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por Oswaldo Scaliotti

Medo do desemprego cai e as pessoas estão mais satisfeitas com a vida, revela pesquisa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de dezembro de 2018

No conjuntura do desemprego, as preocupações podem atropelar os sonhos e a vida das pessoas, mas estudo revela que esse cenário está mudando

Desemprego e satisfação são palavras que não combinam. Chega a ser um desafio para muitos brasileiros conciliar a felicidade pessoal com a infelicidade profissional. Pesquisas recentes apontam que o número de desempregados no Brasil ainda chega a 11,7%, ou seja, 12,4 milhões de pessoas. Em contrapartida a esse dado, o medo do desemprego entre os brasileiros está diminuindo, é o que aponta dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a respeito do último trimestre.

A pesquisa trabalha com um indicador que varia entre zero e cem pontos, sendo, quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. Em relação a junho deste ano, o índice pesquisado caiu 2,2 pontos, alcançando a margem de 62,7 pontos. O Nordeste é a região onde a população mais teme o desemprego, onde o índice é de 73,1 pontos.

 

Alegria em viver

A pesquisa da Confederação da Indústria também trouxe dados sobre a “satisfação com a vida”. Tendo uma referência numérica de zero a cem pontos, onde quanto menor for o indicador menor é a satisfação, a pesquisa apontou que mesmo com o elevado nível de desemprego, cresceu o contentamento com a vida entre os desempregados, que alcança 69,7 pontos, estando 1,1 ponto a mais em relação à última pesquisa. Para a psicóloga Raquel Sales, o desemprego chega para algumas pessoas quase como um “fim”, porém, outras enxergam como um desafio que deve ser superado “a partir daí, a dor se torna uma motivação, que impulsiona as pessoas e as motiva a superar os desafios.”

Ainda para a psicóloga, os indivíduos se detém, muitas vezes, em situações que vão contra a vida e ao bem estar por falta de algo, mas alerta, “as preocupações com as necessidades básicas do ser humano estão intrinsecamente ligadas a ele, e a falta delas, podem prejudicá-lo profundamente. O autoconhecimento é o início para eleger prioridades em cada fase da vida e assim fazer escolhas mais assertivas e saudáveis.

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Medo do desemprego cai e as pessoas estão mais satisfeitas com a vida, revela pesquisa

Por Oswaldo Scaliotti em Análise

11 de dezembro de 2018

No conjuntura do desemprego, as preocupações podem atropelar os sonhos e a vida das pessoas, mas estudo revela que esse cenário está mudando

Desemprego e satisfação são palavras que não combinam. Chega a ser um desafio para muitos brasileiros conciliar a felicidade pessoal com a infelicidade profissional. Pesquisas recentes apontam que o número de desempregados no Brasil ainda chega a 11,7%, ou seja, 12,4 milhões de pessoas. Em contrapartida a esse dado, o medo do desemprego entre os brasileiros está diminuindo, é o que aponta dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) a respeito do último trimestre.

A pesquisa trabalha com um indicador que varia entre zero e cem pontos, sendo, quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. Em relação a junho deste ano, o índice pesquisado caiu 2,2 pontos, alcançando a margem de 62,7 pontos. O Nordeste é a região onde a população mais teme o desemprego, onde o índice é de 73,1 pontos.

 

Alegria em viver

A pesquisa da Confederação da Indústria também trouxe dados sobre a “satisfação com a vida”. Tendo uma referência numérica de zero a cem pontos, onde quanto menor for o indicador menor é a satisfação, a pesquisa apontou que mesmo com o elevado nível de desemprego, cresceu o contentamento com a vida entre os desempregados, que alcança 69,7 pontos, estando 1,1 ponto a mais em relação à última pesquisa. Para a psicóloga Raquel Sales, o desemprego chega para algumas pessoas quase como um “fim”, porém, outras enxergam como um desafio que deve ser superado “a partir daí, a dor se torna uma motivação, que impulsiona as pessoas e as motiva a superar os desafios.”

Ainda para a psicóloga, os indivíduos se detém, muitas vezes, em situações que vão contra a vida e ao bem estar por falta de algo, mas alerta, “as preocupações com as necessidades básicas do ser humano estão intrinsecamente ligadas a ele, e a falta delas, podem prejudicá-lo profundamente. O autoconhecimento é o início para eleger prioridades em cada fase da vida e assim fazer escolhas mais assertivas e saudáveis.