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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

SINDIREST CEARÁ PROMOVE WORKSHOP SOBRE APLICATIVOS DE DELIVERY.

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

20 de Abril de 2019


Na última quarta-feira(17), foi realizado pelo SINDIREST CEARÁ o Workshop para discutir sobre aplicativos de delivery, marketplace, relação com motoqueiros, CCT, e demais informações legais pertinentes à categoria.

Temos vivido o processo onde pedir comida em casa, é cada vez mais comum e com essa realidade o surgimento de diversos aplicativos de delivery. Basicamente, essas plataformas digitais permitem que os clientes realizem os pedidos pelo celular, sites ou redes sociais, pagando pelo próprio app e recebendo em casa sua comida. No aplicativo, há a descrição detalhada de cada prato, bebida, sobremesas, condições de entrega e pagamento. Para o restaurante, os aplicativos funcionam de maneiras diferentes. É preciso cadastrar o cardápio e pagar exorbitante comissão ao app sobre cada pedido. “Vale ressaltar que há aplicativos ainda que cobram do cliente uma taxa de entrega. Isso encarece bastante o processo de delivery! O empresário precisa se atentar à estes custos. Uma sensação de aumento nas vendas não sinaliza um crescimento de ganho real financeiro no seu negócio. Em alguns casos, o delivery corresponde em até 30%, 40% das vendas, por exemplo, então seria inviável permanecer nesse tipo de operação.”, pontua Dorivam Rocha, presidente do SINDIREST CEARÁ.

Na prática

As grandes empresas de delivery foram, aos poucos, cercando os restaurantes e, agora, cobram taxas abusivas pela operação. Para o advogado André Peixoto as empresas devem ser conscientes de que estão lidando com ferramentas novas, típicas da chamada quarta revolução industrial, e isso impõe um maior graus de profissionalismo, especialmente no tocante ao levantamentos dos custos reais da operação e novas obrigações. Os contratos, por exemplo, não são apenas para vendas ou entregas, mas envolvem serviços de comércio eletrônico, marketing digital, licença de uso de marca e software. Por outro lado, os aplicativos tem praticado taxas elevadas, que podem estrangular o setor em médio prazo. Se não houver um ponto de equilíbrio entre o restaurante e o aplicativo, o serviço pode repetir o que ocorreu com as compras coletivas, que reduziram drasticamente sua relevância no mercado.

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SINDIREST CEARÁ PROMOVE WORKSHOP SOBRE APLICATIVOS DE DELIVERY.

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

20 de Abril de 2019


Na última quarta-feira(17), foi realizado pelo SINDIREST CEARÁ o Workshop para discutir sobre aplicativos de delivery, marketplace, relação com motoqueiros, CCT, e demais informações legais pertinentes à categoria.

Temos vivido o processo onde pedir comida em casa, é cada vez mais comum e com essa realidade o surgimento de diversos aplicativos de delivery. Basicamente, essas plataformas digitais permitem que os clientes realizem os pedidos pelo celular, sites ou redes sociais, pagando pelo próprio app e recebendo em casa sua comida. No aplicativo, há a descrição detalhada de cada prato, bebida, sobremesas, condições de entrega e pagamento. Para o restaurante, os aplicativos funcionam de maneiras diferentes. É preciso cadastrar o cardápio e pagar exorbitante comissão ao app sobre cada pedido. “Vale ressaltar que há aplicativos ainda que cobram do cliente uma taxa de entrega. Isso encarece bastante o processo de delivery! O empresário precisa se atentar à estes custos. Uma sensação de aumento nas vendas não sinaliza um crescimento de ganho real financeiro no seu negócio. Em alguns casos, o delivery corresponde em até 30%, 40% das vendas, por exemplo, então seria inviável permanecer nesse tipo de operação.”, pontua Dorivam Rocha, presidente do SINDIREST CEARÁ.

Na prática

As grandes empresas de delivery foram, aos poucos, cercando os restaurantes e, agora, cobram taxas abusivas pela operação. Para o advogado André Peixoto as empresas devem ser conscientes de que estão lidando com ferramentas novas, típicas da chamada quarta revolução industrial, e isso impõe um maior graus de profissionalismo, especialmente no tocante ao levantamentos dos custos reais da operação e novas obrigações. Os contratos, por exemplo, não são apenas para vendas ou entregas, mas envolvem serviços de comércio eletrônico, marketing digital, licença de uso de marca e software. Por outro lado, os aplicativos tem praticado taxas elevadas, que podem estrangular o setor em médio prazo. Se não houver um ponto de equilíbrio entre o restaurante e o aplicativo, o serviço pode repetir o que ocorreu com as compras coletivas, que reduziram drasticamente sua relevância no mercado.