o diálogo aberto e franco, sim. Antes de tudo, saúde mental é a base para uma vida saudável”, pontua.

Quanto ao desejo do corpo ideal, é importante ressaltar que os resultados são extremamente individuais, dependendo dos objetivos, foco, rotina e predisposição de cada um. O especialista ressalta que mudar hábitos de vida é bem complexo e requer alterações na alimentação, comportamento e prática regular de exercício. “Parece pouco, mas isso impacta em tudo, inclusive na vida social das pessoas. Imagine o quão difícil é para quem sempre teve um estilo boêmio, regado à bebedeira nos fins de semana, que decide mudar radicalmente. Não conseguirá manter os mesmos programas ou até os mesmos amigos”.

Dentro das academias, um dos objetivos da equipe do professor é falar sobre saúde, ressaltar a importância do bem-estar e de manter um equilíbrio nas atividades. “Já tivemos alunos com algum distúrbio alimentar (anorexia ou vigorexia), em que investimos no acompanhamento de suas rotinas durante o treino. Estamos sempre atentos aos comportamentos e objetivos do aluno, adaptando a sua rotina à variedade de atividades disponíveis. O bem-estar deve ficar em primeiro lugar.

Serviço:

Inauguração SELFIT – 18 de março – Av. Bezerra de Menezes.

Horário de funcionamento

Seg. a Sex: 05:30 às 23:00

Sábado: 08:00 às 18:00

Domingo: 08:00 às 14:00

O espaço contará com estacionamento, musculação e aeróbico, sala de ginástica e duas opções de planos: Self e Blue. A mensalidade do Plano Self custa R$ 69,90, permitindo o acesso para treinar e usar os equipamentos em horário livre. Já no Plano Blue, o investimento é de R$ 89,90 e dá direito a todos os benefícios do Plano Self, mais aulas de ginástica e ao exclusivo espaço Self Intense e Self Extreme, voltado para treinamento funcional e treino intervalado de alta intensidade. O aluno Blue também tem livre acesso para fazer musculação nas unidades implantadas em diferentes praças que possuem academias da rede, além de ganhar uma camiseta exclusiva do plano e poder levar até quatro amigos por mês para treinar junto.

Fundada em Salvador, a marca está em processão de expansão nacional, com unidades espalhadas por todo o Nordeste, Norte e Sudeste brasileiro. Segundo o C&O Leonardo Pereira, a rede proporciona um diferencial competitivo apostando em aparelhos de última geração e preços acessíveis, enfatizando o bem-estar e autoconhecimento através das atividades físicas: “entramos no segmento de entrega de valor, pois oferecemos excelência em tecnologia e atendimento, com baixo custo”.

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Pesquisa aponta que 43% dos aprendizes formados pelo CIEE estão cursando o ensino superior

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

13 de Março de 2019

Segundo levantamento em parceria com o Instituto Datafolha, maioria dos jovens passa a receber de 1 a 2 salários mínimos por mês após concluir o programa

Alcançar o ensino superior e consolidar uma carreira profissional. Essas são as principais expectativas dos egressos do programa de aprendizagem do CIEE, segundo apontou pesquisa encomendada ao Instituto de pesquisa Datafolha. Foram entrevistados 1,8 mil jovens que concluíram o Programa Aprendiz Legal entre 2016 e 2017. Ainda de acordo com o levantamento, 43% estão cursando o ensino superior, média superior à nacional.

“Os números mostram que os aprendizes entendem que quanto mais qualificação, maiores são chances de conseguir uma profissão. Além de ser uma importante ferramenta no combate à evasão escolar, a aprendizagem oferece perspectivas futuras a esses jovens, que geralmente são oriundos de camadas sociais mais vulneráveis”, explicou o superintendente Nacional de Operações do CIEE, Marcelo Gallo.

Para 53% dos jovens, o crescimento profissional foi citado como grande benefício ao término do programa. Na avaliação dos egressos, a principal mudança após concluir a aprendizagem também incluiu o crescimento pessoal (36%) e o acúmulo de mais experiência para o mundo do trabalho (27%).

De acordo com o superintendente Geral do CIEE, Humberto Casagrande, esse tipo de formação profissional também traz vantagens para as empresas, do ponto de vista dos Recursos Humanos.

“Como forma de recrutamento, o programa de aprendizagem tem foco na formação de novos profissionais de acordo com a cultura organizacional de cada empresa. Ao mesmo tempo, traz juventude e um novo olhar para as empresas”, concluiu Humberto Casagrande.

