Publicidade

Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Análise

Análise: Educação digital em 2018: do linear para o exponencial

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

18 de Janeiro de 2018

Ronaldo Mota*

Comportamentos de variáveis ao longo do tempo podem ser descritos por modelos matemáticos.  Dois dos modelos mais utilizados são: o modelo linear, representado por funções do tipo y = ax + b, e o modelo exponencial, no qual se empregam funções do tipo y =  beax.  Um exemplo atual interessante é o número de matrículas na modalidade Educação a Distância (EaD) no ensino superior brasileiro. Os dados mais recentes, ainda não oficiais, indicam que, provavelmente, neste ano o crescimento exponencial seja evidenciado.

O número de matrículas EaD vem crescendo de forma contínua e sustentável por mais de uma década, tendo atingido quase 1,5 milhão em 2016, o que já representa uma participação de quase 20% do total de matrículas da educação superior. Interessante observar também que o número de matrículas em cursos de graduação presencial diminuiu nos últimos anos (decréscimo de 1,2% entre 2015 e 2016, enquanto na EaD o aumento de matrículas foi de 7,2%). Se considerarmos que no ensino presencial a adoção da EaD no limite superior de 20% está, praticamente, universalizada, poderemos afirmar que, antes do final desta década, mais da metade das atividades didáticas serão ministradas via EaD.

Em 2017, foi inaugurado um novo marco regulatório para o ensino superior brasileiro, o qual tende a induzir mudanças mais profundas e abrangentes ao longo da próxima década. Destaque-se que a separação abrupta entre as duas modalidades, presencial e a distância, conforme previsto em lei, é algo peculiar do Brasil. No restante do mundo, a grande tendência é o modelo híbrido, o qual visa a combinar, com bastante liberdade e customizado caso a caso, as melhores ferramentas advindas tanto das experiências presenciais como não-presenciais. O que torna ainda mais complexo este processo é que, à luz de uma nova realidade baseada em educação híbrida, flexível e aberta, o próprio conceito atual de presencialidade, em poucos anos, se perderá por completo, quando sequer saberemos distinguir a presença da criptopresença.

Antes de novas considerações, recuperemos um pouco da história recente. A Lei de Diretrizes e Bases (LDB, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996) inovou ao abrir a possibilidade de EaD em todos os níveis e modalidades de ensino. No ano de 1998, dois Decretos publicados caracterizaram EaD e regulamentaram a LDB, definindo competências entre os sistemas federal, estaduais e municipais. Posteriormente, duas Portarias do MEC (uma de 2001 e outra de 2004) trataram da possibilidade de introdução de métodos não-presenciais na organização curricular e pedagógica dos cursos superiores reconhecidos. No entanto, enquanto modalidade com alguma escala em cursos regulares de graduação, o ano de 2006 pode ser considerado, de fato, o nascedouro efetivo da EaD no Brasil. Tenho a satisfação de ter acompanhado de perto, enquanto secretário nacional de Educação a Distância do MEC na ocasião, todos esses primeiros passos.

Distintamente da educação presencial, na educação digital a escala não compromete a qualidade, muito pelo contrário. Todos os especialistas internacionais têm segurança em afirmar que a racionalidade e a economicidade envolvidas na utilização das tecnologias digitais na educação permitem baixar custos e aumentar qualidade simultaneamente. A ênfase na aprendizagem independente, centrada no aprender a aprender ao longo de toda vida, e o ensino baseado em metodologias ativas e em solução de problemas são novidades já incorporadas, ainda que preliminarmente. Enfim, metodologias que levem em conta as características personalizadas de cada educando, suas demandas específicas e os ambientes peculiares do mundo do trabalho contemporâneo são exemplos de iniciativas positivas em curso.

            Se no século passado a capacidade de memorizar conteúdo e a aprendizagem de técnicas e procedimentos eram o centro, atualmente o amadurecimento dos níveis de consciência do educando acerca de como ele aprende torna-se gradativamente mais relevante. Em termos mais simples, aprender a aprender passa a ser tão ou mais importante do que aquilo que foi aprendido.

            Pessoas educadas são essenciais para a melhoria da qualidade de vida e para o aumento da competitividade e produtividade de um país. A formação de cidadãos aptos a desempenharem tarefas complexas é missão urgente e imprescindível. Explorar esta nova realidade, onde todos aprendem, aprendem o tempo todo e cada um aprende de forma personalizada, é, portanto, o maior de todos os desafios do mundo da educação.

