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Fernando Graziani

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Blog do Graziani, por Fernando Graziani

Fortaleza fica na Série C: olhar para frente é preciso

Fortaleza conheceu o ótimo trabalho de Marcelos Chamusca em 2014

Fortaleza conheceu o trabalho de Marcelos Chamusca em 2014. Ele fica para a próxima temporada?

Depois da decepção do ano passado com a eliminação em casa diante do Sampaio Corrêa – empate por 2×2 – ainda na primeira fase da Série C, não restava outra alternativa aos responsáveis pelo Fortaleza: olhar para frente. Não era fácil porque as decepções recentes e as dificuldades financeiras eram realidades que não batiam na porta, estavam dentro de casa.

A história se repete agora. Um empate sem gols em Macaé deu a senha para uma situação complicada. O Fortaleza foi um time sem ambição que contentou com o empate por 0x0, resultado que foi melhor para o time do Rio de Janeiro mas, estranhamente, os jogadores gostaram.

Neste sábado, no Castelão, o Macaé foi muito inteligente taticamente, fez o jogo que era preciso, controlou boa parte da partida com ótima atuação defensiva, aproveitou falha do goleiro Ricardo, além da inoperância ofensiva tricolor e com o 1×1 está na Série B.

E como olhar para frente? Primeiro, é preciso sentir a tristeza. Faz parte do processo, assumir a frustração e assimilar a dor. O resto do caminho tem que ser parecido para 2015, mas a nova diretoria que assumir tem uma missão importantíssima: acabar com a ebulição política constante no clube.

Então é preciso relembrar o que ocorreu:

No fim de 2013, Julio Manso, gerente de futebol que tinha assumido o cargo em agosto de 2013 na vaga de Jurandi Junior, passou então a traçar o perfil do técnico que o Fortaleza precisaria para 2014, ao lado do então diretor Adaílton Campelo. Era essa a primeira e grande missão. Diante do cenário a conclusão era buscar alguém que tivesse ido bem nas Séries D e C do Campeonato Brasileiro de 2013, um nome fora dos holofotes, que topasse um salário abaixo do inflacionado mercado brasileiro. Vários nomes foram listados e dois ficaram para, digamos assim, a fase final: Lisca, que tinha subido para a Série C com o Juventude e Marcelo Chamusca, que fez o mesmo caminho, mas com o Salgueiro.

Chamusca, por fim, aceitou a proposta. Um salário abaixo do mercado, com o qual ele ainda teria que repassar cerca de 20% para o seu auxiliar, mas seu objetivo, já descolado de ser auxiliar do irmão mais famoso, Péricles, era mostrar trabalho em um clube importante do Nordeste, o que começou a fazer muito rapidamente e de forma competente, com serenidade e cobrança na medida certa. Com apenas 12 jogadores disponíveis – oito da base – quando chegou , montou o elenco todo e deu um definição tática para o time, mesclando juventude com experiência ainda na longa primeira fase do campeonato estadual em que ficou 25 jogos sem perder. Mais do que isso, levou o Fortaleza até a final do campeonato estadual dando trabalho enorme ao campeão Ceará, conquistou a vaga na Copa do Brasil e na Copa do Nordeste, três situações que a equipe fracassou no ano passado, trilhando o caminho para a Série C logo depois, onde liderou toda a primeira fase de ponta a ponta com um futebol firme na defesa, com problemas na conclusão das jogadas, é verdade, mas que sempre procurou posse de bola e ofensividade.

No decorrer desse processo, o técnico teve em Julio Manso seu principal parceiro na condução do elenco, ou melhor, dos problemas que o elenco precisou encarar, já que diretoria do Fortaleza vive em crise permanente, com desentendimentos profundos e frequentes. Para lembrar rapidamente, Osmar Baquit pediu afastamento da presidência, Daniel Frota assumiu. Adailton Campelo, diretor de futebol, saiu do cargo em meados de janeiro disparando contra Renan Vieira e Evangelista Torquato. Este último, então, assumiu o comando do futebol, trazendo a expectativa de que a composição aproximasse os grupos divergentes da diretoria e o Fortaleza pudesse ter momentos de tranquilidade e recuperação, mas as diferenças de posicionamento não foram superadas. Eram opostas as formas de enxergar o dia a dia do clube. A saída do diretor financeiro Flavinho Novaes, aliado de Evangelista, motivou o pedido de desligamento do então diretor de futebol que ficou 33 dias no cargo apenas. Evangelista, entretanto, não se afastou do clube e continuou bancando salários de vários jogadores. Adailton Campelo, então, reassumiu a diretoria de futebol em abril com um discurso de amor ao clube e perdão aos que acusou antes de deixar o clube.