CIEE 55 anos – Transformando vidas, construindo futuros

Desde sua fundação, há 55 anos, o CIEE se dedica à capacitação profissional de estudantes por meio de programas de estágio. Em 2003, abriu uma nova frente com a aprendizagem. Em paralelo, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Acompanhe o CIEE pelas mídias sociais: Facebook,Instagram, Twitter, YouTube e Linkedin. www.ciee.org.br

5 FATOS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O CIEE

1 – É uma entidade de assistência social, de caráter filantrópico, sem fins lucrativos e não tem qualquer vinculação com os governos, Sistema S (Sesi, Sesc, Senai) ou entidades de classe.

2 – Promove o acesso e a integração ao mundo do trabalho a adolescentes e jovens por meio da oferta de programas de estágio e aprendizagem.

3 – É uma entidade qualificada para ministrar os encontros de capacitação socioprofissional a aprendizes.

4 – É mantida por contribuições de empresas e órgãos públicos parceiros nos programas ofertados. Nada é cobrado dos jovens e adolescentes beneficiados.

5 – É dirigido com um conselho composto por educadores, profissionais liberais e empresários, todos voluntários.

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Varejo de material de construção tem crescimento de 6% no mês de Fevereiro

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

09 de Março de 2019


A Associação de Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará – Acomac Ceará segue otimista para o mês de Março.

As vendas de material de construção cresceram 6% no mês de Fevereiro, comparado com o mesmo mês do ano anterior segundo o tracking mensal da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção-Anamaco. A pesquisa ainda avaliou a expectativa dos lojistas para março: dois terços dos entrevistados (cerca de 65%) está otimista com o comércio neste mês, bem como com as novas estratégias e diretrizes do novo governo. Para o presidente da Acomac Ceará, Carlito Lira, a pesquisa só ratificou a perspectiva positiva para o segmento. “Esta Pesquisa, realizada pela Anamaco, confirma a nossa expectativa positiva para este ano. Torno a dizer que será um grande ano para as revendas de materiais de construção aqui no nosso Estado”, afirma o presidente. Em 2018 o comércio de materiais de construção obteve faturamento recorde de R$ 122 milhões. Nosso setor já tem um índice positivo: nos últimos 12 meses o acumulado representa 6%. E, quando olhamos este bimestre, vemos que foi 3% melhor que o mesmo período do ano passado.

Emprego em alta

Há mais de 12 milhões de brasileiros e brasileiras sem emprego e para 20% dos varejistas, as contratações serão inevitáveis no próximo mês. O comércio da construção gera milhares de empregos diretos e indiretos. Para 2019, a Anamaco prevê crescimento de 8,5% sobre 2018.
A Pesquisa Tracking mensal da Anamaco foi realizada entre 22 e 27 de fevereiro pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco e conta com o apoio da Anfacer, Abrafati e Instituto Crisotila Brasil.

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21% dos consumidores foram vítimas de fraudes ou transtornos no Carnaval do ano passado, mostra levantamento da CNDL/SPC Brasil

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

28 de Fevereiro de 2019

SPC Brasil disponibiliza monitoramento gratuito de CPF por 30 dias e dá dicas para agir em caso de perda ou roubo de documentos

O Carnaval é um período de festa, mas também requer cuidados. A aglomeração em espaços públicos e o aumento dos níveis de consumo podem favorecer a ação de criminosos, que tentam tirar vantagem de consumidores distraídos em meio à multidão. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) com consumidores que pretendem gastar no Carnaval deste ano, revela que em cada dez entrevistados, dois (21%) foram vítimas de alguma fraude ou sofreram algum transtorno durante o feriado do ano passado. Os principais contratempos foram a aquisição de produtos falsificados (7%), furto de pertences pessoais (6%), assalto (4%), perda de documentos pessoais (4%) e perda de cartões (3%).

Entre os entrevistados que foram roubados ou furtados, os principais itens foram celulares (78%) e dinheiro (65%). Há ainda pessoas que voltaram para casa sem os documentos (46%) e cartões de crédito ou débito (33%). Considerando os consumidores que tiveram documentos pessoais, cartão de banco ou cheques roubados, 30% sofreram alguma tentativa de fraude com o uso de seu nome para saques em dinheiro, compras ou abertura de financiamentos e empréstimos.

Diante de um percentual relevante de consumidores que enfrentaram problemas em 2018, o receio de entrar para as estatísticas está presente entre a maioria dos entrevistados que vão aproveitar o Carnaval deste ano: 68% declararam ter medo de passar por algum tipo de violência ou golpes nos dias de folia, sobretudo as mulheres (72%) e os mais jovens (75%). Para os entrevistados, as principais consequências de quem é vítima desse tipo de ação são receber faturas de compras indevidas (73%), perder tempo ao regularizar a situação na polícia, bancos ou lojas (63%) e perda de dinheiro (62%).