*Chanceler da Estácio

Publicidade

Secovi participa de debate no TST sobre reforma trabalhista e impactos no setor imobiliário

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

30 de novembro de 2017

 

A reforma trabalhista, que entrará em vigor em breve, deve refletir positivamente no mercado imobiliário. As mudanças na legislação prometem impulsionar o setor, especialmente pela geração de empregos e a possibilidade de negociação entre patrão e empregado.

Nesta quinta-feira (30) o presidente do Sindicato da Habitação do Ceará (Secovi-CE), Sérgio Porto, participa da cerimônia de abertura do seminário ‘Reforma Trabalhista e os Impactos no Setor Imobiliário’, no plenário do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília.

Criado para esclarecer os impactos da nova reforma para o setor, que emprega aproximadamente 2,4 milhões de pessoas em todo o Brasil, o evento segue até o dia 1° de dezembro, e ainda deve discutir a Lei Federal 13.097/2015, que introduz o Corretor Associado na relação trabalhista entre corretores de imóveis e imobiliárias.

“Vamos participar ainda deste segundo momento para amadurecer o debate entorno da relação do corretor com a imobiliária, à luz da Lei do Corretor Associado e das convenções coletivas que deverão ser celebradas para regularizar e dar segurança jurídica a essa relação”, explica Sérgio Porto.

Seminário
Voltado ao público que se relaciona, direta e indiretamente, com o setor imobiliário, o evento é gratuito e conta com a coordenação científica do ministro Alexandre Agra Belmonte, que abriu o seminário ao lado do ministro Ives Gandra Martins Filho, presidente do TST – que apresentará a palestra magna – e da ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi.

A programação também contará com palestras dos ministros do TST Aloysio Correa da Veiga, Douglas Alencar Rodrigues, Walmir Oliveira da Costa, Guilherme Augusto Caputo Bastos, Breno Medeiros e Claudio Mascarenhas Brandão, além de membros da advocacia especializados em Direito Imobiliário e representantes das entidades do setor.

 

Serviço: A abertura acontece nessa quinta-feira, dia 30 de novembro, às 17h, no Auditório Ministro Mozart Victor Russomanno, 5o. andar do Bloco B do edifício do TST, em Brasília (DF).

 

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Como aproveitar a viagem sem dores de cabeça

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

28 de novembro de 2017

Pensar em segurança é fundamental quando se programa uma viagem, não importa o motivo – lazer ou negócios. Para isso, o viajante deve conhecer a diferença entre a assistência viagem e o seguro oferecido pelos cartões de crédito. Para detalhar as duas modalidades, a Multiplus, destaca os pontos que devem ser observados antes da contratação de um seguro pelo turista.

Seguro e Assistência viagem

–        A seguradora assume todas as despesas dos atendimentos médicos e odontológicos realizados por meio de sua rede de prestadores credenciados pelo mundo.

–        O seguro pode ser contratado para mais de um passageiro e o responsável pelo pagamento não precisa ser um dos segurados.

–        As seguradoras oferecem seguro e assistência em planos com coberturas diversas, que incluem cancelamento da viagem por qualquer motivo, perda de bagagem, localização de bagagem, assistência odontológica, envio de médico ao quarto do hotel, se necessário, repatriação funerária e sanitária – caso o beneficiário sofra um acidente ou adoeça, a assistência se encarrega do retorno -, serviços de concierge e estadia do acompanhante em caso de enfermidade do titular.

Seguro viagem do cartão de crédito

–        Garante a cobertura desde que a compra da passagem aérea internacional seja realizada por meio do cartão.

–        A cobertura geralmente é exclusiva ao titular do cartão.

–        A compensação ou ressarcimento dos seguros oferecidos habitualmente pelos cartões de crédito é feita pelo modo convencional de reembolso. O cliente deve pagar pelo atendimento médico com seu próprio dinheiro para depois solicitar o reembolso seguindo os procedimentos que envolvem a utilização de tabelas de preço dos serviços e outras regras necessárias para triagem, aprovação e ressarcimento.