Com todo esse cenário, os jogadores não receberam salário nos primeiros meses de 2014, mas resolveram se empenhar ainda mais. A estratégia de  Marcelo Chamusca – que recebeu do Remo proposta para ganhar o dobro do salário no Fortaleza, mas preferiu ficar no clube – e Julio Manso deu certo. A torcida ficou do lado do grupo e entendeu como absurda a falta dos salários em dia. O apoio era constante. Alguns torcedores chegaram a ajudar o clube comprando equipamentos para a concentração dos atletas, que passou a ser feita no próprio Pici, medida que tem economizado cerca de cinco mil reais de hospedagem por partida.

Chamusca e Manso blindaram o elenco nesta fase difícil e ganharam a confiança dos atletas, de uma forma que todos sabiam o que ocorria, mas não se deixavam abater. Foi um trabalho admirável e que serviu para moldar lá atrás um grupo de convivência ótima e comprometimento para o restante do ano, estabilizado posteriormente com os salários em dia. Os atletas merecem crédito porque acreditaram no que ouviam e se mostraram fortes mentalmente, aliados da seriedade implementada. Mais ainda, se mostraram aliados da camisa do Fortaleza.Não deu certo na Série C. Jogadores não deixaram o brio de lado, mas tecnicamente falharam na hora mais importante, principalmente o setor ofensivo, quando as limitações ficaram evidentes. O trabalho, entretanto, não pode ser jogado fora completamente. É preciso frieza e sabedoria agora. Esperar a nova eleição, em dezembro, também não é a melhor solução. É atrasar algo que pode planejado com calma.

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Fortaleza x Macaé: maior renda do futebol cearense

Post atualizado às 19:32h deste sábado

A partida entre Fortaleza e Macaé disputada neste sábado, no Castelão, jogo de volta do decisivo mata-mata da Série C, determinou o recorde de renda de bilheteria no futebol cearense. Foram disponibilizados 55 mil ingressos para venda no começo do mês de outubro. No total, o estádio recebeu 62525 pagantes – contando com o sócio torcedor – totalizando 63254 presentes.

A renda ficou em R$ 1.981.117,00. O valor é bruto e, claro, terá os descontos normais, mas representa um alívio financeiro importante para a diretoria do clube, que não nega os problemas financeiros.

Até hoje o Ceará tinha as maiores arrecadações do futebol estadual. Neste ano e no passado, o alvinegro, por sinal, cravou as quatro maiores bilheterias da história em jogos da Copa do Nordeste, da Serie B e da Copa do Brasil.

A relação das cinco maiores rendas da história do futebol cearense:

R$ 1.981.117,00 Fortaleza x Macaé – segunda fase da Série C, jogo de volta
R$ 1.476.187,00 Ceará 1×1 Sport – 2014 – Final da Copa do Nordeste
R$ 1.266.417,00 Ceará 0×1 ASA – 2013 – Semifinal Copa do Nordeste
R$ 1.216.647.00 Ceará 2×2 Palmeiras – 2013 – Série B
R$ 1.199.354,00 Ceará 3×1 Inter – 2014 – Copa do Brasil

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Para subir, Fortaleza tem que esquecer a torcida

Que o espetáculo dos torcedores do Fortaleza será grandioso no sábado que vem, no Castelão, não se tem dúvida. Serão mais de 60 mil pessoas empurrando a equipe para subir de divisão no Campeonato Brasileiro, fazendo o possível para ajudar o elenco na busca da vitória sobre o Macaé. Torcedores, aliás, que se dividem em sentimentos de otimismo, ansiedade, pessimismo, alegria, desespero, confiança, nervosismo e tranquilidade.

Mas e os jogadores? Bom, esses precisam ignorar o estádio lotado. A frieza será a melhor companhia dos atletas para que o resultado ocorra. Curioso, entretanto, é que todos têm citado que será fundamental o apoio da torcida, isso desde o empate sem gols contra o Macaé na primeira partida, sábado passado, passando pelas entrevistas coletivas e manifestações desta semana.