“Ninguém está totalmente livre de passar por situações de golpe, furtos ou roubos, ainda mais durante eventos de massa como o carnaval. Ainda assim, é possível diminuir as chances de algo sair errado. As dicas mais básicas são andar apenas com cópias autenticadas dos documentos pessoais, evitar bolsas e mochilas e deixar o cartão de crédito ou débito sempre bem guardado, longe da vista de terceiros. Além disso, deixar anotado o número do serviço de atendimento da operadora do cartão facilita em casos de furtos, assim o bloqueio é solicitado o mais rápido possível”, orienta gestora de Negócios e Relacionamento da CDL de Fortaleza, Ana Isabel Martins.

Orientações

O SPC Brasil orienta que em caso de perda, roubo, furto ou extravio de documentos pessoais, como CPF, o consumidor deve comparecer pessoalmente até um balcão de atendimento do SPC Brasil com o boletim de ocorrência em mãos para fazer um ‘Alerta de Documentos’ – o serviço é gratuito.

Feito o alerta, o risco de fraudes é reduzido, já que os estabelecimentos comerciais serão informados do problema, evitando os transtornos decorrentes de terem seus dados pessoais utilizados por golpistas nas compras a prazo, quando são realizadas consultas no banco de dados do SPC Brasil para a concessão de crédito.

Além disso, o SPC Brasil também disponibiliza, por 30 dias grátis, o “SPC Avisa”, um serviço que serve para a prevenção de fraudes. Ao contratá-lo, o consumidor recebe informações, em até 24 horas, sempre que seu CPF for consultado, incluído, excluído ou alterado no banco de dados do SPC Brasil por e-mail. O acesso está disponível em https://loja.spcbrasil.org.br/pessoa-fisica/monitorar-cpf-spc-avisa/spc-avisa-e-mail-mensal.html

Metodologia

Foram ouvidos 603 consumidores que tinham a intenção de gastar durante o Carnaval nas 27 capitais. A margem de erro é de 4,0 p.p, a um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

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OLX oferece dicas para folião alugar imóvel no Carnaval

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de Fevereiro de 2019

Faltando poucas semanas para o Carnaval, os foliões espalhados pelo Brasil já estão em contagem regressiva para uma das épocas mais aguardadas do ano. Muitos aproveitam a data para viajar e curtir a festa em outra cidade, conhecendo novas culturas e tradições. Nesse caso, alugar imóveis para temporada por meio da OLX é uma boa e econômica opção de acomodação para os viajantes, que podem reservar locais mais confortáveis e espaçosos.

A plataforma, que registra um grande interesse por locação de residências nessa época, elencou cinco vantagens de alugar um imóvel no Carnaval. E para que os foliões tenham a melhor experiência durante a temporada, a empresa também preparou dicas para realizarem boas transações online e curtirem uma estadia tranquila.

Vantagens de alugar um imóvel de temporada

Facilidade de negociação
Se o seu destino for uma cidade turística muito procurada, alugar um imóvel pode ser uma ótima saída para encontrar preços mais acessíveis. Uma grande vantagem é tratar diretamente com o proprietário, negociando o valor e a forma de pagamento.

2. Viagem em família ou grupo

Viajar em família ou grupo implica na dificuldade de encontrar um hotel ou pousada que acomode a todos confortavelmente. Alugar uma casa ou um apartamento permite acomodar mais pessoas em um único lugar. Além de conforto, é mais uma forma de economizar ao dividir a diária entre todos os hóspedes.

3. Gastos mais baixos com Alimentação

A possibilidade de comprar, cozinhar e armazenar alimentos em casas e apartamentos alugados faz com que os viajantes economizem em mais nesse quesito, além de poder preparar e consumir seus pratos preferidos.

4. Viver como um local

Outro ponto interessante de se hospedar em um imóvel alugado é poder viver aquele período como um morador da região: conhecer a vizinhança, desfrutar do entorno e comprar no comércio local.

5. Ter espaço e comodidade

Ao alugar um imóvel, você tem a liberdade de buscar um espaço que se adeque às suas necessidades e vontades. Há diversas opções de imóveis com piscina, churrasqueira, espaço verde, vários quartos, cozinha e demais estruturas para alimentação. Ou seja, o leque de possibilidades é maior.

