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Investe CE

por Oswaldo Scaliotti

Bomesp já captou US$ 2,5 milhões com venda dos Niobiuns (NBC), que serão o combustível para primeira Bolsa de Criptomoedas do mundo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de Fevereiro de 2018

O novo criptoativo terá seu ICO encerrado em 21 de fevereiro próximo. A Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais de São Paulo terá sua sustentabilidade garantida

 

A Bolsa de Moedas Empresariais Virtuais de São Paulo (Bomesp) já cunhou 2 milhões de Niobiuns (NBC)  em seu ICO, até o presente momento. Esses 2 milhões de Niobiuns equivalem a 8,38 milhões de reais, o que equivale a cerca de US$ 2,5 milhões.

Segundo o advogado Fernando Barrueco, especialista em criptoativos da Bomesp, a expectativa é que a captação final, que deverá prosseguir até o dia 21 de fevereiro, oscile entre 15 milhões e 26 milhões de Niobiuns, o que totalizaria uma captação equivalente a US$ 50 milhões. “Esse resultado será muito bom para toda a sustentabilidade do Nioibum e da Bomesp”, diz Barrueco. O lançamento da plataforma de negociação das moedas virtuais está previsto para o segundo semestre de 2017.

Segundo Barrueco, “é importante salientar que o Niobium é criado seguindo regras pré-determinadas em seu Smart Contract(Contrato Inteligente), cuja emissão ocorre apenas se houver procura”. Ou seja, cada Niobium só vai existir se alguém pagar por ele.

Barrueco avalia que a grande valorização do Bitcoin em 2017 levou os governos de diversos países, o Brasil entre eles, a buscar aprimorar a regulação desse mercado. “Isso acabou por criar um ambiente favorável para o nosso Initial Coin Offering (ICO), realizado por meio o nosso token de utilidade, o Niobium Coin, que será o combustível da Bomesp.”

Desenvolvida pela internacional Fundação Niobium, a Bomesp é a primeira bolsa de moedas virtuais especializada em criptomoedas emitidas por empresas brasileiras. Ela vai permitir que empresas de qualquer porte e de qualquer lugar do mundo captem recursos, possibilitando a elas encontrar investidores dispostos a lucrar com o florescente mercado de moedas virtuais, das quais as mais conhecidas são o BitCoin (BTC) e a Ethereum (ETH).

 

Sobre a BOMESP – Primeira bolsa dedicada especificamente a criptomoedas empresariais, a Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais de São Paulo (BOMESP) é uma iniciativa da Fundação Niobium, e deverá entrar em funcionamento pleno no terceiro trimestre de 2018. Para saber mais, acesse:Para saber mais, acesse: http://bomesp.org/

Sobre o Niobium (NBC)- Primeira moeda virtual lançada com a participação de um emissor brasileiro, o Niobium (NBC) será emitido para financiar o desenvolvimento da BOMESP e para servir, entre outras, de moeda de troca para as transações entre as diversas criptomoedas negociadas na plataforma. Seu Initial Coin Offering (ICO) ocorre entre 15 de janeiro e 21 de fevereiro de 2018. O Niobium (NBC) está baseado no BlockChain de segunda geração, com a utilização dos smart contracts da plataforma Ethereum. Para saber mais, acesse: https://niobiumcoin.io/

Sobre a Fundação Niobium – Entidade internacional sem fins lucrativos, a Fundação Niobium congrega algumas das maiores autoridades mundiais em moedas virtuais. Entre os brasileiros estão Fernando Barrueco, Alessandro Brandão e Vanda Scartezini. Especialista em Direito Digital, Barrueco participou do Marco Civil da Internet no Brasil. É Mestre em direito tributário pela PUC/SP, sócio da Perrotti e Barrueco Advogados, bem como presidente da diretoria da Fundação Nemirovsky na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Brandão, Pós Graduado em Análise de Sistemas, MBA em Gestão de Negócios para Executivos pela Fundação Getúlio Vargas, é sócio-fundador da Intec TI Logística, responsável pelos parques tecnológicos da Cielo e da Rede no Brasil. E Scartezini, engenheira eletrônica, é professora na Escola Politécnica de Engenharia da Universidade de São Paulo (POLI-USP) e foi Secretária de Tecnologia do Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (MDIC) e Secretária de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e presidente do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).

