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Fernando Graziani

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Blog do Graziani, por Fernando Graziani

Bill: promessa diminui impacto, mas temporada no Ceará é muito boa

São 18 gols na temporada para Bill, um número que está longe de ser ruim – Magno Alves, artilheiro do Ceará no ano tem 28 – mas boa parte da torcida do Ceará ainda pega no pé do atacante. Mas o jogador é outro depois da Copa. Não se tornou craque, nada disso, mas melhorou bastante, está participativo, mais atento. Fisicamente muito melhor após o tempo de treinamento físico, caiu nas graças de Sérgio Soares mostrando grande capacidade de marcar a saída de bola adversária e colaborar com o sistema defensivo.

Os maiores exemplos foram os gols contra o Internacional pela Copa do Brasil quando ele roubou a bola da zaga e serviu para um dos gols de Magno Alves  e diante do Luverdense, neste sábado, quando aproveitou bobeira da zaga e abriu o marcador no Castelão – faria também o terceiro gol da partida. Além disso, Bill, que quando chegou alternava a titularidade com Tadeu – hoje no Náutico – tem dado combate, ajudado o meio-campo, cumprindo as determinações do técnico.

Um fator que considero diminui o impacto real das atuações de Bill é a promessa que ele fez quando aqui chegou, de que faria 40 gols na temporada. O claro exagero, evidentemente, repercutiu e ninguém esquece. Ao fazer isso, o jogador, que vinha de péssimas temporadas recentes, grudou em si próprio uma responsabilidade sem nenhuma necessidade, mas não é justo, por causa de tal situação, deixar de ver as qualidades do atleta.

Os gols de Bill em 2014:

Série B: 6 (15 jogos)

Copa do Brasil: 4 (6 jogos)

Copa do Nordeste: 4 (8 jogos)

Campeonato Cearense: 4 (12 jogos)

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Magno Alves: cláusula permite saída do Ceará sem multa

A informação que consta do novo contrato de Magno Alves foi confirmada nesta quinta-feira pelo repórter Danilo Queiroz durante o Tribuna BandNews Esporte (sempre em 101,7 FM, de segunda a sexta-feira, 13h),  em matéria com entrevista do presidente em exercício do Ceará, Robinson de Castro.

Com o compromisso assumido até maio de 2016 e com multa rescisória estipulada em contrato, ao final de cada competição se o jogador quiser sair a multa será dispensada.

O acordo foi costurado assim porque o Ceará compreendeu – e entendo que com razão pela importância do jogador – que precisava ceder para não perder o atacante nas atuais campanhas da Série B e Copa do Brasil. Além disso, em 2015, a diretoria até admite perder o jogador sem multa, mas jamais no meio de uma competição. Magno, no novo compromisso, também recebeu reajuste de 20% nos rendimentos com outro aumento previsto para o início de 2015.

Com o acordo Magno fica livre para sair do clube caso seja um desejo dele sem pagar multa no fim das disputas da Copa do Nordeste, estadual, Série B ou Série A e Copa do Brasil do ano que vem.

É importante lembrar que o Fluminense, interessado em contar com o jogador sem pagar a multa rescisória então estipulada, tentou, via empresário de Magno, contratar o atleta, mas sem sucesso. O clube carioca ofereceu um bom salário, mas se recusou a pagar ao Ceará pelos direitos federativos, o que impossibilitou qualquer tipo de acordo.

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Série B insana: 5 pontos separam 1o e 9o colocados

Um único ponto conquistado nos mais recentes nove disputados e o Ceará perdeu a liderança da Série B e, mais importante, a gordura que tinha sobre o quinto colocado. Não apenas o alvinegro perdeu a vantagem que tinha. Na realidade, nenhum time que briga pelo acesso pode sossegar.

Depois da rodada 18, disputada no fim de semana, temos um tríplice empate. O líder é o América-MG, com 32 pontos, mesma soma do Ceará que, entretanto, tem uma vitória a menos, 9 contra 10. O Vasco também tem 32 pontos, mas com oito vitórias.  Com 31 pontos está o Avaí, fechando o G4. Na cola estão Joinville (30), Luverdense (28), Ponte (28), Náutico (27) e Sampaio Corrêa (27).