Dicas para uma boa transação na hora de alugar um imóvel de temporada

Atente-se à busca pelos menores preços. Antes, pesquise os valores da região, seja de hotéis, pousadas ou outros imóveis. É importante ter uma noção de valores médios e prestar atenção à ofertas com preços muito abaixo da média;

Avalie minuciosamente e com calma todas as informações do anúncio e dê preferência aos imóveis com informações mais completas, descrições mais detalhadas e completas, além de fotos;

Desconfie de anúncios contraditórios, com fotos não condizentes com a descrição ou localização do imóvel;

Tire todas as dúvidas sobre o imóvel com o contato do anúncio. Use o chat e, quando houver o interesse de fato, ligue no telefone informado para validar o número. Não hesite em perguntar e tirar todas as dúvidas;

Ligue para o condomínio ou para imóveis vizinhos (busque o telefone na internet, se necessário) e confirme a existência da casa e da locação. Use ferramentas e aplicativos de localização para checar o imóvel. Verifique no mapa se as informações estão de acordo com o explicado pelo locatário. Se possível, visite o imóvel antes de efetuar a locação;

Formalize um contrato na hora da locação e verifique se os dados condizem com o que foi negociado. Não se esqueça de discriminar tipo e número de cômodos, garagem, entre outros detalhes. Se o imóvel for mobiliado, inclua no contrato a descrição da mobília, a relação de móveis e utensílios e o estado de conservação;

Os contratos devem possuir informações que buscam assegurar que nenhuma das partes seja prejudicada. As cláusulas devem incluir valores da locação, período, lotação máxima de pessoas para o imóvel, além de dados dos responsáveis, como RG e CPF;

Verifique se os dados do contrato conferem com os do proprietário do imóvel. Solicite uma cópia/foto da escritura/IPTU que auxilie nessa comprovação;

Se possível, faça uma vistoria no imóvel com o responsável pelo anúncio e/ou proprietário, aproveitando para listar os móveis e utensílios. Ao fim da locação, faça nova vistoria;

Evite fazer depósitos antes de se certificar da veracidade dos dados e de confirmar a existência do imóvel;

Fique atento: o prazo do contrato de aluguel para temporada não pode ultrapassar 90 dias. Nesse tipo de negociação é permitido ao locador cobrar antecipadamente o pagamento do aluguel e encargos. Porém, para evitar contratempos, o Procon não aconselha que o consumidor pague o valor integral de forma antecipada;

Exija recibo discriminado de todas as quantias pagas.

A OLX disponibiliza essas dicas para o momento da negociação em seu site. É possível consultá-las no link http://go.olxbr.com/dicas-comprar-olx.

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Atividade industrial recua, mas otimismo permanece, aponta Observatório da Indústria

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Janeiro de 2019

Segundo os resultados da Sondagem Industrial, realizada pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Ceará apresentou contração da atividade industrial em dezembro, em especial na produção. No entanto, as expectativas dos industriais cearenses seguem otimistas para os próximos seis meses.

A produção industrial registrou queda pelo segundo mês consecutivo ao registrar 39,5 pontos. Mesmo que o recuo seja usual em dezembro, o valor representa o menor patamar alcançando para o mês desde 2015. Em consonância com a queda da produção, observou-se a diminuição do quadro de funcionários da indústria e a expansão da ociosidade industrial, visto que o setor operou com capacidade abaixo do usual para o mês. Já os estoques de manufaturados situaram-se novamente em patamar planejado.

Apesar da contração da atividade industrial, as expectativas dos industriais cearenses se mantêm otimistas. As perspectivas referentes à demanda, às exportações e à compra de matérias-primas projetam cenário de crescimento para os próximos seis meses. No entanto, não há sinalização para expansão do quadro de funcionários do setor industrial.

Por fim, após três meses consecutivos de crescimento, a intenção de investimentos na esfera produtiva cearense apresentou um decréscimo de 3,5 pontos ante dezembro ao alcançar 61,6 pontos. Apesar do recuo, o índice situa-se acima da média histórica de 51,3 pontos e ainda representa forte otimismo para a realização de investimentos em 2019.

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Fecomércio divulga 1° pesquisa de Endividamento do ano

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de Janeiro de 2019

O estudo apontou que o tempo médio de atraso no pagamento das contas é de 66 dias

A Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada em janeiro de 2019, revela que a taxa de inadimplência potencial teve incremento de +1,6 pontos percentuais, passando de 6,0%, em dezembro, para 7,6%, o número de consumidores que não terão condições financeiras para honrar seus compromissos.

Com relação ao endividamento, 55,8% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O índice veio +7,4 pontos percentuais acima do indicador do último mês de dezembro (48,4%), mas abaixo da medição de janeiro do ano passado (64,5%).

A proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso aumentou +2,0 pontos percentuais, passando de 17,3% dos consumidores em dezembro, para 19,3% neste mês – exatamente o mesmo percentual de janeiro passado.

Diferença entre endividamento e inadimplência

Todo inadimplente está endividado, porém, nem todo endividado está inadimplente. Quando uma pessoa realiza um financiamento bancário ou tem contas no cartão de crédito, por exemplo, ela assume dívidas. No entanto, o que diferencia o endividado do inadimplente é o pagamento desta dívida. Quem tem contas parceladas e realiza o pagamento em dia, significa que está endividado. Porém, aquele que contrai uma dívida e não consegue realizar o pagamento em um prazo de 90 dias, este pode ser considerado inadimplente.

Perfil do Endividado

Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (20,4% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade acima entre 25 e 34 anos (22,9%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (20,7%).

O tempo médio de atraso é de 66 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 54,6% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 34,8%, seguido da perda de prazo por esquecimento (8,3%).

Comprometimento da renda

Em Fortaleza, 55,8% dos consumidores possuem algum tipo de dívida. Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 75,5% dos entrevistados; financiamento bancário (veículos, imóveis etc.), com 15,6%; carnês e crediários, com 7,7%; empréstimos pessoais, com 5,7%; e cheque especial, com 1,3%.

O consumidor utilizou o crédito para:

• Consumo de itens de alimentação (47,7% das respostas);

• Compra de artigos de vestuário (38,2%);

• Aquisição de eletroeletrônicos (36,4%); e

• Realização de despesas de educação e saúde (29,1%).

O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.402, com prazo médio de sete meses, comprometendo 33,6% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

Orçamento familiar

A Pesquisa de Endividamento também revela que 78,1% dos consumidores de Fortaleza afirmam fazer orçamento mensal e acompanhamento eficaz dos seus gastos e rendimentos, o que contribui para um melhor controle dos níveis de endividamento. Dos entrevistados, 12,5% relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 9,4% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, listam-se:

• A falta de orçamento e controle dos gastos, com 55,0%;

• O aumento dos gastos considerados essenciais, com 20,4%;

• As compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário, com 20,4%;

• Redução dos rendimentos, com 12,4%;

• Gastos imprevistos, com 11,6%.

• Desemprego, com 11,0%; e

• Compras antecipadas, com 6,2%;

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A pesquisa de Endividamento é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

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Apenas 17% da população pretende utilizar o 13º para pagar contas atrasadas, aponta pesquisa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de dezembro de 2018

 

O consultor financeiro Marcos Sá aponta que a melhor forma de utilizar o salário extra é no pagamento de dívidas anteriores, ainda que os gastos de natal e ano novo sejam altos

O período do final e início de ano é sempre mais caros para os consumidores. Festas como natal, ano novo, férias e gastos como IPVA e IPTU são alguns dos gastos que os brasileiros não podem escapar e o alívio para todas essas dívidas pode ser o 13º salário. Pesquisa do SPC aponta que apenas 17% dos brasileiros pretendem utilizar o salário extra para pagar dívidas, número que deveria ser maior quando o universo de brasileiros endividados ultrapassa os 62 milhões.

 

Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que o nordeste alcançou em outubro o segundo lugar no ranking de consumidores inadimplentes, ou seja, 17 milhões de nordestinos estão negativados.

 

De acordo com o contador e consultor financeiro, Marcos Sá, a regra para se manter equilibrado com as dívidas neste período de final e início de ano é identificar o que é necessidade do que é desejo. ‘’O período da transição de um ano para outro envolve gastos que as pessoas não podem evitar, como impostos de carro, casa, matrícula, com aqueles que elas geralmente não querem evitar, que são as viagens de férias e gastos com natal e ano novo.

 

Com o pagamento do 13º salário, cerca de R$ 211 milhões serão movimentados no país, segundo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), valor que pode representar uma diminuição do número de endividados ou pode fazê-lo crescer. ‘’A aplicação do 13º salário para o pagamento de dívidas pode ser uma saída eficaz para a quitação ou diminuição delas. Para as pessoas que possuem dívidas muito altas o melhor é recorrer a uma negociação, mas quando não for esse o caso, aplicá-lo no pagamento de dívidas antigas é a melhor saída para começar o ano’’, conclui o consultor.