Vale reforçar que muitos locais exigem que os turistas tenham um seguro ou assistência viagem antes de embarcar. Na Europa, por exemplo, por conta do “Tratado Schengen” alguns países exigem que os visitantes apresentem cobertura mínima de 30 mil euros para auxílio médico em caso de doenças ou acidentes.

A contratação do seguro viagem também é uma oportunidade para acumular pontos para sua próxima viagem. A Multiplus, por meio de sua corretora de seguros, oferece a partir de 10 pontos por real gasto na contratação dos seguros da Assist Card, com segurança e facilidade.

Publicidade

Aumenta o endividamento em Fortaleza 

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

21 de novembro de 2017

 69,6% dos entrevistados possuem algum tipo de dívida, chegando a uma média de mais de 60 dias de atraso nos pagamentos

 

A Pesquisa do Endividamento do Consumidor de Fortaleza, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), para este mês de novembro, revela que 69,6% dos consumidores da capital cearense possuem algum tipo de dívida. O índice veio +6,5 pontos percentuais acima do indicador do último mês de outubro (63,1%) e superior ao índice de novembro do ano passado (63,8%).

A proporção de consumidores com contas ou dívidas em atraso subiu +1,3 pontos percentuais, passando de 22,9% dos consumidores em outubro, para 24,2% neste mês. Os problemas financeiros afetam mais as mulheres (26,4% dos entrevistados desse grupo afirmaram possuir contas em atraso), os consumidores do grupo com idade entre 25 e 34 anos (27,6%) e do estrato com renda familiar abaixo de cinco salários mínimos (25,9%).

O tempo médio de atraso é de 62 dias e a principal justificativa para o não pagamento das dívidas é o desequilíbrio financeiro – a diferença entre a renda e os gastos correntes – citado por 59,0% dos consumidores. O segundo motivo mais citado é o adiamento por conta do uso dos recursos em outras finalidades, com 29,6%, seguido da contestação da dívida (9,8%).

Comprometimento da renda

Os instrumentos de crédito mais utilizados pelos consumidores são: cartões de crédito, citados por 80,7% dos entrevistados; financiamento bancário (veículos, imóveis, etc.), com 11,5%; empréstimos pessoais, com 9,3%; e carnês e crediários, com 8,5%.

Segundo a pesquisa, o consumidor utilizou o crédito para consumo de itens de alimentação, com 57,2% das respostas; compras de artigos de vestuário (36,7%); aquisição de eletroeletrônicos (35,1%); e realização de despesas de educação e saúde (30,0%). O valor médio das dívidas é estimado em R$ 1.326,00 com prazo médio de sete meses, comprometendo 36,7% da renda familiar dos consumidores com o seu pagamento.

 

Inadimplência potencial

A taxa de inadimplência potencial, ou seja, a proporção de consumidores que não terá condições financeiras para honrar seus compromissos, permaneceu estável, em 9,8%. Essa taxa é superior à observada em novembro do ano passado (9,2%), sugerindo uma leve tendência de alta do indicador.

 

Orçamento familiar

De acordo com a pesquisa, 12,7% dos entrevistados relataram que fazem orçamento dos rendimentos, mas sem controle eficaz dos gastos e 10,4% informaram não possuir orçamento e tampouco controle dos gastos.

A falta de planejamento orçamentário é um problema crítico para o controle do endividamento, estando sempre entre um dos principais motivos para o atraso ou inadimplência. Dos fatores que os consumidores consideram que mais contribuem para esse problema, são: a falta de orçamento e controle de gastos, com 33,2%; o aumento dos gastos considerados essenciais (26,1%); as compras por impulso, sem necessidade ou além do necessário (22,4%); redução dos rendimentos (19,8%); desemprego (16,4%); e compras antecipadas (15,9%).

Saiba mais

O Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará (IPDC) da Fecomércio-CE foi criado para suprir a ausência de informações práticas e de dados estatísticos confiáveis que auxiliassem as ações de planejamento e de desenvolvimento das empresas do segmento de comércio de bens, serviços e turismo. O Instituto realiza e desenvolve pesquisas, sobretudo, de viés econômico, fornecendo dados referentes ao comportamento do consumidor, a situação econômica do comércio local e as tendências de mercado e de consumo dos fortalezenses.