Só que torcida não ganha jogo, de time algum. Mosaico não ganha jogo. Gritos de incentivo não ganham jogo. Se ganhassem o Fortaleza estaria na primeira divisão faz tempo, assim como o Ceará. São duas torcidas presentes, que sempre lotam jogos importantes e possuem médias de público entre as melhores dos campeonatos que disputam, mas com bola rolando a torcida é incapaz de jogar, basta lembrar das muitas decepções recentes de alvinegros e tricolores com estádios lotados nem é necessário, portanto, mas é a r

Assim, o Fortaleza, que jogou muito mal ofensivamente na primeira partida, sem qualquer ambição, mas que foi bem demais na defesa – retrato da equipe em toda a Série C – não vai poder se escorar no torcedor. É justamente o oposto. O time precisa ter toda a concentração possível para não pensar em absolutamente nada no extra-campo e impor sua qualidade técnica bastante superior ao adversário. E neste cenário está incluída a torcida, que vai apoiar, mas eventualmente vai pressionar porque é assim que a banda toca.

Para lembrar: o Fortaleza joga por vitória. Nenhum empate dá classificação ao tricolor. Essa vantagem é do Macaé. Apenas se o jogo terminar sem gols é que a decisão da vaga irá para a dramática decisão por pênaltis.

 

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Sérgio Soares não é mais técnico do Ceará

Caiu o alvo principal dos torcedores do Ceará neste momento em que a equipe foi derrotada pelo Icasa por 2×1 e está na quinta colocação da Série B: o técnico Sérgio Soares. Parte grande da torcida, injusta e passional, estava inconformada com a atual gestão do técnico, que assumiu o comando do Ceará em agosto de 2013, sempre brigando no alto da tabela nas competições que entrou.

Depois da partida em Juazeiro, entendendo ser o melhor, o técnico colocou o cargo à disposição e a diretoria, principalmente o presidente Evandro Leitão, que já tinha ideia da saída do treinador, aceitou sem problema a decisão por compreender que, se o técnico também acha melhor sair, não há muito o que fazer. Faltam sete rodadas para o fim da competição e a busca agora é por um técnico emergencial para tentar fazer o time conquistar os pontos que precisa para subir.

As teses levantadas contra o treinador eram as mais curiosas. Algumas: falta de capacidade de motivação do elenco; falta de poder de decisão nos jogos mais importantes; incapacidade de fazer boas substituições; arrogância.

O elenco também ganhou suas teorias. Muitos torcedores têm certeza que todos os jogadores estavam unidos para derrubar o treinador, perdendo jogos de propósito. Colocaram em risco, portanto, uma gorda premiação pelo acesso, além de uma significativa valorização salarial justamente porque queriam a queda do treinador. Outros são capazes de garantir que o elenco está rachado, que há brigas diárias e que o clima é péssimo.

Curioso nisso tudo é que a busca por explicações em fatores extra campo é o retrato da negação. Torcedores simplesmente esquecem que a equipe tem limitações técnicas importantes, principalmente no setor defensivo, com jogadores que estão rendendo muito abaixo do aceitável. Esquecem que há adversários relevantes na briga pelo acesso, ou seja, há vida inteligente fora do Ceará.

O mais impressionante é que para os donos dessas teses todas acima descritas o elenco do time é espetacular e não está no G4 não por falhas técnicas ou omissão eventual da diretoria na contratação de atletas melhor qualificados para a necessidade. O problema era exclusivamente o técnico ou dinâmica de grupo

Vale ressaltar que conversei com Robinson de Castro alguns dias atrás e o vice-presidente do Ceará me disse, relatei aqui no blog, inclusive, que a diretoria já negociava um novo contrato para 2015 com Sérgio Soares, independente do time subir ou não.

Sérgio Soares era o recordista de permanência no cargo de treinador do Ceará com a atual diretoria, que assumiu o clube em 2008. Foram 14 meses de trabalho consecutivos. E ele fez um trabalho bastante bom. Contratado como o quinto (!) técnico do time em agosto de 2013, quando o elenco brigava contra o rebaixamento e jogava um futebol de péssima qualidade, Sérgio Soares conduziu o grupo com chances de jogar a primeira divisão até a rodada final, quando perdeu do Joinville. Neste ano, foi finalista da Copa do Nordeste, campeão cearense, eliminado pelo Botafogo-RJ nas oitavas de final da Copa do Nordeste e lutava ponto a ponto por vaga no G4 da Série B.

