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por Oswaldo Scaliotti

Reajuste de energia elétrica para o Ceará supera a inflação

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de Abril de 2018

O reajuste da tarifa de energia elétrica para o Ceará ficou muito acima da inflação (0,2% nos últimos 12 meses pelo IGPM), principalmente para os consumidores industriais, predominantemente de alta tensão. A avaliação é do Núcleo de Energia da FIEC. O anúncio do reajuste anual aconteceu hoje (17/4), durante reunião de diretoria da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, e passa a vigorar a partir de 22/4. De acordo com os índices definidos pela Aneel, as novas tarifas serão:
Alta Tensão = 7,96%
Baixa Tensão = 3,80%
Reajuste médio = 4,96%
Para o Núcleo de Energia da FIEC, os índices agravam as dificuldades atuais, devido à crise que o país atravessa, o que deverá causar elevação de custos dos insumos pela classe produtiva. Nesse sentido, reforça o Núcleo de Energia da FIEC, confirma-se a necessidade de se verificar, de forma sistêmica, as diversas causas para a elevação continuada dos custos de energia elétrica no Brasil, para que com isso, sejam intensificadas as medidas para impedir que tal situação atinja um patamar insustentável.
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Reajuste de energia elétrica para o Ceará supera a inflação

Por Oswaldo Scaliotti em Mercado

17 de Abril de 2018

O reajuste da tarifa de energia elétrica para o Ceará ficou muito acima da inflação (0,2% nos últimos 12 meses pelo IGPM), principalmente para os consumidores industriais, predominantemente de alta tensão. A avaliação é do Núcleo de Energia da FIEC. O anúncio do reajuste anual aconteceu hoje (17/4), durante reunião de diretoria da Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, e passa a vigorar a partir de 22/4. De acordo com os índices definidos pela Aneel, as novas tarifas serão:
Alta Tensão = 7,96%
Baixa Tensão = 3,80%
Reajuste médio = 4,96%
Para o Núcleo de Energia da FIEC, os índices agravam as dificuldades atuais, devido à crise que o país atravessa, o que deverá causar elevação de custos dos insumos pela classe produtiva. Nesse sentido, reforça o Núcleo de Energia da FIEC, confirma-se a necessidade de se verificar, de forma sistêmica, as diversas causas para a elevação continuada dos custos de energia elétrica no Brasil, para que com isso, sejam intensificadas as medidas para impedir que tal situação atinja um patamar insustentável.