A pesquisa de Endividamento é realizada mensalmente e tem como objetivo indicar a capacidade de endividamento do consumidor de Fortaleza, visando conhecer o comprometimento financeiro desse, em relação ao comércio local. Quatro indicadores distintos são verificados nessa pesquisa: Taxa de Consumidores com Contas ou Dívidas em Atrasos; Taxa de Comprometimento da Renda do Consumidor; Taxa de Inadimplência em Potencial e Planejamento Financeiro e Orçamento Familiar. Mensalmente, cerca de mil consumidores da região metropolitana de Fortaleza são entrevistados pelo IPDC para a realização desta pesquisa.

 

Publicidade

Chegou a vez da fruticultura

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

28 de outubro de 2017

por Eumar Roberto Novacki, Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Para sairmos de quase 7% para 10% da participação brasileira no mercado internacional em 5 anos, temos que estimular o desenvolvimento de todos os setores do agro. A fruticultura, um dos segmentos com grande potencial de exportação, tem se destacado nos últimos anos, seja na produção in natura ou na industrialização, com frutas e néctares.
O Brasil é o terceiro maior produtor do mundo, com uma produção anual de 44 milhões de toneladas e com um calendário de safra ao longo do ano todo. Mesmo só perdendo para a China e a Índia no ranking de produção de frutas, exportamos menos de 2,5% da nossa produção.
Falta-nos enfoque estratégico e maturidade na cultura exportadora para a conquista de novos mercados. Exportação significa mais renda, mais empregos, mais força na economia. Só para se ter uma ideia do atual cenário, o Peru tem um território de 1.285 milhão de quilômetros quadrados, 7 vezes menor que o Brasil, mas exporta atualmente quase 4 vezes mais, gerando U$ 2,4 bilhões em receita. Outro vizinho, o Chile, com um território um pouco maior que a Bahia exporta U$ 4 bilhões em frutas. No Brasil, as exportações de frutas geram apenas U$ 700 milhões.
Cabe ressaltar o apelo social, já que o setor é um grande gerador de empregos formais. Tomando como exemplo a produção de melões no Nordeste brasileiro, são gerados em média, um posto formal de emprego por hectare. Só uma área produtora em Mossoró, gera nove mil empregos diretos. Atualmente são mais de 5 milhões de empregos em áreas onde outras atividades de produção de alimentos não seriam viáveis economicamente, como na região do semiárido. Percebemos nisso uma grande oportunidade de expansão.
Com base nesses dados, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está trabalhando para consolidar o Plano Nacional de Desenvolvimento da Fruticultura (PNDF), cuja expectativa é que o Brasil possa dobrar sua produção de frutas em 5 anos e aumentar, em pelo menos 50%, o volume de exportações nos próximos 3 anos.
Vamos debater os pilares para o desenvolvimento econômico da fruticultura, passando pela edição de normativos técnicos simplificados, visando além da defesa vegetal, a desburocratização e consequente redução de custos, além de discutir pesquisa, desenvolvimento e inovação.
A adoção de alguns instrumentos de planejamento que compõe o plano tem a perspectiva de dar clareza aos caminhos a se percorrer em curto, médio e longo prazo, entre eles, um dos principais é a governança da cadeia produtiva.
Medidas que tornarão o setor mais forte, competitivo e capaz de atender os padrões mundiais de eficiência e sustentabilidade na produção de frutas
Apesar de extenso e complexo, o Plano voltado à fruticultura merece destaque na pauta do agronegócio brasileiro. Além de muito promissor para a economia, com geração de maior riqueza e ampla distribuição da renda, ele pretende estimular a mudança no hábito alimentar da população. Com isso, a tendência é termos maior qualidade de vida para as futuras gerações.
Ao governo não cabe a máxima: “se não atrapalhar já ajuda!” Além de não atrapalhar, temos a obrigação de estimular o desenvolvimento do setor. O Ministério da Agricultura vem trabalhando incansavelmente para que a locomotiva da economia brasileira, ganhe velocidade.
Publicidade

Estudo apresenta dados sobre a geração de empregos no CIPP

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

24 de outubro de 2017

Documento será apresentado pela STDS, IDT, Prefeitura de São Gonçalo do Amarante e AECIPP

 

Data: 25 de outubro (quarta-feira)

Horário: 14 horas

Local: Auditório da Unidade do SINE/IDT do Centro – Rua Assunção, 699

 

Com objetivo de analisar o impacto na geração de empregos no entorno do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), nos anos de 2015 e 2016, a Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS), o Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT), a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante e a Associação das Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (AECIPP) divulgam, nesta quarta-feira, 25 de outubro, às 14h, no Auditório da Unidade do SINE/IDT do Centro, o estudo “O Mercado de Trabalho no Entorno do CIPP – Volume II: Dinâmica Recente”.