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Mais de 2 mil pessoas foram vítimas do trânsito no Ceará, mostra estudo da Cervejaria Ambev

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de dezembro de 2018

Relatório desenvolvido por Cervejaria Ambev e Falconi mostra que os motociclistas foram as principais vítimas. Apesar disso, cenário mostra melhora: total de óbitos caiu 10% na comparação anual

 

 Em 2016, 2.083 pessoas morreram em decorrência de acidentes de trânsito no Ceará. Destas, a maior parte era de motociclistas (47%), seguidos por usuários de carro (28%) e pedestres (19%). Caminhões e ônibus completam a estatística, com 6%. Os números regionais mostram, no entanto, que o cenário vem melhorando: de 2015 para 2016, a número absoluto de fatalidades caiu 10%. Apesar disso, atualmente, o índice de mortos por 100 mil habitantes está em 23,2, acima da média nacional.

Com um dos trânsitos mais violentos do mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil deu um passo importante e registrou o menor índice de óbitos nas vias brasileiras em 12 anos. No último levantamento, a taxa foi de 18,4 por 100 mil habitantes. Em 2005, o índice de mortalidade no trânsito foi de 19,7, e, em 2012, atingiu seu auge, com 23,5. Apesar dessa melhora, o país ainda está longe de poder comemorar: foram registrados mais de 38 mil óbitos decorrente de acidentes de trânsito em 2016. Os dados constam na quinta edição do relatório “Retrato da Segurança Viária”, desenvolvido pela Cervejaria Ambev em parceria com a consultoria de gestão Falconi com o objetivo de auxiliar a elaboração de políticas efetivas de combate aos acidentes de trânsito.

Ao longo desses cinco anos, o “Retrato de Segurança Viária” se consolidou como a principal fonte de informações sobre segurança viária no Brasil. O ano de 2018 foi marcado por importantes avanços, como a parceria inédita com o Ministério das Cidades e o Instituto Tellus para replicar o modelo para o restante do Brasil, melhorando a gestão da segurança viária e contribuindo para a implementação do PNATRANS – Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito.

A Cervejaria Ambev entende que o consumo de bebidas alcoólicas associado à direção é um fator de risco importante para acidentes, por isso a segurança viária está entre suas principais bandeiras. Além de promover campanhas de conscientização pelo consumo inteligente de seus produtos, a cervejaria liderou a criação de uma coalizão com agentes privados, públicos e do terceiro setor para melhorar a gestão da segurança viária no Brasil. Essa parceria já resultou em iniciativas no estado de São Paulo, com o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, e no Distrito Federal, com o Brasília Vida Segura. Frente às conquistas desse modelo, a AB Inbev, grupo o qual Cervejaria Ambev faz parte, em parceria com a UNITAR (Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa), expandiu a atuação desses projetos para República Dominicana, Índia, África do Sul e China.

“Nós sabemos que o cenário ainda é crítico, mas vem mostrando uma melhora. Desenvolvemos o Retrato de Segurança Viária para auxiliar o poder público a desenvolver projetos e medidas que contribuam com a redução dessas mortes, oferecendo as informações necessárias para a identificação dos pontos críticos que precisam ser trabalhados. Sabemos que o consumo de bebidas alcoólicas associado à direção é um fator de risco para acidentes, e assumimos nossa responsabilidade para reverter esse quadro”, explica Andrea Matsui, gerente de sustentabilidade da Cervejaria Ambev.

Assim como no ano anterior, em 2016 todas as regiões do país registraram redução nos óbitos por acidentes de trânsito, tanto em valores absolutos como relativos. Porém, o crescimento do número de feriados é alarmante, desde 2008 esse índice aumentou em 104,7%. 208.615 pessoas foram envolvidas em acidentes não fatais.

O impacto econômico também é bastante expressivo: em 2016, gastou-se no Brasil cerca de R$ 18,9 bilhões com óbitos e feridos no trânsito. Somente os óbitos custaram R$ 10,5 bilhões, enquanto os feridos drenaram R$ 8,4 bilhões em recursos públicos. O levantamento revela um fenômeno preocupante: entre 2005 e 2016 o gasto com feridos cresce a um ritmo muito superior ao do gasto com óbitos. Enquanto em 2005 os feridos custavam cerca de metade do valor dos óbitos, em 2016 a diferença caiu para 20%

O levantamento apresenta um panorama completo sobre a situação viária nacional, com as informações mais atualizadas disponíveis, obtidas por meio do cruzamento único de dados da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), da Confederação do Transporte (CNT), do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Óbitos por região

A região Sudeste obteve a maior redução nos últimos 5 anos. Foram 12.423 mortes no trânsito em 2016, 24,1% menos que em 2011, quando ocorreram 16.374 óbitos. A região teve, também, o menor índice de óbitos por 100 mil habitantes (14,4). Na região Sul, o número de mortes caiu cerca de 19% no mesmo período. O índice por 100 mil habitantes na região, que já foi o segundo pior, agora está em terceiro lugar (20,5). O índice de óbitos por 100 mil habitantes do Centro-Oeste brasileiro equivale ao da África do Sul (25,1), um dos piores do mundo. Em números absolutos, houve uma queda de 11,4% em relação a 2011. Em proporção à população, o avanço foi mais notável: verificou-se uma diminuição de 19,5% no índice por 100 mil habitantes.