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Edinho fora. Qual a melhor opção de Chamusca?

Edinho está fora do primeiro jogo do Fortaleza contra o Macaé, no sábado, confronto de ida do mata-mata decisivo da Série C. O meio-campista se machucou sozinho. Virou o tornozelo no gramado do Pici, no treinamento derradeiro antes da viagem para o Rio de Janeiro, que ocorre na noite desta quarta-feira.

A perda tática, neste momento, é mais importante do que a técnica. Edinho já teve melhores momentos na Série C, especialmente no primeiro turno da fase inicial, e no campeonato cearense, mas não há no elenco do Fortaleza um jogador com as suas características. Wellington Bruno, que chegou faz pouco tempo e é uma das opções de Chamusca, não tem o mesma força de arranque e nem a movimentação intensa por todo o ataque, mas fez gol no jogo mais recente do Castelão quando entrou e está muito mais preparado do que Erick Flores. Mais uma vez o jogador desperdiçou as chances que recebeu.

Surge uma outra opção para o técnico, que efetivar o trio Corrêa, Walfrido e Guto, deixando apenas Marcelinho Paraíba como articulador das jogadas, atrás de Valdison e Robert. A escalação seria interessante pelo aspecto de reforço da marcação e deixaria Marcelinho sem preocupações grandes com a defesa, mas o Fortaleza pouco jogou assim na temporada e ter a bola e a iniciativa ofensiva do jogo sempre foi dominante no tricolor em 2014. Para isso, portanto, é necessário um jogador com mais poder de ataque, no caso. Wellington Bruno que, se escalado, vai deixar ou Guto ou Walfrido no banco, já que Corrêa é titular absoluto .

É relevante citar que o regulamento determina que gol fora de casa é critério de desempate, assim como a diferença de gols nas duas partidas. Não há vantagem alguma pela melhor campanha na primeira fase do Fortaleza e em caso de igualdade disputa de pênaltis direto, sem prorrogação.

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Fortaleza e Ceará no estadual 2015 desde o começo

Apesar da primeira fase do Campeonato Cearense nos anos recentes não ter tido a presença das equipes classificadas para a Copa do Nordeste da mesma temporada, o estadual de 2015 deve ter Ceará e Fortaleza desde o início.

As diretorias dos clubes consideram que isso é possível em função da competição ter agora dez equipes. Além disso, os rivais também gostariam que a Federação Cearense conseguisse – já sinalizam as tratativas – que o estadual tenha início logo em janeiro e não em fevereiro, como manda o novo calendário da CBF.

Outro argumento dos dirigentes: é inaceitável que as equipes fiquem sem dinheiro de bilheteria por dois meses seguidos, dezembro e janeiro. Os clubes entendem que o futebol do Nordeste vive outra realidade e não pode se dar ao luxo de querer um calendário com 30 dias de férias e mais 30 dias de pré temporada, como será a partir do ano que vem em outras regiões do país que têm um futebol mais rico – atletas em período de férias até o dia 6 de janeiro e então pré-temporada até o começo do mês seguinte.

Ocorre que não será muito fácil abrir tal exceção para o Campeonato Cearense, tanto que com os dirigentes que conversei as dúvidas são grandes. Enquanto a reunião na Federação não ocorre para a formalização do regulamento do campeonato diante das enormes dúvidas que permanecem, Fortaleza e Ceará já acenam com ideias semelhantes. Uma primeira fase de todos contra todos – que pode ser mais longa caso a competição tenha início em janeiro – e depois semifinal e final.

 

 

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Série B: cinco times, quatro vagas e muitos confrontos diretos

Com nove rodadas restantes para o fim da Série B, basicamente cinco times brigam pelas quatro vagas para Série A em 2015, numa luta intensa, equilibrada e dramática entre Ponte Preta (54 pontos), Vasco (54), Avaí (52), Joinville (51) e Ceará (50). Destes, a Ponte empatou neste fim de semana jogando em casa, mas os outros quatro times venceram. É verdade que Náutico (44) e Sampaio Corrêa (43) ainda sonham, mas ambos têm a matemática como principal aliada e aí a situação complica bastante para a dupla nordestina.