 

A apresentação contará com a presença do secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social, Josbertini Clementino, do presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho, Gilvan Mendes, do Prefeito de São Gonçalo do Amarante, Cláudio Pinho, e do presidente da Associação das Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, Ricardo Parente.

 

Criado em 1995, o CIPP está situado nos municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante, no litoral oeste cearense. O Complexo possui uma área de 13.337 hectares, dos quais 7.102 hectares (53,2%) pertencem a Caucaia e 6.235 (46,8%), ao município de São Gonçalo do Amarante. Este Complexo, onde se encontram 27 empresas já instaladas ou em fase de instalação, tem como objetivo viabilizar a operação de atividades portuárias e industriais integradas, imprescindíveis ao desenvolvimento de um Complexo com características de Porto Industrial, tendo iniciado suas operações em novembro de 2001, segundo a Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece).

Publicidade

Procura por FIDCs aumenta 38% e ganha confiança do investidor no Brasil

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

23 de outubro de 2017

Por Gerson Mineo Sakaguti

 

A instabilidade política do Brasil ainda gera desconforto por parte dos investidores. Embora a bolsa de valores, apresente alta de 4% em setembro, muitos preferem uma aplicação de baixo risco e alta rentabilidade.

Neste cenário, os FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) têm conquistado cada vez mais espaço no mercado brasileiro.

Somente no primeiro semestre de 2017, este investimento registrou alta de 38,3%, de acordo com dados divulgados pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). De janeiro a junho deste ano, as aplicações nesta categoria alcançaram R$ 2,2 bilhões.

Também conhecido como Fundo de Recebíveis, o FIDC é um condomínio de investidores, que reúnem seus recursos em forma de fundo para “comprar” recebíveis de empresários. Estes, por sua vez, recebem de forma imediata o valor das vendas a prazo, convertidas em duplicatas.

Desta maneira, o fundo promove vantagem para ambos, uma vez que o empresário conseguirá contar rapidamente com um capital de giro, que poderá ser reinvestido em seu próprio negócio e o investidor terá uma aplicação segura e com retornos acima do CDI.

De fato, existem várias maneiras de se conquistar rentabilidade durante a inconsistência verificada no país, contudo, de maneira ímpar, os FIDCs se destacam por seu retorno estável.

Em outros tipos de investimentos é muito difícil estimar quais ativos serão lucrativos a médio prazo por conta da volatilidade que o cenário macro pode ocasionar.

Vale lembrar que é sempre importante avaliar quais FIDCs possuem bom histórico de rentabilidade, credibilidade e renomada administração de recursos.

No final das contas, tais fatores serão o diferencial para um investimento bem-sucedido.

 

* Gerson Mineo Sakaguti é Diretor de Captação e Câmbio da SRM.

 

Publicidade

Na era das mídias sociais, defina sua identidade e conquiste o mercado

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

15 de setembro de 2017

Com o dia a dia da internet, os clientes estão cada vez mais exigentes e as empresas ficam mais vulneráveis com a superexposição.Sendo assim, os bastidores podem definir o sucesso ou o fracasso do negócio, onde uma simples postagem equivocada pode resultar em uma crise de vendas.

 

Empreender na Era digital é ter sucesso e rever tradições, formatos, quebrar paradigmas da comunicação, olhar para dentro e perceber uma nova forma de fazer negócios, lidar com clientes e posicionar sua identidade. Não basta “mostrar”, tem que “ser”.

 

O especialista Luiz Santos, consultor em comunicação com foco principalmente na construção de identidade, destaca que é preciso reinventar os processos e alinhar a forma de um negócio funcionar. “Tudo é visto e avaliado pelo consumidor de hoje, e isso está diretamente ligado à reputação da sua empresa”, analisa.

 

O especialista aproveita e dá 5 dicas para conquistar os cliente da Era Digital, que estão cada vez mais exigentes!

1 – Entregue o que você promete.

Dica: não faça propaganda enganosa, haja sempre de forma coerente com o que você diz e entregue qualidade de verdade. Não tente enganar.

