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Divagando

por Iury Costa

resoluções

Resolução de ano novo. Só uma mesmo!

Por Iury Costa em Cotidiano

13 de Janeiro de 2018

Sempre quando venho ao computador escrever um texto, já tenho ele escrito em papel, ou datilografado (sim, tenho uma máquina!). Desta vez, me vejo em frente à tela, diante do teclado, sem nada para dizer (por enquanto), e esperando que se desenvolva algum assunto. Principalmente relacionado ao ano novo. Atrasei bastante essa introdução a 2018 por isso.

Assim como na virada de 2017, pensei em fazer um texto falando sobre as famigeradas “resoluções”. Mas como as de 2017 não deram certo para mim (e talvez não tenham dado certo para quase ninguém), pensei em fazer sobre resoluções mais psicológicas. Uma só, na verdade: a felicidade.

As resoluções aparecem como obrigações, e talvez seja isso que as deixe mais impossível de se cumprir. Obrigações são maçantes, e fazem com que as pessoas percam o interesse ainda nos primeiros dias. Além disso, os projetos mudam, de alguma maneira, a rotina. E, convenhamos, tudo que tira você do conforto – para o bem ou para o mal, recebe uma certa resistência. É automático. O ser humano foi criado para recusar de primeira e aceitar só depois. Comigo é pior ainda: recuso nas três primeiras vezes.

Enfim, voltando à questão da felicidade. A meta este ano é fazer o que faz feliz. Meio clichê né? Realmente… Mas a vida é um enorme clichê, e para fazermos parte dela, entramos na bagaça! Pois bem, para que a gente não seja pego pela preguiça, façamos apenas o que faz feliz. Se emagrecer é uma meta, só prossiga se for um prazer. Senão, qual o problema de conviver com os pneus? Não leia pela obrigação de ler mais (a não ser os livros da faculdade). Basta ler um por ano, contato que seja bacana. Se não gostar de nada, também não tem problema, não leia.

O próximo passo é identificar o que faz você feliz (propaganda de supermercado), e bola pra frente. Eu continuo querendo emagrecer e ficar rico, mas só vou procurar isso quando estiver sorrindo. Que seja após o sorteio da mega-sena.

Foto: Iury Costa

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Resoluções de ano novo

Por Iury Costa em Cotidiano

04 de Janeiro de 2017

Escrevo este texto após a meia noite, após os abraços e felicitações a todos, e após retornar ao silêncio e à escuridão do meu quarto. Amo meu quarto.

Nunca gostei de ano novo. Do ano que começa, claro que gosto. Digo no sentido de “virada do ano”. Pelo simples fato de que o ano seguinte é desconhecido. Mesmo eu sendo um jornalista, e que o jornalismo trabalha com o inédito, gosto, assim como grande parte das pessoas (creio eu), ter um pouco de controle sobre os meus próximos passos. O que é uma loucura, eu sei. Mais uma sugestão de tema a ser trabalhado pelo psicólogo nos próximos encontros.

O natal, já que vamos falar de datas festivas, é menos sombrio. Não sei se é por causa dos seis dias que ainda têm pela frente, mas no natal eu não sinto frio na barriga, por conta da incerteza do futuro. Tudo bem que é o dia em que se comemora o nascimento de Jesus, mas é normal para mim. Tenho uma boa relação com o Senhor, que não se resume a um dia do ano. Aliás, aproveito para viajar, para também fugir das maçantes confraternizações.

Sobre as incertezas. Posso soar um pouco pessimista, mas um “novo ano” não garante a realização dos sonhos, ou de mudanças boas que sejam alheias às nossas vontades. O mínimo que podemos fazer, é nos contentarmos, e isso é excelente, com nossas próprias resoluções. Ou seja, nossas “auto-promessas”. Que nós possamos por em prática, este ano, e que isso esteja na lista de resoluções, a indiferença. Melhore a indiferença no quesito de não se envolver em assuntos que não lhe convém. Indiferença no quesito de não se envolver em assuntos de outras pessoas. Se meter na vida alheia nunca esteve em moda. Mesmo assim, insistem. É claro que existem exceções. Se for um problema terrível de um amigo seu, aí pode se meter sim.

Todos tentam realizar promessas feitas à meia-noite, durante o pipocar dos fogos. Poucos conseguem realmente. Vamos, pelos menos, tentar os mais fáceis? No mais, desenvolva o de sempre: carinho, educação, empatia… Ué, e não era para ser indiferente? É para ser os dois! A empatia é um dom que deve ser mantido em silêncio, em segredo, e que deve ser usado apenas quando necessário. Seja legal, mas nem tanto.

Foto: reprodução internet

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Resoluções de ano novo

Por Iury Costa em Cotidiano

04 de Janeiro de 2017

Escrevo este texto após a meia noite, após os abraços e felicitações a todos, e após retornar ao silêncio e à escuridão do meu quarto. Amo meu quarto.

Nunca gostei de ano novo. Do ano que começa, claro que gosto. Digo no sentido de “virada do ano”. Pelo simples fato de que o ano seguinte é desconhecido. Mesmo eu sendo um jornalista, e que o jornalismo trabalha com o inédito, gosto, assim como grande parte das pessoas (creio eu), ter um pouco de controle sobre os meus próximos passos. O que é uma loucura, eu sei. Mais uma sugestão de tema a ser trabalhado pelo psicólogo nos próximos encontros.

O natal, já que vamos falar de datas festivas, é menos sombrio. Não sei se é por causa dos seis dias que ainda têm pela frente, mas no natal eu não sinto frio na barriga, por conta da incerteza do futuro. Tudo bem que é o dia em que se comemora o nascimento de Jesus, mas é normal para mim. Tenho uma boa relação com o Senhor, que não se resume a um dia do ano. Aliás, aproveito para viajar, para também fugir das maçantes confraternizações.

Sobre as incertezas. Posso soar um pouco pessimista, mas um “novo ano” não garante a realização dos sonhos, ou de mudanças boas que sejam alheias às nossas vontades. O mínimo que podemos fazer, é nos contentarmos, e isso é excelente, com nossas próprias resoluções. Ou seja, nossas “auto-promessas”. Que nós possamos por em prática, este ano, e que isso esteja na lista de resoluções, a indiferença. Melhore a indiferença no quesito de não se envolver em assuntos que não lhe convém. Indiferença no quesito de não se envolver em assuntos de outras pessoas. Se meter na vida alheia nunca esteve em moda. Mesmo assim, insistem. É claro que existem exceções. Se for um problema terrível de um amigo seu, aí pode se meter sim.

Todos tentam realizar promessas feitas à meia-noite, durante o pipocar dos fogos. Poucos conseguem realmente. Vamos, pelos menos, tentar os mais fáceis? No mais, desenvolva o de sempre: carinho, educação, empatia… Ué, e não era para ser indiferente? É para ser os dois! A empatia é um dom que deve ser mantido em silêncio, em segredo, e que deve ser usado apenas quando necessário. Seja legal, mas nem tanto.

Foto: reprodução internet