Pelo desempenho deste momento serão necessários 67 pontos para um time subir, mas o equilíbrio atual tem potencial para determinar que até número de vitórias ou saldo de gols possam ser definidores de acesso. O fato é que o aproveitamento dos cinco times no topo da tabela é, por enquanto, alto. Vejamos que em 2007 o quarto colocado subiu com apenas 59 pontos. Em 2008, com 64. Em 2009, com 65. Em 2010, com 63 e em 2011 com 61. O ponto fora da curva foi o ano de 2012, quando o São Caetano, hoje rebaixado para a Série D, fez incríveis 71 pontos e ficou na quinta colocação. Já no ano passado o Figueirense precisou apenas de 60 pontos para ter o acesso na quarta colocação.

Dos cinco times diretamente na briga pelo acesso, o Ceará tem o melhor ataque (52 gols) e a pior defesa (40). Vasco e Avaí sofreram 26 gols e têm os melhores desempenhos defensivos, enquanto o Joinville é o time com o pior ataque (38 tentos). Em relação ao desempenho como mandante, pela ordem do melhor para o pior, temos Joinville, Vasco, Ceará, Ponte e Avaí. Já nos jogos como visitante, a ordem está assim: Avaí, Ponte, Vasco, Ceará e Joinville.

Importante lembrar que serão muitos confrontos diretos ainda, precisamente sete: Joinville x Ceará, Ceará x Vasco, Avaí x Joinville, Joinville x Ponte Preta, Ponte Preta x Avai, Avaí x Vasco e Vasco x Ponte Preta.

Para facilitar o acompanhamento da reta final da competição, logo abaixo listei as nove partidas que faltam para cada um dos times, o mando de campo, bem como o desempenho de cada um contra esses adversários quando enfrentados no primeiro turno.

Ceará – 50 pts (quinto colocado) – 14 pts no primeiro turno

Joinville (fora)
Icasa (fora)
Santa Cruz (casa)
Boa Esporte (fora)
Atletico-GO (casa)
Vasco (casa)
ABC (fora)
Portuguesa (casa)
Luverdense (fora)

Joinville – 51 pts (quarto colocado) – 13 pts no primeiro turno

Ceará (casa)
ABC (casa)
Avaí (fora)
Bragantino (casa)
Sampaio (fora)
Ponte (casa)
Boa (fora)
Luverdense (casa)
Oeste (fora)

Avaí – 52 pontos (terceiro colocado) – 20 pts no primeiro turno

Atletico-GO (fora)
Ponte (fora)
Joinville (casa)
Luverdense (fora)
Oeste (casa)
América-MG (fora)
Portuguesa (casa)
Santa Cruz (fora)
Vasco (casa)

Vasco – 54 pts (segundo colocado) – 15 pts no primeiro turno

Santa Cruz (fora)
America-RN (fora)
Ponte Preta (casa)
Paraná (fora)
ABC (casa)
Ceará (fora)
Vila Nova (casa)
Icasa (casa)
Avaí (fora)

Ponte Preta – 54 pts (primeira colocada) – 15 pts no primeiro turno

Portuguesa (fora)
Avai (casa)
Vasco (fora)
Sampaio (casa)
Bragantino (fora)
Joinville (fora)
América-RN (casa)
América-MG (casa)
Náutico (fora)

 

 

 

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Ceará: clube propôs renovar com Sérgio Soares em 2015

Sérgio Soares tem proposta para ficar no Ceará em 2015

Sérgio Soares tem proposta para ficar no Ceará em 2015

Independente do Ceará subir para a Série A ao final desta temporada, a diretoria do clube quer a permanência do técnico Sérgio Soares e já trata com o técnico da renovação do seu contrato por mais um ano, ou seja, até o fim de 2015.

Conversei nesta tarde com o vice-presidente do alvinegro, Robinson de Castro, que garantiu que se depender do clube o treinador fica: “Entendemos que ele tem que permanecer porque faz um excelente trabalho, é parceiro da diretoria, inovador, trabalha demais e nas derrotas não sai atirando para todos os lados terceirizando culpa, como outros tantos treinadores”. As conversas foram iniciadas recentemente e não há um definição neste momento.