 

2 – Não seja exclusivo só na maneira de falar, mas sim na de ser.

 

Dica: procure definir uma identidade que tenha a ver com o seu negocio para que você se empolgue e consiga ter essa identidade que você busca.

3 – Procure ser importante na vida dos seus clientes e escolha bem o seu público alvo

 

Dica: as pessoas querem ser consideradas relevantes e/ou importantes. Quando você entrega alguma coisa de valor emocional junto com o seu produto ou serviço você marca presença na alma das pessoas.

 

4 – Acompanhar a dinâmica social é essencial, para trabalhar a forma de pensar que o mundo está adotando.

 

Dica: fique atento para as mudanças do ser humano e fuja do modismo que podem ser cheios de preconceitos ou atitudes pouco saudáveis para construir um mundo melhor.

 

5 –  Por fim, tenha coerência entre o que VENDE, FALA E FAZ. O seu empreendimento hoje é visto por fora e mais ainda, por dentro.

 

Dica: busque uma forma de controlar a criatividade na sua comunicação para manter seus colaboradores ligados na mesma bandeira.

A inquietante pergunta na Era Digital é: Que Identidade os empreendedores estão criando para seus negócios?

Além de uma ideia, os clientes desejam apostar seu dinheiro em práticas que agradam e combinam com a sua personalidade. E anotem: O reflexo de todo esse trabalho pode garantir o sucesso ou o fracasso de um negócio!

 

Esse conteúdo é de autoria de Luiz Santos, publicitário e especialista em identidade corporativa.

luizsantos@lsestrategia.com.br

Publicidade

Tarcísio Holanda: o desemprego como percursor de novos caminhos

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

29 de agosto de 2017

 

A crise econômica dos últimos anos fez com que muitos perdessem o emprego ou a condição de manter um negócio próprio. No Ceará, segundo dados do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), nos três primeiros meses de 2017, a taxa de desemprego no estado atingiu 14,25% da população.

O cenário negativo não é exclusividade do Ceará.  Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa foi a maior taxa de desocupação, iniciada em 2012. No 1º trimestre, o Brasil tinha 14,2 milhões de desempregados, recorde histórico.

O mercado de trabalho não está bem na foto. É nesse cenário que muitos encontram uma oportunidade para mudar de carreira e ingressar em um caminho profissional completamente novo. O consultor vocacional Tarcísio Holanda, especialista em desenvolver um método de Carreira de Alta Performance (CAP), desenvolve sessões para quem está às vésperas da escolha que pode mudar suas vidas: a escolha de uma nova carreira.

O consultor explica porque a crise pode ser um motivo para tentar o novo. “Há a tendência de ter medo de trocar o certo pelo incerto, mas a crise proporciona que as pessoas se sintam um pouco mais encorajadas em tentar novas possibilidades de carreira”, explica Tarcísio Holanda.

O método desenvolvido pelo consultor aperfeiçoa os pontos fortes, oferecendo uma perspectiva sobre qual caminho trilhar. O objetivo do CAP é intervir de forma estruturada para que quem busca o método faça uso das habilidades que já possui e desenvolva outras, adquirindo mais segurança e equilíbrio. “Meu foco é ajudar quem precisa lidar com os principais desafios dessa fase de transição”, afirma.

Para Tarcísio, mudar de carreira é uma tendência. A jornada pode ser mais demorada, mas é possível elaborar novos caminhos com prazer e dedicação, garante o especialista em carreiras, que está sendo mais procurado agora na crise por profissionais querendo mudar.

Tarcísio Holanda

Tarcísio Holanda, antes de mais nada, é um jovem, que quando adolescente também teve várias dúvidas sobre sua carreira profissional. Descobriu-se na área vocacional, alcançando a graduação de um dos maiores Institutos de Análise Comportamental do país, o SLAC – Sociedade Latino Americana de Coaching. Também tem Certificação internacional reconhecida e aprovada pela IAC – International Association of Coaching e pela Corporate Coach U, além de ser Membro da Sociedade Latina Americana de Coaching.

Publicidade

Economia ruim derruba confiança dos empresários

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

13 de dezembro de 2016

Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre novembro/dezembro mostra uma queda de 3,4% com o índice passando de 103,1 pontos, no bimestre setembro/outubro, para 99,5 pontos na medição atual. O resultado decorre, principalmente, da percepção da gravidade da crise atual, com 53,0% dos entrevistados afirmando que a economia piorou nos últimos doze meses.