Faltando uma rodada para o fim do primeiro turno de confrontos, são apenas cinco pontos que separam o primeiro do nono colocado da competição. O equilíbrio é insano e qualquer sequência de duas vitórias ou duas derrotas já é o suficiente para grandes mudanças na tabela. Para deixar a situação ainda mais imprevisível, na próxima rodada serão quatro embates envolvendo os nove primeiros colocados: Ceará x Luverdense, Vasco x Avaí,  Ponte Preta x Náutico e Sampaio Corrêa x América-MG. Apenas o Joinville, que enfrenta o Oeste, joga diante de uma equipe que briga para não cair.

Destes nove times que hoje brigam ponto a ponto pelo G4, o que tem o melhor ataque é o Ceará, com 3o gols marcados. O Sampaio Corrêa fez 29. O Ceará também se destaca como segunda melhor campanha como visitante (55%), perdendo apenas para o Avaí (63%). Já a pior defesa é justamente a do Ceará, com 25 gols tomados. A melhor defesa é a do Vasco porque sofreu 12 gols apenas, contra 15 do Avaí, que só não assumiu a liderança nesta rodada porque empatou em casa contra o Santa Cruz. Por falar em mandantes, a melhor campanha é a do América-MG. O time já somou 88% dos pontos disputados no Independência. São oito vitórias e uma derrota.  O Joinville vem logo atrás, com 81% de aproveitamento jogando em seus domínios.

Regularidade

O Ceará é o time que mais tempo liderou a Série B até agora. São oito rodadas. O América-MG, atual líder, soma sete rodadas no topo. Depois, Joinville, com duas rodadas na liderança e o América-RN, uma vez.

Em tempo no G4, o América-MG é o time mais regular. São 16 rodadas. O Ceará soma 14, contra 13 do Joinville e nove da Luverdense. O Vasco soma quatro rodadas no G4.

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Líder e com melhor ataque da Série B, Ceará vê sistema defensivo desabar depois da Copa

Oeste, América-RN, Vila Nova e Atlético-GO. Apenas contra essas quatro equipes o Ceará saiu de campo sem sofrer gol nos 17 jogos que fez até agora na Série B. Melhor ataque da competição com 29 tentos, a equipe segue líder com 31 pontos, ainda que tenha perdido as duas partidas mais recentes, contra o Vasco (2×0) e o ABC (1×2).

A gordura, entretanto, acabou. Hoje, a diferença para o Joinville, quinto colocado (conta que efetivamente importa para o acesso) é de apenas dois pontos. Embolou tudo, portanto, a ponto do alvinegro, se tiver desempenho ruim na próxima rodada contra a Portuguesa e seus adversários diretos vencerem, sair do G4.

Nas dez partidas que fez antes da Copa, o alvinegro tomou 12 gols. A média de mais de um gol sofrido já era alta, mas o técnico Sérgio Soares defendia o esquema de jogo ofensivo e não encarava como um problema grave. Numa conversa que tive com ele antes da primeira partida pós Copa no programa Jangadeiro Esporte Clube Debate, quando observei que a defesa do time sofria gols demais, o treinador foi claro: “Enquanto estivermos fazendo mais gols do que tomando, está ótimo, mas sabemos que devemos melhorar nesse setor”.

Os números, entretanto, não mostram mais isso. Após a Copa, o desempenho defensivo da equipe entrou em colapso. Se a média anterior era sofrer 1,2 gol por partida, nos sete jogos mais recentes a equipe tomou os mesmos 12 gols do pré-Copa, ou seja, 1,71 gol por jogo, uma piora significativa. O ataque também caiu. Nos 10 primeiros jogos da Série B a equipe marcou 18 vezes, média de 1,8 por partida. No pós-Copa foram 11 gols feitos, média de 1,57.

Faltam dois adversários para o Ceará enfrentar no primeiro turno da Série B. A Portuguesa, em São Paulo e o Luverdense, no Castelão. Por falar em Castelão, a diretoria insiste em transferir vários jogos para o PV, ainda que a comissão técnica e os atletas falem insistentemente que preferem jogar no estádio da Copa.