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Bomesp já captou US$ 2,5 milhões com venda dos Niobiuns (NBC), que serão o combustível para primeira Bolsa de Criptomoedas do mundo

Por Oswaldo Scaliotti em Eventos

06 de Fevereiro de 2018

O novo criptoativo terá seu ICO encerrado em 21 de fevereiro próximo. A Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais de São Paulo terá sua sustentabilidade garantida

 

A Bolsa de Moedas Empresariais Virtuais de São Paulo (Bomesp) já cunhou 2 milhões de Niobiuns (NBC)  em seu ICO, até o presente momento. Esses 2 milhões de Niobiuns equivalem a 8,38 milhões de reais, o que equivale a cerca de US$ 2,5 milhões.

Segundo o advogado Fernando Barrueco, especialista em criptoativos da Bomesp, a expectativa é que a captação final, que deverá prosseguir até o dia 21 de fevereiro, oscile entre 15 milhões e 26 milhões de Niobiuns, o que totalizaria uma captação equivalente a US$ 50 milhões. “Esse resultado será muito bom para toda a sustentabilidade do Nioibum e da Bomesp”, diz Barrueco. O lançamento da plataforma de negociação das moedas virtuais está previsto para o segundo semestre de 2017.

Segundo Barrueco, “é importante salientar que o Niobium é criado seguindo regras pré-determinadas em seu Smart Contract(Contrato Inteligente), cuja emissão ocorre apenas se houver procura”. Ou seja, cada Niobium só vai existir se alguém pagar por ele.

Barrueco avalia que a grande valorização do Bitcoin em 2017 levou os governos de diversos países, o Brasil entre eles, a buscar aprimorar a regulação desse mercado. “Isso acabou por criar um ambiente favorável para o nosso Initial Coin Offering (ICO), realizado por meio o nosso token de utilidade, o Niobium Coin, que será o combustível da Bomesp.”

Desenvolvida pela internacional Fundação Niobium, a Bomesp é a primeira bolsa de moedas virtuais especializada em criptomoedas emitidas por empresas brasileiras. Ela vai permitir que empresas de qualquer porte e de qualquer lugar do mundo captem recursos, possibilitando a elas encontrar investidores dispostos a lucrar com o florescente mercado de moedas virtuais, das quais as mais conhecidas são o BitCoin (BTC) e a Ethereum (ETH).

 

Sobre a BOMESP – Primeira bolsa dedicada especificamente a criptomoedas empresariais, a Bolsa de Moedas Virtuais Empresariais de São Paulo (BOMESP) é uma iniciativa da Fundação Niobium, e deverá entrar em funcionamento pleno no terceiro trimestre de 2018. Para saber mais, acesse:Para saber mais, acesse: http://bomesp.org/

Sobre o Niobium (NBC)- Primeira moeda virtual lançada com a participação de um emissor brasileiro, o Niobium (NBC) será emitido para financiar o desenvolvimento da BOMESP e para servir, entre outras, de moeda de troca para as transações entre as diversas criptomoedas negociadas na plataforma. Seu Initial Coin Offering (ICO) ocorre entre 15 de janeiro e 21 de fevereiro de 2018. O Niobium (NBC) está baseado no BlockChain de segunda geração, com a utilização dos smart contracts da plataforma Ethereum. Para saber mais, acesse: https://niobiumcoin.io/

Sobre a Fundação Niobium – Entidade internacional sem fins lucrativos, a Fundação Niobium congrega algumas das maiores autoridades mundiais em moedas virtuais. Entre os brasileiros estão Fernando Barrueco, Alessandro Brandão e Vanda Scartezini. Especialista em Direito Digital, Barrueco participou do Marco Civil da Internet no Brasil. É Mestre em direito tributário pela PUC/SP, sócio da Perrotti e Barrueco Advogados, bem como presidente da diretoria da Fundação Nemirovsky na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Brandão, Pós Graduado em Análise de Sistemas, MBA em Gestão de Negócios para Executivos pela Fundação Getúlio Vargas, é sócio-fundador da Intec TI Logística, responsável pelos parques tecnológicos da Cielo e da Rede no Brasil. E Scartezini, engenheira eletrônica, é professora na Escola Politécnica de Engenharia da Universidade de São Paulo (POLI-USP) e foi Secretária de Tecnologia do Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior (MDIC) e Secretária de Política de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e presidente do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial).

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