Sérgio Soares é o recordista de permanência no cargo de treinador do Ceará com a atual diretoria, que assumiu o clube em 2008. Serão 14 meses de trabalho ao fim da Série B. E ele tem feito um trabalho bastante bom. Contratado como o quinto (!) técnico do time em agosto de 2013, quando o elenco brigava contra o rebaixamento e jogava um futebol de péssima qualidade, Sérgio Soares conduziu o grupo com chances de jogar a primeira divisão até a rodada final, quando perdeu do Joinville. Neste ano, foi finalista da Copa do Nordeste, campeão cearense, eliminado pelo Botafogo-RJ nas oitavas de final da Copa do Nordeste e luta ponto a ponto por vaga no G4 da Série B. Atualmente, depois de liderar por várias rodadas, é o quinto colocado.

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Fortaleza pode bater recorde de renda do futebol cearense

A partida contra o Macaé, no dia 25 de outubro, jogo de volta do primeiro e já decisivo mata-mata da Série C, tem potencial para determinar um recorde: a maior renda da história do futebol cearense. Pelo menos é nisso que aposta a diretoria do Fortaleza, que já vendeu mais de 20 mil ingressos antecipadamente até a manhã desta quinta-feira. A previsão, inclusive, é que até o fim de semana estejam esgotados os bilhetes das cadeiras superiores da Arena Castelão, que custam 30 reais – outros setores do estádio têm valores de 50, 60 e 100 reais.

O total da carga é de 63300 ingressos e caso todos sejam vendidos a renda ficará em torno de um milhão e setecentos mil reais – ainda de acordo com diretores tricolores- o que seria suficiente para se tornar a maior renda desde que o futebol passou a ser jogado em terras alencarinas.

Até hoje o Ceará detém as maiores arrecadações do futebol estadual. Neste ano e no passado, o alvinegro, por sinal, cravou as quatro maiores bilheterias da história.

A relação :

R$ 1.476.187,00 Ceará 1×1 Sport – 2014 – Final da Copa do Nordeste
R$ 1.266.417,00 Ceará 0×1 ASA – 2013 – Semifinal Copa do Nordeste
R$ 1.216.647.00 Ceará 2×2 Palmeiras – 2013 – Série B
R$ 1.199.354,00 Ceará 3×1 Inter – 2014 – Copa do Brasil

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Ceará poderia ter voltado ao G4

Na rodada 27 da Série B, disputada ao longo da semana passada, dos sete primeiros colocados da competição, apenas o Ceará venceu – o Vila Nova, por 5×1. Uma rodada especial e que fez o time aproveitar e se aproximar do G4, ficando quatro pontos atrás da líder Ponte Preta, três do Avaí, dois do Vasco e apenas um do Joinville.

Nesta terça-feira, entretanto, o Ceará mais uma vez deixou dois pontos pelo caminho atuando em casa (tomou um gol através de um pênalti mal marcado, mas não jogou bem e falhou quando teve um jogador a mais) e viu dois de seus principais adversários na luta por uma das vagas para a Série A somarem resultados importantes. A Ponte venceu o Boa fora de casa por 1×0 e lidera com 53 pontos. O Vasco também venceu longe de seus domínios, desta vez a Portuguesa por 1×0 e assumiu a vice-liderança, com 51 pontos.

Com 47 pontos e na quinta colocação, a rodada só não foi pior para o Ceará porque os times catarinenses deram uma boa força. O Joinville empatou em casa contra o Santa Cruz por 1×1 e foi aos 48 pontos, enquanto o Avaí foi novamente derrotado, desta vez para o ABC, em Natal, por 2×1, e segue com 49 pontos. Resumo da ópera: tivesse o Ceará vencido, estaria novamente no G4, onde ficou boa parte do campeonato.

Na próxima rodada, sexta-feira, novamente no Castelão, o Ceará reencontra o técnico Paulo César Gusmão e o atacante Mota, que hoje vestem a camisa do Bragantino. O restante da tabela dos times que brigam ponto a ponto pelas vagas da Série A é a seguinte:

Vasco x Boa

Vila Nova x Joinville

Ponte x Santa Cruz

Avai x Icasa

 

 

 

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