Não sou daqueles que acha que estádio ganha jogo, mas quando existe um local disponível da preferência dos jogadores e do técnico e a diretoria opta por outro estádio por razões contratuais ou financeiras é hora de discutir novamente a decisão, até porque o desempenho do Ceará no PV é muito inferior ao apresentado no Castelão. No estádio municipal pela Série B foram nove pontos disputados e apenas um conquistado. No Castelão, foram 12 pontos disputados e 10 ganhos.

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Com os lanternas pela frente, Fortaleza tenta se classificar o quanto antes para o mata-mata

Já falei e escrevi em outras oportunidades que importa muito pouco ao Fortaleza estar na primeira colocação quando a fase inicial da Série C terminar. Não existe qualquer garantia que decidir em casa no segundo jogo é certeza de acesso. Além disso, pelo equilíbrio do grupo B, fica improvável escolher adversário, optando por algum, em tese, mais fraco.

Nas quatro vezes que disputou a Série C – 2010, 2011, 2012 e 2013 – o tricolor chegou ao mata-mata apenas uma vez e foi eliminado pelo Oeste perdendo o segundo jogo no PV e atuando fora de casa sem pressão nenhuma de torcida no interior de São Paulo. Nada disso, entretanto, é parâmetro para a atual comissão técnica e para o elenco. E nem deve ser. É assim que trabalha o técnico Marcelo Chamusca. A prova é tanta que, do elenco atual, apenas Waldison era do time titular em 2012.

Os próximos jogos do Fortaleza na Série C são contra o Águia, fora de casa, e contra o o Crac, como mandante. Com os atuais 23 pontos – oito de vantagem sobre o quinto colocado, distância que efetivamente interessa – em caso de vitórias a equipe pula para 29 e fica muito perto de garantir a vaga matematicamente para o mata-mata porque vão restar apenas mais cinco rodadas.

Conseguindo isso, será tempo de poupar fisicamente os mais desgastados, experimentar eventualidades de mudança tática para os jogos decisivos, testar substitutos e, fundamentalmente, preparar psicologicamente o elenco para a decisão.

 

 

 

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Pizzas depois dos jogos melhoram desempenho físico dos jogadores do Ceará

No ano passado, preocupada com a fadiga muscular dos jogadores do Ceará depois das partidas, a comissão técnica, especialmente o preparador Reverson Pimentel e o fisiologista Lucas Oaks, resolveu substituir um kit lanche que era dado aos atletas ainda no vestiário. Como o objetivo é que ocorra ingestão de proteína e carboidrato 30 minutos depois da atividade, a escolha foi por uma paixão nacional: pizza.

A ideia da substituição ocorreu porque o elenco do alvinegro tem na pizza um dos pratos preferidos e quando os kits eram oferecidos, vários jogadores os rejeitavam. “Nosso objetivo foi encontrar algo que tivesse boa aceitação do elenco porque consideramos fundamental esse processo de recuperação depois dos jogos e a pizza foi o alimento perfeito”, avaliou Lucas Oaks, fisiologista do Ceará e das categorias de base da seleção brasileira.

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Com o apoio da nutricionista do clube, em todas as partidas realizadas em Fortaleza, chegam cerca de 15 discos recheados no vestiário, muitos com carne, mas os de calabresa, preferidos do elenco, são evitados por causa da gordura. E todo mundo come, inclusive a comissão técnica.

O importante, entretanto, é que algumas semanas depois da introdução das pizzas, Reverson e Lucas passaram a observar, comparando parâmetros, uma diminuição da fadiga, resultando em uma recuperação mais rápida dos jogadores e uma melhor condição para os treinamentos posteriores da semana. “A recuperação dos atletas alcançou níveis melhores com a introdução da pizza após as partidas”, confirma Oaks.

Nesta quarta-feira, contra o Inter, não deu outra. Pizza no vestiário da Arena Castelão depois da classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. Entre elas, um sabor que agradou a todos: meia vitória, meia classificação para o atual líder da Série B.