Acompanhando a redução do indicador geral, o componente Índice de Situação Presente – ISP teve diminuição de 22,5%, saindo de 62,6 pontos no bimestre setembro/outubro, para 48,5 pontos neste período. O empresário do comércio permanece atento ao momento econômico, percebendo-o como frágil e com forte influência no comportamento setorial: 68,7% dos entrevistados reconhecem uma deterioração dos seus setores de atuação nos últimos doze meses.

 

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Expectativas Futuras – IEF, tiveram melhoria de 5,4%, influenciada, principalmente, pela esperança de retomada das vendas, com 91,7% dos entrevistados esperando momentos melhores na economia nos próximos seis meses. Além disso, 92,0% esperam crescimento das vendas de suas empresas, como reflexo da melhoria do quadro econômico e aumento do consumo.

A pesquisa ainda mostra que, apesar da piora no sentimento geral de confiança, a intenção de investimentos sobe, com o Índice de Investimentos das Empresas tendo incremento de 5,4% no bimestre e atingindo 110,9 pontos. Os reflexos poderão ser sentidos na movimentação de estoques, com 70,1% dos empresários esperando redução nos níveis de inventário, e na contratação de pessoal, com 79,0% dos entrevistados prevendo contratações de novos empregados nos próximos meses.

 

Saiba mais

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores: Índice das Situações (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice Atual: diz respeito diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti
Publicidade

Economia ruim derruba confiança dos empresários

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

13 de dezembro de 2016

Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio/CE), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará – ICEC do bimestre novembro/dezembro mostra uma queda de 3,4% com o índice passando de 103,1 pontos, no bimestre setembro/outubro, para 99,5 pontos na medição atual. O resultado decorre, principalmente, da percepção da gravidade da crise atual, com 53,0% dos entrevistados afirmando que a economia piorou nos últimos doze meses.

Acompanhando a redução do indicador geral, o componente Índice de Situação Presente – ISP teve diminuição de 22,5%, saindo de 62,6 pontos no bimestre setembro/outubro, para 48,5 pontos neste período. O empresário do comércio permanece atento ao momento econômico, percebendo-o como frágil e com forte influência no comportamento setorial: 68,7% dos entrevistados reconhecem uma deterioração dos seus setores de atuação nos últimos doze meses.

 

As perspectivas para o futuro, refletidas no Índice de Expectativas Futuras – IEF, tiveram melhoria de 5,4%, influenciada, principalmente, pela esperança de retomada das vendas, com 91,7% dos entrevistados esperando momentos melhores na economia nos próximos seis meses. Além disso, 92,0% esperam crescimento das vendas de suas empresas, como reflexo da melhoria do quadro econômico e aumento do consumo.

A pesquisa ainda mostra que, apesar da piora no sentimento geral de confiança, a intenção de investimentos sobe, com o Índice de Investimentos das Empresas tendo incremento de 5,4% no bimestre e atingindo 110,9 pontos. Os reflexos poderão ser sentidos na movimentação de estoques, com 70,1% dos empresários esperando redução nos níveis de inventário, e na contratação de pessoal, com 79,0% dos entrevistados prevendo contratações de novos empregados nos próximos meses.

 

Saiba mais

O Índice de Confiança do Empresário (ICEC) é indicador antecedente, apurado exclusivamente entre os tomadores de decisão das empresas do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, cujo objetivo é detectar as tendências das ações empresariais do setor do ponto de vista do empresário. Ele pode ser dividido em três indicadores: Índice das Situações (ISP) Presente, Índice das Expectativas Futuras (IEF) e Índice Geral (ICEC).

Índice Atual: diz respeito diz respeito às condições atuais da economia brasileira, setor de atividade e da empresa em um prazo de até trinta dias.

Índice Futuro: calculado com base na opinião dos empresários no que concerne as expectativas em relação ao setor de atividade e da empresa em um horizonte temporal de onze meses (com exceção dos próximos trinta dias). Índice Geral: é o indicador antecedente das variações na demanda agregada da economia. É um valor ponderado entre o Índice Atual e o Índice Futuro.

 

  • postado por Oswaldo Scaliotti