A região Norte, segunda menos populosa do Brasil, teve o menor número absoluto de óbitos no trânsito. A diminuição no número de mortes, porém, foi de apenas 0,6% nos últimos 5 anos. Um desempenho abaixo na média nacional também foi observado no Nordeste, cujo número de óbitos passou de 12.409 para 12.125, uma redução de apenas 2,3% no período.

 

Chama a atenção que oito capitais estaduais concentram 12% dos óbitos em acidentes de trânsito no Brasil. Entretanto, com exceção do Rio de Janeiro, que apresentou forte alta de 23% na comparação anual, todas as demais registraram queda. Em São Paulo, o número de óbitos caiu 12% no período, saindo do patamar de quatro dígitos. Outras capitais que registraram redução significativas foram Fortaleza (-12%) e Recife (-6%). Brasília (-1%), Goiânia (6%), Teresina (-2%) e Belo Horizonte (-5%) completam a lista.

Perfil de maior risco – Motociclistas

 

Com exceção do Sul e Sudeste, os motociclistas lideram as estatísticas de óbitos em todas as regiões do país. Tais mortes, que em 2015 correspondiam a 39% do total, saltaram para 41%. Em números absolutos, 12.086 motociclistas morreram em 2016, um aumento de 101,6% nos últimos 12 anos. No mesmo período, a frota de motos teve um salto de 210%. A vida de apenas 41 deles foi poupada em comparação com 2015. As duas regiões citadas acima também são as únicas em que a proporção de acidentes fatais com motos não cresceu na comparação anual.

 

“É com informações confiáveis que conseguiremos endereçar o problema diretamente. Temos um exemplo bem sucedido de coleta e cruzamento inteligente de dados no Distrito Federal, que ajudou na implantação de bolsões de motociclistas e a identificar o potencial de acidentes antes mesmo que acontecessem.”, explica Daniel Oliveira, sócio da Falconi. “Sabemos que, apesar do avanço, o cenário brasileiro relativo a segurança no trânsito ainda está longe do ideal. A Falconi tem trabalhado este tema há alguns anos, em parceria com a Ambev, e percebeu que uma das principais dificuldades para a gestão da segurança no trânsito deve-se a ausência de informações confiáveis. Alguns estados têm feito um bom trabalho, mas ainda temos um bom espaço para melhorar.”

Entre os principais fatores de risco estão: dirigir sob o efeito de álcool, excesso de velocidade, não usar capacete (motociclistas e ciclistas), não usar o cinto de segurança e não usar as cadeirinhas para crianças. Segundo a ONU, a chave para a redução da mortalidade no trânsito é garantir que os países participantes atuem, sobretudo, no combate a essas cinco situações.

A íntegra do documento está disponível em https://joom.ag/sm8a.

Sobre a Cervejaria Ambev

Unir as pessoas por um mundo melhor. Esse é o sonho da Ambev, empresa brasileira, com sede em São Paulo, e presente em 18 países. No Brasil, somos mais de 32 mil pessoas que dividem a mesma paixão por produzir cerveja e trabalhamos juntos para garantir momentos de celebração e diversão. A Ambev é uma cervejaria inovadora e temos o consumidor no centro de nossas decisões e iniciativas. Nosso portfólio conta com cervejas, refrigerantes, chás, isotônicos, energéticos e sucos, de marcas reconhecidas como Skol, Brahma, Antarctica, Budweiser, Stella Artois, Wäls, Colorado, Guaraná Antarctica, Fusion, do bem e AMA, a água mineral que destina 100% de seu lucro para projetos que levam acesso à água potável para famílias do semiárido brasileiro. Somente nos últimos cinco anos, investimos R$ 17,5 bilhões no país e deixamos um legado além dos investimentos com nossa ampla plataforma de sustentabilidade. Esse compromisso inclui metas claras, divulgadas publicamente, e se traduz em quatro pilares: consumo inteligente, água, resíduo zero e desenvolvimento. Esse trabalho é feito com uma rede de parceiros, pois acreditamos que a construção de um mundo melhor se torna mais rica quando feita em conjunto.