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Ceará e o caminho para as 8as. da Copa do Brasil

Classificado para as oitavas de final da Copa do Brasil depois de passar pelo Inter mais uma vez nesta quarta-feira – na ida, 2×1 no Beira Rio e na volta, 3×1 no Castelão – o Ceará aguarda agora a próxima segunda-feira para conhecer o seu adversário na continuação da competição.

Como manda o regulamento oficial da competição organizada pela CBF em seu artigo 10, o alvinegro estará no pote B do sorteio (ou bloco B), ao lado de América-RN, ABC (ganhou a vaga do Novo Hamburgo, que escalou jogadores irregulares), Bragantino, Coritiba, Palmeiras, Santos ou Londrina e Santa Cruz ou Santa Rita.

No pote A (ou bloco A) ficam os dois melhores do ranking da CBF que vieram da terceira fase – Corinthians e Vasco – e as seis equipes que disputaram a Libertadores neste ano, todas devidamente eliminadas: Botafogo, Flamengo  e Atlético-PR na primeira fase; Cruzeiro nas quartas para o campeão San Lorenzo, Grêmio nas oitavas também para o campeão San Lorenzo e Atlético-MG, nas oitavas para o Atletico Nacional de Medeliin.

Assim, o atual líder da Série B com 31 pontos e que enfrenta o Vasco no próximo sábado no Rio de Janeiro, terá pela frente uma das tradicionais equipes do pote A nas oitavas de final. Pode encarar, por exemplo, uma atual potência, como Cruzeiro e Corinthians, ou adversários que não vivem bons momentos, como Flamengo ou Botafogo.

A ordem dos mandos dos jogos de ida e volta também são determinadas por sorteio no próprio dia 18 de agosto.

Por chegar até as oitavas de final da Copa do Brasil, o Ceará, de cota, vai embolsar mais 530 mil reais. Com os 750 mil recebidos pelas fases anteriores, a soma total alcança um milhão e duzentos e oitenta mil reais, fora os valores obtidos com a bilheteria. Nesta quarta, contra o Inter, o clube conseguiu sua terceira maior renda da história.

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Na vitória sobre o Inter, Ceará registrou a quarta maior renda da história do clube

No triunfo sobre o Inter por 3×1 nesta quarta-feira, jogo de volta da Copa do Brasil e que garantiu a classificação do Ceará para as oitavas de final da competição, o alvinegro registrou a quarta maior renda de sua história centenária.

Com R$ 1.199.354,00 arrecadados para um público pagante de 46859 torcedores (mais 1686 não pagantes) na Arena Castelão, o jogo foi o sétimo do Ceará a passar da casa do milhão de reais, dois deles somente neste ano. A média por ingresso ficou em pouco mais de 25 reais.

Magno Alves brilhou mais uma vez com dois gols e agora tem 26 em partidas oficiais em 2014. O outro gol foi de Bill, que também participou de um dos gols de Magno roubando a bola da zaga colorada. No agregado, o Ceará fez 5×2 e não teve dificuldade para passar pelo adversário. Foi bem melhor nas duas partidas.

O sorteio para conhecer o adversário nas oitavas de final ocorre na segunda-feira que vem.

A relação das maiores rendas da história do Ceará: 

R$ 1.476.187,00 Ceará 1×1 Sport – 2014 – Final da Copa do Nordeste
R$ 1.266.417,00 Ceará 0×1 ASA – 2013 – Semifinal Copa do Nordeste
R$ 1.216.647.00 Ceará 2×2 Palmeiras – 2013 – Série B
R$ 1.199.354,00 Ceará 3×1 Inter – 2014 – Copa do Brasil
R$ 1.118.960,00 Ceará 2 X 0 São Paulo – 2010 – Série A
R$ 1.078.080,00 Ceará 2 X 2 Flamengo – 2010 – Série A
R$ 1.067,109.00 Ceará 1×1 Guarany Sobral – 2013 – Final Campeonato Cearense
R$ 974.585,00 Ceará 0 x 0 Corinthians – 2010 – Série A
R$ 687.740,00 Ceará 1 x 4 Fluminense – 2005 – Copa do Brasil
R$ 686.151,00 Ceará 2 X 2 Guarani – 2009 – Série B

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Ceará x Inter: com mais de 22 mil ingressos vendidos, renda já passou dos 550 mil reais

O Ceará voltou a vender ingressos para a partida contra o Inter e que vai definir quem disputará as oitavas de final da Copa do Brasil desde às nove horas da manhã desta terça-feira. Até a noite desta segunda foram comercializados 22300 ingressos e a renda já girava em torno de 550 mil reais.

O número de ingressos não leva em conta a presença do torcedor oficial, que em jogos grandes como esse deve ficar em torno de seis mil pessoas. A média de valor por ingresso está em torno de 24 reais. Assim, a expectativa da diretoria é que a renda ultrapasse a casa de um milhão de reais, com o público ficando entre 45 e 50 mil pagantes.

Caso isso se confirme, será a sexta vez em 100 anos de existência que o alvinegro terá uma renda milionária. Abaixo, a relação das partidas em que o Ceará mais arrecadou com bilheteria.

R$ 1.476.187,00 Ceará 1×1 Sport – 2014 – Final da Copa do Nordeste
R$ 1.266.417,00 Ceará 0×1 ASA – 2013 – Semifinal Copa do Nordeste
R$ 1.118.960,00 Ceará 2 X 0 São Paulo – 2010 – Série A
R$ 1.078.080,00 Ceará 2 X 2 Flamengo – 2010 – Série A
R$ 1.067,109.00 Ceará 1×1 Guarany Sobral – 2013 – Final Campeonato Cearense
R$ 974.585,00 Ceará 0 x 0 Corinthians – 2010 – Série A
R$ 687.740,00 Ceará 1 x 4 Fluminense – 2005 – Copa do Brasil
R$ 686.151,00 Ceará 2 X 2 Guarani – 2009 – Série B

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Público: Fortaleza tem a 12a. melhor média; Ceará é 20o.

Levando em consideração os jogos apenas das divisões do Campeonato Brasileiro com venda de ingressos (excluindo, portanto, as partidas com portões fechados de todas as equipes), o Fortaleza é o time cearense com melhor média de público até agora, a 12a. do país. Em quatro partidas o time levou 51642 pagantes, média de 12866 torcedores. Na Série C a equipe tem a segunda melhor média, perdendo para o Paysandu, que levou 16712 torcedores na única partida que fez com portões abertos até agora.

Já o Ceará, nos seus oito jogos como mandante, levou 75535 torcedores em suas partidas na Série B. O alvinegro precisou fazer duas dessas partidas em Horizonte em virtude do Castelão e do PV estarem impossibilitados de receber jogos por causa da Copa do Mundo, situação que faz a média cair. Assim, o time está na 20a. colocação, com 9442 torcedores por jogo, a quarta melhor média da Série B.

O valor médio dos ingressos do Ceará é de 13 reais, enquanto o valor médio dos ingressos do Fortaleza é de 16 reais.

O líder da segunda divisão é o Sampaio Corrêa, que fazia tempo não disputava a Série B, com mais 14384 torcedores por partida em São Luis, seguido por Santa Cruz, com 13122 e Vasco, com média de 9506 torcedores por peleja. O outro representante cearense na Série B, o Icasa, tem média de público de 1636 torcedores por jogo, o que representa o 56o. lugar.

Com 29820 torcedores por partida, o São Paulo, mandando seus jogos no Morumbi, tem a melhor média de público do país. O Corinthians também está na faixa dos 29 mil torcedores de média, mas a diferença fundamental é que o tricolor paulista tem como valor médio de seu ingresso 20 reais, contra 63 reais da equipe de Parque São Jorge, a que mais arrecada no Brasil com bilheteria.

Fluminense, Internacional e Flamengo completam o grupo dos times com melhores médias de público do Brasil em 2014.

Os números são do site Sr Goool, que faz o acompanhamento de público e renda do Brasil com muita competência.

 

 

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