Sobre a Falconi

A Falconi é uma consultoria brasileira, fundada por Vicente Falconi e considerada uma das maiores do país, reconhecida por sua capacidade de transformar os resultados e a eficiência de organizações públicas e privadas por meio de técnicas de gestão eficiente. Com um time de cerca de 700 consultores espalhados por mais de 30 países, a Falconi é líder em gestão orientada ao resultado, tendo atuado em mais de 5.300 projetos ao longo de 30 anos de história.

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Medo do desemprego cai e as pessoas estão mais satisfeitas com a vida, revela pesquisa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de dezembro de 2018

No conjuntura do desemprego, as preocupações podem atropelar os sonhos e a vida das pessoas, mas estudo revela que esse cenário está mudando

Desemprego e satisfação são palavras que não combinam. Chega a ser um desafio para muitos brasileiros conciliar a felicidade pessoal com a infelicidade profissional. Pesquisas recentes apontam que o número de desempregados no Brasil ainda chega a 11,7%, ou seja, 12,4 milhões de pessoas. Em contrapartida a esse dado, o medo do desemprego entre os brasileiros está diminuindo, é o que aponta dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a respeito do último trimestre.

A pesquisa trabalha com um indicador que varia entre zero e cem pontos, sendo, quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. Em relação a junho deste ano, o índice pesquisado caiu 2,2 pontos, alcançando a margem de 62,7 pontos. O Nordeste é a região onde a população mais teme o desemprego, onde o índice é de 73,1 pontos.

 

Alegria em viver

A pesquisa da Confederação da Indústria também trouxe dados sobre a “satisfação com a vida”. Tendo uma referência numérica de zero a cem pontos, onde quanto menor for o indicador menor é a satisfação, a pesquisa apontou que mesmo com o elevado nível de desemprego, cresceu o contentamento com a vida entre os desempregados, que alcança 69,7 pontos, estando 1,1 ponto a mais em relação à última pesquisa. Para a psicóloga Raquel Sales, o desemprego chega para algumas pessoas quase como um “fim”, porém, outras enxergam como um desafio que deve ser superado “a partir daí, a dor se torna uma motivação, que impulsiona as pessoas e as motiva a superar os desafios.”

Ainda para a psicóloga, os indivíduos se detém, muitas vezes, em situações que vão contra a vida e ao bem estar por falta de algo, mas alerta, “as preocupações com as necessidades básicas do ser humano estão intrinsecamente ligadas a ele, e a falta delas, podem prejudicá-lo profundamente. O autoconhecimento é o início para eleger prioridades em cada fase da vida e assim fazer escolhas mais assertivas e saudáveis.

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Medo do desemprego cai e as pessoas estão mais satisfeitas com a vida, revela pesquisa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de dezembro de 2018

No conjuntura do desemprego, as preocupações podem atropelar os sonhos e a vida das pessoas, mas estudo revela que esse cenário está mudando

Desemprego e satisfação são palavras que não combinam. Chega a ser um desafio para muitos brasileiros conciliar a felicidade pessoal com a infelicidade profissional. Pesquisas recentes apontam que o número de desempregados no Brasil ainda chega a 11,7%, ou seja, 12,4 milhões de pessoas. Em contrapartida a esse dado, o medo do desemprego entre os brasileiros está diminuindo, é o que aponta dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a respeito do último trimestre.

A pesquisa trabalha com um indicador que varia entre zero e cem pontos, sendo, quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. Em relação a junho deste ano, o índice pesquisado caiu 2,2 pontos, alcançando a margem de 62,7 pontos. O Nordeste é a região onde a população mais teme o desemprego, onde o índice é de 73,1 pontos.

 

Alegria em viver

A pesquisa da Confederação da Indústria também trouxe dados sobre a “satisfação com a vida”. Tendo uma referência numérica de zero a cem pontos, onde quanto menor for o indicador menor é a satisfação, a pesquisa apontou que mesmo com o elevado nível de desemprego, cresceu o contentamento com a vida entre os desempregados, que alcança 69,7 pontos, estando 1,1 ponto a mais em relação à última pesquisa. Para a psicóloga Raquel Sales, o desemprego chega para algumas pessoas quase como um “fim”, porém, outras enxergam como um desafio que deve ser superado “a partir daí, a dor se torna uma motivação, que impulsiona as pessoas e as motiva a superar os desafios.”

Ainda para a psicóloga, os indivíduos se detém, muitas vezes, em situações que vão contra a vida e ao bem estar por falta de algo, mas alerta, “as preocupações com as necessidades básicas do ser humano estão intrinsecamente ligadas a ele, e a falta delas, podem prejudicá-lo profundamente. O autoconhecimento é o início para eleger prioridades em cada fase da vida e assim fazer escolhas mais assertivas e saudáveis.